A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.



Palmas na missa: sim ou não?

(Por Pe Rafael Fornasier – Julho de 2010)

Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida,  Bioética e a Família, da CNBB. 



Podemos Bater Palmas Na Missa ! < outro Post

A questão do respeito à liturgia da Igreja tem atualmente suscitado vários debates sobre temas como procissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, cantos, missas tridentinas, manifestação de carismas extraordinários etc. Obviamente que tais temas não estão todos no mesmo nível ou no mesmo grau de valor, quando se refere a uma maior ou menor adequação às normas litúrgicas da Igreja. É o caso do questionamento que se pode levantar sobre BATER PALMAS durante a celebração da missa.

Antes de se tentar fazer brevemente aqui algumas considerações no tocante ao respeito da liturgia da Igreja, o que se pode dizer sobre as palmas em si?

Já há muito que, em tantas culturas – por que não dizer em todas, mesmo se com maior ou menor freqüência – se expressa os afetos com as palmas. Para manifestar entusiasmo e motivação ou para entusiasmar e motivar, as palmas são usadas de forma rítmica ou não.

Grandes aclamações de personalidades públicas, apresentações artísticas ou o simples fato de reconhecer algo bem feito, são acompanhados de palmas como sinal de ovação, reverência ou reconhecimento.

O ritmo de cantos e danças muitas vezes se inicia com palmas ou as gera. E até mesmo uma boa e sã gargalhada às vezes é completada com palmas, na exteriorização corporal das emoções. Este gesto que consiste em bater uma mão contra a outra, produzindo um som não é tão anódino quanto parece. Ademais, muito se poderia discorrer sobre quanto significado há as mãos. No contexto bíblico, deparar-se-á com um grande número de expressões que empreguem a “mão”, muitas vezes personificada, a fim de designar a intenção mais profunda do próprio sujeito agente. Assim as mãos são levantadas para exprimir a atitude de oração (cf. 2Mac 3,20; 1Tm 2,8) Encontrar-se-ão as palmas de aclamação a um rei (cf. 2R 11,11); o profeta bate palmas enquanto profetiza (cf. Ez 21,19); há também as palmas de censura e reprovação dos atos (cf. Ez 6,10; Lm 2,15); e até Deus bate palmas (cf. Ez 21,22)! Num hino de louvor, a natureza é convidada a exultar de alegria com as palmas (cf. Is 55,12; Sal 97,8), antropomorfismo que revela suas verossímeis raízes na liturgia do povo. Diz o salmo 46 (tradução da Bíblia Ave Maria): Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Coré. Povos, aplaudi com as mãos, aclamai a Deus com vozes alegres, porque o Senhor é o Altíssimo, o temível, o grande Rei do universo. Ele submeteu a nós as nações, colocou os povos sob nossos pés, escolheu uma terra para nossa herança, a glória de Jacó, seu amado. Subiu Deus por entre aclamações, o Senhor, ao som das trombetas. Cantai à glória de Deus, cantai; cantai à glória de nosso rei, cantai. Porque Deus é o rei do universo; entoai-lhe, pois, um hino! Deus reina sobre as nações, Deus está em seu trono sagrado. Reuniram-se os príncipes dos povos ao povo do Deus de Abraão, pois a Deus pertencem os grandes da terra, a ele, o soberanamente grande. Portanto, isto deixa entrever uma liturgia celebrada alegremente pelo povo de Israel, com instrumentos, ritmos, aclamações, na qual o corpo também está bastante envolvido. Tal fato se confirma em outros textos bíblicos (cf. 1Cr 16, 42; 1Cr 23,5; 2 Cr 7, 6; 2Cr 30,21; ). Seria fastidioso citar aqui todos os textos que mencionam os músicos, os corais, os instrumentos e os cânticos, através dos quais a alegria da música hebraica se traduz, dando lugar também aos afetos e sentimentos de todos os tipos e assumindo os gestos corporais.

Significativo é o texto de 2S 6,5: “Davi e toda a casa de Israel dançavam com todo o entusiasmo diante do Senhor, e cantavam acompanhados de harpas e de cítaras, de tamborins, de sistros e de címbalos”.   Seria difícil não imaginar o uso das palmas em tais celebrações.

Certamente que a liturgia da Igreja não é a mesma da época de Davi e do povo de Israel. Contudo, a liturgia da Igreja assumiu muitos traços das celebrações hebraicas, mantendo com estas uma grande semelhança nos primeiros séculos. Na época apostólica, para a celebração litúrgica, “se fala também de louvor de Deus, e oração de intercessão. Aqui se vê a continuidade com a tradição sinagogal que, no culto sabatino, faz uso das berakot (= orações de bênçãos) no contexto da leitura da Palavra de Deus e da sua explicação; Jesus era habituado a frequentar esta liturgia na sinagoga em dia de sábado (Lc 4,16-21)”

1. O questionamento, que se fará necessário, concerne não somente a história da liturgia, mas também a história da música sacra. Pois assim como a liturgia cristã teve suas influências sinagogais e seu desenvolvimento no encontro com outras culturas, assim também a música se desenvolverá e passará por diferentes estilos ao longo da história do culto cristão. Talvez, em certos momentos da história, um determinado estilo musical tenha sido mais valorizado na liturgia do que outros. Porém, na Constituição Dogmática Sacrosanctum Concilium, percebe-se que, ainda que o canto gregoriano tenha uma grande estima, não há nenhum estilo musical concreto que possa ser mais sacro do que outros, aprovando e aceitando “no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas” (SC 112).

Ainda que haja palmas para diferentes situações, como já foi acima mostrado, é no âmbito da música litúrgica que justamente elas poderão assumir uma razão de ser e um sentido, os quais não ofendem a liturgia da Igreja em suas rubricas, e menos ainda o centro do mistério celebrado. Ademais isto também não significa que se estaria a forçar uma introdução das palmas no rito romano ou que se precisaria de uma autorização expressa, haja vista que os documentos da Igreja já dão uma margem para tanto.



Como se justificaria isto?

Já no início da parte da SC que trata da música (cf. 112) percebemos esta abertura a uma forma musical que, por seus aspectos culturais que englobam o ritmo e os gestos corporais, seria propensa a admitir as palmas em certas partes da celebração da missa, ato litúrgico por excelência. Quando o documento Musicam Sacram, de 1965, trata da participação do povo na liturgia ele diz o seguinte no n. 15: Esta participação:

a)     Deve ser antes de tudo interior; quer dizer que, por meio dela, os fiéis se unem em espírito ao que pronunciam ou escutam e cooperam com a graça divina.

b) Mas a participação deve ser também exterior; quer dizer que a participação interior deve expressar-se por meio de gestos e atitudes corporais, pelas respostas e pelo canto. Eduquem-se também os fiéis no sentido de se unirem

1 – GIGLIONI, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (BibliotecaLiturgia) 2001. Tradução nossa. interiormente ao que cantam os ministros ou o coro, de modo que elevem os seus espíritos para Deus, enquanto os escutam

2 .  Seria um erro pensar que dentre estes gestos corporais estariam as palmas, particularmente em certas culturas, nas quais os gestos assumem um papel relevante? Parece que a CNBB entende que não. Para uma cultura mestiça como a do povo brasileiro, repleta de elementos indígenas, europeus e africanos, o texto de um estudo da CNBB (n. 79) admite palmas como fazendo parte da liturgia. Por exemplo, para as aclamações, como participação do povo, devem ser incentivadas e mais variadas, através do canto, das palmas ou dos vivas

3 .  Ou ainda, para a acolhida inicial, “oportunamente, gestos da assembléia poderão intervir, por exemplo, acolher-se mutuamente através de saudações aos vizinhos, bater palmas, dar vivas em honra ao Cristo Ressuscitado, a Nossa Senhora, ao Padroeiro(a), em dia de festa etc.”

4 . Poder-se-ia objetar afirmando que os textos não tratam da música. Todavia, quando se procura interpretar o que o texto da SC diz nos números 118 e 119, deduz-se que haveria possibilidade de um acompanhamento do canto com as palmas. No n. 118, o Concílio afirma que se deve promover “muito o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar tanto nos exercícios piedosos e sagrados como nas próprias ações litúrgicas, segundo o que as rubricas determinam”. Entenda-se o canto popular religioso como aquele que assume os traços da música popular de um país, com seus ritmos, harmonias e melodias característicos.

Ora, em várias tradições populares da música brasileira e de tantos países, encontra-se o acompanhamento das palmas.

O número seguinte do documento acrescenta: “há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos como na adaptação do culto à sua índole, segundo os art. 39 e 40”. Portanto, o ensinamento conciliar já previa e incluía as diferentes tradições musicais – reconhecidas pelas autoridades eclesiásticas territoriais competentes – que certamente englobam variadas formas de expressões corporais. Por outro lado, há uma grande necessidade de formação litúrgica, a fim de evitar os excessos, como por exemplo, as palmas em momentos indevidos ou o incentivo exagerado às mesmas. Uma boa formação litúrgica atentará para o bom senso, à harmonia, à sobriedade e ao decoro, de tal forma que as manifestações exteriores na participação da celebração da missa não sobrepujem a adesão e a atenção interiores requeridas como primordiais.  Desde modo, conhecendo bem as características dos cantos que acompanham as distintas partes da celebração eucarística, evitar-se-á, por exemplo, palmas acompanhando o canto de comunhão, cuja índole é mais meditativa. Mesmo com a aprovação da CNBB, também as aclamações com palmas devem ser empregadas com parcimônia. Melhor seria reservá-las para os domingos “festivos”, solenidades ou nos momentos de grandes encontros de uma diocese. Assim como os músicos recebem uma formação musical no tangente à unidade e harmonia do conjunto, toda a assembléia também pode e deve estar atenta à este aspecto no tocante às palmas. Normalmente, um instrumento de ritmo tem seus momentos fortes e fracos,

2 Ver também n. 30 da SC.

3 Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.

4 Ibid., n. 244. assim como os outros instrumentos. Todos assumem uma justa medida de intensidade e volume que é prevista pela partitura. Isto também faz parte da harmonia e da estética musical.  Quando se trata de palmas, que compõem o conjunto celebrativo-musical, o discurso é  análogo. Portanto, será de grande proveito para a beleza da celebração litúrgica uma educação quanto ao emprego das palmas. Será, algumas vezes, uma situação de crescimento mútuo,  haja vista que se um irmão ou irmã está batendo palmas exageradamente, de modo descompassado ou em momentos inoportunos, uma gentil correção será oportuna.

Por fim, resta lembrar que as palmas não são obrigatórias e por isso nunca devem ser impostas a ninguém. O acolhimento de uma comunidade velará para que todos se sintam à  vontade e não em situações desconfortáveis durante as celebrações. A caridade manifestada no acolhimento e no desejo de fazer os outros participarem ativamente da celebração, deve caminhar junto com a necessidade de acolher o mistério vivido e celebrado através do culto oferto na e pela Igreja.

Pe Rafael C. Fornasier

Obs. do Blog. Padre Rafael finaliza este texto dizendo que as Palmas apesar de poderem fazer parte do culto litúrgico não devem ser impostas obrigatoriamente ao povo, isto porque quando este texto foi escrito não havia ainda o costume de se usarem palmas na Santa Missa, mas com o tempo o povo foi se acostumando e aceitando este fato sem nenhuma opressão e agora movimentos anti-vaticano II querem retroceder o espaço que a Liturgia avançou nestes anos todos pós Conciliar e atacam radicalmente a abertura que se deu à inculturação do canto litúrgico com o ato de cadenciar o rítimo com palmas, o que facilita em muito a participação do publico na execução de uma musica em louvou a Deus.  Eu aproveitaria aqui esta frase anterior de Pe. Rafael dizendo que: assim como não podemos obrigar os tradicionalistas a baterem palmas em suas celebrações, esperamos também que eles não imponham a sua vontade sobre os demais Católicos proibindo-os de se alegrarem nas celebrações e principalmente impedindo-os de baterem palmas com justificativas infundadas de que isto tornaria a Santa Missa um culto pagão ou simplesmente se assemelhariam à um culto evangélico.   Lamentavelmente eu gostaria de dizer ainda que:  Não é porque evangélicos batem palmas em seus cultos que nós Católicos estaríamos impedidos de bater palmas em nossas Missas e assim como existe esta diferenciação em nossas celebrações, no meio evangélico também existem cultos em que é expressamente proibido bater palmas e só é permitido que se toque um piano como acompanhamento musical, sendo assim, se bater palmas é ser protestante, aquele que não bate palma se assemelha aos protestantes tradicionais que proíbem o povo de bater palmas ou tocar qualquer instrumento musical no culto e o seu discurso é exatamente o mesmo que dos Tridentinos Católicos.

[1] Giglioni, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (Biblioteca-Liturgia) 2001. Tradução nossa.

[2] Ver também n. 30 da SC.

[3] Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.



75 Respostas

  1. Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, hoje é Bispo de Campos dos Goytacazes, mas quando Bispo Auxiliar de Niterói, em seu último artigo publicado no site da Arquidiocese, explica o porquê D. Alano e ele proibiram as palmas dentro das Celebrações Eucarísticas da Arquidiocese:

    Porque não se adequa a teologia da Missa que conforme a Carta Apostólica Domenica Caena de João Paulo II do 24/02/1980, exige respeito a sacralidade e sacrificialidade do mistério eucarístico: “0 mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal”. Superando as visões secularistas que reduzem a eucaristia a uma ceia fraterna ou uma festa profana. Nossa Senhora e São João ao pé da cruz no Calvário, certamente não estavam batendo palmas. Porque bater palmas é um gesto que dispersa e distrai das finalidades da missa gerando um clima emocional que faz passar a assembléia de povo sacerdotal orante a massa de torcedores, inviabilizando o recolhimento interior. Porque o gesto de bater palmas olvida duas importantes observações do então Cardeal Joseph Ratzinger sobre os desvios da liturgia : “A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado. Muitos pensaram e disseram que a liturgia deve ser feita por toda comunidade para ser realmente sua. É um modo de ver que levou a avaliar o seu sucesso em termos de eficácia espetacular, de entretenimento. Desse modo, porém , terminou por dispersar o propium litúrgico que não deriva daquilo que nós fazemos, mas, do fato que acontece. Algo que nós todos juntos não podemos, de modo algum, fazer. Na liturgia age uma força, um poder que nem mesmo a Igreja inteira pode atribuir-se : o que nela se manifesta e o absolutamente Outro que, através da comunidade chega até nós. Isto é, surgiu a impressão de que só haveria uma participação ativa onde houvesse uma atividade externa verificável : discursos, palavras, cantos, homilias, leituras, apertos de mão… Mas ficou no esquecimento que o Concílio inclui na actuosa participatio também o silêncio, que permite uma participação realmente profunda, pessoal, possibilitando a escuta interior da Palavra do Senhor. Ora desse silêncio, em certos ritos, não sobrou nenhum vestígio”.

    Finalmente porque sendo a liturgia um Bem de todos, temos o direito a encontrarmos a Deus nela, o direito a uma celebração harmoniosa, equilibrada e sóbria que nos revele a beleza eterna do Deus Santo, superando tentativas de reduzi-la à banalidade e à mediocridade de eventos de auditório.

    + Dom Roberto Francisco Ferrería Paz
    Bispo Auxiliar de Niterói

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  2. Conferi todas as fontes que foram citadas, e nenhuma, digo, NENHUMA dá respaldo ao bater palmas na Santa Missa. Nem mesmo a CNBB, que não sou simpático, dá respaldo às palmas. O que esse padre (se é que foi um padre que escreveu um texto de tamanho absurdo) simplesmente distorce o que foi escrito, interpretando como as coisas deveriam ser a seu bel prazer, como ele acha que deveria ser. Essa pessoa que escreveu o texto é: ou mentiroso, ou desonesto, ou burro, ou os três ao mesmo tempo. E o pior: ele quer reduzir as palmas a algo de menor importância, ou apenas uma rixa entre tradicionalistas e modernistas na Igreja. MEU FILHO, A SANTA MISSA É O “MEMORIAL DA PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DO SENHOR”. ISTO É, NA SANTA MISSA ESTÁ PRESENTE JESUS CRISTO NO CALVÁRIO, FLAGELADO, ENSANGUENTADO E SOFRENDO. QUE TIPO DE PESSOA FICARIA EM ESTADO DE JÚBILO E ALEGRIA SE VISSE NA FRENTE JESUS CRISTO CRUCIFICADO? DESTE MODO, QUEM BATE PALMAS NA MISSA NÃO ESTÁ BATENDO PALMAS PARA JESUS CRISTO, MAS SIM PARA SEUS ALGOZES E ESTARÁ FAZENDO POUCO CASO DE SEU SOFRIMENTO.

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    • RESPOSTA:
      Caro amigo Cassiano

      Salve Maria

      Não adianta puxar brasa para a sua sardinha e defender uma palavra que nem foi proferida por um Papa, muito menos é um documento de regra litúrgica na Igreja.

      Bento XVI não é mais Papa, não era Papa quando escreveu este texto, além de ser um contexto como parte de outro texto e não se referir ao item aqui exposto neste post, se alguém mente e distorce o que a Igreja ensina são aqueles que desobedecem o Concílio Vaticano II, a Missa Nova e a maioria dos documentos atuais da Igreja Católica, só para lembrar, Dom Marcel Lefebvre foi excomungado porque além de criar um cisma na Igreja como Lutero também fez, desobedeceu a Igreja por considerar o seu pensamento superior ao pensamento de todos os demais Bispos da Igreja no CVII, ou seja, não seria o pensamento de um só Bispo que estaria correto enquanto que todos os demais estariam errados.

      Obedecer a Igreja não é uma questão de simpatia e sim de hierarquia, simpatia seria uma questão de escolha e opção, quem escolhe qual anjo deve seguir por ser mais simpático ou menos simpático poderá cair no mesmo engano de Eva, afinal todos os frutos do Paraíso eram permitidos, somente um deles continha a morte, pelo que eu posso entender, bater palmas na Igreja não seria um pecado tão grave quanto permitir e acobertar a pedofilia dentro dos seminários ou ser incapaz de coibir a corrupção dentro do Banco do Vaticano, pois tais fatos diminuem a credibilidade da Igreja e afasta seus fieis, já as palmas tem efeito contrário atrai jovens não fieis que passam a ter a oportunidade de se alimentar da palavra e da Eucaristia que são a fonte de vida eterna.

      Palmas são palmas, não é um fruto proibido que gera pecado, o fato igualitário entre aplauso e acompanhamento musical é apenas o som, a diferença é que o acompanhamento musical não se trata de aplauso, não estamos aplaudindo ninguém ou nenhuma atitude de alguém e sim apenas emitindo um som rítmico para acompanhar uma música em louvor a Deus como se fosse um instrumento musical qualquer, proibir palmas é a mesma coisa que proibir de cantar e louvar a Deus já que gritar e conversar dentro da Igreja seria desaconselhável, afinal o instrumento usado para ambos os fatos é o mesmo, a voz de cada um.

      Louvor pode ser sim considerado aplauso sim, mas não é dirigido a pessoas e sim a Deus por seu grande amor por nós, inclusive louvamos por sua morte na cruz também, pois foi graças a ela que recebemos a nossa SALVAÇÃO.

