In Memorian – Orlando Fedeli.


O site Montfort divulgou neste último dia 9/6/2010 uma nota de falecimento de seu Fundador e diretor, O Professor Orlando Fedeli.

Ele foi vítima de um infarto e não foram divulgados maiores detalhes sobre o acontecimento, seu sepultamento ocorreu ontem à tarde às 16:00 Hs logo após uma Missa celebrada com corpo presente na Igreja Nossa Senhora das Dores.

Endereço: Rua Tabor, 283 – Ipiranga.

Cemitério Vila Mariana

Endereço: São Paulo/SP, Rua Lacerda Franco, 2012.

Mapaaqui.

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Neste momento de dor, que possamos nos unir em oração, para que Deus derrame suas graças e console os corações, que possa acolher também este filho que tanto lutou pela Fé Católica.

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Usando as palavras de São Paulo:

(II Timóteo 4,7)

“Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé.”


DECLARAÇÕES DE UM EX-SEMINARISTA DO IBP SOBRE A MONTFORT.

Não quero tocar em feridas antigas, e muito menos perturbar os mortos, mas como estive entre aqueles que participaram do êxodo da Montfort, este testemunho do Padre Renato Leite merece alguns esclarecimentos.

Desde que a casa de formação do “IBP” foi inaugurada em São Paulo (novembro de 2006, e o IBP foi erigido em setembro de 2006), a influência do senhor Orlando Fedeli era evidente, tanto que os candidatos só eram aprovados depois que passassem por uma entrevista com ele (tanto que em março de 2007 já eram quatro os moradores da casa, e o Pe. Renato só mudou-se para lá em maio).

Depois de algum tempo de convivência, algumas “cartas” foram postas à mesa, e ficou claro que o verdadeiro objetivo da Montfort (entenda como “OF”, “Orlando Fedeli e CIA”, sua esposa e alguns militantes conhecidos como ‘os mais velhos’) era ter os seus padres para formar um instituto próprio, que se chamaria Instituto Santa Catarina de Sena (para quem conhece a correspondência ou a história desta santa, já sabe porque foi escolhida como padroeira de um instituto NADA SANTO).

Este instituto teria como superior eclesiástico o Pe. Renato (outros padres foram cogitados, mas ou não aceitaram ou não aceitariam), e seria formado por ele e os padres da Montfort “formados” no IBP (por isso, antes de viajar à França e se entender com o Pe. Laguerie, o prof. dr. OF fez uma pequena paradinha em Roma. Até permitiu-se fotografar com o Mons. Ranjith, mesmo ele sendo UM MODERNISTA BANDIDO, assim como todos os Bispos da Igreja [sic!]).

Mons. Ranjith, E Orlando Fedeli - Fonte: Montfort

Depois de visitar a casa no Brasil em jun/jul de 2007, o Pe Laguerie enviou naquele mesmo ano duas pessoas de sua confiança para levantar alguns esclarecimentos, e suas suspeitas foram confirmadas: quando estas pessoas chegaram à casa não estava presente nenhum responsável pelos candidatos (o Pe Renato estava viajando, e ainda não havia outro padre residente); não havia um regulamento, a convivência era muito difícil (partidários da Montfort x candidatos da Igreja COMUM); não havia horário (estava sujeito ao humor do superior da casa); enfim, tudo ao contrário do que foi apresentado ao Pe Laguerie quando esteve aqui.

Os “missi dominici” ficaram alguns dias em São Paulo, mas depois foram para o Chile e colocaram os problemas encontrados para o Pe Navas, que estava alheio a tudo. Desta reunião com o Pe Navas surgiu um horário e regulamento para a casa (ago/2007), que nunca foi cumprido, e que só se tornou conhecido em out/2007 quando em visita à casa de São Paulo para conversar com três candidatos que foram expulsos pelo OF, questionou sobre o cumprimento do horário e regulamento que ele tinha escrito. Não sei o que se deu com estes rapazes, mas eles sempre foram honestos em não aderir à Montfort, mesmo morando na casa, e sempre questionaram ao Pe Renato o porquê dele não fazer nada para mudar a situação. As respostas mais comuns eram: “Meu filho, são eles que pagam nossas contas!”, ou em um de seus chiliques ordinários quando ficava revoltado por algum motivo com a Montfort: “Essa gente não sabe quanto custa um padre. Estou aqui fazendo um favor! Qualquer outro padre iria pedir salário, plano de saúde, carro…”.

A grande confusão começou quando o Pe Perrel viria para o Brasil: nervos a flor da pele, reuniões e cochichos para todos os lados, ataques e chiliques. Quando o Pe Perrel chegou, Pe Renato não era mais um dos habitantes da casa, pois tinha se transferido para o Colégio São Mauro, junto com o seu protegido.


O desfecho da história os senhores já conhecem, exceto o que aconteceu com alguns candidatos: os que tem maior aptidão (submissão à Montfort e aptidão intelectual) foram encaminhados para o seminário do IBP ou dos Oratorianos na Holanda (com a colaboração de um padre oratoriano que já foi monge no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo-RJ), e aqueles que não tem tanta aptidão, ficaram nos oratorianos de São Paulo (sob “tutela” deste mesmo padre, que aliás permite ao prof. dr OF lecionar aos seus vocacionados), ou ficaram perdidos, sem saber se tinham ou não vocação, e há um caso de ex-seminarista que não foi readmitido no seu antigo seminário.


Desculpem-me por ter feito este comentário tão longo, e principalmente por tê-lo tornado em um desabafo, mas a verdade precisava ser dita, e o Pe Renato não é uma vítima inocente que “se deu conta da encrenca na qual havia se metido”. Desde o princípio ele soube e foi conivente com o verdadeiro objetivo da associação IBP-Montfort, associação esta que ainda hoje está em vigor, pois há alunos do OF no IBP, e a Montfort contribui financeiramente com o IBP (só em 2006 na ereção doaram 30mil euros, além de pagarem a hospedagem de cinco seminaristas brasileiros), mas a matemágica financeira da Montfort e de suas outras associações não é assunto deste comentário.

Não queria torná-lo demasiado pessoal, mas esta revolta e desequilíbrio são alguns dos efeitos que a Montfort causa naqueles que fazem parte ou já estiveram, de alguma forma, envolvidos com eles.

Ao Pe Renato, para sua questão “quanto custa um padre”, tenho a resposta: para os homens não sei, mas para Deus custa muitas almas.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

horsemansp@—–.com

Comentário 1752 Anônimo em  20/01/2010 at 2:38

Enfim os Olhos se Abriram.


Em Honra de Dom Marcel

François Lefebvre

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MINHA JORNADA DE SAÍDA DO CISMA DE LEFEBVRE.

Por Pete Vere


Sábios Conselhos Sobre a Montfort.

Visão cristã.

Site Montfort…

Não é tão católico quanto gostaria de ser!

Caros Visitantes, várias pessoas têm perguntado sobre as idéias e opiniões do site Montfort. Trata-se de um site católico, de pessoas que, penso, sejam sinceras.

No entanto, as idéias expressas nesse site não são expressão do sentir da Igreja. Há nele alguns graves problemas teológicos, que podem levar a uma deturpação da fé católica e chegar mesmo a uma ruptura com a Igreja.

Eis alguns pontos, entre outros:

1. Uma triste confusão entre Tradição e tradicionalismo, que termina por motivar um apego a formas e expressões do catolicismo que não são normativas nem obrigatórias nos dias atuais.

2. Alguns documentos do Magistério da Igreja são lidos de modo fundamentalista, fora do contexto histórico que lhes deram origem. O resultado é uma teologia torta, fechada e que em muito pouco exprime a genuína fé católica.

3. Há uma clara tendência de desvalorizar e menosprezar o Concílio Vaticano II. Isto é absolutamente inadmissível! O Concílio tem tanta autoridade quanto os concílios anteriores. Não se pode responder aos exageros “progressistas” da interpretação conciliar com os exageros “tradicionalistas” e integristas! Não se deve ser mais papista que o Papa! Um bom católico estará sempre em sincera comunhão com o Papa – e os papas Beato João XXIII, Servo de Deus Paulo VI, Servo de Deus João Paulo I, Servo de Deus João Paulo II Magno e Bento XVI sempre defenderam o Vaticano II na sua integridade e procuram coibir os excessos que possam existir na interpretação do Concílio. Combater o Vaticano II é colocar-se em choque com o Magistério papal e com o Colégio Episcopal, que são assistidos pelo Espírito Santo. Eis aqui um perigoso caminho que peca por presunção de ter mais discernimento que os legítimos pastores da Igreja, a quem o prometeu sua assistência! Toda vez que isso aconteceu, terminou-se numa triste heresia e em doloroso cisma…

4. Há um endeusamento da Missa de São Pio V que é errado, fora de contexto e trai a grande tradição litúrgica da Igreja. A Igreja tem, teve e terá sempre o direito e o dever de modificar seus ritos, de acordo com as circunstâncias e o discernimento da legítima autoridade apostólica, desde que não fira a essência mesma da estrutura sacramental. Nunca passou pela cabeça do Papa São Pio V que o missal por ele aprovado fosse eterno, perpétuo e irretocável! Isso é totalmente descabido e contrário à grande Tradição da Igreja! Nem os ritos primitivos, praticados pelos Apóstolos, tiveram essa pretensão de irretocabilidade! Essa idéia vem deu ma leitura que peca gravemente no seu método hermenêutico… Aqui acontece o que acontece com os protestantes fundamentalistas quando lêem a Bíblia! É verdade que tem havido graves distorções na liturgia no Brasil e no mundo, mas não se corrige tais problemas com soluções erradas e artificiais. Notem os meus leitores que o Papa Bento XVI é um amigo da Missa de São Pio V, mas não cai nos exageros dos tradicionalistas nem em desautoriza em nada o Concílio Vaticano II e o Missal de Paulo VI, tão legítimo quanto o trindentino.

Não duvido da boa fé desse irmãos do site Montfort e admiro seu desejo de transmitir a fé católica, mas lamento muito que confundam a fé da Igreja com uma determinada mentalidade, estreitando o frescor do Evangelho e desconhecendo que a Igreja é o Povo de Deus reunido como Corpo de Cristo e feito Templo do Espírito Santo peregrinando na história “entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus” até a Pátria eterna. Não se pode confundir a sensibilidade da Igreja em determinada época com a sensibilidade que deve perdurar para sempre…

Sugiro, portanto, aos meus caros Visitantes, muita prudência ao visitar o referido site, sabendo que estão entrando em contato com opiniões de um grupo que não está em plena sintonia com o sentimento da Igreja e de seus pastores, correndo, assim, o risco de afastarem-se da plena comunhão com a Igreja… O que ali houver de bom, aproveitem; o que tiver gosto de um tradicionalismo que se afasta do sentir do Papa e do Colégio Episcopal, evitem e não sigam…

Escrito por Pe. Henrique às 19/04/2007 – 21h51

http://costa_hs.blog.uol.com.br/arch2007-04-15_2007-04-21.html

Ps. Estes conselhos resultaram em Criticas da Montfort, que resultaram em mais conselhos para nós.

Visão cristã

Apareceu no site Montfort uma forte reação ao que escrevi sobre o referido site e a respeito da Missa de São Pio V como ele apresenta e defende (procure aqui o meu texto)… Não o transcreverei aqui e não indicarei o local do artigo, pois penso, sinceramente, que não vale a pena. Somente, a quem interessar possa, digo quanto segue, como sacerdote católico que deseja estar em plena, sincera e filial comunhão com a Igreja e seus legítimos pastores:

1. Reitero tudo quanto afirmei. O site Montfort desautoriza o Papa Paulo VI e seus sucessores e, assim, põe-se em rota de colisão com a Igreja. A fidelidade à Igreja católica não é a uma Igreja idealizada, mas à Igreja de hoje, com seus pastores e seus desafios!

2. Apesar de desejar ser sinceramente católico, esse site tem feito mal a muita gente que, sem critérios suficientes, termina caindo numa visão estreita do que é o cristianismo, a Igreja e a liturgia católica, com a boa fé e o triste engano de ser fiel à Tradição. A Tradição aí é confundida com imobilismo e rigidez… É esta miopia no modo de compreendê-la que chamo de tradicionalismo. O cristianismo é tradicional, não tradicionalista ou reacionário!

3. De modo gravíssimo, o pessoal do site Montfort desautoriza e tenta esvaziar o Concílio Vaticano II. É o mesmo erro dos que tentam esvaziar o Concílio de Trento e o Concílio Vaticano I. Todo católico deve ter o Vaticano II em tanta estima e considerção quanto qualquer outro concílio ecumênico. Com os mesmos argumentos tortos do pessoal do Montfort, há aqueles que desejam reduzir os concílios pós 1054 a concílios gerais do Ocidente. Exagero vai, exagero vem – e quem periclita é a fé católica e a unidade da Igreja!

4. O site Montfort adota uma visão meio paranóica, vendo conspiração maçônica e modernista em toda parte! O modernismo foi um erro combatido a seu tempo. Ainda hoje influencia certa teologia. Mas, não tem o menor sentido viver numa cruzada paranoicamente anti-modernista! Acusam de modernismo grandes teólogos do século XX, como Henri de Lubac e Yves Congar e denigrem a memória do grande teólogo Hans Urs von Balthasar! Todos esses teólogos eminentes e santos, apesar de serem somente padres, foram feitos cardeais por João Paulo II Magno e são queridíssimos de Bento XVI. Quanto a de Lubac, Ratzinger o considera um de seus mestres! Será que João Paulo II e Bento XVI são hereges modernistas? Ou será que são ignorantes tolos, que nem percebem o perigo desses teólogos? O site Montfort e outros sites tradicionalistas alardeam fidelidade ao Papa e depois minam-lhe a autoridade; citam o que interessa dos livros de Ratzinger, mas ignoram solenemente que o mestre teológico de Ratzinger é de Lubac! O Papa, para eles, serve somente no que lhes convém! É o mesmo raciocínio do pessoal da Teologia da Libertação! Os extremos se tocam…

5. O articulista do site Montfort foi injusto e desleal para comigo ao afirmar que defendo a ressurreição imediatamente após a morte. Não é verdade! Sempre critiquei duramente tal impostação! A ressurreição é um processo que se inicia logo após a morte, com a glorificação da alma, e terá sua consumação com a ressurreição corporal, no final dos tempos. É isso que ensino; é isso que a Igreja crê e a Congregação para a Doutrina da Fé reafirmou há alguns anos. E só isso. Não se deveria impugnar um sacerdote por ” eu ouvi dizer que” e por suposições infndadas… Seria bom fazer um exame de consciência! No entanto, sei que o meu modo de fazer teologia não agradaria ao pessoal do Montfort. Sou de outra escola e sou plenamente católico, sem restrições a papas ou concílios. Até me criticam por chamar de “Magno” a João Paulo II, afirmando que a Igreja não lhe deu esse título. A verdade, é que não aceitam realmente o Papa João Paulo…  Quanto ao título “magno”, não é a Igreja quem o dá, mas a própria história pela boca das gerações. “Magno” não é título religioso! Por isso, Alexandre Magno, Pompeu Magno, Constantino Magno, Carlos Magno… Posso chamar João Paulo II de Magno (Grande), sim! Posso e devo, porque ele o foi: homem da Tradição, consciente do presente e aberto ao futuro! Nunca foi um tradicionalista enferrujado, peneumatômaco (= assassino do Espírito)! Assim, “Magno”, o chamou o Cardeal Sodano na homilia da Missa do dia seguinte à sua piedosa morte (“João Paulo, o Grande”); assim o chamou Bento XVI na sua primeira palavra após a eleição: “Depois do Grande Papa João Paulo II”; assim muitos o chamam na Europa… Estou bem acompanhado, portanto!

Escrito por Pe. Henrique 23/06/2007 – às 13h07

O site Montfort: doce veneno – II

6. Quanto à discussão sobre o poligenismo ou monogenismo, é questão absolutamente aberta (não adianta citar erroneamente a Humani Generis de Pio XII, que não se pronunciou de modo infalível). Qualquer teólogo católico dirá isso. Nenhum católico é obrigado a pensar que a humanidade veio de um só casal. Eu defendo claramente o poligenismo, mas respeito quem pensa diversamente, pois não é assunto fechado. O problema do pessoal do Montfort é que também não aceita outra leitura da Escritura a não ser a que despreza o estudo dos gêneros literários (recomendado vivamente deste o tempo de Pio XII!)… É triste quando a fé tem que enterrar a cabeça para não ver a realidade e já não leva a sério as descobertas sérias da ciência! Que ironia: o pessoal do Montfort, que tem tanta raiva dos protestantes, nisso, é igualzinho aos protestantes fundamentalistas pentecostais dos EUA, que desejam proibir que se ensine a evolução nas escolas!

7. O problema do pessoal do Montfort é muita vontade de conhecer a teologia católica, mas sem os pressupostos teológicos necessários. Por falta de uma  criteriologia no que diz respeito aos instrumentos hermenêuticos da ciência teológica, cai-se, então num fundamentalismo de dar pena – e me dá mesmo, sinceramente, porque esse pessoal, com seu zelo, poderia fazer um bem imenso à Igreja. Por outro lado, é doença intelectual mesmo dizer “odeio tudo que é moderno”. E é contraditório, pois se escreve isso com o teclado de um moderno computador, usando a internet, o meio mais moderno de comunicação! Pensem na esquizofrenia!

8. Não pretendo polemizar, mas repito: cuidado com o site Montfort, pois está se afastando do sentir com a Igreja… É o caminho que leva à heresia e ao cisma. É bom evitá-lo! Queira Deus que os jovens não se deixem levar por essas idéias obsessivas… É uma pena, porque a absolutização da própria Missa de São Pio V (em si, bela e legítima, mas chamada erroneamante de “Missa de Sempre” devido a um endeusamento, uma absolutização imprópria da liturgia de uma época determinada) terminará por fazer com que muitos Bispos neguem a permissão para celebrá-la, já que começa a se tornar uma bandeira do tradicionalismo (no sentido negativo mesmo) e do integrismo! Eu mesmo, que nada tenho contra esse belo rito, jamais o celebraria por quem me pedisse com essa mentalidade integrista; penso que nenhum Bispo de responsabilidade e senso eclesial fá-lo-ia!

Que pena! Repito: cuidado com o site Montfort: está fazendo mal; parece doce católico, mas é veneno! Descobri que aquele articulista lá não é tão sincero e honesto intelctualmente como eu pensava. Na verdade, é um bom sofista que adora arengar feito galo de briga, vendo heresia e perigo por todo lado! E só!

Escrito por Pe. Henrique às 23/06/2007 – 13h06

Não tenhas medo do Espírito Santo.




Não há o que temer, por isso Monsenhor Jonas Abib nos dá o seu próprio testemunho exemplificando que até mesmo ele passou por essas dificuldades antes de vencer completamente seu medo.




Em 2015, 1982 anos aproximadamente se passaram desde que se deu o primeiro pentecostes no dia em que nasceu a Igreja Católica, Sendo que o Espírito Santo é a alma da Igreja e ela não existiria sem a presença Dele, hoje Comemorando mais um Pentecostes, sentimos que muitos ainda não experimentaram em seus corações o calor daquela chama que repousou sobre os discípulos de Jesus e Maria sua mãe no Tabernáculo em Jerusalém.

A Promessa é para vós e vossos Filhos, para todos aqueles que vierem a crer e invocar meu nome, Eu Concederei que recebam a graça e os Dons do Espírito Santo em seus corações. Se esta é a promessa de Jesus, que daria de presente o seu Espírito a todos aqueles que lho pedissem, como ainda hoje presenciamos tantos filhos de Deus que ainda ignoram estas palavras, sem dizer aqueles que as evitam ou aqueles que delas teem medo.

Ignorar e ter medo são duas palavras que têem uma solução muito simples, basta conhecer a verdade da palavra de Deus que está escrita na Bíblia, onde está bem claro que Deus, os Profetas e o próprio Jesus nos tem falado a respeito do Batismo no Espírito Santo.

