Como será Amanhã?


A POLUIÇÃO AVANÇA A PASSOS LARGOS EM TODO O PLANETA E NÃO ENCONTRA NENHUM INIMIGO CAPAZ DE IMPEDIR O SEU AVANÇO DESASTROSO.








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Quem eu sou, faz a Diferença.


DINÂMICA: “Quem Eu sou faz a diferença”.

OBJETIVO: Autoconhecimento, melhora da auto – estima, promover entrosamento e laços afetivos do grupo.

PARTICIPANTES: de 10 até 25 pessoas no máximo.

TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).

MATERIAL: Plaquinhas ou fitas com a frase: “Quem eu sou faz a diferença”e a estória (Quem eu sou faz a diferença).

DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que fará um exercício onde serão enfatizadas as qualidades individuais.

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

Quem sou faz a diferença

 DESENVOLVIMENTO:

Antes de iniciar a dinâmica da Diferença, pedir que cada pessoa volte para seu interior para analisar seus pontos positivos e tentar relaxar. (Todos estarão sentados em colchonetes, enquanto toca uma musica de fundo para ajudar no relaxamento).

1- O facilitador inicia entregando uma fita azul com a frase “Quem EU sou faz a diferença”.

1. Após ter entregue a fita azul, propor para o grupo fazer uma auto avaliação sem se comunicar com as demais pessoas, pesando no porque ele faz a diferença e merece receber aquela fita. Cada um fala de si.

2. Após cada um ter falado sobre o motivo pelo qual Faz a Diferença, o facilitador entrega mais uma fita azul com a mesma frase e propõem: cada qual deverá escolher um membro do grupo e entregar-lhe a fita recebida, explicando porque essa pessoa faz a diferença. (Esse exercício deve ser feito um de cada vez de forma que todos possam ouvir e participar).

3. O facilitador conclui com o grupo que comumente temos enfoque, primordialmente, em nossos defeitos e nos dos outros. Raramente paramos para perceber nossas qualidades e potenciais e na grande maioria das vezes tendemos a perceber as falhas nas pessoas em geral. “Cada um é um ser único com suas qualidades e dificuldades, mas é isso que faz com que cada um faça a diferença”.

4. O facilitador avisa que agora contara uma estória (Slide). Após levantara as seguintes questões:

· O que entenderam da estória?

· Costumam reconhecer o valor de si próprio e das pessoas de seu convívio?· Acham que é importante reconhecer as qualidades em si próprios e nos outros?

5. Após todos expressar sua opinião o facilitador entregara mais uma fita azul com a mesma frase “Quem Eu sou faz a diferença”, dizendo que faremos como a professora propôs para seus alunos, então levaremos para alguém de nosso convívio fora de sala de aula, onde falaremos o motivo pelo qual ele ira receber a fita da diferença para podermos então continuar a corrente da, plantando assim auto estima e valorização nas pessoas.

6. Ao final se for pertinente levantar as seguintes questões:

Como estão se sentindo?

Gostaram da atividade?

Acham que é importante nos focarmos mais nas qualidades que nos defeitos? Isso facilita os relacionamentos?

OBS: Geralmente, o grupo se empolga e todos acabam trocando qualidades entre si. Esse é o momento para gerar maior entrosamento e desenvolver a auto-estima individual e entrosamento grupal

REFLEXÃO:

Concluir que precisamos nos voltar para as qualidades tanto nossas quanto das pessoas de nosso convívio, pois só assim poderemos nos relacionar melhor. Com isso não estamos deixando de perceber as dificuldades e defeitos, tanto em nós como nos outros, mas quando as pessoas se sentem reconhecidas e os laços de afeto são fortalecidos a maioria das pessoas tende a se esforçar para dar o melhor de si e com isso minimizar seus defeitos e dificuldades.

ENCERRAMENTO:

Se o grupo estiver mais fortalecido e energizado com a atividade pedir para que todos se levantem e se abracem para que a união do grupo seja consolidada.

O facilitador pode entregar mais uma plaquinha ou fita para cada um do grupo e pedir para que entregue para algum familiar ou amigo.

O INSTRUTOR/FACILITADOR PRECISA ESTAR ATENTO PARA:

O grupo se envolveu na atividade?

Incentivar o grupo para que troquem as qualidades entre si, promovendo a integração do grupo.


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O_desafio_do_Rei Consertar_o_mundo livro_de_capa_preta


Estória: Transcrição do Slaid

“Quem Eu Sou Faz a Diferença”

DIFERENÇA[1]

2. Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vida de mestra. Dinâmica de Grupo

3. Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada um a diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma.

4. Logo presenteou cada um, com uma faixa azul, impressa com letras douradas, na qual se lia, ‘Quem Eu Sou Faz a Diferença’.

5. ‘Quem Eu Sou Faz a Diferença’.

6. Por fim, a mestra decidiu fazer um projeto de aula para ver o impacto que o reconhecimento teria na comunidade. 7. Deu a cada aluno mais três faixas azuis e lhes pediu que levassem adiante esta cerimônia de reconhecimento. E que deveriam acompanhar os resultados, ver quem premiou quem, e informar à turma no final de uma semana.

8. Um dos alunos foi ver um jovem executivo de uma indústria próxima e o premiou por tê-lo ajudado com o planejamento de sua carreira. Deu- lhe uma faixa azul, e colou-a em sua camisa. 9. Em seguida deu-lhe as duas faixas extras e lhe disse: “Estamos fazendo em aula um projeto de… ‘reconhecimento’, e gostaríamos que você encontrasse alguém a quem premiar e lhe desse uma faixa azul.”

10. Mais tarde, nesse mesmo dia, o jovem executivo foi ver seu chefe que tinha reputação de ser uma pessoa amargurada, e lhe disse que o admirava profundamente por ser um gênio criativo.

11. O chefe pareceu ficar muito surpreso. Então o jovem executivo lhe perguntou se ele aceitaria o presente da faixa azul e se lhe dava permissão de colocá-la em sua camisa. 12. O chefe disse: “Bem…claro!” Então o jovem executivo pegou uma das faixas azuis e a colocou no casaco do chefe, bem sobre seu coração…

13. …e oferecendo-lhe a última faixa, perguntou: “Poderia pegar esta faixa extra e passá-la a alguém mais a quem queira premiar?”

14. “O estudante que me deu estas faixas está fazendo um projeto de aula, e queremos continuar esta cerimonia de reconhecimento para ver como vai afetar as pessoas.”

15. Nessa noite, o chefe chegou em casa, sentou- se com seu filho de 14 anos, e lhe disse: “Hoje me aconteceu algo incrível!”

16. “…estava no meu escritório e um de meus empregados veio e me disse que me admirava; então me deu uma faixa azul por me considerar um gênio criativo.”

17. “Imagina! Ele pensa que eu sou um gênio criativo! Logo me pôs uma faixa azul que diz: ‘Quem Eu Sou Faz a Diferença’.

18. “Deu-me uma faixa extra e me pediu que encontrasse alguém mais a quem premiar. Quando eu estava dirigindo para casa esta noite, comecei a pensar a quem poderia premiar com esta faixa, e pensei em ti. Quero premiar a ti.”

19. “Meus dias são muito agitados e quando venho para casa, não te dou muita atenção; grito contigo por não tirar boas notas e pela desordem em teu quarto…”

20. “Por isso, esta noite, só quero sentar-me aqui e …bem… te dizer que és muito importante para mim.”

21. “Tu e tua mãe são as pessoas mais importantes em minha vida. És um grande garoto e te amo muito!”

22. O garoto surpreendido começou a soluçar e a chorar, e não conseguia parar. Todo o seu corpo tremia. 23. Olhou para seu pai e entre lágrimas lhe disse: “Papai, momentos atrás me sentei em meu quarto e escrevi uma carta para ti e para mamãe, explicando porque tinha tirado minha vida, e lhes pedia que me perdoassem.”

24. “Ia me suicidar esta noite depois de vocês terem dormido. Eu pensava que vocês não se importavam comigo.” 25. “A carta está lá em cima, mas não creio que eu vá precisar dela, depois de tudo o que conversamos.”

26. Seu pai subiu ao segundo piso e encontrou a carta, sincera e cheia de angústia e dor. 27. No dia seguinte, o chefe regressou ao trabalho totalmente modificado. Já não estava amargurado, e se empenhou em fazer todos os seus empregados saberem que cada um deles faz a diferença.

28. Por outro lado, o jovem executivo ajudou muitos outros jovens a planejarem suas carreiras, inclusive o filho do chefe, e nunca se esqueceu de lhes dizer que cada um havia feito uma diferença em sua vida…

29. A conseqüência desse projeto é que cada um dos alunos que participou dele aprendeu uma grande lição. De que…

30. “Quem és, Faz a diferença”. ‘Quem Você É Faz sim, uma Grande Diferença’.