      Você destacou o texto específico de que a missa é…

      [cit] … “MEMORIAL DA PAIXÃO, MORTE E RESSURREIÇÃO DO SENHOR”. […]

      Vamos relembrar que Deus enviou seu filho “VERBO ENCARNADO” ao mundo para Salvar o mundo cumprindo varias promessas feitas no antigo testamento, entre elas se encontram promessas realizadas que nos fazem transbordar de alegria como por exemplo, “A VINDA DO ESPÍRITO SANTO” que de acordo com as promessas seria perene, isto é, não transitório, mas permanente até o retorno de Jesus em sua segunda vinda ao mundo. Outra promessa cumprida foi a luz que brilhou nas trevas “O Nascimento de Jesus”, pois o mundo estava perdido no pecado e sem solução de acordo com a lei judaica principalmente para nós que nascemos fora da antiga aliança e não formos circuncidados na carne e em terceiro plano, que não somente para mim como para toda a Igreja atual e principalmente para aqueles que caminharam com Jesus é a alegria perene de que Jesus está VIVO e a sua morte foi apenas algo transitório, pois o que importa não é a morte “MOMENTÂNEA” e sim a “VIDA ETERNA” que recebemos graças ao sacrifício de Jesus.

      Se apegar ao fato da morte em si mesma e se esquecer das consequências que esta morte acarretou para nós é simplesmente se apegar ao material e visível aos olhos da carne e fechar os olhos para uma realidade espiritual visíveis apenas pelos olhos da fé. Foi o que fizeram os dois Discípulos de Emaús.

      Todos concordam e creio que você TAMBÉM concordará que ninguém pode afirmar que Jesus está MORTO nem mesmo Friedrich Nietzsche afirmaria tal barbaridade, pelo contrário, os filósofos concordam que a fé se torna uma verdade para aquele que crê, fazendo com que até mesmo o que é inexistente se torne Real.

      Todo Católico Confessamos no credo que Jesus está VIVO para nunca mais morrer e se faz presente NO MEIO DE NÓS, nos dá o seu corpo e sangue na EUCARISTIA que não um CRISTO MORTO e sim um “CRISTO VIVO” capaz de curar os doentes, saciar os famintos e levantar os mortos. O mesmo CRISTO VIVO que caminhava entre nós, logo não existe mais um CRISTO MORTO na CRUZ e sim um Cristo Ressuscitado na Igreja, na Eucaristia e em cada coração que Crê.

      Da mesma forma que ninguém estava aplaudindo a morte de Cristo na Cruz ninguém estava chorando no cenáculo quando receberam Jesus Ressuscitado, creio que todos estavam em júbilo quando receberam Jesus vivo no meio deles depois de sua morte, neste caso, a dor da morte se apagou não a lembrança dela como demonstra a narração dos discípulos de Emaús que estavam tristes e cabisbaixos quando retornavam para suas casas abandonando a Igreja nascente, pois já não havia mais esperança para eles, já que o Cristo estava MORTO.

      A narração destes fatos mostra exatamente o contrário, pois não deveriam estar tristes e sim alegres por Cristo ter cumprido as promessas que havia feito e que ELE estava mesmo VIVO e não morto. Quando descobriram que Deus havia cumprido o prometido e que Jesus jamais morreria novamente, sua atitude não foi de dor ou de sofrimento, muito menos de tristeza e sim de alegria, retornaram o seu caminho para Jerusalém para comunicar aos outros a ALEGRIA que Jesus estava VIVO e não morto. A diferença está em que Cristo na carne morreu de fato e esta morte ocorre à vista de todos como testemunhas, porém Jesus Cristo “DEUS” não morre e mesmo a sua “CARNE” não se corrompeu e nem permaneceu no túmulo e esta “É” a grande notícia que a Igreja anuncia. Comunicar que Cristo morreu não teria nenhuma novidade já que todos o viram apanhando e carregando a cruz pelas ruas da cidade, todos o viram morrendo na cruz, mas o fato d’Ele estar VIVO, sim este era um motivo de grande alegria para todos que o amavam e que deveria ser comemorado e retransmitido a todos os homens, com a diferença de que agora a promessa se estenderia a todos aqueles que acreditassem em Jesus e não apenas àqueles nascidos na lei da antiga aliança.

      A Igreja Cristã nasceu com o objetivo de levar a BOA NOTÍCIA de que CRISTO estava e continua estando VIVO e que não permanecera morto.

      Ninguém pode dar esta notícia com cara de velório ou com tristeza no coração, pois se assim fosse ninguém daria crédito à esta mensagem, este fato não mudou nos tempos de hoje já que São Paulo mesmo pregava um Cristo VIVO e não um Cristo MORTO.

      Porque ligar o fato de que estamos aplaudindo a morte de Cristo na CRUZ e não dizer que estamos na verdade comemorando a sua vitória sobre a Morte que seria uma VERDADE muito mais importante, já que todos morrem e morrerão, porém somente CRISTO RESSUSCITOU e permanece VIVO para sempre.

      A Igreja prega um Cristo Vivo e ressuscitado e que jamais morrerá, por assim dizer, quando é mesmo que Cristo esteve MORTO?

      Nunca! Jamais Ele morreu ou esteve MORTO, pois Deus é eterno e jamais morreu ou morrerá, na verdade o que aconteceu de fato foi que Ele por um curto espaço de tempo se ausentou do plano físico “MATERIAL” para ir ao mundo dos mortos libertá-los para a nova vida.

      A Igreja Vive o tempo litúrgico da quaresma onde se guarda mais silêncio se faz jejum em preparação para o grande dia que não é sexta feira da Paixão Cume do sofrimento e morte de Cristo e sim para o domingo de Páscoa dia Da Ressurreição do Senhor, fato que de tão importante dividiu a História em duas partes, alterou o calendário e mudou todas as tradições judaicas, tudo isto porque sexta feira da paixão foi um dia “transitório” na história mesmo com toda sua importância, mas que porém não era o objetivo e sim uma meta cumprida já que o objetivo era a Ressurreição ponto máximo e cume de todos os planos e promessas do Pai.
      A Páscoa não é apenas um dia TRANSITÓRIO na história, ela passou a ser todos os dias no resto de nossas vidas, pois Jesus Cristo está VIVO para sempre e jamais morrerá, sendo assim fica sem sentido a afirmação de que o cerne da Igreja seja a Morte e não a Vida, que se deve dar mais valor à tristeza do que à alegria.
      Por que se afirmaria que a alegria ou as palmas do povo constrangeria o Cristo? Ele não está sendo velado como um morto e Sim comemoramos a sua vitória sobre a morte e o Glorificamos com todas as horas e todas as glórias no mais alto dos céus com palmas, cânticos de júbilo e etc., pois Ele merece tudo de nós e jamais nos pediu tristeza e sim alegria como está escrito em (São João 16, 5 e 6)

      “5. Agora vou para aquele que me enviou, e ninguém de vós me pergunta: Para onde vais? 6. Mas porque vos falei assim, a tristeza encheu o vosso coração?.”

      E assim Jesus finaliza este ensinamento…

      20. Em verdade, em verdade vos digo: haveis de lamentar e chorar, mas o mundo se há de alegrar. E haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza se há de transformar em alegria. 21. Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo. 22. Assim também vós: sem dúvida, agora estais tristes, mas hei de ver-vos outra vez, e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria. 23. Naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo: o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará. 24. Até agora não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita.
      Foi o próprio Cristo quem disse isso. A criança já nasceu e até já cresceu, quem ainda ficaria lembrando das dores do parto todos os dias?

      O Foco agora não é mais a dor e sim o TRABALHO, a implantação do Reino de Deus neste mundo e este trabalho não pode ser realizado com tristeza no coração e sim com muita alegria, pois o foco de Deus não são as dores que enfrentaremos na caminhada e sim a alegria da vitória no final da caminhada, este é o foco, este é o objetivo, as metas alcançadas ficam para traz e continuamos a nossa caminhada rumo ao alvo definitivo.
      Quem permanece sempre na mesma META não avança em sua caminhada e sim fica pelo caminho, pois a meta não é o alvo, o objetivo é a alegria eterna e não a tristeza eterna, já que quem ficará triste e rangendo os dentes serão aqueles que ficarão de fora da porta das dez virgens, aqueles que não estavam preparados com azeite em suas lâmpadas para seguir em frente na caminhada.
      PAIXÃO => MORTE => RESSURREIÇÃO
      META 1 => META 2 => ALVO DEFINITIVO
      PASSO 1 => PASSO 2 => PASSO FINAL
      1º DEGRAU = 2º DEGRAU => TOPO DA ESCADA que é o CÈU!
      Você já passou da hora de dar o seu próximo passo e avançar no seu crescimento espiritual, lembre-se, para Deus o foco da Salvação não é a morte e sim a ressurreição, a morte de Cristo é apenas a porta que se abriu para a VIDA ETERNA, não apenas de Jesus, mas de todos nós que graças à sua morte podemos agora receber a Promessa de Deus e entrar para a Salvação.
      Isto é motivo de alegria e não de tristeza!
      É Promessa de Deus:
      Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição.
      (Apocalipse 21, 4), logo, por esta profecia se vê que a morte nunca foi o centro da questão e sim a Ressurreição que nos dá a vida eterna.
      In Corde, Jesu Semper
      Sizenando / Presentepravoce

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      • kkkkkkkkkkkkk esse cara só pode tá de sacanagem

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      • já vi que vc é um fanatico modernista, nem sei se vale a pena fazer uma outra resposta.

        Vou pensar no assunto.

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      • eu disse que não ia responder, mas pensando bem, acho que não posso deixar essa barato, então comecemos, e por partes

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      • Fique a vontade irmão, mas não me venha com citações ou sugestões que não sejam documentos oficiais protocolados pelo Vaticano, pois as opiniões de tradicionalistas defensores de um Bispo que foi excomungado por desobediência à Igreja Católica não servem de modelo, já que o Bom e Fiel Católico deve sim seguir o que a Hierarquia manda e não o que os desobedientes sugerem como regra.

        Você disse que não existe nenhum documento oficial que diz claramente que se deve usar palmas na Missa, porém da mesma forma também não existe nenhum documento que diga o contrário, logo se existe alguma duvida quanto ao assunto, que os Bispos se reúnam e avaliem os prós e os contras e decidam em nome dos fieis o que deve ser feito a partir de então. Aguardemos então esta definição que só o Papa em exercício pode definir e não uma pessoa qualquer que se arrogue superior à outros padres e Bispos na Igreja só porque não são simpáticos a isso ou aquilo.

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      • Primeiramente queria começar dizendo que cometi um equívoco: a Missa não é o “memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, mas sim a renovação do sacríficio de Jesus no calvário. O que é o Memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo é a EUCARISTIA. Ou melhor, a eucaristia também é isso.

        Comecemos destrinchando ponto por ponto.

        “Não adianta puxar brasa para a sua sardinha e defender uma palavra que nem foi proferida por um Papa, muito menos é um documento de regra litúrgica na Igreja.”

        Se eu não estiver enganado, quem disse que não se deve bater palmas na Missa foi o próprio Paulo VI, o convocador do concílio vaticano II. Não se deve bater palmas na Missa não por uma “regra litúrgica que não existe”, mas sim por sua própria natureza. Ora, se a Santa Missa é a renovação do sacríficio de Jesus no calvário, então bater palmas é a mesma coisa que bater palmas aos algozes de Jesus. Quase a mesma coisa que fazer um escárnio de Jesus.

        “Bento XVI não é mais Papa, não era Papa quando escreveu este texto, além de ser um contexto como parte de outro texto e não se referir ao item aqui exposto neste post, se alguém mente e distorce o que a Igreja ensina são aqueles que desobedecem o Concílio Vaticano II, a Missa Nova e a maioria dos documentos atuais da Igreja Católica, só para lembrar, Dom Marcel Lefebvre foi excomungado porque além de criar um cisma na Igreja como Lutero também fez, desobedeceu a Igreja por considerar o seu pensamento superior ao pensamento de todos os demais Bispos da Igreja no CVII, ou seja, não seria o pensamento de um só Bispo que estaria correto enquanto que todos os demais estariam errados.”

        E daí que Bento XVI não é mais papa? Por acaso se ele disse alguma coisa e deixou de ser papa então o que ele disse perdeu validade? Já aconteceu de alguma vez um papa anular alguma decisão proferida por um papa anterior? Em matéria de fé até onde eu saiba, não. Outra comparação ridículo é comparar Dom Marcel Lefebvre com Lutero. Lutero não era apenas um desobediente, era um herege, aboliu diversos sacramentos e etc. E Lefebvre? Claro que não. Ah, e não se pode esquecer que a obediência está a serviço da fé, e não a fé a serviço da obediência. Não sei como se deu o caso de Dom Marcel, eu particularmente não o conheço (ou conhecia até aqui) e não sei os desdobramentos de sua excomunhão, mas sei que a excomunhão dele e a de alguns outros foi revista e que não está mais excomungado.

        “Obedecer a Igreja não é uma questão de simpatia e sim de hierarquia, simpatia seria uma questão de escolha e opção, quem escolhe qual anjo deve seguir por ser mais simpático ou menos simpático poderá cair no mesmo engano de Eva, afinal todos os frutos do Paraíso eram permitidos, somente um deles continha a morte, pelo que eu posso entender, bater palmas na Igreja não seria um pecado tão grave quanto permitir e acobertar a pedofilia dentro dos seminários ou ser incapaz de coibir a corrupção dentro do Banco do Vaticano, pois tais fatos diminuem a credibilidade da Igreja e afasta seus fieis, já as palmas tem efeito contrário atrai jovens não fieis que passam a ter a oportunidade de se alimentar da palavra e da Eucaristia que são a fonte de vida eterna.”

        Engraçado que você fala de obediência, mas está sendo obediente a quem, afinal? Quem está mandando os fiéis bater palmas? De onde vem essas ordens? Qual papa mandou isso? Qual bispo? Qual padre? E se eles mandaram, como isso pode estar de acordo com os ensinamentos da Igreja, já que não há documento nenhum da Igreja que dê respaldo as palmas (entenda-se aqui as palmas durante o acompanhamento musical e outros momentos inapropriados que não condizem com a Missa, que é a renovação do sacrifício de Jesus no Calvário). Nem mesmo a CNBB, que não é a Igreja Católica e a qual não simpatia alguma, não dá respalda às palmas. Pois é, meu amigo, você mente quando diz que a CNBB dá respaldo às palmas, POIS NÃO EXISTE NENHUM DOCUMENTO DELA QUE DIZ QUE SE DEVE BATER PALMAS. Você é um mentiroso, você já abandonou a Santa Igreja, você já criou a sua própria Igreja, com suas pròprias regras, e diz que isso é a Igreja Católica, MAS NÃO É. Você, assim digamos, É UM APOSTATA E UM DESOBEDIENTE!
        Outra coisa é você falar de “as palmas tem efeito contrário atrai jovens não fieis que passam a ter a oportunidade de se alimentar da palavra e da Eucaristia que são a fonte de vida eterna.” Isso só mostra o espírito mundando que entrou dentro da Igreja, que está mais preocupada em agradar ao mundo e atrais fiéis do que agradar a Jesus Cristo, do que defender Jesus Cristo e se compadecer de Seu sofrimento.

        Próximo.

        Palmas são palmas, não é um fruto proibido que gera pecado, o fato igualitário entre aplauso e acompanhamento musical é apenas o som, a diferença é que o acompanhamento musical não se trata de aplauso, não estamos aplaudindo ninguém ou nenhuma atitude de alguém e sim apenas emitindo um som rítmico para acompanhar uma música em louvor a Deus como se fosse um instrumento musical qualquer, proibir palmas é a mesma coisa que proibir de cantar e louvar a Deus já que gritar e conversar dentro da Igreja seria desaconselhável, afinal o instrumento usado para ambos os fatos é o mesmo, a voz de cada um.

        Não, não é a mesma coisa. O “proibir” palmas não é a mesma coisa que proibir as pessoas de cantar e de louvar a Deus, mas como já disse. Palmas não é apenas som. Agora, já pensou se se botar pra tocar um funk ou um samba na Santa Missa e dizer: ah, é apenas som. Já pensou se começar a dançar e dizer: ah, é apenas dança. Há condutas inadequadas na Santa Missa que não devem ser praticadas. Palmas, músicas que não condizem com a Santa Missa, etc. Tudo isso NÃO DEVE SER FEITO NA SANTA MISSA. O que não se faz no calvário, NÃO SE FAZ NA SANTA MISSA.

        “Louvor pode ser sim considerado aplauso sim, mas não é dirigido a pessoas e sim a Deus por seu grande amor por nós, inclusive louvamos por sua morte na cruz também, pois foi graças a ela que recebemos a nossa SALVAÇÃO.”

        Não há nenhum documento da Igreja, nem da sua querida CNBB que diga que louvor ou aclamação pode ser feito com aplausos. Mais um vez você cria uma Igreja na sua própria cabeça, com suas próprias regras e diz que isso é a Igreja. MAS NÃO É. E claro que os aplausos são dirigidos a alguém, e que bom que você admite isso, pois no parágrafo anterior você diz que “não estamos aplaudindo ninguém ou nenhuma atitude de alguém”. Essas palmas são feitas para Jesus Crucificado durante o calvário. Que tipo de pessoa bateria palmas de louvor e alegria diante de Jesus Cristo crucificado. Até Maria chorou pelo sofrimento de Seu Filho, e agora você, um zé ninguém, me diz que devemos dar louvor a Deus pela sua crucificação. Alguém me ajude, pois se esse cara for padre… meu Deus.

        “Vamos relembrar que Deus enviou seu filho “VERBO ENCARNADO” ao mundo para Salvar o […]”

        “Se apegar ao fato da morte em si mesma e se esquecer das consequências que esta morte […]”

        “Todos concordam e creio que você TAMBÉM concordará que ninguém pode afirmar que Jesus está MORTO nem mesmo Friedrich Nietzsche afirmaria tal barbaridade, pelo contrário, os filósofos concordam que a fé se torna uma verdade para aquele que crê, fazendo com que até mesmo o que é inexistente se torne Real.”

        Só uma correção: Nietzsche disse que Deus estava morto sim.

        Prossigamos que daqui a pouco chegaremos no ponto que quero chegar.

        “A Igreja prega um Cristo Vivo e ressuscitado e que […]”

        “Todo Católico Confessamos no credo que Jesus está VIVO para nunca mais morrer e se faz presente NO MEIO DE NÓS, nos dá o seu corpo e sangue na EUCARISTIA […]”

        Mais do mesmo. E que não tem nada a ver com o assunto. Enfim.

        A Igreja Cristã nasceu com o objetivo de levar a BOA NOTÍCIA de que CRISTO estava e continua estando VIVO e que não permanecera morto.