Ele Vem para ser o nosso advogado, defensor e professor, nos auxiliando em nossas fraquezas e nos dando poder quando for necessário, ajudando-nos a relembrar as palavras de Jesus e os mandamentos do Pai, guiando-nos nas trevas deste mundo quando somente a fé é capaz de nos dar a esperança que impulsiona o Cristão ir sempre em frente mesmo quando não avista a luz no fim do túnel.

Portanto, como temer aquele que nos defende do inimigo ?

Como ignorar aquele que nos dá a mão na longa jornada ?

Como evitar aquele que é o único capaz de nos retirar das trevas e nos trazer para a luz de Cristo ?

Quem não nascer da água e do Espírito não poderá entrar no reino de Deus… Nascer do Espírito é o que aconteceu em Pentecostes com cada um daqueles que receberam a chama que desceu do céu, símbolo do Batismo no Espírito Santo.

Todos puderam testemunhar que aqueles homens foram realmente transformados em novas criaturas e não havia quem duvidasse que naquele momento pareciam mais crianças do que homens Barbados e velhos, porque a promessa de Deus se realizara por completo na vida de cada um deles. Quem viu e presenciou aquela cena naquele momento, tinha somente um desejo em seus coração, era o de também experimentar aquele gozo que vinha do Alto.


Aspirais_aos_Dons_Espirituais



Em Sem Medo e sem discrição, pediram a Pedro que lhes ensinasse o que deveriam fazer para receber também aquela promessa de Deus. A resposta foi simples, Este é um presente do Pai para você, é seu e de mais ninguém, basta recebe-lo abrindo seu coração.

Resta lembrar que este presente foi dado, mas ninguém será obrigado a recebê-lo, só o receberá quem quiser. Já nos acostumamos a dar um presente durante o ensino da Promessa do Pai no encontro fechado de SVE I, o interessante é que sempre acontece a mesma reação, o participante que recebe o presente, o recebe apenas como um exemplo ou parte de um teatro e não como de fato e de verdade. Além de não abrir o presente no instante que o recebe, ao final da palestra ele o devolve como se fosse apenas uma encenação. No principio era mesmo apenas uma encenação, mas ficou evidente o fato de que, o ensino também seria recebido da mesma forma, não como algo de fato e verdade, mas, “apenas Palavras” que fariam parte de um teatro ou encenação, mas não fariam parte de minha vida a partir daquele momento em diante, que realmente seriam um presente para mim, que eu poderia recebê-lo e abri-lo de imediato, já o colocando em uso ali mesmo naquele exato momento.

Compreender bem estas palavras acima seria não mais ignorar a verdade sobre os Dons do Espírito Santo que recebemos no nosso Pentecostes particular, que será único e diferente na vida de cada pessoa em particular. Isto significa que eu jamais poderia ser um procurador ou tutor de alguém para receber por ele esta graça de Deus e da mesma forma ninguém poderia receber aquele presente que pertence a mim e a mais ninguém.

Resta então vencermos o medo do desconhecido, a dúvida da descoberta dos nossos próprios sentimentos. Esta atitude é normal à todos nós, mesmo quando vemos outras pessoas sorrindo e glorificando a Deus ao nosso lado, derramando lágrimas de tanta alegria e gozo no Espírito Santo, ainda assim a nossa atitude é de olhar pela fresta da porta e não abri-la de uma vez para a entrada deste vento impetuoso. (Sizenando)





“Não há o que temer, por isso Monsenhor Jonas Abib nos dá o seu próprio testemunho exemplificando que até mesmo ele passou por essas dificuldades antes de vencer completamente seu medo.”



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No pior momento da minha vida, quando estava prostrado, porque tinha guardado muitas mágoas dos meus superiores, me sentia injustiçado e tinha apenas sete anos de sacerdócio, e já não rezava. Estava para perder o meu ministério, mas fui batizado no Espírito Santo, e daí o meu ministério foi renovado, e o fruto desse batismo é a Canção Nova. Se eu não tivesse recebido o batismo no Espírito Santo, hoje não existiria o Sistema de Comunicação da Canção Nova, não existiria nem mesmo a Comunidade Canção Nova. Nós não estaríamos aqui.

Deseje este batismo no Espírito Santo. Os apóstolos não imaginavam que quando Jesus os mandou para o cenáculo era para receber o Espírito Santo. Ao recebê-Lo passaram a orar em línguas, e os que estavam presentes de coração aberto receberam o dom do discernimento interpretando o dom de língua, mas infelizmente outras pessoas zombaram dos apóstolos dizendo que eles estavam bêbados.

Não tenha medo da graça do batismo o Espírito Santo! Peça a Deus que derrube seus preconceitos, você que tem dúvida, leia a Palavra de Deus que está no livro dos Atos dos Apóstolos. Você que tem sede desta graça não tenha medo do batismo do Espírito Santo.

Que se renovem os prodígios de Pentecostes, que começou no início da Igreja! Que sejam derramados os dons do Espírito Santo. A Igreja reza pedindo os dons porque ela crê. A Igreja os pede para que nos abramos aos dons, e ela os pede para todos, tanto para as autoridades eclesiais como para aqueles que estão em uma vida errada.


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“Não Tenhas Medo dos Dons do Espírito Santo”


Eu sabia o que era Pentecostes, sabia dos dons, depois do batismo tive graça de exercer esses dons. Muito mais que saber deles, eu os experimentei. Hoje eu sou um sacerdote diferente, um novo sacerdote porque tive a graça de ser batizado no Espírito Santo.

Contaram-me que há menos de um mês, uma atriz da Itália que fazia papéis horríveis em filmes e em novelas foi batizada no Espírito Santo, e agora ela é uma nova criatura e está indo a todo mundo testemunhar.

Não tenha medo dos dons do Espírito Santo. Ontem me perguntaram por que o batismo no Espírito Santo traz em primeiro lugar a manifestação da oração em línguas e respondi: Porque o dom de que mais temos a necessidade é o da oração, como diz em Romanos ‘Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis’. Veja a beleza desse dom, quando deixamos o Espírito Santo rezar em nós Ele intercede a Deus por aquilo que não sabemos que necessitamos. Quando você sede a sua razão e seus lábios para o Espírito Santo, Ele intercede em você, Ele ora de acordo com os planos de Deus.

O dom que recebemos não é para nós, é para os outros, é para a Igreja. E quem opera milagres, quem cura, quem nos dá sabedoria é o Espírito Santo.

Contaram-me que há menos de um mês, uma atriz da Itália que fazia papéis horríveis em filmes e em novelas foi batizada no Espírito Santo, e agora ela é uma nova criatura e está indo a todo mundo testemunhar.

Não tenha medo dos dons do Espírito Santo. Ontem me perguntaram por que o batismo no Espírito Santo traz em primeiro lugar a manifestação da oração em línguas e respondi: Porque o dom de que mais temos a necessidade é o da oração, como diz em Romanos ‘Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis’. Veja a beleza desse dom, quando deixamos o Espírito Santo rezar em nós Ele intercede a Deus por aquilo que não sabemos que necessitamos. Quando você sede a sua razão e seus lábios para o Espírito Santo, Ele intercede em você, Ele ora de acordo com os planos de Deus.

O dom que recebemos não é para nós, é para os outros, é para a Igreja. E quem opera milagres, quem cura, quem nos dá sabedoria é o Espírito Santo.

Transcrição: Elcka Tores



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pejonas@cancaonova.com
Fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de diversos livros.


OUTROS TEMAS RELACIONADOS


Natal


Não Existem mais Segredos em Fátima !

O Vaticano entregou dia (26 de junho, 2000) cópias do texto original do “Terceiro Segredo de Fátima” e um documento explicando sua interpretação sobre o que a Virgem Maria teria dito aos três pequenos pastores portugueses em aparições no ano de 1917.

Leia => Sou do céu…

Vim para vos pedir

que estejais aqui.


O Papa João Paulo II conversa com a Irmã Lúcia durante sua visita a Portugal em Maio



Fotocópia da Carta

que contém

O segredo.


Revelação do III Segredo de Fátima Pelo Papa João Paulo II.Todas as informações referentes a este assunto, incluíndo o segredo estão neste power point.


Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo em a mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro:

O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos n’uma luz imensa que é Deus: “algo semelhante a como se vêem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”.

Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subiam uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio tremulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho;

chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições.

Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.

Tuy-3-1-1944 “.

Segundo a Igreja, o texto previu o atentado do papa João Paulo II e a perseguição dos cristãos pelos comunistas. O mistério foi revelado no dia 13 de maio passado, quando o papa João Paulo II visitou Portugal e beatificou dois dos pastores, Francisco e Jacinta

O texto atual do segredo foi escrito em 1944 pela única das crianças que ainda vive: a Irmã Lúcia dos Santos, atualmente com 93 anos.

Por muito tempo, especulava-se que o segredo seria uma visão apocalíptica do fim do mundo. Mas, nas 43 páginas do documento denominado “A Visão de Fátima”, o Vaticano confirma sua legitimidade, referindo-se a eventos que já aconteceram.

“Nenhum grande mistério foi divulgado; nem o futuro foi revelado”, escreveu o cardeal Joseph Ratzinger, em um comentário na interpretação do Vaticano.

“Uma leitura cuidadosa do texto, provavelmente causará desapontamento ou surpresa depois de toda a especulação que provocou”.

O comentário de Ratzinger também sugeriu que o turco que atirou no papa, Mehmet Ali Agca, foi apenas um instrumento no plano de Deus.

O papa, logo após ter sido baleado, disse acreditar que a mão da Virgem Maria desviou a bala, permitindo que ele sobrevivesse.

“João Paulo II leu pela primeira vez o terceiro segredo de Fátima após o atentado”, disse o monsenhor Tarcisio Bertone, assistente de Ratzinger, na entrevista coletiva que sucedeu a apresentação dos detalhes, nesta segunda-feira.

Citando uma das diversas visões dos pequenos pastores, a terrível imagem de um anjo com uma espada brilhante representaria a ameaça do juízo final sobre o mundo.

“Atualmente, a perspectiva de que o mundo poderia ser reduzido a cinzas por um mar de fogo não passa de fantasia: os homens, com suas invenções, têm falsificado o significado da espada flamejante”, escreveu o cardeal em uma aparente referência às armas nucleares.

Segundo Ratzinger, “a importância da liberdade humana é ressaltada: o futuro não é um cenário imutável e a visão de uma criança não é uma previsão infalível do futuro, onde nada pode ser mudado”.

Os dois primeiros segredos foram o final da Primeira e o início da Segunda Guerra Mundial e o ascensão e queda do comunismo na União Soviética.

Perguntado por jornalistas se os segredos de Fátima pertenciam ao passado e não ao futuro, Ratzinger respondeu: “Acho que sim; aqui, estamos lidando com uma história muito específica”.

Ratzinger também afirmou que algumas interpretações populares sobre a Terceira Guerra Mundial foram “equivocadas”.

Em 1981, o atentado contra João Paulo II aconteceu no dia 13 de maio, a data coincide com uma das aparições da Virgem aos pastores em 1917.

O documento inclui uma fotocópia do que foi escrito à mão, em português, pela Irmã Lúcia, um segredo que permaneceu trancado no Vaticano, assim como a interpretação da visão. .

Antes de decidir revelar o mistério no mês passado, uma comissão do Vaticano visitou a Irmã Lúcia, no convento onde ela vive, para saber sua opinião sobre a interpretação do papa e pedir sua autorização para revelá-lo.

“A Irmã Lúcia repetiu sua convicção de que a visão de Fátima se referiu à luta dos ateus comunistas para acabar com o cristianismo e descreveu o terrível sofrimento das vítimas da fé no século XX”, diz o documento.

obs.:

Quando perguntamos se a figura principal da visão era o papa, a Irmã Lúcia respondeu, sem titubear, que sim”.

Em plena Praça de São Pedro, Agca atirou em João Paulo II e o deixou à beira da morte no dia 13 de maio de 1981. Nesse tempo, a Polônia, terra natal do papa, iniciava um processo que terminaria com o colapso do comunismo na Europa Oriental.

Segundo o documento: “a Irmã Lúcia concorda plenamente com o papa, afirmando que foi a mão da Virgem que guiou as balas e fez João Paulo II sobreviver ao atentado”, que aconteceu no dia de um dos aniversários da visão.


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PRESENTEPRAVOCE http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg

Oração a N. Sra. Fátima


Mensagem de Fátima.

Na Cova da Iria Em Fátima Portugal…

A 13 de Maio de 1917, Três crianças

Veio Nossa Senhora do Céu Trazendo uma mensagem para a Humanidade, três crianças tiveram a Honra de a receberem.

O principal ponto desta história foi que os homens não acreditaram nas Crianças, como poderia A Mãe de nosso Senhor Confiar palavras tão importantes a crianças tão pequenas? Hoje é um dos principais ícones da Igreja Católica no mundo. Em Portugal são milhares de fieis que visitam Fátima todos os anos mantendo Portugal na vanguarda Europeia na participação do catolicismo, com fé participativa e uma tradição viva.

Foi revelado o III Segredo de Fátima?

Disse Maria:

Sou do céu… vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos. Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.

História das Aparições

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma “Senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos pendia um terço branco.

Os Pastorinhos de Fátima

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a “Senhora do Rosário” e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado “Segredo de Fátima”.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões de visitantes.

Veja Também no site Oficial de Fátima.

Cronologia de Fátima – Datas principais

Os videntes de Fátima

Imagens de Nossa Senhora de Fátima

Vista geral do Santuário


Revelação do III Segredo de Fátima Pelo Papa João Paulo II.Todas as informações referentes a este assunto, incluindo o segredo estão neste power point.veja o Post.


Leia Mais:

APARECIDA
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Joana D’arc a virgem guerreira.

Esta sendo rodado mais um filme sobre a vida e morte da Virgem de Orlean’s, são varios projetos para se fazer um filme de época mais fiel em honra daquela que doou sua vida pela libertação do povo Frances.

Veja Gloria e Martírio de Santa Joana d’Arc.

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To The Ron Maxwell Home Page

MUITAS FOTOS DE EPOCA

Cauchon O Bispo Traidor.

bispo-cauchon-08.jpg

Nossa Senhora de Guadalupe.

Nossa Senhora Aparecida.

O segredo que habita em cada um de nós.

Por um Fio.

Dons do Espírito Santo.

Papa Bento XVI fala aos Bispos de todo Mundo.

Carta do Papa sobre remissão da excomunhão aos bispos ordenados por Dom Lefebvre CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 12 de março de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a carta que Bento XVI enviou aos bispos do mundo, em que explica as razões em torno da remissão da excomunhão aos bispos ordenados ilegitimamente em 1988 pelo arcebispo Marcel Lefebvre.

Fonte:ZP09031201 – 12-03-2009
Permalink: http://www.zenit.org/article-21042?l=portuguese

Papa Bento XVI.

Papa Bento XVI.

A carta foi divulgada hoje pela Santa Sé.

CARTA DE SUA SANTIDADE BENTO XVI

AOS BISPOS DA IGREJA CATÓLICA

A PROPÓSITO DA REMISSÃO

DA EXCOMUNHÃO

AOS QUATRO BISPOS CONSAGRADOS

PELO ARCEBISPO LEFEBVRE

Amados Irmãos no ministério episcopal!

A remissão da excomunhão aos quatro Bispos, consagrados no ano de 1988 pelo Arcebispo Lefebvre sem mandato da Santa Sé, por variadas razões suscitou, dentro e fora da Igreja Católica, uma discussão de tal veemência como desde há muito tempo não se tinha experiência. Muitos Bispos sentiram-se perplexos perante um facto que se verificou inesperadamente e era difícil de enquadrar positivamente nas questões e nas tarefas actuais da Igreja. Embora muitos Bispos e fiéis estivessem, em linha de princípio, dispostos a considerar positivamente a decisão do Papa pela reconciliação, contra isso levantava-se a questão acerca da conveniência de semelhante gesto quando comparado com as verdadeiras urgências duma vida de fé no nosso tempo. Ao contrário, alguns grupos acusavam abertamente o Papa de querer voltar atrás, para antes do Concílio: desencadeou-se assim um avalanche de protestos, cujo azedume revelava feridas que remontavam mais além do momento. Por isso senti-me impelido a dirigir-vos, amados Irmãos, uma palavra esclarecedora, que pretende ajudar a compreender as intenções que me guiaram a mim e aos órgãos competentes da Santa Sé ao dar este passo. Espero deste modo contribuir para a paz na Igreja.

Uma contrariedade que eu não podia prever foi o facto de o caso Williamson se ter sobreposto à remissão da excomunhão. O gesto discreto de misericórdia para com quatro Bispos, ordenados válida mas não legitimamente, de improviso apareceu como algo completamente diverso: como um desmentido da reconciliação entre cristãos e judeus e, consequentemente, como a revogação de quanto, nesta matéria, o Concílio tinha deixado claro para o caminho da Igreja. E assim o convite à reconciliação com um grupo eclesial implicado num processo de separação transformou-se no seu contrário: uma aparente inversão de marcha relativamente a todos os passos de reconciliação entre cristãos e judeus feitos a partir do Concílio – passos esses cuja adopção e promoção tinham sido, desde o início, um objectivo do meu trabalho teológico pessoal. O facto de que esta sobreposição de dois processos contrapostos se tenha verificado e que durante algum tempo tenha perturbado a paz entre cristãos e judeus e mesmo a paz no seio da Igreja, posso apenas deplorá-lo profundamente. Disseram-me que o acompanhar com atenção as notícias ao nosso alcance na internet teria permitido chegar tempestivamente ao conhecimento do problema. Fica-me a lição de que, para o futuro, na Santa Sé deveremos prestar mais atenção a esta fonte de notícias. Fiquei triste pelo facto de inclusive católicos, que no fundo poderiam saber melhor como tudo se desenrola, se sentirem no dever de atacar-me e com uma virulência de lança em riste. Por isso mesmo sinto-me ainda mais agradecido aos amigos judeus que ajudaram a eliminar prontamente o equívoco e a restabelecer aquela atmosfera de amizade e confiança que, durante todo o período do meu pontificado – tal como no tempo do Papa João Paulo II –, existiu e, graças a Deus, continua a existir.

Outro erro, que lamento sinceramente, consiste no facto de não terem sido ilustrados de modo suficientemente claro, no momento da publicação, o alcance e os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. A excomunhão atinge pessoas, não instituições. Uma ordenação episcopal sem o mandato pontifício significa o perigo de um cisma, porque põe em questão a unidade do colégio episcopal com o Papa. Por isso a Igreja tem de reagir com a punição mais severa, a excomunhão, a fim de chamar as pessoas assim punidas ao arrependimento e ao regresso à unidade. Passados vinte anos daquelas ordenações, tal objectivo infelizmente ainda não foi alcançado.

A remissão da excomunhão tem em vista a mesma finalidade que pretende a punição: convidar uma vez mais os quatro Bispos ao regresso. Este gesto tornara-se possível depois que os interessados exprimiram o seu reconhecimento, em linha de princípio, do Papa e da sua potestade de Pastor, embora com reservas em matéria de obediência à sua autoridade doutrinal e à do Concílio. E isto traz-me de volta à distinção entre pessoa e instituição. A remissão da excomunhão era um provimento no âmbito da disciplina eclesiástica: as pessoas ficavam libertas do peso de consciência constituído pela punição eclesiástica mais grave. É preciso distinguir este nível disciplinar do âmbito doutrinal. O facto de a Fraternidade São Pio X não possuir uma posição canónica na Igreja não se baseia, ao fim e ao cabo, em razões disciplinares mas doutrinais. Enquanto a Fraternidade não tiver uma posição canónica na Igreja, também os seus ministros não exercem ministérios legítimos na Igreja. Por conseguinte, é necessário distinguir o nível disciplinar, que diz respeito às pessoas enquanto tais, do nível doutrinal em que estão em questão o ministério e a instituição. Especificando uma vez mais: enquanto as questões relativas à doutrina não forem esclarecidas, a Fraternidade não possui qualquer estado canónico na Igreja, e os seus ministros – embora tenham sido libertos da punição eclesiástica – não exercem de modo legítimo qualquer ministério na Igreja.

