Santa Missa Diária – OnLine – SantaCarona.





SANTA MISSA DIÁRIA ONLINE


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Todos os dias a partir das 19:00 hs iniciando com o Santo Terço e as 19:30 hs a Santa Missa.

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A importância de ir à Missa aos domingos!



Este tema é o teor da catequese semanal com o Papa Francisco.


“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro”





Cerca de 7 mil pessoas participaram da catequese semanal com o Papa, hoje. Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, o Papa Francisco falou sobre a importância de ir à missa aos domingos.Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’.

Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.

E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.

“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa.

“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é  para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.

“Infelizmente há comunidades cristãs que não podem ter Missa todos os domingos; mas também elas são chamadas a recolher-se em oração, nesse dia, ouvindo a Palavra de Deus e mantendo vivo o desejo da Eucaristia”.

“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a força de que necessitamos para viver com coragem e esperança os nossos dias”.

Concluindo, por que ir à missa aos domingos?

“Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.

Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus.

 

Antoine Mekary | ALETEIA | I.MEDIA

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Vatican News | Dez 13, 2017 (Rádio Vaticano)



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“10 Boas Razões e muitas outras”





10 Boas Razões para ir à Missa aos Domingos.


A maioria das pessoas não têm o costume de frequentar a Santa Missa aos Domingos, talvez porque não são Católicas ou não possuem fé.  Podem achar entediante e preferem um futebol que é mais divertido ou talvez porque ignoram o verdadeiro valor e importância da participação na Santa Missa, portanto oferecemos aqui essas Dez boas razões para não deixar de ir à Missa todos os Domingos e nas festas de guarda “Feriados”, espero que principalmente os Católicos conheçam essas razões.  

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

Consertar_o_mundo

“10 Boas Razões e muitas outras”

1. É um Mandamento da lei de Deus

  • “Lembra-te de santificar o dia de sábado. *” Ex. 20,8

“Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. 10.Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o estrangeiro que está dentro de teus muros.“ Êxodo, 20,9,10

2. É um Mandamento de Jesus

  • “ Isto é o meu CORPO, que é dado por vós;
  • fazei isto em memória de mim”.
  • São Lucas, 22,b19

3. É um Mandamento da Igreja

1 – Participar da missa inteira aos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho.

4. Por que a Igreja fala com tanta autoridade?

  • Jesus Disse a Pedro

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha ; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.* Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.*     “ São Mateus, 16,18-19”

5. É uma atualização do Sacrifício de Jesus na Cruz

Antes de mais nada a missa é o Sacrifício Perfeito criado por Jesus.

Através do Sacerdote oferecemos Jesus em corpo, sangue, alma e Divindade a DEUS Pai assim como Jesus ofereceu a si mesmo ao Pai por amor a nós naquela cruz.

6. Não é apenas um Símbolo!

1 – Quando recebemos a Santa comunhão, recebemos o próprio Cristo em nós.

2 – A Transubstanciação Tornam pão e vinho verdadeira carne e verdadeiro Sangue de CRISTO.

7. Buscar as Bênçãos de Deus.

“E Eu vos digo: pedi, e vos será dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberta. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá.“ São Lucas, 11,9

“Buscar-me eis e me achareis quando me buscardes de todo coração” Jer 29,13

Porém, como alcançar as graças de Deus?  se na prática as pessoas se afastam da fonte de todas as graças que é a Santa Missa onde o dispensador de todas as graças se faz presente de coração aberto e ouvidos atentos à todos aqueles que o buscam.

7 ct.   “Durante a noite, o Senhor lhe apareceu: “Ouvi – disse ele – tua oração e escolhi este lugar para que seja o templo no qual me oferecerão sacrifícios. Quando eu cerrar o céu e não houver mais chuva, quando ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou quando enviar a peste contra meu povo, se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto do céu e sanarei sua terra. Doravante, meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos às preces feitas neste lugar, 16.pois, para o futuro, escolho e consagro este templo para que meu nome nele resida para sempre; meus olhos e meu coração estarão nele para sempre.”
II Crônicas, 7,12 a 16 – Bíblia Católica Online

8. É uma Tradição

Desde o princípio o Cristianismo foi perseguido tanto em Jerusalém e em Roma, por assim dizer não existia um local apropriado onde pudessem se reunir com segurança para louvar a Deus, porém a Igreja não é o Templo de pedra em si e sim as pessoas que se reúnem em COMUNIDADE.

“Como os Cristãos estavam condenados à morte na situação política social da época, em varias ocasiões o único refugio era a Comunidade que se reunia às escondidas para rezar e Celebrar a Santa Missa.

Esta foto representa uma situação nas Catacumbas Romanas onde os Cristãos se escondiam para Louvar e Adorar a Deus através das Celebrações Litúrgicas.

9. É um ato de União

“Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste.” São João, 17

“A Celebração da Santa Missa é um ato comunitário onde todos se unem em um só corpo, uma só alma e um só Espírito em louvor a Deus.

Jesus Disse: Onde dois ou mais se reunirem em meu nome Eu estarei presente no meio deles.

A Igreja é o CORPO DE CRISTO, O templo VIVO de Cristo.

 “Achegai-vos a ele, pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus; e quais outras pedras vivas, vós também vos tornais os materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo, para oferecer vítimas espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.” I São Pedro, 2,4

”Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.”   I Coríntios, 12,27 

10.  DAR GRAÇAS A DEUS

“Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.”  I Tessalonicenses, 5,18

A oração eucarística se inicia assim: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.

Não somos filhos mal agradecidos, por isso é sempre de bom tom ir à casa do Pai agradecer por tudo que nos tem feito de bom.

12. “Dai graças ao Senhor porque ele é bom, e eterna é sua misericórdia.” Salmos, 117

13. “Os que receberam a sua palavra foram batizados. … Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações.* De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém, … Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. … Unidos de coração, frequentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, que estavam a caminho da salvação.*“

Atos dos Apóstolos, 2,41ss 



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É obrigatório ir à missa todo Domingo?



Esta é uma pergunta bastante comum entre jovens e adolescentes, geralmente a usam quando querem ouvir uma resposta negativa, pois se a resposta for positiva não a aceitam e começam a usar desculpas e contestações para justificar sua atitude negligente.

Poderíamos responder a este questionamento de diversas maneiras, até deixarei abaixo alguns Link’s indicando algumas destas boas respostas, mas quero dedicar este post à uma resposta de Pe. Cido Pereira direcionado à uma jovem, uma resposta que aos olhos de muitas pessoas pode parecer inconsistente e até irresponsável, porém a sua resposta é exatamente aquela que todos precisam ouvir, pois como já nos dizia São Paulo em sua carta aos Coríntios cap. 13 “Mesmo que eu doe o meu corpo para ser queimado, se não tiver AMOR, de nada me valeria…”.

Baseado nesta máxima ouçamos então a resposta de Padre Cido:



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Fernanda – Joinville/SC

Fernanda Pergunta: Pergunta: Olá  Pe. sua benção! estou com uma duvida e penso que você poderá me ajudar. É preciso ir todo domingo ou final de semana a missa?
eu não tenho conseguido ir e minha mãe fala que é errado, porem eu penso que não adianta eu ir todos os finais de semana se não estiver bem para receber o corpo de Jesus, gosta ria de uma resposta pois isso tem me intrigado muito! Um abraço que Deus o abençoe


Pe. Cido Responde:

Fernanda.

Se você entende que ir à missa todos os domingos é uma obrigação, não vá. Se você entende que ir à missa todos os domingos é bobagem, não vá.

Se você entender que ir a missa todos o domingos é muito chato, não vá.

Se você entende que ir à missa aos domingos é perda de tempo não vá.

Se você entender que não ir à missa aos domingos é pecado, não vá.

Vá à missa todos os domingos, Fernanda, somente nas circunstâncias abaixo:

Quando você entender que ir à missa é uma resposta de amor a Deus por todo o amor que você recebe dele constantemente;

Quando você entender que é preciso alimentar a sua fé com a palavra de Deus e com o Pão da vida que é Jesus;

Quando você entender que você participa de uma grande família e que, quando você não vai seu lutar fica vazio na mesa;

Quando você entender que não basta ter fé, é preciso viver a sua fé;

Quando você entender que o domingo é dia de curtir a família, os amigos, a vida, mas também é dia de curtir o Deus maravilhoso que te ama de todo coração.

Sabe, Fernanda, certamente você já deve ter experimentado aquela sensação de que a missa não muda. É tudo igual, tudo repetitivo, etc. Lembre-se, porém, que sua família não muda e você a ama mesmo assim; sua escola é a mesma, e você a freqüenta todos os dias; seus amigos são os mesmos e você não se enjoa deles. Você vai ouvir também de muita gente que ir à missa só vale quando a gente tem vontade. Eu também acho. Mas acho também, querida, que devemos educar a nossa vontade para querer coisas boas que nos fazem crescer que nos fazem felizes.

Pense no que eu disse, viu Fernanda? E vai daqui um abraço deste amigo aqui de São Paulo.

http://www.resultspromocional.com.br/index_arquivos/Page13167.htm

A_Igreja_é_Jovem


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Educacao_filhos 2 Caminho_igreja_2
Nao_se_metam_na_minha_vida

Fidelidade à Liturgia Católica.


Dom João Wilk ao assumir a Diocese de Anápolis Discursou dizendo:



“Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.”



Acompanhe o Discurso Completo de Pose de Dom João Wilk.



SEREMOS FIEIS À LITURGIA QUANDO A CONHECERMOS BEM.


Fidelidade (do latim fidelitas pelo latim vulgar fidelitate é o atributo ou a qualidade de quem ou do que é fiel (do latim fide ou fido), para significar quem ou o que conserva, “mantém”, preserva mesmo as suas características originais, pode-se dizer quem ou o que mantém-se fiel à referência.
Fidelidade implica confiança e vice-versa, e essa relação de implicação biunívoca aplica-se quer entre dois sujeitos (humanos), quer entre determinado sujeito e o objeto sob sua consideração, que, a seu turno, também pode ser abstrato ou concreto. Essa co-significação originária mostra-se plena quando se trata de dois sujeitos, ambos com capacidade ativa, pois, nesse caso se pode invocar o correlato confiança (<latim cum = “com, a significar em conjunto, ou também” + fidere, fide, fido = “fé, certeza previamente, mutuamente assentida”

ConjugalFidelidade conjugal

É a manifestação da fidelidade no domínio de uma relação conjugal — qualquer que seja a sua natureza em figuras e/ou em papéis de gênero —, que pode ser recíproca, mutuamente acordada e assentida, ou unilateral, acordada ou não. Implica necessariamente em mútua confiança, aceita esta e considerada como a base da estabilidade relacional. Sem dúvida, existe um equívoco generalizado no identificar fidelidade com sexualidade. Conquanto possa envolver também o aspecto sexualidade relacional — é o mais usual —, não se lhe prende exclusivamente, todavia, dado que há acordos de fidelidade que prescindem da vivência ou até da ideia de sexualidade, esta, per se, também ampla por demais em sua significação.

Liturgia

A palavra liturgia (do grego λειτουργία, “serviço” ou “trabalho público”) compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas[1]

Significado da liturgia

Para os cristãos, Liturgia, é, pois, a atualização da entrega de Cristo para nossa salvação. Cristo entregou-se duma vez por todas, na Cruz. O que a liturgia faz é o memorial de Cristo e da nossa salvação, ou seja, torna presente, através da celebração, o acontecimento definitivo do Mistério Pascal. Através da celebração litúrgica, o crente é inserido nas realidades da sua salvação.

Liturgia é antes de tudo “serviço ao povo”, essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja é o culto é uma representação simbólica (que não se trata de uma encenação uma vez que o mistério é contemplado em “espírito e verdade”) da vida cotidiana do crente em comunhão com sua comunidade.

A Liturgia tem raízes absolutamente cristológicas. Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um “culto agradável a Deus”.


Qual é o Rito Litúrgico Atual da Igreja Católica?



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Rito Romano.


O rito romano é um dos ritos litúrgicos latinos, ou seja, um dos ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica, que se desenvolveram numa zona da Europa ocidental e do norte da África, onde o latim era a língua da educação e da cultura, e que são distintos dos outros utilizados pelas Igrejas de rito oriental que se desenvolveram na Europa oriental e no Médio Oriente

Este rito litúrgico é aquele que predomina na Igreja Católica Latina, que conta com cerca de 98% dos fiéis católicos do Mundo.

