Fidelidade à Liturgia Católica.


Dom João Wilk ao assumir a Diocese de Anápolis Discursou dizendo:



“Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.”



Acompanhe o Discurso Completo de Pose de Dom João Wilk.



SEREMOS FIEIS À LITURGIA QUANDO A CONHECERMOS BEM.


Fidelidade (do latim fidelitas pelo latim vulgar fidelitate é o atributo ou a qualidade de quem ou do que é fiel (do latim fide ou fido), para significar quem ou o que conserva, “mantém”, preserva mesmo as suas características originais, pode-se dizer quem ou o que mantém-se fiel à referência.
Fidelidade implica confiança e vice-versa, e essa relação de implicação biunívoca aplica-se quer entre dois sujeitos (humanos), quer entre determinado sujeito e o objeto sob sua consideração, que, a seu turno, também pode ser abstrato ou concreto. Essa co-significação originária mostra-se plena quando se trata de dois sujeitos, ambos com capacidade ativa, pois, nesse caso se pode invocar o correlato confiança (<latim cum = “com, a significar em conjunto, ou também” + fidere, fide, fido = “fé, certeza previamente, mutuamente assentida”

ConjugalFidelidade conjugal

É a manifestação da fidelidade no domínio de uma relação conjugal — qualquer que seja a sua natureza em figuras e/ou em papéis de gênero —, que pode ser recíproca, mutuamente acordada e assentida, ou unilateral, acordada ou não. Implica necessariamente em mútua confiança, aceita esta e considerada como a base da estabilidade relacional. Sem dúvida, existe um equívoco generalizado no identificar fidelidade com sexualidade. Conquanto possa envolver também o aspecto sexualidade relacional — é o mais usual —, não se lhe prende exclusivamente, todavia, dado que há acordos de fidelidade que prescindem da vivência ou até da ideia de sexualidade, esta, per se, também ampla por demais em sua significação.

Liturgia

A palavra liturgia (do grego λειτουργία, “serviço” ou “trabalho público”) compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas[1]

Significado da liturgia

Para os cristãos, Liturgia, é, pois, a atualização da entrega de Cristo para nossa salvação. Cristo entregou-se duma vez por todas, na Cruz. O que a liturgia faz é o memorial de Cristo e da nossa salvação, ou seja, torna presente, através da celebração, o acontecimento definitivo do Mistério Pascal. Através da celebração litúrgica, o crente é inserido nas realidades da sua salvação.

Liturgia é antes de tudo “serviço ao povo”, essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja é o culto é uma representação simbólica (que não se trata de uma encenação uma vez que o mistério é contemplado em “espírito e verdade”) da vida cotidiana do crente em comunhão com sua comunidade.

A Liturgia tem raízes absolutamente cristológicas. Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um “culto agradável a Deus”.


Qual é o Rito Litúrgico Atual da Igreja Católica?



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Rito Romano.


O rito romano é um dos ritos litúrgicos latinos, ou seja, um dos ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica, que se desenvolveram numa zona da Europa ocidental e do norte da África, onde o latim era a língua da educação e da cultura, e que são distintos dos outros utilizados pelas Igrejas de rito oriental que se desenvolveram na Europa oriental e no Médio Oriente

Este rito litúrgico é aquele que predomina na Igreja Católica Latina, que conta com cerca de 98% dos fiéis católicos do Mundo.

Historicamente, a forma do Santo Sacrifício da Missa usada no Rito Romano de 1570 até 1970 (a “Missa Tridentina”) era conduzido, na maioria dos países, inteiramente em Latim eclesiástico, mas no Concílio Vaticano Segundo, no início dos anos 60, foi promulgada uma revisão da Missa, que agora é celebrada em todos os países na língua vernacular (local) além do Latim. Esta revisão, chamada também vulgarmente por movimento de reforma litúrgica, tem sido responsável nos últimos quarenta anos por uma convergência significativa das práticas predicamentais do Rito Latino com as das igrejas protestantes, afastando-as das dos outros ritos católicos, não-latinos.

Uma característica dos novos pontos de vista litúrgicos tem sido um “regresso às fontes”, que se diz que tem origem na redescoberta de antigos textos e práticas litúrgicas, bem como muitas práticas novas. As reformas litúrgicas pós-conciliares (pós-Vaticano II) incluem o uso da língua vernacular (local), uma maior ênfase na Liturgia da Palavra, e a clarificação do simbolismo. A característica mais visível das reformas é a postura do padre. No passado, o padre virava-se de frente para o altar, ficando, consequentemente, de costas para a congregação. As reformas fizeram com que o padre se voltasse para o povo, ficando entre eles o altar, já que este último é o centro da igreja. Isto simboliza, também, o desejo de que a missa se torne mais centrada nas pessoas. Há, todavia, críticos que não concordam com a natureza da missa pós-Vaticano II (conhecida por vezes como Novus Ordo Missae). Em 2003 foi revelado que a Missa Tridentina pré-Vaticano II estava de novo a ser celebrada na Basílica de S. Pedro (embora não no altar principal) e que o Papa João Paulo II começou a celebrar Missas Tridentinas na sua capela privada no Palácio Apostólico, no Vaticano.


Texto traduzido da Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” SUMMORUM PONTIFICUM


O QUE É ISSO?


È Uma Carta do Papa Bento XVI dirigida à toda Igreja Católica.

Tem por Objetivo Esclarecer o Uso dos diversos Ritos presentes na Igreja de Hoje.

: Confira o texto original diretamente do Vaticano em Latim

Sempre foi preocupação dos Sumos Pontífices até o tempo presente, que a Igreja de Cristo ofereça um culto digno à Divina Majestade “para louvor e glória de seu nome” e “para nosso bem e o de toda sua Santa Igreja”…

Art. 1. O Missal Romano promulgado por Paulo VI deve ser considerado como a expressão ordinária da lei da oração (lex orandi) da Igreja Católica de Rito Romano, enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo Beato João XXIII como a expressão extraordinária da lei da oração (lex orandi) e em razão de seu venerável e antigo uso goze da devida honra. Estas duas expressões da lei da oração (lex orandi) da Igreja de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração (lex orandi) da Igreja, pois são dois usos do único Rito Romano.

O Papa Bento XVI Confirma as decisões do Concílio Vaticano II, apenas libera também o uso do Rito Tridentino “Em Latim” de uma forma extraordinária, sendo que de maneira nenhuma deverá substituir o Rito Romano atualmente em uso na lingua vernácula.