À luz desta situação, é minha intenção unir, futuramente, a Comissão Pontifícia «Ecclesia Dei»– instituição competente desde 1988 para as comunidades e pessoas que, saídas da Fraternidade São Pio X ou de idênticas agregações, queiram voltar à plena comunhão com o Papa – à Congregação para a Doutrina da Fé. Deste modo torna-se claro que os problemas, que agora se devem tratar, são de natureza essencialmente doutrinal e dizem respeito sobretudo à aceitação do Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar dos Papas. Os organismos colegiais pelos quais a Congregação estuda as questões que se lhe apresentam (especialmente a habitual reunião dos Cardeais às quartas-feiras e a Plenária anual ou bienal) garantem o envolvimento dos Prefeitos de várias Congregações romanas e dos representantes do episcopado mundial nas decisões a tomar. Não se pode congelar a autoridade magisterial da Igreja no ano de 1962: isto deve ser bem claro para a Fraternidade. Mas, a alguns daqueles que se destacam como grandes defensores do Concílio, deve também ser lembrado que o Vaticano II traz consigo toda a história doutrinal da Igreja. Quem quiser ser obediente ao Concílio, deve aceitar a fé professada no decurso dos séculos e não pode cortar as raízes de que vive a árvore.

Dito isto, espero, amados Irmãos, que tenham ficado claros tanto o significado positivo como os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. Mas resta a questão: Tal provimento era necessário? Constituía verdadeiramente uma prioridade? Não há porventura coisas muito mais importantes? Certamente existem coisas mais importantes e mais urgentes. Penso ter evidenciado as prioridades do meu Pontificado nos discursos que pronunciei nos seus primórdios. Aquilo que disse então permanece inalteradamente a minha linha orientadora. A primeira prioridade para o Sucessor de Pedro foi fixada pelo Senhor, no Cenáculo, de maneira inequivocável: «Tu (…) confirma os teus irmãos» (Lc 22, 32). O próprio Pedro formulou, de um modo novo, esta prioridade na sua primeira Carta: «Estai sempre prontos a responder (…) a todo aquele que vos perguntar a razão da esperança que está em vós» (1 Ped 3, 15). No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus. Não a um deus qualquer, mas àquele Deus que falou no Sinai; àquele Deus cujo rosto reconhecemos no amor levado até ao extremo (cf. Jo13, 1) em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado. O verdadeiro problema neste momento da nossa história é que Deus possa desaparecer do horizonte dos homens e que, com o apagar-se da luz vinda de Deus, a humanidade seja surpreendida pela falta de orientação, cujos efeitos destrutivos se manifestam cada vez mais.

Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo. Segue-se daqui, como consequência lógica, que devemos ter a peito a unidade dos crentes. De facto, a sua desunião, a sua contraposição interna põe em dúvida a credibilidade do seu falar de Deus. Por isso, o esforço em prol do testemunho comum de fé dos cristãos – em prol do ecumenismo – está incluído na prioridade suprema. A isto vem juntar-se a necessidade de que todos aqueles que crêem em Deus procurem juntos a paz, tentem aproximar-se uns dos outros a fim de caminharem juntos – embora na diversidade das suas imagens de Deus – para a fonte da Luz: é isto o diálogo inter-religioso. Quem anuncia Deus como Amor levado «até ao extremo» deve dar testemunho do amor: dedicar-se com amor aos doentes, afastar o ódio e a inimizade, tal é a dimensão social da fé cristã, de que falei na Encíclica Deus caritas est.

Em conclusão, se o árduo empenho em prol da fé, da esperança e do amor no mundo constitui neste momento (e, de formas diversas, sempre) a verdadeira prioridade para a Igreja, então fazem parte dele também as pequenas e médias reconciliações. O facto que o gesto submisso duma mão estendida tenha dado origem a um grande rumor, transformando-se precisamente assim no contrário duma reconciliação é um dado que devemos registar. Mas eu pergunto agora: Verdadeiramente era e é errado ir, mesmo neste caso, ao encontro do irmão que «tem alguma coisa contra ti» (cf. Mt 5, 23s) e procurar a reconciliação? Não deve porventura a própria sociedade civil tentar prevenir as radicalizações e reintegrar os seus eventuais aderentes – na medida do possível – nas grandes forças que plasmam a vida social, para evitar a segregação deles com todas as suas consequências? Poderá ser totalmente errado o facto de se empenhar na dissolução de endurecimentos e de restrições, de modo a dar espaço a quanto nisso haja de positivo e de recuperável para o conjunto? Eu mesmo constatei, nos anos posteriores a 1988, como, graças ao seu regresso, se modificara o clima interno de comunidades antes separadas de Roma; como o regresso na grande e ampla Igreja comum fizera de tal modo superar posições unilaterais e abrandar inflexibilidades que depois resultaram forças positivas para o conjunto. Poderá deixar-nos totalmente indiferentes uma comunidade onde se encontram 491 sacerdotes, 215 seminaristas, 6 seminários, 88 escolas, 2 institutos universitários, 117 irmãos, 164 irmãs e milhares de fiéis? Verdadeiramente devemos com toda a tranquilidade deixá-los andar à deriva longe da Igreja? Penso, por exemplo, nos 491 sacerdotes: não podemos conhecer toda a trama das suas motivações; mas penso que não se teriam decidido pelo sacerdócio, se, a par de diversos elementos vesgos e combalidos, não tivesse havido o amor por Cristo e a vontade de anunciá-Lo e, com Ele, o Deus vivo. Poderemos nós simplesmente excluí-los, enquanto representantes de um grupo marginal radical, da busca da reconciliação e da unidade? E depois que será deles?

É certo que, desde há muito tempo e novamente nesta ocasião concreta, ouvimos da boca de representantes daquela comunidade muitas coisas dissonantes: sobranceria e presunção, fixação em pontos unilaterais, etc. Em abono da verdade, devo acrescentar que também recebi uma série de comoventes testemunhos de gratidão, nos quais se vislumbrava uma abertura dos corações. Mas não deveria a grande Igreja permitir-se também de ser generosa, ciente da concepção ampla e fecunda que possui, ciente da promessa que lhe foi feita? Não deveremos nós, como bons educadores, ser capazes também de não reparar em diversas coisas não boas e diligenciar por arrastar para fora de mesquinhices? E não deveremos porventura admitir que, em ambientes da Igreja, também surgiu qualquer dissonância? Às vezes fica-se com a impressão de que a nossa sociedade tenha necessidade pelo menos de um grupo ao qual não conceda qualquer tolerância, contra o qual seja possível tranquilamente arremeter-se com aversão. E se alguém ousa aproximar-se do mesmo – do Papa, neste caso – perde também o direito à tolerância e pode de igual modo ser tratado com aversão sem temor nem decência.

Amados Irmãos, nos dias em que me veio à mente escrever-vos esta carta, deu-se o caso de, noSeminário Romano, ter de interpretar e comentar o texto de Gal 5, 13-15. Notei com surpresa o carácter imediato com que estas frases nos falam do momento actual: «Não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a lei se resume nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tomai cuidado em não vos destruirdes uns aos outros». Sempre tive a propensão de considerar esta frase como um daqueles exageros retóricos que às vezes se encontram em São Paulo. E, sob certos aspectos, pode ser assim. Mas, infelizmente, este «morder e devorar» existe também hoje na Igreja como expressão duma liberdade mal interpretada. Porventura será motivo de surpresa saber que nós também não somos melhores do que os Gálatas? Que pelo menos estamos ameaçados pelas mesmas tentações? Que temos de aprender sempre de novo o recto uso da liberdade? E que devemos aprender sem cessar a prioridade suprema: o amor? No dia em que falei disto noSeminário Maior, celebrava-se em Roma a festa de Nossa Senhora da Confiança. De facto, Maria ensina-nos a confiança. Conduz-nos ao Filho, de Quem todos nós podemos fiar-nos. Ele guiar-nos-á, mesmo em tempos turbulentos. Deste modo quero agradecer de coração aos numerosos Bispos que, neste período, me deram comoventes provas de confiança e afecto, e sobretudo me asseguraram a sua oração. Este agradecimento vale também para todos os fiéis que, neste tempo, testemunharam a sua inalterável fidelidade para com o Sucessor de São Pedro. O Senhor nos proteja a todos nós e nos conduza pelo caminho da paz. Tais são os votos que espontaneamente me brotam do coração neste início da Quaresma, tempo litúrgico particularmente favorável à purificação interior, que nos convida a todos a olhar com renovada esperança para a meta luminosa da Páscoa.

Com uma especial Bênção Apostólica, me confirmo

Vosso no Senhor

BENEDICTUS PP. XVI

Vaticano, 10 de Março de 2009.

Em Honra de Dom Marcel-François Lefebvre.

“Será bom começarmos a rezar a D. Marcel Lefebvre… eu já pensei nisso várias vezes. O que pensa disso ?”

Texto retirado do comentário de um Blog Ultra-Tradicionalista em Honra e Defesa a Dom Marcel Lefbvre.

O Curriculum Vitae divulgado estava Incompleto, omitindo duas datas (*) importantíssimas em sua História de Grande e fervoroso Católico Apostólico Romano, as guais eu faço questão de completá-las aqui, aliás, um dos poucos que recebeu merecidamente um motu proprio “Ecclesia Dei”, a excomunhão latae sententiae.

———< Texto Copiado

OREMUS PRO OMNIBUS FIDELIS DEFUNCTIS

Pax ánimam ejus, Dómine

Felizes os mortos que doravante morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, descansem dos seus trabalhos, pois as suas obras os seguem“. (Ap 14,13)

Dom Marcel-François Lefebvre, bispo emérito de Tulle, França

Nascido aos 29 de novembro de 1905

Ordenado sacerdote aos 21 de setembro de 1929

Ingresso na Congregação do Espírito Santo em 1931

Indicado por S. S. o Papa Pio XII como Delegado Apostólico de toda a África francófona em 12 de junho de 1947

Ordenado bispo em 18 de setembro de 1947 pelo arcebispo de Lille, Cardeal Liènart (o mesmo Liènart defensor do colegiado)

Indicado por S. S. o Papa Pio XII como Bispo de Tulle, França

Superior Geral da Congregação do Espírito Santo em 1962

Fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, reconhecida canonicamente em 10 de novembro de 1971

(*) 30/6/1988

Em Ecône. Lefebvre ordena efectivamente

quatro bispos dentre os padres da Fraternidade.

(*) 2 de julho de 1988

O Santo Papa João Paulo II também confirmou

A excomunhão de Lefebvre por cisma.

Morto em 25 de março de 1991, festa da Anunciação

+ Ut omnibus fidelibus defunctis, requiem æternam donare digneris, te rogamus, audi nos.

+ Que nos digneis conceder o eterno descanso a todos os fiéis defuntos, nós vos rogamos: ouvi-nos.

Comentários de um seguidor de Lefebvre

no blog acima…

Salve Maria

Será bom começarmos a rezar a D. Marcel Lefevre… eu já pensei nisso várias vezes. O que pensa disso ?

In corde Jesu, Semper.

“EU PENSO O SEGUINTE MEU AMIGO”

“””…Um Breve comentário meu, sobre o comentário que encontrei no outro Blog, nem vou identificá-lo, porque creio ser um erro de digitação do nosso amigo, caso não seja e realmente tenha sido a sua intenção de escrever o que está escrito acima, fica valendo então o comentário a seguir:

Em um comentário meu num certo Blog tradicionalista, no qual me referia sobre a beatificação de João Paulo II, você nem imagina a bronca que levei por ter citado subjetivamente o nome de nosso amado e falecido Papa João Paulo II como um quase declarado Santo.    Claro que percebi que nossos amigos radicais preferem eleger Lefebvre um “Santo” de que sequer admitir que João paulo II ou Bento XVI seriam um bom homem.

Percebe-se no texto acima que nosso colega disse claramente que “deveriam começar a rerzar A …” “A” ? ou “Por” ? – creio que este texto dá a entender que o Homem já é considerado um “Santo” sem nem ao menos ter sido beatificado por Roma, e pelo que eu saiba não consta que tenha feito algum Milagre, já João Paulo II existem milhares de cartas testemunhando milagres realizados graças à interceção Dele, casos comprovados cientificamente já são o suficiente para torná-lo Santo hoje mesmo.    Pena que o Papa Bento XVI declarou que hoje a regra deverá ser de no minimo 5 anos, mesmo que seja o maior Santo do Mundo ou que Ele mesmo concorde com tal santificação. “espero que nossos colegas corrijam o erro de digitação enquanto é tempo, antes que outros copiem e comecem a executar o que está escrito, e depois dirão que estou perseguindo-os sem motivo.”…”””

MAS O MELHOR MESMO A FAZER, É SEMPRE SEGUIR

O EXEMPLO DE NOSSO BOM SANTO PADRE.

>——–>final do texto

Encontrei este outro texto transcrito abaixo

neste blog > Linck Abaixo

Marcel Lefebvre e Padre Pio.

pdre_pio_dom_lefebvre

Caríssimos leitores, estou iniciando neste “negócio” de blog, com um artigo interessante da FSSPX-EUA sobre dois grandes santos, um canonizado por ser santo e o outro “excomungado” por ser também santo.
É claro, que na visão conciliar, este último foi desobediente, e tinha mais que “sofrer as demoras de Deus’ (não lembro qual a passagem bíblica, só de memória) que foram, na verdade, as demoras de Roma.
O artigo trata de um livro que fora publicado na Itália e logo em seguida, nos EUA.
A respeito do livro, é uma mentira cabeluda sobre uma profecia e uma advertência atribuída a Padre Pio ao então Arcebispo de Dacar da época, Marcel Lefebvre. > texto copiado

A foto acima mostra um encontro entre o Santo Padre Pio e o então Arcebisbo Marcel Lefebvre, que na epoca ainda não tinha iniciado sua saga contra Roma.  Pedia-lhe uma benção, antes de efetuar a reunião que acabou gerando o famoso Cisma.   Este texto tem a finalidade de desmentir uma das versões desta conversa que vemos “na Foto” não foi assim tão particular e  houve várias testemunhas.    Não vou trancrever as acusações e nem a defesa a Dom Lefebvre, só gostaria de salientar que os atuais seguidores da FSSPX já o consideram Santo, titulo esse que o Vaticano, pelo menos por enquanto, nem sonha em realizar, por se tratar de um Homem que morreu na desobediência e excomungado pela Igreja.

Os males causados pelo Cisma criado por Dom Lefebvre na França são tão paupáveis quanto visíveis, tanto é que os proprios ex. seguidores de Lefebvre, hoje já reconhecem que a Igreja na França está Letárgica e não consegue crescer e nem atingir o coração dos filhos de Deus. Se Lefebvre estivesse correto, a França hoje deveria ser um verdadeiro Celeiro para o Mundo, já que, Tradição e homens Santos nunca faltou em seu Curriculum.

Mas o que acontece hoje é o contrário, nós “aqui do novo mundo”, que recebemos a evangelização européia já depois da existência do Cisma de Lutero, crescemos e nos desenvolvemos na Graça do Senhor Jesus, e mesmo sem tradição e Santos reconhecidos pela Igreja de Roma, nossa fé cresceu e mesmo convivendo lado a lado com os evangélicos já não perdemos mais espaço e é visível o crescimento na frequencia dos católicos na Igreja, deixando de ser apenas um número estatístico, passando a ser um católico de verdade.

Já o concílio Vaticano II, que é acusado de causar o desastre da teologia da Libertação na América Latina e outras coisas semelhantes, deu abertura também ao nascimento de diversos movimentos, que hoje são a vida da Igreja, e estão presentes em tudo na Igreja, a ponto de podermos dizer que ambos formam um casamento perfeito e serão inseparáveis para sempre.

Os Conselhos e ensinamentos deste pretendente a possível candidato a ser um presuposto Santo, jamais fizeram falta ao nosso continente, isto tanto se faz verdade, quanto se pode contar a quantidade de pessoas que frequentam assiduamente as missas no Brasil, em Igrejinhas precárias e mal construídas, enquanto que, catedrais imensas, lindas e maravilhosas estão vazias na Europa moderna e principalmente em França.   Quanto a este ponto, Jesus já havia censurado seus seguidores quando começaram a elogiar as riquezas e beleza do templo em Jerusalém.    Jesus não quer templos maravilhosos, pois Ele prefere o coração Humano que é o local de sua moradia como nos afirma São Paulo “Não Sabeis que Vosso Coração é o templo onde habita o Espírito Santo?”.

O texto do conselho de São Pe. Pio a Dom Marcel Lefebvre, que dizem ser mentira, seria o melhor caminho a ser seguido, mas se não foi, logo realmente foi apenas ficção de uma testemunha da história que não aconteceu por desobediência ao próprio Jesus e não apenas ao Papa.

Vou Trancrevê-lo Abaixo como esta no blog “defensor”, por não se tratar de uma novidade, mas um texto que foi publicado na época em que o problema se agravou logo após o Concílio Vatica II.

“MENTIRA ou VERDADE ?

“Disponível nos estados unidos está um livro intitulado Padre Pio Gleanings por Pascal Catanco, que foi traduzido para o inglês. Em uma das páginas 58 e 59 lê a seguinte passagem:Entre as muitas, muitas pessoas que vinham ver Padre Pio era o Arcebispo Lefebvre que, aderindo-se mais tarde teimosamente à tradição católica, como a chamou, questionou a autoridade do Vaticano II e foi removido do Ofício pelo Papa Paulo VI.   O arcebispo teve uma reunião com Padre Pio na presença do Professor Bruno Rabajotti. Esta testemunha relatou que em um momento particular Padre Pio observou Lefebvre muito severamente e disse-lhe:“Nunca cause discórdia entre seus irmãos e pratique sempre a regra da obediência; sobretudo quando lhe parecer que os erros daqueles na autoridade são mais sérios. Não há outro caminho do que aquela da obediência, especialmente PARA AQUELES NOSSOS QUE FIZERAM ESTE VOTO”.

Padre Pio poderia dar este conselho porque tinha tido que obedecer algumas ordens ao invés de se questionar. Sua atitude era pôr nas mãos de Deus porque encontraria uma maneira para a verdade triunfar. Parece que o Arcebispo Lefebvre não viu as coisas com tranqüilidade da mesma maneira e já respondendo a Padre Pio com: ‘Eu me lembrarei disso, Padre.’ Padre Pio olhou-o intensamente e, vendo o que aconteceria logo, disse: ‘ Não.! Você esquecerá! Você romperá a comunidade dos fiéis, opondo a vontade de seus superiores e mesmo de encontro às ordens do próprio papa e isto acontecerá logo em breve. Você esquecerá da promessa que fez aqui hoje, e a igreja inteira será ferida por você. Não se assente acima como um juiz. Não faça exame dos poderes que não lhe pertencem e não se considere como a voz do Povo de Deus, enquanto Deus já lhes fala. Não semeie a discórdia e a desavença. Entretanto, eu sei que isto é o que você fará!”

Infelizmente, a verdade da profecia de Padre Pio é óbvia a todos.

“MENTIRA ou VERDADE ?

NA DÚVIDA ESCOLHA O CAMINHO MAIS SEGURO DA IGREJA, E NÃO TENHA MEDO DE PARTICIPAR DE UM BOM MOVIMENTO ACEITO E APROVADO  POR ROMA, MESMO QUE OS SEGUIDORES DO ULTRA-CONSERVADOR EXCOMUNGADO LHE DIGA QUE É UMA INFILTRAÇÃO PROTESTANTE.

COMO PODE SER INFILTRAÇÃO ALGO QUE OBSERVA UMA PROFECIA E UMA ORDEM DIRETA DE DEUS PAI  ?

“TENHO PORÉM CONTRA VÓS QUE ARREFECESTE O TEU PRIMEIRO AMOR, VOLTA, POIS, Á PRÁTICA DAS PRIMEIRAS OBRAS, SE NÃO VIREI A TI E MOVEREI O TEU CANDELABRO…”

Comentário e um breve histórico sobre Lefebvre.

Texto na verdade copiado da Wilkpédia.

