Dinâmica: Sal da Terra




〈 SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO 〉




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Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” (S. Mateus 5, 13″





Objetivo: Promover reflexão sobre o comportamento do cristão como “sal da terra”.

Material: 03 copos transparentes com água, 02 saquinhos com sal, 01 colher de chá, 01 colher de sopa de sal.




Metodologia: Explique que o sal representa o cristão e o copo com água está representando o mundo.

– Solicite atenção dos participantes para o que você vai realizar.



– Arrume os 03 copos com água sobre uma mesa.
– Coloque:
01 saquinho de sal dentro de 01 copo – não retire a embalagem(situação 01);
01 saquinho de sal ao lado de outro copo( situação 02);
01 colher de sal no último copo e misture( situação 03).
– Pergunte: Qual situação melhor representa a conduta do cristão no mundo?
– Aguarde as respostas. É comum haver votação para as três situações, com maioria para a situação 01. Mas, como você já deve ter percebido, a situação correta é a representada na situação 03.
– Questione:
Para as situações 01 e 02: Como o cristão pode estar influenciado o meio, como sal da terra, se estar isolado do mundo?
Para a situação 03: Está correto o crente está misturado com o mundo? Nós somos deste mundo?
– Após os questionamentos, leia:

“Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”. (S. Mt 5,13)

“Bom é o sal; mas se o sal degenerar, com que se adubará?” (S. Lc 14,34)

“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós deste mundo, eu não sou deste mundo”. (S. Jo 8,23)

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”.(I Jo 2,1)

Espera-se que, após os questionamentos e a leitura das citações bíblicas, os alunos tenham compreendido que a situação 03 representa a conduta do cristão como sal da terra.



1 – Dinâmicas Equivalente com Sonrisal:


Dinâmica do Sonrisal

“A Fé sem obras é Morta.”

Se misturar na comunidade



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Pecado_involuntario Sal_da_terra Pipoca_sem_sal



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A Imagem de Cristo.



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1. Esta é a estória de um jovem que se parecia muito com Cristo e foi o modelo para a famosa obra de Leonardo Da Vinci. Ele tinha tudo de bom na vida e cantava em um coral, mas por uma ironia do destino perdeu tudo que possuía semelhante aos muitos jovens que se jogam nas drogas e perdem sua dignidade e vão parar nas ruas mendigando e cometendo pequenos crimes assim como o filho pródigo e se encontram em situação lastimável, mas por uma simples intervenção Divina tudo pode ser recuperado novamente.

Veja a história:


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2. Deus Disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.”  Criou pois o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher   (Genesis 1,26-27)

3. Conta-se que: Quando o grande Leonardo da Vinci quis pintar a sua famosa obra “A Ultima Ceia”, procurou um jovem modelo e belo que representasse a pessoa de Jesus.

4. Procurou alguém em vários ambientes, até que encontrou um jovem belo, sensível, firme e viril, quando assistia a um coral numa Igreja; viu em um dos cantores a imagem perfeita de Cristo.

5. Convidou-o para ir ao seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços.

6. O Jovem ficou muito entusiasmado e feliz ao ver seu rosto estampado no rosto de Cristo.

7. A partir de então ele foi pintando um a um dos apóstolos … Tomé, Felipe, Mateus, Simão, Tiago, Judas Tadeu; 8. Bartolomeu, João, Simão Pedro e Tiago menor.   Passaram-se quatro anos, e Leonardo já tinha pintado quase todos os Apóstolos, e 9. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas, Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal para pintar o traidor de Jesus.

10. Faltava ainda “Judas Iscariotes, que ele deixou de propósito para o final…

11. Queria alguém que representasse a traição e a degeneração. 12. Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta.

13. O seu olhar tinha algo de duro, de falso, de ambíguo… 

14. Ofereceu-lhe 30 moedas, uma boa importância para posar como modelo na sua obra prima.


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15. Da Vinci copiava as linhas da impiedade, Do pecado, do egoísmo,  tão bem delineadas  na face do mendigo  Que mal conseguia parar em pé.

16. Quando terminou a pintura, viu que o jovem mendigo derramava algumas lágrimas e o pintor lhe perguntou por que se emocionara de tal maneira!

17. Ele então respondeu: “O senhor não me reconhece?”.

– Não!  – Por que, Deveria?

Diante da negativa de Leonardo, o jovem disse, para assombro do Pintor:

18. Pois fui eu mesmo que lhe servi de modelo a quatro anos atrás … 19. Quando o Senhor Pintava a figura que está no centro do quadro, Jesus Cristo, O Senhor!

20. Nesses quatro anos que se passaram este jovem perdeu tudo que possuía. Perdeu suas posses, sua posição social, seu trabalho, sua família, sua dignidade e praticamente sua vida.

(*) – Obs. :   Hoje em dia muitos jovens se perdem assim pelo usos de drogas!

21. Sua imagem se deformou de tal maneira que já não mais refletia a semelhança de Cristo e sim refletia mais a aparência de Judas seu traidor, exatamente o oposto do que era antes…

22. A Figura de Cristo na cruz ficou totalmente desfigurada pelo efeito do pecado do Homem.  Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; como aqueles, diante dos quais se cobre o rosto, era amaldiçoado e não fazíamos caso dele. (Isaias 53,3)

23. Este personagem é real e a história guardou o seu nome. Chamava-se Pietro BondinelliMas há quem o considere apenas como uma lenda…

Lenda, ou não a verdade é que essa história não só é Real como totalmente atual, pois este jovem pode ser visualizado em todo e qualquer rosto que se olha no espelho, uma vez que todos nós fomos criados à imagem de Cristo, porém nos deixamos levar pelo mundo e deformamos esta imagem a ponto de sermos confundidos com a pior das criaturas humanas.