Portanto, é lícito celebrar o Sacrifício da Missa de acordo com a edição típica do Missal Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962 e nunca anulado, como a forma extraordinária da Liturgia da Igreja. Estas condições estabelecidas pelos documentos prévios Quattuor abhinc annos e Ecclesia Dei para o uso deste Missal são substituídas pelas seguintes: …

Neste Caso, porém, no momento seria necessário um árduo trabalho de preparação com os Sacerdotes atuais, que estão desacostumados e pouco preparados para executarem de imediato este tipo de celebração, uma vez também que, não ficou como obrigatório esta preparação, somente para aqueles que desejarem. No entanto, já existe em Vários lugares, sacerdotes preparados e já celebrando a Missa de Sempre no Brasil.

Ser fiel à Liturgia de Sempre é portanto seguir as normas da Igreja, no Caso a norma atual. Estabelecida para que todos os Bispos a executem em suas Dioceses.

No Caso do Rito Tridentino Extraordinário, não será correto Celebrá-lo de maneira exclusiva em detrimento do Rito Romano, que deve ser o Rito ORDINÁRIO e aceitável, comumente celebrado nas missas dominicais com o povo.

Portanto quem ensina que o Rito Tridentino é o único correto e será exclusivo na Igreja Católica está cometendo um grande erro.

Devemos ser fieis ao nosso Papa, Ele é aquele que delimita o que cada um deve ou não fazer dentro da Liturgia da Missa e não certos professores de História ou padres isoladamente proclamando a sua própria disciplina de Fidelidade.

O caso de Marcel Lefebvre nos mostra claramente como não ser realmente fiel ao Papa ou à Igreja, como ele mesmo proclamava, estava defendendo a Igreja e até mesmo o próprio Papa dos erros do modernismo que perpetraram a mente dos Bispos Conciliares e acabaram realizando muitas mudanças no modo de ser Verdadeiramente Católico.

Ser Um Verdadeiro Católico implica em seguir a Comunhão da Igreja Militante, sendo fiel à sua Hierarquia, a partir do momento em que alguém se afasta desta Comunhão Plena e começa a Fomentar o seu próprio rebanho como fez Martinho Lutero na Alemanha, podemos considerá-lo como uma ovelha perdida, desorientada, nunca porém, como uma daquelas 99 que permanecem seguras juntas ao Pastor dentro do Aprisco Verdadeiro.

Há no Brasil grupos culturais, não eclesiásticos, Fundações meramente Históricas desligadas da hierarquia eclesial, sem nenhuma função dentro da Igreja, que divulgam e defendem o princípio das ideias Lefevristas, que ferem e dividem a Igreja provocando um Cisma de pensamento e mal estar dentro da Igreja, querendo afirmar com isso que existe uma crise dentro do Clero. Neste caso porém, se trata apenas de nuvens tempestuosas, com raios e trovões ameaçando chover do lado de fora do Aprisco Seguro de Cristo “A Verdadeira Igreja”, por mais forte que seja tal chuva, o maximo que pode ocorrer será algumas goteiras do lado de dentro, pois a Proprio Jesus Afirmou. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, NEM AS PORTAS DO INFERNO PREVALECERÃO CONTRA ELA… (São Mateus 16,18.).Última atualização em Qui, 10 de Março de 2011 17:52


CORPO DE DEUS MILAGRE DE LANCIANO

Um Novo Pentecostes.



  • 1. Permaneçam Em Jerusalém Porque dentro de poucos dias Eu vos enviarei O Espírito Santo. Cumprindo assim … Atos 1, 4
  • 2. Atos, 1, 14 Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele. Ao todo eram umas 120 pessoas …
  • 3. Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.
  • 4. Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: O que significam estas coisas? Outros, porém, escarnecendo, diziam: Estão todos embriagados de vinho doce.
  • 5. Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com voz forte lhes disse: Estes homens não estão embriagados, como vós pensais. Mas cumpre-se o que foi dito pelo profeta Joel:, Acontecerá nos últimos dias – É Deus quem fala -, Que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo:
  • 6. Naquele Dia se cumpriu a promessa do Pai feita através dos Profetas no passado. Nenhuma daquelas 120 pessoas havia previsto o que lhes aconteceria naquele momento,
  • 7. mas aceitaram o PRESENTE de Deus como crianças com o coração totalmente aberto
  • 8. São Pedro declarou a todos que as promessas de Deus e de Jesus acabaram de ser totalmente cumpridas naquele momento. Disse Mais: Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o DOM do Espírito Santo. Pois a promessa também é para vós, para vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus.
  • 9. O que teríamos mais a dizer sobre estes acontecimentos que já não teriam sido narrados por varias testemunhas que lá estavam, apenas que com o passar dos anos este verdadeiro Pentecostes foi ficando tão esquecido que as pessoas nem conheciam este anúncio básico feito por São Pedro… Pois a promessa é para vós … Para Vossos filhos e filhas … Convertei-vos e sejais Batizados em nome de Jesus e Recebereis o Dom do Espírito Santo. Eu vos Batizo com água para Remissão dos pecados, mas JESUS vos batizará com o Fogo e o Poder do Espírito Santo de Deus conforme Deus nos prometeu nas Sagradas Escrituras.
  • 10. Saulo não foi discípulo de Jesus, não esteve presente em Pentecostes e não foi Batizado no Espírito Santo naquele dia… Como um bom Fariseu ele foi o primeiro que se colocou a serviço dos Romanos para dizimar com o Cristianismo que se espalhava por todo o Israel.
  • 11. Paulo escreve aos Coríntios … A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vivais na ignorância. Capítulo 12, 1 Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Capítulo 3, 16 Estas cartas confirmam exatamente que os fatos narrados sobre Pentecostes e as palavras proclamadas por São Pedro aconteceram de forma permanente e eterno, mas no entanto nem todos possuem o conhecimento pleno sobre esta verdade.
  • 12. O século XX foi considerado o século do “ESPÍRITO SANTO”, quando a Igreja redescobriu a força e o poder do Espírito Santo em seu interior. Será que neste século XXI ainda existirá alguém que não conheça estas verdades ? Acontecerá nos últimos dias – é Deus quem fala -, que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo: profetizarão os vossos filhos e as vossas filhas. Os vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão. …?
  • 13. Estes fatos comprovam que Jesus Cumpriu sua Palavra, Ele enviou mesmo o Espírito Santo e todos o receberam. Quem não recebeu porque não estava lá iria receber assim que se entregasse a Jesus de todo coração como Saulo. Este foi o primeiro passo Da Igreja, mas não foi o último e como antes continuamos necessitados do Espírito Santo em nós…
  • 14. Presentepravoce.wordpress.com.br quinta-feira, 22 de maio de 2014quinta-feira, 22 de maio de 2014 07:51:29 PM07:51:29 PM


Jesus Jesus


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A Missa Parte por Parte.