Uma História sem puxar sardinha para a brasa de ninguem.

http://www.glosk.com/SZ/Fribourg/-3514130/pages/Marcel_Lefebvre/1769_pt.htm

Marcel Lefebvre (1905-1991) foi um arcebispo católico francês que se notabilizou pela resistência às reformas da Igreja Católica instauradas pelo Concílio Vaticano II. É a personalidade mais notável do Catolicismo Tradicional e grande iniciador e promotor do movimento tradicionalista católico. É sobretudo conhecido pela fundação da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X, que se dedica à formação de padres e ao apostolado na forma tradicional.

Índice

  • 1 Primeiros passos de Marcel Lefebvre

  • 2 D. Lefebvre no Concílio Vaticano II

  • 3 A fundação da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X

  • 4 Lefebvre e a FSSPX de 1970 a 1988

  • 5 A tentativa de acordo entre Roma e a FSSPX

  • 6 As ordenações episcopais de 1988 e a reacção de Roma

  • 7 A morte de Marcel Lefebvre


  • Primeiros passos de Marcel Lefebvre

    Marcel Lefebvre nasceu em 1905 em Tourcoing, na França, filho de pais devotos. Dos sete filhos, dois abraçaram o sacerdócio e três vieram a ser religiosas. Marcel entrou no seminário e concluiu os seus estudos teológicos no Seminário Francês, em Roma.

    Ordenado presbítero em 1929, entrou na congregação dos Padres do Espírito Santo, que se dedicava à vida missionária. Com efeito, em 1932 partiu em missão para África, mais concretamente para o Gabão. Após dois anos em França, foi desta vez para Dakar, em 1947. Nesse ano, havia sido consagrado bispo, na sua terra natal, pelo cardeal Liénart.

    Devido ao seu grande zelo apostólico, foi nomeado Vigário Apostólico e mais tarde arcebispo de Dakar, onde prosseguiu uma intensa obra evangelizadora até 1962. Nessa altura, opôs-se à constituição, em África, duma hierarquia episcopal indígena, que tornaria a Igreja africana autónoma da missionação europeia. Por causa das suas posições, o presidente do Senegal, Senghor, solicitou a Roma que o retirasse, no que foi atendido.

    Regressado a França, foi nomeado bispo da pequena diocese francesa de Tulle, no centro de França. Contudo, permaneceu lá apenas 6 meses, pois em Julho de 1962 foi eleito Superior Geral dos Padres do Espírito Santo.

    • 2 D. Lefebvre no Concílio Vaticano II

    Em 1962, começava o Concílio Vaticano II. D. Lefebvre fora chamado pelo Papa a integrar a comissão preparatória. Começado o Concílio, após um entusiasmo inicial, começou então a notar a tendência assumida pelos padres conciliares. Afligiam-no sobretudo alguns problemas, nomeadamente a liberdade religiosa e o ecumenismo, assim como a colegialidade dos Bispos (que lhe parecia diminuir o papel do Papa). Tudo isto pareceu a Lefebvre uma guinada da Igreja em direcção ao modernismo e ao liberalismo, condenados por Papas anteriores. Convencido de que o Concílio conduzira a Igreja para o erro, Lefebvre não escondeu as suas opiniões, manifestando-se contra o que considerava a “protestantização da Igreja”, antes e depois do Concílio.

    Nos anos seguintes, em repetidos artigos e homilias, falou contra as novidades trazidas pelo Concílio, que na sua opinião punham em causa a tradição da Igreja, e que eram, para ele, a infiltração do espírito modernista na Igreja.

    • 3 A fundação da Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X

    Em 1970, D. Lefebvre decide fundar uma casa destinada à formação de sacerdotes no espírito pré-conciliar. Com autorização do bispo de Friburgo, na Suiça, nasce o seminário de Ecône e a Fraternidade Sacerdotal de S. Pio X (FSSPX), erecta canonicamente a 1/11/1970 pelo bispo de

    4 Lefebvre e a FSSPX de 1970 a 1988

    As ideias transmitidas em Ecône, profundamente adversas ao Concílio Vaticano II, motivaram o envio, por parte de Roma, de visitadores apostólicos ao seminário da FSSPX. Visitas e encontros, porém, de nada valeram, pois Lefebvre continuava a recusar energicamente o Concílio e as suas reformas, e sobretudo a Missa renovada por Paulo VI, que lhe parecia protestante, por, na sua opinião, ter feito desaparecer a ideia do sacrifício.

    Por tudo isto, o Papa proibiu a Lefebvre que ordenasse sacerdotes, ordem a que ele desobedeceu, convicto de que só assim prestava um serviço à verdadeira Igreja Católica, diferente da Igreja conciliar, modernista e liberal.

    Face a isto, Lefebvre foi suspenso “a divinis”, o que significava a proibição de celebrar a liturgia.

    Nos anos seguintes, Ecône continuou a formar sacerdotes, ordenados por Lefebvre contra as ordens de Roma, todos formados num espírito pré-conciliar adverso ao Vaticano II. D. Lefebvre, assim como os seus seguidores, continuaram a divulgar as suas ideias, o que agudizou o conflito e causou perturbação na Igreja.

    Em 1984, é dada autorização para celebrar a Missa Tridentina, sob condições rigorosas, uma das quais era a aceitação da legitimidade do Missal de Paulo VI, o que a FSSPX não queria aceitar de forma alguma.

    • 5 A tentativa de acordo entre Roma e a FSSPX

    Perante um conflito que cada vez mais se agudizava, Roma pretende um acordo que regularize a situação da FSSPX. Após várias conversações, é firmado um acordo, em 5/5/1988, assinado por Lefebvre e pelo Card. Joseph Ratzinger.

    Este acordo previa a regularização canónica da FSSPX, pela sua transformação em Sociedade de Vida Apostólica, e ainda a possibilidade de ordenação dum bispo entre os padres da Fraternidade.

    Inicialmente assinado, porém, o acordo foi no dia seguinte denunciado por D. Lefebvre, pois percebeu que Roma não estava disposta a permitir que ele procedesse a ordenações episcopais na data por si pretendida: o seguinte dia 30 de Junho.

    • 6 As ordenações episcopais de 1988 e a reação de Roma

    Há já bastante tempo que Lefebvre e toda a FSSPX sentiam a necessidade de novos bispos. À data da assinatura do acordo, Lefebvre contava já 82 anos, e os seus seguidores facilmente intuíam as dificuldades que a FSSPX passaria caso deixasse de ter um bispo nas suas fileiras. Por esse motivo, e face às reticências de Roma em permitir as ordenações episcopais, Lefebvre decide ordenar novos bispos para a Fraternidade, e anuncia a realização da cerimónia para 30/6/1988, em Ecône. O Papa João Paulo II pede-lhe expressamente que não  ofaça mas, indiferente a tudo, Lefebvre ordena efetivamente quatro bispos dentre os padres da Fraternidade.

    Foram eles o suíço Bernard Fellay (atual superior da FSSPX), o francês Bernard Tissier de Mallerais, o espanhol Alfonso de Galarreta e o inglês Richard Williamson. Tal ato acarreta, canonicamente, a excomunhão latae sententiae, por constituir um ato em si mesmo cismático.

    Face a uma ação desta gravidade, João Paulo II publica, dois dias depois, o famoso motu proprioEcclesia Dei”, que manifesta a grande aflição da Igreja católica por causa das ordenações episcopais ilegítimas, declara a excomunhão de Lefebvre e dos bispos por ele ordenados e convida os seus seguidores a afastarem-se da Fraternidade.

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    7 A morte de Marcel Lefebvre

    Com o futuro da Fraternidade assegurado pela constituição de sucessores, D. Marcel Lefebvre morre, aos 85 anos, em Ecône, a 25 de Março de 1991. No seminário que fundou repousam hoje os seus restos mortais, objecto de veneração para os seus seguidores.

    Este artigo foi baseado originalmente num outro da Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Lefebvre .
    O conteúdo desta página está sob a GNU Free Documentation License 1.2.

A Tradição Restaurada.

“A Tradição não está mais excomungada !”

Bento XVI é o Grande promotor da Paz.

Bento XVI é o Grande promotor da Paz.

Neste contexto, poder-se-ia sintetizar essa notícia dizendo que a Tradição já não está excomungada?

Dom Bernad Fellay: “Sim, ainda que se necessitará tempo antes de que isso se converta em moeda corrente dentro do mundo católico. Até hoje, em muitos ambientes temos sido considerados e tratados pior que o diabo.

Tudo o que fazíamos e dizíamos era necessariamente algo mau.

Não creio que a situação possa mudar repentinamente. Porém, hoje existe um ato da Santa Sé que nos permite dizer que a Tradição não está excomungada”.

Trexo da Entrevisda concedida: A BUHARDILLA DE JERÓNIMO
Fonte Jornal Libero
Segunda entrevista de D Fellay após o decreto da liberação das excomunhões

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Na entrevista acima concedida ao jornal Libero, se colocou esta pergunta que foi respondida como se fosse totalmente verdadeira a afirmação feita pelo reporter.

Consideremos porém a questão de que a FSSPX ou Monsenhor Lefebvre não representam exatamente a “TRADIÇÃO DA IGREJA PROPRIAMENTE DITA”, esta tradição permanente e perene na Igreja jamais foi excomungada e jamais abandonada, quem esteve fora da comunhão por 21 anos foram 4 Bispos recém ordenados por Dom Marcel Lefèbvre e Dom Antonio de Castro Mayer ambos já falecidos.

Neste ultimo dia 21 de Janeiro o Papa Bento XVI Retirou as Excomunhões que pesavam somente aos Bispos e jamais à Tradição que eles defendiam à sua maneira, que isto fique bem claro entre nós.

Dom Fellay se referiu a muitos os receberem com reservas e ressentimentos, apesar de sabermos que eles jamais se sentiram como apartados da Igreja, receio ser verdade que muitos daqueles que começaram desta forma acabaram no sedevacantismo prático se opondo a tudo quando fôra anunciado por Roma ou por seus representantes, falando mal do Papa e de suas decisões sem dizer que consideravam João Paulo II um herege pelo simples fato de ter assinado as tais excomunhões.

Li incontáveis discussões em Blog’s e discussões descabidas em perguntas feito ao acaso para causar divergências em sites de relacionamento, onde havia uma discussão generalizada sem chegar a nenhuma conclusão ou qualquer acordo, o resultado prático era apenas palavras torpes que uns diziam aos outros como ofensas gravíssimas, sendo que ambas as partes consideravam a outra como fora da verdadeira Igreja, porque tanto os excomungados como os hereges estariam sem salvação e fora da Igreja de Jesus.

Quantas vezes fui recebido com pedradas em Blog’s e sites somente por dizer que era Carismático ou nem era preciso dizer isto, e agora Dom Fellay diz que eles é que eram mal recebidos, digo então que o tratamento era recíproco e em uma Guerra os inimigos não se abraçam jamais.

Mas agora tudo se faz diferente, uma vez que o Papa recebeu seus filhos de volta, sem interessar por onde andaram e nem o que fizeram, porque a partir de agora queremos esquecer aquelas discussões sem fundamento, apesar dos ressentimentos entre os irmãos filhos do mesmo Pai, o caminho a partir de agora não será mais uma guerra constante, mas sim uma reconciliação que deve apagar os antigos ressentimentos gerados pelas discussões infindáveis do passado, porque agora não existem mais Hereges ou excomungados mas apenas CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS, todos irmãos que devem se amar como Jesus nos ensinou.

Como filhos deste mesmo Pai querido temos que compreender que a grande festa não é para o filho que retorna, mas para comemorar a união da Família e o reestabelicimento da Paz e do Amor que identificam para o mundo a verdadeira Família Cristã.

Este é o testemunho e o exemplo que arrasta o mundo à conversão, porque ninguém quer participar de um Reino dividido, mas um Reino unido no amor de Deus convence o coração do “não crente” de que o nosso Deus é realmente um Pai de Amor que nos ama incondicionalmente nos perdoando de nossos pecados e nos recebendo em seus braços.

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Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços

Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços




Maria Mãe de Deus.

(Martinho Lutero, ”Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ”Jesus vive e é o Senhor”).

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Mãe de Deus

”Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis, monarcas da Terra comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar bastante (nunca poderemos exaltar o suficiente), a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade.” Martinho Lutero”Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: ‘Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano’. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.” (Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

(Martinho Lutero, ”Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ”Jesus vive e é o Senhor”).

Veja muitos detalhes sobre este assunto “Link aqui na Virgem

La Virgen Maria en las religiones no católicas.

La Virgen Maria.

Elbson do Carmo

Lendo as palavras acima, ditas por Martinho Lutero, o “reformador” protestante. Ficamos a nos perguntar quais as razões do tratamento dispensado pelo mesmo protestantismo a Nossa Senhora, Mãe de Deus. Haja vista, Lutero baniu a Igreja de sua confissão, mas não fez o mesmo com Maria, da qual se refere de forma devotada e amorosa em diversos de seus escritos:

”Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: ‘Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano’. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.” (Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

O sentimento antimariano que presenciamos entre os protestantes não faz parte do verdadeiro ideal da Reforma, mas surgiu pelo falso receio de que o ”brilho” de Maria pudesse sombrear ou apagar a verdadeira Luz, que é Jesus Cristo. Graças a Deus, hoje podemos enxergar mudanças em alguns fiéis e teólogos evangélicos, reconhecendo o verdadeiro sentido e valor da Santa Mãe de Deus, tal como defende a Igreja Católica. Mas essa mudança ainda custa a se fazer sentir no nosso dia-a-dia.

O presente e-book (livro eletrônico), versa justamente sobre as contestações suscitadas a respeito da figura de Maria na história e na Vida da Igreja universal. Contestações que muitas vezes beiram o absurdo quando notamos um comportamento notadamente antimariano, onde se chega a “demonizar” a própria Mãe de Jesus, nosso Salvador. Outrossim, tais contestações são apresentadas de forma aparentemente fundamentada, com diversas citações bíblicas escolhidas convenientemente, com uma linguagem extremamente sedutora em tentar provar o contrário daquilo que o próprio Deus sacramentou como verdade. Deus não precisava de Maria, quis precisar. Não para qualquer tarefa, mas para ser a Mãe do Salvador de todos os homens, independentemente de credo desses últimos.

O autor do livro, o nosso jovem Carlão, nos conduz passo a passo, numa linguagem acessível e com uma objetividade notável, pelos caminhos desse estudar nos passos de Maria. Sua bem fundamentada resposta às proposições de um pastor protestante – autor de um livro intitulado “Caminhando nos Passos de Maria” – se vê robustecida pelo claro objetivo de elucidar ao invés de confrontar, de corrigir com caridade ao invés de desqualificar.

Receber a caridosa oferta do Carlão para que seu “pequeno grande” livro fosse veiculado através do Portal Universo Católico, foi alvissareira. Numa comunicação posterior, o mesmo me informava que aguardava a aprovação eclesiástica do livro, para que o mesmo me fosse remetido, o que despertou curiosidade. Mas de posse do material prévio para publicação, devidamente autorizada por D. Alano Maria Pena (Arcebispo de Niteroi – RJ), a emoção primeira se verteu num estado de graça, de alguém que recebia uma benção especial. Um verdadeiro presente de Jesus e Nossa Senhora. Uma grata oportunidade de levar a tantos de meus irmãos católicos e especialmente aos irmãos evangélicos, uma obra que certamente os ajudará a elucidar muitas dúvidas, ou a desfazer-se de vários preconceitos.

”Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (João Calvino, Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)

Por fim, fica o meu convite a sua leitura. Você poderá solicitar do autor um exemplar impresso. Mas poderá também imprimir, copiar, enviar via e-mail aos seus amigos, tudo isso citando a fonte e o contato do autor. Seja bem vindo a esse estudo nos passos de Maria.

Fontes:

http://paroquiasaofrancisco.com/Diversos/MaedeDeusporMartinhoLutero.htm

MARIOLOGIA –

Paróquia São Francisco – Natal – Rn

Curiosidade:

Genebra – Suiça – parede dos Reformadores.

https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/ostia-043.jpg

Mais  alguns comentários do próprio Lutero que jamais abandonou Maria até o fim de sua vida.

(Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

 

“Cristo era o único filho de Maria. Das entranhas de Maria, nenhuma criança além dEle. Os ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos de ‘irmãos’.” (Martinho Lutero, Sermões sobre João 1-4, 1534-39)

“Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. Isto se deu sem a cooperação de um homem, permanecendo virgem depois do parto.” (Martinho Lutero, idem.)

“Deus diz: ‘o filho de Maria é meu Filho somente.’ Desta forma, Maria é a Mãe de Deus.” (Martinho Lutero, Ibidem)

“Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

“É cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Para que fosse cheia pela graça de Deus com tudo de bom e para fazê-la vitoriosa sobre o diabo.” (Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, 1522)

A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” (Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

“Maria é a mulher mais elevada e a pedra preciosa mais nobre no Cristianismo depois de Cristo… Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o bastante. Contudo, a honra e os louvores devem ser dados de tal forma que não ferem a Cristo nem às Escrituras.” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

“Nenhuma mulher é como tu! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem-aventurança, sabedoria e santidade!” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

“Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e expressou no Magnificat. Louvou a Deus por suas obras. Como, então, podemos nós a exaltá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra a Deus, louvor à graça de Deus. Maria não é nada para si mesma, mas para a causa de Cristo. Maria não deseja com isso que nós a contemplemos, mas, através dela, Deus.” (Martinho Lutero, Explicação do Magnificat, em 1521.)

Lutero vai além: dá à Bem-Aventurada Virgem Exaltada a posição de “Mãe Espiritual” para os cristãos.

“É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai.” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1522.)

“Maria é a Mãe de Jesus e a Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou no colo dela… Se ele é nosso, deveríamos estar na situação dele; lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo aquilo que ele tem deveria ser nosso. Portanto, a mãe dele também é nossa mãe..” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1529.)

Fontes:

Veja mais em, com Prof. Felipe de Aquino:

Lutero, os Reformadores e Nossa Senhora
Publicado por Tht em 13/5/2008

 

Enfim os Olhos se Abriram.

Testemunho do Padre Renato Leite

Contra a Montfort

Texto retirado diretamente do site Montfort, usado pelo Professor Orlando Fedeli em sua própria defesa contra todas as acusações que pesaram contra sua pessoa referente à saída do IBP – Instituto Bom Pastor do Brasil, inexplicavelmente cinco dias após terem conseguido uma Capela Definitiva em São Paulo.

Free Web Counter
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http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=cronicas&artigo=capela_vazia&lang=bra

Minhas considerações estarão logo abiaxo das palavras de:

Segue

Fratres in Unum

Padre Renato LeitePadre Renato Leite

OS FATOS 1ª parte

Caros amigos:

Falo aqui como testemunha:

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Temos que reconhecer o mérito de muitos amigos do professor Orlando que por inspiração dele fizeram o quanto puderam para apoiar e estimular o trabalho do IBP no Brasil. A generosidade de alguns foi realmente admirável mas, o discurso de que o apoio dado ao IBP foi em razão de seu combate em favor da Missa Tridentina e da crítica ao Concílio Vaticano II é no mínimo “incompleto” para não dizer “suspeito”.

A casa do IBP situada no bairro do Ipiranga da qual estive à frente por oito meses, foi instituída com uma finalidade específica: “Preparar os alunos do Professor Orlando para ingressarem no seminário do IBP em Courtalain, França”. E obviamente, essa preparação estaria prioritariamente a cargo do professor Orlando que com os amigos, “pagavam todas as contas da casa”, imaginando ter uma espécie de “direito adquirido” para assim proceder no que dizia respeito à formação dos rapazes.

Um fato importante a ser recordado é que a casa do IBP aqui estabelecida não foi uma iniciativa do Instituto mas uma “oferta” do professor Orlando conforme um acordo prévio com o Padre Navas do Chile, então superior do Instituto na América Latina e antigo amigo do professor para que a mesma funcionasse como o descrito acima.