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24. Todos nós fomos criados segundo a semelhança de Cristo, não só a imagem exterior, mas também o homem interior. 25. Um mesmo homem pode ser bom ou mal, pode ser semelhante a Cristo ou ao seu inimigo… Tudo isso dependerá de suas escolhas e atitudes, pois o caminho que escolher trilhar definirá o seu destino final. 

26. Cabe a você não deixar que o mundo lhe engane a ponto de destruir esta semelhança de Deus que existe em  você, mesmo que a dor e tristeza invada  seu coração… Resista firme com fé, pois nada neste mundo pode nos afastar do amor de Cristo. (Rom 8) 

27. A semelhança de Cristo e os Dons de Deus são os bens mais preciosos que possuímos, por isso precisam ser preservados como um verdadeiro tesouro.

28. São Paulo dizia: “Vivo, mas já não sou eu; é CRISTO que vive em mim. “(Galátas 2,20), ou seja, ele considerava que sua vida era um completo testemunho de Cristo a ponto de ser identificado como Ele mesmo.

29. “Visamos o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. (Efésios 4,12-13)

31. A Igreja recebeu a missão de conduzir o homem na sua restauração integral e levando- o à plenitude da santidade que é a recuperação da imagem e semelhança de Deus conforme a criação original para que possamos enfim receber a herança das promessas Divinas habitando eternamente nas moradas celestiais.

32. Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios. Link’s para outras Mensagens segunda-feira, 22 de agosto de 20165:30:24 Os que ele distinguiu de antemão, também os predestinou para serem conformes à a fim de que este seja o primogênito entre uma multidão de irmãos.

30. CRÉDITOS do Texto: Dom Rafael Cifuente livro “Sacerdotes para o terceiro milênio” Musica: Noites Traiçoeiras Formatação: Presentepravoce


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Um jovem que se parecia com Cristo

Reflexão post anterior



Jesus_e_seus_melhores_amigos A casa em chamas
Amigo Fiel Quem sou faz a diferença Tende_Misericordia_Senhor

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Um jovem que se parecia com Jesus Cristo.



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Uma curiosidade sobre a execução da pintura da magnífica obra de Leonardo Da Vinci ” A Última ceia”.

A estória que se segue é muito utilizada em encontros e reuniões para jovens, pois leva o Jovem a meditar na formação de seu caráter pessoal no presente visando não distorcer a imagem criada por Deus e seus próprios ideais quando o mundo lhe oferecer outros caminhos mais fáceis, mas que porém o levarão ao precipício e ao mal.

Acompanhe uma pequena meditação após a leitura do texto.



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Dom Rafael Cifuente conta em seu livro “Sacerdotes para o terceiro milênio”, que quando Leonardo da Vinci quis pintar a famosa “Última Ceia”, procurou um modelo vivo e belo que representasse Jesus. Procurou alguém em vários ambientes, até que encontrou um jovem belo, sensível, firme e viril, quando assistia um coral; viu em um dos cantores a imagem perfeita de Cristo. Convidou-o para ir ao seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços. O jovem ficou entusiasmado ao ver seu rosto estampado no rosto de Cristo.

Passaram-se quatro anos, e Leonardo já tinha pintado todos os Apóstolos, mas faltava ainda um, “Judas Iscariotes”. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas, Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal de Judas.

Queria alguém que representasse a traição e a degeneração. Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta. O seu olhar tinha algo de duro, de falso, de ambíguo… Ofereceu-lhe uma boa importância para pousar como modelo. Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo que mal conseguia parar em pé.

Quando terminou a pintura, viu que o jovem mendigo derramava algumas lágrimas e o pintor lhe perguntou por que se emocionara desta forma.

Ele então respondeu: “O senhor não me conhece?”. Diante da negativa de Leonardo, o jovem disse, para assombro de Leonardo: “Pois eu mesmo servi de modelo para a figura de Jesus a quatro anos atras”.

Nestes quatro anos aquele jovem sofreu essa terrível mudança de vida. Essa personagem é real. A história recolheu seu nome. Chamava-se Pietro Bondinelli. Há quatro, antes de perder tudo o que tinha, quando cantava num coral, tinha uma vida cheia de sonhos e o artista o convidou para posar como modelo para a face de Jesus.


Há em todos nós um Judas e um Jesus escondidos no fundo de nossa alma. Estamos destinados a ser outros Cristos, mas trazemos em nós os germes do velho Adão, diz Dom Rafael. É preciso tomar muito cuidado, “o espírito é forte, mas a carne é fraca”. Trazemos “o tesouro de Deus em vasos de argila” (2 Cor 4,7).


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Meditação:

Como bem nos lembrou Dom Rafael em seu livro, existe em cada um de nós a Imagem e semelhança de Cristo, pois assim fomos criados conforme a vontade de Deus.  Quando preservamos essa imagem é como o jovem que foi reconhecido como um bom modelo para representar a imagem de Jesus, já que ele refletia aquela imagem criada por Deus com todos os seus traços originais, no entanto a vida nos lembra que somos descendentes de Adão e Eva e como eles pecaram se afastando do plano original de Deus repassou esta semente de erro a nós que somos seus descendentes que por obra do pecado acaba por distorcer a Imagem de Deus em nós, não só a imagem como também corrompe o nosso interior por completo se não lutarmos contra este pecado certamente encontraremos a morte eterna.

A verdade é que cada um de nós recebe grandes riquezas de Deus e recebemos também a influência do mal que está no mundo, cabe a cada um percorrer o bom caminho e se afastar do mal o que nem sempre acontece e o ser humano que no princípio era puro e Santo acaba por ficar parecido com o inimigo de Deus, o traidor e passa a refletir esta imagem negativa e corrompida.

Por isso o jovem que era bom foi usado como modelo para representar a Face de Cristo e o mesmo jovem depois de cair no pecado e se entregar ao mal acabou sendo ele mesmo o modelo para aquilo que de pior existe no mundo.