31. Por favor, quero que saibas que tu és importante ou não terias recebido esta mensagem.

32. Estou passando a faixa azul para ti.

33. Isaías 43, 1. E agora, eis o que diz o Senhor, aquele que te criou, Jacó, e te formou, Israel: Nada temas, pois eu te resgato, eu te chamo pelo nome, és meu. 2. Se tiveres de atravessar a água, estarei contigo. E os rios não te submergirão; se caminhares pelo fogo, não te queimarás, e a chama não te consumirá. 3. Pois eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, teu salvador. Dou o Egito por teu resgate, a Etiópia e Sabá em compensação. 4. Porque és precioso a meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti. 5. Fica, tranqüilo, pois estou contigo, …

34. ‘Quem Eu Sou Faz a Diferença’.

35. domingo, 30 de agosto de 20156:23:52 Link’s para outras Mensagens 12. Sede contentes e agradecidos ao Pai, que vos fez dignos de participar da herança dos santos na luz. 13. Ele nos arrancou do poder das trevas e nos introduziu no Reino de seu Filho muito amado, (Colossenses, 1)

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O_estranho Consertar_o_mundo O Alpinista

O Vaso Rachado.



NEM TUDO QUE É VELHO E QUEBRADO É TOTALMENTE IMPRESTÁVEL E DESCARTÁVEL.




O Vaso rachado – 1


2. Uma senhora chinesa já idosa, carregava dois vasos grandes, cada um pendurado na ponta de uma vara que se apoiava em seus ombros.

Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade. Foi assim por dois anos, diariamente, o carregador entregando um pote e meio de água na casa de seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações.

3. O vaso defeituoso ao contrário envergonhava-se da sua imperfeição; perdia sempre metade do seu conteúdo e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que havia sido designado a fazer.

Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia, à beira do poço:

– Estou envergonhado, quero pedir-lhe desculpas.

– Por quê? – perguntou o homem. – De que você está envergonhado?

– Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa de seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços – disse o pote.

O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:

– Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.

De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu ânimo. Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha.

Disse o homem ao pote:

– Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado do caminho? Notou ainda que a cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava? Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Sem você ser do jeito que você é, ele não poderia ter essa beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós tem os seus próprios e únicos defeitos.

Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar nossos defeitos para embelezar a mesa de Seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Basta reconhecermos nossos defeitos e eles com certeza embelezarão a mesa de alguém…

Das nossas fraquezas, devemos tirar a nossa maior força..





 ” FOCO,  FORÇA  &  FÊ “


Qual é o Tamanho de Deus?




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Link’s para outras Mensagens:




O modelo e a caricatura.


Pensar como Jesus Pensou 08.08.2011, Programa de Padre Zezinho na Rede Aparecida



Padre Zezinho fala sobre acolhida ao próximo e fala sobre a história de Jesus seu amor e sua acolhida ao irmão, mas sobretudo ele fala sobre aqueles que dizem que são Cristãos e se esquecem que a palavra Cristão significa exatamente fazer e executar tudo aquilo que Jesus Cristo fazia neste mundo.

Se esquecer deste detalhe primordial da religião Cristã pode  surpreender muitos pregadores, pastores e profetas que serão pegos de calças na mão e sem oleo de reserva para sua lamparina.

A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.

(Romanos 13,12)



Caricatura de Profeta

Pensar como Jesus Pensou 09.08



A Pessoa Plena

Pensar como Jesus Pensou 10.08.2011




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REDE APARECIDA

Você em boa companhia
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FRANCISCO E CLARA NAMORO

O futuro da humanidade passa pela família.


Frase do Santo Padre João Paulo II.



FAMÍLIA E FUTURO DA HUMANIDADE


“O futuro da humanidade passa pela família” – afirma João Paulo II no documento sinodal que recolhe as intervenções dos representantes dos bispos católicos de todo o mundo reunidos em assembleia para “fazer o ponto da situação” a esta instituição conatural ao ser humano e configurada de modos diferenciados pelas culturas.

A família está ao serviço da pessoa e insere-se na sociedade com a qual mantém um relacionamento constante, recebendo e dando impulsos positivos e negativos. O que acontece nesta repercute-se necessariamente naquela e manifesta-se no tipo de pessoa que se pretende alcançar.

Esta perspectiva humanista serve-me de referência para dar o meu testemunho sobre a crise da instituição familiar, as políticas em curso para nivelar legalmente o que é diferente, a movimentação feita por vozes discordantes que pretendem criar uma opinião pública favorável e o silenciamento de outras que se lhe opõem.

Nasci e vivi numa família em que predominavam relações de amor fiel e generoso, de cooperação solidária, de atenção preferencial a quem estava necessitado e era frágil, de abertura ao futuro de cada um como o bem maior de todos nós. A fé cristã de meus Pais e, depois, dos meus irmãos mais velhos robustecia esta rede de suporte e entreajuda. A confiança constituía o ambiente em que fui crescendo e ganhando a sensatez indispensável a um equilíbrio saudável.

Como as dificuldades eram muitas, foi necessário exercitar outras capacidades virtuosas como a fortaleza, a prudência, a sobriedade, a temperança. Estas capacidades constituem o alicerce do amor, fruto de quem ama e é amado, sem esperar outra recompensa. Embora inclua a justiça, sempre necessária para viver o que é justo entre as partes, supera-a qualitativamente pois tende a expressar “o nós” que surge da comunhão entre elas e do respeito pelas suas diferenças.

João Paulo II na Praça de Lima em sua primeira visita à Espanha

O “húmus” da casa materna encontrou um fortificante na escola. A escassez de meios foi superada pela dedicação e competência das professoras e pelo companheirismo dos colegas. Também a paróquia com os seus serviços, sobretudo o da catequese e o da missa dominical, marcou indelevelmente o meu modo de ser e de agir. Como cidadão e como cristão, ou melhor como cidadão crente em Jesus Cristo e no seu dinamismo de amor pela felicidade integral de toda a humanidade.

A família surge claramente como o serviço por excelência à pessoa humana, a comunidade de amor e de vida, alicerçada no núcleo matrimonial heterossexual, inserida na sociedade à maneira de “célula” no organismo vivo, aberta a outros espaços culturais e religiosos. Estou convencido que a sociedade só ganha com uma equilibrada relação com a família e que os adjectivos “tradicional” ou “convencional” empobrecem a riqueza do sentido que esta comporta enquanto comunidade.

Outras formas de organizar a vida, de estruturar os afectos, de regular juridicamente as relações entre parceiros do mesmo sexo ou de configurar socialmente a sua identidade e o seu estatuto hão-de ser designadas de modo adequado à sua situação que é necessariamente diferente da família, tal como a compreendo e a valorizo.

Estou convencido que o futuro pertencerá a quem souber “gerir” bem a realidade “família” e dar razões sérias para a sua constituição e vitalidade.

Georgino Rocha

Editado por Fernando MartinsPela Positiva Portugal – Etiqueta





Dinâmica dos Balões Coloridos.


O VENDEDOR DE BALÕES.




DINÂMICA PARA REFLEXÃO


Era uma tarde de domingo e o parque estava repleto de pessoas que aproveitavam o dia ensolarado para passear e levar seus filhos para brincar.

O vendedor de balões havia chegado cedo, aproveitando a clientela infantil para oferecer seu produto e defender o pão de cada dia.


Vendedor de baloes por se.shira.

Flickr’s – Vendedor de baloes por se.shira.


Como bom comerciante, chamava atenção da garotada soltando balões para que se elevassem no ar, anunciando que o produto estava à venda.

Não muito longe do carrinho, um garoto negro observava com atenção.

Acompanhou um balão vermelho soltar-se das mãos do vendedor e elevar-se lentamente pelos ares.

Alguns minutos depois, um azul, logo mais um amarelo, e finalmente um balão de cor branca.

Intrigado, o menino notou que havia um balão de cor preta que o vendedor não soltava.

Aproximou-se meio sem jeito e perguntou:

“moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?”

O vendedor sorriu, como quem compreendia a preocupação do garoto, arrebentou a linha que prendia o balão preto e, enquanto ele se elevava no ar, disse-lhe:

“Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.”

O menino deu um sorriso de satisfação, agradeceu ao vendedor e saiu saltitando, para confundir-se com a garotada que coloria o parque naquela tarde ensolarada.



Extraído do livro

O ENIGMA DO ILUMINADO

de Anthony de Mello.


Reflexão sobre o Preconceito:

O preconceito é uma praga que se alastra na sociedade e vai deixando um rastro de prejuízos, tanto físicos como morais.
O preconceito de raça tem feito suas vítimas, ao longo da história da humanidade.   Mas não é somente o preconceito racial que tem sido causa de infelicidade. Esse malfeitor também aparece disfarçado sob outras formas para ferir e infelicitar.

Por vezes, surge como defensor da religião, espalhando a discórdia e a maldade, o sectarismo e os ódios sem precedentes.

Outras vezes apresenta-se em nome da preservação da raça, gerando abismos intransponíveis entre os filhos de Deus.Também costuma travestir-se de muro entre as classes sociais, fortalecendo o egoísmo, o orgulho, a inveja e o despeito.

