Dia de São José.


São José, Pai adotivo de Jesus e Patrono da Igreja.



A respeito de São José, encontramos poucos dados nos Evangelhos, como também “os sagrados evangelistas nos dizem poucas coisas da Virgem, mas compendiaram todas suas glórias em um só título ao chamá-la Mãe de Deus — de quem nasceu Jesus. Do mesmo modo, pouco nos contam da vida e virtudes de São José, mas disseram muito ao chamar-lhe Esposo da Virgem. Como se dissessem: ‘Quereis que vos diga em uma palavra quem era José? Ei-la aqui: Era o esposo de Maria, a Mãe de Deus’. Nesta afirmação se encerram louvores quase infinitos”.

Para avaliarmos essa grandeza, consideremos que Deus, ao escolher alguém para uma missão, dá-lhe graças proporcionais para realizá-la. Além do que, quanto mais alguém se aproxima da fonte da graça, tanto mais dela participa. Ora, São José esteve intimamente ligado à própria fonte, Jesus Cristo, e à Medianeira de todas as graças, Maria Santíssima. Daí sua grandeza. Por outro lado, a missão e predestinação de São José, como a da Virgem Maria, requeriam uma santidade singular desde seus primeiros anos: “Considerada a missão totalmente divina de José, o Deus providente lhe concedeu todas as graças, desde sua infância: piedade, virgindade, prudência, perfeita fidelidade”.

Santo Tomás de Aquino diz que é teologicamente certo que o matrimônio entre São José e a Virgem Maria foi verdadeiro e perfeito quanto à essência ou primeira perfeição, mas não quanto ao uso do mesmo, pois não coabitaram. E que São José guardou perfeita virgindade durante toda sua vida, pois tanto ele quanto a Virgem Imaculada mantiveram o voto de virgindade, condicionado antes do matrimônio, e absoluto depois.

O Doutor Angélico afirma assim que São José fez voto de virgindade. Acrescenta ele que a Bem-aventurada Virgem, antes de unir-se a José, deveria ter sido cientificada por divina revelação de que José tinha o mesmo propósito.


São José, confirmado em graça.



Pode-se ir mais longe: Como diz o Apóstolo: “A cada um de nós foi dada a graça na medida do dom de Cristo” (Ef 4, 7). Só Cristo Nosso Senhor teve a plenitude absoluta da graça, quanto à sua essência e quanto a todos os seus efeitos, que são as virtudes e dons, pela união estreitíssima de sua alma com a divindade, e por recebê-la também para comunicá-la como cabeça dos demais. A Virgem Maria teve a plenitude relativa, que correspondia à sua excelsa missão de Mãe de Deus, plenitude essa que é incomparavelmente superior à que podem obter todos os demais santos, e também mais excelente do que aquela a que pode chegar uma pura criatura, porque tal é a excelência da maternidade divina.

Santo Tomás afirma que a Santíssima Virgem foi confirmada no bem em todo o decurso de sua vida, sem haver incorrido em contaminação alguma. E isso lhe competia por ser mãe da Sabedoria divina. Pelo que se pode afirmar que era também de todo conveniente que São José, pela sua íntima relação com a mesma Sabedoria divina e com a Mãe do Verbo Encarnado, fosse confirmado em graça, pelo menos a partir do momento de suas bodas com a Virgem Santíssima.

O que leva um teólogo a acrescentar que “a Virgem Maria, como ‘cheia de graça’, esteve adornada de todas as virtudes, possuindo-as no grau mais perfeito de que seja capaz uma criatura. Como dizem muitos autores, até as virtudes naturais, que se adquirem pelo exercício, devia tê-las infundidas por Deus, como perfeições apropriadas à sua natureza imaculada […]. São José não se pode comparar exatamente com a Virgem, mas sempre é ele que está mais intimamente unido a ela, e por ela a Jesus. Por isso também está acorde com as exigências de sua santidade, e de sua divina preparação para tão alto ministério, a infusão das mesmas virtudes naturais, que sem dúvida obteve em muito alto grau”.