        “Ninguém pode dar esta notícia com cara de velório ou com tristeza no coração, pois se assim fosse ninguém daria crédito à esta mensagem, este fato não mudou nos tempos de hoje já que São Paulo mesmo pregava um Cristo VIVO e não um Cristo MORTO.
        Porque ligar o fato de que estamos aplaudindo a morte de Cristo na CRUZ e não dizer que estamos na verdade comemorando a sua vitória sobre a Morte […]”

        ” […] Cristo está VIVO para sempre e jamais morrerá, sendo assim fica sem sentido a afirmação de que o cerne da Igreja seja a Morte e não a Vida, que se deve dar mais valor à tristeza do que à alegria.
        Por que se afirmaria que a alegria ou as palmas do povo constrangeria o Cristo? Ele não está sendo velado como um morto e Sim comemoramos a sua vitória sobre a morte e o Glorificamos com todas as horas e todas as glórias no mais alto dos céus com palmas, cânticos de júbilo e etc., pois Ele merece tudo de nós e jamais nos pediu tristeza e sim alegria como está escrito em (São João 16, 5 e 6)”

        Amigo, vou te ajudar a entender. O que você tá falando aí não tem nada a ver com o assunto. Mas vou repetir, pois você não sabia e até eu me equivoquei a respeito da Santa Missa: a Missa é a renovação do sacrifício de Jesus no Calvário. A Missa é a renovação do sacrifício de Jesus no Calvário. A Missa é a renovação do sacrifício de Jesus Cristo no calvário. Estou dizendo isso com a voz mais calma e doce do mundo, e queria que lesse assim pra você mesmo em voz alta: a Missa é a renovação de Jesus Cristo no calvário. A questão não é a Missa ser triste ou ser alegre, ser divertida ou chata ou sei lá o que. A Missa tem que ser somente a Santa Missa e mais nada.

        “E assim Jesus finaliza este ensinamento…
        20. Em verdade, em verdade vos digo: haveis de lamentar e chorar, mas o mundo se há de alegrar. E haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza se há de transformar em alegria. 21. Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo. 22. Assim também vós: sem dúvida, agora estais tristes, mas hei de ver-vos outra vez, e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria. 23. Naquele dia não me perguntareis mais coisa alguma. Em verdade, em verdade vos digo: o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará. 24. Até agora não pedistes nada em meu nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita.
        Foi o próprio Cristo quem disse isso. A criança já nasceu e até já cresceu, quem ainda ficaria lembrando das dores do parto todos os dias?”

        Sim, foi o Cristo quem disse isso, mas estamos falando DA SANTA MISSA, MEU CARALHO. O QUE ISSO TEM A VER COM A SANTA MISSA, POR ACASO VOCÊ É ANALFABETO? SERÁ QUE NÃO CONSEGUE JUNTAR DUAS IDÉIAS DIFERENTE E FAZER UM RACIOCÍNIO SOBRE ELAS. DEIXA DE SER LIMITADO.

        “O Foco agora não é mais a dor e sim o TRABALHO, a implantação do Reino de Deus neste mundo e este trabalho não pode ser realizado com tristeza no coração e sim com muita alegria, pois o foco de Deus não são as dores que enfrentaremos na caminhada e sim a alegria da vitória no final da caminhada, este é o foco, este é o objetivo, as metas alcançadas ficam para traz e continuamos a nossa caminhada rumo ao alvo definitivo.”

        Nada de novo abaixo do céu. Você simplesmente não consegue compreender que uma pessoa pode estar sofrendo muito, mas pode estar em júbilo de alegria e felicidade, pois está fazendo a vontade de Deus. A vida dos Santos é permeado de dor e sofrimento e, veja só, foram Santos e um exemplo de vida. Jesus não nos enviou aqui para que evitássemos o sofrimento, e nem morreu por nós para que evitássemos o sofrimento, ficássemos cômodos em nossas casas e no bem-estar. A sua mentalidade é moderna e mundana (redundância?), que deve-se procurar a felicidade, o bem-estar e se evitar o sofrimento. Há um paralelo de seu pensamento com o pensamento de Maquiavel, que, não atoa, foi um dos precursores da modernidade.

        “Quem permanece sempre na mesma META não avança em sua caminhada e sim fica pelo caminho, pois a meta não é o alvo, o objetivo é a alegria eterna e não a tristeza eterna, já que quem ficará triste e rangendo os dentes serão aqueles que ficarão de fora da porta das dez virgens, aqueles que não estavam preparados com azeite em suas lâmpadas para seguir em frente na caminhada.
        PAIXÃO => MORTE => RESSURREIÇÃO
        META 1 => META 2 => ALVO DEFINITIVO
        PASSO 1 => PASSO 2 => PASSO FINAL
        1º DEGRAU = 2º DEGRAU => TOPO DA ESCADA que é o CÈU!
        Você já passou da hora de dar o seu próximo passo e avançar no seu crescimento espiritual, lembre-se, para Deus o foco da Salvação não é a morte e sim a ressurreição, a morte de Cristo é apenas a porta que se abriu para a VIDA ETERNA, não apenas de Jesus, mas de todos nós que graças à sua morte podemos agora receber a Promessa de Deus e entrar para a Salvação.”

        Agora chegamos para uma das partes mais cruciais, e aterradores também, e que confirma minha idéia de que você criou sua própria igreja, com suas próprias regras e apostasiou, pois o que você diz acima, essa explicação que você fez de primeira, segunda e terceira etapas simplesmente não existe em parte alguma. Você simplesmente inventou, criou. Interessante é que eu me equivoquei ao dizer que a santa Missa é “o memorial da paixão, morte e ressurreição do Senhor” e você foi lá e deu uma explicação em cima de meu erro. O seu pensamento já está refutado desdo o começo quando eu me corrigi, pois a Missa é a renovação do sacrifício de Jesus no calvário. Ainda bem que eu estudo e corro atrás das coisas por mim mesmo, pois se dependesse de você eu até hoje estaria incorrendo em erro. Ah, e quando alguém induz outra pessoa ao erro, está pecando. Bom, ao menos eu já estou tentando me redimir. Mas, como diria o Papa Leão XXIII “tão pecado quanto induzir ao erro é a negligência da busca de verdade”. Você está preocupado com a verdade ou a busca dela, você está preocupado em puxar a sardinha para o seu lado (algo que você disse que sou eu que estou fazendo, será que você está seguindo o adágio de Lenin de “acusar o outro do que você mesmo faz?), querendo justificar seus próprios erros, criando uma igreja apra si próprio que só existe em sua cabeça. Torço para que você não seja padre, frade ou algo assim, pois o estrago gerado seria muito grande, muitas pessoas incorreriam ao erro por sua causa e teriam a fé na Igreja abalada por sua causa. Tomara que seu grau de influência seja pequeno e que os atingidos sejam somente os mais próximos a você. Mas lembre-se que ainda há tempo de mudar, mas para isso você teria que se isolar, rever muita coisa da sua vida. As pessoas não querem isso. Querem mesmo é justificar seus erros para não abandonarem seu erros. Para muitos, a humilhação de estar errado é a maior das humilhações.

        Até a próxima.

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      • Caro amigo Cassiano

        Pode ficar tranqüilo, não sou Padre e nem faço parte do clero. No presente momento não estou vinculado a nenhum cargo ou responsabilidade em nenhuma Paróquia ou movimento, portanto minha influência é quase nula, mas como eu disse, neste momento, pois minha participação e influência no passado em grupos, paróquias e movimentos gerou frutos que não podem mais ser arrancados e que continuarão a produzir os seus frutos ainda por muitos anos mesmo que nem se lembrem mais de mim, neste caso em particular a introdução do jeito de ser da RCC na vida das Paróquias de nossa cidade, principalmente na animação Litúrgica, a qual é o foco de suas críticas e a condenação de muitos outros, vejo que todos os Padres e Bispos que permitiram uma celebração mais participativa e animada com conjuntos musicais e palmas entre estes detalhes não tem se arrependido e nem criticado esta maneira de ser, muito pelo contrário, nossos Sacerdotes estão investindo na formação de equipes de musica e animação que seriam os responsáveis pelos cânticos exatamente para não existir erros e abusos como já aconteceu anteriormente e neste caso o resultado tem sido uma melhor participação dos fieis e depois desta campanha via internet contra as palmas é bem verdade que notei um esfriamento nas paróquias que já haviam adotado o modelo “Renovado”, mas em contra-posição outras paróquias vão aderindo não só em nossa Diocese como em diversas outras, pois o que é bom e funciona bem espalha prá todo lado, por isso, neste caso fica o Conselho de Gamaliel:
        Atos 5,33. Ao ouvirem essas palavras, enfureceram-se e resolveram matá-los. 34. Levantou-se, porém, um membro do Grande Conselho. Era Gamaliel, um fariseu, doutor da lei, respeitado por todo o povo. […] 38. Agora, pois, eu vos aconselho: não vos metais com estes homens. Deixai-os! Se o seu projeto ou a sua obra provém de homens, por si mesma se destruirá; 39. mas se provier de Deus, não podereis desfazê-la. Vós vos arriscaríeis a entrar em luta contra o próprio Deus. Aceitaram o seu conselho.
        Me lembro agora de um fato ocorrido a quase 30 anos atrás quando nosso grupo de jovens Carismático assumiu a Musica e a Liturgia na Santa Missa da Catedral das 20:00 hs que segundo o Pároco na época seria a missa menos freqüentada da cidade e que portanto seria um bom teste para o nosso modelo diferente, na verdade o que ele queria mesmo era um grupo para cantar na Santa missa e fizemos uma proposta que ele aceitou como teste. Naquele primeiro dia que assumimos a Liturgia estavam presentes na Celebração não mais que 150 pessoas incluindo os membros do grupo que não costumavam participar na missa da Catedral, pois cada um já participava de sua paróquia nos bairros sendo que a capacidade da Igreja era de 500 pessoas no máximo. Me lembro muito bem das críticas que recebemos por parte de muitas pessoas nos primeiros dias, recebemos até uma negativa de continuidade que foi revista pelo próprio Bispo D. Manoel Pestana Filho que sugeriu aos descontentes migrar para a missa das 18:00 hs que seria sempre celebrada por Ele com a participação do melhor coral da cidade, assim o Pároco manteve o seu aval e o Bispo também não se opôs ao estilo e com o tempo outros Párocos vieram e como a Igreja havia ficado pequena pois não cabiam os fieis naquele horário, foi feita uma reforma que elevou a capacidade de 500 para 1200 pessoas e graças a Deus a Santa Missa neste horário nunca mais voltou a ter 30 gatos pingados como antes e mesmo que o modelo tenha sido levado para outras paróquias e tenha retraído ali um pouco em relação aos melhores tempos, porque agora o melhor modelo mesmo em atividade está em outro lugar com participação superior a 2000 pessoas com extensão para outra capela através de data show, fica bem claro que nosso modelo é bem mais freqüentado que o tradicional e creio eu que por mais que se critique e desaprove este modelo ninguém irá preferir que nossas missas aqui no Brasil se tornem como as Missas na Europa. Nosso maior expoente, aquele que mais contribuiu para que nosso modelo se concretizasse e se aperfeiçoasse era um Jovem participante de nosso grupo que se tornou Sacerdote, ficou a frente da Santa Missa na Catedral por mais de cinco anos e hoje está em Paris a convite do Bispo de lá. Quando retorna à nossa cidade de Férias nos conta como a participação por lá é fraca, morna e é claro que o nosso modelo adotado aqui não pode ser aplicado de forma alguma e talvez seja por este motivo que as Igrejas ficam vazias com algumas velhinhas freqüentes e a juventude mesmo não quer nem saber de Deus.
        Porém, eu acho que depois de tudo isso você tem mesmo razão, talvez eu esteja mesmo errado e tenha influenciado muito mal muitos jovens que se tornaram Sacerdotes e hoje disseminam este modelo que tenho defendido aqui e que na verdade não tenho poder para implantá-lo em nenhuma paróquia, porém eu não preciso nem fazer isso, porque o que plantamos lá atrás tem sua vida própria e mesmo que eu quisesse arrancar o que plantei seria impossível, pois para o azar daqueles que não aprovam este modelo ele tem demonstrado que veio mesmo para ficar e é o resultado das vocações e de jovens que vão para o seminário que não deixam que o Senhor Bispo ter uma opinião negativa e reprove este tão criticado modelo.
        Tem aqueles que justificam que Deus não quer multidões e nem quantidade, Ele prefere mesmo são os corações sinceros e mesmo que sejam poucos bastam que sejam Santos, porém as ações de Jesus nos mostram bem o contrário, pois Ele fazia questão de buscar as ovelhas perdidas e feridas da casa de Israel, fazia questão de perdoar os pecadores e por onde quer que Ele fosse estava sempre uma multidão esperando que Ele fazia sempre questão de acolher e alimentar a cada um com suas palavras e seu pão multiplicado. Quando Ele deu as suas instruções finais mandou que seus Apóstolos buscassem estas mesmas ovelhas perdidas e que não se contentassem com somente aqueles que estavam ali perto, mas que levassem o evangelho a toda criatura.
        Assim a Igreja agiu por anos a fio e não são poucas as acusações de conformismo com o mundo, data de festas que foram criadas se baseando em datas de outras culturas, ritos litúrgicos semelhantes ao judaísmo, uso da linguagem dos Romanos como cerne das escrituras da Igreja e etc. Tudo isso não foi conformismo com o mundo, mas adequação da linguagem da evangelização para atingir a todos os homens e não somente alguns, porque Deus pediu que se levasse o evangelho a todos e não somente à um grupo seleto e privado superior aos demais.
        Por isso eu não entendo quando pessoas nos criticam quando dizemos que o nosso modelo atrai mais pessoas e mais jovens e enche as Igrejas dizendo que esta forma de agir é se conformar com o mundo, é ser modernista, criar a própria Igreja e etc. e tal. Veja que nada fazemos de diferente do que a Igreja sempre fez no passado quando expandia a evangelização, porém todos nós sabemos que esta expansão se estancou e que a apostasia chegou pra valer lá na Europa, tudo isto porque a Igreja deixou de viver o seu primeiro amor e já é hora de retornar à pratica das primeiras obras, pelo menos podemos ver isto acontecendo lá onde a Igreja se expandiu no início, pois lá onde viveram tantos Santos, onde tantos deram suas vidas pelo evangelho hoje são poucos os que acreditam realmente em Deus.
        Será mesmo que esta nossa forma de agir, de prestar culto a Deus e de evangelizar estaria errada mesmo? Será que devemos mesmo nos fechar e nos trancar dentro de um cenáculo como os Discípulos fizeram com medo de se contaminar com o mundo? Foi por isso que Jesus entrou naquele lugar e lhes deu o Espírito Santo lhes dando também o fogo da inquietude e a coragem de evangelizar as multidões.
        Na verdade, estou defendendo aqui algo que não precisa ser defendido, algo que mesmo contra a vontade de muitos continua se expandindo e continuará a se expandir, pois creio eu que a vontade de Deus não pode ser detida, sendo assim eu não me preocupo com os ataques e as acusações que tenho recebido porque nada fiz e nada faço sabendo que se não for vontade de Deus jamais permanecerá. Portanto se permaneceu, se frutificou e esta se espalhando por todo lado é porque é mesmo vontade de Deus e se assim for, na duvida é sempre melhor seguir o conselho de Gamaliel.

        Que a paz permaneça contigo.
        Deus te abençoe
        Sizenando

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    • Nos anos 60 o número de católicos no Brasil era de 90% por cento da população. No último censo, de 2010, foi de 64% e talvez quando houver um novo, em 2020, esse número seja menor. Não sou contra as missas estarem cheias, não sou contra a participação dos fiéis na Santa Missa, mas essa participação tem de ser bem explicado, pois a Missa é a renovação do sacrifício de Jesus no calvário. Então se os fiéis estão com um comportamento em desacordo com o que deveria ser com a de o sacrifício de Jesus no calvário, então essas pessoas não estão participando da Missa. Elas podem estar batendo palmas ou não, podem estar obedecendo ao que o cantor da banda manda fazer ou não, mas não estão definitivamente, participando da Missa. A verdade é que o catolicismo no Brasil, desde a expulsão dos Jesuítas do Brasil e de Portugal, é um catolicismo fraco, pouco consciente. Não estou ligado a nenhum movimento seja ele modernista ou tradicionalista. Se na França, a filha mais velha da Igreja, as pessoas estão apostasiando, isso se dá por que o francês está infectado de materialismo, positivismo e liberalismo. O mundo moderno inaugurou a terrestrialização de tudo, de modo que fique impossível falar de religião na esfera pública e as pessoas sejam levadas a colocá-la na esfera privada, dando-se a impressão de que, se a pessoa faz isso, está sendo tolerante, boa pessoa, progressista, etc. E é isso que está acontecendo no mundo hoje em dia, inclusive na Igreja. Essa mentalidade moderna e mundana, que as faz negar Jesus Cristo abertamente e somente a aceitá-lo na esfera privada, e isso explica de certo modo o porquê dos avanços de outras religiões na França, como o islamismo. Bom, não me alongarei nesse quesito pois isso me faria ir além das minhas capacidades.

      Eu vou não Missa não para me sentir bem, não por que é bela (embora isto seja bom e inspirar devoção), não para me alegrar, mas vou na Missa por considerá-la verdadeira, por achar que nela Jesus Cristo está presente. Se a maioria dos católicos não têm isso em mente, não têm essa consciência (e creio que não devem ter mesmo) então os católicos no Brasil precisam de um novo catecismo, um re-catecismo. Se não virem que há verdade na Missa Católica, um dia acabarão se tornando protestantes, e como já dizia um adágio de autor desconhecido: “católico ignorante, futuro protestante”. E é o que vem acontecendo, muitos católicos estão virando protestantes. Até os anos 60 o número de protestantes no Brasil mal chegava a 5%, hoje já são mais de 20%. Cluny conduziu uma reforma dentro da Igreja Católica, Santo Inácio de Loyola foi um nome importante no período do Concílio de Trento, agora resta saber: quem conduzirá a re-catequização dos católicos? Será difícil, será preciso muitas pessoas conscientes de sua fé algo muito, mas muito difícil.

      Não sou contra o louvor, não sou contra as palmas em si, a alegria ou ou as demonstrações de fervor em si. Só o que não se pode fazer é trazer hábitos ou coisas que acontecem nos grupos de oração da Renovação Carismática Católica para dentro da Santa Missa. Se quer bater palmas, fazer barulho ou se agitar tudo bem que faça isso no lugar e ambiente apropriado, mas não na Santa Missa.

      Até mais, e fique com Deus.

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  3. A CNBB é apenas uma conferência de bispos, não tem poder legislador, não tem poder doutrinal, não tem poder canônico para afirmar ou deixar de afirmar, pode sugerir, contudo ela deve sugerir aquilo que o Santo Padre sugere. Deve sugerir o que a Congregação para a Doutrina da Fé sugere. Sugere o que a Congregação para o Culto Divino sugere. E pelo que sei, mandou acabar com as palmas.
    Quem devemos escutar e dar ouvidos é a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos e ao Papa, ou a CNBB, no que tange a realização da Missa? O então Papa Bento XVI recebeu alguma orientação da citada Congregação para se retratar? Não. Recebeu alguma censura aonde teve que vir a público desfazer o que disse? Não. Se Roma Locuta, Causa Finita.

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    • Caro Alex

      Salve Maria

      Os Leigos da Igreja Católica e RCC que antes de tudo também é Católica deve sempre obedecer o Papa em Exercício.

      Pelo que eu saiba e todos os Bispos desta Igreja também sabem, não existe nenhum documento ou recomendação verbal referente ao assunto “PALMAS”.

      Papa Bento XVI não é mais PAPA, pelo que eu saiba, Nosso Papa se chama Francisco apesar de Bento XVI ainda permanecer com o Título de Santo Padre, não é mais aquele que apascenta as ovelhas do Senhor.