Podemos percebê-lo, ainda, agindo como barreira entre a inteligência e a ignorância, disfarçado de sabedoria, impedindo que o mais esclarecido estenda a mão ao menos instruído.

O preconceito também costuma aparecer travestido de patriotismo, criando a falsa expectativa de supremacia nas mentes contaminadas pela soberba.

Ele também pode ser percebido com aparência de idealismo político, explorando mentes juvenis inexperientes e sonhadoras,

que são usadas como massa de manobra.

Como se pode perceber, o preconceito é um inimigo público que deveria ser combatido como se combate uma epidemia.

Essa chaga social tem emperrado as rodas do progresso e da paz.Por essa razão, vale empreender esforços para detectar sua ação,

sob disfarces variados, e impedir sua investida infeliz.

Começando por nós mesmos, vamos fazer uma auto-análise para verificar se o preconceito não está instalado em nosso modo de ver, de sentir, comandando nossas atitudes diárias.

Depois, extirpar de vez por todas esse mal que teima em nos impedir de viver a solidariedade e a fraternidade sem limites, como propôs o Mestre de Nazaré.

Fonte: http://www.homemsonhador.com/VendedorDeBaloes.html




Existem Fariseus ainda Hoje ?

Eu queria saber  se ainda existem pessoas como Nicodemos ?!

Ou …

Quem São os Fariseus de Hoje ?

Respondendo à pergunta de uma Leitora feita em um comentário:

Na Pagina

karolinne, em:

Comment-2333 – 2010/06/22 at 10:30 am

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Em primeiro lugar gostaria de relembrar que Nicodemos não era uma pessoa má, ele julgava estar fazendo o bem e defendendo a sua Fé.

Podemos dizer que não apenas Nicodemos como os Judeus em geral foram bem sucedidos em seu propósito de anular os efeitos da presença de Jesus para com seu povo, tanto é que hoje em dia só existem em Jerusalém apenas 2.000 cristãos Judeus, sendo que este numero já havia atingido números bem mais expressivos num passado bem recente, isto significa que os Judeus “no caso em nome (de que) Nicodemos fez o que fez” continuam trabalhando eficientemente e retirando Jesus do coração e da mente das pessoas, principalmente se elas forem de nascimento Judeu legítimo.

Podemos dizer assim:

Nicodemos foi falar com Jesus durante a noite porque conhecia a verdade e reconheceu que Jesus falava em nome do Pai, a Palavra de Deus se refere que ele estava em trevas “preferiu as trevas à luz (Jo, 3, 17)”, ou seja, ele estava longe de Deus apesar de ser um Príncipe, Mestre e Judeu exemplar fazendo tudo de acordo com a lei de seus antepassados.

A comparação com “SAULO” nos leva a entender que ele tinha o mesmo objetivo de Nicodemos, que era defender sua Fé (Judaísmo) e seu Deus de um Cristianismo que se alastrava por Israel ameaçando destruir centenas de anos uma tradição sólida e Perfeita.

Como Nicodemos, Saulo também era um Judeu da alta classe e acreditava em seu pré-julgamento que o Cristianismo era uma ameaça à sua Fé e sua religião, tanto é que estava disposto a perseguir e matar aqueles que se declarassem Seguidores de Jesus Cristo.

A conversão de Saulo se dá exatamente quando ele estava a caminho de sua primeira missão para prender e debelar um forte foco do Cristianismo na cidade de Damasco, a simbologia da enorme luz vista por Saulo antes de cair por terra significa que ele não estava nas “trevas” (não era um filho do demônio e não vivia no pecado) e sim estava cego com o excesso de luz, excesso de zelo pela sua causa e Religião meramente humana julgando que estaria fazendo a vontade de Deus e defendendo a verdade Divina.

Portanto existem duas maneiras de estar cego e não ver a verdade:

Estar em trevas onde não se vê nada.

Exemplo – Nicodemos

Estar no excesso de luz também onde não se vê nada.

Exemplo – Saulo

Como nós Cristãos poderíamos distinguir estas duas situações ?

Como saberemos se o Jovem Rico estava cego no excesso de luz ou cego nas trevas ?

Gravuras do evangelho o novo testamento 244 Cristo e o Jovem Rico

Fato é que em ambos os casos ele perde a salvação se não abrir os olhos para ver a verdade e a vontade de Deus deixando de seguir a vontade humana que facilmente se confunde quando se faz o bem e não o mal.

O que eu digo é que existe uma maneira de ser bom e fiel e não ser salvo no dia final, este é o perfeito exemplo do filho mais velho irmão do filho pródigo.

Este rapaz era perfeito, amava seu Pai, trabalhava dia e noite para o servir, não esbanjava o seu dinheiro e não vivia no pecado. No entanto, não tinha amor em seu coração, cultivava o ódio por seu irmão e isto é uma característica de que não estaria sendo semelhante a seu Pai, implicando assim  em não ser reconhecido como um verdadeiro filho deste Deus de AMOR, porque não seria como “Ele É” e não refletiria a sua imagem e sim a sua própria imagem de homem bom e perfeito, mas isto não significa que no último dia tomaria a decisão correta de abandonar tudo que lhe pertence e se agarraria unicamente em Jesus entrando para a vida eterna na presença do Pai e de todos aqueles pelos quais Ele morreu, o exemplo disso foi a decisão de Nicodemos e do jovem Rico que se afastaram de Jesus mesmo sendo pessoas exemplares na sua bondade e religiosidade humana.

A opção do Filho mais velho de não entrar na casa de seu Pai, (que poderíamos dizer ser também a sua própria casa, a salvação adquirida por direito de herança de seu Pai), é como se ele estivesse negando a entrar no Reino de Deus e na vida eterna pela qual tanto lutou na sua vida inteira só porque seu irmão que fora um pecador estava lá dentro, já que havia sido totalmente perdoado e readmitido (como filho e herdeiro da Salvação) por seu Pai de amor.

Fariseu no passado era aquele que vivia a sua religião ao pé da letra, fazia tudo de bom para ser visto e elogiado pelos demais, mas no seu íntimo não amava a Deus e o desprezava em suas orações pessoais, não seguia os conselhos de Deus e sim apenas os conselhos dos homens, se preocupava mais em fazer o que estava escrito em um pedaço de papel ou nas tábuas da lei escrita em pedra do que fazer a vontade de Deus que não estaria visivelmente escrita em lugar nenhum.

Fariseu hoje ainda é aquele que vai a Igreja todo dia, cumpre todos os preceitos, paga seu dízimo corretamente, estuda a palavra, mas faz tudo isso apenas para aparecer em público como um homem bom, justo e digno, quando no seu particular e consigo mesmo entre ele e Deus é como se Deus não existisse.

O Fariseu e o homem de Coração contrito

Sim, a resposta para a sua pergunta é exatamente esta, “SIM”:

Existem sim muitas pessoas como Nicodemos, existem muitos Fariseus hoje, existem muitos jovens ricos, existem muitos Saulos que perseguem a Fé ao invés de vive-la em suas vidas, o que falta nos dias de hoje são as Marias Madalenas, as Samaritanas, os Bons Samaritanos, as mulheres hemorroisas, os Zaqueus, os Jairos, os Lázaros, as Martas, os Bartimeus, os leprosos e acima de tudo os Paulos, nem me refiro aos outros onze apóstolos porque nós hoje estamos muito mais na condição de São Paulo já que este “Homem Santo” nunca foi discípulo de Jesus e não o conheceu pessoalmente assim como nenhum de nós o conheceu ou teria sido seu discípulo pessoal como os outros onze Apóstolos o foram e, no entanto ele se tornou o maior pregador do Cristianismo fora dos muros de Israel, pode até ser creditado a Ele, se é que existe hoje Cristianismo nesta terra, devemos ao seu bom trabalho que apesar de ter sido um dos mais exemplares Judeus, abandonou a sua luz maravilhosa e salvação garantida como seguidor da lei escrita na pedra para seguir Jesus que é a verdadeira LUZ dos homens até se tornando um Espelho quase perfeito que refletia a face de Jesus.

Eu não poderia lhe apontar os Fariseus de hoje e nem os Nicodemos, mas certamente você os reconhecerá, eu não poderia arrancar o Joio no meio do Trigo, mas devo obedecer a voz de Jesus que manda deixá-los crescer juntos até que venha a colheita final, eu não poderia apontar o cisco no olho de um irmão antes de retirar a trave do meu próprio olho e por isso eu prefiro dizer que muitas vezes todos nós nos comportamos como verdadeiros Fariseus quando não seguimos a vontade de Deus achando que seria bem melhor seguir apenas o que as leis humanas nos estabelecem como correto quando na verdade Deus nos pede uma adesão de 100% para realizar a sua vontade plena neste mundo.