São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um varão justo”. Isto, na linguagem bíblica, significa um varão adornado de todas as virtudes. Por outro lado, tanto São Mateus quanto São Lucas afirmam que São José é descendente do rei David, o que revela sua dignidade mesmo do ponto de vista natural. São José exerceu o ofício de pai dentro da Sagrada Família. A ele coube dar nome ao seu filho legal, como lhe foi dito pelo anjo. A ele coube também zelar pela segurança de Jesus Menino e de sua Mãe. E, em todo momento, Jesus obedece a São José como a verdadeiro pai. (Lc 2, 51)

No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?” (Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz filius fabri, quer dizer, filho de artesão. A tradição traduziu o artesanato por carpinteiro, mas sem excluir o fato, sem dúvida certo, de que São José, em muitas ocasiões, prestou outros serviços comuns de um trabalhador manual, para ganhar o sustento diário de sua família.

Patrono da Igreja, modelo das famílias cristãs

Na Encíclica Quamquam pluries, Leão XIII expõe de maneira densa e profunda a doutrina sobre São José, desde os fundamentos de sua excelsa dignidade e glória até a razão própria e singular de ser proclamado patrono de toda a Igreja, bem como modelo e advogado de todas as famílias e lares cristãos.

Bento XV, ao cumprir-se meio século da proclamação de São José como patrono da Igreja universal, em seu motu proprio Bonum sane, recordando a necessidade e eficácia da devoção ao santo Patriarca, propõe suas virtudes de modo especial às famílias pobres e aos trabalhadores humildes, tão descristianizados em nossa época.

Por fim, é crença comum que o santo Patriarca dormiu no Senhor antes de Cristo começar seu ministério público, com toda certeza antes das bodas de Caná, e, pôr conseguinte, antes da Paixão do Senhor. E diversos teólogos, entre eles São Francisco de Sales e Santo Afonso Maria de Ligório, afirmam que ele morreu de amor de Deus.

Sendo impossível nos limites de um artigo abarcar toda a rica teologia de São José, terminemos com São Bernardino de Siena: “Piedosamente se há de crer que, em sua morte, teve presentes a Jesus e a Maria Santíssima. Quantas exortações, consolos, promessas, iluminações, inflamações e revelações dos bens eternos receberia em seu trânsito da parte de sua santíssima Esposa e do dulcíssimo Filho de Deus, Jesus”.

Recebi este texto por e_mail.

Mas o texto já está em vários portais Católicos citando como origem o site Catolicismo:

O Professor Felipe de Aquilo disponibiliza um texto em PDF bem  mais completo no endereço abaixo:

Click no Link:


“O GLORIOSO SÃO JOSÉ”





Semana_da_Familia
Familia_projeto_de_Deus nicodemos-e-jesus abencoa-minha-familia

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São José.

19 de março dia de São José.

sao-jose

São raros os dados sobre as origens, a infância e a juventude de José, o humilde carpinteiro de Nazaré, pai terrestre e adotivo de Jesus Cristo, e esposo da Virgem de todas as virgens, Maria.

Sabemos apenas que era descendente da casa de David. Mas, a parte de sua vida da qual temos todo o conhecimento basta para que sua canonização seja justificada. José é, praticamente, o último elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento, o derradeiro patriarca que recebeu a comunicação de Deus vivo, através do caminho simples dos sonhos. Sobretudo escutou a palavra de Deus vivo.

Escutando no silêncio.Nas Sagradas Escrituras não há uma palavra sequer pronunciada por José. Mas, sua missão na História da Salvação Humana é das mais importantes: dar um nome a Jesus e fazê-lo descendente de David, necessário para que as profecias se cumprissem. Por isso, na Igreja, José recebeu o título de “homem justo”. A palavra “justo” recorda a sua retidão moral, a sua sincera adesão ao exercício da lei e a sua atitude de abertura total à vontade do Pai celestial.

Também nos momentos difíceis e às vezes dramáticos, o humilde carpinteiro de Nazaré nunca arrogou para si mesmo o direito de pôr em discussão o projeto de Deus. Esperou a chamada do Senhor e em silêncio respeitou o mistério, deixando-se orientar pelo Altíssimo.

Quando recebeu a tarefa, cumpriu-a com dócil responsabilidade: escutou solícito o anjo, quando se tratou de tomar como esposa a Virgem de Nazaré, na fuga para o Egito e no regresso para Israel (Mt 1 e 2, 18-25 e13-23).

Com poucos mas significativos traços, os evangelistas o descreveram como cuidadoso guardião de Jesus, esposo atento e fiel, que exerceu a autoridade familiar numa constante atitude de serviço. As Sagradas Escrituras nada mais nos dizem sobre ele, mas neste silêncio está encerrado o próprio estilo da sua missão: uma existência vivida no anonimato de todos os dias, mas com uma fé segura na Providência.