      Me lembro de receber uma comunicação na época que surgiu a mentira de que Bento XVI proibiu as palmas dizendo que no dia 28/02 ele iria distribuir um documento oficial PROIBINDO DEFINITIVAMENTE AS PALMAS NAS SANTAS MISSAS, porém isso não passou de mentira e fofoca, pois dois dias depois de eu ter recebido esta notificação via comentário em meu Blog do qual surgiu este post em resposta Bento XVI comunicou à Igreja que iria renunciar ao cargo de Pontífice mesmo ainda estando VIVO.

      Nota-se.
      Nunca existiu nenhum comunicado “VIA DE REGRA” documento oficial da Igreja ou do Papa que se deva suprir as palmas da Santa Missa.

      O vídeo que foi divulgado se trata de uma missa aberta em uma praça publica onde pessoas aplaudiam sem parar qualquer palavra que se pronunciasse no microfone e foi pedido que não se manifestassem pois a Santa missa iria prosseguir a partir daquele momento.

      Nada a ver com palmas relacionadas a liturgia e sim a aplausos desnecessários durante a celebração numa Santa missa totalmente dispersa em uma área aberta.

      Se a CNBB não tem o dever e o direito de manifestar a este respeito, Quem teria? Você ? que me escreve um comentário que aparentemente é uma cópia de outrem já que cita um Papa que já a 5 anos deichou de ser Papa,

      Fica valendo aqui a recomendação dos Bispos do Brasil já que Leigo não apita nada nestes assuntos em particular, já que cada um tem uma opinião diferente.

      Que Deus te abençoe.

      In Corde Jesu, Semper.

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    • 1 – A CNBB representa a Santa Sé em território Nacional Brasileiro e é a responsável para se fazer ouvir neste país em português a voz do Papa tanto para os demais Bispos como para os leigos do Brasil.
      A CNBB não legislou sobre tal assunto e nem definiu nada a respeito, o Padre que escreveu o texto apenas expôs o que a Santa Sé define sobre o assunto até o presente momento, que as palmas podem e devem ser usadas no culto Divino desde que não se abuse e nem interfira nos momentos que se deve guardar silêncio e meditação, logo a CNBB não estabeleceu e nem decidiu nada a respeito apenas nos faz conhecer aquilo que a Igreja já tem definido sobre o assunto após o CVII e que permite a incorporação de atos e costumes locais e culturais no culto para que os leigos que já estão conscientes possam se sentir mais acolhidos já que Jesus quando veio ao mundo não se comunicou e nem nos dirigiu uma linguagem Divina incompreensível ao homem e sim fez questão de usar o hebraico que era a língua usado por aquele povo o que por si só descartaria a utilização do Latim como a língua escolhida por Deus para se dirigir aos homens de todas as línguas.
      A Congregação para o Culto Divino mandou acabar com as palmas?
      Onde e quando isto aconteceu?
      Favor postar aqui o documento onde tal orientação se consta escrito!
      Se você não tem um documento carimbado e selado pelo Vaticano e o Papa, seja ele Francisco ou Bento XVI, sua palavra e comentário só servem para dizer que você é um desobediente às normas da Igreja, pois fala, escreve e sugere coisas que a Igreja jamais disse ou divulgou como norma para que os leigos seguissem.
      O então Papa Bento XVI ???????
      Então Papa?
      Este comentário é uma copia de outro que foi escrito a 5 anos atrás?
      Ou você é reacionário desobediente que não reconhece o poder e a autoridade do Papa Francisco?
      Desde quando Bento XVI deixou de ser Papa?
      E mesmo quando ele era Papa nunca divulgou ou falou sobre tal documento e jamais teve que se retratar por permitir que se batessem palmas na Santa Missa, tanto é verdade que em varias missas onde Ele estava presente tal fato ocorreu, nem vou me referir ao dia que um locutor pediu ao publico que se contivesse nos aplausos para não atrapalhar a Santa Missa, pois, a voz de um locutor pedindo silêncio em uma Santa Missa publica e em praça livre não é considerada como documento, ordem Papal ou decisão da Congregação do culto Divino.
      Se Roma not Locuta, Causa Finita.
      Sendo assim ainda estamos liberados a continuar com nossas palmas de acordo com o que a Igreja nos prescreve.
      Deus te abençoe
      In Corde Jesus, Semper
      Sizenando

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  4. Até Deus bate palmas quando está bravo, favor ler o contexto em Ezequiel

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  5. Incentivos para “idosas modernas” erguerem a cabeça, levantarem os braços, abrirem a boca como nunca visto e num vai e vem de quadril… Louvarem como nunca visto!!! Igreja local de culto, silêncio e oração!

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    • Siga o modelo de Dom Marcel Lefebvre e acabe de uma vez com a Igreja, enquanto que no Brasil a Igreja permanece forte e firme na França que não vingou o Concílio Vaticano II os templos Católicos estão sendo vendidos, se tornando bares, bibliotecas e o pior de tudo se tornando Mesquitas Islâmicas. Hoje já existem 1,740,.000 de Islâmicos só em Paris e o resultado de tudo isso não são senhoras idosas rebolando dentro das Igrejas e sim bombas explodindo nas ruas enquanto que nem mais existem Cristãos para recomeçarem uma nova Cruzada para expulsar esses terroristas da França. Assuma pelo menos que sua formula não produziu bons resultados lá de onde ela veio.

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      • Quer dizer que para angariar fiéis a Igreja deve renegar a sua própria tradição? E quando os homens não aceitarem o próprio Cristo, a Igreja deverá renegá-lo também, em nome do proselitismo?

        Agora sim, sobre o tema

        Primeiro. Note-se que o padre é assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida, Bioética e a Família (nem é o assessor de Liturgia).

        Segundo. O padre, ainda que fosse o assessor de Liturgia, não fala em nome da CNBB. Ela o faz isso por meio de documentos.

        Terceiro. Ainda que fosse um documento da CNBB, criar novidades na Liturgia não é função de uma Conferência Episcopal. Legislação litúrgica é de competência da Santa Sé, salvo o que ela delegar – o que não é o caso.

        Conclusão: se não há previsão para tal gesto nas rubricas litúrgicas, segue-se a regra do evite-se.

        Palmas na Missa, só os ramos no domingo que antecede a Páscoa.

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      • Olá Roger

        Salve Maria!

        Se você gosta de seguir tradições, então vamos entrar no assunto na sua raiz.

        1 – A Tradição Católica e sua forma litúrgica é na sua grande maioria advinda do Judaísmo,
        tanto é verdade que São paulo lutava contra a transformação do Cristianismo em Judaísmo prático, pois quando Jesus morreu na Cruz Ele simplesmente substituiu a antiga aliança com suas leis e regras pela nova aliança baseada na presença permanente do Espírito Santo no meio de nós.

        Praticamente Jesus não deu nenhum mandamento como lei para substituir a antiga lei dos 10 mandamentos, mas disse apenas “FAZEI TUDO COMO EU TENHO FEITO”, OU SEJA “SIGAM MEU EXEMPLO”.

        No inicio assim aconteceu, mas depois começaram a deturpar a “VERDADE” e foi necessário escrever tudo que Jesus fez, para que aqueles que não tiveram a oportunidade de estar com ELE e testemunhar suas palavras e milagres pudessem crer através dos testemunhos dos Apóstolos, mas nada foi escrito para substituir leis e regras do passado.

        Porém sabemos que em Ezequiel 37, quando Deus dá a visão do vale de ossos secos ao Profeta e que nesses ossos secos cresceram muculos, carne, pele e nele penetrou o Espírito de Deus, mostra que na verdade Deus não desprezou o passado e nem a sua estrutura anterior, pois se utilizou daqueles esqueletos sem vida para dar uma nova vida à sua ALIANÇA “NOVA e ETERNA” que sem o Espírito não teria a menor serventia.

        Lembramos que: Assim disse Jesus:

        “Quem nasce do Espírito é Espírito”
        “O Vento sopra onde quer e quando quer”
        “Assim é todo aquele que nasceu do Espírito”

        São Paulo também dizia:

        “Se nascemos no Espírito, importa que caminhemos também no Espírito”

        E você me vem estabelecer metas e regras baseadas em leis humanas e costumes humanos que deveriam se perpetuar para sempre e desprezar a natureza do ESPÍRITO, que pode mudar e alterar as coisas quando e como quiser?

        Pois bem:

        Se pela regra ou se pelo Espírito a verdade é que Bater palmas não é proibido e nem anti litúrgico, logo não foi proibido nem CNBB e nem pelo VATICANO ou o nem mesmo pelo Papa Bento XVI ou O atual Papa Francisco.

        Se queres obedecer a Igreja, Obedeça então o PAPA e não a sua própria cabeça ou a cabeça de Dom Marcel Lefebvre que foi excomungado por desobediência ao Papa João Paulo II.

        Veja bem, se alguém desobedece a Deus e a Igreja aqui não somos nós que usamos palmas para louvar a Deus e sim aqueles que em nome de uma tradição que faliu a Igreja na Europa se acham donos das mentes e vontades do povo Católico que ignora a VERDADE.

        A Biblia nos relata no antigo testamento varias alusões à presença de palmas nas celebrações Litúrgicas, porque então se aboliu esta prática durante a Idade média em nome de um silêncio exagerado em respeito ao velório de um morto que na verdade está VIVO.

        Sim a Liturgia tem seus momentos diferenciados e é por isso É que se instrui aqui qual os momentos em que podemos e os momentos que não se deve usar as palmas na Santa Missa.

        Toda tradição um dia teve seu início e muitas delas tiveram o seu fim, os tempos mudam, as necessidades se alternam e a Igreja deve levar uma mensagem que fala de acordo com a linguagem atual de maneira que todos compreendam.

        O Culto a Deus também é uma manifestação de agradecimento e alegria:

        “Louvai a Deus com alegria”
        “Digo-vos, alegrai-vos, mas uma vez eu digo – ALEGRAI-VOS”.

        Se palmas é uma manifestação de alegria não deve ser suprimida só porque em algum momento específico da Celebração se deve manter um respeito, já que em outros momentos da Celebração se exige que a alegria esteja em primeiro lugar como no Cântico de Entrada, na acolhida, no Cântico do “SANTO” que nada mais é do que uma réplica daquele momento histórico da descida do monte das oliveiras no domingo de RAMOS e do cântico de aclamação da palavra sem dizer que no cântico de despedida também devemos manifestar toda nossa alegria por ter recebido tantas graças de nosso Deus.

        Sendo assim, não existe nada de errado em usar palmas durante a celebração Litúrgica em exceção na quaresma pois nesse tempo reservamos toda a nossa alegria para comemorar a Páscoa de Cristo com o máximo de alegria possível.

        Que Deus te abençoe

        Jesus te ama

        Sizenando / Presentepravoce

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  6. Como assimmm? Não creio… A gente não pode aproveitar essas “brechas” que a CNBB deixa pra tirar conclusões como essas, muito menos o evangelho, que absurdo! Reveja profundamente suas colocações, meu irmão.

    Paz e bem.

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    • Ola
      João Vitor

      Salve Maria

      O texto é muito longo ….

      Não sei a que conclusões você se refere ????
      O que tem o evangelho ?

      Por outro lado, se não acatamos um órgão oficial da Igreja e que representa a Igreja no Brasil, por que iríamos acatar um movimento cismático liderado por Bispos que foram excomungados da Igreja por desobediência?

      Existe sim a corrente tradicionalista que diz estar zelando pela liturgia, mas por outro lado ela não se preocupa nenhum pouquinho com a evangelização e se dependesse das atitudes tradicionalistas aqui no Brasil, não teríamos nem 30% dos Católicos que temos hoje frequentando missas.

      O que você prefere?

      Católicos que vão a missa ou católicos que se tornam protestantes?
      Católicos que vão à missa nova ou Católicos que apostatam da fé como na França e Espanha?

      Dizem que lá na Europa a RCC não tem vez e muito das coisas que realizamos aqui no Brasil são terminantemente proibidas, no entanto as Igrejas no Brasil estão cheias e lá as Igrejas estão vazias e que vai a missa, uns quatro ou cinco gatos pingados já estão quase morrendo, sem dizer que os jovens já são todos ateus e que o Islamismo se alastra como fogo na palha sêca.

      Isto é uma questão de sobrevivência, ou o povo se sente bem louvando a Deus dentro de sua casa “Igreja Católica” ou vão procurar outras opções, pois no mundo de hoje não existe mais ameaças de fogueira ou inferno que seguram as pessoas na igreja, se elas não sabem nem o que estão fazendo lá dentro e muito menos se sentindo bem.

      Paz de Cristo

      Sizenando / Presnetepravoce

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      • Paz e bem irmão..

        Estava vendo o artigo e me deparei com esse seu comentário.
        Sou de São Paulo e participo numa paróquia onde nas Santas Missas as pessoas batem palmas..
        Tenho 17 anos e sou coordenador de um Grupo de Jovens, Catequista e Vice-coordenador de um movimento chamado TLC que segue as diretrizes da RCC..

        Bom, por que eu me apresentei.. Pois pelo seu comentário parece que é melhor que a igreja esteja cheia, mesmo tendo que adotar a utilização das Palmas na Santa Missa, do que vazia celebrando a Missa, como verdadeiro Sacrificio de Cristo, como tal é !

        Igreja Cheia, não é sinal de conversão!

        Eu sou jovem e vejo que:

        A Igreja não deve se adequar aos quereres das pessoas, simplesmente para que elas venham, ainda mais modificando o Calvário que é a Santa Missa. Até por que a igreja nunca perde fiéis, pois os fiéis nunca abandonam a Igreja e os verdadeiros adoradores os que realmente se encontraram com Cristo não voltam atras..

        Não é a igreja que precisa de nós, somos nós que precisamos da igreja

        Como gosto de Frases:

        Não batemos palmas na Igreja, nem mesmo para saudar o Papa.
        Papa João XXIII

        No Calvário também haviam aqueles que batiam palmas enquanto Jesus era morto.
        São Padre Pio

        Bento XVI em ” Introdução ao Espirito da Liturgia ”
        Sempre que haja palmas pelos atos humanos na Liturgia, é sinal de que a natureza (da liturgia) se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por “diversão’ de gênero religioso.

        Grupo de Oração é Pentecostes, Santa Missa é Calvário.
        Papa Bento XVI (a que eu mais gosto)

        Fato é que as pessoas não sabem o que é a Santa Missa, nem pra que, ou porque participam da Santa Missa, e acham que tudo é Lícito e infelizmente o Santo Sacrificio acaba ficando a Mercê das vontades e desejos das pessoas.

        Sou Jovem e vejo que existem lugares que se pode bater palmas e si é próprio para fazer isso, e lugares que não são recomendados e que não deveriam ser utilizadas o uso das palmas e Santa Missa é um desses Lugares..

        Paz de Cristo e Amor de Maria.

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      • Olá Mikael Silva

        Salve Maria

        Você termina seu comentário dizendo que não deveria ser recomendada a utilização de Palmas na Santa Missa, porém a Própria Igreja em seus documentos se abriu ao uso de componentes culturais dos povos onde o culto seria celebrado, tanto porque, seria de melhor assimilação e compreensão dos diferentes povos do mundo, pois cada país e nação têm seus próprios costumes e assim como a Bíblia foi escrita em Hebraico e Grego e não em Português, já que Deus se utilizou do conteúdo cultural de uma nação para expressar a sua vontade e depois o homem monopolizou a forma de cultuar a Deus em uma outra linguagem “O Latim”, pois era a língua obrigatória nas regiões dominadas pelo Império Romano e por assim dizer deveria ser conhecida por todos. Porém o Império Romano ruiu e suas tradições e cultura se perderam não existindo mais razão para se manter o culto centralizado em uma língua que ninguém mais fala neste planeta e assim O Concílio Vaticano II achou melhor deixar que cada nação usasse sua própria língua e sua forma de se expressar para prestar seu culto a Deus, logicamente tudo isso dentro de seus limites e instruções e neste caso abriu-se uma justificação para o uso das palmas como auxilio no ritmo musical que de maneira alguma jamais foi proibido ou condenado por nenhum rito Litúrgico anterior.

        A Igreja não recomenda o uso de Palmas, porém também não nos impede de usá-las, pois da forma que são usadas são apenas uma demonstração de ritmo e alegria e nada mais, pois não pretendem exaltar ninguém e nem denegrir a pessoa de outro.

        […] parece que é melhor que a igreja esteja cheia, mesmo tendo que adotar a utilização das Palmas na Santa Missa, do que vazia celebrando a Missa, como verdadeiro Sacrifício de Cristo, como tal é ! […]

        1 – Não é porque se bate palma ou não que a Santa Missa deixará de ser o verdadeiro Sacrifício de Cristo na Cruz, uma vez que o mesmo já foi executado.

        2 – Não existe menção sobre a presença ou ausência de palmas no Calvário. É fato que a conotação de palmas naquela época não seria a mesma de hoje e no caso em questão a utilização de palmas na Santa missa não se refere a aplaudir alguém e sim apenas como uma forma de ritmar a música e promover a participação do povo de uma forma mais presente na Missa.

        3 – Como você mesmo observou, não é a quantidade de pessoas presentes na Missa que a tornará “mais” ou “menos” sincera e verdadeira e sim a fé do celebrante e das pessoas presentes e assim, mesmo que a Igreja esteja cheia ou vazia a Santa Missa terá sempre o mesmo valor.

        Se a Igreja estiver cheia não significará que as pessoas são convertidas ou se realmente vivem o evangelho.

        Se a Igreja estiver vazia isto também não prova que aquelas dez pessoas possuem mais ou menos fé do que a multidão anterior, pois nós como pessoas humanas não conhecemos o sentimento interior dos corações, pois este poder só cabe a Deus, portanto este julgamento é uma mera especulação daqueles que preferem Igrejas vazias e mortas, pois assim a expansão da Fé não se confirmará já que de acordo com Romanos 10 não existem pessoas ouvindo a pregação do evangelho e se não ouvem como haverão de se converter?

        O que altera neste fato é a questão de que se a Igreja estiver vazia saberemos sem sombra de dúvida que o numero daqueles que seguem a Cristo está sendo cada vez menor e que a tendência será diminuir devido a ausência de vocações, pois não existirá novas conversões, mas se pelo contrário a Igreja estiver cheia, mesmo que as pessoas não sejam convertidas estarão ali tendo uma oportunidade de ouvir a palavra de Deus e se converter. Se a celebração realmente atingir seu objetivo PLENO irá levar os corações até Deus cada vez mais e saberemos que a Igreja terá um futuro com o aumento das vocações.

        4 – O Mandado de Cristo é:

        “Ide e evangelizai a Toda Criatura, quem crer e for batizado será salvo e quem não crer será condenado.”

        A Nossa missão é evangelizar a todos e não apenas a 5 ou 6 gatos pingados, a conformação de uma Igreja vazia cheia de fé é egoísmo por parte daqueles que já conhecem a verdade e a querem só para si achando que se o seu vizinho se converter você irá perder o seu lugar no céu, pois lá só caberão 140.000 escolhidos como está escrito no Apocalipse, porém a verdade será bem outra como vemos na narração da história de Jonas quando pregou na cidade de Nínive.