Realmente é muito difícil ser um Cristão de verdade e por isso muitas vezes nos acomodamos e ficamos apenas com o nosso Farisaísmo que é muito mais fácil de ir levando, afinal todos os outros também são Fariseus como nós e não irão exigir de mim que eu seja um Cristão de verdade, exigirão sim que eu seja um perfeito Fariseu como todos os outros.

É neste ponto que relembramos de novo do primeiro ponto de nossa questão anterior.

Nicodemos vai falar com Jesus pessoalmente, porque reconhece que realmente Ele é o Messias e Filho de Deus, na verdade ele buscava um meio termo entre a sua situação de bom Fariseu e o Cristianismo autêntico pregado por Jesus para satisfazer a sua consciência, mas antes mesmo que ele dissesse alguma coisa Jesus já foi logo falando:

“Em verdade em verdade te digo, quem não nascer de novo, não poderá entrar no Reino de Deus …”  se referindo claramente que muitas coisas que Nicodemos sabia, praticava e ensinava não estavam de acordo com a vontade de Deus e que ele deveria renunciar a tudo aquilo e assumir os novos ensinamentos de Jesus que seriam totalmente incompatíveis com o que ele estava acostumado a fazer em sua vida.

Enfim, a proposta de Jesus para os homens de hoje ainda é a mesma porque Jesus não se referia apenas ao Nicodemos daquela época e sim a todos nós Nicodemos de hoje …

Temos que nascer de novo, porque só se poderá entender e realizar a vontade de Deus para o mundo aquele que estiver cheio do ESPÍRITO SANTO DE DEUS e não cheio das propostas e preconceitos humanos para o mundo.

Esta é a diferença entre Nicodemos que continuou a ser o mesmo Nicodemos de sempre “um homem Rico e Bom” e Saulo que morreu para seu homem velho na estrada de Damasco e renasceu como Paulo o grande Apóstolo do Cristianismo.

(Isaías 62,2) e (Isaías 65,15)

(Apocalipse 2,17)

Quem tiver ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor darei o maná escondido e lhe entregarei uma pedra branca, na qual está escrito um nome novo que ninguém conhece, senão aquele que o receber.

(Apocalipse 3, 12)

Farei do vencedor uma coluna no templo de meu Deus, de onde jamais sairá, e escreverei sobre ele o nome de meu Deus, e o nome da cidade de meu Deus, a nova Jerusalém, que desce dos céus enviada por meu Deus, assim como o meu nome novo.

AMEM.

Obrigado pela pergunta, é sempre bom revisar o que Jesus fala em nossos corações.

Paz de Cristo.

Jesus te ama

Sizenando / presentepravoce


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/jesus-te-ama.jpg
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/aguia.jpg


Quando foi que me tornei Invisível ?

Carta de uma avó solitária a alguém que possa ouvi-la  e entende-la, afinal todos nós seremos avós um dia!

Já não sei em que data estamos. Lá em casa não há calendários e na minha memória as datas estão todas misturadas. Me recordo daquelas folhinhas grandes, uns primores, ilustradas com imagens dos santos que colocávamos no lado da penteadeira. Já não há nada disso. Todas as coisas antigas foram desaparecendo. E sem que ninguém desse conta, eu me fui apagando também….

Primeiro me trocaram de quarto, pois a família cresceu. Depois me passaram para outro menor ainda com a companhia de minhas bisnetas.

Agora ocupo um desvão, que está no pátio de trás. Prometeram trocar o vidro quebrado da janela, porém se esqueceram, e todas as noites por ali circula um ar gelado que aumenta minhas dores reumáticas.

Mas tudo bem…


Sou Invisível

Dia Das Mães

Mães Nunca Morrem. PPT


Desde há muito tempo tinha intenção de escrever, porém passava semanas procurando um lápis. E quando o encontrava, eu mesma voltava a esquecer onde o tinha posto. Na minha idade as coisas se perdem facilmente: claro, não é uma enfermidade delas, das coisas, porque estou segura de tê-las, porém sempre desaparecem.

Noutra tarde dei-me conta que minha voz também tinha desaparecido. Quando eu falo com meus netos ou com meus filhos não me respondem. Todos falam sem me olhar, como se eu não estivesse com eles, escutando atenta ao que dizem. As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer não ocorrera a nenhum deles, e de que lhes vai ser de grande utilidade.

Porém não me ouvem, não me olham, não me respondem. Então cheia de tristeza me retiro para meu quarto e vou beber minha xícara de café.

E faço assim, de propósito, para que compreendam que estou aborrecida, para que se dêem conta que me entristecem e venham buscar-me e me peçam perdão …Porém ninguém vem….

Quando meu genro ficou doente, pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil, lhe levei um chá especial que eu mesma preparei. Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse, só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento me indicou que se dera conta da minha presença. O chá pouco a pouco foi esfriando……e junto com ele, meu coração…

Então noutro dia lhes disse que quando eu morresse todos iriam se arrepender. Meu neto menor disse: “Ainda estás viva vovó? “. Eles acharam tanta graça, que não pararam de rir. Três dias estive chorando no meu quarto, até que numa manhã entrou um dos rapazes para retirar umas rodas velhas e nem o bom dia me deu.

Foi então quando me convenci de que sou invisível…Parei no meio da sala para ver, se me tornando um estorvo me olhavam. Porém minha filha seguiu varrendo sem me tocar, os meninos correram em minha volta, de um lado para o outro, sem tropeçar em mim.

Um dia se agitaram os meninos, e me vieram dizer que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo. Fiquei muito contente. Fazia tanto tempo que não saía e mais ainda ia ao campo!

No sábado fui a primeira a levantar-me. Quis arrumar as coisas com calma. Nós os velhos tardamos muito em fazer qualquer coisa, assim que adiantei meu tempo para não atrazá-los. Rápido entravam e saíam da casa correndo e levavam as bolsas e brinquedos para o carro. Eu já estava pronta e muito alegre, permaneci no saguão a esperá-los.

Quando me dei conta eles já tinham partido e o carro desapareceu envolto em algazarra, compreendi que eu não estava convidada, talvez porque não coubesse no carro, Ou porque meus passos tão lentos impediriam que todos os demais caminhassem a seu gosto pelo bosque. Senti claro como meu coração se encolheu e a minha face ficou tremendo como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar.

Eu os entendo, eles vivem o mundo deles. Riem, gritam, sonham, choram, se abraçam, se beijam. E eu, já nem sinto mais o gosto de um beijo.

Antes beijava os pequeninos, era um prazer enorme tê-los em meus braços, como se fossem meus.

Sentia sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim. A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade de cantar canções que nunca acreditara me lembrar.

Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê disse que não era bom que os anciãos beijassem aos bebês, por questões de saúde…

Desde então já não me aproximo deles, não quero lhes passar algo mal por minhas imprudências. Tenho tanto medo de contagiá-los !

Eu os bendigo a todos e lhes perdôo, porque…

‘QUE CULPA EU TENHO DE TER ME TORNADO INVISÍVEL?’

TRADUÇÃO HELSAN


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Terapia do Elogio!


Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios…




Não existe mais carinho;

Não valorizam mais as qualidades;

Só se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando…

Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda.

Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência, são pessoas que têm a obrigação de cuidar de sua imagem externa, o corpo e do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias e os relacionamentos.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios psiquiátricos.

Esvaziam e destroem seus casamentos, e acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Comecemos a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.

Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam.

O bom profissional, o bom filho, o bom pai ou a boa mãe, o bom amigo, a boa dona de casa…

A mulher e o homem que se cuidam…

Enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível se viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Então elogie alguém hoje!

Eu começo!!!

Você é muito especial e com certeza o mundo será muito mais bonito a partir de agora …

por causa de você!

Respeitando os Créditos:

Veja o PPS Abaixo:

Formatação – Fernando S Loureiro

Texto – Arthur Nogueira – Psicólogo

Música – Dreaming – Ernesto Cortazar

Volta Redonda – RJ – 2010


Novo PPS Terapia_do_Elogio

Estudo – Pesquisa

Quem És faz a Diferença . PPT


Terapia_do_Elogio PPSX Estudo – Pesquisa


SEMANA NACIONAL DA VIDA.


2011



VIDA HUMANA

NO PLANETA

De 1º a 07 de outubro


A Semana Nacional da Vida parte da dinâmica de defesa da vida e começou a ser celebrada bem antes de sua oficialização pela CNBB em 2005.

A Igreja, fundada sobre a Palavra de Deus, defende e instrui o homem como protagonista em favor da vida. Não é de hoje que os documentos da Igreja trabalham o tema da vida e sua defesa.

Nestes 30 anos da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, do Beato João Paulo II, percebemos claramente que Família e Vida são os dois grandes pilares da Igreja. No número 30 deste documento, lemos o seguinte: “A Igreja é chamada a manifestar novamente a todos, com uma firme e mais clara convicção, a vontade de promover, com todos os meios, e de defender contra todas as insídias a vida humana, em qualquer condição e estado de desenvolvimento em que se encontre”.