Na Verdade é bem isso que acontece em nossas vidas, temos um objetivo a ser alcançado e recebemos do Pai todas as riquezas necessárias para atingirmos este objetivo, no entanto a distração do mal, a desorientação do orgulho e ganância acaba levando o homem para o caminho errado que não o levará ao objetivo proposto pelo Pai que seria estar no céu eternamente com Ele, mas o levará ao inferno junto daquele que engana e trapaceia, que ao invés de nos dar amor e felicidade, nos dará apenas ódio e infelicidade, por isso é bom analisarmos os nossos planos e os nossos caminhos de hoje para analisar o seu futuro agora antes que seja tarde demais e sejamos confundidos com o inimigo traidor de Cristo.

Obs:

Ouvi esta mensagem em um encontro de jovens quando eu tinha 20 anos de idade, confesso que naquele dia fiquei muito tocado e foram muitos aqueles que choravam copiosamente dentro daquela capela, porém quando procurarmos verificar a veracidade dos fatos históricos na web relacionados à obra de Leonardo Da Vinci, descobriremos que tal fato pode não ter ocorrido como foi descrito, porém não deixa de ser uma grande VERDADE e mesmo que seja uma estória não verídica podemos usá-la como fonte de meditação e transformação de muitos corações.   Escrevo este detalhe aqui, para que todos saibam que esta estória não é um fato histórico comprovado, mas como meditação este detalhe não tem a menor importância desde que todos tenham ciência da verdade.

Esta é uma estória que já é contada a muitos anos e em várias línguas, por este motivo existem variações desta estória que diferem muito em sua forma, porém mantém o principal fato que nos interessa.

O fato de um mesmo “JOVEM”, uma pessoa em formação hoje,  pode se tornar  no futuro um bom homem a ponto de ser identificado como o filho de Deus ou como uma má pessoa a ponto de ser confundida com o próprio inimigo de Deus, cabe ao “JOVEM” tomar decisões em sua vida a partir de AGORA para que sua vida não seja totalmente desperdiçada como a do filho pródigo ou a de Judas que traiu Jesus e perdeu não só a sua vida como também a sua alma.


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Sendo assim, deixo com vocês outra versão desta mesma estória:


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Leonardo Da Vinci levou sete anos para completar sua famosa obra entitulada “A Último Ceia”. As figuras que representam os 12 apóstolos e Jesus foram tomadas de pessoas reais e a pessoa que seria o modelo para ser Cristo foi a primeira em ser selecionada.

Quando souberam que Da Vinci pintaria esta obra, centenas de jovens se apresentaram ante o artista para serem selecionados. Ele buscava um rosto que mostrasse uma personalidade inocente, pacífica e ao mesmo tempo bela. Buscava um rosto livre das cicatrizes e os duros traços deixados pela vida intranqüila do pecado. Finalmente, após alguns meses de busca selecionou um jovem de 19 anos de idade como seu modelo para pintar a imagem de Jesus. Por 6 meses Leonardo trabalhou para pintar somente o personagem principal da magnânima obra.

Durante os 6 anos seguintes, Da Vinci continuou sua obra buscando às pessoas que representariam os 11 apóstolos; deixando para o final àquele que representaria Judas, o apóstolo “entregão” que traiu Cristo por 30 moedas de prata. Por semanas ele procurou um homem com uma expressão dura e fria. Um rosto marcado por cicatrizes de avareza, decepção, traição, hipocrisia e crime. Um rosto que pudesse identificar uma pessoa que sem dúvida alguma trairia seu melhor amigo. Após muitas frustradas tentativas na busca deste modelo chegou aos ouvidos de Leonardo que existia um homem com estas características no calabouço de Roma.

Este homem estava sentenciado a morte por ter levado uma vida de roubo e assassinatos. Leonardo viajou a Roma assim que soube isto e pediu para ver aquele homem sob a luz do sol. Ele se deparou com um homem sem vida, todo maltratado com os cabelos longo caindo sobre seu rosto e escondendo dois olhos cheios de rancor, ódio e ruína. Enfim Leonardo encontrara a face para modelar Judas em sua obra.

Por meio de uma permissão do rei, este prisioneiro foi transladado ao estúdio do artista em Milão e por vários meses o homem sentou-se silenciosamente em frente a Da Vinci enquanto ele continuava dando vida ao personagem na obra de arte.

Quando Leonardo deu a última pincelada de seu quadro, voltou-se aos guardas do prisioneiro e solicitou que levassem-no dali. Mas quando saíam do recinto o prisioneiro soltou-se e correu para Leonardo gritando:

– “Da Vinci! Olha para mim! Não reconheces quem sou?” Leonardo Dá Vinci estudou-o cuidadosamente e respondeu:

– “Nunca te vi em toda minha vida, até aquela tarde no calabouço de Roma.” O prisioneiro levantou seus olhos ao céu, caiu de joelhos ao solo e gritou desesperadamente:

– “Será que caí tão baixo assim!”, depois voltou novamente seu rosto ao artista e disse:

– “Leonardo! Olhe-me novamente, pois, eu sou aquele jovem cujo rosto escolheste para representar a Cristo há sete anos…”

Houdini, O Homem do Além.


Debunker

O Grande Desmascarador:

Houdini e a Cruzada contra os Falsos Mediums.



A face mais conhecida de Harry Houdini é a de mágico e ilusionista, mas ao longo de sua vida ele foi muito mais do que isso.
Houdini deu início a uma campanha obstinada contra mediuns e espiritualistas que usavam de truques semelhantes aos empregados pelos ilusionistas para enganar pessoas desesperadas em busca de conforto. A razão pela qual Houdini combateu tão insistentemente essa prática é que ele próprio foi vítima de um desses falsos mediums que tentaram tirar dinheiro dele explorando seu sofrimento.
Após a morte de sua mãe, Cecilia, aos 72 anos, Houdini caiu em profunda depressão. Ele dizia que seu trabalho era tudo o que permitia que seguisse em frente e que o choque pela morte da mãe era uma dor da qual ele jamais seria capaz de se recuperar.