        5 – A questão final é a seguinte, não devemos nos conformar jamais com uma Igreja vazia com a presunção de que estas dez pessoas escolhidas e cheias de fé serão o suficiente para agradar a Deus, a lição de Jonas nos faz lembrar Abraão intercedendo por Sodoma e Gomorra e desistiu de pedir Misericórdia quando atingiu o seu limite de 10 pessoas fieis, quando na verdade bastaria uma pessoa fiel como seu sobrinho Lot para salvar toda as duas cidades do fogo do inferno, assim levamos em consideração que bastaria uma pessoa de fé em uma Santa Missa para Salvar todos os outros que estejam ali só por curiosidade.

        Pense nisso e analise a sua fé, se ela seria capaz de Salvar todos aquelas ovelhas perdidas que enchem a sua Igreja em vez de ficar julgando que ninguém é convertido na Igreja em que você está.

        […] A Igreja não deve se adequar aos quereres das pessoas…[…]

        Quem foi que disse que não se deve bater Palmas na Santa Missa e que isso seria se adequar à vontade do povo?

        Jesus não mencionou nenhuma palavra sobre este assunto, apenas disse que deviríamos ‘CELEBRAR A SUA MEMÓRIA ASSIM COMO ELE FEZ”, lembramos que a ultima ceia não foi realizada aos pés da cruz e nem no calvário e até aquele momento como disse Jesus “Estavam alegres…” “Pois o noivo ainda estava com eles…”(S. João 14), mas se entristeceriam quando noivo lhes fosse tirado….

        É bem verdade e assim podemos dizer que a verdadeira Celebração Litúrgica é mesclada de momentos alegres, tristes e solenes, pois não se centraliza apenas na morte de Cristo e também em seu nascimento, presença, palavra e principalmente em sua ressurreição que seria o maior motivo de nossa alegria.

        Se a Igreja anunciasse pelo mundo somente a morte de um homem na cruz, isto não mudaria nada, pois muitos homens já morreram na cruz, a diferença reside exatamente no fato de que: Jesus não permaneceu morto mesmo tendo derramado todo o seu sangue e sim saiu de seu túmulo pelo seu próprio poder para nunca mais morrer. Esta é a boa nova do evangelho, uma notícia digna de toda alegria, para ser celebrada com cantos e palmas e não de lamentações porque o nosso Deus é um Deus VIVO e não permaneceu morto no túmulo.

        Podemos dizer então que não bater palmas e não se alegrar em Cristo numa celebração Litúrgica estaremos nos conformando com aqueles que preferem manter o Cristo dentro do Túmulo e não anunciar a sua vitória sobre a morte, pois São Paulo já dizia que devemos nos ALEGRAR como o próprio Jesus também disse em S. João 16.

        Todas as citações de Bento XVI sobre PALMAS ele sempre se refere a aplausos:

        Aplaudir o celebrante;

        Aplaudir o coro, músicos, apresentadores, etc;

        Aplaudir alguém que esteja sendo homenageado;

        Mesmo assim o Rito Litúrgico reserva momentos em que tudo isso também pode ser aplicado sem prejuízo da celebração, posso dizer que eu não conheço a realidade de outros países e o que costumam fazer durante uma missa, mas a missa onde este texto foi usado vê-se na gravação que era uma celebração ao ar livre e que as pessoas batiam palmas, (APLAUDIAM) tudo a todo instante, isto ostra que o texto foi utilizado para conter este abuso naquele momento e não se referia a Palmas Rítmicas usadas durante as celebrações litúrgicas como acompanhamento musical em seus devidos momentos e sem abuso.

        […] cit – infelizmente o Santo Sacrificio acaba ficando a Mercê das vontades e desejos das pessoas. […]

        Quando eu era jovem, em minha cidade tinha um Bispo tradicionalista conhecido mundialmente como a ultima resistência da Tradição no mundo.

        Naquela época não podíamos bater palmas nas missas dominicais, mas nas nossas missas da RCC particulares estávamos liberados e nossas missas específicas da RCC eram sempre lotadas, os grupos de oração também eram lotados o que andando na contramão as missas eram razoavelmente participadas. O tempo foi passando e mesmo ainda com o mesmo Bispo a RCC foi ganhando mais espaço e as Missas um pouco mais de abertura e mesmo sem querer foi absorvendo a maneira de ser da RCC e tornando celebrações mais animadas e por assim dizer adotamos também a celebração com palmas nas missas normais da paróquia o que surtiu um bom efeito tornando missas mais participadas e Igrejas lotadas, o que esvaziou grupos de oração e missas específicas da RCC, pois as missas paróquias supriam a necessidade de louvor dos fieis. Eu até que preferia o tempo em que não se batia palmas nas missas comuns, pois assim os nossos grupos estavam lotados e as nossas missas específicas da RCC eram bem participadas, mas sabe como é: eu devo escutar a vontade de Deus e saber o que ELE quer para o seu povo, já que o chamado da RCC é para renovar a Igreja “TODA” “SER”, “AGIR”, “LOUVOR” e não apenas um pedaço dela como um movimento específico.

        Estou a disposição para outros esclarecimentos.

        Paz de Cristo

        Que Deus seja Louvado.

        Sizenando / Presentepravoce

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  7. Graças a Deus essa cnbb não me representa. Povo desobediente aos Santos Papas ou magistério da Santa Igreja e que passa por cima do Missal Romano. Que fazem suas próprias lei e não respeitam as diretrizes estabelecidas por Roma. É uma igreja brasileira.

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    • Quem é desobediente e não seguem os Papas são aqueles que seguem e defendem Dom Marcel Lefebvre, e já até o consideram como um santo, sendo que aos olhos da Igreja Católica Apostólica Romana ele está excomungado e o decreto do Papa Bento XVI só suspendeu a excomunhão dos Bispos vivos e não os que já haviam morrido.

      Logo, ele é e continua sendo um excomungado.

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      • Já que este texto me foi enviado, devo deixar aqui o meu comentário! Não existe nada que mande bater palmas na missa e também não existe nada que proíba, fica a critério do Bispo e do Padre que preside a Liturgia instruir como se deve cantar e animar a Santa Missa, lembrando que o “CLIMAX” ponto alto da Santa Missa é a consagração e neste ponto nenhum de nós, seja RCC ou não discorda que ele esteja correto e neste momento nós não cantamos a arca de noe e nem se bate palmas, por outro lado, o uso de palmas na Santa missa não é durante os momentos de oração e sim durante a acolhida, o cântico final, cântico de aclamação, o Santo enquanto que na coleta, na meditação e na comunhão não aconselhamos o uso de palmas por se tratar de momento impróprio, mas nos outros momentos as palmas demonstram aclamação, júbilo e encaixam perfeitamente no momento litúrgico, então não se trata de proibir ou permitir o uso de palmas na Santa Missa e sim na instrução de quando e onde se pode usar as palmas ou não, Padre Paulo sabe perfeitamente que a Missa é um conjunto de ações com objetivos diferentes tecidas em um mesmo momento e que cada parte da Santa missa representa uma coisa diferente e assim apesar da Santa Missa ser um “TODO” ela é composta de partes distintas que representam fases diferentes da vida de Cristo, sendo que enquanto o “SANTO” é o acolhimento da chegada de Jesus Salvador, Rei e Senhor em nossas vidas como no dia de Ramos chegando a Jerusalém, a consagração representa a morte de Jesus na Cruz, mas logo após já recebemos o Cristo vivo na Santa Eucaristia, sendo assim, assim como ninguém sorriu ou se alegrou com a morte de Jesus na cruz, também ninguém chorou ou ficou com cara de enterro quando Jesus apareceu Ressuscitado, fato confirmado pela voz dos anjos que mandou que todos se alegrassem quando viram Jesus subindo pela ultima vez ao céu. Logo o que prevalece na Igreja não é o fato de Jesus ter morrido por nossos pecados na Cruz e sim o fato de que Ele venceu a morte e nos deu uma vida nova, a melhor notícia que podemos receber de Deus e assim temos que receber esta notícia com muita alegria e não com demonstração de tristeza.

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      • (*) (texto bloqueado)

        LAMENTAVELMENTE O SEU TEXTO FOI CENSURADO NESTE BLOG POR DOIS MOTIVOS.

        1 – Por se tratar de uma cópia de um outro Blog e não expor palavras de um comentário pessoal, este espaço é dedicado para comentários pessoais e não cópias de outros Blog’s. Por se tratar de um texto já divulgado, creio que a pessoa que escreveu o texto já o tenha colocado em evidência para o seu publico interessado e não precisa de pegar carona em um outro Blog qualquer que trata de assuntos totalmente divergentes, quem não tem audiência suficiente em seu próprio publico não precisa da audiência da concorrência.

        2 – Por se tratar de um texto cismático e desobediente aos canais competentes da Igreja Católica, lamentavelmente os Bispos desobedientes foram excomungados e como excomungados sua voz não tem nenhum respaldo do Vaticano e muito menos de nosso Papa Francisco, textos cismáticos que tem por objetivo jogar setores da Igreja contra outros setores da mesma Igreja só servem para ajudar o anticristo em sua tarefa de desacreditar aqueles que acreditam em Jesus, logo, que espalha cizânia, que a vá espalhar lá no inferno que é o lugar para onde vai todo o joio que será colhido nesta terra.

        Sizenando

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      • Dom Marcel lefebvre foi um herói da fé. Ele pode enchegar com os olhos da fé a tendencia neo-modernista e neo-protestante que se manifestou claramente no concílio vaticano II e após o concilos em todas as reformas que dele saíram. Todas as reformas contribuiram e contribuem para a ruína da igreja, a ruína do sacerdócio, exemplo: a teologia da libertação. Um falsa intenção de colocar o pobre o exilado o excluído acima de tudo. É forma da esquerda se infiltrar mais no seio da igreja e esconder as milhões de mortes até hoje por esse movimento marxista de lixo.colocar o pobre acima de tudo Como se não ouvesse um Deus acima dos homem. É como se o homem pudesse transcender a sí mesmo. Excluem a sacralidade do corpo preciosíssimo de Jesus. Fizeram do cristianismo um verdadeiro relativismo e um partido que favorecem os que aceitam os abusos cometidos hoje em dia : berrante tocado na hora da consagração, danças e palmas após a consagração, o próprio sacrifício do calvário ali, isso não pode ser aceito. Maria e João estavam ao mesmo tempo de coração partido de ante de Jesus mas ao mesmo tempo confiantes na promessa. Padre vestidos com bermudinhas e chinelos de dedo no shopping eles se camuflam no meio do povo. Não querem o servir. Fogem do povo. Vivem suas más inclinações. Eis que se aproxima o tempo que o próprio Deus vai intervir na igreja.
        Não as palmas.
        Não ao canto da paz.
        Não aos padres sem batina.
        Não a comunhão na mão.
        Não aos abusos liturgicos.
        Não a teologia da libertação.
        Não a CNBB.
        Não ao marxismo.
        Não as ideologias de luta de classes.
        Não aos sedevacantistas.
        Não a corrupção.
        Não ao socialismo e comunismo.

        Sim a Jesus, Maria, aos santos, aos anjos, a sacralidade da tradição do rito tradicional da santíssima missa.

        Pax domini.

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      • Não se esqueça que o Protestantismo pensa e defende o mesmo que você, logo, a desobediência de Dom Lefebvre nada mais do que um outro movimento de cisma e separação da Igreja, nada mais do que PROTESTANTISMO.

        O SUJO NÃO DEVE FALAR DO MAL LAVADO E VISE E VERSA.

        SALVE MARIA

        IN CORDE JESU, SEMPER.

        Presentepravoce

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      • Boa noite, concordo com o que falou o Mikael Silva.
        Irmão tbm sou coordenador do grupo de oração Jovem DPC do Piraporinha, zona sul.
        Tem Face? Me add irmão. para conhecer o grupo de jovens de vcs. Estou no Face,
        como Paulinho Silva boné vermelho.
        Paz e bem a todos.

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      • Interessante todos os comentários nesta pastagem, percebo que todos aqui amam a Igreja segundo a forma que cada um a compreendem. Existem duas coisas que desejo partilhar.

        1º – Penso ser inoportuna a manifestação contra o Dom Marcel Lefebvre ao concluir este comentário dizendo: “o decreto do Papa Bento XVI só suspendeu a excomunhão dos Bispos vivos e não os que já haviam morrido. Logo, ele é e continua sendo um excomungado.”

        Pareceu sarcástico, sem falar que a excomunhão de um bispo seja ele quem for não deveria ser motivos de certa comemoração para fundamentar argumentos contrários a posição que o referido Bispo se opunha. Até porque não foi somente ele o opositor a tais comportamentos. O que me faz falar sobre o segundo ponto que desejo partilhar.

        Sendo todo este acontecimento gerado a partir do Concílio Vaticano II, que foi convocado por São João XXIII, penso que deveríamos também recordar o que o mesmo Papa falava a respeito das palmas, não somente na Santa Missa, mas sim dentro da Igreja.

        Neste vídeo esta explícito sua posição, e com toda certeza se Concílio Vaticano II tivesse sido fiel as origens de sua inspiração certamente não estaríamos aqui neste debate.

        Sem mais, um Fraterno Abraço.
        – A Igreja Vive da Eucaristia! (São João Paulo II)

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      • Olá Henrique

        Salve Maria

        Devo responder ao seu comentário da seguinte maneira.

        Existe muita acusação à RCC sempre fundamentada em ensinamentos de um Bispo que foi desobediente à Igreja até a sua morte e como ele já estava partindo para o cisma definitivo ordenando outros Bispos sem autorização do Papa João Paulo II acabou por ser excomungado automaticamente, mas isto não lhe fez mal nenhum, pois foi uma troca consciente, já que ele já perto de morrer preferiu morrer excomungado na terra e na Igreja Católica do que deixar que sua Igreja paralela acabasse de vez após sua morte.

        Pois bem, ele foi vitorioso, pois conseguiu manter seus seguidores unidos até mesmo depois de excomungado.

        Porém, cabe a nós obedecer a voz do Papa em exercício e não a voz de um Bispo que por mais santo que fosse, nunca foi Papa e muito pelo contrário, morreu afastado da Igreja como um exemplo a não ser seguido, exatamente isto que eu penso a respeito de um homem e seus ensinamentos quando foram excomungados pela Igreja, pelo menos isto é o que a Igreja ensina e no caso, nós e a RCC continuamos seguindo pessoas que não foram excomungadas e mesmo que exista um documento que limite a nossa ação, ele jamais proibiu aquilo que esta contido na palavra de Deus e pelo que eu saiba, a palavra de Deus jamais aboliu o uso de palmas em nenhum culto, seja no passado ou no presente. Tal ideia não encontra base nas escrituras e nem mesmo na história da Igreja, sendo assim não existe motivo algum para abolirmos esta pratica e sim apenas corrigir e melhorar a atuação do povo na liturgia.

        Dom Marcel Lefebvre também nunca falou nada a este respeito além do que todos os exemplos citados como proibição se referem a APLAUSOS dirigidos a pessoas dentro da Igreja, seja após a pregação ou até mesmo na apresentação, ou seja, mesmo que o Papa venha nos visitar em Anápolis, de acordo com estas proibições ele não deveria ser aplaudido ao adentrar a Igreja, creio que este fato em si jamais foi proibido, mesmo sendo a este respeito que os textos se referem e querem imputar estas restrições às palmas que acompanham as musicas durante a liturgia.

        Estas palmas em questão não tem a finalidade de aplaudir ninguém e nem significam aplausos e sim apenas são utilizadas como um instrumento musical comunitário onde todos podem e devem participar, porque dá ritmo ao canto e é uma participação coletiva do publico.

        Porque devemos seguir os ensinamentos de um Bispo que cometeu erros e foi excomungado e portanto deixou de fazer parte da comunidade Católica e não seguir um documento redigido por um Concílio Oficial realizado na Igreja com a presença de todos os Bispos, os quais assinaram aceitando as decisões que ali foram definidas e depois de assinar concordando com tudo resolveu fazer uma guerra para suspender o que foi decidido por todos e fazendo valer apenas a sua vontade?

        Lamento irmão, prefiro ficar com a Igreja Católica do que com os ensinamentos de um Bispo que lamentavelmente morreu e permanece na condição de excluído da Igreja.

        Fique com Deus

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      • Já que este texto me foi enviado, devo deixar aqui o meu comentário! Não existe nada que mande bater palmas na missa e também não existe nada que proíba, fica a critério do Bispo e do Padre que preside a Liturgia instruir como se deve cantar e animar a Santa Missa, lembrando que o “CLIMAX” ponto alto da Santa Missa é a consagração e neste ponto nenhum de nós, seja RCC ou não discorda que ele esteja correto e neste momento nós não cantamos a arca de noe e nem se bate palmas, por outro lado, o uso de palmas na Santa missa não é durante os momentos de oração e sim durante a acolhida, o cântico final, cântico de aclamação, o Santo enquanto que na coleta, na meditação e na comunhão não aconselhamos o uso de palmas por se tratar de momento impróprio, mas nos outros momentos as palmas demonstram aclamação, júbilo e encaixam perfeitamente no momento litúrgico, então não se trata de proibir ou permitir o uso de palmas na Santa Missa e sim na instrução de quando e onde se pode usar as palmas ou não, Padre Paulo sabe perfeitamente que a Missa é um conjunto de ações com objetivos diferentes tecidas em um mesmo momento e que cada parte da Santa missa representa uma coisa diferente e assim apesar da Santa Missa ser um “TODO” ela é composta de partes distintas que representam fases diferentes da vida de Cristo, sendo que enquanto o “SANTO” é o acolhimento da chegada de Jesus Salvador, Rei e Senhor em nossas vidas como no dia de Ramos chegando a Jerusalém, a consagração representa a morte de Jesus na Cruz, mas logo após já recebemos o Cristo vivo na Santa Eucaristia, sendo assim, assim como ninguém sorriu ou se alegrou com a morte de Jesus na cruz, também ninguém chorou ou ficou com cara de enterro quando Jesus apareceu Ressuscitado, fato confirmado pela voz dos anjos que mandou que todos se alegrassem quando viram Jesus subindo pela ultima vez ao céu. Logo o que prevalece na Igreja não é o fato de Jesus ter morrido por nossos pecados na Cruz e sim o fato de que Ele venceu a morte e nos deu uma vida nova, a melhor notícia que podemos receber de Deus e assim temos que receber esta notícia com muita alegria e não com demonstração de tristeza.