Com efeito, o anúncio do Evangelho da Vida é “particularmente urgente diante da impressionante multiplicação e agravamento das ameaças à vida das pessoas e dos povos, especialmente quando é fraca e indefesa”(Carta Encíclica Evangelium Vitae, 3), afirma o Beato João Paulo II, que foi um grande defensor da vida..


Publicações: Pagina da Pastoral da Família.



ORAÇÃO

Nós vos louvamos Senhor, Deus da Vida.
Bendito sejais, porque nos criastes por amor.
Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno.
Nós vos agradecemos pelos nossos pais, famílias
e todas as pessoas que cuidam da vida humana desde o seu início até o fim.
Em Vós somos, vivemos e existimos.
Abençoai todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem.
Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde.
Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé e o amor fraterno.
Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nossos nascituros,
nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos,
para que tenham vida plena em Jesus,
que ofereceu sua vida em favor de todos.
Amém.

(D. Orlando Brandes)


2010




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2009



snvida2009

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Em 2005 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), instituiu a Semana Nacional de Defesa da Vida, de 1 a 7 de outubro e 8 o Dia do Nascituro. Nesse período, as dioceses são convidadas a desenvolver várias atividades em favor da vida. A Declaração sobre Exigências Éticas em Defesa da Vida, fruto da Assembléia Geral, conclama toda Igreja a refletir, em profundidade, através de celebrações, cursos, encontros e seminários sobre temas de bioética, e a se manifestar, sempre que necessário, sobre o valor da vida em todas as suas dimensões.

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Nós vos louvamos, Senhor, Deus da Vida.
Bendito sejais, porque nos criastes por amor.
Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno.
Nós vos agradecemos pelos nossos pais, famílias e todas as pessoas que cuidam da vida humana desde seu início até o fim.
Em Vós somos, vivemos e existimos.
Abençoais todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem.
Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde.
Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé e o amor fraterno.
Nossa Senhora Aparecida, intercedei por nosso nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos.

Amém.

D. Orlando Brandes

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CHÁCARA JEUS CURA

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FAMÍLIA HUMANA, COMUNIDADE DE PAZ.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI

PARA A CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA PAZ

Família, sociedade e paz

A humanidade é uma grande família

Família, comunidade humana e ambiente

Família, comunidade humana e economia

Família, comunidade humana e lei moral

Superação dos conflitos e desarmamento

1o DE JANEIRO DE 2008

O futuro está à nossa frente.

1. NO INÍCIO DE UM ANO NOVO, desejo fazer chegar meus ardentes votos de paz, acompanhados duma calorosa mensagem de esperança, aos homens e mulheres do mundo inteiro; faço-o, propondo à reflexão comum o tema com que abri esta mensagem e que me está particularmente a peito: Família humana, comunidade de paz. Com efeito, a primeira forma de comunhão entre pessoas é a que o amor suscita entre um homem e uma mulher decididos a unir-se estavelmente para construírem juntos uma nova família. Entretanto, os povos da terra também são chamados a instaurar entre si relações de solidariedade e colaboração, como convém em membros da única família humana: « Os homens – sentenciou o Concílio Vaticano II – constituem todos uma só comunidade; todos têm a mesma origem, pois foi Deus quem fez habitar em toda a terra o inteiro gênero humano (Act 17, 26); têm também todos um só fim último, Deus ».(1)

Família, sociedade e paz

2. A família natural, enquanto comunhão íntima de vida e de amor fundada sobre o matrimonio entre um homem e uma mulher,(2) constitui « o lugar primário da ‘‘humanização” da pessoa e da sociedade »,(3) o « berço da vida e do amor ».(4) Por isso, a família é justamente designada como a primeira sociedade natural, « uma instituição divina colocada como fundamento da vida das pessoas, como protótipo de todo o ordenamento social ».(5)

3. Com efeito, numa vida familiar « sã » experimentam-se algumas componentes fundamentais da paz: a justiça e o amor entre irmãos e irmãs, a função da autoridade manifestada pelos pais, o serviço carinhoso aos membros mais débeis porque pequenos, doentes ou idosos, a mútua ajuda nas necessidades da vida, a disponibilidade para acolher o outro e, se necessário, perdoar-lhe. Por isso, a família é a primeira e insubstituível educadora para a paz. Não admira, pois, que a violência, quando perpetrada em família, seja sentida como particularmente intolerável. Deste modo, quando se diz que a família é « a primeira célula vital da sociedade »,(6) afirma-se algo de essencial. A família é fundamento da sociedade inclusivamente porque permite fazer decisivas experiências de paz. Devido a isso, a comunidade humana não pode prescindir do serviço que a família realiza. Onde poderá o ser humano em formação aprender melhor a apreciar o « sabor » genuíno da paz do que no « ninho » primordial que a natureza lhe prepara? A linguagem familiar usa um léxico de paz; aqui é necessário recorrer sempre para não perder o uso do vocabulário da paz. Na inflação das linguagens, a sociedade não pode perder a referência àquela « gramática » que cada criança aprende dos gestos e olhares da mãe e do pai, antes mesmo das suas palavras.

4. Uma vez que a família tem o dever de educar os seus membros, a mesma é titular de direitos específicos. A própria Declaração Universal dos Direitos Humanos, que constitui uma aquisição de civilização jurídica de valor verdadeiramente universal, afirma que « a família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito a ser protegida pela sociedade e pelo Estado ».(7) Por seu lado, a Santa Sé quis reconhecer uma especial dignidade jurídica à família, publicando a Carta dos Direitos da Família. Lê-se no Preâmbulo: « Os direitos da pessoa, ainda que expressos como direitos do indivíduo, têm uma dimensão social fundamental, que encontra na família a sua expressão originária e vital ».(8) Os direitos enunciados na Carta são expressão e explicitação da lei natural, inscrita no coração do ser humano e que lhe é manifestada pela razão. A negação ou mesmo a restrição dos direitos da família, obscurecendo a verdade sobre o homem, ameaça os próprios alicerces da paz.

5. Deste modo quem, mesmo inconscientemente, combate o instituto familiar, debilita a paz na comunidade inteira, nacional e internacional, porque enfraquece aquela que é efetivamente a principal « agência » de paz. Este é um ponto que merece especial reflexão: tudo o que contribui para debilitar a família fundada sobre o matrimonio de um homem e uma mulher, aquilo que directa ou indebitamente refreia a sua abertura ao acolhimento responsável de uma nova vida, o que dificulta o seu direito de ser a primeira responsável pela educação dos filhos, constitui um impedimento objetivo no caminho da paz. A família tem necessidade da casa, do emprego ou do justo reconhecimento da atividade doméstica dos pais, da escola para os filhos, de assistência sanitária básica para todos. Quando a sociedade e a política não se empenham a ajudar a família nestes campos, privam-se de um recurso essencial ao serviço da paz. De forma particular os meios de comunicação social, pelas potencialidades educativas de que dispõem, têm uma responsabilidade especial de promover o respeito pela família, de ilustrar as suas expectativas e os seus direitos, de pôr em evidência a sua beleza.

Papa- Família

A humanidade é uma grande família

6. A própria comunidade social, para viver em paz, é chamada a inspirar-se nos valores por que se rege a comunidade familiar. Isto vale tanto para as comunidades locais como nacionais; mais, vale para a própria comunidade dos povos, para a família humana que vive nesta casa comum que é a terra. Numa tal perspectiva, porém, não se pode esquecer que a família nasce do « sim » responsável e definitivo de um homem e de uma mulher e vive do « sim » consciente dos filhos que pouco a pouco entram a fazer parte dela. Para prosperar, a comunidade familiar tem necessidade do consenso generoso de todos os seus membros. É preciso que esta consciência se torne convicção partilhada também por quantos são chamados a formar a família humana comum. É necessário saber dizer o « sim » pessoal a esta vocação que Deus inscreveu na nossa própria natureza. Não vivemos uns ao lado dos outros por acaso; estamos percorrendo todos um mesmo caminho como homens e por isso como irmãos e irmãs. Desta forma, é essencial que cada um se empenhe por viver a própria vida em atitude de responsabilidade diante de Deus, reconhecendo n’Ele a fonte originária da existência própria e alheia. É subindo até este Princípio supremo que se pode perceber o valor incondicional de todo o ser humano, colocando as premissas para a edificação duma humanidade pacificada. Sem este Fundamento transcendente, a sociedade é apenas uma agregação de vizinhos, e não uma comunidade de irmãs e irmãos chamados a formar uma grande família.