Historicamente, a forma do Santo Sacrifício da Missa usada no Rito Romano de 1570 até 1970 (a “Missa Tridentina”) era conduzido, na maioria dos países, inteiramente em Latim eclesiástico, mas no Concílio Vaticano Segundo, no início dos anos 60, foi promulgada uma revisão da Missa, que agora é celebrada em todos os países na língua vernacular (local) além do Latim. Esta revisão, chamada também vulgarmente por movimento de reforma litúrgica, tem sido responsável nos últimos quarenta anos por uma convergência significativa das práticas predicamentais do Rito Latino com as das igrejas protestantes, afastando-as das dos outros ritos católicos, não-latinos.

Uma característica dos novos pontos de vista litúrgicos tem sido um “regresso às fontes”, que se diz que tem origem na redescoberta de antigos textos e práticas litúrgicas, bem como muitas práticas novas. As reformas litúrgicas pós-conciliares (pós-Vaticano II) incluem o uso da língua vernacular (local), uma maior ênfase na Liturgia da Palavra, e a clarificação do simbolismo. A característica mais visível das reformas é a postura do padre. No passado, o padre virava-se de frente para o altar, ficando, consequentemente, de costas para a congregação. As reformas fizeram com que o padre se voltasse para o povo, ficando entre eles o altar, já que este último é o centro da igreja. Isto simboliza, também, o desejo de que a missa se torne mais centrada nas pessoas. Há, todavia, críticos que não concordam com a natureza da missa pós-Vaticano II (conhecida por vezes como Novus Ordo Missae). Em 2003 foi revelado que a Missa Tridentina pré-Vaticano II estava de novo a ser celebrada na Basílica de S. Pedro (embora não no altar principal) e que o Papa João Paulo II começou a celebrar Missas Tridentinas na sua capela privada no Palácio Apostólico, no Vaticano.


Texto traduzido da Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” SUMMORUM PONTIFICUM


O QUE É ISSO?


È Uma Carta do Papa Bento XVI dirigida à toda Igreja Católica.

Tem por Objetivo Esclarecer o Uso dos diversos Ritos presentes na Igreja de Hoje.

: Confira o texto original diretamente do Vaticano em Latim

Sempre foi preocupação dos Sumos Pontífices até o tempo presente, que a Igreja de Cristo ofereça um culto digno à Divina Majestade “para louvor e glória de seu nome” e “para nosso bem e o de toda sua Santa Igreja”…

Art. 1. O Missal Romano promulgado por Paulo VI deve ser considerado como a expressão ordinária da lei da oração (lex orandi) da Igreja Católica de Rito Romano, enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo Beato João XXIII como a expressão extraordinária da lei da oração (lex orandi) e em razão de seu venerável e antigo uso goze da devida honra. Estas duas expressões da lei da oração (lex orandi) da Igreja de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração (lex orandi) da Igreja, pois são dois usos do único Rito Romano.

O Papa Bento XVI Confirma as decisões do Concílio Vaticano II, apenas libera também o uso do Rito Tridentino “Em Latim” de uma forma extraordinária, sendo que de maneira nenhuma deverá substituir o Rito Romano atualmente em uso na lingua vernácula.

Portanto, é lícito celebrar o Sacrifício da Missa de acordo com a edição típica do Missal Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962 e nunca anulado, como a forma extraordinária da Liturgia da Igreja. Estas condições estabelecidas pelos documentos prévios Quattuor abhinc annos e Ecclesia Dei para o uso deste Missal são substituídas pelas seguintes: …

Neste Caso, porém, no momento seria necessário um árduo trabalho de preparação com os Sacerdotes atuais, que estão desacostumados e pouco preparados para executarem de imediato este tipo de celebração, uma vez também que, não ficou como obrigatório esta preparação, somente para aqueles que desejarem. No entanto, já existe em Vários lugares, sacerdotes preparados e já celebrando a Missa de Sempre no Brasil.

Ser fiel à Liturgia de Sempre é portanto seguir as normas da Igreja, no Caso a norma atual. Estabelecida para que todos os Bispos a executem em suas Dioceses.

No Caso do Rito Tridentino Extraordinário, não será correto Celebrá-lo de maneira exclusiva em detrimento do Rito Romano, que deve ser o Rito ORDINÁRIO e aceitável, comumente celebrado nas missas dominicais com o povo.

Portanto quem ensina que o Rito Tridentino é o único correto e será exclusivo na Igreja Católica está cometendo um grande erro.

Devemos ser fieis ao nosso Papa, Ele é aquele que delimita o que cada um deve ou não fazer dentro da Liturgia da Missa e não certos professores de História ou padres isoladamente proclamando a sua própria disciplina de Fidelidade.

O caso de Marcel Lefebvre nos mostra claramente como não ser realmente fiel ao Papa ou à Igreja, como ele mesmo proclamava, estava defendendo a Igreja e até mesmo o próprio Papa dos erros do modernismo que perpetraram a mente dos Bispos Conciliares e acabaram realizando muitas mudanças no modo de ser Verdadeiramente Católico.

Ser Um Verdadeiro Católico implica em seguir a Comunhão da Igreja Militante, sendo fiel à sua Hierarquia, a partir do momento em que alguém se afasta desta Comunhão Plena e começa a Fomentar o seu próprio rebanho como fez Martinho Lutero na Alemanha, podemos considerá-lo como uma ovelha perdida, desorientada, nunca porém, como uma daquelas 99 que permanecem seguras juntas ao Pastor dentro do Aprisco Verdadeiro.

Há no Brasil grupos culturais, não eclesiásticos, Fundações meramente Históricas desligadas da hierarquia eclesial, sem nenhuma função dentro da Igreja, que divulgam e defendem o princípio das ideias Lefevristas, que ferem e dividem a Igreja provocando um Cisma de pensamento e mal estar dentro da Igreja, querendo afirmar com isso que existe uma crise dentro do Clero. Neste caso porém, se trata apenas de nuvens tempestuosas, com raios e trovões ameaçando chover do lado de fora do Aprisco Seguro de Cristo “A Verdadeira Igreja”, por mais forte que seja tal chuva, o maximo que pode ocorrer será algumas goteiras do lado de dentro, pois a Proprio Jesus Afirmou. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, NEM AS PORTAS DO INFERNO PREVALECERÃO CONTRA ELA… (São Mateus 16,18.).Última atualização em Qui, 10 de Março de 2011 17:52


CORPO DE DEUS MILAGRE DE LANCIANO

Podemos Bater Palmas Na Missa !


Preferi usar neste Título um ponto de exclamação! Pois exprime não uma interrogação, nem uma afirmativa, mas o espanto de uma nova descoberta para a maioria de nós Católicos:




Que descoberta ?


Podemos sim bater palmas nas Missas?   É uma pergunta recentemente discutida em toda parte e muitos gostariam de imputar um silêncio fúnebre como velório na maior celebração da vida que conhecemos, pois na Santa Missa se relembra sim o momento que Jesus morreu na cruz, mas acima de tudo celebramos o fato que dividiu a historia em duas partes.  A verdade de um homem ter voltado dos mortos depois de ter sido declarado morto e sem nenhuma gota de sangue correndo em suas veias conforme a visão profética de Ezequiel 37.

As palmas nada mais são que um acompanhamento rítmico e cadencial das musicas que no contexto Litúrgico seriam apenas um instrumento musical tanto quanto um violão ou um tambor que sempre foram utilizados nos cultos a Deus como instrumentos de Louvor como declara o Rei Davi em diversos de seus Salmos.

(Salmo 150) 1 – Aleluia. Louvai o Senhor em seu santuário, louvai-o em seu majestoso firmamento. 2. Louvai-o por suas obras maravilhosas, louvai-o por sua majestade infinita. 3. Louvai-o ao som da trombeta, louvai-o com a lira e a cítara. 4. Louvai-o com tímpanos e danças, louvai-o com a harpa e a flauta. 5 .Louvai-o com címbalos sonoros, louvai-o com címbalos retumbantes. Tudo o que respira louve o Senhor!

Sendo assim, todo instrumento musical incluindo o som de nossas mãos batendo uma contra as outras em forma de louvor podem e devem fazer parte do nosso culto de louvor a Deus, desde que seja no momento Litúrgico oportuno e Não bater palmas nos momentos inoportunos ou em épocas ou dias que realizamos uma Liturgia mais voltada ao Silêncio e à Meditação.

Jamais podemos esquecer de que os dois pontos máximos de nossa Fé devem se expressar na Liturgia totalmente voltada para a alegria, Pois no Natal comemoramos a alegria do nascimento de Jesus e na Páscoa comemoramos a alegria da Ressurreição de Jesus.

Observação 1 – Uma coisa deve ficar bem clara, as palmas que acompanham musicas não devem ser confundidas com aplausos, parabenizações, comemoração ou barulho de qualquer outra natureza que atrapalhe o sentido litúrgico do momento e sim apenas como um instrumento de louvor ao Pai.

Até bem pouco tempo atrás estaria terminantemente proibido o uso de palmas de qualquer espécie na Liturgia da Santa Missa Católica, mas seria mesmo proibido ou seria apenas um desuso momentâneo e uma má interpretação do que realmente significa cada parte de nossa verdadeira Liturgia?

A Liturgia do Rito Romano utilizado na Igreja Católica é composto de várias partes distintas com objetivos distintos e complementares, assim como a vida e a ação de Jesus neste mundo não se expressa em apenas uma frase, ou em apenas um só de seus atos ou milagres, também a Liturgia serviria para nos situarmos e relembrarmos cada fase do que seria necessário para nossa Salvação plena, sendo assim, ela é composta de momentos de acolhida, perdão, cura, libertação, suplica, alimento corporal, alimento espiritual, meditação da vida morte e Ressurreição de Jesus, louvor, adoração, confraternização, avisos, comentários e despedidas; Partes que se expressam particulares dentro de um todo e que em si mesma “EM SEPARADO” teriam as suas particularidades e que dentro do todo deveriam ser bem expressas e não suprimidas por uma outra parte qualquer.  Isto significa que uma acolhida deve ser sempre feita com alegria para se cativar o visitante que chega, para que ele se sinta bem recebido na casa de Deus.   Da mesma forma o momento em que meditamos a morte de Jesus deve ter um ar de respeito e silêncio de meditação até o momento em que o Sacerdote levanta o Pão e o Vinho o Consagrando a Deus.   Neste exato momento a nossa Fé reconhece o Jesus Ressuscitado, pois acontece ali o milagre da Transubstanciação e o pão se torna Verdeira Carne do Cristo Vivo e presente no meio de nós, neste momento aquele que estava morto volta à vida e a nossa tristeza deve se transformar em verdadeira alegria como profetizou Jesus Em (S. João 16, 20).



Jesus ressuscita para a Vida eterna frente a nossos olhares e assim se doa como um presente a nós para que também nos tornemos participantes de sua VIDA plena, não existe um momento para expressarmos a nossa alegria plena melhor do que este, não existe ninguém que não se alegre e faça uma festa quando recebe uma vida nova, logo não existe motivo para chorar ou ficarmos de luto e sim para soltarmos fogos e por que não aplaudirmos aquele que agiu para conosco com tamanha Misericórdia?

Não podemos compreender o mistério da vinda de Jesus a este mundo apenas por seu nascimento, nem apenas por sua morte e muito menos apenas por sua Ressurreição, mas é a união destes momentos de extrema alegria, tristeza e depois Alegria extravasante em uma só celebração que nos faz compreender por completo qual foi a grande obra do amor de Deus neste mundo.



Eu também poderia ter colocado o título deste post usando um ponto de interrogação:

Podemos Bater Palmas Na Missa ?

Como se eu não soubesse a verdade sobre este assunto ou na verdade estaria usando um truque Psicológico de se quebrar um “PARADIGMA“, ou seja, melhor explicando, “Blefar em um jogo de cartas e esperar a reação do oponente”, sendo assim a verdade se tornaria apenas um jogo de “BLEFE” e não uma “VERDADE ABSOLUTA”, Isto seria uma opinião especulativa e não uma resposta definitiva sobre o tema, uma mera forma de ensinar a minha maneira de pensar e induzir as outras pessoas a pensarem o mesmo que eu penso.   Poderia ainda usar o texto de alguém no passado e desprezar outro texto que expressa um pensamento diferente, até mesmo escrito por um Santo de maior Renome Teológico, desde que este texto dissesse o que eu queria dizer e não o que eu não gostaria que soubessem, mas, bem sabemos que sobre este assunto muitos expressaram suas opiniões, mas ninguém jamais quis fazer delas uma regra eterna acima da vontade Divina.

Poderia também lhes responder porque Sim e NÃO porque Não. contestando aqueles que difundem a ideia do “Porque NÃO” e nem sequer aceitam discutir teologicamente o “Porque SIM”

Poderia Também usar um ponto no final desta frase e simplesmente afirmar que sim e pronto.

PODEMOS BATER PALMAS NA MISSA.

Outros Textos em sequencia a este:

A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.