Somente uma fé profunda poderia fazer com que alguém se mostrasse tão disponível à vontade de Deus. José amou, acreditou, confiou em Deus e no Messias, com toda sua esperança. Apesar da grande importância de José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte. Os teólogos acreditam que José tenha morrido três anos antes da crucificação de Jesus, ou seja quanto Ele tinha trinta anos.

Por isso, hoje é dia de festa para a Fé. O culto a São José começou no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o Papa Pio IX o proclamou São José, padroeiro universal da Igreja e, a partir de então, passou a ser venerado no dia 19 de março. Porém, em 1955, o Papa Pio XII fixou também, o dia primeiro de maio para celebrar São José, o trabalhador.

Enquanto, o Papa João XXIII, inseriu o nome de São José no Cânone romano, durante o seu pontificado.

Fonte

logodepaulinas1

SANTO DO DIA

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Temas da Canção nova
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
PRESENTEPRAVOCE

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Qual é o Santo de Hoje ?


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Santo de Ontem,

De Hoje

E de Sempre…

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Pe. Zezinho Scj em Portugal.


Que a nossa época é uma era voltada para o “eu”, percebe-se logo. Basta ligar a rádio e a televisão, onde há mais eu do que nós. Que essa era do individualismo afetou as igrejas, isso também é fácil perceber.

Basta ver os testemunhos pessoais dos programas evangélicos, pentecostais e de católicos. Fala-se muito mais dos santos deste mundo e dos convertidos e agraciados deste mundo, a maioria na primeira pessoa, do que sobre os santos do céu. Fala-se pouco do que Deus fez pelos outros e muito, mas muito mesmo do que Deus fez “em mim, por mim e comigo”.

Nada contra, exceto pelo excesso. Todo mundo pode e deve testemunhar o que Deus fez na sua vida e proclamar isso, para que outros também o experimentem. “Se fez comigo, pode fazer consigo”… Essa é a tonica dos testemunhos de vida dados pelo próprio sujeito. Forçosamente haverá referências ao eu de cada um.

Mas quando isso é sistemático e entre os católicos quase já não se ouve falar do que Deus fez em Francisco, Clara, Benedito, Domingos, Maria Madalena,.. então a conclusão é óbvia: Testemunho de santo da terra está valendo mais do que vida de santo que já chegou lá.

Que os evangélicos não façam isso, porque encaram morte, salvação  e santidade de outra forma, entende-se. É o jeito deles. Mas que os católicos gastem mais tempo falando de si do que dos grandes santos que a Igreja deu ao mundo é uma pena. Vai-se perdendo a memória dos santos que tanto fizeram pelo mundo e entra no seu lugar a história de algum convertido vivo, que certamente é menos santo do que o santo que foi esquecido.

Quando um grupo de igreja gasta mais tempo falando dos seus membros convertidos de agora e esquece os santos que a Igreja canonizou alguma coisa errada está acontecendo nesse grupo. Está se propondo como modelo e esquecendo os modelos que a Igreja propôs.

Eu proponho que a cada testemunho pessoal dado por algum fiel católico nas assembléias alguém se levante e conte a vida do santo daquele dia… equilibraria. Como está, acabamos sabendo mais a respeito dos membros deste ou daquele grupo de fé do que de uma Teresa de Ávila, Teresa de Calcutá ou Vicente de Paulo. Que os testemunhos pessoais não sufoquem o belo testemunho dos santos de ontem ou dos mais recentes. Entre as histórias desses irmãos convertidos de agora e as dos santos que a Igreja canonizou eu fico com os canonizados.

Não é que não admire os santos vivos. É que os do céu são muito mais interessantes…

Texto de Pe. Zezinho Scj

José fernandes de Oliveira.

Disponível em um site de Portugal.


Outras Maneiras de

Encontrar o Santo do Dia.



FREI GALVÃO – O PRIMEIRO SANTO BRASILEIRO


Estas Palavras servem de alerta ao que ouvimos pela Tv, principalmente aqueles testemunhos que até parecem decorados e que por incrível que pareça sempre dizem a mesma coisa, só mudam o nome e a fotografia de quem está falando, até parece que a graça de Deus é uniforme e sempre inclui uma bandeira do flamengo como brinde ao recém agraciado.