A dor de Houdini era tamanha que logo se tornou uma obsessão, ele era frequentemente visto no cemitério onde Cecilia havia sido enterrada, chorando e conversando com a mãe. Amigos o aconselharam então a buscar conforto no espiritualismo, uma prática que estava muito em voga na época.



Houdini, tendo conduzido várias sessões espíritas falsas no início de sua carreira, logo descobriu que os mediums que ele visitou usavam truques baratos de mágica, tapeando seus clientes. Furioso, o grande mágico desmascarou falsos mediums que fingiam ser capazes de se comunicar com o mundo espiritual.

Houdini sabia que era capaz de duplicar esses métodos no palco e que deveria alertar outras pessoas para que elas não fossem vítimas de aproveitadores. Logo ele se tornou um inimigo declarado dos falsos espiritualistas investigando seus métodos e mais tarde declarando uma cruzada contra todos eles.
Em 1920, durante uma turnê na Inglaterra, Houdini conheceu Sir Arthur Conan Doyle, o criador de Sherlock Holmes e porta voz dos Espiritualistas. À despeito de suas crenças opostas a respeito do sobrenatural, os dois se tornaram imediatamente bons amigos. Houdini ficou feliz em conhecer ao menos uma pessoa esclarecida que estava disposta a discutir o sobrenatural e encontrou esse homem na figura de Conan Doyle. O autor por sua vez era um defensor do espiritualismo e havia deixado a própria carreira de lado para advogar por essa causa, ele esperava convencer Houdini de sua crença. Embora a atitude dos dois fossem diferente eles se respeitavam.
Harry aceitou acompanhar Conan Doyle em sessões espíritas organizadas na Inglaterra, mas continuou a ser um cético. Ele não estava convencido, nem mesmo diante de mediums respeitados que eram tidos como legítimos por Conan Doyle. Envergonhado por ele mesmo ter usado de truques para disfarçar sessões espíritas, Houdini mostrou a Doyle os truques de palco que os larápios usavam.
Em 1922, Sir Arthur viajou a Nova York para uma série de palestras na América e Houdini o recebeu como hóspede. Os dois continuaram a divergir a respeito da veracidade das sessões espíritas e Conan Doyle terminou por convidar o mágico a conhecer uma medium que poderia mudar sua forma de pensar. Os dois participaram de uma sessão espírita em um Hotel de Atlantic City em que a medium tentaria estabelecer contato com a própria mãe de Houdini.
As coisas não saíram como o esperado, Houdini detectou uma fraude muito bem engendrada e furioso interrompeu a sessão acusando a todos os presentes de serem coniventes ou ignorantes.

A amizade com Conan Doyle então azedou e os dois se converteram em rivais. Doyle acreditava que as façanhas de fuga de Houdini envolviam elementos de sobrenatural e acusava o mágico de negar a fonte de sua incrível habilidade. Para ele, Houdini era capaz de usar espíritos e de transformar certas partes de seu corpo em ectoplasma para escapar das correntes e algemas que o prendiam. Esses comentários deixaram o mágico ainda mais furioso: “Meus números nada tem de sobrenatural, eles são decorrentes de treinamento e dedicação. Me ofende ouvir esse tipo de alegação infundada de alguém que deveria ser razoável“.



Em retaliação, Houdini lançou um ataque em grande escala a todos os psíquicos fraudulentos. Ele produziu e atuou em um filme denúncia chamado “O Homem do Além”, onde mostrava como os alegados mediums usavam truques baratos de mágica para ludibriar seus clientes. Ele escreveu exaustivamente em colunas de jornais advertindo as pessoas a não confiar em falsos guias espirituais e abrir os olhos para esse tipo de mau caráter que se aproveita da dor alheia. Houdini passou a ser chamado de “Debunker” – algo como desmascarador – pelos jornais da época e o termo rapidamente pegou.

Embora continuasse a trabalhar em seus espetáculos, Houdini usava seu tempo livre para perseguir os “abutres que atacam os ingênuos”. Por vezes ele comparecia a sessões espíritas usando barba falsa, bigode e outros disfarces, para observar os mediums em ação. Quando ele era capaz de detectar um truque, ele revelava sua identidade com as palavras: “Eu sou Houdini! E você é uma fraude!”
Suas ações receberam uma intensa cobertura da mídia e publicidade. Mais do que qualquer coisa, Houdini ansiava por encontrar um espiritualista verdadeiro – um medium que pudesse estabelecer contato com sua querida mãe e garantir que ela estava bem.
Além de expor os mediums e suas farsas, Houdini começou a apresentar em seus shows manifestações espirituais demonstrando como os truques eram feitos. Ele deixava claro que nada sobrenatural acontecia durante essas apresentações.
Mas o próprio Houdini repetia: “Eu estou disposto a ser convencido. Minha mente está aberta, mas a prova deve ser incontestável e não deixar vestígio de dúvida para que eu passe a acreditar no poder do sobrenatural“.
Para provar que tinha a mente aberta, Houdini fez um pacto com alguns de seus amigos pessoais. Quando ele morresse, tentaria fazer contato com o mundo dos vivos através de qualquer canal possível. Ele estabeleceu uma série de palavras confiadas apenas à sua esposa Bess para que ela reconhecesse que era ele quem tentava contatá-la do outro mundo. Se algum medium fosse capaz de repetir as palavras que ele confidenciou à esposa em segredo seria uma forma de se provar a veracidade do contato com os mortos.