A casa seria um instrumento para o professor Orlando atingir um dos seus mais ousados objetivos: O ter padres sob o seu comando direto. E, para atingí-lo, seria enviado para Courtalain um número cada vez maior de alunos do professor que, ordenados padres, garantiriam a influência e o controle do Instituto do Bom Pastor pelo professor e seus amigos, recordando que o IBP já nasceu Pontifício ou seja “grande” canonicamente falando, com aprovação direta do Papa e portanto “tentador”.
01:15 (11 horas atrás)

Padre Renato

OS FATOS 2ªparte

Logo após sua primeira e última visita à casa e em seguida a de dois de seus colaboradores diretos na França, o superior geral do IBP, Padre Laguerie não gostou da ingerência do professor e exigiu que o Padre Navas tomasse as devidas providências estabelecendo como estratégia de ação quanto ao professor, “o homem das idéias estranhas que queria controlar o IBP”, o que segue:
“O vosso dinheiro sim, as vossas idéias não”.

O professor Orlando imediatamente reagiu acusando o Padre Navas de ser o único responsável pela tentativa de afastá-lo da casa, rompendo assim com ele. Não muito tempo depois o professor viaja para a Europa e encontra-se com o Padre Laguerie que não querendo perder o “dividendo político eclesiástico” de ter uma casa do Instituto em São Paulo , “”autoriza”” o professor a dar aulas… Aqui inicia-se o “êxodo” de padres e seminaristas que lá moravam, entre eles eu, que enfim nos demos conta da encrenca na qual havíamos nos metido.
Após o “acordo”, é enviado para assumir a direção da casa o Padre Perrel que tinha a missão de concluir o trabalho não terminado pelo Padre Navas, apesar da suposta autorização dada para as aulas pretendidas pelo professor.
Mantidas as coisas conforme as ordens do Padre Laguerie, inicia-se uma “guerra fria” entre o Padre Perrel e o professor Orlando assim definida:
“Já que o professor não pode dar aulas na casa do IBP para o Padre e para os seminaristas, o Padre Perrel não pode dar aulas e formação para os amigos do professor”.

01:17 (11 horas atrás)

Padre Renato

OS FATOS 3ª parte

Isso explica a linha de pensamento do Padre no sermão da última missa quando afirmou que:

“Durante esses seis meses no Brasil, tive o sentimento de que para muitos o sacerdote é somente um distribuidor de sacramentos.
E também:

“É neste ponto que a atitude de alguns está errada pois limitaram o Padre à capela, impedindo-o de ir mais além na sua paternidade espiritual.”
Numa referência clara à crise envolvendo o grupo de amigos do professor em São José dos Campos, ele e o próprio professor poucos dias antes da última missa.

Gostaria de terminar esses esclarecimentos recordando a todos que toda essa confusão deve ser “creditada” nas contas das vaidades de duas pessoas:
Primeiramente na conta do professor Orlando que vive esquecido de que, não importa o que diga ou faça, continua sempre um leigo não tendo autoridade docente na Igreja para submeter sacerdotes e formar seminaristas como pretendia nessa malfadada empreitada junto ao IBP. Tal tarefa está reservada exclusivamente aos bispos membros da Hierarquia da qual ele não faz parte.

Em segundo lugar na conta do Padre Laguerie Superior Geral do IBP que tem autoridade direta sobre os padres e sobre a formação dos seminaristas e que discordando das idéias do professor “desde sempre”, tinha a obrigação moral de deixar isso claro sem “simular” uma autorização que depois se verificou inexistente e que gerou inúmeros transtornos permitindo que o “oportunismo” prevalecesse sobre a franqueza e a sinceridade.

Lamento tudo isso e rogo a Deus Sua Misericórdia de modo particular para aqueles que defendendo a “Bandeira da Fé Católica” acabam por ter na prática, as mesmas atitudes daqueles que dizem combater.

Nos Sagrados Corações de Jesus e Maria SS.

Padre Renato Leite

Xeque-mate por Penetra.

Fratres in Unum

Este bom e corajoso sacerdote celebrará, neste domingo, sua última missa antes de retornar a seu lar. Doravante será tido como mais um traidor. Entretanto, uma reflexão deve ser feita ao se olhar para esses últimos dias: esse sacerdote, que por sinal não dá maus conselhos e não é nenhum liberal, também sobrepôs sua dignidade sacerdotal à uma vassalagem prestada a quem se apropria das mentes alheias, da mesma forma que um outro sacerdote (membro de uma facção modernista num instituto tradicional)… Coincidência?!

Que os [profundíssimos] comentários em blogs das mais variadas correntes respondam a esse dilema, já que o mentor e seu veículo oficial se mantêm em silêncio!

PS.: a este bom Pastor nos referíamos neste post de 08 de agosto.

O que diz o IBP sobre o assunto:

Publicamos a última homilia do Abbé Roch Perrel no Brasil:

Os “Modernistas” nada fizeram para tirar o IBP do Brasil!

*obs. Isto não é uma defesa aos erros ou afirmações do modernismo, mas uma simples verdade que isenta qualquer ação externa que motivaram esta atitude do IBP.

Minhas considerações a respeito destas Palavras.

Desde o incidente ocorrido em Anápolis – Go temos entrado em contato com o Prof. Orlando Fedeli sobre suas atitudes equivocadas em relação ao tratamento por ele deferido ao clero Brasileiro, não exclusivamente ao nosso Bispo que foi por ele atacado injustificavelmente, mas também por sua intrusão em assuntos do clero e da Igreja.

Em relação ao IBP, o Sr. Fedeli sempre fez questão de deixar claro que ele os apoiava, o que eu não sabia era que: ele praticamente os sustentava no Brasil com casa comida e roupa lavada.

No entanto foi combinado entre o Sr. Fedeli e o superior do IBP na França “Pe. Languérie”, uma certa independência entre as Instituições “IBP & Montfort”, independência esta que praticamente não existia, quando se tentou estabelecê-la de verdade surgiram os tais problemas “Querelas” que realmente seriam inevitáveis, uma vez que a Montfort declara ser função do IBP coisas que na verdade nunca foram e sim seria a própria vontade do Prof. Orlando Fedeli que sustentava o IBP.

Vendo que seria insustentável continuar mantendo esta situação dúbia no Brasil, vinculado à uma instituição declaradamente contra as posições oficiais da Igreja Católica em Roma e provocando situações que atrapalhavam de certa forma a execução do verdadeiro objetivo do Instituto no Brasil, tomou-se então esta decisão que pode não ser definitiva para o Instituto Bom Pastor, mas certamente será uma quebra definitiva dos vínculos da Associação Montfort com o pouco de Catolicismo que ainda existia dentro do coração de nosso nobre Professor de história.

Não foi falta de cartas e avisos,  nossos site’s considerados inimigos da Montfort sempre publicaram os equivocos do Sr. Fedeli, eu mesmo como amigo cadastrado no site Montfort enviei diversas correspondências, e para comprovar, editei post’s de alerta sobre pessoas que se afastavam da Montfort denunciando erros de seu Mestre, agora ele diz que seus amigos se revelaram inimigos.   Mas quem precisa de inimigos, se ele mesmo se auto-destrói sozinho quando despreza o conselho daqueles que lhe estão mais proximos “Ex. Colaboradores e amigos“, ou daqueles que considerados Inimigos, na verdade seriam seus melhores amigos, porque dizem o que ele precisaria ouvir sem medo de serem mal interpretados ou desprezados.

Meus textos foram enviados ao site Montfort e por toda a NET, na verdade a maioria deles foram apagados e desprezados.   Um destes textos dizia; para se pedir socorro e apagar o fogo que já estava levantando uma nuvem negra de fuligem em cima da sede da Montfort porque os alarmes de incêndio haviam falhado e ninguém estava percebendo o incêndio.       Não era ironia ou arrogância nem  mesmo uma brincadeira de minha parte, mas estas palavras foram interpretadas como a voz de uma criança passando trote de um orelhão ao corpo de bombeiros, e agora o Sr. Fedeli se lamenta por uma capela vazia e um sacrário sem a Real presença de Jesus Sacramentado.

Fico imaginando se realmente a culpa seja:

“[…] O silêncio e os ecos longínquos das risadas dos modernistas, dos sedevacantistas, da ala raivosa da Fraternidade, dos liberais, etc – no Porkut — pelo fim do mais pujante meio de propagação da Missa de sempre, no Brasil […]” Palavras de Orlando Fedeli

Veja ele até se esqueceu de citar a RCC, o movimento mais atacado nos seus textos execráveis.

Se realmente… nós estaríamos felizes por tudo que ocorreu neste dia 03/08/2008 referente ao IBP, como afirmou o Sr. Alberto Zucchi e contrariado pelo próprio IBP.

É claro que não !

Apesar do Sr. Orlando Fedeli creditar a culpa de todos os seus próprios erros a inimigos fictícios e inexistentes, a Igreja Católica não se alegra pelo afastamento do IBP, muito pelo contrário, esperamos que o IBP retorne em breve ao Brasil livre de qualquer compromisso ou vínculo que venha castrar e limitar sua atuação em nome da Verdadeira Igreja Católica e do Papa Bento XVI.

Espero que este episódio sirva para demonstrar a todos aqueles que se dizem Católicos, mas que continuam lutando contra a Verdadeira Igreja Conduzida por Bento XVI e somente por ele, que Jesus está junto com a verdadeira Igreja e não estará com aqueles que lutam contra a verdade se julgando superiores ao Papa Legitimamente eleito pelos Bispos que são os sucessores dos apóstolos de Jesus Cristo neste mundo.

As cinco Virgens despreparadas encontraram a porta fechada e a voz do Noivo lhes dizendo “Vão embora, Não vos conheço…”, mas também existirão alguns que encontrarão a frieza de um Sacrário Vazio e não encontrarão resposta no silêncio da ausência de Jesus Vivo e Sacramentado.

Muita coisa esta sendo dita e muito mais se dirá, acusações e defesas, porém a unidade da Igreja sempre será impressindível, a própria FSSPX já começou a medir suas palavras em afronta ao Papa e retirar textos ofensivos, até mesmo contra o Concílio Vaticano II, isto demonstra um caminho de solução para a crise, os SEDE-VACANTISTAS, por sua vez, morrerão por si mesmos quando não tiverem mais apoio daqueles que sempre supriram seu ódio contra a verdade de que não estamos mais na idade média e aprenderão que o mundo jamais irá girar em sentido contrário retornando ao passado, a solução não está no passado e sim no futuro, o mundo não é mais o mesmo, mas Jesus Cristo sempre será o Mesmo e confiamos na presença do Espírito Santo em nossos corações que nos guia em toda a verdade.

É realmente interessante, aquele homem que ofensivamente atacou nosso Bispo, dizendo uma inverdade, afirmando em seu site ter sido proibido de dar aulas em nossa humilde Cidade, hoje ele mesmo declara ter sido proibido de ensinar em sua própria casa a seus próprios alunos, e o pior, seus alunos se foram um a um sem  nem ao menos lhe dar explicações, diziam estar fugindo de uma “encrenca”.

As mesmas vozes murmurantes que lhe contaram fofocas dos  corredores do Vaticano certamente espalharam a verdade de suas intenções referentes aos seminaristas gentilmente cedidos ao IBP para se tornarem Padres na França.

Enfim, apesar de tudo, o IBP nada perde nesta retirada estratégica, porque demonstra sua liberdade de atuação e revela fatos obscuros que tolhiam e limitavam o verdadeiro objetivo do Instituto em relação à Tradição Católica e ao ensino da Missa  de Sempre no Rito Tridentino.   Sendo o IBP uma entidade ligada diretamente ao Vaticano, sempre terá sua credibilidade restaurada e restabelecida podendo retornar ao Brasil, em São Paulo ou em qualquer outro Estado do País quando assim for da vontade de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ex-Church por eu_cohen.

A CAPELA FICOU TOTALMENTE VAZIA.

Na verdade o Professor Orlando Fedeli voltou à cena da Capela e percebeu que ela não estava completamente vazia, havia lhe restado uma imagem da Mãe de Jesus, afinal uma esperança para o retorno de seu Filho tão amado e querido.

Peçamos a interceção daquela que com sua hulmidade suprema aceitou ser uma serva, nada mais de que uma serva, para que através do imenso Amor de Deus, Jesus viesse a este mundo dentro de seu ventre Materno.   Que Ela possa realmente derramar suas graças e seu imenso Amor de Mãe, auxiliando-nos a encontrar e trilhar os verdadeiros caminhos de seu Filho Jesus.

Sou Doente” Afirmação de Fedeli …

O Impossível e o Extraordinário

Ainda a Montfort e o IBP = Deus lo vult!

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CRÍTICAS AO VATICANO II – Veritatis Splendor

SEDE-VACANTISTAS, ELES EXISTEM MESMO?

Sede + Vacante ou Vaga, vazia.

É o período que ocorre após a morte de um Papa até a posse do próximo Papa eleito, ou seja o curto período que a Igreja fica sem um líder até que o escolhido assuma seu lugar.

0 TEXTO A SEGUIR FOI ESCRITO E DIVULGADO PELA FSSPX, PARA SE JUSTIFICAR QUE NÃO SÃO SEDE-VACANTISTAS, MAS …

Mas o que diz sobre o sede-vacantismo é correto.

Dom Lourenço Fleichman OSB – Permanência http://permanencia.org.br/sedevacantistas.htm

Para os que nunca ouviram esta expressão eu explico: são aqueles que afirmam que o papa não é papa. Não tem papa. A sede está vacante, ou seja, vazia. Esta tese baseia-se no fato de que a teologia católica não exclui a possibilidade de um papa perder o papado por pecado formal de heresia. Porém, isto que é uma possibilidade teológica, não pode ser afirmado categoricamente por ninguém neste mundo, pois também é doutrina católica que o papa só pode ser julgado pela Igreja, o que exige um outro papa legitimamente eleito, devidamente escolhido pelo Divino Espírito Santo.

Aqui aparece o erro contrário, afirmado pelos legalistas: se o papa só pode ser julgado por outro futuro papa, porque vocês julgam o que o papa afirma e ensina? [em amarelo a defesa de seus erros que não concordamos e não fazem parte do tema sedevacantistas …]

Ora, o que nós fazemos não é julgar o papa, mas sim as afirmações e ensinamentos dele. O que ele diz é certo ou errado? Julgar o papa seria afirmar que determinada ação ou ensinamento mostra que ele perdeu a fé, tornou-se um herege formal. Mas dizer que o ecumenismo ou a liberdade religiosa, ou qualquer outro erro ensinado pelos papas depois de Vaticano II é heresia, não significa dizer que a alma do papa esteja formalmente em pecado de heresia.

Só Deus sabe. Daí a necessidade de se abster de afirmar que o papa não é mais papa ou nunca o foi. Alguém pode desconfiar disso, por causa dos escândalos contrários à fé.,

mas não se tem meios de saber, na fase atual do combate.
Quando Lutero quis casar com a freira, inventou uma nova religião sem sacerdócio, e disse que a religião católica romana era obra de satanás. Saiu e bateu a porta. Declarou sua heresia publicamente. Mas os papas de Vaticano II continuam usando a autoridade dos papas, afirmando ser o Vigário de Cristo, sendo reconhecidos como bispos de Roma. Daí a dificuldade de se saber se aderem formalmente aos erros de Vaticano II ou se são fantoches nas mãos dos inimigos de Cristo, cegos, imprudentes, desobedientes, mas ainda católicos.

Os sede-vacantistas são a gente mais orgulhosa que eu conheço, pois são movidos pela cegueira espiritual. Herdeiros daquele primeiro orgulho que elevou o espírito de Eva a ouvir uma palavrinha mágica, e querer mudar o mundo! Sereis como deuses! Quiseram ser mais do que eram na realidade e sairam empurrando a tudo e a todos que estavam na frente, ou seja, precipitaram simplesmente toda a humanidade no pecado! Pois os sede-vacantistas são assim. Cegos para a realidade, empurram todos que se encontram à frente e saem por aí, aos bandos, dizendo que só eles são verdadeiros católicos, só eles encontraram a solução da crise da Igreja.

Querem ver alguns exemplos do que são capazes? Nos Estados Unidos, nos anos oitenta, um grupo de nove seminaristas da Fraternidade S. Pio X, no dia seguinte da ordenação sacerdotal, traíram a Mons. Lefebvre, deixando a Fraternidade. Eram sede-vacantistas escondidos que só esperaram a ordenação sacerdotal para tirar a máscara. Pensam que formaram um clero sólido e coerente? Ao contrário. Como toda obra fundada na opinião e movida pelo amor-próprio, foram brigando uns com os outros, em puro espírito sectário, dividindo-se em pequenos grupos. No meio do turbilhão, o demônio suscitou um bispo vietnamita, que saiu pelo mundo sagrando bispos, inclusive nas seitas com falsos papas, como Palmar de Tróia. A falta de vergonha na cara é tamanha que alguns destes bispos, hoje, alegam o estado de necessidade para chamar leigos casados para serem ordenados e sagrados.

Dirão as más linguas: Mons. Lefebvre e a Fraternidade S. Pio X também se fundamentam neste estado de necessidade. É verdade, e por uma razão simples. Ele existe, pois não temos acesso à autoridade para a recepção dos sacramentos

isentos dos erros de Vaticano II.

Mas a diferença entre a nossa posição e a dos sede-vacantistas é enorme. Mons. Lefebvre sempre agiu dentro da norma católica, baseado na doutrina e na lei canônica. O estado de necessidade, para a Fraternidade, é razão para ela agir de modo forte,

mas segundo o Direito: ordenação de jovens em plena condição de serem ordenados, segundo o Direito canônico. A própria sagração dos bispos, em 1988, para quatro padres já experimentados na doutrina e sabedoria, e após esgotar todos os meios para obter de Roma as autorizações necessárias.

Do lado dos sede-vacantistas, vendo que conseguem mais adeptos entre leigos imprudentes e exagerados, não hesitam em subverter as bases do direito para alcançar seus objetivos. Querem agora formar um clero de velhos avôs de báculo e mitra. É patético.

Pois é a essa gente que alguns dos nossos resolveram se ligar. Jovens guiados por velhos inescrupulosos, cegos e imprudentes. Jovens que agem hoje como aqueles seminaristas traidores, que ferem compromissos assumidos diante do padre, que tentam aliciar pessoas à sua volta, arrogantes e orgulhosos. Que fique aqui a denúncia: se nossos leitores, fiéis, amigos, receberem propostas de listas de e-mails, blogs, orkut etc. para discutir a matéria, não aceitem. Eles não querem discutir, mas tão somente manipular as consciências com textos antigos dos papas que, lidos de modo isolado, parecem lhes dar razão. Fogem da linha segura e constante que Mons. Lefebvre sempre seguiu, no profunda catolicidade do seu combate pela fé. Rezemos por esse pobres rapazes.

Não abaixem a guarda, não deixemos de denuncia com todo o rigor, os erros perversos deste diabólico concílio que tantos males trouxe à Igreja; mas tenhamos prudência e humildade, para que a luz da fé não seja a nossa própria luz, mas a daquele Verbo que veio a esse mundo e habitou entre nós.


Vejam meus caros leitores, Dom Lourenço escreveu este texto, para se defender dos ataques da Associação Montfort, “antigos Companheiros e defensores de Lefebvre” que os acusava de não aceitarem os Papas após o Concílio Vaticano II, para assim ganharem seus seguidores. Olhe bem, quando lemos os textos advindos de Lefebvre e seus seguidores inclusive a Montfort, nunca compreendemos bem se eles afinal aceitam o Papa ou não, porque mesmo dizendo que o aceitam sempre contrariam tudo que o Papa diz, em total insubmissão, dizendo que tudo ele le faz ou diz está errado, o que daria no mesmo, porque não o seguem e nem o obedecem de uma forma ou de outra. Este texto nada mais é que uma justificativa defendendo Dom Lefebvre de ter desobedecido o Papa por uma extrema necessidade, por necessidade ou não, o fato é que ele foi excomungado por esta desobediência. Quanto ao fato de que ele não conseguiu autorização para ordenar seus bispos, isto se deve ao fato de que ele jamais quis se dobrar e obedecer ao Papa, nem ceder um milimetro sequer em suas prerrogativas cismáticas.