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  8. Kkkn o seu documento não é fonte segura além de ser antigo. Eu mandei um documento atual 2008 . Essa excomunhão do seu textinho é inválida pelo próprio código canônico de João Paulo II. Atualiza -se O Vaticano anulou a excomunhão de 1988. Através do decreto datado de 21 de janeiro. E mais vc sabia que o corpo de Lefebvre é incorrupto? Kkkkkkkkkkkkkk

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    • Para de copiar textos mentirosos .Está disponível nos Estados Unidos um livro intitulado “Padre Pio Gleanings” (gleanings refere-se às sobras das colheitas que os judeus deviam deixar nos campos para que as viúvas e órfãos pudessem pegar. Algo como “O legado do Padre Pio”) de Pascal Catanco, que foi traduzido para o Inglês. Nas páginas 58 e 59, http://archives.sspx.org/archbishop_lefebvre/padre_pio_and_archbishop.htm Tradução:
      A VERDADE
      pio-lefebvre1
      Dom Lefebvre e Padre Pio num corredor.
      Em 8 de Agosto de 1990, Dom Lefebvre escreveu uma carta pessoal para um padre da Fraternidade na França que houvera escrito perguntando sobre seu encontro com Padre Pio. Aqui estão partes dessa carta:
      Durante vários anos esta calúnia, uma mentira do início ao fim, tem circulado na Itália. Eu já refutei-a, mas mentiras demoram a morrer, não há uma palavra de verdade na página desta revista que você fotocopiou para mim.
      O encontro que ocorreu após a Páscoa de 1967 demorou dois minutos. Eu estava acompanhado pelo Padre Barbara e um irmão espiritualista, Irmão Felin. Eu encontrei o Padre Pio num corredor, em seu caminho para o confessionário, sendo ajudado por dois capuchinhos.
      Disse-lhe algumas palavras sobre o motivo da minha visita: para que ele abençoasse a Congregação do Espírito Santo que iria realizar um Capítulo Geral Extraordinário, como todas as sociedades religiosas, devido ao aggiornamento (modernização da Igreja), Capítulo o qual eu temia que resultasse em problemas…
      pio-lefebvre2
      Padre Pio beijando o anel de Dom Lefebvre.
      Então Padre Pio gritou. ‘Eu, abençoar um arcebispo, não, não, é o senhor que deveria estar me abençoando!‘ E então, ele se curvou para receber a benção. Eu abençoei-o, ele beijou meu anel e continuou seu caminho até o confessionário…
      Esse foi todo o encontro, nada mais, nada menos. Para inventar isto que você me mandou é necessária uma imaginação satânica e mentirosa. O autor é um filho do Pai das Mentiras.
      Obrigado por me dar a chance de dizer mais uma vez a mais pura verdade.
      Cordialmente, in Christo et Maria,
      +Marcel Lefebvre

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      • Cara Márcia

        Salve Maria

        Vamos fazer então da seguinte forma.

        Eu lhe enviarei o documento que aprova o uso das palmas na Santa Missa Nova depois que você me enviar o documento que proíbe o uso das palmas na Santa Missa.

        Combinado assim? e assim depois dos pratos na mesa a gente pode conversar melhor.

        Deus te abençoe.

        Sizenando

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  9. Se vc afirma que bater palmas na Santa Missa é litúrgico. Mostra um documento da Santa Igreja Católica Apostólica Romana, que aprova esse ato – exemplo- Missal Romano ou Redemptionis Sacramentos… Ai quem sabe nós poderemos conversa sobre a Igreja Católica. Porque sinceramente vc só ataca com argumentos que não justifica a sua opinião acima. E por favor envie um texto que eu consegue abrir e não igual aquele de Lefebvre que nem abre. Abraço filho de Leonardo Boff.

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    • Cara Márcia

      Salve Maria

      Vamos fazer então da seguinte forma.

      Eu lhe enviarei o documento que aprova o uso das palmas na Santa Missa Nova depois que você me enviar o documento que proíbe o uso das palmas na Santa Missa.

      Combinado assim? e assim depois dos pratos na mesa a gente pode conversar melhor.

      Deus te abençoe.

      Sizenando

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      • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk …
        Resumindo vc não encontro, não é mesmo, nenhuma referencia nos documentos da Igreja Católica Romana que o ato de bater palma é litúrgico.
        Então pare de induzir o povo ao erro.

        Um abraço fraterno!

        “Estou muito satisfeito por estar aqui. Mas eu devo exprimir-lhes um desejo: que na igreja não gritem e não batam palmas, nem mesmo para saudar o Papa, porque Templum Dei Templum Dei (o templo de Deus é o templo de Deus). Agora, se vocês estão felizes em encontrar-me nesta bela igreja, imagine como o Papa não está feliz em ver seus filhos! Mas assim que ele vê seus filhos, eles batem as mãos na frente de sua face. E esse que está diante de vocês é o sucessor de São Pedro!”

        – São João XXIII; 1963, Ostia, IV Domingo da Quaresma

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      • Olá Márcia

        Obrigado pelo retorno, mas creio que a sua observação já estava prevista no texto principal, pois a Igreja não se refere a palmas rítmicas como acompanhamento musical em nenhum texto, pois aplausos a pessoas e como manifestação de acolhimento e saudação não fazem parte da liturgia e quando ocorrem, geralmente ocorrem antes ou depois do ato litúrgico e por isso a Igreja alerta para que esses atos não ocorram dentro do ato litúrgico, mas no caso das palmas ritimicas que acompanham musicas não são consideradas aplausos e nem manifestação de acolhimento de pessoas ou qualquer outra coisa parecida, por isso não exite nenhuma referência a este respeito em nenhuma bula litúrgica atual ou anterior, portanto para que se chegue a um consenso sobre este assunto é preciso que se faça um concílio para definir se podemos ou não bater palmas e enquanto isso não acontece eu creio que ninguém pode acusar Carismáticos de protestantes por este motivo, tanto porque não são apenas os Carismáticos que usam de palmas na Santa Missa.

        Ainda estou esperando que você apresente o seu documento que proíba um Católico Romano de bater palmas como ritmo musical em uma liturgia na Santa Missa!

        Paz de Cristo

        Sizenando

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      • Um pouco de catequese adulta:

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  10. E também queremos a quaresma de volta. Visto que a CNBB tornou esse tempo de meditação em campanha da fraternidade. Isso é só aqui no Brasil, visto que em outros países católicos, como eu já participe, o tempo é quaresmal e não fraternal.

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    • Não se esqueça de relembrar também que os outros países Católicos referidos por você o numero de Católicos pé cada vez menor e aquelas Igrejas enormes na Europa não passam de museus e relíquias de um passado que não existe mais no presente e está pondo em risco o futuro já que o numero dos inimigos da Igreja aumentam a cada dia e os dias de glória do passado não são capazes de gerar a fé no coração dos homens que vivem em um mundo tecnológico e comunicativo on line. O mundo não é mais o mesmo e assim portanto os métodos de evangelização devem acompanhar a aceitação do publico.

      Que Deus abençoe os seus métodos, espero suas orações por nós, para que Deus nos revele seus caminhos e sua vontade para os dias de hoje, pois o passado nos serve de aprendizado para viver o presente e preparar o futuro.

      Presentepravoce

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      • Fruto do Concílio Vaticano II e dos modernista.

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      • Cara Márcia

        Salve Maria

        Você não percebe que com este tipo de comentário você apenas se declara como uma pessoa insubmissa à santa Sé e que neste caso a insubmissão e a desobediência aos documentos da Igreja no presente anula toda sua fidelidade ao passado, sim porque o que a Igreja fez no passado foi bom para o momento em que aconteceu, mas o mundo hoje precisa de uma Igreja que lhe leve o evangelho que ele compreenda.

        Bater palmas ou não são detalhes que para Deus não fazem a menor importância, pois para Ele o que importa e se estamos amando nosso próximo como Ele nos amou, se por mais fiel que você seja ao passado agir como o irmão do filho pródigo se negando a entrar pra a festa do pecador que retornou para casa, quem ficará de fora é você e não o pecador que se arrependeu no ultimo instante.

        Nosso objetivo é o céu e não a terra, nos importa antes, acima de tudo estar ao lado do Pai, mesmo que a nossa atitude seja aceitar nosso irmão pecador e perdoa-lo de todo coração.

        Jesus te ama

        In Corde Jesu, Semper.

        Paz de Cristo

        Sizenando

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  11. Graças a Deus sou Católica Apostólica Romana. E a CNBB não me representa

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    • Olá Márcia

      Salve Maria!

      SE A CNBB não te representa é evidente de que o Papa Francisco também não lhe representa, sendo assim seu representante oficial só poderia ser um morto e excomungado chamado Dom Marcell Lefebvre

      Lamentavelmente você é um Protestante como Lutero o foi.

      In corde Jesu, Semper.

      Presentepravoce

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      • Olá presente para os homens!
        Eu prefiro amar Jesus na Eucaristia, aos homens, que na Santa Missa fica batendo palmas como os cascos que debocharam de Jesus no altar da cruz.E Como ensina CNBB no texto acima. E mais a CNBB é apenas mais um sindicato e por sinal muito mal informada sobre liturgia. Que tal começar lendo o missal, aonde no Missal Romano tem o ato de bater palmas. Eu sou uma cidadã Romana. E vc apenas mais um modernista. Beijos filho de Leonardo Boff

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      • Olá Márcia

        Quem é mesmo Vsa Senhoria? Por acaso é um Papa? Um Bispo ou Padre?

        Pelo que eu saiba você não é freira também se não apenas uma leiga que nem frequenta a Missa Dominical em sua Paróquia e não pode falar de coisas que jamis viu, pois ficar repetindo inverdades proferidas por outros tridentinos não fica bem para uma mãe de família.

        Jesus te ama minha irmã.

        Presentepravoce

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      • Mostra um documento que Lefebvre foi excomungado.

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      • Glória a Dom Lefebvre e a Dom Mayer, heróis da fé
        Orlando Fedeli

        Acaba de ser declarada “sem efeitos jurídicos, a partir de hoje, o Decreto publicado naquela época” – isto é, juridicamente nula — pelo Papa Bento XVI a excomunhão injustamente lançada em 1988 contra Dom Lefebvre e Dom Mayer, e dos quatro Bispos da Fraterndade Sacerdotal São Pio X por eles sagrados, a fim de que fosse perpetuado o sacerdócio católico, celebrando a Missa de sempre.
        Essa excomunhão foi declarada “sem efeitos jurídicos” — como nula e não acontecida, porque ela teria sido aplicada por um suposto ato cismático desses dois Bispos, transmitindo o episcopado a quatro sacerdotes sem permissão do Papa João Paulo II.
        Mas, para que uma excomunhão seja válida, deve ter antes havido o crime que ela comina.
        No caso desses dois heróicos Bispos, o crime teria sido o de cisma. Ora, quando sagraram os Bispos da Fraternidade de São Pio X, Dom Lefebvre e Dom Mayer publicaram um documento no qual reconheciam o Papa João Paulo II como Pontífice supremo da Igreja, a quem eles deviam submissão. Por isso, os quatro Bispos sagrados por eles não recebiam jurisdição, que só o Papa pode dar, e eles só sagraram Bispos, por necessidade absoluta, a fim de manter o sacerdócio e a Missa de sempre.
        Dom Lefebvre e Dom Mayer conduziram heroicamente a resistência católica aos erros do Concílio Vaticano II e da Missa de Paulo VI, nascida do espírito desse Concílio, e que tanta confusão e tanto mal trouxeram à Igreja.
        Dom Lefebvre e Dom Mayer foram “excomungados” pelo Soberano Pontífice Joao Paulo II sem ter cometido o pecado de cisma. Foi o zelo pela doutrina católica de sempre que os levou a sagrar os quatro Bispos da FSSPX. Durante anos, eles foram tidos e etiquetados — eles que foram fidelíssimos ao Papa e à Fé – como hereges e cismáticos. Suportaram com fortaleza e paciência heróicas a marca vergonhosa dessa excomunhão injusta e não procedente, para manter vivas a Fé, e a Missa de sempre. Sua memória foi injustamente manchada, durante 21 anos, com a pecha de cismáticos
        Quanto maior é a injustiça sofrida, maior a glória merecida. Serem tidos até como hereges, quando davam exemplo heróico de ortodoxia; serem tidos como cismáticos, quando davam exemplo heróico de fidelidade; serem tidos como rebeldes, quando davam exemplo insigne de obediência, essa foi a essência heróica do magnífico testemunho de Fé e de virtudes heróicas dado por esses dois ilustres Antístites.
        Nunca a Igreja Católica caiu em tão grande confusão doutrinária como no Concílio Vaticano II. Jamais, na História da Igreja, se viu algo igual: erros modernistas do Vaticano II, que deveriam ter sido condenados, foram aprovados por Papas; os desvios anárquicos e profanadores da Nova Missa de Paulo VI foram universalmente aplaudidos.
        E só dois Bispos mantiveram a Fé impoluta. E só dois Bispos foram sentinelas fidelíssimas da Fé.
        Durante vinte e um anos a nódoa de hereges e de cismáticos cobriu de lama a alma e a fama gloriosa desses dois Confessores da Fé. Durante quarenta anos, desde a Missa nova, sua obra foi vilipendiada por todo o mundo.
        Agora, o Santo Padre Bento XVI fez o gesto de justiça e de coragem devolvendo honra de católicos fidelíssimos a esses gloriosos mártires da fidelidade. Bento XVI, enfrentando a fúria dos lobos modernistas travestidos de pastores, teve a coragem heróica de anular a injustiça feita a Dom Lefebvre e a Dom Mayer e de receber em plena comunhão os Bipos por eles sagrados.
        Deus seja louvado!
        Ao mesmo tempo que os declara inocentes, implicitamente o ato de justiça de Bento XVI proclama que eles tiveram razão em se opor aos erros do Vaticano II e da Missa Nova. Bento XVI, implicitamente declara que não só foi lícito lutar contra as novidades modernistas sancionadas pelo Vaticano II e contra os erros graves da Nova Missa, mas que fazer isso foi ato de virtude heróica por parte de Dom Lefebvre e de Dom Mayer.
        Além disso, o ato de justiça assinado pelo Papa Bento XVI, sem dizê-lo, aprova a resistência heróica da Fraternidade Sacerdotal São Pio X e daqueles poucos padres de Campos que continuaram fiéis a Dom Mayer, porque, desgraçadamente, outros sacerdotes de Dom Mayer renegaram a sua herança de luta, e chegaran a acusá-lo de os ter levado a uma posição praticamente cismática. Abandonaram o Confessor heróico nas vésperas de sua vitória.
        Esse ato de justiça que Bento XVI teve a coragem de fazer trará conseqüências profundas ainda em nossos dias e para a História da Igreja. Ele é um marco que determina uma mudança radical de orientação com relação ao Concílio Vaticano II e à Nova Missa.
        Daí a reação furiosa dos modernistas expressa no site Golias e já nas primeiras manifestações dos sede vacantistas declarados ou disfarçados.
        Como reagirão os Cardeais e Bispos modernistas a esse novo passo de Bento XVI para restaurar a Fé ?
        Graves acontecimentos se erguem no horizonte da História…
        Nessa crise imensa, os nomes de Dom Marcel Lefebvre e de Dom Antônio de Castro Mayer serão — agora mais ainda — luminares que guiarão os verdadeiros católicos na defesa da Fé e do Papado.
        Glória eterna a Dom Lefebvre e a Dom Mayer, porque, contra tudo e contra todos, sozinhos, heroicamente mantiveram acesa a tocha da Fé nas trevas que caíram sobre o mundo após o Concílio Vaticano II e a Nova Missa de Paulo VI.

        Glória in Excelsis Deo.

        São Paulo, 23 de Janeiro de 2008.
        Orlando Fedeli

        DECRETO DA CONGREGAÇÃO PELOS BISPOS

        Por meio da carta do dia 15 de dezembro de 2008, dirigida à Sua Eminência, Cardeal Dario Castrillón Hoyos, o presidente da Comissão Pontifical Ecclesia Dei, Dom Bernard Fellay em nome próprio e em nome dos outros três bispos sagrados no dia 30 de junho de 1988, solicitava novamente o levantamento da excomunhão latae sententiae formalmente declarada pelo Decreto do Prefeito desta mesma Congregação para os Bispos na data de 1 de julho de 1988. Na carta anteriormente mencionada, Dom Fellay afirmava, entre outras coisas: “Nós estamos também aferrados à vontade de permanecer católicos e de pôr todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Apostólica Romana. Nós aceitamos seus ensinamentos filialmente. Nós cremos firmemente no Primado de Pedro e nas suas prerrogativas e é por isso que a situação atual nos faz sofrer tanto”.

        Sua Santidade Bento XVI – paternalmente sensível ao mal estar espiritual manifestado pelos interessados por causa da sanção de excomunhão e confiando no compromisso expressado por eles na carta citada de não poupar nenhum esforço para aprofundar nas necessárias conversações com as Autoridades da Santa Sé sobre as questões ainda abertas, e de poder deste modo chegar rapidamente à uma plena e satisfatória solução do problema posto na origem – decidiu reconsiderar a situação canônica dos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta relativa à sua sagração episcopal.

        Este ato expressa o desejo de consolidar as relações recíprocas de confiança, de intensificar e de tornar estáveis as relações da Fraternidade São Pio X com a Sé Apostólica. Este dom de paz, no fim das celebrações do Natal, quer ser também um sinal para promover a unidade na caridade da Igreja Universal e, deste modo, retirar o escândalo da divisão.

        Desejando que este passo seja seguido sem demora da pela comunhão com a Igreja de toda a Fraternidade São Pio X,em testemunho de uma verdadeira fidelidade e de um verdadeiro reconhecimento do Magistério e da autoridade do Papa pela prova de uma unidade visível.

        Conforme as faculdades que me foram expressamente concedidas pelo Santo Padre o Papa Bento XVI, em virtude do presente Decreto, eulevanto aos Bispos Bernard Fellay, Bernard Tissier de Mallerais, Richard Williamson e Alfonso de Galarreta a censura de excomunhão latae sententiae declarada por esta Congregação no dia 1 de julho de 1988, do mesmo modo que declaro sem efeitos jurídicos, a partir de hoje, o Decreto publicado naquela época.

        Roma, da Congregação para os Bispos, dia 21 de janeiro de 2009

        Card. Giovanni Battista Re
        Prefeito da Congregação pelos Bispos
        [00145-01.02] [Texto original: Italiano, traduçao DICI http://www.dici.org ]
        [Fonte: site do Vaticano em http://212.77.1.245/news_services/bulletin/news/23251.php?index=23251&lang=it ]

        Para citar este texto:
        Orlando Fedeli – “Glória a Dom Lefebvre e a Dom Mayer, heróis da fé”
        MONTFORT Associação Cultural
        http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=gloria_lefebvre_mayer&lang=bra
        Online, 31/03/2015 às 09:43h

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      • Olá Márcia

        Salve Maria

        Que bom ouvir de novo a voz dos Tridentinos, mas lamentavelmente não existem novidades em seu texto, afinal, pelo que sabemos esta iniciativa do Papa Bento XVI não surtiu nenhum efeito e os excomungados que assim morreram continuam excomungados e os que estão vivos continuam agindo como protestantes, rebeldes, cismáticos e principalmente fora da Igreja Católica pela sua insubmissão e desobediência e sua voz não representa a voz da Igreja Católica e nem a posição do Magistério oficial da Igreja.

        In Corde Jesu, Semper.