Papa Proibe Bater Palmas na Santa Missa.

A verdade porém é que existe uma controvérsia sobre este assunto em particular e por muitos e muitos anos prevaleceu a execução de um Rito humano em que se preferia não Louvar a Deus com Palmas e sim apenas com o SILÊNCIO.   Da mesma forma que poderíamos interpretar mal um bater de palmas rítmico em acompanhamento aos louvores musicais com um simples aplauso à um ser humano qualquer, poderíamos também interpretar o silêncio como uma ausência completa de louvor e também uma ausência completa de Fé, simplesmente pelo fato de que ninguém saberia o motivo pelo qual se estaria em Silêncio uma vez que todos estariam sempre em silêncio e não se pode ensinar nada apenas através do Silêncio pois a própria palavra de Deus afirma em (Rom. 10) que nossa fé vem de ouvir a Palavra de Deus, se não ouvimos e não expressamos o nosso louvor de forma audível não podemos avaliar o grau de perfeição deste Louvor, se bem que o próprio Jesus se manifestou a este respeito quando descia do Monte das Oliveiras se direcionando a Jerusalém naquele Primeiro domingo de Ramos da História:

(São Lucas 19, 37) – Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. 38. E dizia: Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus! 39. Neste momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: Mestre, repreende os teus discípulos. 40. Ele respondeu:

Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!

Lamentavelmente existem ainda muitos Fariseus e Tridentinos neste mundo que querem calar a voz daqueles que Louvam a Deus de todo Coração pela Alegria de nos ter enviado seu Filho Amado Jesus.

É uma pena, porque para eles as pedras clamarão e louvarão a Deus, pois ainda existem homens que possuem coração mais duro do que as pedras, é uma pena também porque não poderemos identificar estes homens como filhos de Deus e herdeiros dos céus, pois preferem o silêncio  e as trevas de seus segredos e pecados do que a graça de se manifestarem visivelmente como um filho que ama a Deus de todo coração.

A maneira correta de usarmos as Palmas em uma celebração Litúrgica é exatamente observarmos os momentos em que deveríamos expressar a nossa alegria e jamais bater palmas nos momentos de pesar, pois é por não saber observar estes momentos e abusarem da distração do Sacerdote, que alguns ministros de música podem cometer erros graves, mas tudo isso é apenas uma questão de aprendizado e aperfeiçoamento e não de proibição irrestrita.

O texto abaixo foi utilizado como resposta a um Blog defensor do “NÃO BATER PALMAS DE FORMA ALGUMA NA MISSA”, inclusive desobedecendo as regras Litúrgicas utilizadas pela Igreja Católica atualmente depois do Concílio Vaticano II em defesa de regras utilizadas no Rito Tridentino que deixaram de ser utilizadas como Rito “ORDINÁRIO” a mais de meio século.



Segue o texto:

Salve Maria

Deus seja Louvado

Caro Irmão, bem vejo a sua boa intenção em ensinar a verdade e propagar o respeito à santíssima Missa Católica, mas não podemos apenas observar que Maria derramou suas lágrimas pelo sofrimento de seu amado filho Jesus e uma espada transpassou seu coração com a dor mais terrível da terra e não somente ela pôde sentir esta dor, até mesmo seus discípulos presenciaram o apagar de uma luz, até mesmo da luz do sol que brilha ao meio dia e a esperança de Salvação para este mundo, tanto é que após a morte de Cristo nada mais se poderia fazer pela Salvação deste planeta e por isso alguns discípulos se dispersaram e voltaram para suas casas em Emaús tristes e abatidos e até compartilharam sua tristeza com um peregrino que encontraram pelo caminho, só restava agora morrer de tristeza.    O que eles não sabiam, porque sua falta de Fé os cegava, era que aquele peregrino era já o próprio CRISTO VIVO E RESSUSCITADO NO MEIO DELES.  Como podemos nos entristecer pela morte daquele que está vivo?  Como podemos fazer um velório de alguém que não morreu? como podemos permanecer tristes e abatidos sabendo que a fonte de nossa alegria é eterna? como podemos não manifestar a nossa alegria através de nossos aplausos e cânticos de júbilo em louvor àquele que morreu por nós ou antes, Daquele que ressuscitou dos mortos para nos dar a certeza da vida eterna ?   Não se esqueça que a Igreja Santa Católica e Apostólica Romana deve acreditar que Jesus está realmente vivo e presente na Ostia Consagrada, logo, mesmo que por um curto espaço de tempo Jesus tenha estado morto, em seu CORPO FÍSICO CARNAL, ELE NA VERDADE NUNCA ESTEVE MORTO PARA QUE PUDÉSSEMOS TEMER PELA PERCA DE NOSSA SALVAÇÃO.  JESUS MESMO DECLARA QUE quando Ele anunciou a sua morte, os corações de seus Discípulos se entristeceram e Ele mesmo os conforta dizendo que este momento seria breve e foi tão breve, que nem podemos comparar miseras 39 horas com uma eternidade que desfrutaremos a presença de Jesus em nossas vidas presentes e futuras.  Se portanto, agora seu coração se entristece por saber que Jesus morreu, muito mais há de se alegrar em saber que Jesus NÃO MORREU e jamais morrerá, pois Ele é Deus e é eternamente presente no meio de seu povo.

In Corde Jesu at Mariae, Semper



Jesus estará sempre no meio de nós quando…




“Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estarei Eu no meio deles.”

(Mt 18, 20)



Deus quer estar presente no meio de nós! Sim, entre nós Ele quer estabelecer a Sua morada. Nesta terra nada é mais desejável do que estar na Presença de Deus. É ela o nosso repouso, abrigo, força; precisamos mais dela do que do ar para respirar. Com ela, tudo nos vem em acréscimo. Sem essa Presença, somos como terra árida e sem água.

Nesses dias, na Cracolândia, um senhor que estava se destruindo nas drogas e na vida do crime, ao ver nossos missionários chegando para evangelizar, começou a dizer: “O Reino de Deus, a Presença de Deus, vocês são a Presença de Deus!” e chorava de alegria. Sem a Presença de Deus, nada tem sentido!

Moisés, no livro de Ex 33, recebeu de Deus a promessa de que iria conquistar a terra prometida e vencer os inimigos, porém não teria a Presença do Senhor mesmo sendo acompanhado pelo Seu anjo. Ele se recusou terminantemente a partir, até que o próprio Senhor, movido pela súplica de Moisés, prometeu a Sua Presença e foi com ele. Se esta Presença é tão preciosa, não podemos poupar esforços para tê-La viva, no meio de nós.

Existem de fato algumas “condições” para que o Senhor esteja Presente no meio de nós. Em Mt 18, 20 podemos ver as condições essenciais:
Dois ou três: a Palavra não fala de dois ou três santos, mas de qualquer irmão que se coloque de acordo com outro irmão. Mesmo um pecador pode desejar esta unidade “em nome de Jesus”. Não se trata de buscar a santidade pessoal, mas “a comunhão que, como dizia Orígenes, contém e atrai a Presença do Senhor”. É na unidade que o Senhor se manifesta, por isso Jesus envia os Apóstolos “dois a dois onde Ele mesmo queria ir” (cf. Lc 10). Por isso, Jesus, após a Sua Ressurreição, aparece aos Apóstolos reunidos, e Tomé, que estava ausente, acaba não experimentando a Sua Presença e duvida dela (cf. Jo 20, 24ss).

Estar em acordo: esse “acordo” se dá na contínua busca pela comunhão a qual exige algumas escolhas concretas. É preciso que a comunhão seja declarada. Colocar-se em acordo, em uma mesma escolha que expresse o desejo de dar a vida pelo outro. É preciso continuamente tomar a iniciativa nos atos de amor, colocando-se em sintonia, como as cordas do violão que precisam “ser esticadas” no ponto certo, para que estejam “em acordo, no mesmo acorde”, em harmonia. Isso exige saber se perdoar, recomeçar sempre; exige que o amor seja recíproco. É preciso vencer a tentação do “acomodar-se” para “acordar-se”. Não existe nada mais divino do que se perdoar, o recomeçar em comunhão. Lembro-me do dia em que na Comunidade tínhamos deixado um pão mofar. Percebendo essa falta de cuidado com as doações, um por um começou, espontaneamente, a pedir perdão ao outro e todos pegaram um pedaço daquele pão e comeram. Sentíamos Deus tão Presente e vivo no meio de nós! Chorávamos de alegria. Os vizinhos, naquele momento, viram fogo em cima do telhado da nossa Capela, e para nós, este fogo foi um sinal da Presença do Senhor.



Unidos em nome de Jesus: essa é a última condição. Biblicamente a palavra “nome” significa “debaixo do poderio” da Vontade do Senhor. Eis que o centro da nossa unidade não está na simpatia, na amizade humana, nos interesses particulares. Os padres da Igreja diziam que é difícil encontrar pessoas unidas pela Vontade do Senhor. Mas esse é o segredo da Unidade Divina. Quanto mais nos aproximarmos do Senhor, mais unidos estaremos entre nós, como os raios que se unem ao sol. Renovemos então a escolha de Santa Faustina: “ a partir de hoje não farei mais a minha vontade. A partir de hoje farei a Vontade de Deus em tudo, sempre, custe o que custar…” (Diário de Santa Faustina, p.1264). Decididamente, façamos como Moisés; não demos nenhum passo sem termos entre nós a Presença Viva de Deus que tudo fecunda. Só assim a Aliança de Misericórdia poderá gerar frutos de Vida Eterna.



Pe. João Giorgio Henrique Gonçalves

E o Pastor decidiu ir à Missa.


O banquete do Cordeiro [tweetmeme]


"Testemunho de um Pastor Evangélico que se converteu ao Catolicismo."


(São Mateus 22,4)



Scott Hahn

Ali estava eu, incógnito, um ministro protestante à paisana, esgueirando-me nos fundos de uma capela em Milwaukee para participar pela primeira vez da missa. A curiosidade me arrastara até lá e eu ainda não tinha certeza de que fosse uma curiosidade saudável. Ao estudar os escritos dos primeiros cristãos, encontrei inúmeras referências à “liturgia”, à “Eucaristia”, ao “sacrifício”. Para aqueles primeiros cristãos, separada do acontecimento que os católicos de hoje denominam “missa”, a Bíblia – o livro que eu mais amava – era incompreensível.

Eu queria entender os cristãos primeiros, mas não tinha nenhuma experiência de liturgia. Por isso, persuadi a mim mesmo a ir ver, como uma espécie de exercício acadêmico, mas jurando o tempo todo que não ia me ajoelhar nem participar de idolatria.

Sentei-me na obscuridade, em um banco bem no fundo daquela capela no subsolo. À minha frente havia um número considerável de fiéis, homens e mulheres de todas as idades. Impressionaram-me suas reflexões e sua evidente concentração na oração. Então um sino soou e todos se levantaram quando o padre surgiu de uma porta ao lado do altar. Hesitante, permaneci sentado. Durante anos, como calvinista evangélico, fui instruído para acreditar que a missa era o maior sacrilégio que alguém poderia cometer. Tinha aprendido que a missa era um ritual com o propósito de “sacrificar Jesus Cristo outra vez”. Por isso, eu seria um espectador, ficaria sentado, com a Bíblia aberta ao meu lado.

Entretanto, è medida que a missa prosseguia, alguma coisa me tocou. A Bíblia não estava só ao meu lado. Estava diante de mim – nas palavras da missa! Um versículo era de Isaías, outro dos Salmos, outro de Paulo. A experiência era prodigiosa. Eu queria interromper tudo e gritar: “Ei! Posso explicar o que está acontecendo a partir das Escrituras? Isso é maravilhoso!” Não obstante, mantive minha posição de espectador à parte até que ouvi o sacerdote pronunciar as palavras da consagração: “Isto é o meu corpo… Este é o cálice do meu sangue”.

Eu senti todas as minhas dúvidas se esvaírem. Quando vi o sacerdote elevar aquela hóstia branca, percebi que uma prece subiu de meu coração em um sussurro: “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”

A partir daquele ponto, fiquei, por assim dizer, tolhido. Não imaginava uma emoção maior que a que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: “Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus”, e o sacerdote responder: “Eis o Cordeiro de Deus…”, enquanto elevava a hóstia.

Em menos de um minuto a frase “Cordeiro de Deus” ressoou quatro vezes. Graças a longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é chamado Cordeiro nada menos que vinte e oito vezes em vinte e dois capítulos. Estava na festa de núpcias que João descreve no final do último livro da Bíblia. Estava diante do trono do céu, onde Jesus é saudado para sempre como o Cordeiro. Entretanto, não estava preparado para isso – eu estava na missa!