No início de 1923 ele decidiu que precisaria viajar pelo país para alertar as pessoas do perigo dos espiritualistas fraudulentos. Ele também promovia seu livro, “Um Mágico entre os Espíritos“, que havia sido publicado naquele mesmo ano. Houdini ofereceu uma soma de 10 mil dólares para qualquer medium que demonstrasse verdadeiras capacidades psíquicas.



Uma famosa espiritualista americana chamada Mina Crandon se apresentou alegando ter faculdades psíquicas e poder se comunicar com seu irmão, Walter, que havia morrido em um acidente ferroviário em 1911. Walter era seu guia espiritual que intercedia e encontrava outros espíritos que quisessem se comunicar com os vivos. Mina havia se tornado uma sensação em Boston e atraia a atenção das pessoas.

Diferente de outras mediums como Helena Blavatsky ou Eusapia Palladino, Mina era uma mulher jovem e atraente com uma postura impecável que não raramente cativava as pessoas ao seu redor antes mesmo de iniciar a sessão. Mesmo Houdini concordava que Mina era impressionante e conduzia as sessões com autoridade e desenvoltura. Um de seus maiores defensores era justamente Arthur Conan Doyle que a considerava “uma das mais poderosas mediums do mundo” e “alguém com um dom incrível”.
Ansioso por conhecê-la pessoalmente, Harry viajou para Boston a fim de testemunhar uma sessão em pessoa. Em Julho de 1923, Houdini foi recebido na casa de Mina Crandon. Ele desejava participar da sessão e ter a mesma experiência que os demais, por isso não usou qualquer disfarce. Para muitos foi o maior duelo entre crentes e céticos do século. De um lado o grande debunker, do outro a grande medium.
Houdini assistiu atentamente toda a sessão: um sino tocou sem ninguém o manipular, uma voz masculina foi ouvida chamando por ele na escuridão e um vaso voou pela sala se espatifando na parede. Houdini ficou em silêncio durante toda a sessão que durou mais de duas horas. Quando terminou agradeceu educadamente e saiu sem dizer nenhuma palavra.
No dia seguinte em uma entrevista coletiva ele revelou o que havia visto: “Uma total Fraude!” anunciou à plenos pulmões diante da platéia de jornalistas e curiosos. Houdini reconheceu que os truques eram muito bem executados mas demonstrou como cada um deles podia ter sido realizado, sobretudo em um lugar devidamente preparado como a casa dos Craydon. Ele explicou cada um dos truques usados e chegou até a repetir como o truque do vaso voador e do sino podia ser repetido por qualquer mágico de quinta categoria.
Houdini convidou Mina para uma nova sessão, dessa vez em sua casa com objetos que ele próprio forneceria. À contra gosto a medium aceitou. O resultado foi um fiasco e o espírito guia que falava em alto e bom tom na primeira sessão, sequer se manifestou na segunda. Mina alegou que a falta de fé de Houdini era tamanha que causava um bloqueio espiritual, Houdini tinha outra opinião: “O Bloqueio é pura e simplesmente o fato da senhora não estar em seu ambiente onde tudo foi devidamente preparado” retorquiu o mágico.
Não obstante, Mina Crandon se declarou vitoriosa no duelo afirmando que Walter, seu espírito guia, alertou Houdini que sua descrença poderia produzir terríveis consequências no futuro. Quando Houdini morreu três anos depois o alerta de Walter foi lembrado por alguns defensores da medium.
Houdini faleceu em 1926, vítima de complicações decorrentes de apendicite aguda e de golpes na região abdominal desferidos por um fã.

Pouco depois de sua morte, as famosas sessões para contatar o espírito de Houdini tiveram início e não é de surpreender que continuem até hoje. Bess, a viúva de Houdini aceitou receber vários espiritualistas interessados em tentar estabelecer um contato com seu marido.



Quase semanalmente, um novo medium se apresentava alegando ter conseguido contatar o mágico no outro mundo, mas nenhum ofereceu provas contundentes até 1928, quando o famoso Arthur Ford anunciou que tinha uma mensagem para Bess. Ford dizia que a mensagem era da mãe de Houdini e consistia de uma única palavra “perdão”. Bess anunciou que a mensagem passada por Ford era a primeira que aparentava alguma veracidade.

Em Novembro, outra mensagem foi trazida por Ford, dessa vez vindo do próprio Houdini. Entrando em um transe, o místico disse as palavras “Rosabelle, resposta, diga, a resposta, diga, a resposta, resposta, acredite”.
Depois dessas palavras, Bess começou a chorar emocionada e afirmou que Ford havia acertado a respeito da palavra código que Houdini tinha dito para a esposa. “Rosabelle” segundo ela era o nome da música que estava tocando quando Harry e Bess se conheceram décadas antes, apenas os dois sabiam disso e Bess afirmava jamais ter revelado esse segredo a ninguém.
A mensagem parecia autêntica e a pista final de que Houdini havia conseguido enviar uma mensagem do outro mundo. Mas será que Houdini se comunicou realmente?
Logo em seguida foram levantadas várias dúvidas a respeito da interpretação de Ford, ainda que Bess o defendesse. Amigos de Houdini afirmaram que Ford havia tido acesso a um diário que pertenceu a Harry e que a pista para a palavra podia ser encontrada ali. Ford foi acusado de fraude e jamais recebeu a recompensa que Bess prometeu a qualquer um que estabelecesse contato com seu finado marido. Até o fim da vida, Ford continuou jurando que a mensagem era de Houdini.

Bess continuou recebendo mediums interessados em contatar Houdini, mas nenhum outro conseguiu produzir resultados concretos. A última sessão “oficial” aconteceu em 1936, exatamente dez anos após a morte de Houdini. Um grupo de amigos, colegas mágicos, ocultistas, cientistas e a própria Bess se reuniram no Hotel Knickbocker em Hollywood. Eddy Saint, um místico famoso conduziu a sessão que foi transmitida ao vivo por rádio e contou com toda a “pompa e circunstância” que a ocasião demandava.