Dom Lourenço citou um fato ocorrido dentro da FSSPX, onde vários padres ordenados por Lefebvre se viraram contra ele desobedecendo o seu próprio formador, isto porque seu formador os formou dentro do erro da desobediência e foi o que eles aprenderam de melhor, não obedecem nem a seu próprio mestre e tutor. Veja que isto é semelhante ao que Jesus se refere quando retrata a pessoa de seu inimigo maior, quando diz “Todo Reino dividido sobre si mesmo desaparecerá”, por isso o inimigo jamais conseguirá vencer a Igreja, porque ele é incapaz de fazer o que é bom, “O Amor e a União são dons de Deus”, um dos principais dons do inimigo é justamente a divisão e a desobediência, por isso sentem tanto prazer em atacar aquele que lhes é mais semelhante “Martinho Lutero”, porque jamais pretendem estar juntos em um mesmo lugar compartilahando a mesma graça Divina como Irmãos e ovelhas do único Pastor que é Jesus, seguem o exemplo do Irmão mais velho do filho pródigo, exemplo este que Jesus contou a Parábola justamente para aprendermos que não deveriamos tomar aquela atitude jamais.

Dialogando com um Tradicionalista de Portugal, discutiamos o fato de que eles falam mal de todos os seminários formadores de padres no mundo, mesmo aqueles que nem conhecem, e dizia ele que todos seguem o modernismo que contaminou a Igreja atual, sendo assim jamais teremos bons Padres. Por outro lado faz questão de demonstrar um modelo de Padre que segundo eles seriam o ideal, “Na Visão de um leigo Tradicionalista o Padre deve ser um Santo irrepreenssível”, logo qualquer seminário seria incapaz de executar este feito, uma vez que um Santo é formado por Deus e é fruto da mais profunda fé e Amor do homem a seu Criador, não é, e nem jamais será um fruto da capacidade humana de aprender alguma coisa na teoria de letras que estão escritas em um livro ou na sabedoria de seu formador. É a vida, a obra, a pregação, a missão, o trabalho, as dificuldades e as perseguições que levam o perseverante na fé a se tornar um verdadeiro Santo, mesmo que seja um Santo esquecido ou desconhecido jamais reconhecido pela Igreja ou por quem quer que seja.

coração

Vendo que realmente estava errado denegrindo a imagem dos seminários, incluido o da FSSPX “que dizia ele: era o melhorzinho de todos, sem nem ao menos conhecê-lo de perto”, desabafou e me disse tanta coisa, dizendo que eu não sabia nada de nada, e que deveriamos aprender o que é certo, “APRENDER DE QUEM ? JÁ QUE, QUEM SABE NÃO FORMA QUEM NÃO SABE, e quem sabe nem sequer indica um formador capaz de ensinar a sua verdade”, certamente ele jamais conseguirá seus objetivos, porque são estéreis e morrerão com ele, e todos irão para o cemitério, Dom Lefebvre, a FSSPX, os Tradicionalistas e a Igreja que eles tanto defendem, porque não formam vocações maldizendo tudo com pessimismo exagerado.

Dito isto ele declarou ter se decidido ir para um seminário da FSSPX, porque era a única opção a fazer, dar um exemplo e um testemunho de que tudo quando defendia valia a pena ser vivído, primeiramente por ele mesmo e depois por aqueles que dele aprenderem a verdade em seus testemunhos de vida.

Dizia ele não ser sedevancantista, mais em seu desabafo, afirmou que para seguir até o fim a sua decisão, até isto ele faria, vejo que ser tradicionalista é sinônimo de ser desobediente, e desobediência não é sinônimo de Santidade nem de verdadeira união com o corpo de Cristo, logo ele terá que fazer escolhas difíceis quando descobrir que suas teorias e preconceitos não fazem parte da verdade de Jesus.

Espero que nossos amigos Tradicionalistas que declaram não ser Sede-vacantistas e se defendem quando acusados, voltem a estar ligados à Igreja com Sede em Roma, conduzida pelo Papa Bento XVI, acabando de vez com este tal de Cisma, que nada mais é que o sedevacantivismo disfarçado de desobediência, com obediência não haverá sedevacantivismo nenhum e a Igreja será Una Católica e Apostólica Romana em Plenitude para sempre até a volta de Jesus.

Situação das religiões na França, 2001.

Prof. Orlando Fedeli Os franceses ainda seriam católicos?

Uma interrogação que nos leva a pensar por qual motivo algo tão grave aconteceu na França.

Análises e reflexões

Situação das religiões na França
por
Danièle Hervieu-Léger* agosto de 2001

http://www.france.org.br/abr/imagesdelafrance/religiao.htm

A principal característica do cenário religioso francês é indiscutivelmente a presença dominante do catolicismo na história e na cultura nacionais. Mas esta primeira observação é imediatamente seguida de uma outra: a França é também um dos países menos religiosos numa Europa por sua vez mais secularizada que qualquer outra região do mundo. Mais recentemente, essa descrição veio a ser enriquecida por um novo elemento: a França abriga a maior população muçulmana da Europa, cerca de 5 milhões de pessoas que hoje reivindicam sua plena integração no espaço nacional. À parte essas “tendências gerais” delineia-se uma paisagem religiosa em plena recomposição: uma recomposição que transforma profundamente os termos do compromisso laico que há um século enquadra a gestão da religião nos limites da República.

Os franceses ainda seriam católicos? A pergunta se justifica, ante a contínua erosão das práticas, o definhamento demográfico do clero e a desestabilização de uma civilização paroquial que modelou nossas paisagens, nosso patrimônio arquitetônico e nossa cultura. Após as fissuras reveladas pela Primeira Guerra Mundial, o nítido declínio esboçado no período de 1945-1950 acelerou-se bruscamente a partir da década de 70. Em 1981, 71% dos franceses declaravam-se católicos. Em 1999, são 53% os que o fazem. A prática mensal do culto era de 18% em 1981; hoje, ela é de 12%, caindo para menos de 8% no caso da prática semanal, o que equivale a uma queda de 35%. Esta queda chega a 53% entre os franceses de 18 a 29 anos, apenas 2% dos quais vão à igreja toda semana. Em 1965 havia 41.000 padres; em 1975, 35.000. Em 2000 eles eram 20.000, um terço dos quais com menos de 66 anos. Acredita-se que em 2020 a França terá, no máximo, 6.000 a 7.000 padres. Em 1983, contavam-se 37.500 paróquias, das quais 14.200 tinham um padre residente. Já em 1996 elas eram 30.700, das quais apenas 8.800 com um padre residente. Desde o início dos anos 80 o número de batismos e casamentos na igreja, que por muito tempo manteve-se estável, sofre uma nítida retração: no fim da década de 60, 4 crianças em 5 eram batizadas durante seu primeiro ano de vida; já em 2000 é o caso de uma criança em duas, proporção que em 2020 será apenas de uma em três.

Diante desses números, o catolicismo francês parece sem forças. Mas há indícios de que não perdeu sua vitalidade, parecendo inclusive capaz, nesse contexto de extrema secularização, de suscitar formas originais de mobilização. Amplas operações de reestruturação do tecido comunitário estão em andamento em todas as dioceses. O envolvimento ativo dos leigos, que se tornou indispensável ante o déficit do clero, é notável. 600.000 leigos, dos quais a esmagadora maioria é de mulheres, incumbem-se da catequese, animam a vida litúrgica e preparam os fiéis para receber os sacramentos. Uma parte deles está oficialmente encarregada das esmolarias (hospitais, estabelecimentos escolares, prisões) e mesmo de paróquias (845 em 2001, contra 28 em 1983). O número de diáconos aumenta rapidamente: de 1.500 atualmente, passará a 3.500 em 2020, mantendo-se o ritmo atual das ordenações. Finalmente, o sucesso de fórmulas pastorais novas ou renovadas, como os grandes encontros de jovens e as peregrinações, parece demonstrar que a Igreja continua dispondo, independentemente do definhamento das observâncias, de uma capacidade ainda respeitável de mobilização.

Mas esse dinamismo é frágil. Considerando-se a atual pirâmide etária e o escasso envolvimento das gerações mais jovens, o número de leigos que mantêm viva a instituição deverá inevitavelmente estagnar. A diminuição do número de clérigos acentua seu confinamento a tarefas rituais de que só eles podem desincumbir-se: à frustração que experimentam faz eco o mal-estar dos leigos freqüentemente em situação precária no exercício das responsabilidades pastorais que lhes são confiadas. E a capacidade de mobilização da Igreja em relação à juventude mantém-se limitada basicamente às camadas sociais que constituem seu viveiro tradicional: à parte a minoria de jovens que ainda desfrutam de uma socialização católica em família, “o efeito JMJ” (a mobilização associada às Jornadas Mundiais da Juventude lideradas pelo papa, que sempre têm ampla repercussão nos meios de comunicação) é extremamente precário e volátil, ou pelo menos pouco capaz de renovar, a curto ou médio prazo, formas estáveis de envolvimento católico.




http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/frutos-do-espirito.jpg?w=130





TRADIÇÃO E “TRADICIONALISTAS”.

Dom João Wilk, Bispo da Diocese de Anápolis esclarece a seus fiéis sobre modernismo, tradição e Radicais-Tradicionalistas, publicando o texto de Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa no site oficial da Diocese de Anápolis, texto esse de grande aceitação e publicado também em diversos outros sites de cunho “apologético” que defendem a verdadeira fé e doutrina Católica aprovada pelo Magistério oficial da Igreja em Comunhão com o Papa Bento XVI e todo o clero brasileiro,


Tradição e “tradicionalistas”

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
15/12/2007


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Qualquer católico que se dedique a estudar essa questão através do Magistério da Igreja e a ação dos Romanos Pontífices, perceberá que o que se deseja é a unidade e a paz na Igreja. O católico sempre tem uma visão ampla das coisas; de fato a palavra “católico” significa “universal”. A Igreja sabe ser “santamente intransigente” no que é de fé e de moral, mas também sabe ser “santamente transigente” em tudo aquilo que pode ser ocasião de um diálogo aberto com o mundo sem abandonar o que Cristo lhe deixou para levar as pessoas ao céu.

É verdadeiramente doloroso ver o Papa e os bispos em comunhão com ele serem combatidos por “fiéis” que em nome da “fidelidade” ao que chamam “tradição” lutam contra os guardiães e autênticos intérpretes da própria Tradição.

Esse artigo, no seu título leva a palavra “tradicionalistas” entre aspas, porque sabemos que sob essa palavra há uma realidade concreta, muito ampla e complexa. Mormente nos referimos nesse artigo àqueles tradicionalistas que se afastaram da comunhão Católica e a ela não voltaram ou àqueles que, ainda que se dizem em comunhão com a Igreja, combatem-na.


1 – Movimento modernista

Uma ocasião de reflexão dentro da Igreja do que significa a Tradição foi sem dúvida, entre outros, o movimento chamado “modernismo”, que designa um movimento intelectual no âmbito eclesiástico e que influenciou bastante durante os séculos XIX e XX. Dois autores que representam esse movimento: os franceses Paul Sabatier e Alfred Loisy.

Contra o modernismo foram dirigidos os famosos documentos: o Decreto Lamentabili sane exitu, (03/07/1907) do Santo Oficio, e a Encíclica Pascendi Dominici Gregis (08/12/1907) do Papa São Pio X.

O Decreto Lamentabili condena e proscreve 65 proposições modernistas. Segundo o decreto, o modernismo defende que a leitura que a Igreja faz da Bíblia não é correta, conseqüentemente defendem esses autores uma oposição entre dogma e história. O Cristo da história seria um homem com simples ciência humana, que não teve a intenção de fundar uma Igreja. Dessa maneira, a Igreja não teria origem divina nem uma autoridade sobre-humana. A Moral e os Sacramentos nesse contexto também não teriam um grande valor já que seriam adaptações de fenômenos históricos com pretensão de ser imutáveis.

Com relação à Pascendi, é grande obra intelectual que pressupõe muita leitura por detrás. A primeira parte da encíclica expõe as doutrinas modernistas; a segunda, as reprova como inaceitáveis (são erros sobre Jesus Cristo, a Igreja e os Sacramentos, principalmente). A tradição, segundo os modernistas, protegida pela Igreja, é a comunicação de uma experiência religiosa original que, mais cedo ou mais tarde, acaba enfrentando-se com o progresso.

O decreto e a encíclica, ao entrar em luta contra o modernismo, queriam dar resposta a uma situação pontual, que responde a uma determinada época histórica. Logicamente, esses documentos continuam válidos. No entanto, não seria razoavelmente válido julgar a nossa época da mesma maneira que se fez no principio do século XX e usar a linguagem do documento para atacar e combater o Concílio Vaticano II, a bispos que estão em perfeita comunhão com o Papa e com o seu Magistério.


2 – O cisma de um bispo francês

Marcel Lefebvre (1905-1991) se opôs, durante o mesmo Concílio Vaticano II, à colegialidade episcopal, à relação da Igreja com o mundo, à liberdade religiosa. Não assinou a Constituição Dogmática Gaudium et Spes nem a Dignitatis Humanae. Em 1970 fundou em Friburgo, na Suíça, a “Fraternidade Sacerdotal S. Pio X”, que chegou até a ser aprovada pelo bispo do lugar como “pia união”.

Defendia vigorosamente que a tradição católica estava em perigo de perder-se a partir do Concílio Vaticano II. Esse Concílio representava para ele uma autêntica ruptura com a Tradição. O movimento tradicionalista devia opor-se a isso, inclusive frente à autoridade suprema do Romano Pontífice. O seminário de Êcone atuava como se não houvesse existido um Concilio e nesse seminário de Lefebvre se criticava duramente o Concílio Vaticano II e o Papa Paulo VI.

Numa declaração do dia 21 de novembro de 1974, Lefebvre fez pública uma declaração sua na qual atacava diretamente Roma e o Concilio Vaticano II. Insistiu em apelar ao “Magistério de sempre”, à “Igreja de sempre”, à “Liturgia de sempre”, à “Tradição”, que seriam a vida da Igreja anterior ao Concílio Vaticano II. Curiosamente, “adesão sem reserva à Santa Sé e ao Vigário de Cristo” não significa para Lefebvre submissão às medidas da Santa Sede e do Vigário de Cristo!

No dia 29 de junho de 1976, Lefebvre ordenou – apesar da proibição do Papa – 13 diáconos e 13 presbíteros. No dia 1º de junho do mesmo ano foi suspenso a divinis. Paulo VI escreveu-lhe novamente no dia 15 de agosto de 1976 convidando-o a retificar. Recebeu-o em audiência privada no dia 11 de setembro. Com todo esse esforço do Papa, nenhum sinal de submissão por parte do arcebispo, tão somente respostas vazias. O Papa Paulo VI morreu em 1978 e João Paulo II, no mesmo ano, recebeu o arcebispo Lefebvre em audiência.

Ainda que os gestos de bondade da Santa Sé tenham sido tantos, Lefebvre não depôs a sua atitude, não se submeteu. O mesmo cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI, se aproximou tentando a reconciliação. Nada! Dia dramático: 30 de junho de 1988, Lefebvre ordenou bispos a quatro sacerdotes sem o mandato apostólico. Um ato verdadeiramente cismático!

Como se pode perceber, Lefebvre tem um conceito de tradição muito próprio. Para ele, a liturgia eucarística segundo o rito latino promulgado por S. Pio V, a liberdade religiosa tal como se compreendia até o Decreto Dignitatis Humanae, a formação sacerdotal, etc., têm validez tradicional única em quanto que são anteriores ao Concílio Vaticano II. A argumentação de Lefebvre é esta: já que o Concílio Vaticano II rompeu com a tradição, basta saber se uma coisa é anterior a esse Concílio para ter validez.

O conceito de tradição que manejou Lefebvre e seus seguidores fiéis não é católico e de fato os conduziu para fora da Igreja Católica. Esta, em resposta ao movimento integrista, se viu levada a refletir amplamente sobre o sentido verdadeiro da Tradição.



3 – O que é Tradição?

É preciso distinguir entre a Tradição Apostólica, ou “grande tradição”, das tradições teológicas, disciplinares, litúrgicas ou devocionais. A Tradição Apostólica está afetada pela temporalidade que dura, já que não pode existir interrupção entre o momento original da entrega (traditio) do Evangelho e o hoje da Igreja. Em quanto às tradições disciplinares, teológicas, litúrgicas etc., leva em si o critério da duração que lhe afeta apenas relativamente, não de uma maneira absoluta. Lefebvre insiste em conteúdos materiais e fixa, ele mesmo, um limite temporal: o anterior ao Concílio Vaticano II. Mas, perguntamos, com que autoridade?

Curiosamente, Lefebvre assinou a Constituição Dogmática Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, que explica o sentido da Tradição. Nesse documento se ensina que a revelação divina tem lugar não só na Palavra, mas também na história. Afirmar constantemente a imutabilidade de Deus é ficar em apenas um dos aspectos. É preciso também ressaltar que Deus falou com os homens na história. Essa locução de Deus na história faz com que esteja irremediavelmente afetada pelo elemento histórico. É preciso que tenhamos bastante presente que o Verbo de Deus se fez carne na nossa história e que se dirigiu ao ser humano com linguagem humana, com toda a limitação que essa linguagem leva consigo.

O movimento “tradicionalista” tem uma visão de tradição que se confunde com o “tradicional”, de tal maneira que o tradicional acaba sendo o critério para julgar a própria verdade de fé, tem um sentido de tradição que reclama ser um critério absoluto, e, com esse critério, muitos membros desse movimento têm a ousadia de enfrentar até mesmo a autoridade do Papa e dos Bispos em comunhão com ele. Ora, tal visão distorcida do verdadeiro sentido da tradição da Igreja se transforma em destruidora da mesma Igreja indestrutível.

O conceito de tradição que Lefebvre tem é muito perigoso, já que desde um ponto de vista eclesiológico não reconhece a presença do Espírito Santo na Igreja do Concílio Vaticano II, dando a entender que a Igreja falhou na sua missão de guardar a doutrina verdadeira e de guiar os fiéis na verdade de Cristo. Há uma ruptura no tempo. A impressão que temos é que, segundo alguns setores tradicionalistas, a Igreja parou em Pio XII, e que vale apenas deste Papa para trás e que todo o posterior a João XXIII e o Concílio Vaticano II, como estaria, segundo essa visão, contaminada de modernismo, não seria válido, já que não é tradicional. Que absurdo!


Ecclesia reformanda.

A Igreja necessita de continua reforma, de dois tipos:
1 – necessita de reforma porque tem em seu seio os pecadores; sendo santa deve buscar sem parar a santidade que só terá em plenitude na escatologia;
2 – necessita de reforma porque é um organismo vivo afetado pela história. Quanto a este segundo tipo, é lógico que não se pode estar sempre e em contínuas reformas, já que ininterruptas reformas levariam a uma perda de identidade, mas – também é lógico – a Igreja não pode fechar-se a toda mudança em nome de uma “identidade” falsamente entendida; se assim fosse, a Igreja seria mero objeto de museu.

Ainda que a eleição dos meios determinados de uma reforma por parte da autoridade da Igreja não seja objeto de fé, pede dos fiéis a obediência que exige a comunhão eclesial. Essa obediência não impede que determinado fiel bem formado possa ter um juízo pessoal sobre se é adequado ou não determinadas medidas para conseguir a reforma que se pretende. Esse juízo, no entanto, não pode estabelecer-se de modo absoluto, nem ser comunicado indiscriminadamente; se ficasse dessa maneira afetada a comunhão na Igreja.


4 – João Paulo II e Bento XVI

Como já dissemos, a trajetória de Lefebvre tem um dia bastante dramático, 30 de junho de 1988, por causa da ordenação episcopal de quatro sacerdotes que aconteceu naquele dia. Foi um ato cismático já que para consagrar um bispo é necessário o mandato pontifício, que Lefebvre não tinha. Eles ficaram, portanto, fora da comunhão da Igreja Católica.

Esse acontecimento deu lugar à Carta Apostólica de João Paulo II em forma de “Motu Proprio”, Ecclesia Dei adflicta, de 02 de julho de 1988.


Nesta Carta o Papa fala da aflição da Igreja ao tomar conhecimento da ordenação episcopal do dia 30 de junho, feita pelo arcebispo Marcel Lefebvre. A ordenação “foi uma desobediência ao Romano Pontífice em matéria gravíssima e de importância capital para a unidade da Igreja”. Foi um ato cismático. Lefebvre e os quatro ordenados incorreram em excomunhão.