        Presentepravoce

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      • Protestante que amam bater palmas e dançar no culto. Vc realmente um protesta nato. Um pouco de catequese para vc.
        “Razões pelas quais não se deve bater palmas para acompanhar cantos, etc.., na Missa Porque não se adequa a teologia da Missa que conforme a Carta Apostólica Domenica Caena de João Paulo II do 24/02/1980, exige respeito a sacralidade e sacrificialidade do mistério eucarístico: “0 mistério eucarístico disjunto da própria natureza sacrifical e sacramental deixa simplesmente de ser tal”. Superando as visões secularistas que reduzem a eucaristia a uma ceia fraterna ou uma festa profana. Nossa Senhora e São João ao pé da cruz no Calvário, certamente não estavam batendo palmas. Porque bater palmas é um gesto que dispersa e distrai das finalidades da missa gerando um clima emocional que faz passar a assembléia de povo sacerdotal orante a massa de torcedores, inviabilizando o recolhimento interior. Porque o gesto de bater palmas olvida duas importantes observações do então Cardeal Joseph Ratzinger sobre os desvios da liturgia : “A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado. Muitos pensaram e disseram que a liturgia deve ser feita por toda comunidade para ser realmente sua. É um modo de ver que levou a avaliar o seu sucesso em termos de eficácia espetacular, de entretenimento. Desse modo, porém , terminou por dispersar o propium litúrgico que não deriva daquilo que nós fazemos, mas, do fato que acontece. Algo que nós todos juntos não podemos, de modo algum, fazer. Na liturgia age uma força, um poder que nem mesmo a Igreja inteira pode atribuir-se : o que nela se manifesta e o absolutamente Outro que, através da comunidade chega até nós. Isto é, surgiu a impressão de que só haveria uma participação ativa onde houvesse uma atividade externa verificável : discursos, palavras, cantos, homilias, leituras, apertos de mão… Mas ficou no esquecimento que o Concílio inclui na actuosa participatio também o silêncio, que permite uma participação realmente profunda, pessoal, possibilitando a escuta interior da Palavra do Senhor. Ora desse silêncio, em certos ritos, não sobrou nenhum vestígio”. Finalmente porque sendo a liturgia um Bem de todos, temos o direito a encontrarmos a Deus nela, o direito a uma celebração harmoniosa, equilibrada e sóbria que nos revele a beleza eterna do Deus Santo, superando tentativas de reduzi-la à banalidade e à mediocridade de eventos de auditório.”

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      • Da mesma forma que Maria e São João não batiam palmas aos pés da cruz também podemos afirmar que Maria e São João estavam vibrantes e cheios de alegria quando se encontraram com Cristo Ressuscitado, podemos afirmar também que não estavam chorando e nem com cara de enterro, pois o mesmo Jesus que morreu e ficou entre os mortos apenas por 36 horas e agora está vivo para nunca mais morrer, lembramos também que o que move a Igreja é a certeza da ressurreição, pois afinal de contas todos morrem, mas apenas Cristo Ressuscitou, portanto o ponto crucial de nossa Fé é a Páscoa de Cristo e a sua paixão é uma parte disso e não o seu fim.

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  12. Fica compreensível tudo o que foi apresentado no pôster sobre as palmas, todavia não há uma linha precisa que possa ser aplicada ao que concerne a vida litúrgica, e neste caso a celebração eucarística.
    Penso que a dificuldade esta no fato de estarmos trabalhando com uma hermenêutica da descontinuidade ao invés de uma autêntica hermenêutica, que trabalhe na continuidade da fé de sempre da Igreja.
    Todos os textos da Sagrada Escritura não se referem ao ato realizado por Cristo, o qual resultou na Santa Missa.
    Após este acontecimento, quais ou qual texto da Sagrada Escritura expressam que existia ou se realizava durante a vivencia da missa -claro que não na forma estruturada como temos, isto foi um desenvolvimento- momentos de euforia palmas ou coisa similar?
    Dando seqüência, sabemos que a Igreja Católica não é uma religião estritamente do “livro”, mas da Revelação, e que a Igreja é antes da Bíblia, logo, devemos perguntar: o quê a Tradição e o Magistério ensina ao longo destes mais de dois mil anos?
    Há escritos, há relatos, sobre tal ou tais procedimentos? Observemos amigos que se era comum ao povo celebrar e jubilar deste o antigo testamento, seria natural que existisse documentos e expressões que revelassem esta pratica na vida da Igreja nascente!
    Fica a pergunta: Será que omitiram e oprimiram seus costumes por dois mil anos, só para agora criar este impasse ?
    Por quê não temos nenhum relato, pinturas, escritos, frases dos santos e do magistério sobre as jubilosas celebrações do Senhor, onde o povo elevava louvores, cantos e palmas durante a liturgia eucarística? Fica a pergunta.
    O que faria a Igreja deixar esta prática em um dado período, sem fazer nenhuma menção?
    Será que somente no século XX, a Igreja aprendeu a celebrar? Durante dois mil anos Ela supostamente condenou seus fiéis a suprimirem os atos de louvores em hora tão propícia?
    Precisamos olhar com os olhos da Igreja de dois mil anos, e não com os olhos de 60 anos apenas!
    Caríssimos, passaram 20 concílios, uns dogmáticos, outros pastorais, outros nem muito, e nada consta?
    Somente no 21 concílio que não fora dogmático, mas pastoral, e que não colocou nada de forma clara sobre o tema, supostamente estaria determinando uma mudança assim, sendo que não elabora um artigo sobre o assunto na SC. Fica a pergunta.
    Acredito que não consta porque nunca fora o espírito do concílio mudar ou alterar esta realidade na vida da Igreja. O concílio apresentou o desejo de apresentar ao povo uma forma melhor de viver a fé, mas não de perder-se o sentido do mistério.
    E porque que mesmo após o CVII, as duas edições do Missal Romano não trazem nas suas rubricas tais indicações de aberturas e possibilidades em um assunto tão importante? Estamos indo para a terceira edição do Missal Romano na forma ordinária, talvez nele esteja a resposta sobre este assunto.

    Pensemos nisso!

    Partindo para o próximo pensamento, poderíamos perguntar: E o povo? Os costumes? O jeito de celebrar de cada pessoa?
    Para isto é necessário entendermos que, ou melhor primeiramente é necessário fazermos outras perguntas: O que é a Missa? Quem a instituiu? A quem pertence? Para quem é realizado?
    – A missa é o memorial da paixão, morte e ressurreição de nosso Senhor, celebração do Sacrifício Redentor, Banquete Sacrifical do Cordeiro;
    – Fora instituída pelo próprio Redentor,como memorial da sua eterna aliança de salvação, onde se realiza de forma incruenta o mesmo e único sacrifício cruento realizado no calvário;
    – Pertence aquele que morreu e ressuscitou; Ele é o sacerdote, é a vítima e o altar;
    – É realizado para Deus, único digno de toda a honra e glória, o qual recebe o sacrifício de Seu Filho único para a remissão do homem;
    Logo, irmãos, não se trata de um evento antropocêntrico, onde o objetivo é “celebrar o homem”, pelo contrário, e o evento no qual Cristo se entrega e nos convida a nos entregarmos também a Deus Pai, é portanto uma ação totalmente Cristocêntrica e Teocêntrica.

    Sendo assim, cabê a nós povo eleito, escolhido, vivermos a celebração seguindo o projeto de Deus, e não segundo os nossos moldes e desejos.
    Nossos povos são diversos, sim, mas esses povos já estão em outra pátria, e vieram seguindo sua antigas pátrias, a maioria da Europa,aceitaram a fé da Igreja conduzida por um rito, o Latino, nada de anormal, pois a maioria são povos latinos. E mesmo os que não são europeus, nasceram na América, colonizada por europeus. O problema é que queremos agora colocar toda a origem dos povos colonizadores sob um julgo de uma falsa ideia dos povos nativos. Me desculpem, mas isto é uma falácia, uma loucura. Até é compreensível este “jogo” na sociedade influenciada por ideologias, mas na Igreja este pensamento é ridículo. Nos dizemos Católicos Apostólicos Romanos, mas negamos o rito romano como tal, para “criarmos um segundo nosso desejo”. Isto não é ser católico!
    A Igreja não oprime as culturas, elas podem ser vividas na vida da Igreja, mas no lugar que lhe cabê. Isto é respeito a todas as culturas, viver em comum algo que deve ser comum a todos em toda a Igreja de rito romano.

    Portanto, nos deixemos iluminar por Cristo, e a viver o Santo Sacrifício do Senhor em profunda união com Ele, buscando não a euforia externa, mas a introspecção desta realidade a qual somos incapazes de compreender. E deixemos para tantos outros momentos lindos e belos que podemos realizar na vida da igreja, as palmas, as expressões de louvor mais fortes,a danças, a criatividade, e tudo o que for possível para louvar o honrar nosso Deus e Senhor Jesus Cristo.

    Paz e Bem!

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    • Caro amigo Jeferson

      Salve Maria,

      Você escreveu muito, deu muita volta para retornar ao mesmo ponto de sempre, o problema é que durante suas justificativas você condena a sua própria definição final, pois se você considera as palmas um acréscimo moderno á liturgia e define isso como uma atuação humana é o mesmo que dizer que toda a liturgia é e sempre foi uma definição humana, já que foram as pessoas que ao longo dos anos aprovaram o formato que hoje existe e até mesmo os que já se perderam no tempo e ficaram sem memórias registradas, porém Jesus quando disse que deveríamos celebrar a em sua memória o que foi celebrado na Santa Seia daquela quinta feira podemos ver que ali não existe muitos detalhes e nem mesmo se referem que alguma musica foi cantada ali, também não diz que havia uma lâmpada acesa e um monte de detalhes da Liturgia de hoje não se encontram ali detalhados, logo fica claro que o nosso culto a Deus é uma expressão de nosso sentimento interior e não poderia ser diferente, se não, não seria um culto agradável a Deus. Existem varias exortações no antigo testamento que devemos louvar a Deus com alegria, também São Paulo nos impulsiona a isso, Jesus também nos diz que nosso guia na nova aliança seria o Espírito Santo e não a antiga lei que serviu de guia para o povo da antiga aliança e assim podemos ver que quem inspirou as sagradas escrituras foi o Espírito Santo, quem inspirou e conduziu o nosso culto ao Pai ao longo dos anos com as condições culturais da época também foi o Espírito Santo, logo o nosso guia hoje é o mesmo de antes e sempre será o mesmo, não vejo porque consultar manuais escrito por homens para épocas e séculos diferentes, devemos consultar sim o mesmo Espírito Santo que sempre nos guiou, quem prefere e guiar por papeis é porque não confia naquilo que o Espírito Inspira e prefere ser guiado por homens, já que escolhe para sí o que deve seguir.

      Meu conselho seria o mesmo de São Paulo aos Gálatas 3:

      Quem vos fascinou a vós que começastes no Espírito e agora estais se aperfeiçoando na carne?

      Ele também diz:

      Que nós que nascemos do Espírito, devemos ser guiados pelo Espírito, faça isso sem medo de errar e serás bem sucedido, com ou sem palmas, para Deus não faz a menor diferença, o que faz diferença é deixar ser guiado pelo Espírito.

      In Corde Jesu, Semper.

      Presnetepravoce

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      • Caro amigo, sinto-me muito triste, pois desejei apresentar uma reflexão sóbria, e o caríssimo alega que tenha “dado voltas” o que não fora verdade.
        As palmas são de fato um acréscimo moderno pós conciliar e que nem mesmo o concílio determinou. Não há meu irmão nenhum documento oficial, não digo interpretações de teólogos modernos, digo um documento oficial, emitido pela congregação para o culto divino e disciplina dos sacramentos, nem por nenhum papa, ou pelo colégio dos bispos, orientando a Igreja para o uso de tal forma de manifestação durante a santa missa.
        Não foram as pessoas que ao longo dos anos aprovaram a liturgia como deve ser realizada, você esta equivocado!
        A liturgia é obra de Deus! Inspirada no coração da Igreja, e deste de sempre Deus foi conduzindo o povo a prestar-lhe este culto em espírito e verdade.Basta fazer uma leitura do pentateuco, em Êxodo 12, ali mostra que é Deus quem orienta e ensina como deve ser o culto e neste caso a “Pascoa”. Porém ha outros que explicam outros pontos sobre a liturgia ao Senhor.Também em Lv. 23,5. Nm 9,5, Nm 28,16ss. Mas acredito que em Dt, 16 é possível perceber o crescimento.
        Enfim, a liturgia não é obra do acaso. Deus por inspiração fora revelando a intima ligação da liturgia do AT e a do NT, assim a Igreja conduzida pelo Espírito Santo e assistida pelo sucessor de Pedro com o colégio dos bispos foi compreendendo isto. Há um crescimento sóbrio na organização da liturgia, sim inspirada por Deus no coração dos homens que são chamados ao pastoreio. Não da vontade alucinada do povo simplesmente, isto é uma concepção ridícula.
        A Igreja não é “Casa da Mãe Joana” é sim Casa de Deus!
        O culto agradável à Deus é o Sacrifício único e eterno de Cristo por nós! Não somos nós quem realizamos este culto, é Cristo quem o realizou e determinou que fosse realizado “Em memória” Ou seja realizando-O de fato, ainda que de forma incruenta.
        Devemos louvar à Deus sempre,cantar, dançar tocar tambores, harpas e cítaras, porém nenhum dos textos se referem ao sacrifício de Cristo!
        Jesus disse que o Espirito Santo viria e ensinaria os apóstolos tudo o que fosse necessário. Não que todos seria interpretes das verdades de Deus! Não para nós católicos, somente os protestantes seguem esta linha herética de negar o magistério para uma inspiração pessoal.
        Jesus não aboliu a Lei! Opa é piada?
        Jesus a levou a pleno cumprimento! Como disse é necessário uma hermenêutica par compreender a diferença entre Lei e a lei a qual Paulo condena, que é a simples pratica de algum como uma pena.
        A Lei de Deus deve ser seguida por amor! Ela não é pesada a quem compreende o seguimento de Cristo.
        Agora você meu amigo é que fez uma volta enorme pra dizer que nega o Magistério, as orientações da Igreja, para seguir um suposto “espírito” que contraria a doutrina milenar da Igreja.
        Você se mostra um verdadeiro protestante, para não dizer herege, você não conhece a Igreja na qual você acredita viver!

        Sem contar a tristeza de utilizar um texto de São Paulo fora do seu contexto! Fere a índole católica!
        Mas o devolvo a você caríssimo:
        “Quem vos fascinou a vós que começastes no Espírito e agora estais se aperfeiçoando na carne?”
        Começaste no Espírito, ou seja amado, pelo batismo recebestes a Fé da Igreja, e agora desejas rejeitar a Igreja acreditando que podes sozinho viver a fé? Insensato!

        A Igreja é a presença de Cristo vivo e ressuscitado na mundo, a fé para o católico é uma realidade eclesiológica! Se você rejeita a doutrina por acha-la lei escritas, permita-me dizer amigo: Você deixou de ser Católico!

        Faça isto sem medo de errar: Obedeça a Santa Mãe Igreja!
        Pax et bonum!

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      • Resposta a Jeferson

        Caro amigo, sinto-me muito triste, pois desejei apresentar uma reflexão sóbria, e o caríssimo alega que tenha “dado voltas” o que não fora verdade.
        As palmas são de fato um acréscimo moderno pós conciliar e que nem mesmo o concílio determinou. Não há meu irmão nenhum documento oficial, não digo interpretações de teólogos modernos, digo um documento oficial, emitido pela congregação para o culto divino e disciplina dos sacramentos, nem por nenhum papa, ou pelo colégio dos bispos, orientando a Igreja para o uso de tal forma de manifestação durante a santa missa.

        Também não existe um documento que diga o contrário, uma vez que as palmas sempre acompanharam musicas sem ser distinguidas como um objeto particular, apenas os tradicionalistas é que fazem distinção das mesmas para tentar encontrar um motivo para suprimi-las até usando de falsidades e manipulação de palavras referentes à outras manifestações de aplausos que não configuram o acompanhamento retifico da musica e que neste caso as palmas seriam parte integrante da musica em si e não um termo independente ou acrescentado posteriormente, apenas não eram tão usadas ou difundidas como agora o são.

        Não foram as pessoas que ao longo dos anos aprovaram a liturgia como deve ser realizada, você esta equivocado!
        A liturgia é obra de Deus! Inspirada no coração da Igreja, e deste de sempre Deus foi conduzindo o povo a prestar-lhe este culto em espírito e verdade. Basta fazer uma leitura do pentateuco, em Êxodo 12, ali mostra que é Deus quem orienta e ensina como deve ser o culto e neste caso a “Páscoa”. Porém ha outros que explicam outros pontos sobre a liturgia ao Senhor. Também em Lv. 23,5. Nm 9,5, Nm 28,16ss. Mas acredito que em Dt, 16 é possível perceber o crescimento.
        Enfim, a liturgia não é obra do acaso. Deus por inspiração fora revelando a intima ligação da liturgia do AT e a do NT, assim a Igreja conduzida pelo Espírito Santo e assistida pelo sucessor de Pedro com o colégio dos bispos foi compreendendo isto. Há um crescimento sóbrio na organização da liturgia, sim inspirada por Deus no coração dos homens que são chamados ao pastoreio. Não da vontade alucinada do povo simplesmente, isto é uma concepção ridícula.
        A Igreja não é “Casa da Mãe Joana” é sim Casa de Deus!
        O culto agradável à Deus é o Sacrifício único e eterno de Cristo por nós! Não somos nós quem realizamos este culto, é Cristo quem o realizou e determinou que fosse realizado “Em memória” Ou seja realizando-O de fato, ainda que de forma incruenta.
        Devemos louvar à Deus sempre, cantar, dançar tocar tambores, harpas e cítaras, porém nenhum dos textos se referem ao sacrifício de Cristo!

        Não aplaudimos e nem batemos palmas no momento do sacrifício e sim somente no cântico de entrada que é um tipo de acolhimento do povo que chega para a celebração, no momento de louvor ao Santo como aconteceu no Domingo de Ramos, na aclamação ao evangelho e no cântico final. Logo não entramos em atrito com esta indicação.

        Jesus disse que o Espírito Santo viria e ensinaria os apóstolos tudo o que fosse necessário. Não que todos seria interpretes das verdades de Deus! Não para nós católicos, somente os protestantes seguem esta linha herética de negar o magistério para uma inspiração pessoal.

        O Magistério não se manifestou desfavorável à este tipo de louvor, tanto assim podemos ver que a apostasia da Fé na Igreja esta exatamente entre aqueles que se mantiveram mais apegados a tradição “Europeus”, lá não se bate palma em nenhuma Missa, porém a freqüência é mínima, vejo que a ausência de palmas na Missa de lá não tem ajudado a manter a Fé acesa no povo, por outro lado, aqui no Brasil a fé está um pouco mais firme, não digo que seja por causa das palmas, mas sim por uma maior abertura na liturgia possibilitando uma maior participação e conseqüentemente uma maior perseverança, por isso talvez o Magistério não se manifestou por escrito até agora, pois está analisando os frutos ruins e bons da presença de algo novo no modo de se prestar culto a Deus.

        Jesus não aboliu a Lei! Opa é piada?

        Sim, Ele não aboliu e sim Ele a consumou, consumar é levar a termo, finalizar. O que se inicia depois da morte de Cristo na Cruz é uma nova Aliança que de acordo com o profeta Jeremias 31, 31 seria diferente da primeira e firmada em novas promessas, logo, a sua ligação com a primeira se resume ao que diz o profeta Ezequiel 37, carne nova para esqueletos velhos e mortos e vida nova no Espírito de Deus para corpos renovados e renascidos no Espírito.
        São João também termina o Apocalipse com uma frase característica dirigida a nós pelo próprio Cristo dizendo “EIS QUE RENOVO TODAS AS COISAS”, neste ponto, quando nós homens queremos manter as coisas como estão e como sempre foram estamos retirando o desejo de Cristo e o impedindo de RENOVAR todas as coisas, portanto antes de dizer que alguma coisa deva ficar como sempre foi, primeiro seria preciso submeter esta coisa a vontade daquele que tudo deseja renovar, para ser mais exato, renovar não significa mudar de aparência e sim dar a aparência original daquilo que se criou e se desgastou e desconfigurou com o tempo.

