Oração de São Bento.



11/07 Dia de São Bento
Oração de São Bento:


A Cruz Sagrada seja minha luz
Não seja o dragão o meu guia
Retira-te Satanás
Nunca me aconselhe coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo o teu veneno
Amém.
São Bento, rogai por nós!


Dia de São Bento Imagem



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Milagres de São Bento

O Milagre da taça envenenada.



Havia um mosteiro cujo abade havia falecido, e a comunidade dirigiu-se ao venerável Bento, rogando-lhe todos os monges insistentemente que os dirigisse. Ele negou-se durante muito tempo, dizendo-lhes antemão que seu modo de proceder não se ajustaria ao daqueles irmãos, mas, vencido afinal por suas insistentes súplicas, acabou por consentir.

Impôs então àquele mosteiro a observância da vida regular, não permitindo a ninguém desviar-se ou viver como antes. Os irmãos daquele mosteiro, irritados com tanta severidade, começaram por se recriminar terem-lhe pedido que os governasse, pois sua vida “torta” estava em conflito com aquele modelo de retidão. Dando-se conta de que sob o governo de Bento não mais lhes seriam permitidas coisas ilícitas, e doendo-se por terem que renunciar a seus antigos costumes, pareceu-lhes duro, por outro lado, verem-se obrigados a adotar costumes novos com seu espírito envelhecido; por tudo isso, e também porque aos depravados a vida dos bons parece algo intolerável, tramaram matá-lo. E depois de decidi-lo em conselho, puseram veneno no seu vinho –  (isso é representado por uma taça de cristal quebrada com o sinal da Cruz apresentada nas costas da  medalha).

Quando foi apresentada ao abade, ao sentar-se à mesa, a taça de cristal que continha a bebida envenenada para que, segundo o costume do mosteiro, a abençoasse, Bento, levantando a mão, fez o sinal da Cruz e com ele se quebrou a taça que ainda estava a certa distância.

E de tal modo se rompeu aquela taça de morte que mais parecia que, em lugar da Cruz, fora uma pedra que a atingira. Compreendeu logo o homem de Deus que a taça continha uma bebida de morte, e que não podia suportar o sinal da vida. Depois disso, relembrou aos monges o que tinha dito a respeito de suas regras severas que não se adaptariam a eles, e deixou este mosteiro.


O milagre do pão envenenado e o corvo


Um presbítero conhecido de São Bento, obcecado pelas trevas a tal ponto que chegou a enviar de presente ao servo de Deus todo-poderoso um pão envenenado. O homem de Deus o recebeu agradecido, mas não lhe ficou oculta a peste que no pão se ocultava. Ora, acontecia que à hora da refeição costumava vir da floresta próxima um corvo, que recebia pão das mãos de Bento. O Corvo é representado nas costas da medalha.

Quando então chegou como de costume, o homem de Deus lançou diante do corvo o pão envenenado do presbítero, e deu-lhe esta ordem: “Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, toma esse pão e atira-o num lugar tal que não possa ser achado por ninguém”. O corvo, então, de bico e asas abertos, começou a esvoaçar e a crocitar em redor do pão como se dissesse claramente que queria obedecer, mas não podia. No entanto, o homem de Deus ordenava repetidas vezes: “Leva, leva sem medo, e vai jogá-lo onde não possa ser encontrado”. Finalmente, depois de hesitar por muito tempo, o corvo tomou o pão no bico e, levando-o, partiu. Ao cabo de três horas voltou sem o pão, que lançara fora, e recebeu das mãos do homem de Deus a ração costumeira.


O poder da Santa Cruz


Conta-se, por volta do ano 1647,  que feiticeiras da Baviera, acusadas de suas maldades contra o povo daquela região, confessaram ver seus feitiços inteiramente anulados pelo poder da Cruz; e que em todos os lugares, aonde estivesse a Santa Cruz, seus malefícios nunca tinham efeito.

Contaram ainda que, especialmente no Mosteiro de Metten, nunca conseguiram êxito em suas maldades e concluíam que isto se devia ao fato da existência de alguma Cruz naquele lugar.

Por causa disto, as autoridades locais foram consultar os monges da Abadia de Mette sobre o assunto. Depois de muito procurarem, localizaram de fato que o mosteiro era repleto de cruzes gravadas nas paredes e com uma inscrição acima. Era preciso descobrir o porquê e por quem as cruzes foram gravadas.

Suas investigações os levaram à biblioteca, a um antigo livro escrito por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415. O livro transcrevia antiquíssimos, entre eles vários sobre a Cruz, com inúmeros desenhos a bico de pena realizados por um monge anônimo.