Crer e compreender não são coisas opostas. Quando cremos, sentimos necessidade de dar razão à nossa fé, ou seja, dizer por que cremos. Quanto mais compreendermos os fundamentos de nossa fé, mais aptos estaremos para vivenciar, celebrar e testemunhar aquilo que cremos. Amamos mais aquilo que conhecemos mais. Sem conhecer não é possível amar. Aí está o objetivo deste livro: ajudar a conhecer para amar. É um texto para os que desejam entender o núcleo de nossa fé. 

A Igreja nos oferece diversos textos e livros que nos ajudam a entender as várias partes que compõem a Santa Missa, para que assim possamos participar melhor com nosso coração totalmente  voltado ao centro que é Jesus.


9788534924634[1]


RITOS INICIAIS 

Entrada do Celebrante

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.

Saudação

O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão “EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO”, tem um sentido bíblico. Nome em sentido bíblico quer dizer a própria pessoa. Isto é iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

O sinal da cruz, significa que estamos na presença do Senhor e que compartilhamos de Sua autoridade e de Seu poder.

Ato penitencial

O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.

E quando recitamos o Rito Penitencial, ficamos inteiramente receptivos à sua graça curativa: o Senhor nos perdoa, nos abrimos em perdão e estendemos a mão para perdoar a nós mesmos e aos outros.

Ao perdoar e receber o perdão divino, ficamos impregnados de misericórdia: somos como uma esponja seca que no mar da misericórdia começa a se embeber da graça e do amor que estão à nossa espera. É quando os fiéis em uníssono dizem: “Senhor, tende piedade de nós!”

Hino de louvor

O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração d’Ele torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas. Ele é o oleiro, nós somos a argila (Jer 18-6). Louvemos!

Nós temos a tendência a nos voltar para a súplica, ou seja, permanecemos no centro da oração. No louvor, ao contrário, Jesus é o centro de nossa oração. Louvemos o Senhor com todo o nosso ser, pois alguma coisa acontece quando nos esquecemos de nós mesmos. No louvor, servimos e adoramos o Senhor.

OREMOS

A oração é seguida de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça Mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.

LITURGIA DA PALAVRA

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como “Povo de Deus”. A Palavra explicada, nosso compromisso com Deus, nossas súplicas e ofertas.

Primeira leitura

E quando se inicia a Liturgia da Palavra, peçamos ao Espírito Santo que nos fale por intermédio dos versículos bíblicos: que as leituras sejam para nós palavras de sabedoria, discernimento, compreensão e cura.

A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.

Salmo responsorial

Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.

Segunda leitura

A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade a todos nós.

Canto de aclamação ao Evangelho

Terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que via nos falar.

Evangelho

Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar “dividida” com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.

A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.

Homilia

É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos.

Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse “homem de Deus”. Na homilia ele “atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje”.

Então o sacerdote explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.

Profissão de fé

Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.

A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.

Oração da comunidade (Oração dos fiéis)

Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.

E ainda de pé rogamos a Deus pelas necessidades da Igreja, da comunidade e de cada fiel em particular. Nesse momento fazemos também nossas ofertas a Deus.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor.

Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.

Procissão das oferendas

As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.

Santo

Prefácio é um hino “abertura” que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo Corações ao alto”! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.

O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo… é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.

Consagração do pão e vinho

O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia estas palavras “TOMAI…

O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: “TOMAI…… “FAZEI ISTO” aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.

“EIS O MISTÉRIO DA FÉ” Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê. 

Orações pela igreja 

A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante.

Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.

A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como “povo santo e pecador”.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo 

Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.

RITO DA COMUNHÃO

Pai nosso 

Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Ao nos abrirmos ao Pai, uma profunda sensação de integridade e descanso toma conta de nós. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.

O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos.

Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do senhor na Eucaristia, preciso estar em “comunhão” com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante.

Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.

A paz

Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição.

Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas.

Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.

Fração do pão 

O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.

Cordeiro de Deus 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o “cordeiro de Deus”. Os fIéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.

Comunhão 

A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual

A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.

Modo de comungar 

Quem comunga recebendo a hóstia na mão deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungaste imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca.

Quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca.

Pós comunhão

Depois de comungar temos alguns preciosos minutos em que Nosso Senhor Jesus Cristo nos tem, poderíamos dizer, abraçados. Perguntemos corajosamente: Senhor, que queres que eu faça? E estejamos abertos para ouvirmos a resposta. Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!

Rito final 

Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações.

Como receber a benção 

É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa. E a Missa termina com a benção.

Qual a parte mais importante da Missa?

É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/missa/01.htm


Power Point explicativo:





Panfleto explicativo:

para ser impresso e distribuído para crianças e adultos.


Papa Proibe Bater Palmas na Santa Missa.


Iremos assistir agora a um vídeo que é parte integrante de uma Missa Celebrada por Bento XVI em visita pastoral a Aquileia e Veneza na Itália para uma multidão de fieis pertencentes a varias nacionalidades que lá estavam para acompanhar a posse de algumas Autoridades Eclesiásticas.   Durante a celebração enquanto os Bispos se apresentavam e beijavam a mão do Papa para receber a sua benção ouviam se aplausos e manifestações de apoio dos representantes de cada País ali representado, mas no momento em que a Santa Missa iria dar prosseguimento os locutores responsáveis pela organização do evento local entraram no ar falando ao microfone em diversas línguas apelando aos fieis que se aquietassem para a continuação da Santa Missa e uma boa participação Litúrgica.

Para tanto eu vos peço que assistam o vídeo e prestem atenção em quem falou, a quem falou e o que foi dito para a multidão:



Eis a tradução do texto : “Em respeito destes Divinos Mistérios que estamos celebrando em comunhão com Sua Santidade o Papa Bento XVI, recolhamo-nos em silêncio orante. Portanto, não se aplauda mais, nem sequer durante a homilia, e não se usem bandeiras, nem cartazes.”


Que descoberta Extraordinária!


Mediante a descoberta deste vídeo, vários Blog’s Tradicionalistas o divulgaram dizendo que o Papa Bento XVI havia proibido terminantemente o uso de palmas durante a Liturgia da Santa Missa em todo o mundo.