Voltei à missa no dia seguinte e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu “descobria” mais passagens das Escrituras consumadas diante dos meus olhos. Contudo, naquela capela escura, nenhum livro me era tão visível quanto o da revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, que descreve a adoração dos anjos e santos do céu. Como nesse livro, vi, naquela capela, sacerdotes paramentados, um altar, uma assembléia que entoava: “santo, santo, santo”. Vi a fumaça de incenso, ouvi a invocação de anjos e santos; eu mesmo entoava os aleluias, pois me sentia cada vez mais atraído a essa adoração. Continuei a me sentar no último banco com minha Bíblia e mal sabia para onde me voltar – para a ação no Apocalipse ou para a ação no altar, que pareciam cada vez mais ser exatamente a mesma.


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Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros bispos, os Padres da Igreja, tinham feito a mesma “descoberta” que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da liturgia e a liturgia a chave do livro do Apocalipse. Alguma coisa intensa aconteceu com o estudioso e crente que eu era. O livro da Bíblia que eu achava mais desconcertante – o do Apocalipse – agora elucidava as idéias mais fundamentais de minha fé: a idéia da aliança como elo sagrado da família de Deus. Além disso, a ação que eu considerava a maior das blasfêmias – a missa – agora se revelava o acontecimento que ratificou a aliança de Deus: “Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança”.

Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Durante anos tentei compreender o livro do Apocalipse como uma espécie de mensagem codificada a respeito do fim do mundo, a respeito do culto no céu distante, a respeito de algo que, em sua maioria, os cristãos não poderiam experimentar aqui na terra. Agora, depois de duas semanas de comparecimento diário à missa, eu me via querendo levantar durante a liturgia e dizer: “Ei, pessoal. Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8. Agora mesmo vocês estão no céu”. 

No céu agora mesmo! Os Padres da Igreja mostraram que essa descoberta não era minha. Pregaram a respeito há mais de mil anos. Entretanto, eu estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre a missa e o livro do Apocalipse. Então descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás. Reflita nestas palavras da Constituição sobre a Sagrada Liturgia:

Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na glória. 

Espere um pouco. Isso é céu. Não, isso é a missa. Não, é o livro do Apocalipse. Espere um pouco: isso é tudo o que está acima. 

Esforcei-me bastante para ir devagar, cautelosamente, com o cuidado de evitar os perigos aos quais os convertidos são suscetíveis, pois eu estava depressa me convertendo à fé católica. Contudo, essa descoberta não era produto de uma imaginação superexcitada; era o ensinamento solene de um concílio da Igreja Católica. Com o tempo, descobri que era também a conclusão inevitável dos estudiosos protestantes mais rigorosos e honestos. Um deles, Leonard Thompson, escreveu que “até mesmo uma leitura superficial do livro do Apocalipse mostra a presença da linguagem litúrgica disposta em forma de culto… A linguagem de culto desempenha importante papel na coerência do livro”. Bastam as imagens da liturgia para tornar esse extraordinário livro compreensível. As figuras litúrgicas são essenciais para sua mensagem, escreve Thompson, e revelam “algo mais que visões de ‘coisas que estão por vir’”. 

O livro do Apocalipse tratava de Alguém que estava por vir. Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia. Depois de passar horas e horas naquela capela de Milwaukee, em 1985, aprendi que aquele Alguém era o mesmo Jesus Cristo que o sacerdote católico erguia na hóstia. Se os cristãos primitivos estavam certos, eu sabia que, naquele exato momento, o céu tocava a terra. “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”. 



Scott Hahn

O Banquete do Cordeiro

A missa segundo um convertido

Pgs 21-25. São Paulo: Edições Loyola, 2002.

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Jesus é Misericordioso


Jesus nos convida para uma grandiosa festa.


O banquete do Cordeiro


“A Festa já está preparada…”


(São Mateus 22,4)



Ultimamente tenho indicado muito um livro de Scott Hahn, “O Banquete do Cordeiro – a Missa por um convertido” (Loyola, 2002), no qual o autor explica de maneira bastante envolvente vários aspectos do mistério da santa missa desde uma perspectiva apocalíptica. O livro é muito interessante e descortina várias realidades veladas aos nossos olhos acostumados a ver somente o que se nos mostra patentemente. Entre outras coisas, afirma o autor logo na “introdução”: “insisto que vamos realmente ao céu quando vamos à missa, e isso é verdade a respeito de toda missa de que participamos, independentemente da qualidade da música ou do fervor da homilia. Não é questão de aprender a “ver o lado brilhante” de liturgias desleixadas. Não se trata de adotar uma atitude mais caridosa para com vocalistas desafinados. Trata-se de algo que é objetivamente verdade, algo tão real quando o coração que bate dentro de você. A missa – e quero dizer toda missa – é o céu na terra”.

“Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete (…). Vinde às bodas!” (Mt 22,4). Jesus deixou-nos esse prodígio de amor, que é a eucaristia, para que participemos de suas alegrias eternas. Ele instituiu o sacramento do seu corpo e do seu sangue no contexto de uma ceia e se deu em alimento para que nós, fortalecidos, pudéssemos chegar à glória celestial. Mas a eucaristia não é somente um banquete, nem é um simples banquete. Trata-se de um banquete sacrificial. O Catecismo da Igreja Católica faz essa conexão – eucaristia-ceia – já que o Novo Testamento também o faz: “Jesus expressou de modo supremo a oferta livre de si mesmo na refeição que tomou com os Doze Apóstolos na “noite em que foi entregue” (1 Cor 11,23). Na véspera de sua Paixão, quando ainda estava em liberdade, Jesus fez desta Última Ceia com seus apóstolos o memorial de sua oferta voluntária ao Pai, pela salvação dos homens: “Isto é o meu corpo que é dado por vós” (Lc 22,19). “Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mt 26,28)” (Cat. 610).


O Grande Banquete em uma visão atualizada.


Fomos convidados para participar do banquete nupcial do Cordeiro. Quem é esse Cordeiro com letra maiúscula? Explica-nos o evangelista João: “Eu vi no meio do trono, dos quatro Animais e no meio dos Anciãos um Cordeiro de pé, como que imolado” (Ap 5,6). Tinha-se anunciado que o Leão abriria o livro selado (cfr. Ap 5,5), mas aparece um Cordeiro que, efetivamente, pode abrir os sete selos (cfr. Ap 6,1). Aparente contradição! O que tem a ver um leão com um cordeiro? Jesus tem a fortaleza de um leão e a mansidão de um cordeiro. O Cordeiro de Deus, Jesus, aparece “de pé, como que imolado”. Outra aparente contradição! Quem está de pé não está imolado, que está imolado não está de pé; mas, explica-nos a Bíblia de Jerusalém, trata-se do “cordeiro que foi imolado para a salvação do povo eleito (cf. Jo 1,29+; Is 53,7). Ele traz as marcas de seu suplício, mas está de pé, triunfante (cf. At 7,55), vencedor da morte (1,18) e por esta razão (…) senhor de toda a humanidade” (Bíblia de Jerusalém, Ap 5,6, nota z).

O sacrifício do Cordeiro foi oferecido ao Pai, mas também foi oferecido a nós. Pelo poder desse Cordeiro salvador, Jesus, e pela ação do Espírito Santo, atualiza-se em cada missa o mistério da sua Páscoa. Em cada missa nos encontramos com o mistério do Cristo morto e ressuscitado, e, ao encontrar-nos com esses fatos diante de nós, somos transportados à eternidade. Explico-me: o sacrifício de Cristo oferecido ao Pai foi aceito eternamente pelo Pai que o tem sempre diante dos seus olhos. Pois bem, esse mesmo sacrifício que o Pai tem diante de si se nos torna presente em cada santa missa: o céu desce à terra e a terra entra em contato com o céu. Mais ainda, para que a nossa participação seja mais intensa, Deus ofereceu-se em comida, isto é, Jesus na comunhão nos faz participar do banquete que ele mesmo preparou para nós.

Que triste seria se desprezássemos tanto amor de Deus! Como eu participo da santa missa? Desejo, de verdade, que chegue o momento de participar da próxima missa? Procuro ir bem preparado para participar do banquete que o Senhor fez para mim, para a minha salvação e para o fortalecimento do meu apostolado? Encontro na santa missa o centro da minha vida espiritual?

Homilia de Padre Françoá Costa

XXVIII Domingo do Tempo Comum – Ano A



Pe. Françoá Costa

Sacerdote da

Diocese de Anápolis

Outros textos do mesmo Autor

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Jesus é Misericordioso


Amar é a primeira e a ultima opção.

Ao corrigir o irmão, a primeira regra é o amor.

Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia dominical.

XXIII Domingo do Tempo Comum

Ezequiel 33, 7-9; Romanos 13, 8-10; Mateus 18, 15-20

Se teu irmão chegar a pecar…

No Evangelho deste domingo lemos: «Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: ‘Se teu irmão chegar a pecar, vai e repreendê-o, a sós tu e ele. Se te escutar, terás ganhado um irmão’». Jesus fala de toda culpa; não restringe ao campo apenas do que se comete contra nós. Neste último caso, de fato, é praticamente impossível distinguir se o que nos move é o zelo pela verdade ou nosso amor próprio ferido. Em todo caso, seria mais uma autodefesa que uma correção fraterna. Quando a falta é contra nós, o primeiro dever não é a correção, mas o perdão.

Por que Jesus diz: «repreende-o a sós»? Antes de tudo, por respeito ao bom nome do irmão, à sua dignidade. O pior seria pretender corrigir um homem na presença da sua esposa, ou uma mulher na presença do seu marido; um pai diante de seus filhos, um professor na presença dos seus alunos, um superior diante dos seus subordinados. Isto é, na presença das pessoas cujo respeito e estima para alguém importa mais. O assunto se converte imediatamente em um processo público. Será muito difícil que a pessoa aceite de bom grado a correção.

Ele diz «a sós tu e ele» também para dar à pessoa a possibilidade de defender-se e explicar sua própria ação com toda liberdade. Muitas vezes, com efeito, aquilo que para um observador externo parece uma culpa, na intenção de quem a cometeu não o é. Uma explicação sincera dissipa muitos mal-entendidos. Mas isso deixa de ser possível quando o tema é conhecido por muitos.

Quando por qualquer motivo não é possível corrigir fraternalmente, a sós, na presença da pessoa que errou, há algo que se deve evitar absolutamente: a divulgação, sem necessidade, da culpa do irmão, falar mal dele ou inclusive caluniá-lo, dando por provado aquilo que não o é ou exagerando a culpa. «Não faleis mal uns dos outros», diz a Escritura (Tiago 4, 11). A fofoca não é menos mal ou menos grave só porque agora é chamada de «gossip».

Uma vez uma mulher foi se confessar com São Felipe Néri, acusando-o de ter falado mal de algumas pessoas. O santo a absolveu, mas lhe pôs uma estranha penitência. Disse-lhe que fosse para casa, pegasse uma galinha e voltasse onde ele estava, depenando-a pouco a pouco ao longo do caminho. Quando esteve novamente diante dele, ele lhe disse: «Agora volta para casa e recolhe uma por uma das penas que deixaste cair quando vinhas para cá». A mulher lhe mostrou a impossibilidade: o vento as havia dispersado. Aí é onde queria chegar São Felipe. «Vês – disse-lhe – que é impossível recolher as penas uma vez que o vento as levou? Da mesma forma é impossível retirar murmurações e calúnias, uma vez que saíram da boca.»

Voltando ao tema da correção, deve-se dizer que nem sempre depende de nós o bom resultado ao fazer uma correção (apesar de nossas melhores disposições, o outro pode não aceitar, obstinar-se); contudo, depende sempre e exclusivamente de nós o bom resultado… ao receber uma correção. De fato, a pessoa que «cometeu a culpa» bem poderá ser eu e quem corrige ser o outro: o marido, a mulher, o amigo, o irmão de comunidade ou o padre superior.

Em resumo, não existe só a correção ativa, mas também a passiva; não só o dever de corrigir, mas também o dever de deixar-se corrigir. Mais ainda: aqui é onde se vê se alguém amadureceu o bastante como para corrigir os demais. Quem quer corrigir o outro deve estar disposto também a deixar-se corrigir. Quando vês alguém receber uma observação e responder com simplicidade: «Tens razão, obrigado por ter me dito isso!», admira-o: estás diante de um autêntico homem ou de uma autêntica mulher.

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O ensinamento de Cristo sobre a correção fraterna deveria ser lido sempre junto ao que Ele disse em outra ocasião: «Como olhas o cisco no olho do teu irmão e não vês a trave que há em teu? Como podes dizer a teu irmão: ‘Irmão, deixa que tire o cisco que há em teu olho’, não vendo tu mesmo a trave que há no teu?» (Lc 6, 41s.).