Um destes desenhos era justamente São Bento tendo na mão direita um bastão em forma de Cruz, e acima do bastão estava o texto: CRUX SACRA SIT MIHI LUX NO DRACO SIT MIHI DUX, e da outra mão sai uma flâmula com as frases: VADE RETRO SÁTANA NUMQUAM SUADE MIHI VANA, SUNT MALA QUAE LIBAS IPSE VENENA BIBAS (A cruz sagrada seja minha luz, não seja o dragão meu guia. Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos).

A medalha é eficaz no combate direto a satanás, às tentações, contra doenças e picadas de animais como cobras e na proteção de automóveis.


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Oração a São Bento


Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições; que nas famílias reine a paz e a tranqüilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça… que vos suplicamos; finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso.
Amém.



Prof. Felipe Aquino



Medalha de São Bento



O que significam aquelas inscrições na medalha?

Ao contrário do que muitos pensam a medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

Na parte frontal da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti“Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz leem-se as iniciais  C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux“A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal leem-se as iniciais  N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.



Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz.

Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.


São Miguel Arcanjo
Batalha Tende_Misericordia_Senhor

A Adoração de Imagens.

“Oh Deus! Quem olha para o crucifixo e vê Deus morto em um mar de dores e de desprezos, como é possível, se O ama, não suportar de boa vontade, ou antes não desejar sofrer todos os males por Seu amor?”

(Sto. Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja).

Em março de 1961, Pelé marcou um “gol de placa” (gol que merece uma placa), contra o time do Fluminense, no estádio do Maracanã.

Após o gol, Pelé dirigiu-se à torcida e beijou sua camiseta, como sinal de amor e respeito pelo Santos Futebol Clube. O gol foi considerado tão espetacular que uma placa metálica foi produzida, como “uma homenagem pelo mais belo gol da história do Maracanã”.



Será que o Rei Pelé, ao beijar a camiseta de seu clube, pretendeu fazer uma homenagem a uma peça de roupa ou ao time por ela representado?

É evidente que ninguém homenagearia a camiseta em si! Do mesmo modo que, ao olharmos para uma fotografia de nossos pais ou avós não estamos venerando uma figura impressa em um papel fotográfico, mas os entes queridos cujas imagens ali aparecem.


veja a sequencia destas imagens:





[…] – Em 1969 aconteceram fatos ainda mais intrigantes, podemos ver nesta sequencia de fotos que o mesmo Rei Pelé beija varias vezes a bola que foi usada no seu miléssimo Gol, a qual é quardada como relíquea até o dia de hoje, os eventos que se sucederam também demonstram um excesso de atenção ao homem que é considerado até hoje como o melhor atleta de todos os tempos. 

Seriam essas ações atos de idolatria ao Rei Pelé ?

Seriam essas ações atos de idolatria ao Futebol ?   

Seriam essas ações atos de idolatria à Bola?

O que significa uma multidão frenética gritando em unisono o nome de uma só pessoa?

Seria isto um ato de adoração a alguém?

Neste País em que se abre o precedente de que no seu proprio Hino Nacional traz como parte integrante a palavra “IDOLATRADA”, é como uma confisão de “pecado grave” perante Deus que nos pede exatamente o contrario.

Mas será que este povo Brasileiro trata a sua Pátria com todo o amor que deveria?   Ou melhor ainda, será que este povo sabe o que significa esta palavra “IDOLATRADA”?  Duvido mesmo é que alguém idolatre este País como está escrito na letra da Canção e mesmo que encontrassemos muitos heroís capazes de doar o seu sangue pela libertação deste País, mesmo assim não poderíamos considerar este sangue derramado em favor da pátria como um ato de idolatria, quando no máximo apenas uma demonstração de amor extremo e sentido de preservação de si proprio.

Obs. deste Blog […]

Total absurdo, portanto, é o que alguns protestantes mal informados (e talvez mal intencionados) têm dito a respeito do que seria a “adoração de imagens” por parte dos Católicos!

Além disso, venerar não é adorar, nem, muito menos, idolatrar. Cada uma dessas palavras tem sentidos distintos, embora nem todos os dicionários brasileiros de língua portuguesa identifiquem essas diferenças com o rigor merecido. Se consultarmos dicionários estrangeiros, entretanto, veremos claramente a enorme distância que existe entre esses termos:

Adorar significa “reconhecer Deus como criador de todas as coisas”. Idolatrar significa, em certo sentido, exatamente o oposto disso, pois designa “a ação de adorar uma criatura”, ao invés de adorar o Criador.