Referindo-se evidentemente ao modo pelo qual a RCC tem se apresentado nestes últimos anos no Brasil utilizando-se deste artifício “Cultural Brasileiro” como acompanhamento ritmico nas musicas Litúrgicas que se permite uma demonstração maior de alegria, visando assim imprimir mais alegria e participação nas Santas Missas por parte dos fieis.   Fato que tem cada dia conquistado mais adeptos, não somente dentro da RCC como também em outros movimentos e até mesmo dentro do clero nacional e internacional, principalmente pelo fato de que os fieis em sua grande maioria tem freqüentado mais as Santas Missas e aprovado esta nova maneira de prestar louvor a Deus.

No entanto, temos encontrado uma forte oposição por parte de uma pequena minoria tradicionalista que nem ao menos aceitam o Concílio Vaticano Segundo e se acham donos da Igreja e até mesmo da voz do Papa Beto XVI, pois assim colocam palavras de ordem em sua boca com força de documentos Eclesiásticos quando na verdade Bento XVI nada proferiu e nada assinou e que muito pelo contrário a Igreja vê com bons olhos esta forma de cantar louvores a Deus que está perfeitamente dentro das regras Litúrgicas, salvo é claro alguns casos isolados de abuso que são corrigidos facilmente apenas com cursos Litúrgicos em cada Diocese.

O Brasil Carismático tem acrescido em muito o numero de fieis assíduos e o Numero de vocações e a Igreja Católica em outros Países já busca no Brasil uma forma de levar esta nova maneira de agir para suas Dioceses locais, principalmente para os países Europeus em que a freqüência na Santa Missa é muito baixa e até convém lembrar que na Europa a inculturação local não abre espaço para o uso das Palmas na liturgia.



Banner’s como este acima estão circulando na net, em Blog’s e até no facebook gerando debates aviltados, discórdia entre Católicos e até discussão entre tradicionalistas e Carismáticos, tudo pelo fato de uma falsa tradução proposital de um aviso dado ao publico misto em uma Missa campal específica Celebrada na Europa e sendo aplicado como  “DOCUMENTO ECLESIÁSTICO”  onde afirmam que o Papa Bento XVI ordenou a toda a Igreja Católica que deixasse de Bater Palmas nas Santas Missas em todo o mundo, veja que a verdade é bem outra, sendo que o aviso veiculado naquela Missa era referente a APLAUSOS à personalidades que se apresentavam ali e não às palmas utilizadas como acompanhamento Rítmico das musicas Litúrgicas, sendo assim Cai a Farsa deste Banner e ainda fica evidenciado uma outra farsa maior ainda.

Este Banner acima traz o nome e não a assinatura do Papa Bento XVI, mesmo não sendo uma assinatura real, dá a entender que a frase e a ordem partiram de sua Santidade o Papa para todos os Fieis Católicos.

A frase: “SANTA MISSA É SACRIFÍCIO! QUEM BATE PALMA NA SANTA MISSA ESTÁ APLAUDINDO OS ALGOZES!” não é uma ordem Papal e nem foi escrita pelo Papa em sua autoridade como Sumo Pontífice da Igreja, ela é na verdade uma frase retirada do contexto de um livro intitulado “Introdução ao Espírito da Liturgia” e que nem se refere ao assunto aqui sugerido.   Segundo informação do autor do Banner acima, esta frase pertenceria ao  então Cardeal Ratzinger na época que o livro foi escrito, porém, agora os tradicionalistas querem dar-lhe poder de Encíclica Papal citando textos deste livro como se fossem ordens e normas para a Igreja e principalmente para os Carismáticos.

Uma farsa como esta deve ser tratada como farsa “MENTIRA”, pois a frase foi retirada de seu texto original e aplicada em outro contexto diferente, é por este motivo que os Blog’s Tradicionalistas não tem o menor respaldo de credibilidade, vamos derrubar esta farsa de uma vez por todas, divulguem esta verdade de todas as maneiras possíveis.



Uma outra mentira também muito divulgada pelos tradicionalistas é que a “Santa Missa” é o “SACRIFÍCIO DE CRISTO NA CRUZ” o que NÃO é uma “MENTIRA TOTAL”, mas sim uma “MEIA VERDADE” e não totalmente verdade, porque a Santa Missa é uma atualização da VIDA, SACRIFÍCIO, MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO” e não somente o SACRIFÍCIO, pois de nada adiantaria o Sacrifício de Cristo se Ele não houvesse ressuscitado, toda a história de nossa Salvação é atualizada ali na Santa Missa, as vezes se evidência mais uma parte e as vezes mais outra parte, dependendo do tempo Litúrgico.

Veja uma frase que retirei do site Montfort o maior baluarte tradicionalista referente a este assunto:

“A Missa torna presente o sacrifício de Cristo, não se acrescenta a ele e não o multiplica” [20].

Fica claro aqui que os próprios Tradicionalistas conhecem muito bem a VERDADE, mas que porém, fazem questão de suprimi-la ou esconde-la falando apenas a parte da verdade que lhes convém, pois aqui nesta frase que defende exatamente o fato de que na missa se torna presente o Sacrifício de Jesus agora pretendem resumi-la apenas a este fato, esquecendo-se dos outros motivos pelos quais nos reunimos para louvar a Deus na Santa Missa.  O Sacrifício de Jesus está presente sim no ato da consagração, mas não no ato da aclamação da palavra e nem no hino de louvor, pois ali está o Cristo vivo sendo aclamado como Rei e Senhor do universo que chega a Jerusalém no domingo de Ramos uma semana antes de sua morte, sendo assim, quem quer uma Santa Missa pela metade?   Nós queremos é participar de uma Santa Missa por inteiro.

Jesus ressuscita para a Vida eterna frente aos nossos olhos durante a Santa Missa e assim se doa como um presente a nós para que também nos tornemos participantes de sua VIDA plena, não existe um momento para expressarmos a nossa alegria melhor do que este.  A Igreja celebra acima de tudo a alegria da Ressurreição e diante desta ressurreição não há como o homem se manter triste, pois é neste ato de Jesus que cada um de nós recebe a Salvação eterna.