Saint falou em alto e bom tom para milhares de ouvintes: “Houdini! Você pode nos ouvir? Você está aqui, Houdini? Por favor manifeste-se… Nós estamos aguardando, Houdini, por muito tempo! Você ainda não conseguiu apresentar as evidências que prometeu. E agora, este é o momento… o mundo está ouvindo, Harry… Levite a mesa! Mova os objetos! Erga a mesa! Dê uma mostra de sua presença! Revele o código, Harry… nós pedimos!”

Saint e os demais aguardaram ansiosamente, em suas casas as pessoas também esperavam por algum sinal do famoso mágico. Saint finalmente se voltou para Bess: “Sra. Houdini, creio que não tivemos sucesso. Já se passaram dez anos. A senhora chegou a alguma conclusão?”
A voz de Bess Houdini então ecoou através do rádio ao redor do mundo. “Sim, Houdini não nos atendeu. Minha última esperança se foi. Eu não acredito que Harry irá se comunicar comigo – ou com qualquer outra pessoa. Está acabado. Boa noite, Harry!”
Segundo a lenda, nesse exato momento uma violenta tempestade teria desabado sobre o hotel com raios e trovões. Mais tarde as pessoas afirmaram que a tempestade foi tão rápida e incomum que só podia ter sido causada pelo espírito do mágico em seu derradeiro truque.

Lendas ou mentiras? Quem realmente pode dizer? Houdini foi e continua sendo um enigma. Se por um lado ele tinha a mente aberta e buscava resposta para suas perguntas, por outro ele era um cético quanto ao mundo sobrenatural e tudo o que ele representava. Se algo pode ser dito a respeito de Harry Houdini é que ele jamais será esquecido.


Não invoque Charlie e nem repita duas vezes este nome.


CHARLIE, CHARLIE…

CUIDADO CRIANÇAS, PERIGO NA REDE DA WEB!



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A internet hoje virou um campo fértil onde se disseminam muitas mentiras, vírus, Cavalos de Troia, fake’s, hoax, boatos etc.  Isto porque as pessoas compartilham coisas sem saber o que estão compartilhando sem a menor responsabilidade nas consequências futuras deste compartilhamento.   O problema maior reside agora que estão sendo compartilhadas coisas referentes a magia negra e a invocação de demônios, lamentavelmente as pessoas não sabem nada a este respeito assim como Eva no paraíso não conhecia a serpente quando a mesma a enganou, pois se soubesse com quem estava falando certamente não lhe daria crédito.


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Surgiu como um viral no twitter e no facebook uma brincadeira onde se ensina a invocar um demônio, só que as pessoas não conhecem a consequência desta brincadeira e mesmo pensando se tratar apenas de uma brincadeira o pânico, o medo e o terror é tão grande que jovens adolescentes estão indo até para o hospital, fora os acidentes que ocorrem devido o pânico e as ações de desespero logo após a confirmação da resposta na tal brincadeira.

Se cada pessoa que entre nesta brincadeira não sabe a sua reação caso seu pedido seja aceito, nem deveriam entrar na brincadeira e que neste caso não é apenas uma brincadeira e é por isso que o pânico é tão grande.

Não vamos aqui dizer como a tal invocação é realizada, somente queremos informar que ninguém se meta a besta em invocar demônios, pois mesmo que você não acredite em Deus e nem em seres espirituais, a verdade é que eles estão ai espalhados pelo mundo, muitas vezes eles nada fazem, mas quando são invocados é como se você abrisse a porta de sua “CASA” e os convidasse para entrar.

Neste caso o espírito não seria apenas um estranho, mais um convidado ilustre o que vale é o que está escrito na Bíblia, “Síndrome da casa vazia”, pois se o espírito Santo não ocupar a casa “quem a ocupará?”, não podemos deixar nosso corpo, “nossa casa” totalmente desprotegidos, já corremos muitos riscos neste mundo, convém sempre estarmos do lado de quem nos protege contra o mal.

A Bíblia diz que nosso coração é o templo onde O espírito Santo de Deus habita, mas nem sempre as pessoas permitem que este fato seja realmente concretizado, pois não possuem fé e vivem em pecado deixando assim uma porta aberta para que o mal venha agir em sua vida, neste caso a melhor proteção é mesmo invocar o “ESPÍRITO SANTO DE DEUS” e deixar que Ele encha todo o seu coração e faça de você uma fortaleza incapaz de ser penetrada pelo mal.

Não brinque com o mal e nem se descuide, pois o maior engano de Eva no paraíso foi ter subestimado a astúcia do inimigo e ter lhe dado ouvidos, portanto não dê ouvidos a nenhum tipo de brincadeira que envolva o inimigo de Deus, pois certamente coisa boa ele jamais trará para você e se não queres experimentar coisas ruins se afaste o mais longe possível deste tipo de coisa.

Há quem defenda que isto é apenas uma brincadeira de adolescentes, mas na duvida é melhor não arriscar, pois só ganha na loteria aquele que joga, se não jogar certamente jamais ganhará, porém neste caso não é uma loteria onde se arrisca a sorte e sim uma invocação individual que equivale a tocar a campainha de uma porta qualquer sem saber o que está atrás dela, a brincadeira de tocar a campainha de alguém e sair correndo pode não te livrar das consequências da brincadeira já que o dono da casa sabe quem foi e onde mora a pessoa que bateu em sua porta, se você conhece o vizinho e sabe que ele não é boa pessoa, jamais bateria em sua porta e sairia correndo, sendo assim neste caso se aplica este discernimento, não chame e nem bata na porta de alguém que possa lhe fazer mal.


“PARA QUE ARRISCAR?  NÃO É ?”


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Veja textos sobre este assunto:


Exorcista alerta sobre aparição de espíritos em desafio “Charlie Charlie”

Padre do Vaticano declarou que demônios podem causar ‘piores consequências’ para as pessoas durante brincadeira.