Família, comunidade humana e ambiente

7. A família precisa duma casa, dum ambiente à sua medida onde tecer as próprias relações. No caso da família humana, esta casa é a terra, o ambiente que Deus criador nos deu para que o habitássemos com criatividade e responsabilidade. Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos. Obviamente, o ser humano tem um primado de valor sobre toda a criação. Respeitar o ambiente não significa considerar a natureza material ou animal mais importante do que o homem; quer dizer antes não a considerar egoisticamente à completa disposição dos próprios interesses, porque as gerações futuras também têm o direito de beneficiar da criação, exprimindo nela a mesma liberdade responsável que reivindicamos para nós. Nem se hão-de esquecer os pobres, em muitos casos excluídos do destino universal dos bens da criação. Atualmente a humanidade teme pelo futuro equilíbrio ecológico. Será bom que as avaliações a este respeito se façam com prudência, no diálogo entre peritos e cientistas, sem acelerações ideológicas para conclusões apressadas e sobretudo pondo-se conjuntamente de acordo sobre um modelo de progresso sustentável, que garanta o bem-estar de todos no respeito dos equilíbrios ecológicos. Se a tutela do ambiente comporta os seus custos, estes devem ser distribuídos com justiça tendo em conta a disparidade de desenvolvimento dos vários países e a solidariedade com as futuras gerações. Prudência não significa deixar de assumir as próprias responsabilidades e adiar as decisões; significa antes assumir o empenho de decidir juntos depois de ter ponderado responsavelmente qual a estrada a percorrer, com o objetivo de reforçar aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho.

8. A tal propósito, é fundamental « sentir » a terra como « nossa casa comum » e escolher, para uma gestão da mesma ao serviço de todos, a estrada do diálogo em vez de decisões unilaterais. Podem-se aumentar, se for necessário, os lugares institucionais a nível internacional, para se enfrentar conjuntamente o governo desta nossa « casa »; mas, o que mais conta é fazer maturar nas consciências a convicção da necessidade de colaborar responsavelmente. Os problemas que se desenham no horizonte são complexos e o tempo escasseia. Para fazer frente de maneira eficaz à situação, é preciso agir de comum acordo. Um âmbito onde seria particularmente necessário intensificar o diálogo entre as nações é o da gestão dos recursos energéticos do planeta. A tal respeito, uma dupla urgência preme sobre os países tecnologicamente avançados: é preciso, por um lado, rever os elevados níveis de consumo devido ao modelo actual de progresso e, por outro, providenciar adequados investimentos para a diferenciação das fontes de energia e o melhoramento da sua utilização. Os países emergentes sentem carência de energia, mas às vezes esta carência é remediada prejudicando os países pobres, que, pela insuficiência das suas infra-estruturas nomeadamente tecnológicas, se vêem obrigados a vender ao desbarato os recursos energéticos em seu poder. Às vezes a sua própria liberdade política é posta em discussão por formas de protetorado ou, em todo o caso, de condicionamento que resultam claramente humilhantes.

Divulgação

Família, comunidade humana e economia

9. Condição essencial para a paz nas famílias é que estas assentem sobre o alicerce firme de valores espirituais e éticos compartilhados. No entanto, é preciso acrescentar que a família experimenta autenticamente a paz quando a ninguém falta o necessário, e o patrimônio familiar – fruto do trabalho de alguns, da poupança de outros e da colaboração ativa de todos – é bem gerido na solidariedade, sem excessos nem desperdício. Para a paz familiar, portanto, é necessária a abertura a um patrimônio transcendente de valores, mas, simultaneamente, há que não menosprezar a sapiente gestão quer dos bens materiais quer das relações entre as pessoas. O falimento desta componente tem como conseqüência a quebra da confiança recíproca devido às perspectivas incertas que passam a gravar sobre o futuro do núcleo familiar.

10. O mesmo se diga daquela grande família que é a humanidade no seu todo. De fato a família humana, que hoje aparece ainda mais interligada pelo fenômeno da globalização, além de um alicerce de valores compartilhados tem necessidade também de uma economia que corresponda verdadeiramente às exigências de um bem comum com dimensões planetárias. A referência à família natural revela-se, sob este ponto de vista também, singularmente sugestiva. Entre os indivíduos humanos e entre os povos, é preciso promover relações carretas e sinceras, que permitam a todos colaborarem num plano de paridade e justiça. Ao mesmo tempo, tem-se de trabalhar por uma sábia utilização dos recursos e uma eqüitativa distribuição da riqueza. De forma particular, as ajudas concedidas aos países pobres devem obedecer a critérios duma lógica econômica sã, evitando desperdícios que no fim de contas resultam sobretudo do funcionamento de custosos aparelhos burocráticos. É preciso ter em devida conta também a exigência moral de fazer com que a organização econômica não obedeça somente às duras leis do lucro imediato, que se podem revelar desumanas.

Família, comunidade humana e lei moral

11. Uma família vive em paz, se todos os seus componentes se sujeitam a uma norma comum: é esta que impede o individualismo egoísta e que mantém unidos os indivíduos, favorecendo a sua coexistência harmoniosa e laboriosidade para o fim comum. Tal critério, em si óbvio, vale também para as comunidades mais amplas: desde as locais passando pelas nacionais, até à própria comunidade internacional. Para se gozar de paz, há necessidade duma lei comum que ajude a liberdade a ser verdadeiramente tal, e não um arbítrio cego, e que proteja o fraco da prepotência do mais forte. Na família dos povos, verificam-se muitos comportamentos arbitrários, seja dentro dos diversos Estados seja nas relações destes entre si. Além disso, não faltam situações em que o fraco tem de inclinar a cabeça não frente às exigências da justiça mas à força nua e crua de quem possui mais meios do que ele. É preciso repeti-lo: a força há de ser sempre disciplinada pela lei, e isto mesmo deve acontecer também nas relações entre Estados soberanos.

12. Sobre a natureza e a função da lei, já muitas vezes se pronunciou a Igreja: a norma jurídica que regula as relações das pessoas entre si, disciplinando os comportamentos externos e prevendo também sanções para os transgressores, tem como critério a norma moral assente na natureza das coisas. A razão humana, por sua vez, é capaz de discerni-la, pelo menos nas suas exigências fundamentais, subindo assim até à Razão criadora de Deus que está na origem de todas as coisas. Esta norma moral deve regular as opções das consciências e guiar todos os comportamentos dos seres humanos. Existirão normas jurídicas para as relações entre as nações que formam a família humana? E, se existem, serão operativas? Eis a resposta: sim, as normas existem, mas para fazer com que sejam verdadeiramente operativas é preciso subir até à norma moral natural como base da norma jurídica; de contrário, esta fica à mercê de frágeis e provisórios consensos.

13. O conhecimento da norma moral natural não está vedado ao homem que entre em si mesmo e, tendo diante dos olhos o próprio destino, se interrogue sobre a lógica interna das mais profundas inclinações presentes no seu ser. Embora com perplexidades e incertezas, ele pode chegar a descobrir, pelo menos nas suas linhas essenciais, esta lei moral comum que, independentemente das diferenças culturais, permite aos seres humanos entenderem-se entre si quanto aos aspectos mais importantes do bem e do mal, do justo e do injusto. É imprescindível subir até esta lei fundamental, empenhando nesta pesquisa as nossas melhores energias intelectuais sem deixar-se desanimar por equívocos nem confusões. Com efeito, valores radicados na lei natural estão presentes, ainda que de forma fragmentária e nem sempre coerente, nos acordos internacionais, nas formas de autoridade universalmente reconhecidas, nos princípios do direito humanitário recebido nas legislações dos diversos Estados ou nos estatutos dos organismos internacionais. A humanidade não está « sem lei ». É urgente, porém, prosseguir o diálogo sobre estes temas, favorecendo a convergência das próprias legislações dos diversos Estados sobre o reconhecimento dos direitos humanos fundamentais. O crescimento da cultura jurídica no mundo depende, para além do mais, do esforço de tornar as normas internacionais sempre substanciosas de conteúdo profundamente humano, para evitar a sua redução a procedimentos facilmente contornáveis por motivos egoístas ou ideológicos.

Familia - Family

Superação dos conflitos e desarmamento

14. A humanidade vive hoje, infelizmente, grandes divisões e fortes conflitos que lançam densas sombras sobre o seu futuro. Temos vastas áreas do planeta envolvidas em tensões crescentes, enquanto o perigo de se multiplicarem os países detentores de armas nucleares cria motivadas apreensões em toda a pessoa responsável. Há ainda muitas guerras civis no continente africano, embora também se tenham registrado em vários dos seus países progressos na liberdade e na democracia. O Médio Oriente continua a ser teatro de conflitos e atentados, que não deixam de influenciar nações e regiões limítrofes com o risco de arrastá-las na espiral da violência. A nível mais geral, há que registrar, com tristeza, um número maior de Estados envolvidos na corrida aos armamentos: temos até nações em vias de desenvolvimento que destinam uma quota importante do seu magro produto interno para a compra de armas. Neste funesto comércio, são muitas as responsabilidades: há os países do mundo industrialmente desenvolvido que arrecadam avultados lucros da venda de armas e temos as oligarquias reinantes em muitos países pobres que pretendem reforçar a sua posição com a aquisição de armas cada vez mais sofisticadas. Em tempos tão difíceis, é verdadeiramente necessária a mobilização de todas as pessoas de boa vontade para se encontrar acordos concretos que visem uma eficaz desmilitarização, sobretudo no campo das armas nucleares. Nesta fase em que o processo de não proliferação nuclear marca passo, sinto-me no dever de exortar as Autoridades a retomarem, com mais firme determinação, as conversações em ordem ao desmantelamento progressivo e concordado das armas nucleares existentes. Ao renovar este apelo, sei que dou voz a um desejo compartilhado por quantos têm a peito o futuro da humanidade.