O que Jesus nos ensinou sobre a correção pode ser também muito útil quanto à educação dos filhos. A correção é um dos deveres fundamentais do progenitor: «Que filho há a quem seu pai não corrige?» (Hb 12, 7); e também: «Endereça a planta enquanto está terna, se não queres que cresça irremediavelmente torcida». A renúncia total a toda forma de correção é um dos piores serviços que se pode fazer aos filhos e hoje infelizmente isso é freqüentíssimo.

Só se deve evitar que a própria correção se transforme em um ato de acusação ou em uma crítica. Ao corrigir, deve-se circunscrever a reprovação ao erro cometido, não generalizá-la, rejeitando toda a pessoa e sua conduta. Mais ainda: aproveitar a correção para pôr em primeiro plano todo o bem que se reconhece no jovem e o muito que se espera dele, de maneira que a correção se apresente mais como um estímulo que como uma desqualificação. Este era o método que São João Bosco usava com seus jovens.

Não é fácil, em casos individuais, compreender se é melhor corrigir ou deixar passar, falar ou calar. Por isso, é importante levar em conta a regra de ouro, válida para todos os casos, que o Apóstolo dá na segunda leitura: «Com ninguém tenhais outra dívida que a do amor mútuo… O amor não faz mal ao próximo». Agostinho sintetizou tudo isso na máxima «Ama e faze o que queres». É preciso garantir antes de tudo que haja no coração uma disposição fundamental de acolhida para da pessoa. Depois, o que se decida fazer, seja corrigir ou calar, estará bem, porque o amor «jamais causa dano a ninguém».


Fonte: Notícias RTP.PT – Portugal.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Pregador-oficial-do-Papa-Bento-XVI-pede-desculpas.rtp&article=333432&visual=3&layout=10&tm=7


Jesus é Misericordioso

João Paulo II já é Beato.

João Paulo II tinha a força

de um gigante, diz papa

Bento XVI

Foto Gigante de João Paulo II - Especialmente confeccionada para sua Beatificação em 1º de Maio de 2011

Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.

A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é ainda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa. Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel.

A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995.

A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria. Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

Rádio Vaticano

Coração Fiel

Mais de 1 milhão de pessoas acompanharam a Beatificação de João Paulo II.


Jesus Jesus

Ministros da nova aliança do Espírito.

1. A serviço do Espírito

Texto de Frei Raniero Cantalamessa, o preegador do Papa.

Convento Santo Antônio

Na pregação passada, havíamos comentado a definição que Paulo dá dos sacerdotes  como “servos de Cristo”. Na Segunda Carta aos Coríntios, encontra-se uma afirmação aparentemente diferente. Ele escreve: “que nos tornou capazes de exercer o ministério da nova aliança, não da letra, mas do Espírito. A letra mata, o Espírito é que dá a vida. Se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, foi cercado de tanta glória que os israelitas não podiam fitar o rosto de Moisés, por causa do seu fulgor, ainda que passageiro, quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito?” (2 Cor 3, 6-8).

Paulo define a si mesmo e seus colaboradores como “ministros do Espírito” e o ministério apostólico como um “serviço do Espírito”. A comparação com Moisés e com o culto da Antiga Aliança não deixa nenhuma dúvida de que nessa passagem, como em muitas outras dessa mesma carta, ele fala do papel dos guias da comunidade cristã, ou seja, dos apóstolos e seus colaboradores.

Quem conhece a relação que existe para Paulo entre Cristo e o Espírito sabe que não há contradição entre ser servos de Cristo e ministros do Espírito, mas uma perfeita continuidade. O Espírito de que se fala aqui é de fato o Espírito de Cristo. O próprio Jesus explica o papel do Paráclito a respeito dele mesmo, quando diz aos apóstolos: ele tomará do meu e vos anunciará, ele vos fará recordar aquilo que eu disse, ele dará testemunho de mim…

A definição completa do ministério apostólico e sacerdotal é: servos de Cristo no Espírito Santo. O Espírito indica a qualidade ou a natureza de nosso serviço, que é um serviço “espiritual” no sentido forte do termo; não só no sentido de que se relaciona com o espírito do homem, sua alma, mas no sentido de que tem por sujeito, ou “agente principal”, como dizia Paulo VI, o Espírito Santo. Santo Irineu diz que o Espírito Santo é “a nossa própria comunhão com Cristo” [1].

Logo acima, na mesma Segunda Carta aos Coríntios, o apóstolo havia ilustrado a ação do Espírito Santo nos ministros da nova aliança com o símbolo da unção: “É Deus que nos confirma, a nós e a vós, em nossa adesão a Cristo, como também é Deus que nos ungiu. Foi ele que imprimiu em nós a sua marca e nos deu como garantia o Espírito derramado em nossos corações” (2 Cor 1, 21 s.).

Santo Atanásio comenta sobre este texto: “o Espírito é chamado para ungir e selar… A unção é o sopro do Filho para que todo aquele que possui o Espírito possa dizer: ‘nós somos o perfume de Cristo’. O selo é o Cristo, de modo que aquele que é marcado pelo selo possa assumir a forma de Cristo” [2]. Quanto à unção, o Espírito Santo nos transmite o perfume de Cristo; quanto ao selo, a sua forma ou imagem. Portanto, não há dicotomia entre o serviço de Cristo e o serviço do Espírito, mas unidade profunda.

Todos os cristãos são “ungido”; o próprio nome não significa outra coisa que isso: “ungido”, à semelhança de Cristo, que é o Ungido por excelência (cf. 1 Jo 2, 20. 27). Mas Paulo está falando aqui de sua obra e de Timóteo (“nós”) na comunidade (“vós”); é evidente que se refere especificamente à unção e ao selo do Espírito recebidos no momento de ser consagrados ao ministério apostólico, para Timóteo mediante a imposição das mãos do Apóstolo (cf. 2 Tim 1, 6).

Temos de redescobrir a importância da unção do Espírito, porque nela, creio, está contido o segredo da eficácia do ministério episcopal e presbiteral. Os sacerdotes são essencialmente consagrados, isto é, ungidos. “Nosso Senhor Jesus – lê-se na Presbyterorum ordinis – que o Pai santificou e enviou ao mundo (Jo 10, 36), tornou participante todo o seu Corpo místico da unção do Espírito com que Ele mesmo tinha sido ungido”. O mesmo decreto conciliar lança luz sobre a especificidade da unção conferida pelo sacramento da Ordem. Por isso, diz, “os presbíteros ficam assinalados com um caráter particular e, dessa maneira, configurados a Cristo sacerdote, de tal modo que possam agir em nome de Cristo cabeça” [3].

Sacramento e presença de Deus.

Este é o Oleo preciosodo Senhor.

2. A Unção:

figura, acontecimento e sacramento.


A unção, como a Eucaristia e a Páscoa, é uma daquelas realidades que se fazem presentes em todas as fases da história da salvação. De fato, está presente no Antigo Testamento como figura, no Novo Testamento como acontecimento e no tempo da Igreja como sacramento. No nosso caso, a figura advém das várias unções praticadas no Antigo Testamento; o acontecimento é constituído pela unção de Cristo, o Messias, o Ungido, a quem todas as figuras tendiam como que ao seu cumprimento; o sacramento é representado por aquele conjunto de sinais sacramentais que provêm da unção como rito principal ou complementar.

No Antigo Testamento se fala em três tipos de unção: a unção real, a sacerdotal e a profética, isto é, a unção dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, ainda que no caso dos profetas se trate de uma unção espiritual ou metafórica, sem a presença de um óleo material. Em cada uma destas três unções, é delineado um horizonte messiânico, ou seja, a expectativa de um rei, um sacerdote ou um profeta, que será o Ungido por antonomásia, o Messias

Junto com a investidura oficial e jurídica, pela qual o rei converte-se no Ungido do Senhor, a unção confere também, segundo a Bíblia, um poder interior, comporta uma transformação que vem de Deus e este poder, esta realidade vem cada vez mais identificados com o Espírito Santo. Ao ungir a Saul como rei, Samuel disse: “Não é o Senhor quem te ungiu como chefe de seu povo Israel? Tu governarás o povo do Senhor… Te invadirá então o Espírito do Senhor, entrarás em transe com eles e ficarás mudado em outro homem” (1 Samuel 10, 1-6).

O Novo Testamento não hesita em apresentar Jesus como o Ungido de Deus, no qual todas as unções do passado encontraram seu cumprimento. O título de Messias, Cristo, que significa justamente Ungido, é a prova mais clara disso.

O momento ou evento histórico que remete a essa conclusão é o batismo de Jesus no Jordão. O efeito desta unção é o Espírito Santo: “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder” (At 10, 38); o próprio Jesus, após seu batismo, declarará na sinagoga de Nazaré: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois me ungiu (Lc 4, 18).

Jesus era certamente pleno do Espírito Santo desde o momento da Encarnação, mas tratava-se de uma graça pessoal, ligada à união hipostática, e portanto incomunicável. Ora, na unção, recebe aquela plenitude do Espírito Santo que, como cabeça, poderá transmitir para o corpo. A Igreja vive desta graça capital (gratia capitis).

Os efeitos da tríplice unção – real, profética e sacerdotal – são grandiosos e imediatos no ministério de Jesus. Pela força da unção real, Ele abate o reino de Satanás e instaura o Reino de Deus: “se expulso, no entanto, pelo Espírito de Deus, é porque já chegou até vós o Reino de Deus” (Mt 12, 28); pela força da unção profética, “anuncia a boa nova aos pobres”; e pela força da unção sacerdotal, oferece orações e lágrimas durante sua vida terrena e, ao fim, oferece a si mesmo na cruz.

Após ter estado presente no Antigo Testamento como figura e no Noto Testamento como acontecimento, a unção está presente agora na Igreja como sacramento. O sacramento toma da figura o sinal e do acontecimento o significado; toma das unções do Antigo Testamento o elemento – o óleo, o crisma ou unguento perfumado – e de Cristo a eficácia salvífica. Cristo nunca foi ungido com óleo físico (à parte da unção de Betânia), nem nunca ungiu a ninguém com óleo físico. Nele o símbolo foi substituído pela realidade, pelo “óleo da alegria” que é o Espírito Santo.

Mais que um sacramento isolado, a unção está presente na Igreja como um conjunto de ritos sacramentais. Como sacramentos em si mesmos, temos a confirmação (que através de todas as transformações sofridas remete, como testemunha seu nome, ao rito antigo da unção com o crisma) e a unção dos enfermos; como parte de outros sacramentos, temos a unção batismal e a unção nos sacramento da Ordem. Na unção crismal que se segue ao batismo, faz-se menção explícita à tríplice unção de Cristo: “Ele próprio vos consagra com o crisma da salvação; inseridos em Cristo sacerdote, rei e profeta, sejais sempre membro de Seu corpo para a vida eterna”.

De todas estas unções, interessa-nos neste momento a que acompanha ao momento em que se confere a Ordem sagrada. No momento em que unge com o sagrado crisma as palmas de cada ordenando ajoelhado ante ele, o bispo pronuncia estas palavras: “O Senhor Jesus Cristo, que o Pai consagrou no Espírito Santo, e revestiu de poder, te guarde para a santificação de seu povo e para oferecer o sacrifício”.

Obra do Espírito Santo no Homem.

3. A unção espiritual

Existe um risco comum a todos os sacramentos: o de ficar no aspecto ritualístico e canônico da ordenação, em sua validade e legitimidade, sem dar a devida importância ao res sacramenti, ao efeito espiritual, à graça própria do sacramento, no caso o fruto da unção na vida do sacerdote. A unção sacramental nos habilita a cumprir certas tarefas sacras, como orientar, pregar, instruir; nos dá, por assim dizer, a autorização para fazer certas coisas, não necessariamente a autoridade para fazê-las; assegura a sucessão apostólica, mas não necessariamente o sucesso apostólico!

A unção sacramental, com o caráter indelével (o “selo”) que imprime no sacerdote, é um recurso ao qual podemos recorrer a qualquer momento, sempre que sentirmos necessidade, que podemos, por assim dizer, ativar a qualquer momento de nosso ministério. Também aqui atua aquilo que a teologia chama de “revivescência” do sacramento. O sacramento, uma vez recebido no passado, reviviscit, volta a reviver e a conferir sua graça: em casos extremos, porque remove o obstáculo do pecado (o obex), em outros casos porque remove o verniz do costume, intensificando a fé no sacramento. É como se fosse um frasco de perfume; pode-se mantê-lo no bolso ou nas mãos indefinidamente, mas enquanto não o abrirmos, o perfume não se manifesta, é como se não estivesse lá.