O Papa diz, ademais, que se maneja nesse ambiente tradicionalista uma noção incompleta e contraditória de Tradição. “Incompleta, porque não tem em suficiente consideração o caráter vivo da Tradição”. Depois, o Papa dá uma ênfase especial ao falar da contradição que tal noção implica: “Mas é sobretudo contraditória uma noção de Tradição que se opõe ao Magistério universal da Igreja, do qual é detentor o Bispo de Roma e o Colégio dos Bispos. Não se pode permanecer fiel à Tradição rompendo o vinculo eclesial com aquele a quem o próprio Cristo, na pessoa do Apóstolo Pedro, confiou o ministério da unidade na sua Igreja”.


O Papa fala também do grave dever que têm todos os fiéis de permanecer unidos ao Vigário de Cristo na unidade Católica e que não podem apoiar o movimento de Lefebvre. Além do mais, “a adesão formal ao cisma constitui grave ofensa a Deus e comporta a excomunhão estabelecida pelo Direito da Igreja”.


A bondade dos Papas nessa questão, tanto de Paulo VI em seu tempo, quanto de João Paulo II e de Bento XVI se faz notar. João Paulo II constituiu a Comissão Ecclesia Dei para que os fiéis ligados a essas tradições litúrgicas e espirituais possam continuar unidos ao Sucessor de Pedro conservando ao mesmo tempo tais tradições. Bento XVI foi também generosíssimo: concedeu o recente “Motu Proprio” Summorum Pontificum, no qual diz que a forma de celebrar os Sacramentos segundo o Missal de 1962 (Missa de Pio V retocada por João XXIII) é a forma extraordinária do único Rito Romano, enquanto permanece como forma ordinária a liturgia querida por Concílio Vaticano II e promovida pelo Papa Paulo VI.

O que o Papa João Paulo II já tinha previsto no “Motu Próprio” Ecclesia Dei sobre o uso da edição típica do Missal Romano de 1962, Bento XVI aplica generosamente para toda a Igreja. Será que ainda assim há pessoas descontentes? A resposta parece ser afirmativa!

Também não se pode dizer que Summorum Pontificum é simplesmente um “voltar atrás”. O cardeal Dario Castrillón Hoyos, presidente da Comissão Ecclesia Dei, fez uma intervenção na V CELAM em Aparecida no dia 16/05/2007, apresentando a situação atual da Comissão. Dizia o cardeal que o intuito do Papa ao conservar e manter o valor da liturgia dita de São Pio V não é voltar aos tempos anteriores à reforma de 1970, mas de “uma oferta generosa do Vigário de Cristo que, como expressão de sua vontade pastoral, quer pôr à disposição da Igreja todos os tesouros da liturgia latina que durante séculos nutriu a vida espiritual de tantas gerações de fiéis católicos.” Trata-se, como diz o Papa, da forma extraordinária do Rito Romano sendo que a forma ordinária é a liturgia celebrada conforme o Missal de 1970 ou de Paulo VI. Penso sinceramente que o Papa Paulo VI não foi compreendido e espero vê-lo um dia elevado à glória dos altares. Foi um homem que sofreu muito e muito lutou pela Santa Igreja!


Extraímos, a partir de agora, e comentamos alguns trechos do discurso que o Papa Bento XVI fez no dia 22 de dezembro de 2005 à Cúria Romana no qual reconhece o drama da recepção e da situação do pós-concilio Vaticano II, mas “por que – pergunta o Papa – a recepção do Concílio, em grandes partes da Igreja, até agora teve lugar de modo tão difícil?” O Papa fala de dois tipos de interpretação, uma que seria a hermenêutica da descontinuidade e da ruptura, que “corre o risco de terminar numa ruptura entre a Igreja pré-conciliar e a Igreja pós-conciliar”, e a outra seria a hermenêutica da reforma, que seria “renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo, porém, sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho”.


A hermenêutica da descontinuidade e da ruptura seria a maneira de pensar tanto no chamado “progressismo” quanto no chamado “tradicionalismo” dentro da Igreja. O argumento é igual nas duas tendências: ambas não aceitam o Concílio Vaticano II. O “progressismo”, porque ao apoiar-se num falso “espírito do Concílio”, realiza o que o Concílio não disse nem teve intenção de dizer. O “tradicionalismo”, ainda que queira ser fiel à Tradição, o que faz é “inventar” um conceito de tradição, que não é o da Igreja.
O Papa Bento XVI, ao contrário dessas duas tendências, fala da importância da “dinâmica da fidelidade”, e continua: “num Concílio, dinâmica e fidelidade devem tornar-se uma só coisa.” O Papa, aceitando que é preciso continuar progredindo, sempre em fidelidade, diz: “É claro que este cuidado de exprimir no modo novo uma determinada verdade exige uma nova reflexão sobre ela e uma nova relação vital com a mesma; é claro também que a nova palavra pode maturar somente se nasce de uma compreensão consciente da verdade expressa e que, por outro lado, a reflexão sobre a fé exige igualmente que se viva esta fé. Neste sentido o programa proposto pelo Papa João XXIII era extremamente exigente, como também é exigente e dinâmica a síntese de fidelidade.”


O programa proposto pelo Bem-aventurado João XXIII é um programa exigente. Alguns não querendo seguir esse programa preferem ficar ancorados num passado cômodo, sem exigência. Ainda é a voz do Papa: “Quarenta anos depois do Concílio podemos realçar que o positivo é muito maior e mais vivo do que não podia parecer na agitação por volta do ano de 1968. Hoje vemos que a boa semente, mesmo desenvolvendo-se lentamente, cresce todavia, e cresce também assim a nossa profunda gratidão pela obra realizada pelo Concílio.”


Em concreto, “O Concílio Vaticano II – continua Bento XVI –, com o Decreto sobre a liberdade religiosa, reconhecendo e fazendo seu um princípio essencial do Estado moderno, recuperou novamente o patrimônio mais profundo da Igreja. Ela pode ser consciente de encontrar-se assim em plena sintonia com o ensinamento do próprio Jesus (cf. Mt 22, 21) como também com a Igreja dos mártires, com os mártires de todos os tempos.”


“ Assim podemos hoje, com gratidão, dirigir o nosso olhar ao Concílio Vaticano II: se o lemos e recebemos guiados por uma justa hermenêutica, ele pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a sempre necessária renovação da Igreja” – a avaliação ainda é de Bento XVI.


5 – Ainda sobre o verdadeiro sentido da Tradição


No dia 26 de abril de 2006, numa audiência geral, o Santo Padre Bento XVI continuava explicando o verdadeiro sentido da Tradição: “A Tradição apostólica da Igreja consiste nesta transmissão dos bens da salvação, que faz da comunidade cristã a atualização permanente, na força do Espírito, da comunhão originária. Ela é chamada assim porque surgiu do testemunho dos Apóstolos e da comunidade dos discípulos no tempo das origens, foi entregue sob a guia do Espírito Santo nos textos do Novo Testamento e na vida sacramental, na vida da fé, e a ela, a esta tradição, que é toda a realidade sempre atual do dom de Jesus, a Igreja refere-se continuamente como ao seu fundamento e à sua norma através da sucessão ininterrupta do mistério apostólico.”


Como se pode observar, a Tradição é “transmissão dos bens da salvação”. Não se trata de elementos históricos mutáveis; esses seriam “tradições”, que a Igreja pode mudar se assim vê oportuno e mais adequado às circunstâncias históricas. O mesmo Concílio de Trento, na sua XXI Sessão (16/07/1562), capítulo II, deixava bem claro este principio: a Igreja sempre tem poder de estabelecer ou mudar aquilo que segundo as circunstâncias, tempos e lugares, julgue conveniente à utilidade dos fiéis ou à veneração dos mesmos sacramentos, contanto que fique salvo o essencial deles (salva illorum substantia). Acaso não foi isso que o Concílio Vaticano II fez com relação a reforma litúrgica?!


Além do mais, os que pretendem colocar a chamada Missa tridentina como única possibilidade, não estão, por acaso, excluindo todos os demais ritos católicos?


A Tradição – continua Bento XVI – “não é a simples transmissão material de quanto foi doado no início aos Apóstolos, mas a presença eficaz do Senhor Jesus, crucificado e ressuscitado, que acompanha e guia no Espírito a comunidade por ele reunida.” Relaciona, portanto, Tradição e historicidade da Igreja. Tradição é também comunhão: “A Tradição é a comunhão dos fiéis à volta dos legítimos Pastores no decorrer da história, uma comunhão que o Espírito Santo alimenta garantindo a ligação entre a experiência da fé apostólica, vivida na originária comunidade dos discípulos, e a experiência atual de Cristo na sua Igreja.”


E finalmente, apreciamos a beleza dessa comparação do Santo Padre “Tradição não é transmissão de coisas ou palavras, uma coleção de coisas mortas. A Tradição é o rio vivo que nos liga às origens, o rio vivo no qual as origens estão sempre presentes. O grande rio que nos conduz ao porto da eternidade.”


Queremos citar ainda um trecho da Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Palavra de Deus, Dei Verbum. Tradição – segundo DV 8 – é o que foi “transmitido pelos Apóstolos, abrange tudo quanto contribui para a vida santa do Povo de Deus e para o aumento da sua fé; e assim a Igreja, na sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo aquilo que ela é e tudo quanto acredita.” Essa Tradição é susceptível de progresso na Igreja, isso sob a assistência do Espírito Santo: progride a percepção das realidades transmitidas.

Concluímos com aquelas palavras de Dom João Wilk, que penso que todo fiel deve tomá-las para si consciente ou inconscientemente e que resumem de uma maneira admirável o que queríamos dizer até agora. Estão tiradas de sua homilia de posse da nossa Diocese anapolina, no dia 15 de agosto de 2004:

“Permitam-me, irmãos e irmãs, um momento de sinceridade e franqueza. Há pessoas que perguntam se sou conservador ou progressista… Pessoalmente, acho inadequada tal distinção, porque a realidade da Igreja é muito mais ampla do que essas duas palavras. Se por conservadorismo se entende o amor e a salvaguarda dos valores humanos e religiosos, eu sou conservador. Se pelo mesmo se entende apego às coisas secundárias e já superadas, eu não o sou. Se por ser progressista se entende o compromisso de fé e de verdade com novas realidades e desafios, eu sou progressista. Mas se consiste em ter atitudes discordantes ou de simples contestação, eu não o sou.
“É -me muito cara a parábola do pedreiro. Para exercer bem a sua profissão, usa a linha e o prumo. Simples e eficaz. Linha e prumo levam o profissional à perfeição.
“ Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.”


OBSERVAÇÃO BIBLIOGRÁFICA:

Parte considerável dessa pequena investigação se deve ao professor César Izquierdo, doutor em Teología pela Univesidade de Navarra e professor na mesma, ao qual agradecemos o material cedido. Há dois textos desse autor nos quais me apóio bastante: um livro publicado em 2006, Parádosis – estúdios sobre la Tradición (EUSA – Pamplona); o capítulo IV estuda diretamente o caso Lefebvre; um artigo que está publicado na página web da Universidade de Navarra pelo “Anuário de Historia de la Iglesia” (Año 2007, nº16), Como se há entendido el “modernismo teológico”: discusión historiográfica ( http://www.unav.es ). Muitas expressões usadas são simples traduções do espanhol ao português.


Outra boa parte desse trabalho tem sua fonte na Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Ecclesia Dei, de 02-VII-1988, de João Paulo II, de um discurso de Bento XVI à Cúria Romana do dia 22/12/2005 e de uma audiência geral do mesmo Papa (26/04/2006).


Além do mais, foram consultados o Denzinger, a página web do CELAM (http://www.br.celam.info) e a página web da Diocese de Anápolis (http://www.diocesedeanapolis.org.br).


Pe. Françoá Costa



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MINHA JORNADA DE SAÍDA DO CISMA DE LEFEBVRE.

Se você é um católico fiel ao Magistério da Igreja, você provavelmente já se encontrou com alguns seguidores do arcebispo Marcel Lefebvre que, em 1988, criou o cisma conhecido como a Fraternidade Sacerdotal S. Pio X (FSSPX).

Por Pete Vere , J.C.L. Veja rodapé Post

Tradução: Emerson de Oliveira e Maite Tosta Fonte: The Catholic Legate.

Eles são cheios de devoção para com a Santa Mãe Igreja, extremamente conservadores com respeito à maioria dos assuntos morais que afligem o mundo Ocidental atual, e bastante reverentes diante do Santíssimo Sacramento durante a antiga liturgia latina. Em resumo, na superfície, os partidários do cisma do arcebispo Lefebvre parecem ser católicos devotos.

É fácil simpatizar com este pessoal, já que a maioria deles se uniu à FSSPX depois de se escandalizarem com abusos atuais na doutrina e liturgia em algumas de nossas igrejas católicas na América do Norte. De fato, foi justamente por causa dessas afinidades, como também pela beleza da Missa Tridentina, que eu me vi freqüentando capelas da FSSPX há cerca de oito anos. Na época, como a maioria dos partidários da FSSPX, eu pensava que minha separação de Roma era meramente temporária.

Eu não percebia, porém, que na raiz de todo cisma, como o Código atual da Lei Canônica explica está “a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos.” (Can. 751). Este rompimento de comunhão com a Igreja, como mostra o Catecismo da Igreja católica, “fere a unidade do Corpo de Cristo” (CCC 817). Por isso, no centro de minha jornada de retorno à comunhão completa com Roma, existem muitas questões sobre a unidade da Igreja como uma instituição fundada por Cristo.

O que se segue é uma reflexão prática sobre questões relativas à Tradição Católica que preocupou minha consciência durante minha curta estada no cisma da FSSPX. As respostas para estas perguntas me levaram a concluir que a Tradição Sagrada só pode ser completamente atualizada em comunhão com Roma. Minhas conclusões tiradas em oito anos de experiência pessoal dentro do Movimento Tradicionalista – os últimos cinco após minha reconciliação com Roma. Além disso, durante os últimos dois anos fiz curso de licenciatura em lei canônica da Igreja, estudos que culminaram na publicação de um artigo de pesquisa chamado “Uma história canônica do cisma do arcebispo Lefebvre”. A seguir mostrarei um breve relato do que eu aprendi e como isto me conduziu à minha reconciliação com Roma.

Quem foi o arcebispo Lefebvre?


O arcebispo Marcel Lefebvre foi ordenado missionário espiritano e depois se tornou o primeiro Arcebispo de Dakar, África. Neste cargo ele fundou muitas dioceses missionárias na África e, de fato, sob o Papa Pio XII, ele foi designado o legado papal para a África de língua francesa.

Antes de se aposentar em Roma logo após o Segundo Concílio Vaticano, ele também serviu como superior geral dos missionários espiritanos.

Porém, certos problemas começaram a surgir nos seminários franceses durante este tempo, e muitos jovens seminaristas foram desencorajados pela confusão que havia surgido dentro de seu programa de formação. Assim eles se aproximaram do arcebispo Lefebvre em 1970 e o persuadiram a deixar a aposentadoria em Roma. Preocupado com a falta de disciplina que havia em muitos seminários franceses e as muitas fraquezas doutrinais no programa de formação dos seminaristas, em 1969 Lefebvre fundou uma Casa de Estudos que logo evoluiu para um seminário e sua Fraternidade Sacerdotal S. Pio X (FSSPX).

Estas instituições receberam aprovação canônica em uma base experimental perto de Econe, Suíça. Porém, o uso continuado da Missa Tridentina por Lefebvre se tornou um ponto de atrito com o Vaticano. Por volta de 1974, a controvérsia tinha ficado tão aquecida que Lefebvre fez uma famosa declaração dentro do círculo Tradicionalista questionando a validez e ortodoxia do Concílio Vaticano II.

Vendo que esta declaração era problemática, o Papa Paulo VI suprimiu canonicamente a FSSPX e seu seminário em 1975. Ainda assim Lefebvre ignorou a supressão canônica e começou a ilicitamente ordenar seus seminaristas ao sacerdócio, uma ação que levou mais tarde à suspensão de suas faculdades no mesmo ano. Durante os próximos treze anos, Lefebvre continuou a operar ilicitamente e ampliar a FSSPX, enquanto negociações eram realizadas de vez em quando com Roma.

As relações entre Roma e a FSSPX na verdade permaneceram estáticas até 5 de maio de 1988. Neste dia, foi finalmente realizado um acordo entre a FSSPX e Roma, reconciliando a FSSPX com a Igreja. O acordo protocolar foi assinado pelo cardeal Joseph Ratzinger e o arcebispo Lefebvre. Todavia, alguns dias depois, o arcebispo Lefebvre retratou sua assinatura e anunciou sua intenção de consagrar bispos sem a permissão de Roma.

Em 30 de junho de 1988, o arcebispo Lefebvre procedeu com esta intenção em violação da lei canônica, incorrendo em excomunhão automática sob a lei. No dia seguinte, o cardeal Bernadin Gantin, da Congregação dos Bispos, declarou a excomunhão de Lefebvre. Em um motu próprio de 2 de julho de 1988, o Santo Papa João Paulo II também confirmou a excomunhão de Lefebvre por cisma e por ter consagrado bispos, apesar das advertências da Santa Sé para não o fazer.

Infelizmente Lefebvre faleceu em Econe em março de 1991, sem ter se reconciliado formalmente com a Igreja. Hoje, a FSSPX inclui aproximadamente quatrocentos padres em mais de vinte e sete países que representam todos os cinco continentes. A maioria das estimativas coloca o número de partidários do cisma do arcebispo Lefebvre na marca de um milhão.

O texto continua…

Apologética>Ultra-tradicionalismo

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Recentemente foi fundado

O Instituto Bom Pastor

Decreto de Fundação do Instituto do Bom Pastor

Oficialmente nomeados pela Igreja como responsáveis

E difusores da celebração tradicional no Mundo.

Comissão Pontifícia « Ecclesia Dei »


Decreto N° 118/2006

Nosso Senhor Jesus Cristo é realmente o Pastor e bispo de nossas almas; o apóstolo Pedro assim o ensina na sua primeira epístola (I p 2, 25). Sob o mesmo título, exorta os fiéis a seguir as pegadas do Pastor. Esta exortação do apóstolo, evidentemente, deve ser seguida por todos os cristãos. Porém ela incumbe em primeiro lugar aqueles que foram chamados para exercer na Igreja um cargo de pastor, ou seja, aos bispos e seus colaboradores sacerdotes e diáconos, para quem Cristo Bom Pastor, o que dá a vida por suas ovelhas, é o exemplo manifesto da vida e do ministério apostólico.

Em um certo número de dioceses da França, os fiéis ligados às formas litúrgicas precedentes do rito romano carecem de pastores disponíveis para proporcionar aos bispos uma ajuda eficaz no cuidado pastoral destes fiéis.

Recentemente, na arquidiocese de Bordeaux, apareceu um grupo de alguns sacerdotes sob o Patronato do Bom Pastor; os membros deste grupo esforçam-se para ajudar Sua Eminência Reverendíssima Jean-Pierre Cardeal Ricard no trabalho paroquial, a princípio destinados aos fiéis decididos a celebrar a antiga liturgia romana. O próprio Arcebispo, convencido da grande utilidade de tais colaboradores, recebe em sua diocese esta comunidade, confiando-lhe a Igreja de Santo Eloi, situada em sua cidade episcopal, com o encargo pastoral destes fiéis.

E como este novo Instituto quer oferecer também a outros bispos que assim o desejem seu serviço pastoral, esta comunidade, nas circunstâncias particulares do tempo presente, humildemente solicitou ajuda e sustento à Sede Apostólica.

Tendo considerado bem todos estes elementos, a Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, recebendo com beneplácito esta petição e com a ajuda do socorro divino, em virtude das faculdades que lhe foram atribuídas pelo Soberano Pontífice Bento XVI, depois de ter informado o Prefeito da Sagrada Congregação para os institutos de vida consagrada e das sociedades de vida apostólica, institui como sociedade de vida apostólica de direito pontifício, na cidade de Bordeaux e mais precisamente na igreja de Santo Eloi:

O Instituto do Bom Pastor

Assim, a Comissão aprova por 5 anos, ad experimentum, as constituições do dito instituto tais como se encontram no texto posto anexo a este decreto.