Por outro lado faz parte de nosso ministério Cristão o ato de testemunhar aquilo que Deus tem realizado em nossas vidas, jamais poderíamos deixar de evangelizar e principalmente de contar um testemunho verdadeiro que tenha acontecido conosco como prova de que tenhamos experimentado a vida nova em Cristo Jesus, como assim disse São Paulo “Ai de Mim se não Evangelizar” e também disse “Já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em Mim…”, não que sejamos os melhores exemplos do mundo, mas por ser um exemplo que o espectador que esteja ouvindo, possa ver e comprovar, realizando o famoso teste “SÃO TOMÉ”, “tem que ver pra crer”, neste caso principalmetne também serviria de uma segurança para evitarmos pessoas falsas que não pretendam viver aquilo que ensinam, porque saberão que seus ouvintes estarão de olho em suas verdadeiras atitudes e não aceitarão falsos testemunhos, filtrando assim um pouco daquele joio no meio do Trigo.

Concordo com Pe. Zezinho em seu texto, que devemos estudar a vida de nossos Santos que foram canonizados pela Igreja, principalmente para conhecer os grandes milagres que Deus realizou em suas vidas através de sua vivência na fé, sabendo que tudo quanto realizou na vida dos Santos, poderá realizar também em minha vida e na vida de qualquer pessoa que acredite fielmente em Deus de todo coração.

O nosso chamado é a Santidade:

Sede Santos Porque Eu Sou Santo…

Existiram milhares de mulheres e homens Santos no passado, muitos morreram mártires por defenderem a fé em Jesus, Santos que foram reconhecidos e que estão nos livros e altares das Igrejas, vidas que testemunharam que realmente valia a pena morrer e ou viver unicamente por Cristo nosso Senhor, mas que apesar de tantos testemunhos de vida ou morte o século XXI se distância cada vez mais da fé e preferem ser guiados e conduzidos por mentiras e promessas falsas de grandes lideres políticos que logo desaparecem ou um grande conglomerado de empresas e propaganda que buscam apenas o nosso dinheiro e que desaparecem com um simples “Crash” na bolsa de valores a serem guiados por Jesus que apesar de assassinado numa cruz, ressucitou e permanece vivo até hoje, realizando milagres e coisas impossíveis ainda no mundo sem fé em que vivemos hoje.

Acaso quando Eu Voltar encontrarei fé sobre a terra…

Esta é uma verdade que podemos apalpar nos dias de hoje e principalmente nos paises onde o Cristianismo floresceu no passado gerando a grande maioria dos Santos com os testemunhos e exemplos de fé que conhecemos hoje divulgados pela Igreja, podemos lamentar esta grande verdade, apesar de tudo isso muitos caíram na apostasia e abandonaram a fé.

II Timóteo, 4, 3 e 4

Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.  4 – Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.

Faremos então as seguintes perguntas:

Foi por falta de testemunhos de fé no passado ?

Não !

Foi por falta de exemplos de Santos no passado ?

Não !

Foi por falta de vivência desta fé nos dias de Hoje ?

Sim !

Foi por falta de Santos também nos dias de Hoje ?

Sim !


QUEM SÃO OS SANTOS DE HOJE ?



Nosso testemunho não pode e não deve ser apenas uma réplica de algo que foi escrito como padrão, mas deve ser uma resposta ao chamado que nosso Senhor Jesus Cristo fez em minha vida e em sua vida, mesmo que seja o mesmo chamado feito a São Francisco de Assis ou a Frei Galvão, não seria realizado da mesma forma e nem no mesmo lugar, porém Deus precisa de nós onde estamos e como estamos para que o nosso testemunho de santidade aqui e agora, possa salvar até mesmo quem more do outro lado do planeta e que eu nunca tenha visto ou jamais o verei, mas será salvo graças ao meu SIM em resposta a Deus neste exato instante.

O mundo precisa de Santos hoje !

Os Santos do Céu intercedem por nós, mas não poderão mais fazer aquilo que faziam quando estavam vivos aqui na terra, não poderão mais pregar e ensinar a palavra, não poderão mais acolher e curar os pobres e necessitados, doentes e enfermos, não poderão mais consagrar o Pão e o Vinho, não poderão mais fazer tudo o que fizeram porque agora chegou a nossa vez de seguirmos estes grandes exemplos que não foram dados simplesmente para ficar escritos em um livro de história ou expostos em um pedestal de uma Igreja, mas para que cada um de nós pudesse também seguir seus exemplos de vida e santidade nos tornando os verdadeiros Santos de Hoje que reavivam a fé da Igreja que permanece para sempre.

Sizenando.

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