Como nasceu essa ideia de uma unção atual? Um passo importante foi dado, mais uma vez, por Agostinho. Ele interpreta o texto da primeira Carta de João: “Quanto a vós, a unção que recebestes de Jesus permanece convosco…”  (1 Jo 2, 27), no sentido de uma unção perene, por meio da qual o Espírito Santo, professor interior, permite-nos compreender interiormente aquilo que ouvimos de fora. É atribuída a ele a expressão “unção espiritual”, spiritalis unctio, que consta no hino Veni Creator [4]. São Gregório Magno ajudou, entre muitas outras coisas, a popularizar, ao longo da Idade Média, esse ponto de vista agostiniano [5].

Uma nova fase no desenvolvimento do tema da unção se inicia com São Bernardo e São Boaventura. Com eles, se define o novo sentido, de caráter espiritual, da unção, já não tanto relacionado ao tema do conhecimento da verdade, mas sobre a experiência da realidade divina. Comentando o Cântico dos Cânticos, São Bernardo diz: “um tal cântico, só a unção ensina, só a experiência nos faz compreender” [6]. São Boaventura identifica a unção com a devoção, concebida por ele como “um suave sentimento de amor a Deus despertado pela lembrança das bênçãos de Cristo” [7]. Esta não depende da natureza ou do conhecimento, nem das palavras ou dos livros, mas “do dom de Deus que é o Espírito Santo” [8].

Nos dias de hoje, são cada vez mais comuns as expressões ungido e unção (anointed, anointing) para referir-se à ação de uma pessoa, à qualidade de um discurso ou pregação, mas com um sentido diferente. Na linguagem tradicional, a palavra unção sugere, como vimos, uma ideia de suavidade e doçura, a ponto de dar lugar, em seu uso profano, a acepções pejorativas, “untuoso” como “bajulador”, referindo-se a uma pessoa “desagradavelmente cerimoniosa e servil”.

Em seu uso moderno, mais próximo do bíblico, a palavra sugere muito mais uma ideia de poder e de força de persuasão. Um sermão carregado de unção é um sermão em que percebemos, por assim dizer, o entusiasmo provindo do Espírito; um discurso que abala, que fala ao coração das pessoas. Trata-se de um componente genuinamente bíblico do termo, presente por exemplo no texto dos Atos, onde se diz que Jesus “foi ungido com o Espírito Santo e com poder”  (At 10, 38).

A unção, nesse sentido, parece mais um ato do que estado. É algo que a pessoa não possui de maneira constante, mas que se “investe” sobre ela no momento do exercício do ministério ou da oração.

Se a unção se dá pela presença do Espírito, sendo um dom dele proveniente, o que podemos fazer para obtê-la? Antes de mais nada, orar. Há uma promessa explícita de Jesus: “Pai do céu dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!” (Lucas 11:13). Cumpre pois, também a nós, quebrar o vaso de alabastro, como a pecadora na casa de Simão. O vaso é o nosso eu, e talvez nosso intelectualismo árido. Quebrá-lo significa renunciar a nós mesmos, ceder a Deus, com um ato explícito, as rédeas de nossa vida. Deus não pode doar Seu Espírito a quem não se doa inteiramente a Ele.

Orar pedindo o poder de Deus.

4. Como obter a unção do Espírito

Apliquemos à vida do sacerdote este rico conteúdo bíblico e teológico relacionado ao tema da unção. São Basílio diz que o Espírito Santo “estava sempre presente na vida do Senhor, tornando-se a unção e o companheiro inseparável”, de modo que “toda atividade de Cristo envolve-se no Espírito” [9]. Receber a unção significa, portanto, receber o Espírito Santo como “companheiro inseparável” na vida, fazer tudo “no Espírito”, à sua presença, com sua guia. Isso implica uma certa passividade, docilidade, ou como diz Paulo, um “deixar-se guiar pelo Espírito” (Gl 5, 18).

Tudo isso se traduz, externamente, ora em suavidade, calma, paz, doçura, devoção, comoção, ora em autoridade, força, poder, credibilidade, dependendo das circunstâncias, do caráter de cada um e também da atividade que exerce. O exemplo de vida é Jesus, que, movido pelo Espírito, manifesta-se como manso e humilde de coração, mas também, quando necessário, pleno de autoridade sobrenatural. É uma condição caracterizada por um certo brilho interior, que torna fácil e credível no fazer as coisas. Um pouco de como é a “forma” para o atleta e a inspiração para o poeta: um estado em que se pode dar o melhor de si.

Nós, sacerdotes, precisamos nos acostumar a buscar a unção do Espírito antes de desempenhar uma ação importante no serviço do Reino: uma decisão a tomar, uma nomeação a fazer, um documento a escrever, uma comissão a presidir, uma pregação a preparar. Eu aprendi de maneira dura. Encontrei-me, por vezes, ter de falar a um público amplo, em uma língua estrangeira, muitas vezes tendo acabado de chegar de uma longa viagem. Escuridão total. A língua em que deveria falar parecia-me escapar, a incapacidade de me concentrar sobre um esquema, um tema. E a música de abertura estava prestes a terminar… Então me lembrei da unção e logo fiz uma breve oração: “Pai, em nome de Cristo, peço a unção do Espírito!”

Às vezes, o efeito é imediato. Experimenta-se quase fisicamente a unção vindo sobre si. Uma certa comoção atravessa o corpo, ilumina a mente, serenidade na alma; desaparece a fadiga, o nervosismo, cada medo e cada timidez; experimenta-se algo da própria calma e autoridade de Deus.

Muitas das minhas orações, como imagino com todo cristão, não foram escutadas, no entanto, quase nunca fica sem ser escutada esta oração pela unção. Parece que diante de Deus, temos uma espécie de direito de reclamá-la. Mais tarde, especulei um pouco sobre essa possibilidade. Por exemplo, se devo falar de Jesus Cristo, faço uma aliança secreta com Deus Pai, sem fazer Jesus saber, e digo: “Pai, devo falar de teu Filho Jesus, que tanto amas: dê-me a unção de Seu Espírito para alcançar o coração das pessoas. Se eu tiver que falar de Deus, o Pai, o oposto: faço um acordo secreto com Jesus… A doutrina da Trindade é maravilhoso também para isso.

Bento XVI incensando o Altar - Perfume de Jesus.

Bento XVI incensando o Altar - Perfume de Jesus.

5. Ungido para espalhar no mundo

O bom odor de Cristo.

No mesmo contexto de 2 Coríntios, o apóstolo, sempre referindo-se ao ministério apostólico, desenvolve a metáfora da unção com o perfume, escreve: “Graças sejam dadas a Deus que nos faz sempre triunfar em Cristo e que, por meio de nós, vai espalhando por toda a parte o perfume do seu conhecimento. De fato, nós somos o bom odor de Cristo para Deus” (2 Cor 2, 14-15).

Este deve ser o sacerdote: o perfume de Cristo no mundo! Mas o apóstolo nos adverte, acrescentando de imediato: “trazemos esse tesouro em vasos de barro” (2 Cor 4, 7). Sabemos muito bem, pela experiência dolorosa e humilhante recente, o que tudo isso significa. Jesus disse aos apóstolos: “Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal perde seu sabor, com que se salgará? Não servirá para mais nada, senão para ser jogado fora e pisado pelas pessoas.” (Mt 5, 13). A verdade desta palavra de Cristo é dolorosa aos nossos olhos. Se o unguento perde o odor e se gasta, transforma-se no seu contrário, em mau cheiro e, em vez aproximar de Cristo, afasta dele. Em parte para responder a esta situação, o Santo Padre convocou este Ano Sacerdotal. O disse abertamente na carta de convocação: “há situações, nunca bastante deploradas, em que a Igreja sofre pela infidelidade de alguns de seus ministros. Nestes casos, é o mundo que sofre o escândalo e o abandono”.

A carta do Papa não se limita a esta constatação; de fato, acrescenta: “O máximo que a Igreja pode recavar de tais casos não é tanto a acintosa revelação das fraquezas dos seus ministros, como sobretudo uma renovada e consoladora consciência da grandeza do dom de Deus, concretizado em figuras esplêndidas de generosos pastores, de religiosos inflamados de amor por Deus e pelas almas”.

A revelação das fraquezas também deve ser feita para fazer justiça às vítimas e a Igreja agora o reconhece e a aplica da melhor forma que pode, mas deve fazer-se em outra sede e, em todo caso, não virá de lá o estímulo para uma renovação do ministério sacerdotal. Eu pensei neste ciclo de meditações sobre o sacerdócio precisamente como uma pequena contribuição na direção desejada pelo Santo Padre. Eu gostaria de deixar que o seráfico padre, São Francisco, falasse no meu lugar. Em um momento em que a situação moral do clero era sem comparação mais triste que a de hoje, em seu testamento, ele escreve: “O Senhor me deu e ainda me dá tanta fé nos sacerdotes que vivem segundo a forma da santa Igreja Romana, por causa de suas ordens, que, mesmo que me perseguissem, quero recorrer a eles. E se tivesse tanta sabedoria quanto teve Salomão e encontrasse míseros sacerdotes deste mundo, nas paróquias em que eles moram não quero pregar contra a vontade deles. E hei de respeitar, amar e honrar a eles e a todos os outros como a meus senhores. Nem quero olhar para o pecado deles porque neles reconheço o Filho de Deus e eles são os meus senhores. E procedo assim porque do mesmo altíssimo Filho de Deus nada enxergo corporalmente neste mundo senão o seu santíssimo corpo e sangue, que eles consagram e somente eles administram aos outros”.

No texto citado no começo, Paulo fala da “glória” dos ministros da Nova Aliança no Espírito, imensamente mais elevada que a antiga. Esta glória não procede dos homens e não pode ser destruída pelos homens. O santo Cura de Ars difundia certamente ao seu redor o bom odor de Cristo e, por este motivo, as multidões iam a Ars; mais perto de nós, o Padre Pio de Pietrelcina difundia o odor de Cristo, às vezes inclusive com um perfume físico, como testemunham inúmeras pessoas dignas de fé. Muitos sacerdotes, ignorados pelo mundo, são em seu ambiente o bom odor de Cristo e do Evangelho. O “padre rural” de Bernanos tem muitos companheiros espalhados pelo mundo, na cidade e no campo.

O Pe. Lacordaire traçou um perfil do sacerdote católico, que hoje em dia pode parecer muito otimista e idealizado, mas voltar a encontrar o ideal e o entusiasmo pelo ministério sacerdotal é precisamente o que está faltando neste momento e, por esta razão, voltamos a escutar, ao concluir esta meditação: “Viver no meio do mundo sem nenhum desejo pelos próprios prazeres; ser membro de toda família, sem pertencer a nenhuma delas; compartilhar todo sofrimento; ficar à margem de todo segredo; curar toda ferida; ir todos os dias dos homens a Deus para oferecer-lhe sua devoção e sua oração, e voltar de Deus aos homens para levar-lhes seu perdão e sua esperança; ter um coração de ferro pela castidade e um coração de carne para a caridade; ensinar e perdoar, consolar e abençoar e ser abençoado para sempre. Ó Deus, que tipo de vida é esta? É a tua vida, sacerdote de Jesus Cristo! [10]

* * *

[Notas originais em italiano]

1) S. Ireneo, Adv. Haer. III, 24, 1.

2) S. Atanasio, Lettere a Serapione, III, 3 (PG 26, 628 s.).

3) PO, 1,2.

4) S. Agostino, Sulla prima lettera di Giovanni, 3,5 (PL 35, 2000); cf. 3, 12 (PL 35, 2004).

5) Cf. S. Agostino, Sulla prima lettera di Giovanni, 3,13 (PL 35, 2004 s.); cf. S. Gregorio Magno, Omelie sui Vangeli 30, 3 (PL 76, 1222).

6) S. Bernardo, Sul Cantico, I, 6, 11 (ed. Cistercense, I, Roma 1957, p.7).

7) S. Bonaventura, IV, d.23,a.1,q.1 (ed. Quaracchi, IV, p.589); Sermone III su S. Maria Maddalena (ed. Quaracchi, IX, p. 561).

8) Ibidem, VII, 5.

9) S. Basilio, Sullo Spirito Santo, XVI, 39 (PG 32, 140C).

10) H. Lacordaire, cit. da D.Rice, Shattered Vows, The Blackstaff Press, Belfast 1990, p.137.

Site Oficial do Frei Cantalamessa - http://www.cantalamessa.org/pt/index.php

Fontes:

© Innovative Media, Inc.

A reprodução dos serviços de Zenit requer a permissão expressa do editor.