Um exorcista do Vaticano resolveu alertar jovens e adolescentes que têm entrado na nova onda de “invocar espíritos” conhecida como “Desafio Charlie Charlie (Charlie Charlie Challenge, em inglês). Segundo o padre espanhol José Antonio Fortea, espíritos podem realmente aparecer e ninguém vai gostar do que vier em seguida, contou ao tabloide britânico Mirror.

“Alguns espíritos que estão na origem dessa prática vão perturbar participantes desse jogo”, afirmou o padre.

“As pessoas realmente podem sofrer as piores consequências por causa desses demônios”, alertou.

Ele acrescentou que não é provável que pessoas sejam possuídas por demônios durante a brincadeira Charlie Charlie, mas disse que não é impossível.

A nova mania nas redes sociais consiste em um ritual de invocação de um espírito que atende por “Charlie”.

Diversos vídeos são publicados nas mídias sociais mostrando a brincadeira na qual se cruzam dois lápis sobre um papel com as palavras “sim” e “não” escritas.

“Charlie, Charlie, você está aqui?” perguntam em seguida os curiosos.

Segundo um texto que circula na Internet, a brincadeira é tradicional no México. Nem todos acreditam, no entanto, alguns se assustam com as respostas de Charlie, gritam e correm.


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OUTRAS INDICAÇÕES

Pagando o Pato Dom_Cura_libertação

Caricatura de Noé é Apresentada em Novo Filme Bilionário em 3D.


“…O Personagem de Russell Crowe representando Noé não é Fiel ao que narra as Sagradas Escrituras Bíblicas e sim é mais uma ficção que apresentada com diversos truques cinematográficos distorce gravemente o personagem verdadeiro e a Fé Cristã.”

Padre Roger Araújo
Missionário da Comunidade Canção Nova 


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O Noé do filme não é o Noé da Bíblia”


Estreou, há poucos dias, nas telas do cinema do Brasil, o filme ‘Noé’. A película gerou muita expectativa pela divulgação e pelos atores que atuaram na produção. Eu não sou crítico de cinema nem especialista no assunto, mas, como se trata de um filme com temática bíblica, sinto-me na obrigação de manifestar minha opinião sobre o que observei quando assisti a ele.

Do ponto de vista teológico, bíblico e doutrinário, o filme é uma frustração do começo ao fim. Ele não se preocupa, em nenhum momento, em ser fiel à narração bíblica ou se aproximar dela. Pelo contrário, procura distorcer e apontar uma visão de fé totalmente contrária à visão judaico-cristã. Uma mistura de concepções filosóficas anticristãs, tentando levar as pessoas a uma concepção de Deus e da revelação divina totalmente deturpada. Por isso, é importante afirmar que o Noé do filme não é o Noé da Bíblia nem o Criador, apresentado pelo filme, corresponde ao Deus da revelação bíblica.

O texto sagrado nos apresenta Deus como aquele que sempre toma a iniciativa de salvar ou purificar a criação como obra de Suas mãos. A missão de construir uma arca não é fruto de um delírio, de sonhos ou de alucinações de Noé. Deus foi ao seu encontro e lhe confiou esta missão. Noé personifica os homens tementes ao Senhor desde a criação do mundo. Ele não é um alucinado, muito menos um fanático religioso sem consciência e sem maturidade, como deseja apresentar o filme. A arca, diferente da Torre de Babel, não nasce de nenhuma pretensão humana, mas é uma iniciativa divina para renovar a humanidade.

Um dos ingredientes de mau gosto do filme é querer apresentar a figura de anjos decaídos como grandes bonecos de pedra, feitos com alta tecnologia digital, como os defensores de Noé, guardiões da arca e combatentes contra os pretensos invasores dela. Essas criaturas, na concepção do filme, ajudam Noé na construção da arca. Os elementos são sem fundamentos e distorcem o sentido da revelação bíblica. Nenhum anjo decaído ajudou Noé nem pode ajudar nenhum de nós. Ele não teve o auxílio desses fantasiosos guardiões. A luz, a força e o auxílio que conduzem Noé é a mão de Deus, Criador de todas as coisas.

A visão hedonista do filme apresenta um dos filhos de Noé como um jovem impelido a possuir a mulher de qualquer um a qualquer custo. Noé, como um obcecado religioso, opõe-se ao fato de seu filho ter uma esposa. Ainda pior: quando sua nora engravida, dentro da arca, Noé, em nome de Deus, fica irado com a gravidez dela e se propõe matar a criança se ela for uma menina. O texto bíblico é muito claro ao dizer que Noé entrou na arca com sua mulher, seus três filhos e a esposa de cada um deles. E eles, depois, iriam povoar a terra.

O filme tem muitas outras coisas de mau gosto e interpretações sem nenhum fundamento religioso ou bíblico. Penso que o autor da obra poderia ter respeitado, pelo menos, o essencial da narração do texto bíblico e criado muitas coisas belas a partir daquilo que foi inspiração bíblica para criar o filme.

A verdade é que o longa-metragem é uma afronta e uma distorção da beleza da revelação divina. Ele não merece ser visto nem apreciado por quem tem a Bíblia como um Livro Sagrado, fonte da revelação divina e inspiração primeira de fé. Existem filmes mais sérios e de roteiros mais qualificados.


Padre Roger Araújo
Missionário da Comunidade Canção Nova

07/04/2014 – 08h00



VEJA AS DIFERENÇAS BÁSICAS.


1) Noé (Russell Crowe) não recebe um chamado de Deus, como na Bíblia, para construir a arca. Ele tem, sim, sonhos e alucinações que o levam a construir a arca.

2) O nome de Deus jamais é pronunciado. É sempre “o Criador”.