Da mesma forma que seria impossível visualizarmos Maria aplaudindo a morte de Jesus na cruz também é correto dizer que seria impossível não visualizarmos Maria com o maior sorriso, pulando de alegria, batendo palmas, correndo ao encontro de Jesus gritando e pulando além de dar milhões de beijos em seu Filho querido assim que ela o avistou VIVO pela primeira vez no Domingo de Páscoa, lembrando uma frase bíblica que diz “A tristeza pode durar uma noite, mas a alegria vem pelo amanhecer” e neste caso em particular, as trevas reinaram na terra por exatamente 39 horas apenas, porque depois da ressurreição de Cristo foi decretada a Vitoria sobre a morte que era o único trunfo que o inimigo de Deus mantinha em suas mãos desde o pecado original, mas agora graças à ressurreição de Cristo nós temos o direito de receber a vida eterna ao lado do Pai.



PODEMOS SIM CONTINUAR A BATER PALMAS NA SANTA MISSA.

A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.



A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.



Palmas na missa: sim ou não?

(Por Pe Rafael Fornasier – Julho de 2010)

Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida,  Bioética e a Família, da CNBB. 



Podemos Bater Palmas Na Missa ! < outro Post

A questão do respeito à liturgia da Igreja tem atualmente suscitado vários debates sobre temas como procissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, cantos, missas tridentinas, manifestação de carismas extraordinários etc. Obviamente que tais temas não estão todos no mesmo nível ou no mesmo grau de valor, quando se refere a uma maior ou menor adequação às normas litúrgicas da Igreja. É o caso do questionamento que se pode levantar sobre BATER PALMAS durante a celebração da missa.

Antes de se tentar fazer brevemente aqui algumas considerações no tocante ao respeito da liturgia da Igreja, o que se pode dizer sobre as palmas em si?

Já há muito que, em tantas culturas – por que não dizer em todas, mesmo se com maior ou menor freqüência – se expressa os afetos com as palmas. Para manifestar entusiasmo e motivação ou para entusiasmar e motivar, as palmas são usadas de forma rítmica ou não.

Grandes aclamações de personalidades públicas, apresentações artísticas ou o simples fato de reconhecer algo bem feito, são acompanhados de palmas como sinal de ovação, reverência ou reconhecimento.

O ritmo de cantos e danças muitas vezes se inicia com palmas ou as gera. E até mesmo uma boa e sã gargalhada às vezes é completada com palmas, na exteriorização corporal das emoções. Este gesto que consiste em bater uma mão contra a outra, produzindo um som não é tão anódino quanto parece. Ademais, muito se poderia discorrer sobre quanto significado há as mãos. No contexto bíblico, deparar-se-á com um grande número de expressões que empreguem a “mão”, muitas vezes personificada, a fim de designar a intenção mais profunda do próprio sujeito agente. Assim as mãos são levantadas para exprimir a atitude de oração (cf. 2Mac 3,20; 1Tm 2,8) Encontrar-se-ão as palmas de aclamação a um rei (cf. 2R 11,11); o profeta bate palmas enquanto profetiza (cf. Ez 21,19); há também as palmas de censura e reprovação dos atos (cf. Ez 6,10; Lm 2,15); e até Deus bate palmas (cf. Ez 21,22)! Num hino de louvor, a natureza é convidada a exultar de alegria com as palmas (cf. Is 55,12; Sal 97,8), antropomorfismo que revela suas verossímeis raízes na liturgia do povo. Diz o salmo 46 (tradução da Bíblia Ave Maria): Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Coré. Povos, aplaudi com as mãos, aclamai a Deus com vozes alegres, porque o Senhor é o Altíssimo, o temível, o grande Rei do universo. Ele submeteu a nós as nações, colocou os povos sob nossos pés, escolheu uma terra para nossa herança, a glória de Jacó, seu amado. Subiu Deus por entre aclamações, o Senhor, ao som das trombetas. Cantai à glória de Deus, cantai; cantai à glória de nosso rei, cantai. Porque Deus é o rei do universo; entoai-lhe, pois, um hino! Deus reina sobre as nações, Deus está em seu trono sagrado. Reuniram-se os príncipes dos povos ao povo do Deus de Abraão, pois a Deus pertencem os grandes da terra, a ele, o soberanamente grande. Portanto, isto deixa entrever uma liturgia celebrada alegremente pelo povo de Israel, com instrumentos, ritmos, aclamações, na qual o corpo também está bastante envolvido. Tal fato se confirma em outros textos bíblicos (cf. 1Cr 16, 42; 1Cr 23,5; 2 Cr 7, 6; 2Cr 30,21; ). Seria fastidioso citar aqui todos os textos que mencionam os músicos, os corais, os instrumentos e os cânticos, através dos quais a alegria da música hebraica se traduz, dando lugar também aos afetos e sentimentos de todos os tipos e assumindo os gestos corporais.

Significativo é o texto de 2S 6,5: “Davi e toda a casa de Israel dançavam com todo o entusiasmo diante do Senhor, e cantavam acompanhados de harpas e de cítaras, de tamborins, de sistros e de címbalos”.   Seria difícil não imaginar o uso das palmas em tais celebrações.

Certamente que a liturgia da Igreja não é a mesma da época de Davi e do povo de Israel. Contudo, a liturgia da Igreja assumiu muitos traços das celebrações hebraicas, mantendo com estas uma grande semelhança nos primeiros séculos. Na época apostólica, para a celebração litúrgica, “se fala também de louvor de Deus, e oração de intercessão. Aqui se vê a continuidade com a tradição sinagogal que, no culto sabatino, faz uso das berakot (= orações de bênçãos) no contexto da leitura da Palavra de Deus e da sua explicação; Jesus era habituado a frequentar esta liturgia na sinagoga em dia de sábado (Lc 4,16-21)”

1. O questionamento, que se fará necessário, concerne não somente a história da liturgia, mas também a história da música sacra. Pois assim como a liturgia cristã teve suas influências sinagogais e seu desenvolvimento no encontro com outras culturas, assim também a música se desenvolverá e passará por diferentes estilos ao longo da história do culto cristão. Talvez, em certos momentos da história, um determinado estilo musical tenha sido mais valorizado na liturgia do que outros. Porém, na Constituição Dogmática Sacrosanctum Concilium, percebe-se que, ainda que o canto gregoriano tenha uma grande estima, não há nenhum estilo musical concreto que possa ser mais sacro do que outros, aprovando e aceitando “no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas” (SC 112).

Ainda que haja palmas para diferentes situações, como já foi acima mostrado, é no âmbito da música litúrgica que justamente elas poderão assumir uma razão de ser e um sentido, os quais não ofendem a liturgia da Igreja em suas rubricas, e menos ainda o centro do mistério celebrado. Ademais isto também não significa que se estaria a forçar uma introdução das palmas no rito romano ou que se precisaria de uma autorização expressa, haja vista que os documentos da Igreja já dão uma margem para tanto.