ZP09121105 – 11-12-2009
Permalink: http://www.zenit.org/article-23540?l=portuguese

Pregador do Papa:

Ministros da nova aliança do Espírito

Segunda meditação de Advento do padre Cantalamessa ao Papa e à Cúria

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 11 de dezembro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a segunda meditação de Advento dirigida na manhã desta sexta-feira pelo padre Raniero Cantalamessa, O.F.M. Cap., a Bento XVI e a seus colaboradores da Cúria Romana, na capela “Redemptoris Mater”, do Vaticano.


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120
Jesus é Misericordioso
Páscoa


Sem o Domingo não podemos viver.

Este é o 3º tema da Semana da Família:

“Sem o Domingo

Não podemos viver”.

O texto do livrinho medita principalmente sobre o episódio dos Discípulos de Emaus, relembrando o fato de que aquele dia era o primeiro dia da semana, no mesmo dia que Jesus havia ressuscitado.

foto_jubileu[1].

Conhecemos bem a tradição Judaica, que guardavam o Sábado como dia de descanso desde que fora ordenado por Deus que guardassem este dia, sabemos porém, que Jesus veio estender a Promessa de salvação a todos os homens deste mundo, ficando bem claro que apesar de Deus ter sido fiel à sua parte na antiga aliança o homem jamais foi fiel por completo e mesmo guardando um dia inteiro, onde não se podia fazer nada, nem mesmo dar mais de 1000 passos, mesmo assim Jesus salientou, que muitas coisas eram executadas neste dia, incluindo salvar um cavalo que por acaso caísse em um poço.

Jesus fazia milagres no dia de Sábado, para demonstrar, que Ele, sendo filho de Deus, o Messias que foi enviado pelo Pai, Senhor de todas as coisas, era Ele também Senhor das ordens e preceitos que foram dirigidos aos homens no passado e que, portanto Ele teria todo o direito de mudar ou alterar ou fazer o que bem entendesse com os preceitos que o homem fingia que obedecia fielmente, apenas para demonstrar visivelmente que seguiam a Deus, enquanto que às escondidas desprezavam todos os mandamentos Divinos.

Jesus declarou que não veio desprezar a Lei antiga, ou mudá-la, mas veio sim, cumpri-la e levá-la à consumação total, isto significa que, Jesus consumou a antiga aliança e executou o início da nova e eterna aliança que é totalmente baseada em promessas bem superiores à primeira aliança.

Ao morrer Jesus na Cruz o mundo se fez trevas, morreu com Ele o passado, o pecado e a condenação, morreu com Ele a falsidade e o Farisaísmo, morreu com Jesus na Cruz todo o erro deste mundo.

Mas ao Jesus Ressuscitar, tudo se fez novo, uma nova vida surgiu, uma nova esperança nasceu para nós que antes nem tínhamos o direito de conhecer Jesus, mas que agora entramos nesta nova e eterna aliança, mesmo que tenhamos entrado como um enxerto de outra parreira antes desprezada.

Este dia ficou gravado em nossa memória, porque foi o dia que a morte se tornou vida, foi o dia que Jesus venceu o inimigo que não podíamos vencer, foi o dia que raiou uma nova luz neste planeta, e este dia era o primeiro dia da semana, no qual Jesus ressuscitou em seu primeiro instante ao raiar do sol.

Esta é a Páscoa do Senhor, o dia mais importante para nós Cristãos, por isso, assim como o Senhor escolheu este dia para voltar à vida, também o escolhemos para comemorar esta Páscoa de Jesus, desde o principio este dia tornou-se um dia consagrado ao Senhor e ficou conhecido como o Dia do Senhor ou “Dominus” e como Jesus celebrou neste dia a sua primeira Missa após a Ressurreição, automaticamente os seus Discípulos passaram a repetir o ato de Jesus como foi de sua vontade.

Como Dia do Senhor, o Domingo ficou inteiramente um dia dedicado somente a Deus, ao culto  e a todas as atividades relacionadas com Deus, ficou também este dia dedicado à uma vivência mais Familiar, onde os membros de uma Família estariam mais unidos juntamente com Deus.

Hoje, outras religiões tentam restabelecer os ditames do antigo testamento, desprezando a escolha de Jesus, mesmo sendo Ele o Senhor de Todas as coisas e declaradamente o nosso Senhor, não iremos mais realizar a sua vontade, mas no dia que escolhermos, já que um Cristão, que antes era pagão e não seguia nenhum mandamento Judaico, não cabe agora servir a uma lei que jamais foi imposta aos Cristãos que nasceram na Nova Aliança.

Outro inimigo do Domingo nos dias de hoje é o Laicismo, “O mundo ateu e comercial”, que quer abolir o dia de Descanso, O dia do Senhor, o dia da Família e tornar todos os dias iguais em que o homem nada mais é do que um escravo do trabalho esquecendo-se de seu lado espiritual, seu relacionamento com Deus, o relacionamento Familiar e manipulando-o apenas como um consumidor sem voz, sem vez e sem vontade.

.Jesus é Rei e Senhor.

O Domingo é o Dia que nos encontramos com nosso Deus, é o dia que descansamos do trabalho diário e reencontramos forças para começar mais uma jornada de trabalho, é o dia que nos encontramos todos em casa e temos uma chance de conversarmos e exercitarmos o nosso amor comum, já percebemos que a cada dia que passa fica mais difícil vivermos como se vivia a alguns anos atrás e precisamos reavaliar as tendências deste mundo capitalista e recuperarmos o valor deste dia tão importante para nossas Famílias e nossa vida espiritual, porque sem este dia, a vida espiritual e a Família irão definhar aos poucos até a morte completa.

Esperamos que consigamos reverter este quadro o quanto antes, esta é a forma que a Igreja encontrou de nos mostrar o grande valor que tem este dia para as nossa vidas em particular, teremos atingido nosso objetivo quando nossas Famílias realmente aprenderem o valor destas palavras e proclamarem de todo coração:

“Sem o Domingo

Não podemos viver”.

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Veritatis Splendor –

DIA DO SENHOR: SÁBADO OU DOMINGO?

Presentepravoce:

Em Defesa do Dia do Senhor.

Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre…

O Senhorio de Jesus – SVE I – Video

Eucaristia, O Corpo Vivo de Cristo.

Bento XVI fala às Famílias no México.

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Buscando Novas Águas.



Quero apresentar-vos um site que oferece a Liturgia de todo Domingo em Power Point, meditando as leituras e fazendo um resumo do assunto do dia.

Tudo isto apresentado com musica e figuras prontos para uma apresentação em sala de aula ou até mesmo em uma Missa que tenha disponível um data show para apresentar os slaid’s.

Quando estivemos em Caldas Novas – Goiás, foi utilizado um destes Slaids para a homilia da Missa, digo-lhes a verdade, eu preferiria uma boa pregação, mas gostei muito da maneira que foi apresentado o slaid na Missa e acho que fica bom de vez em quando apresentar algo diferente para os Fiéis.

O site se chama:

Buscando Novas Águas e pode ser encontrado no Link abaixo:



DESTAQUE

Foi observado nesta data 22/09/2015 que o site em questão estava fora do ar, click no Link abaixo e confira novamente hoje. em 23/09/2015 já estava normalizado.

NOVA OPÇÃO

POSTAGENS NO YOUTUBE EM VÍDEO

Existe também os power point transformados em vídeos e postados no Youtube, procure pelo assunto da semana.

https://www.youtube.com/user/MeuDomingo/videos


LINK – CLICK AQUI

BUSCANDO NOVAS ÁGUAS


PPS DESTAQUE PARA O MÉS DE SETEMBRO


Leitura Orante da Biblia.pps



slaid: Elaborado por “Buscando novas águas” Liturgia Dominical.



João Paulo II, Quatro anos sem nosso Grande Papa!

Ele Tinha Dons Celestiais!

O papa Bento XVI destacou hoje, durante missa solene na Praça de São Pedro, no
Vaticano, que seu predecessor, João Paulo II, tinha “qualidades sobrenaturais”. A homilia lembrou o terceiro aniversário da morte de João Paulo II.

Reportagem Terra Notícias

» Papa celebra missa por João Paulo II

» Polônia lembra morte de João Paulo II

Papa Bento XVI celebra missa em homenagem ao terceiro aniversário da morte do papa João Paulo II

O Papa disse ainda que João Paulo II reunia uma “sensibilidade espiritual e humanística”. Bento XVI afirmou que o dia 2 de abril será uma data histórica para a Igreja Católica.

“Durante muitos dias, a basílica do Vaticano e esta mesma praça foram realmente o coração do mundo”, disse em seu sermão, enquanto fiéis erguiam bandeiras da Polônia, terra natal do falecido pontífice, e cartazes com a imagem dele.

“Recordemos com emoção a noite daquele sábado quando a notícia da morte (de João Paulo II) tomou a Praça São Pedro.” Cerca de 60 mil fiéis acompanharam a missa.

Pressão pela canonização
O terceiro aniversário de morte de João Paulo II coincide com declarações de fontes do Vaticano que dizem que há cada vez mais apelos de fiéis para que se acelere seu processo de canonização.

Em abril de 2005, durante o funeral de João Paulo II, fiéis gritavam pedidos para que ele virasse um “santo súbito”. Em maio daquele ano, Bento XVI dispensou o antecessor do prazo de cinco anos entre a morte e o início do processo de beatificação, primeira etapa para a canonização.

Milagres
O processo de beatificação já está quase concluído, e a Igreja diz já ter inclusive encontrado um milagre que pode lhe ser atribuído – a inexplicável cura da freira francesa Marie Simon-Pierre, de 47 anos, que rezou para que João Paulo II a livrasse do mal de Parkinson, mesma doença que o acometia.

Se o Papa aprovar esse milagre, João Paulo II poderá ser beatificado. Seria preciso outro milagre para que se passasse à canonização.

O cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia e secretário particular de João Paulo II por quase 40 anos, disse a jornalistas que seu gabinete recebe cartas diárias de pessoas descrevendo “graças” recebidas após rezar para o falecido papa.

“A maioria é de pessoas que foram curadas do câncer ou casais que eram considerados inférteis, mas tiveram filhos após rezar para João Paulo II”, disse Dziwisz. “Recebemos tantas que já nem as passamos mais para Roma.”

Os processos de beatificação normalmente levam décadas ou até séculos -por isso, os três anos desde a morte de João Paulo II são um prazo excepcional.

As provas incluem depoimentos de centenas de pessoas e uma investigação sobre a vida, as declarações e os escritos de João Paulo II.

O monsenhor Slawomir Oder, funcionário do Vaticano encarregado do processo de beatificação, disse a jornalistas que praticamente já concluiu um documento de cerca de 2.000 páginas resumindo as provas em prol da inclusão de João Paulo II na lista de santos da Igreja.

» Concluída compilação sobre beatificação de João Paulo II

Com agências internacionais

Homenagem do Vaticano em memória de João Paulo II no aniversário do seu falecimento

Os santos de João Paulo II

Um estudante, um médico e uma alpinista
estão entre os novos santos de João Paulo II,
o papa que mais gente promoveu à santidade

Ao contrário do que poderiamos imaginar, são pessoas comuns, sem nenhuma outra característica marcante que não seja ter levado uma vida honesta, fazendo o bem, rezando e seguindo os ensinamentos de Cristo. Nessa galeria de santos gente-como-a-gente há um jovem estudante, alpinista e jogador de futebol, uma pediatra mãe de família, uma empregada doméstica e um mordomo negro haitiano cuja biografia registra como feito mais notável ir à missa em Nova York todos os domingos e se dar bem com a vizinhança.

CLIC=> E LEIA MAIS NA MATERIA DA VEJA

Nossa Senhora de Guadalupe em Recife-Pe.

Aos que moram em Recife, repasso o convite que recebi sobre as festividades em honra de Nossa Senhora de Guadalupe.

convite-dez-08

Muito estimados em Cristo,

O Dia 12 de dezembro está próximo!

Vamos honrar a Nossa Mãe Morena de Tepeyac, Nossa Senhora de Guadalupe!
Vamos agradecer pelas inúmeras graças concedidas através de suas mãos intercessoras!

Será na Igreja de Belém!
Reza do Terço: às 18h20
Missa: às 19h

Vejam no convite anexo o seu rosto lindo, delicado, com um olhar cheio de amor por nós!

Divulguem!

Com carinho,
Inez
Apostolado Virgem Peregrina da Família/PE

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Que pena eu não morar em Recife, mas você que mora e tem a oportunidade de participar deste evento, não perca esta oportunidade.

Nossa Senhora de Guadalupe é a Padroeira de toda a América Latina, afinal foi através de sua aparição e seus Milagres que os nativos Mayas e Astecas aderiram a fé Católica e até hoje mantém nosso continente na vanguarda do Catolicismo mundial.