15. Há sessenta anos, a Organização das Nações Unidas tornava pública, de maneira solene, a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948-2008). Com tal documento, a família humana reagia aos horrores da II Guerra Mundial, reconhecendo a sua própria unidade assente na igual dignidade de todos os homens e pondo, no centro da convivência humana, o respeito pelos direitos fundamentais dos indivíduos e dos povos: tratou-se de um passo decisivo no árduo e imperativo caminho da concórdia e da paz. Merece também menção especial a passagem do 25º aniversário da adesão pela Santa Sé da Carta dos Direitos da Família (1983-2008), bem como o 40º aniversário da celebração do primeiro Dia Mundial da Paz (1968-2008). Fruto duma providencial intuição do Papa Paulo VI, retomada com grande convicção pelo meu amado e venerado predecessor, Papa João Paulo II, a celebração deste Dia proporcionou ao longo dos anos a possibilidade de a Igreja desenvolver, através das Mensagens publicadas para tal circunstância, uma doutrina elucidativa em defesa deste bem humano fundamental. É precisamente à luz de tais significativas comemorações que convido todo o homem e toda a mulher a tomarem consciência mais lúcida da sua pertença comum à única família humana e a empenharem-se por que a convivência sobre a terra espelhe cada vez mais esta convicção da qual depende a instauração de uma paz verdadeira e duradoura. Em seguida, convido os crentes a implorarem de Deus, sem se cansar, o grande dom da paz. Os cristãos, por seu lado, sabem que podem confiar-se à intercessão d’Aquela que, sendo Mãe do Filho de Deus encarnado para a salvação da humanidade inteira, é Mãe comum.

A todos, desejo um Ano Novo feliz!

Vaticano, 8 de Dezembro de 2007.

SEJA VOCÊ MESMO !

COMO FAZER ALGO

DESINTERESANTE SE TORNAR

A COISA MAIS PROCURADA

DO MUNDO.

Encontro de Jovens / 29.03 por Fazendo Jovens Discipulos...

O Marketing e a propaganda fazem exatamente isto, fazem algo sem o menor valor parecer a coisa mais valiosa do mundo, e é por isso que acabamos comprando gato por lebre.

Mas quando falamos de algo naturalmente bom, incrivelmente percebemos um desinteresse generalizado, ultimamente temos percebido isto acontecendo, o interesse por coisas boas é substituído pela busca de coisas fúteis e desprezíveis.

O que é bom, é eterno e não nos decepciona jamais.

Como então ser tão desinteressante ?

O mundo inverteu o valor das coisas, o que é bom e durável perdeu o valor e o que é ruim e descartável se tornou o bem mais desejado e mais valioso!

Talvez seja por este motivo que o nosso lindo e adorável Planeta esteja se resumindo a uma montanha de lixo tóxico que acabará engolindo a todos nós.

Mas, não quero falar de coisas ruins, não vou falar de pessoas descartáveis, nem de previsões pessimistas, afinal eu vim falar de coisas boas e interessantes, sem mentiras, falsidades ou marketing de propaganda.

O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo. O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.

(São Mateus 13, 44 a 46)

Buscar coisas boas e úteis deveria ser  algo natural ao ser humano, é natural e imprescindível, no entanto trocamos esta busca por produtos que vem com embalagens brilhantes e que já estão posicionados na altura dos olhos nas prateleiras dos grandes Hiper-Mercados.

A embalagem que nos atrai é o componente mais caro do produto, sem ela o produto não seria vendido por não ser desejado, na verdade pagamos por algo sem valor que não serve para nada e vai direto para o lixo poluir o planeta.

Por isso, muito se fala sobre o mais importante que é o conteúdo e não o invólucro ou a embalagem, o que tem valor é o presente dentro do pacote e não o papel que embrulha o exterior do pacote, como disse uma certa vez Saint Exupery no livro O Pequeno Príncipe, “O essencial é invisível aos olhos…”, de certa forma todos nós reconhecemos esta verdade mas deixamos nos levar pela beleza de um pacote bem embrulhado.

Em um mundo de aprências enganadoras, queremos sempre o que é concreto, cobramos dos outros atitudes cinceras, preferimos um amor verdadeiro mas brincamos com os sentimentos daqueles que nos amam.

Mascaras

Façamos o seguinte então, precisamos aprender a ser o que gostaríamos que os outros fossem, já que sempre observamos os defeitos deles e nunca os nossos próprios, seja para o outro aquilo que você gostaria que  o outro fosse para você.  A formula é simples, mas a prática é complicada, fato é que todos nós precisamos aprender a ser gente, ou melhor dizendo precisamos ser aquilo que nascemos para ser, sem seguir as deformações que o sistema moderno nos impõe.

Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito.

(Romanos 12,2)

g_castelinhoformas[1]Veja esta proposta de Paulo não é nada difícil, porque ele diz para sermos exatamente aquilo que sempre fomos e não ser como uma falsa proposta do mundo, entrar em uma fôrma que não se assemelha ao ser humano, até os macacos conseguem acertar a forma certa para o formato das peças encaixáveis do brinquedo ao lado, como nós Homens inteligentes conseguimos errar esta proposta tão simples ?

O ser Humano que nasceu para ser Humano está seguindo um caminho  diferente de suas características e é por este motivo que sofre as consequencias desta deformação.

Quando falamos de Santidade, falamos de perfeição, ser perfeito é ser puro sem deformações, ser perfeito é ser aquilo que se é e não outra coisa diferente, ser Santo é ser um Humano perfeito, nada mais que Humano, Jesus despojou-se de si, mesmo sendo Deus e nasceu Homem como nós e mesmo assim sempre foi Santo.

Porque encaramos com tanta dificuldade uma proposta tão simples, porque nos esquivamos quando ouvimos alguém falando de Santidade?

Nicodemos se esquivou pela noite adentro fugindo da proposta de Jesus, quando este lhe propôs retornar a ser um homem puro como criança, ou seja, simplesmente um Homem sem o aprendizado de varios anos que o formaram um Doutor Fariseu. As vezes o que achamos ser bom, é apenas uma limitação de nossa propria felicidade, que não alcançamos porque a estamos buscando na direção oposta que sempre esteve.

As palavras sabias de Jesus para Nicodemos indicavam-lhe um bom caminho, voltar a ser ele mesmo e não uma pessoa mascarada, limitada, infeliz, rude, dissimulada, covarde e etc.   Para que alcançace o seu próprio eu, deveria simplesmente rasgar o seu diploma de Mestre e abandonar seu posto de membro do alto conselho para seguir Jesus rumo ao Reino de Deus, que nada mais é que o resumo de tudo aquilo que sonhamos de bom para nós, ou seja, o tesouro mais precioso de todos. Este Reino não é uma utopia, mas só poderão participar dele aqueles que forem perfeitos ou simplesmente puros como uma criança.

Um pedido que Jesus fez ao Pai em oração, quando intercedia por nós, nos mostra claramente que seu desejo a nosso respeito, nada mais é que sejamos nós mesmos, um Homem que foi Criado a Imagem e semelhança Divina e que com o Auxílio do Paráclito  “O Espírito Santo” alcançaríamos enfim o objetivo proposto desde o início pelo Pai criador.

“Não peço que os tires do mundo, mas sim que os preserves do mal, Eles não são do mundo, como também eu não sou do mundo. Santifica-os pela verdade. A tua palavra é a verdade.

(São João 17,15)

Santificarnos na verdade é retornarmos a ser nós mesmos, renovarmos o nosso homem interior segundo a ação do Espírito de Deus em nós, buscando cada vez mais nos asselharmos ao nosso Pai Celeste. Para seguir esta proposta, você não precisa deixar de ser você mesmo, muito pelo contrário, Jesus pede que você deixe de ser o homem distorcido e deturpado que muitas vezes segue o vento e o modismo que o mundo lhe impõe.

Venha ser um Jovem de Jesus, você verá que além de não ser tão difícil assim como parecia, você ainda poderá viver momentos inesquecíveis que você jamais imaginou que poderia acontecer em sua vida.

Ps. Adultos e Velhos também são bem vindos..

Jovens e Adultos no JMJ - Sidiney Austália - 2009.

Jovens e Adultos no JMJ - Sidiney Austália - 2009.