Confere aos membros deste instituto o direito de celebrar a sagrada liturgia utilizando, como seu rito próprio, os livros litúrgicos em vigor em 1962, a saber: o missal romano, o ritual romano e o pontifical romano para conceder as ordens, e também o direito de recitar o ofício divino segundo o breviário romano editado no mesmo ano.

Por último, ela nomeia o Reverendo Padre Philippe Laguérie como primeiro superior deste Instituto.

Não havendo nada em contrário que constitua obstáculo.

Na Sede da Pontifica Comissão “Ecclesia Dei”, na festa da Natividade da Virgem Maria, em 8 de setembro de 2006.

Darío Cardeal Castrilon Hoyos,

Presidente
Camille Perl
Secretário.

Fonte: http://www.ibp-la.org/ibp/?ss=decreto&l=pt

Pete Vere é um advogado canônico , um autor, e um comentador político e social do Norte de Ontário, Canadá. onde ele estudou francês em escolas católicas. Ele é uma reversão da FSSPX advindo do cisma de Dom Lefebvre, um dos mais jovens advogados canônico da América do Norte, e um doutorado com a Faculdade de Direito Canônico na Universidade Saint Paul. Tal como um escritor católico, apologista e canonista, Seu trabalho tem aparecido em inúmeras publicações católicas, incluindo livros como: “Surpreendido pela Verdade” 3. Ele é o co-autor de “Surpreendido pelo Direito Canônico” 150 Perguntas Sobre o Catolicismo, Peça Direito Canônico e “Mais Católico do que o Papa“. Além disso, ele está atualmente desenvolvendo um curso de direito canónico à Distância e na  niversidade Católica. Pete Vere é casado com uma colega de colégio sweetheart Sonya, e têm dois filhos (mas estão esperando que Deus lhes envie outros!) Quando não esta engajado no direito canónico ou apologética, Pete e Sonya são voluntários com o decreto de “Alhambra Internacional” – uma organização Fraternidade Católica dedicada a auxiliar os deficientes mentais. Sonya ama este trabalho, pois lhe permite passar mais tempo de qualidade com Pete longe do computador, Pete também gosta deste trabalho, pois o ajuda ser um bom e autentico Catolico firme na fé!

Artigo original publicado em:

http://www.envoymagazine.com/envoyencore/AuthorBio.asp?Author=Pete%20Vere&Action=Bio

leiam:

Papa Bento XVI fala aos Bispos de todo Mundo.

Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa, Agora entre as sete maravilhas do mundo moderno.

A estátua do Cristo Redentor de braços abertos sobre a Baía de Guanabara na cidade do Rio de Janeiro, no Morro do Corcovado, a 709 metros acima do nível do mar. A estátua tem 38 metros de altura, sendo oito deles no pedestal. Inaugurada no dia 12 de outubro de 1931, e demorou cerca de cinco anos para ser construída.

Ah.. não se esqueça que a Esta obra do Cristo Redentor ficou entre os 21 monumentos escolhidos para concorrer para ser umas das sete novas maravias do mundo. e acabou ficando na final em terceiro lugar, isto foi divulgado em Lisboa, Portugal no dia 08/07/2007. a fonte: Folha de São Paulo

Realmente, é uma obra muito bonita.

Algumas curiosidade e medidas:

Altura total do monumento – 38m

Altura da estátua – 30m

Altura do pedestal – 8m

Altura da cabeça – 3,75m

Comprimento da mão – 3,20m

Distância entre os extremos dos dedos – 28m

Peso da estátua – 1,145 toneladas

Peso da cabeça – 30 toneladas

Peso de cada mão – 8 toneladas

Peso de cada braço – 57 toneladas

Distância entre os extremos dos dedos – 30 m

Fundação Victor Civita

Faça o download da matéria em PDF

Veja uma Pequena sessão

de HUMOR.

Dengue, Faz mais uma vítima no Rio de janeiro.

Veja as 7 maravilhas pelo angulo de vista Brasileiro.

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WALLPAPERS

Cristo Redentor


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Cristo Redentor

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Depois de todo aquele nhen-nhen-nhén…, finalmente, o Cristo Redentor é uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo. É possível que a inclusão do Cristo carioca entre as Maravilhas do “maravilhamento” contemporâneo sirva, no fim das contas, para incrementar, quem sabe, talvez, o turismo no Rio de Janeiro. O anúncio foi feito no sábado, 7 de julho (2007), em cerimônia realizada em Lisboa, Portugal, apresentada pelo ator britânico Ben Kingsley e a atriz americana Hillary Swank. O concurso foi promovido por uma fundação suíça e a escolha foi feita por votação via internet e mensagens telefônicas. Foram 100 milhões de votos que elegeram:

1. Grande Muralha da China 2. Monumento de Petra, Jordânia 3. Machu Picchu, cidade inca, Peru 4. Pirâmide de Chichén Itzá, México 5. Coliseu, Roma – Itália 6. Taj Mahal, na Índia 7. e o Cristo Redentor, Rio de Janeiro.

A seleção não é totalmente desprovida de sentido posto que, das Sete Marailhas do Mundo Antigo, somente uma existe de fato. As outras são monumentos desaparecidos. São elas: o templo de Ártemis, os jardins suspensos da Babilônia, o mausoléu de Halicarnassus, o colosso de Rodes, o farol de Alexandria, a estátua de Zeus e a grande pirâmide do Egito [única sobrevivente da erosão da história e do Tempo].

No Brasil, políticos fizeram os comentários previsíveis. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou uma nota: “O Cristo Redentor sempre foi uma maravilha do Rio de Janeiro e do Brasil. A partir de agora ele é também uma das sete maravilhas do mundo”. O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral fez aquele tipo de declaração entusiasmada: “É uma vitória que eleva ainda mais o Rio de Janeiro como um dos destinos mais desejados e admirados do mundo. Obrigado, Brasil!” – o “obrigado Brasil” refere-se as votos dos brasileiros que, certamente, se empenharam em mais essa “causa cívica”. Como reforçou o comentário da ministra do Turismo, Marta Suplicy: “É o resultado da união de esforços de todos os setores sociais do país”.

O Cristo

A estátua do Cristo Redentor possui cerca de 38 metros de altura e fica no topo do morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, que está a 740 metros acima do nível do mar. O projeto, feito de pedra-sabão e considerado patrimônio histórico desde 1937, é do engenheiro Heitor Silva Costa, com colaboração do escultor francês de origem polonesa Paul Landowski. O desenho final é do artista plástico Carlos Oswald.

Radicais Tradicionalis criticam a Pregação de Frei Raniero Cantalamessa em Roma.

O pregador pontifício Frei Raniero Cantalamessa.

Na ultima Sexta Feira Santa, Frei Raniero

Fez a homilia oficial da Missa no Vaticano.

Frei Raniero Cantalamessa em “A túnica era sem costura”.

Site tradicionalista crítica sua homilia da sexta feira Santa.

Os Radicais Tradicionalistas não conseguem conter sua fúria ao ver um expoente Carismático falando à todo mundo oficialmente em nome da Igreja. O Blog acima quis expressar em sua crítica que; Frei Raniero estaria mais preocupado com a união dos povos Cristãos do que com a Tradição da Igreja Católica, aliás este é o unico assunto que falam em seus site’s e Blog’s, disse que sua homilia “teria sido um desabafo de descontentamento” frente às concessões efetivadas pelo Papa tentando trazer os Radicais tradicionalistas de Volta à plena comunhão com a Igreja Católica. Leia o texto e veja que se refere a união do Corpo de Cristo e nada de ressentimentos contra tradicionalistas.

Frei Raniero, nesta homilia em particular, falou sobre a “Túnica Indivisível de Cristo”, num breve relato do descontentamento do Senhor nosso Deus, ao assistir seus Filhos divididos entre si, um dos raros momentos que vimos Jesus chorando, quando observou aquela multidão parecendo ovelhas sem Pastor, disse Ele ali mesmo, preciso conduzir as minhas ovelhas… existem ovelhas que estão fora desse aprisco… preciso conduzí-las também… haverá enfim um só rebanho e um só Pastor. Se este é o desejo de Jesus, como poderemos ser contra ele? E promover Cismas dentro da Igreja, logicamente estariamos lutando contra a vontade de Deus.

Na Verdade, o que acontece é que; os Radicais Tradicionalistas Brasileiros liderados pelo Prof. Orlando Fedeli dono do Site Montfort, ficaram de fora desta integralização promovida pelo Papa, porque se recusam a dialogar e ceder posições na referida batalha contra o Concílio Vaticano II, por isso intitulam de “Traidores” aqueles que se reintegraram ao Vaticano, no caso o Instituto Bom Pastor e a Fundação João Maria Vianey, que abandonando seus discursos difamatórios anti-Concílio Vaticano II, voltaram à plena Comunhão com a Verdadeira Igreja Católica com sede no Vaticano. Logo os que não abandonaram tais atitudes, “como a Fundação Pio X de Lefebvre e a Associação Cultural Montfort de Fedeli” continuam fora da Igreja, sendo seus ensinamentos não considerados como doutrina Católica Verdadeira, apesar de proclamarem que estão defendendo a Igreja de ataques Modernistas, Maçonicos, gnosticos e etc…

Aqueles que continuam combatendo a Igreja, tentando derrubar documentos efetivos e largamente aprovados pelos Papas, querem ter o direito a ter voz ativa dentro da Igreja, anunciando a todo mundo seus pensamentos preconceituosos, limitando a evangelização a apenas um convite “VINDE A MIM, TODOS VÓS QUE ESTAIS CANÇADOS E SOBRECARREGADOS E EU VOS ALIVIAREI…”, desprezando a ordem de Jesus “IDE E EVANGELIZAI A TODA CRIATURA, QUEM CRER E FOR BATIZADO SERÁ SALVO”. Não temos o direito de limitar a atuação MISSIONÁRIA do Espírito Santo neste Mundo, muito pelo contrário, temos que desmistificar os Carismas e voltar a utilizá-los largamente como no princípio da Igreja, pois é uma das maneiras de mostrar ao mundo pecador que Jesus continua VIVO e agindo no meio de seu povo. Somente assim conseguiremos atingir as massas, onde quer que elas estejam, realizando a grande Colheita do Pentecostes Profético.

Criticar a unidade dos filhos de Deus é a mesma coisa que criticar Jesus em suas atitudes e seus mandamentos. A Videira verdadeira é Jesus e nós somos os ramos unidos à esta única videira. Faço parte das 99 ovelhas seguras no aprisco do Senhor, ou sou aquela umazinha perdida nos campos deste mundo? Seja qual for a resposta, não deveriamos estar todos juntos no mesmo aprisco de Cristo, nos amando como Jesus nos amou? ou deveriamos agir como o irmão mais velho do filho pródigo? que recusou entrar no banquete celestial que seu Pai preparou, porque lá dentro estava presente o seu irmão mais moço, aquele que gastou os bens do Pai com as meretrizes, e agora goza dos benefícios da misericórdia e do perdão eterno do Pai. Se agirmos assim, quem ficará de fora do Reino de Deus? seremos nós! que trabalhamos arduamente na vinha do Senhor, mas quando veio o filho do dono, acabamos crucificando-o novamente em outra Cruz de egoismo, desamor, orgulho e o Pecado da falta de Perdão. Esta afinal foi uma das ultimas palavras de Jesus.

“PAI, PERDOA-LHES… PORQUE,

NÃO SABEM O QUE FAZEM…”

Movimento Radicalista Moderno no Brasil.

Saiba quem são Eles, como e porque não concordam com o Concílio vaticano II, e por isso pretendem revogá-lo. Montfort, um site Católico ou apenas Cultura Histórica?

Estarei colocando neste Post atalhos para outros locais na WEB que abordam este assunto.

TRADIÇÃO E TRADICIONALISTAS.

De Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa.

http://www.veritatis.com.br/article/4729

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Veritatis Splendor – O QUE NOS FAZ CATÓLICOS TRADICIONALISTAS
Portanto, ao alinharmos com a Tradição Católica, como católicos tradicionais …. Apostolado Veritatis Splendor: O QUE NOS FAZ CATÓLICOS TRADICIONALISTAS. …
www.veritatis.com.br/article/4892

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OPINIAO – Breves Esclarecimentos sobre o Concílio Vaticano II …
A negação do Vaticano II e a confusão tradicionalista, Veritatis Splendor: 2006, … como a de FILHO, R.W. (Em defesa de D. Marcel Lefebvre e da Tradição, …
www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=OPINIAO&id=opi0146

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Wagner Moura Entrevista Prof. Alessandro Lima de Brasília.

alessandro-lima-veritatis-splendor-brasilia-j.jpgCom vocês: Prof. Alessandro Lima « O Possível e O Extraordinário
Dentre os sites de difusão da tradição da Igreja pode-se dizer que o Veritatis Splendor, com 5 anos de existência, é uma referência em consultas sobre …
diasimdiatambem.wordpress.com/2007/07/22/com-voces-prof-alessandro-lima

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PERGUNTA_RESPOSTASomente um Concílio dogmático obriga o …
Apostolado Veritatis Splendor: A Parábola do Semeador e o Concílio do Vaticano II. … Apostolado Veritatis Splendor: Pode um católico negar obediência ao …
www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PERGUNTA_RESPOSTA&id=prs0019

Mais Um Leitor de Orlando Fedeli busca refugio em outro site.

Não é nenhuma alegria para mim anunciar tal verdade, mas ontem no Fantástico em uma matéria intitulada “Como fugir da fofoca no trabalho? LEIA MAIS” foi finalizada com a seguinte frase:

Max Gehringer e o F de fofoca <= Veja o Clip

“Uma última dica: é preciso diferenciar a intriga da mania de perseguição. Tem gente que acusa todos os colegas de trabalho de serem falsos. E isso nunca é verdade. Quando um colega não gosta de outro, pode ser inveja. Quando dois não gostam, pode ser conspiração. Quando três não gostam, o problema está na pessoa e não nos colegas.”

[globo=http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM809529-7823-MAX+G ]

Como a poucos dias atras o Prof Orlando Fedeli acusou-nos de persegui-lo por todo o Brasil, porque como sabem, nossas cartas vão direto para a lixeira do seu Notbook, porém quando lhe enviei um email para Campo Grande, e me cadastrei para o seu curso lá, ele voltou furioso e colocou em seu site varias cartas difamando a pessoa de nosso bispo local, julgando ser ele o responsável por tais email’s, achando que sou EU um nome Virtual ou Pseudonimo.

Não sou Ninguem, sou apenas um leigo, MAS SOU REAL, pelo menos me encontro no espelho todo dia de manhã.

Prof. Orlando Fedeli, meu Bispo nem me conhece, não sabe quem sou, acho que ele nem sabe das difamações que o Sr. Colocou em seu site, e nem se preocupa com isso, porque em Anápolis ele é aceito pela grande maioria dos Fieis e os Fedelistas aqui são tão poucos que precisaram trazer reforço de Fora da cidade.

Seus ensinamentos são até aceitos por algumas pessoas por um certo tempo, até que vejam a verdade, assim como seus ex. alunos Amilcar Nadu ou Alessandro Lima que nos dão testemunho próprio sobre a verdade que descobriram a seu respeito, e também seus ex companheiros de Caminhada como o Wagner Zucchi, Dr. Plinio Correa e até a Fsspx na pessoa do Pe. Joel Danjou sem falar de Dom Fernando Areas Rifan da Administração Apostólica S. João Maria Vianey, de Campos.

Mais uma Carta divulgada com permissão de seu escritor no site Veritais Splendor, Ele afirma ter encontrado coisas belíssimas no Site Montfort, porém, entremeados com palavras e citações que não seria bom para um Verdadeiro Católico se referir, é o antigo caso do ditado Popular: UM FRUTO PODRE JUNTO COM CEM BONS, TODOS ACABAM SE PERDENDO…, Todas as Frutarias e sacolões conhecem muito bem esta lição para evitar prejuísos.

A Montfort estaria sendo perseguida?

Por quem ? Por Mim ? Ou por todos citados acima ?

Relembremos o texto do Fantástico, quando tres ou mais pessoas avistam a mesma fumaça e telefonam para o Corpo de Bombeiros, eles vão de imediato, porque certamente existe fogo mesmo e não é apenas um trote de um adolescente brincalhão.

Será que Na Montfort tem alarme e detector de incêndio, se tiver deve estar precisando de uma boa revisão, porque de longe se vê a fumaça, mas lá, ninguem vê nada, acho que o corpo de bombeiros chegará tarde demais.

São Paulo era um perseguidor da Igreja e não sabia que Jesus o Perseguia, até que; em mais uma cruzada contra os Cristãos, Jesus o alcançou no meio do caminho de Damasco, se colocando à sua frente, Saulo ao ver a Luz de Cristo perdeu toda a sua VISÃO do passado, e totalmente cego, foi conduzido ao encontro de seu perseguido, lá, foi Batizado e se tornou um verdadeiro Cristão.

Eu gosto muito de uma estorinha que testa a nossa persepção e capacidade de aprender com fatos e respostas já encontrados:

A História do Coqueiro.

1ª – O que significa um índio em cima de um coqueiro ?

Aguarda-se a reposta, seja ela qual for.

E voce mesmo responde.

Um Índio a menos na face da terra!

2ª – O que significa dois índios em cima de um coqueiro?

Aguarda-se a reposta,

seja ela qual for,

voce mesmo responde.

As vezes a pessoa já conhece ou acerta assim mesmo, na maioria das vezes não sabe responder.

Resposta: Dois indios a menos na face da terra.

3ª O que significa tres índios em cima de um coqueiro?

Aguarda-se a reposta, seja ela qual for, voce mesmo responde.

a tendência natural seria responder de imediato.

tres índios a menos na face da terra, pois acabamos condicionando uma resposta.

Mas a resposta muda, já que é um grupo, pode ter um outro significado em comum.

A Resposta, Seria uma emboscada!

4ª O que significaria então quatro índios em cima de um coqueiro? Era onde pretendiamos chegar para testar o aprendizado.

a esta altura a pessoa se recusa a responder, pois alegará que suas respostas irão mudar e contrariar invariavelmente qualquer uma que ela lhe dê.

Já não é mais um índio a menos na face da terra e nem uma emboscada, porque certamente um coqueiro não suportaria o peso de tantos índios assim e vergaria ou se quebraria mesmo.

a resposta então seria simplesmente.

Um coqueiro a menos na face da terra.

coqueiro-4-pes.jpg

Quem persegue quem, quem estaria errado neste caso? quem seria o Santo? quem seria o verdadeiro Católico Apostólico Romano?

Se fosse apenas tres Brasileiros em cima deste coqueiro eu poderia achar que fosse uma conspiração contra o Sr Orlando Fedeli, se apenas Eu divesse tido o desprazer de ter meu nome relacionado a uma fofoca editada e estampada em seu site “Montfort” sem minha permissão e sem obter nenhuma resposta de seus responsáveis, ele teria razão em dizer que nós o perseguimos, mas neste caso somos nós os perseguidos, O Prof. Orlando Fedeli se encheu de meus Comentários na WEB e fez o favor de apagar meu nome de seu site, mas ele continua la pesquisa e também, não apagou os comentários maldosos a respeito dos email’s enviados por mim, eu garanto que este comunicado não existiria se não existissem razões e motivos para ele.

A cada dia que passa, se juntam a estes testemunhos, outros que vão chegando de todo o Brasil de pessoas que tiveram suas experiências negativas com os ensinamentos deste site pretensamente Católico e presumidamente defensor e protetor do Papa que está tão desprotegido e atacado pelo tal de Modernismo! Ou seria pelos Rad’s Trad’s?

Leia Mais:

Não sou Dono da verdade.

Nicodemos Foi se encontrar com Jesus em Segredo.

A carta de Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa que Orlando Fedeli da Montfort não publicou.

Fedeli Publicou a Carta, mas Apagou um pedaço que lhe comprometia, Leia o Texto qO Espírito Repousará Sobre Ti… › Editar — WordPressue foi deliberadamente deletado!