Palavras de Maria ao Índio Juan Diego:

Filhinho Meu,

És muito Pequenino:

Não te aflijas por nada!

Acaso não estás em meu colo?

Acaso não estou Eu aquí,

que sou tua mãe?

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GUADALUPE
O MILAGRE DE LANCIANO

Nossa Senhora de Guadalupe. PPT

O Milagre de Lanciano.PPT

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Um Reflexo de Amor
Um Reflexo de Amor

Guadalupe

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Orlando Fedeli Apagou um pedaço da Carta porque citava um texto bíblico que lhe deixava numa saia justa.

Porque será que o Prof. Orlando Fedeli da Montfort evita citar textos da Bíblia Católica ?

Porque será que os seguidores de Dom Lefebvre dizem que Batismo no Espírito Santo Não existe, mesmo quando se lê na Bíblia que Jesus nos Batizará no Espírito Santo, com fogo e com poder ?

Leia o texto que simplesmente foi deletado e nem ao menos citado.

O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, 2- de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, 3 – proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. 4 – Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. 5 – Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração. 6 – Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão. 7 – Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, rejeita-as. 8 – Exercita-te na piedade. Se o exercício corporal traz algum pequeno proveito, a piedade, esta sim, é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e da futura. 9 – Eis uma verdade absolutamente certa e digna de fé: 10 – se nos afadigamos e sofremos ultrajes, é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, sobretudo dos fiéis. 11 – Seja este o objeto de tuas prescrições e dos teus ensinamentos. 12 – Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. 13 – Enquanto eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino. 14 – Não negligencies o carisma que está em ti e que te foi dado por profecia, quando a assembléia dos anciãos te impôs as mãos. 15 – Põe nisto toda a diligência e empenho, de tal modo que se torne manifesto a todos o teu aproveitamento. 16 – Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ouvirem.

I Timóteo, 4

Segue minha declaração:

Prof. Orlando Fedeli voltando das aulas proferidas em Anápolis decidiu denegrir a pessoa de nosso bispo a qualquer custo, inventando que foi proibido de proferir suas aulas aqui na cidade, se referiu em suas acusações à um certo panfleto que foi disdriduído nas ruas da Cidade o proibindo de dar suas aulas.

Ninguem viu este panfleto, Creio Eu que nem mesmo ele tenha visto, porque tal panfleto nunca existiu. O que foi publicado em seu site seria um e_mail que circulou entre amigos de minha paróquia, onde Pe. Françoá era o Paroco até o mes de Setembro de 2007, entre esses paroquianos, havia um musico que é cunhado daquele que agendou as aulas com o Sr. Orlando Fedeli, este email chegou até mim, no qual incluí; “Sizenando, estou apenas repassando”, ele continha o texto acima vinculado.

Neste texto havia sim um conselho claro dizendo: “Rejeita-as” as Fábulas de Pessoas, que sem comunhão Plena com a Igreja, decidem instruir os Católicos no Caminho Correto. Sem Comunhão Plena são aqueles que defendem as posições de Dom Lefebvre, Bispo Frances Excomungado pelo Papa João Paulo II. Citado no e_mail do Bispo. Mas como tal e_mail continuu circulando, acabou sendo “ele” o que foi publicado na Montfort, que continha o texto de “Timoteo 4” descrito acima, e que foi abolido.

Falei com a pessoa que repassou o e_mail para a Montfort, ele negou a princípio, mais depois admitiu que este texto estava lá. No mesmo e_mail havia uma outra carta de minha autoria me dirigindo à pessoa que me enviou o Convite para as aulas de HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA, Carta essa que já está em meu blog intitulada Carta a Nicodemos., me dirijo a eles desta forma porque o evento estava camuflado e secreto sem o conhecimento de nosso bispo assim como Nicodemos Falou com Jesus na proteção da noite, e nem eu poderia imaginar tamanha complicação que eu estaria me metendo, no dia 03/02/08 em um encontro da RCC, de manhã, recebi a notícia que meu nome estava no site Montfort, pensei que fosse a minha Cartinha a Nicodemos Que Teria se encontrado com Jesus em Segredo., mas não, era o e_mail de Pe. Fançoá e do bispo. O Prof. Orlando Fedeli estava em Anápolis e 18 pessoas estavam lá com ele no local marcado para as aulas, nenhum de nós tentou impedí-lo. Pe. Françoá está na Europa desde Setembro de 2007 e foi citado como um leão de chácara na porta de nossa cidade Impedindo pessoas de dar aulas na UEG. Meu nome, que fora copiado por outro site, e está lá ainda, foi apagado do site Montfort quando comecei a escrever em todos os blog’s que encontrei pela frente a verdade sobre o maior fofoqueiro da internet, que ganha até mesmo, do Leão Lobo e do Poparazzo, pois tem, segundo ele mesmo, mais de 500,000 acessos de internet por més em seu site.

Uma pessoa que tem tantos assessos assim em seu proprio site, deveria pelo menos tratar com mais carinho, educação e respeito os seus próprios leitores, o que não é o caso, pois todo o Brasil conhece e comenta pela internet a grosseria que este tal “Dotô” em estória responde suas cartas, até mesmo as mais humildes. Nem seria necessário citar link’s, basta fazer uma busca na WEB por “Orlando Fedeli” e voce poderá conhecer o outro lado da moeda entrando nos site’s que não são a Montfot, na verdade existem textos lá também que o condenam muito mais que os outros, bastaria entrar em uma pagina chamada “homenagemfedeli.k6“, só ela diz tudo, toda grosseria e todos os link’s adversários com comentários ridículos.

Um outro site copiou da Montfort tudo que o condena, ordenando de uma forma correta e compreenssível, li um comentário lá hoje que perguntava o nome de quem escreveu aqueles textos, e o chamava de covarde. Mas que engraçado, pessoas que copiam as Textos do site Montfort escritos por Orlando Fedeli e colocam em seus Blog’s chamando o copiador da Montfort de covarde. Se são cópias da Montfort, logicamente o Autor só pode ser o Fedeli o grande covarde que se esconde atras de cartas com nomes alheios, terceiros ou simplesmente inventados mesmo, veja as cartas do Pe. Françoá e as minhas, nunca foram publicadas, e nem serão, até meu nome que estava lá foi apagado.

Neste caso ouvir os conselhos de São Paulo, um dos Padroeiros de nossa Paróquia, seria a ação mais sábia, ou o melhor caminho a seguir.

O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, 2- de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia…

Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, REJEITA-AS, a carta de Pe. Françoã que vinha na seguencia nada mais dizia que um eco destas palavras de São Paulo nos aconselhando a não ir nas tais aulas do famosos Profesor de estória.

In Corde Jesu Semper.

A carta de Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa que Orlando Fedeli da Montfort não publicou.

Sou Françoá Costa, como é de conhecimento público no “site Montfort” foram publicadas a carta de Dom João Wilk e a minha, a ambas o prof. Fedeli respondeu agressivamente (cf.). Enviei uma outra, que não foi publicada até agora e não sei se publicará. Dou a conhecer aqui o conteúdo da carta enviada e não publicada. Para entender melhor o contexto seria preciso ler a carta do prof. Fedeli no site montfort dirigida ao meu bispo e a mim. Que pena que haja pessoas tão decididas a atacar sistematicamente o Concilio Vaticano II como esse senhor e seu séquito!

Confira: as cartas Clicando nos Links em azul.

Este texto foi retirado do site => entitulado: tres Links abaixo luterofedeli.wordpress.com.br

A carta que Fedeli não publicou

Mensagem do Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa, da diocese de Anápolis

Mensagem de Dom João Wilk, se defendendo de Orlando Fedeli e seu grupo

TRADIÇÃO E “TRADICIONALISTAS”.

Carta de Padre Fançoá ao:

Prof. Orlando Fedeli

Terminei ontem o meu jejum de quarta-feira de cinzas lendo a sua carta, dessa maneira a penitência foi completa.
Não lhe escreverei argumentando teologicamente, ou seja, como uma “fidens quaerens intellectum”, porque sei que o senhor já tem todas as suas idéias e são os outros que devem prostrar-se diante do senhor, inclusive o Papa: na sua cabeça, parece que todos estão errados menos o senhor e aqueles que estão de acordo com o senhor. Dá a impressão que o senhor é o seu próprio magistério.
Eu lhe agradeceria muito se tivesse jogado a minha “cartinha” na lixeira do seu computador, aliás, nem eu nem meu bispo lhe pedimos ou permitimos que a publicasse. Realmente, minha cartinha tem um tom bastante informal, está escrita para amigos e não para o site “montfort”. Não! Não é uma honra para eu sair no seu “quadro de honra”, nem mesmo peço para sair no último lugar da sua página. É sim uma honra sair ao lado do meu bispo, a quem tanto admiro.
Dessa vez lhe peço que publique essa minha “cartinha”, não é necessário que seja no quadro de honra, mas peço que a publique por uma questão de justiça. Ademais, essa é a última vez que peço que publique algo meu porque já não pretendo escrever-lhe: pessoas como o senhor não estão abertas ao diálogo! E eu, como sacerdote, tenho muito que fazer. E isso porque eu gosto de entrar em diálogo com as pessoas, em primeiro lugar com os meus irmãos católicos, mas não só, de fato, – e não se escandalize – tenho até amigos protestantes, já conversei com mulçumanos e tenho um carinho especial pelo povo judeu (Jesus Cristo, Nossa Senhora e os Apóstolos eram judeus!).
Além do mais, parece que o seu encontro em Anápolis não foi muito numeroso! Creio que as nossas cartinhas, a do bispo e a minha, não serviram de publicidade: nisso, como em outras muitas coisas, o senhor se equivoca.
Uma observação em prol do meu bispo: Dom João Wilk, como Pastor da grei que a ele foi confiada, tem o direito de avisar os seus fiéis sobre os perigos que determinadas idéias implicam para a fé e para a moral católicas.
O senhor pode dizer o que o senhor quiser, é livre – de fato ninguém em Anápolis exerceu violência para que o senhor não falasse – e pode se expressar. O Bispo Diocesano, sem ir contra a liberdade de expressão nem contra a liberdade religiosa G(liberdades essas verdadeiramente amadas por nós que nos empapamos com o Concilio Vaticano II, Concilio esse onde o Espírito Santo atuou maravilhosamente), pode e deve, como autêntico detentor de Magistério na Igreja, mostrar aos fiéis onde estão os erros, os desvios e as deformações presentes em determinadas maneiras (livres) de se expressar: foi o que Dom João fez ao pronunciar-se contra as suas palestras.
Avisar as pessoas sobre perigos contra a fé e a moral é o que faz também a Congregação para a Doutrina da Fé quando emite alguma nota sobre determinados escritos de teólogos, por exemplo, John Sobrino ou Leonardo Boff, famosos pela teologia da libertação. Na verdade, eu me alegraria se alguma nota da referida Congregação avisasse aos católicos sobre os perigos que representam os escritos do senhor!
Também, e por último, se referiu à minha vinculação ao Opus e à RCC. Para que fique bem claro: sou vinculado ao Opus, não sou vinculado à RCC (ainda que eu admire muito esse movimento aprovado pela Igreja Católica Apostólica Romana), e, por último, meus pronunciamentos não são em nome do Opus.
Que Deus o abençoe e lhe abra a mente e o coração para acolher a Igreja tal qual ela é, e não fazendo escolhas dentro do Magistério. Desejo-lhe tudo de bom.

Pe. Françoá Costa

(o senhor acertou, o meu nome se escreve assim mesmo!) – 07-II-2008

Lamento estar nessa polêmica, mas… me pareceu necessário. Que Deus abençoe a todos.

É só clicar aqui e Conferir outros Textos apologéticos de:

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa No Veritatis Splendor.

PODE-SE ADORAR A SANTA CRUZ?

Vida Nova » PODE-SE ADORAR A SANTA CRUZ?

Texto Publicado no jornalzinho de Circulação Paroquial.

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“TEMPERATURA DA SANTIDADE”

Na pagina da diocese contém outros Textos.

Obras Sociais

O Post que segue no Link Abaixo Mostra o Texto que estava no E_mail que circulou entre os paroquianos de Pe. Françoá, o qual foi repassado por mim a outros amigos, sendo que este foi uma das cópias que acabou chegando às Mãos de Orlando fedeli.

Orlando Fedeli Publicou o email de Pe. Françoá, mas Apagou um texto Biblico que não lhe agradou, Leia o Texto que foi deliberadamente deletado do e_mail original. clic neste Link! somente uma pergunta para meditar: Porque Orlando Fedelia apagaria esta parte do email sem comentá-la?





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Veja Também: Testemunho de Um Padre

Pe. Wemerson de Uruaçu – Go, Deus Fez Maravilhas em Minha Vida.

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