Veja a proposta feita pelo Papa João Paulo II

Precisamos de Santos…

“PRECISAMOS DE SANTOS sem véu ou batina, de Santos de calça jeans e tênis, de santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos, de santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se “lascam” na faculdade, de santos que tenham tempo todo dia para rezar e saibam namorar na pureza e castidade, de santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo. De santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais, de santos que se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo. Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas. Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que tomem um refrigerante ou comam pizza no fim-de-semana com os amigos, de santos que gostem de teatro, de música, de dança, de desporto. Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, alegres, companheiros. Precisamos de Santos que estejam no mundo e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos”.

45. O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.
46. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.

Apocalipto, Filme de Mel Gibson Retrata Civilização Maya e Asteca.


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Apocalypto interpreta a vida cotidiana dos Povos que habitaram a região da América Central e na Península de Yucatán no México e Guatemala antes da colonização Espanhola.

Uma tribo nativa vive em um dia normal, mas sente-se um mau presságio no ar.    De repente, durante a noite, o inimigo invade a tribo com muita selvageria.   Quem não morre na luta é capturado para ser levado à grande pirâmide de pedra “Chichén Itzá” com o objetivo de serem oferecidos em sacrifício ao deus sol em troca de chuva para as plantações.

Durante o trajeto da viagem vai tecendo-se em forma de visões e presságios proféticos a promessa de um libertador ou “Redentor em analogia ao Cristianismo” que os salvará daquele mal.

O “Apocalypto, palavra grega, não Yukateca que significa, minha revelação”, que não é compreendido e nem decifrado por ninguém durante o decorrer da estória no filme. Este ato selvagem criminoso e de grande repugnância para a nossa civilização de hoje, será interrompido por uma “intervenção Divina“, ou seja, um eclipse solar que naquele momento possibilita a fuga do “Garra de Jaguar” o libertador profetizado anteriormente, este faz uma fuga surpreendente em busca de salvar sua companheira prestes a dar a luz, que havia ficado dentro de um buraco ao lado da tribo atacada, são momentos de perseguição na floresta incríveis, onde apenas um homem movido pelo Amor e instinto de sobrevivência derrota sozinho os melhores guerreiros do Império Maya.  Após salvar sua amada de uma enchente e ter recebido seu novo filho contempla ao longe no mar a chegada das primeiras embarcações espanholas que vieram ao continente como a esperança de uma nova civilização.

Por outro lado, os Espanhóis vieram e colonizaram o Novo Mundo “O Eldorado“, levando as riquezas para seu país de origem.    Apesar de se intitular “A nova Civilização”, foi marcada também por uma ocupação sangrenta e escravagista equivalente à formação de um novo Império substituindo o Asteca que dominava a região na época.


Novo Filme Indiana Jones.


Um fato não abordado neste filme, foi o extermínio da civilização Asteca pelos Espanhóis  que a princípio haviam sido recebidos como deuses que eram aguardados como salvadores exatamente para aquela época da história, assim como hoje esperamos o retorno de Cristo, os Espanhóis foram recebidos e hospedados no palácio Asteca como este “Enviado divino” que havia retornado ao convívio de seu povo.    Os Espanhóis se aproveitaram disso, para estudarem o inimigo, que até então eram anfitriões, mas esta farsa não durou muito, e perceberam que alguma coisa estava errada, tentaram matá-los, mas conseguiram fugir com muitas baixas.   Cortez o Líder dos Espanhóis escapou com todo o conhecimento adquirido, reuniu novas tropas e retornou, agora não mais como “deus” nem como “Amigo”, mas como um neo-Imperador para conquistar a segunda maior cidade do mundo na época, “hoje cidade do México”.    Os Astecas tinham um exército numericamente infinitamente maior que Cortez  porém com pouco conhecimento na arte da guerra e armas meramente artesanais, foram derrotados facilmente pelos canhões e balas dos Espanhóis  sem mencionar os cavalos e os cães que eram usados nas batalhas  que levavam uma grande vantagem matando seu inimigo ali mesmo, enquanto que os Astecas, insistiam em capturar os Espanhóis com o objetivo de oferecê-los em sacrifício aos deuses mais tarde.   Somente após ter conquistado esta vitória sobre os Astecas os Espanhóis partiram para o encontro com os Mayas na Península de Yucatán.


Os fatos narrados neste filme foram muito criticados pelos descendentes Mayas e Astecas na Guatemala, como extremamente discriminatórios e selvagens, sem dizer o fato de não apresentarem os personagens como os verdadeiros Mayas se apresentavam na época retratada, porém, muitos historiadores concordam com a interpretação dos fatos, com poucas ressalvas  O que está em julgamento não é o comportamento de uma Civilização antiga e sim o comportamento da nova Civilização que ocupou o seu lugar e que em pouco se difere na prática da anterior.


Iazua Larios, Protagonista

Eles não conheciam o Deus Verdadeiro, nem Jesus Cristo o Crucificado, e não se falava em preceitos ou 10 Mandamentos, eram povos com culturas e religiosidade baseada em deuses pagãos totalmente oriundos da necessidade humana de preencher seu vazio interior, “na ausência da verdade, supre-se com fantasias advindas da própria mente humana”, justificando a extinção de várias civilizações anteriores  movidas pelo erro de sacrificar vidas semelhantes em troca de favores divinos, por isso houve uma grande resistência à colonização e a catequese da Igreja Católica.

Podemos até concordar que os fatos eram tão graves, que realmente Deus teria enviado sim os Espanhóis para finalizar aqueles atos tão desumanos contra os próprios irmãos semelhantes.

Para aqueles povos que foram dominados pelo poder das armas Espanholas, Cortez era apenas outro Imperador que assumira o poder na região, porém os Espanhóis passariam a impor outra cultura e outra religião totalmente diferentes da anterior, religião esta que, mesmo praticada exteriormente não implicava em uma aceitação de fé interior, os nativos resistiam em Crer no Deus Espanhol Dominante, pois suas práticas milenares não seriam esquecidas e substituídas assim de um momento para o outro.

Muita coisa havia mudado na maneira de viver e na maneira de prestar seus cultos que foram praticamente proibidos e substituídos por outras práticas totalmente desconhecidas para eles.



MAYAS – O Filme Apocalipto

Divulgou e acabou ajudando a eleição!

Pirâmide de Chichén Itzá, Capital do Império Maya, foi eleita uma das sete novas Maravilhas do Mundo.



O que Nossa Senhora de Guadalupe tem a ver com os Mayas.


Naquele dia na colina do Tepeyac, Maria pediu ao índio recém batizado Juan Diego que levasse um recado ao Sr. Bispo, mas esse recado na verdade seria para todos os nativos da região que também presenciaram o milagre da aparição da Virgem no manto do indígena.

O milagre de Maria fez mais efeito do que podia ser esperado, pois a evangelização que andava a passos lentos, levaram milhares de nativos a se converterem em massa devido ao significado do acontecimento com os milagres que se sucederam, se aproximaram da Igreja Católica de todo o coração, aboliram definitivamente os rituais de sacrifícios humanos, mesmo que fosse apenas uma memória dos atos praticados por seus antepassados.

A fé se espalhou e alcançou toda a América latina de língua espanhola, os fatos foram pouco divulgados no Brasil já que tinha estreitas ligações com os Jesuítas Portugueses, pouco conhecemos sobre os acontecimentos e milagres da Virgem de Guadalupe, porque ficamos um pouco isolados na cultura Portuguesa.

Os acontecimentos daquela época, em relação ao valor da vida, como apenas moeda de compra e venda ou simplesmente uma simples troca, nos mostra que o homem era considerado como um mero numero assim como nós hoje nos tornamos também.

Os fatos se assemelham  quando nos dias de hoje comercializamos a manipulação da vida Humana, como um comércio selvagem, sem respeito pelo nosso semelhante que vive ao nosso lado, em que o colocamos numa geladeira por anos e depois se descarta como se fosse apenas um cubo de gelo  sendo que esse ser humano ainda não tem voz para se defender sozinho.

Vemos os valores humanos decaírem drasticamente na civilização contemporânea  o desrespeito a vida, o aborto, a eutanásia, as pesquisas com embriões vivos, demonstram claramente que nosso respeito pela vida do outro diminui cada vez mais.

Acabaremos nós nos destruindo em sacrifícios como neste filme? Taxado de horrível e violento pelo nosso farisaísmo!

Digo que sim! Este é o caminho do Fim!

Já que a Igreja ficou de fora, não existindo um Jesus para testemunhar um novo modo de vida, já que não existe os mandamentos; não matar, não roubar, não cobiçar as coisas alheias e amar o próximo como a si mesmo, quem poderia segurar a carnificina humana?

No passado Civilizações inteiras desapareceram, e o mundo descartável está indo pelo mesmo caminho de destruição, ainda comprometendo todo o ecossistema Terrestre.

Deveríamos aprender com nossos proprios erros!


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Fotos ampliables

12 fotos do filme na Época

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,GF39553-6025-0,00.html



APOCALIPTO 2 – Comentários e Clips Youtube.

SECULO XX – HITLER FEZ MUITO PIOR

SECULO XXI – TEM AINDA QUEM DUVIDE DESTA VERDADE!


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