Materialmente, a ação de adorar e a ação de idolatrar são idênticas. Formalmente, elas são opostas. E para melhor compreendermos a diferença entre matéria e forma na consideração de uma ação, filósofos oferecem o seguinte exemplo ilustrativo, baseado nas reflexões de Aristóteles e São Tomás de Aquino:

Se observarmos dois indivíduos, um que é médico e opera o coração de um doente, e outro que é um assassino, veremos que, materialmente, eles agem da mesma forma: abrem o peito de um ser humano com um instrumento perfurador e cortante (bisturi ou punhal). Entretanto, formalmente, suas ações são opostas, pois um tem por fim salvar uma vida, enquanto o outro visa tirar uma vida.

Assim, quem adora a Deus e quem adora o ídolo fazem, materialmente, as mesmas coisas, que formalmente são opostas. E é por isso que existem as palavras “adorar” e “idolatrar”.

Infelizmente há dicionários em nossa língua que dizem que “adorar”, “venerar”, “idolatrar” e “amar extremamente” são sinônimos. E quem os seguisse concluiria que, quando alguém por exemplo dissesse: – “Eu adoro chocolate”, estaria considerando que chocolate é o Criador do céu e da terra! Ou quando alguém dissesse: – “Amo extremamente meus filhos”, estaria, pela definição desses dicionários, cometendo ato de idolatria, já que amar extremamente seria o mesmo que adorar. Mas isso seria um enorme absurdo!

Nenhum Católico de verdade olha para uma imagem de Nossa Senhora e dos santos julgando que eles sejam “Deus” e adorando essas imagens. Nós as veneramos tal qual uma pessoa venera o retrato de seus pais ou avós!

Nem na Bíblia e nem na Tradição há qualquer base para a adoração de imagens, pois adorar é reconhecer a Deus soberano e criador de todas as coisas. As imagens nos lembram de Deus e das coisas do céu, e não são “deuses”. É por isso que nós, Católicos, NÃO ADORAMOS NENHUMA IMAGEM.

Além disso, está na Bíblia que Deus manda Moisés fazer dois QUERUBINS de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25,18-20). Manda-lhe, também, fazer uma SERPENTE DE BRONZE e posicioná-la por cima de uma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21,8-9). Manda ainda, a Salmão, colocar dois QUERUBINS no Oráculo (I Rs 6,23-35); doze BOIS na bacia de bronze (I Rs 7,25); BOIS, LEÕES e QUERUBINS (I Rs 7,28-29); e ainda, “como que figuras de HOMENS EM PÉ”; e há mais citações bíblicas falando de QUERUBINS, LEÕES e PALMAS (ver I Rs 7,36).

Usar fora de contexto e de forma isolada a passagem bíblica que diz “não farás para ti escultura alguma do que está em cima nos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra” (Ex 20,4) como uma proibição ao uso de imagens, é mal interpretar as Escrituras, que deixam claro que Deus proíbe apenas fazer imagens de deuses FALSOS e ADORÁ-LOS. Além disso, essa má utilização das Escrituras seria uma grave blasfêmia, pois consideraria Deus como incoerente, já que em vários lugares da Bíblia Ele manda fazer imagens, e em outro lugar as “teria proibido”!

Eis o verdadeiro sentido dessa proibição bíblica, no seu contexto: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MINHA FACE. Não farás para ti escultura alguma do que [daqueles falsos deuses, que na errada imaginação dos pagãos] está em cima dos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. NÃO TE PROSTRARÁS DIANTE DELES E NÃO LHES PRESTARÁS CULTO, [à imitação dos pagãos]” (Ex 20,2-5). Esta proibição, intencionada por Deus, repete-se em vários lugares da Bíblia, como nos trechos acima citados.

O fato é que as muitas passagens citadas confirmam a adoção e a VENERAÇÃO das imagens, como sempre ensinou a Igreja, e nunca a adoração.

Todos entendemos que o Rei Pelé, ao beijar a camiseta, não venerou um pedaço de roupa, mas o clube por ela representado. Não há quem ache, também, que ao beijar a camiseta, Pelé a estaria “divinizando”, ou ao seu clube! E, por outro lado, toda a torcida aplaude o jogador que, em um ato assim, mostra respeito e amor pelo clube a que pertence.

Analogamente, agrada a Deus a religião que, fazendo imagens para lembrar do céu e venerar, não as adora. É isto que está na Bíblia. É isto o que faz a Igreja Católica, para agradar a Deus!