3) Na visão de Aronofsky, os guardiões, anjos caídos que Deus deixou na Terra, são criaturas de pedra, frutos de efeito digital. São eles que ajudam Noé a construir a imensa arca.

4) Não houve uma tentativa de invasão à arca, comandada por Tubalcaim (Ray Winstone), descendente de Caim, como aponta uma eletrizante sequência de ação.

5) Tubalcaim não entrou na arca nem fez conchavo com o filho do meio, Cam, como sugere o filme.

6) Além de Noé e sua mulher, embarcaram os três filhos do casal e suas respectivas esposas. No longa-metragem, apenas o primogênito, Sem, leva a mulher, um órfã adotada pela família, interpretada por Emma Watson.

7) No filme, Cam (Logan Lerman) é um rapazinho e foge dos pais para arranjar uma namorada para entrar com ele na arca. Cam já se considerava na idade de ter uma companheira. Noé, que era contrário à ideia, acabou criando uma rebeldia no filho.

8) Para não explicar como todas as espécies de animais conviveram juntas por tantos dias dentro da arca, o roteiro simplificou: os bichos dormem o tempo inteiro.

9) Na Bíblia, não há indicação de quantos anos Noé demorou para construir a Arca. Calcula-se em cem anos. No filme, ele leva uma década.

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de Deus pra você.


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Salve Primeiro de Abril.



Dia da Mentira!

Dia 1º de Abril





Não levantarás falso testemunho contra teu próximo.

(Êxodo 20,16).


Comemora-se extra oficialmente por aí o dia 1º de Abril como se fosse “O dia da mentira”, e para não passar em branco esta data é comum pregar uma mentirinha em alguém.

Muitas pessoas não conseguem achar graça em brincadeiras enganosas, acham menos graça ainda ter um dia dedicado exclusivamente a este tipo de bandalheira.

Mas, por mais que seja motivo de tristeza e desconforto para a grande maioria das pessoas, alguns se elegem os engraçadinhos do planeta e decidem inventar todo tipo de mentiras para enganar alguém distraído neste dia “em que tudo é permitido” e depois se explicar dizendo, “Uma mentirinha não faz mal a ninguém”, e principalmente hoje, que já era de se esperar uma mentirinha para quebrar o gelo.

Há muitos anos atrás, quando eu estava apresentando o programa “Vem Louvar” na Rádio São Francisco em um dia 1º de Abril, eu dediquei o programa daquele dia para falar sobre a “VERDADE” e falei varias vezes que hoje era o dia da Verdade, muitas pessoas que ouviram este programa, guardaram bem aquela mensagem. Meu colega de bancada ficou sem entender porque eu falava com tanta veemência sobre aquele assunto e me perguntou por que eu havia falado daquela forma.

Eu lhe respondi que “Hoje era Primeiro de Abril”…

– E daí ?… ele respondeu…

– E daí, que hoje é considerado “O dia da mentira” e nada melhor do que falar da verdade em um dia que seria comemorado como o seu inverso, mesmo que seja só de brincadeira, porque a VERDADE é uma coisa séria e não uma brincadeira. Na verdade eu estava certo, aquele dia ficou marcado em muita gente e muitos até repetiram o que foi dito. No ano seguinte estavamos nós lá novamente na Rádio e o meu amigo “Paulo” fez o seu programa novamente inteiramente dedicado à verdade, porque não se esqueceu do ano anterior.

Como se ensina desde o princípio, Falar mentira não é coisa de Cristão, e nem mesmo de brincadeira, por isso é necessário reverter este processo de aprendizado e começarmos a comemorar o “DIA DA VERDADE”, porque de mentira o mundo já está cheio todos os dias.

Por outro lado, mentira também não beneficia ninguém, mesmo quando momentaneamente o mentiroso ache que foi recompensado e que levou vantagem, por isso não existe motivo para se comemorar, porque no fim tudo que estava oculto vem para a luz e tudo que estava escondido acaba aparecendo, na verdade o que se aplica a tudo isso é que o ditado popular é que tem razão:

“A mentira tem mesmo pernas curtas”, enquanto que a VERDADE é eterna, porque Jesus é o Caminho, a VERDADE e a Vida.

Está escrito que Ficarão fora do Reino de Deus:

“Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira!(Apocalipse 22,15)

Quanto a nós irmãos, que fomos eleitos e separados do meio de uma geração corrupta e perversa para sermos conforme a imagem daquele que nos escolheu, praticando e testemunhando seus mandamentos com nossas vidas, não podemos permitir que se crie e se incentive praticas como estas que se opõem àquilo que na verdade deveríamos viver.

Por isso, renunciai à mentira. Fale cada um a seu próximo a verdade, pois somos membros uns dos outros. (Efésios 4,25)

O Diabo veio para matar, roubar e destruir, a mentira é uma de suas armas mais perigosas, começando por Eva no paraíso ele continua a enganar os Homens, faz parte das profecias para os últimos dias antes da segunda vinda de Jesus à Terra, que o anticristo enganará a muitos com sinais e prodígios da mentira, portanto, que possamos ficar de olhos bem abertos, pois o nosso inimigo não é um principiante na arte da magia de enganar os homens através do uso da falsidade e sim é um excelente artifice neste assunto.

“A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.” (Romanos 13,12)



Tudo começou em 1564, quando Carlos IX, rei de França, por uma ordonnance de Roussillon, Dauphine, determinou que o ano começasse no dia primeiro de janeiro, no que foi seguido por outros países da Europa. É claro que, no início, a confusão foi geral, de vez que os meios de comunicação ainda eram inexistentes. Não havia rádio, televisão, nem mesmo o jornal, pois a invenção da imprensa, por Gutenberg, só aconteceu muitos anos depois.

Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como o Dia da Mentira., por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade.

Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia o seguinte: “Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir”..


O Papagaio Marrom.


O Papagaio Marrom.
APOCALYPITO
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Amor sempre amor