        Jesus a levou a pleno cumprimento! Como disse é necessário uma hermenêutica para compreender a diferença entre Lei e a lei a qual Paulo condena, que é a simples pratica de algum como uma pena.
        A Lei de Deus deve ser seguida por amor! Ela não é pesada a quem compreende o seguimento de Cristo.

        Não podemos nos esquecer que nenhuma norma Litúrgica tem o mesmo poder da lei praticada no Antigo testamento, ou seja, uma norma não é uma lei, a lei é imutável, já uma norma pode ser mudada, retornada, renovada, reestruturada, mas nunca foi permanente desde o princípio e nem será a mesma até o fim.

        Agora você meu amigo é que fez uma volta enorme pra dizer que nega o Magistério, as orientações da Igreja, para seguir um suposto “espírito” que contraria a doutrina milenar da Igreja.
        Você se mostra um verdadeiro protestante, para não dizer herege, você não conhece a Igreja na qual você acredita viver!

        Este suposto “Espírito Santo” é aquele que desceu em Pentecostes e veio para permanecer sempre conosco nos guiando à toda a verdade, quem nega o Magistério são os tradicionalistas, pois não aceitam o Concílio Vaticano II e tudo que se renovou na Igreja a partir do Concílio, tanto é verdade que seus Líderes foram excomungados por desobediência à Santa Sé, por outro lado não existe nenhum documento oficial da Igreja que proíba o uso de palmas e nem sequer se refere qualquer restrição a elas em nenhum momento da Liturgia, pois o uso ou não uso seria mais uma norma de bom senso já que a RCC não abusa deste uso e sim usamos as palmas com muito bom senso, tanto é assim que essa preocupação só existe no meio tradicionalista e nem mesmo a Igreja ou o “Magistério” se preocupa com esse pequeno detalhe que não provoca nenhum mal na liturgia, muito pelo contrário, vem abrilhantar as partes que devem ser assumidas com mais alegria e exaltar a diferença nas partes que se devam presenciar com mais silêncio e mais decoro.

        Sem contar a tristeza de utilizar um texto de São Paulo fora do seu contexto! Fere a índole católica!
        Mas o devolvo a você caríssimo:
        “Quem vos fascinou a vós que começastes no Espírito e agora estais se aperfeiçoando na carne?”
        Começaste no Espírito, ou seja amado, pelo batismo recebestes a Fé da Igreja, e agora desejas rejeitar a Igreja acreditando que podes sozinho viver a fé? Insensato!

        Quem está falando de fé aqui? Ou de rejeitar a Igreja?
        Estávamos falando simplesmente de “PALMAS” e que não existe nenhuma regra sobre o assunto, mas que porém os tradicionalistas que não falam em nome da ‘IGREJA’ e não são o Magistério da Igreja querem impor regras em nome de Papas que já morreram e Já não são mais Papas hoje, já que nosso Papa se Chama “FRANCISO” e ele mesmo nunca disse nada contra as palmas a não ser que antes de ser Papa ele celebrava uma Missa Carismática em Buenos Aires, com o uso de Palmas, Dom de Línguas e tudo mais, se nosso Atual Papa tivesse alguma restrição para fazer a nós fieis em nome do Magistério, já deveria ter feito, mas se não o fez é porque não está preocupado com esta coisinha tão insignificante que é “PALMAS NA MISSA”.

        A Igreja é a presença de Cristo vivo e ressuscitado no mundo, a fé para o católico é uma realidade eclesiológica! Se você rejeita a doutrina por acha-la lei escritas, permita-me dizer amigo: Você deixou de ser Católico!

        Pior seria desobedecer o Espírito Santo de Deus só porque Ele é invisível e portanto não seria confiável, veja o que São Paulo disse aos Coríntios: (II Cor 3) porque a letra mata, mas o Espírito Vivifica e diz que nós somos uma carta de Cristo, não escrita com tinta em tábuas de pedra, mas escrita em nossos corações, escrita pelo dedo de Deus que é o seu próprio Espírito presente em cada um de nós, presente esse que recebemos em nosso Batismo, e como você disse antes, foi este mesmo Espírito que inspirou todas as escrituras, veja que assim você Poe em duvida o principal anuncio da NOVA ALIANÇA representada pela Igreja na terra, que é a presença de Deus em nossos corações pelo seu Espírito.
        Bater Palmas ou não numa celebração Litúrgica não é doutrina, o problema são vocês confundirem as pessoas com acusações falsas que nada tem a ver com a vivência da Fé ou da Obediência à Igreja, se existe alguém que está excomungado são aqueles que seguem a doutrina dos excomungados Dom Marcel Lefebvre, já que esses sim são desobedientes confessos e mesmo assim você repete frases provenientes dele.

        Faça isto sem medo de errar: Obedeça a Santa Mãe Igreja!
        Pax et bonum!

        Digo lhe a verdade, o dia que o Papa em exercício promulgar um documento referente a esse assunto com regras definidas sobre o uso das palmas na Missa, pode ter certeza que nós obedeceremos, alias, ninguém bate palma na Missa sozinho e sem o consentimento do Sacerdote celebrante e mesmo assim essa norma ou regra não terá valor de Doutrina ou lei e desobedecê-la não dará o titulo de herege a ninguém e nem o levará a fogueira da inquisição por esse motivo.

        Fique com Deus

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    • Graças a Deus a CNBB não me representa. Graças ao Deus eu sou Católica Apostólica Romana.

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  13. “Que na igreja não gritem e não batam palmas, nem mesmo para saudar o Papa, porque Templum Dei Templum Dei (o templo de Deus é o templo de Deus). ” São João XXIII

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    • Olá Cássia

      Você tem toda razão, pois Jesus disse aos seus discípulos “Não os impeçais, pois se eles se calarem, as pedras clamarão….” quando lhe perguntaram se deveriam mandar que o povo se calasse e parasse de gritar o nome se Jesus e aplaudir a sua entrada em Jerusalém, fato esse que na Santa Missa é representado pelo cântico de aclamação ao evangelho.

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  14. Bate palmas quem quer,a missa claro lembra o sacrifício de Cristo,mais também nos lembra sua vitória sobre a cruz motivos pelos quais devemos louvar a Deus.Muita gente vive o passado e esquece os avanços e as transformações pelas quais a liturgia passou,o próprio salmo nos diz:Cantai ao Senhor um canto novo,porque Ele fez maravilhas!
    Aclamai o Senhor,terra inteira,exultai de alegria e cantai!
    Cantai hinos ao Senhor ao som da harpa,ao som da lira e da cítara;
    ao som do cornetis e trombetas,aclamai o nosso rei e Senhor.
    Batam palmas os rios,e as montanhas,em coro,gritem de alegria.
    Será que a Sagrada Escritura está errada?????

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  15. Não cultuem Deus morto ( a imagem de Jesus crucificado), adorem a Deus Vivo! Jesus está VIVO, Ele ressuscitou e está à direita de Deus reinando no Céu! Aleluia!! Eu amo a Deus Vivo!!!!!!!!!!

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  16. Meu caro, você usa passagens do Antigo Testamento, como base, para bater palmas, diante do calvário de Cristo ?

    Primeiramente, quem acrescenta algo na Liturgia é anatema, agora, mostre-me, danças, palmas e peças teatrais na Lirturgia Cristã, ao longo dos séculos!

    Resposta:

    Nós não aplaudimos o calvário de Cristo se bem que o ato da entrega do cordeiro em sacrifício por nós é o ato mais digno de ser parabenizado, no entanto o que fazemos não é um ato de aplauso e sim um ato de louvor, porque o som das palmas é considerado apenas como um ritmo de cadenciamento musical e nada mais que um som que ao invés de ser emitido por cordas vocais é emitido pelo juntar de duas mãos, tanto uma corda vocal como as duas mãos são membros do mesmo corpo de Cristo e como diz os Salmos e São Paulo, todo o corpo deve louvar o Senhor e que não podemos desprezar nem mesmo o dedo mindinho ou o membro mais indecoroso, sendo assim, seja com as mãos ou seja com a voz, todo o corpo deve louvar a Deus e este louvor não é para os algozes de Cristo e sim para a vitoria de Cristo sobre os algozes que não conseguiram aniquilar o Filho de Deus.

    Retire a influência do antigo testamento na Liturgia Católica e você estaria retirando aquele sininho que toca no Rito Tridentino, retiraria o Cálice, retiraria o vinho, o pão, a veste Sacerdotal, retiraria o altar e retiraria até mesmo a luzinha que fica acesa no Sacrário.

    Caro amigo Marlon, bem se vê que você precisa aprender um pouco mais sobre Liturgia, mas um aprendizado Católico Romano e não protestantizado advindo da liderança que lidera o cisma Católico e que aliás continua excomungado ainda no presente momento.

    Estude a Liturgia com os olhos do verdadeiro Magistério da Igreja que você defende e veja que o Papa Bento XVI não é e nunca foi Tridentino como alguns o fazem acreditar nesta mentira deslavada.

    Paz de Cristo

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    • acredito que, estão em moda, ir contra a alegria na Missa. Aqui em Nossa Paróquia estão algumas influencias de proibir tudo, isso por parte de alguns leigos que aproveitando da liberdade que a Igreja deu de opinar, querem dizer que todos estão errados. Gostei quando recomenda o nosso amigo estudar liturgia com o verdadeiro Magistério da Igreja. está de parabéns nas respostas

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  17. O interessante é que nas passagens bíblicas citadas, para justificar as palmas, não se faz referência ao Calvário. Tem alguma passagem bíblica onde as pessoas BATIAM PALMAS NO CALVÁRIO? Você deve saber, caro webmaster, que a Missa é o CALVÁRIO, náo é? É o Holocausto PERPÉTUO. Portanto, mostre-me passagens na Bíblia onde as pessoas batiam palmas no Calvário.
    Esses argumentos bíblicos que vocês colocaram aí são muito fracos. Amigos, o PAPA RECOMENDA NÃO BATER PALMAS. E ele é o PAPA!!!! Poxa, será que nossas interpretações pessoais são mais fiéis ao Evangelho do que a interpretação do SUMO PONTÍFICE??
    Eu sou humilde o suficiente em acreditar e praticar aquilo que o SUCESSOR DE PEDRO recomenda.
    Portanto, NÃO as palmas durante a Missa, e acabou!

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    • Caro Irmão

      Salve Maria

      Muito interessante o seu comentário, pena que não seja nenhuma novidade, nem mesmo o fato de dizer que que minhas citações bíblicas são muito fracas, por outro lado se depender da sua citação do Calvário, podemos dizer que a Bíblia não diz que Maria aplaudiu e nem que João bateu palmas, no entanto também não diz o contrário, “QUE NÃO BATERAM PALMAS”, isto porque este é um simples detalhe tão insignificante que nem deveria fazer parte de um debate, mas o nosso debate aqui não é o fato de se bater palmas no Calvário ou não e sim o fato de que pessoas que se declaram Cristãs e defensoras da Igreja usam de artimanhas maléficas e mentirosas para declarar inverdades como esta que você acredita e se refere como VERDADE, pois Bento XVI não fez nenhuma recomendação para que os Brasileiros e em particular os Carismáticos parassem de bater palmas na Santa Missa Nova, isto porque muito pelo contrário ele até aprova a RCC ou então já teria escrito um documento a este respeito e avisos veiculados por locutores de eventos fora do Vaticano não serve como regras e nem como recomendações para toda a Igreja a não ser para aquele evento em particular em que na verdade se tratava não de palmas em acompanhamento musical e sim em aplausos a pessoas que se apresentavam perante o Papa naquela missa em particular, fato que não acontece em nenhuma outra missa celebrada de maneira ordinária, sendo totalmente desnecessária aquela observação como um fato genérico, e assim se trata de uma mentira deslavada esta afirmação de que o Papa deu instruções contra a presença de palmas na Santa Missa.

      Este fato sim é um fato grave, pois jamais um Cristão, seja ele Católico ou não deveria se utilizar da MENTIRA que é um fruto daqueles que servem o inimigo de Deus para induzirem o povo Católico ao erro, sendo assim, ou você me apresenta um documento assinado por Bento XVI ou use o seu próprio nome para emitir a sua opinião de que prefere um velório do cristo morto do que a comemoração do CRISTO ressuscitado e que está vivo em nosso meio.

      vejo que você não conhece o texto de São João onde Jesus diz que por um curto espaço de tempo todos nós haveríamos de nos entristecer, mas Ele voltaria para nós e a nossa alegria deveria ser plena e eterna, isto Ele falava exatamente do momento de sua morte onde todos choravam, mas dois dias após eis que o mesmo Cristo que havia morrido na cruz estava de volta totalmente VIVO entre seus discípulos como se nunca tivesse morrido e quem não esteve presente no Calvário certamente não acreditaria que Ele esteve morto algum dia e neste caso, para nós aquele dia ficou no passado pois para que nos serve um Cristo morto, para que nos serve um Deus morto, para que nos serve um Deus que não fala, não respira e não está VIVO, sim apenas serviria para enfeitar a parede como na maioria das casas, mas certamente não seria um Deus que cobra a nossa conversão diária e até seria conveniente nos reunirmos apenas para chorar a esperança perdida como os Discípulos de Emaús, porque assim poderíamos fazer a nossa vontade sem prestar contas ao Deus VIVO que está presente entre nós, mas graças ao bom Deus, Jesus não permaneceu morto e a alegria de sua ressurreição foi o que se esparramou pelo mundo, pois dizer que alguém morreu não teria nenhum efeito, mas proclamar com alegria que aquele que morreu está vivo é algo tão extraordinário que até os dias de hoje ninguém ainda conseguiu realizar a mesma glória.

      Esta é a loucura da mensagem da cruz, pois a morte de um homem nos salvou do nosso pecado, mas este mesmo homem não permaneceu morto e é graças à sua nova vida que também nós recebemos esta nova vida e a nossa alegria é exatamente esta, porque a partir daquele momento, nós que estávamos mortos em nossos pecados agora recebemos a remissão de nossos pecados, fato que deveria trazer tanta alegria a ponto de que nós pudéssemos até aplaudir a coragem daquele filho de Deus que se doou voluntariamente por nós, se não fosse este ato de Cristo, nenhum de nós hoje estaria aqui debatendo estes fatos, pois é graças a Ele que temos a vida e é graças à sua morte na cruz que temos a vitória sobre a morte e ao demônio seu inimigo, porém aquele que nos faz crer que Jesus permanece morto e ausente a ponto de transformarmos nosso culto a Deus em um funeral permanente, este sim é aquele que semeia o Joio no meio do trigo, porém graças ao Bom Deus nada poderá vencer a Igreja do Deus vivo (São Mateus 16,18), nem mesmo a fumaça de satanás pode penetrar dentro da verdadeira Igreja de Deus que é o corpo (I Coríntios 15,44) Espiritual do Cristo VIVO (I Coríntios 12,27), (I Pedro 2,5), pode sim penetrar em seus templos feito por mãos humanas e dirigido por homens pecadores mas não pode atingir os escolhidos de Cristo, pois nada neste mundo poderá nos apartar do amor de Cristo que nos protege contra todo mal (Romanos 8,39).

      O Papa anima a servir a Deus com alegria

      In Corde Jesu, Semper

      Presentepravoce

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      • é simples… tem cabimento chegar num velório e bater palmas???
        Não bater palmas não significa tristeza ou alegria… demonstra apenas respeito pelo momento… Indiscutível… Se o contrário fosse, o Papa Bento XVI designado pelo Espírito Santo a ser o grande pastor não falaria ao contrário…
        De qualquer forma contrariar o Papa não é atitude Cristã! Não de um Católico Apostólico!

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      • A Resposta ao seu comentário é muito simples Rafaela.

        O Papa Bento XVI nunca disse tal sandice e nem fez nenhuma comparação deste tipo, o texto em questão é retirado de um livro antigo do Cardeal Joseph Ratisinger em outro contexto, portanto não se aplica à liturgia da Missa Nova, da mesma forma esta mensagem de silêncio e não bater palmas se refere a aplausos a personalidades presentes naquela celebração, o que não se aplica a outras celebrações em que não exista a mesma situação, de qualquer forma, Estas recomendações não procedem do Ex. Papa Bento XVI e a ultima ameaça que Tradicionalistas fizeram em nome de Bento XVI era de que no dia 28/02/2013 ele publicaria uma cartilha que retrocederia a Santa Missa Nova ao antigo Rito Tridentino, tanto não existia a tal cartilha que a data em referência e veicula em alguns Blog’s foi exatamente a data de seu afastamento definitivo do Papado.

        Pelo menos uma coisa fica de bom em tudo isso, ninguém mais poderá dizer que Bento XVI disse isso ou aquilo, pois agora, com certeza virá um Papa ainda mais ligado às reformas inseridas na Igreja pelo Concílio Vaticano II.

        Que Deus nos abençoe.

        Paz de Cristo

        Sizenando

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  18. Por que será que não vemos o santo padre batendo palmas na santa missa? Outra questão é a seguinte: e os outros abusos cometidos nas “missas da rcc” , como modificar os textos do ordinário, as ” orações em línguas” o “repouso”… tudo dentro da missa? As balbúrdias musicais?

    Resposta:

    Calma meu amigo Rodrigo, enquanto a Igreja faz dois mil e doze anos de idade, a RCC completa apenas 45 anos, comparando o crescimento espiritual que a Igreja tem em toda essa caminhada, a RCC está apenas engatinhando e em breve todos este problemas estarão totalmente solucionados uma porque, no princípio foram pouquíssimos os padres que nos apoiaram e que se interessaram em crescer junto conosco, mas agora as coisas estão mudando pois uma grande parcela de padres e Bispos já nasceu na Igreja com o conhecimento da RCC e com o seu estudo teológico e prática pastoral resolverá todos estes problemas em pouco tempo, mas eu gostaria de saber porque a Igreja Tradicional não sobreviveu e não gera mais vocações, onde estão os vossos Padres recém formados? Uma coisa eu lhe digo, não adianta ficar aí falando em nome de Igreja e de Papa quando na verdade você não representa a Igreja oficialmente. Neste caso o que você precisa fazer é o mesmo que sempre foi preciso fazer desde sempre, se você pretende preservar ou mudar alguma coisa dentro da Igreja, a primeira coisa é você ser Igreja e estar inserido em sua hierarquia e neste caso eu acho que os carismáticos estão bem adiantados em relação aos tradicionalistas que quando morrem dão espaço a mais um Carismático, pois os tradicionalistas de tão preocupados em defender a estrutura da Igreja, se esqueceram de que era necessários trabalhar as vocações para que esta Igreja continue existindo antes de mais nada.

    Portanto, me resta dizer apenas, para que vocês corram atras deste prejuízo e ingressem multidões de vocacionados ao sacerdócio, e que formem ótimos Padres tradicionalistas e assim se manterá uma Igreja tradicional para sempre, caso contrário, não vai adiantar reclamar, pois a Igreja se renova constantemente e os renovados formarão uma Igreja ainda mais renovada graças a Deus.

    Que deus te abençoe.

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    • RESPOSTA FANTÁSTICA!!!… temos que ser igreja. Esqueçamos as palmas e lembremo-nos de viver Cristo!

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  19. […] A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa. […]

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  20. […] A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa. […]

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