Como se justificaria isto?

Já no início da parte da SC que trata da música (cf. 112) percebemos esta abertura a uma forma musical que, por seus aspectos culturais que englobam o ritmo e os gestos corporais, seria propensa a admitir as palmas em certas partes da celebração da missa, ato litúrgico por excelência. Quando o documento Musicam Sacram, de 1965, trata da participação do povo na liturgia ele diz o seguinte no n. 15: Esta participação:

a)     Deve ser antes de tudo interior; quer dizer que, por meio dela, os fiéis se unem em espírito ao que pronunciam ou escutam e cooperam com a graça divina.

b) Mas a participação deve ser também exterior; quer dizer que a participação interior deve expressar-se por meio de gestos e atitudes corporais, pelas respostas e pelo canto. Eduquem-se também os fiéis no sentido de se unirem

1 – GIGLIONI, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (BibliotecaLiturgia) 2001. Tradução nossa. interiormente ao que cantam os ministros ou o coro, de modo que elevem os seus espíritos para Deus, enquanto os escutam

2 .  Seria um erro pensar que dentre estes gestos corporais estariam as palmas, particularmente em certas culturas, nas quais os gestos assumem um papel relevante? Parece que a CNBB entende que não. Para uma cultura mestiça como a do povo brasileiro, repleta de elementos indígenas, europeus e africanos, o texto de um estudo da CNBB (n. 79) admite palmas como fazendo parte da liturgia. Por exemplo, para as aclamações, como participação do povo, devem ser incentivadas e mais variadas, através do canto, das palmas ou dos vivas

3 .  Ou ainda, para a acolhida inicial, “oportunamente, gestos da assembléia poderão intervir, por exemplo, acolher-se mutuamente através de saudações aos vizinhos, bater palmas, dar vivas em honra ao Cristo Ressuscitado, a Nossa Senhora, ao Padroeiro(a), em dia de festa etc.”

4 . Poder-se-ia objetar afirmando que os textos não tratam da música. Todavia, quando se procura interpretar o que o texto da SC diz nos números 118 e 119, deduz-se que haveria possibilidade de um acompanhamento do canto com as palmas. No n. 118, o Concílio afirma que se deve promover “muito o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar tanto nos exercícios piedosos e sagrados como nas próprias ações litúrgicas, segundo o que as rubricas determinam”. Entenda-se o canto popular religioso como aquele que assume os traços da música popular de um país, com seus ritmos, harmonias e melodias característicos.

Ora, em várias tradições populares da música brasileira e de tantos países, encontra-se o acompanhamento das palmas.

O número seguinte do documento acrescenta: “há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos como na adaptação do culto à sua índole, segundo os art. 39 e 40”. Portanto, o ensinamento conciliar já previa e incluía as diferentes tradições musicais – reconhecidas pelas autoridades eclesiásticas territoriais competentes – que certamente englobam variadas formas de expressões corporais. Por outro lado, há uma grande necessidade de formação litúrgica, a fim de evitar os excessos, como por exemplo, as palmas em momentos indevidos ou o incentivo exagerado às mesmas. Uma boa formação litúrgica atentará para o bom senso, à harmonia, à sobriedade e ao decoro, de tal forma que as manifestações exteriores na participação da celebração da missa não sobrepujem a adesão e a atenção interiores requeridas como primordiais.  Desde modo, conhecendo bem as características dos cantos que acompanham as distintas partes da celebração eucarística, evitar-se-á, por exemplo, palmas acompanhando o canto de comunhão, cuja índole é mais meditativa. Mesmo com a aprovação da CNBB, também as aclamações com palmas devem ser empregadas com parcimônia. Melhor seria reservá-las para os domingos “festivos”, solenidades ou nos momentos de grandes encontros de uma diocese. Assim como os músicos recebem uma formação musical no tangente à unidade e harmonia do conjunto, toda a assembléia também pode e deve estar atenta à este aspecto no tocante às palmas. Normalmente, um instrumento de ritmo tem seus momentos fortes e fracos,

2 Ver também n. 30 da SC.

3 Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.

4 Ibid., n. 244. assim como os outros instrumentos. Todos assumem uma justa medida de intensidade e volume que é prevista pela partitura. Isto também faz parte da harmonia e da estética musical.  Quando se trata de palmas, que compõem o conjunto celebrativo-musical, o discurso é  análogo. Portanto, será de grande proveito para a beleza da celebração litúrgica uma educação quanto ao emprego das palmas. Será, algumas vezes, uma situação de crescimento mútuo,  haja vista que se um irmão ou irmã está batendo palmas exageradamente, de modo descompassado ou em momentos inoportunos, uma gentil correção será oportuna.

Por fim, resta lembrar que as palmas não são obrigatórias e por isso nunca devem ser impostas a ninguém. O acolhimento de uma comunidade velará para que todos se sintam à  vontade e não em situações desconfortáveis durante as celebrações. A caridade manifestada no acolhimento e no desejo de fazer os outros participarem ativamente da celebração, deve caminhar junto com a necessidade de acolher o mistério vivido e celebrado através do culto oferto na e pela Igreja.

Pe Rafael C. Fornasier

Obs. do Blog. Padre Rafael finaliza este texto dizendo que as Palmas apesar de poderem fazer parte do culto litúrgico não devem ser impostas obrigatoriamente ao povo, isto porque quando este texto foi escrito não havia ainda o costume de se usarem palmas na Santa Missa, mas com o tempo o povo foi se acostumando e aceitando este fato sem nenhuma opressão e agora movimentos anti-vaticano II querem retroceder o espaço que a Liturgia avançou nestes anos todos pós Conciliar e atacam radicalmente a abertura que se deu à inculturação do canto litúrgico com o ato de cadenciar o rítimo com palmas, o que facilita em muito a participação do publico na execução de uma musica em louvou a Deus.  Eu aproveitaria aqui esta frase anterior de Pe. Rafael dizendo que: assim como não podemos obrigar os tradicionalistas a baterem palmas em suas celebrações, esperamos também que eles não imponham a sua vontade sobre os demais Católicos proibindo-os de se alegrarem nas celebrações e principalmente impedindo-os de baterem palmas com justificativas infundadas de que isto tornaria a Santa Missa um culto pagão ou simplesmente se assemelhariam à um culto evangélico.   Lamentavelmente eu gostaria de dizer ainda que:  Não é porque evangélicos batem palmas em seus cultos que nós Católicos estaríamos impedidos de bater palmas em nossas Missas e assim como existe esta diferenciação em nossas celebrações, no meio evangélico também existem cultos em que é expressamente proibido bater palmas e só é permitido que se toque um piano como acompanhamento musical, sendo assim, se bater palmas é ser protestante, aquele que não bate palma se assemelha aos protestantes tradicionais que proíbem o povo de bater palmas ou tocar qualquer instrumento musical no culto e o seu discurso é exatamente o mesmo que dos Tridentinos Católicos.