Informações adicionais sobre o presente tema podem ser obtidas no livreto “Respostas da Bíblia”, escrito pelo Pe. Vicente Wrosz (SVERDI – Curitiba),

o qual recebeu o “Imprimatur” de Dom Pedro Fedalto.

Adicionalmente, há várias informações bastante úteis sobre esse mesmo assunto no

website Veritatis Splendor e outros.

Texto escrito por Marcos de Lacerda Pessoa

E publicado no jornal ´O CAPUCHINHO´

em Outubro de 2006.

Curitiba – PR.



O Espírito Santo vai virar Moda !

O Espírito Santo está na moda?

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Artigos Atualidades

Escrito por Leandro Rabello Batista

Seg, 14 de Junho de 2010 23:06

Quero começar este texto com uma comparação/reflexão muito esdrúxula, porém desejoso de que ela fosse verdadeira.

Certo dia, ao ligar a TV, vi o primeiro capítulo de uma novela transmitida em horário “nobre”. Na cena que assisti, uma atriz muito conhecida usava ao pescoço uma medalhinha redonda que continha ao centro a figura de uma pomba. Pensei com meus botões: “Essa medalhinha vai virar moda!” Dito e feito! Passados alguns dias, não é que várias pessoas já estavam usando uma medalhinha idêntica! E olha que moro no interior, onde as novidades demoram um pouco a chegar. Fiz uma pesquisa muito “profunda” com as “peruas” de plantão sobre este ato de usar tal objeto. Todas foram unânimes ao dizer que tal figura está “na última moda…” E acrescentaram que, também, “tá” na moda colocar o “Divino” na porta de casa. Fui verificar algumas casas e também constatei a veracidade do que diziam: muitas casas com a figura de uma pomba entalhada na madeira, de gesso ou de resina nas portas principais das casas.

Todas estas constatações levaram-me ao devaneio utópico de que, com a mesma ânsia com que as pessoas usavam este  que é um dos símbolos do Espírito Santo, a saber, a pomba¹, também O vivenciassem numa experiência profunda de Deus. A experiência do Espírito não é uma vivência atemporal, que somente uns poucos “privilegiados” tiveram a oportunidade de usufruir. Os que fizemos tal experiência suplantamos uma resposta imediata e irrefletida à presença e atuação desta Pessoa trina com muito louvor dirigido à majestade de Jesus, à glória de seu soberano domínio, ao triunfo de sua ressurreição vitoriosa, à sua solicitude². Mesmo que muitos duvidem de inúmeras evidências, não se pode desacreditar da atuação prodigiosa do Espírito Santo em nosso tempo como no tempo dos Atos dos Apóstolos.

Embora a utilização de objetos externos,sem saber exatamente o que representam,seja uma prática muito comum, as pessoas que se utilizam de tais símbolos, têm a vaga noção de que “aquilo” é coisa boa, do bem.

Sinceramente, gostaria que o Espírito Santo realmente fosse moda. Não na exterioridade, mas no íntimo, no interior de cada ser vivente. A começar por todos que são assíduos na fé como também as outras pessoas que “usam” porque está na moda, sem ao menos saber o teor de tal uso. O Espírito Santo desceu sobre Jesus e O ungiu como tinha prometido aos profetas, a fim de que nós pudéssemos haurir da plenitude de sua unção e assim sermos salvos. ³

A simbologia do Espírito Santo nas Sagradas Escrituras é bem ampla, contudo a maioria O vê como “pomba”. O Espírito Santo é aquele que, depois do batismo ,desceu sobre o Senhor como uma pomba e aí permaneceu,habitando somente em Cristo de maneira plena, total e sem nenhuma limitação, e inclusive, com toda a sua abundância e redundância, para que Dele todos nós pudéssemos receber como que gotas de Graça,permanecendo intata nele toda a fonte do Espírito Santo, como se da plenitude do Espírito que habitava em Cristo partissem muitos pequenos riachos de dons e de operações. 4

Minha hipótese de que aquela medalhinha virasse moda foi confirmada!Muitas mulheres (e quem sabe homens também) estão usando. Não está errado usar, absolutamente não é essa minha constatação!Esta inferência servirá apenas para desejar que com a mesma ânsia apressada de estar na moda do “mundo” conclamo a que todos queiram estar na “moda” de uma espiritualidade verdadeiramente pentecostal, promovendo a chamada “Cultura de Pentecostes”. Quem sabe assim, as minhas irmãs “Peruas” não se transformassem idilicamente em pombas… (do Espírito Santo é claro!!!).

Leandro Rabello Batista
Membro da Comissão Estadual de Formação-RJ
leandrorabellorcc@yahoo.com.br


Semeando a cultura de Pentecostes