[1] Giglioni, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (Biblioteca-Liturgia) 2001. Tradução nossa.

[2] Ver também n. 30 da SC.

[3] Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.



Podemos Bater Palmas Na Missa !


Preferi usar neste Título um ponto de exclamação! Pois exprime não uma interrogação, nem uma afirmativa, mas o espanto de uma nova descoberta para a maioria de nós Católicos:




Que descoberta ?


Podemos sim bater palmas nas Missas?   É uma pergunta recentemente discutida em toda parte e muitos gostariam de imputar um silêncio fúnebre como velório na maior celebração da vida que conhecemos, pois na Santa Missa se relembra sim o momento que Jesus morreu na cruz, mas acima de tudo celebramos o fato que dividiu a historia em duas partes.  A verdade de um homem ter voltado dos mortos depois de ter sido declarado morto e sem nenhuma gota de sangue correndo em suas veias conforme a visão profética de Ezequiel 37.

As palmas nada mais são que um acompanhamento rítmico e cadencial das musicas que no contexto Litúrgico seriam apenas um instrumento musical tanto quanto um violão ou um tambor que sempre foram utilizados nos cultos a Deus como instrumentos de Louvor como declara o Rei Davi em diversos de seus Salmos.

(Salmo 150) 1 – Aleluia. Louvai o Senhor em seu santuário, louvai-o em seu majestoso firmamento. 2. Louvai-o por suas obras maravilhosas, louvai-o por sua majestade infinita. 3. Louvai-o ao som da trombeta, louvai-o com a lira e a cítara. 4. Louvai-o com tímpanos e danças, louvai-o com a harpa e a flauta. 5 .Louvai-o com címbalos sonoros, louvai-o com címbalos retumbantes. Tudo o que respira louve o Senhor!

Sendo assim, todo instrumento musical incluindo o som de nossas mãos batendo uma contra as outras em forma de louvor podem e devem fazer parte do nosso culto de louvor a Deus, desde que seja no momento Litúrgico oportuno e Não bater palmas nos momentos inoportunos ou em épocas ou dias que realizamos uma Liturgia mais voltada ao Silêncio e à Meditação.

Jamais podemos esquecer de que os dois pontos máximos de nossa Fé devem se expressar na Liturgia totalmente voltada para a alegria, Pois no Natal comemoramos a alegria do nascimento de Jesus e na Páscoa comemoramos a alegria da Ressurreição de Jesus.

Observação 1 – Uma coisa deve ficar bem clara, as palmas que acompanham musicas não devem ser confundidas com aplausos, parabenizações, comemoração ou barulho de qualquer outra natureza que atrapalhe o sentido litúrgico do momento e sim apenas como um instrumento de louvor ao Pai.

Até bem pouco tempo atrás estaria terminantemente proibido o uso de palmas de qualquer espécie na Liturgia da Santa Missa Católica, mas seria mesmo proibido ou seria apenas um desuso momentâneo e uma má interpretação do que realmente significa cada parte de nossa verdadeira Liturgia?

A Liturgia do Rito Romano utilizado na Igreja Católica é composto de várias partes distintas com objetivos distintos e complementares, assim como a vida e a ação de Jesus neste mundo não se expressa em apenas uma frase, ou em apenas um só de seus atos ou milagres, também a Liturgia serviria para nos situarmos e relembrarmos cada fase do que seria necessário para nossa Salvação plena, sendo assim, ela é composta de momentos de acolhida, perdão, cura, libertação, suplica, alimento corporal, alimento espiritual, meditação da vida morte e Ressurreição de Jesus, louvor, adoração, confraternização, avisos, comentários e despedidas; Partes que se expressam particulares dentro de um todo e que em si mesma “EM SEPARADO” teriam as suas particularidades e que dentro do todo deveriam ser bem expressas e não suprimidas por uma outra parte qualquer.  Isto significa que uma acolhida deve ser sempre feita com alegria para se cativar o visitante que chega, para que ele se sinta bem recebido na casa de Deus.   Da mesma forma o momento em que meditamos a morte de Jesus deve ter um ar de respeito e silêncio de meditação até o momento em que o Sacerdote levanta o Pão e o Vinho o Consagrando a Deus.   Neste exato momento a nossa Fé reconhece o Jesus Ressuscitado, pois acontece ali o milagre da Transubstanciação e o pão se torna Verdeira Carne do Cristo Vivo e presente no meio de nós, neste momento aquele que estava morto volta à vida e a nossa tristeza deve se transformar em verdadeira alegria como profetizou Jesus Em (S. João 16, 20).



Jesus ressuscita para a Vida eterna frente a nossos olhares e assim se doa como um presente a nós para que também nos tornemos participantes de sua VIDA plena, não existe um momento para expressarmos a nossa alegria plena melhor do que este, não existe ninguém que não se alegre e faça uma festa quando recebe uma vida nova, logo não existe motivo para chorar ou ficarmos de luto e sim para soltarmos fogos e por que não aplaudirmos aquele que agiu para conosco com tamanha Misericórdia?

Não podemos compreender o mistério da vinda de Jesus a este mundo apenas por seu nascimento, nem apenas por sua morte e muito menos apenas por sua Ressurreição, mas é a união destes momentos de extrema alegria, tristeza e depois Alegria extravasante em uma só celebração que nos faz compreender por completo qual foi a grande obra do amor de Deus neste mundo.



Eu também poderia ter colocado o título deste post usando um ponto de interrogação:

Podemos Bater Palmas Na Missa ?

Como se eu não soubesse a verdade sobre este assunto ou na verdade estaria usando um truque Psicológico de se quebrar um “PARADIGMA“, ou seja, melhor explicando, “Blefar em um jogo de cartas e esperar a reação do oponente”, sendo assim a verdade se tornaria apenas um jogo de “BLEFE” e não uma “VERDADE ABSOLUTA”, Isto seria uma opinião especulativa e não uma resposta definitiva sobre o tema, uma mera forma de ensinar a minha maneira de pensar e induzir as outras pessoas a pensarem o mesmo que eu penso.   Poderia ainda usar o texto de alguém no passado e desprezar outro texto que expressa um pensamento diferente, até mesmo escrito por um Santo de maior Renome Teológico, desde que este texto dissesse o que eu queria dizer e não o que eu não gostaria que soubessem, mas, bem sabemos que sobre este assunto muitos expressaram suas opiniões, mas ninguém jamais quis fazer delas uma regra eterna acima da vontade Divina.

Poderia também lhes responder porque Sim e NÃO porque Não. contestando aqueles que difundem a ideia do “Porque NÃO” e nem sequer aceitam discutir teologicamente o “Porque SIM”

Poderia Também usar um ponto no final desta frase e simplesmente afirmar que sim e pronto.

PODEMOS BATER PALMAS NA MISSA.

Outros Textos em sequencia a este:

A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.

Papa Proibe Bater Palmas na Santa Missa.

A verdade porém é que existe uma controvérsia sobre este assunto em particular e por muitos e muitos anos prevaleceu a execução de um Rito humano em que se preferia não Louvar a Deus com Palmas e sim apenas com o SILÊNCIO.   Da mesma forma que poderíamos interpretar mal um bater de palmas rítmico em acompanhamento aos louvores musicais com um simples aplauso à um ser humano qualquer, poderíamos também interpretar o silêncio como uma ausência completa de louvor e também uma ausência completa de Fé, simplesmente pelo fato de que ninguém saberia o motivo pelo qual se estaria em Silêncio uma vez que todos estariam sempre em silêncio e não se pode ensinar nada apenas através do Silêncio pois a própria palavra de Deus afirma em (Rom. 10) que nossa fé vem de ouvir a Palavra de Deus, se não ouvimos e não expressamos o nosso louvor de forma audível não podemos avaliar o grau de perfeição deste Louvor, se bem que o próprio Jesus se manifestou a este respeito quando descia do Monte das Oliveiras se direcionando a Jerusalém naquele Primeiro domingo de Ramos da História:

(São Lucas 19, 37) – Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. 38. E dizia: Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus! 39. Neste momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: Mestre, repreende os teus discípulos. 40. Ele respondeu:

Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!

Lamentavelmente existem ainda muitos Fariseus e Tridentinos neste mundo que querem calar a voz daqueles que Louvam a Deus de todo Coração pela Alegria de nos ter enviado seu Filho Amado Jesus.

É uma pena, porque para eles as pedras clamarão e louvarão a Deus, pois ainda existem homens que possuem coração mais duro do que as pedras, é uma pena também porque não poderemos identificar estes homens como filhos de Deus e herdeiros dos céus, pois preferem o silêncio  e as trevas de seus segredos e pecados do que a graça de se manifestarem visivelmente como um filho que ama a Deus de todo coração.

A maneira correta de usarmos as Palmas em uma celebração Litúrgica é exatamente observarmos os momentos em que deveríamos expressar a nossa alegria e jamais bater palmas nos momentos de pesar, pois é por não saber observar estes momentos e abusarem da distração do Sacerdote, que alguns ministros de música podem cometer erros graves, mas tudo isso é apenas uma questão de aprendizado e aperfeiçoamento e não de proibição irrestrita.

O texto abaixo foi utilizado como resposta a um Blog defensor do “NÃO BATER PALMAS DE FORMA ALGUMA NA MISSA”, inclusive desobedecendo as regras Litúrgicas utilizadas pela Igreja Católica atualmente depois do Concílio Vaticano II em defesa de regras utilizadas no Rito Tridentino que deixaram de ser utilizadas como Rito “ORDINÁRIO” a mais de meio século.



Segue o texto:

Salve Maria

Deus seja Louvado

Caro Irmão, bem vejo a sua boa intenção em ensinar a verdade e propagar o respeito à santíssima Missa Católica, mas não podemos apenas observar que Maria derramou suas lágrimas pelo sofrimento de seu amado filho Jesus e uma espada transpassou seu coração com a dor mais terrível da terra e não somente ela pôde sentir esta dor, até mesmo seus discípulos presenciaram o apagar de uma luz, até mesmo da luz do sol que brilha ao meio dia e a esperança de Salvação para este mundo, tanto é que após a morte de Cristo nada mais se poderia fazer pela Salvação deste planeta e por isso alguns discípulos se dispersaram e voltaram para suas casas em Emaús tristes e abatidos e até compartilharam sua tristeza com um peregrino que encontraram pelo caminho, só restava agora morrer de tristeza.    O que eles não sabiam, porque sua falta de Fé os cegava, era que aquele peregrino era já o próprio CRISTO VIVO E RESSUSCITADO NO MEIO DELES.  Como podemos nos entristecer pela morte daquele que está vivo?  Como podemos fazer um velório de alguém que não morreu? como podemos permanecer tristes e abatidos sabendo que a fonte de nossa alegria é eterna? como podemos não manifestar a nossa alegria através de nossos aplausos e cânticos de júbilo em louvor àquele que morreu por nós ou antes, Daquele que ressuscitou dos mortos para nos dar a certeza da vida eterna ?   Não se esqueça que a Igreja Santa Católica e Apostólica Romana deve acreditar que Jesus está realmente vivo e presente na Ostia Consagrada, logo, mesmo que por um curto espaço de tempo Jesus tenha estado morto, em seu CORPO FÍSICO CARNAL, ELE NA VERDADE NUNCA ESTEVE MORTO PARA QUE PUDÉSSEMOS TEMER PELA PERCA DE NOSSA SALVAÇÃO.  JESUS MESMO DECLARA QUE quando Ele anunciou a sua morte, os corações de seus Discípulos se entristeceram e Ele mesmo os conforta dizendo que este momento seria breve e foi tão breve, que nem podemos comparar miseras 39 horas com uma eternidade que desfrutaremos a presença de Jesus em nossas vidas presentes e futuras.  Se portanto, agora seu coração se entristece por saber que Jesus morreu, muito mais há de se alegrar em saber que Jesus NÃO MORREU e jamais morrerá, pois Ele é Deus e é eternamente presente no meio de seu povo.

In Corde Jesu at Mariae, Semper



João Paulo II já é Beato.

João Paulo II tinha a força

de um gigante, diz papa

Bento XVI

Foto Gigante de João Paulo II - Especialmente confeccionada para sua Beatificação em 1º de Maio de 2011

Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.

A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é ainda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa. Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel.

A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995.

A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria. Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

Rádio Vaticano

Coração Fiel

Mais de 1 milhão de pessoas acompanharam a Beatificação de João Paulo II.


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