Tema Preparado para Pregação em Grupo de Oração.



Muitos de nossos leitores buscam temas de pregação para serem apresentados em grupos de oração.    

Esses temas são diversos e poderiam ser apresentados de diversas formas diferentes atendendo a cada vez um detalhe em particular significando que os temas aqui oferecidos atenderão apenas uma destas possibilidades podendo ser alterados, suprimindo ou acrescentado algum outro detalhe que colabore com a sua apresentação particular.  

Apresentaremos temas curtos para serem desenvolvidos no tempo disponível nos grupos de oração que seriam no mínimo 00:15 mim e no máximo 00:30 mim, pois temas superiores a este tempo não seriam aconselháveis apesar de muitos pregadores ultrapassarem o tempo determinado, por isso fica também uma boa margem para acrescentar mais alguma coisa.

Paz de Cristo



ESTAREMOS ACRESCENTANDO OUTROS TEMAS À MEDIDA QUE EVOLUIR ESTE POST, SE BEM QUE JÁ TEMOS MUITOS TEMAS DISPONÍVEIS NO BLOG E ESTAREMOS APENAS PREPARANDO LINK’S INDICATIVOS.


PORÉM SE VOCÊ GOSTARIA DE UM TEMA DIFERENTE, DEIXE AQUI UMA SUGESTÃO COMO COMENTÁRIO.


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PERSEVERANÇA

PERSEVERANÇA

Alimento_Espiritual_Autêntico

ALIMENTO ESPIRITUAL

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Espirito_Santo_FS

ESPÍRITO SANTO


Marcas de Batom no Espelho.



A boa Comunicação será sempre um desafio!

Há professores e há educadores… 


Marcas_de_batom_no_espelho

Este é um problema muito comum em diversas escolas Brasileiras, O desafio de resolvê-lo satisfatoriamente foi alcançado por um diretor com um bom exemplo de comunicação a ser seguido.



AS MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO

Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma situação inusitada:

Meninas de 15, 16 e 17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.



Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no espelho do banheiro reapareceram.

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.


Cuidado_onde_vc_beija


Nunca mais apareceram marcas de batom no espelho!



Quem Beijaria um vaso sanitário?



Moral da história:

Há professores e há educadores…

Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Por quê?

Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.

Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.

Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.

Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.



Cuidado_perigo_brincadeira_de_criança
batom-no-espelho-do-banheiro[1] Burro_poço Palavras_ao_vento


Aprendendo uma Lição Prática!



A boa Comunicação será sempre um desafio!

Há professores e há educadores… 


Este é um problema muito comum em diversas escolas Brasileiras, O desafio de resolvê-lo satisfatoriamente foi alcançado por um diretor com um bom exemplo de comunicação a ser seguido.



AS MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO

Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma situação inusitada:

Meninas de 15, 16 e 17 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom.



Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no espelho do banheiro reapareceram.

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.



Nunca mais apareceram marcas de batom no espelho!



Quem Beijaria um vaso sanitário?



Moral da história:

Há professores e há educadores…

Comunicar é sempre um desafio!

Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

Por quê?

Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.

Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.

Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.

Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.





Quem pode fazer a diferença ?


Este é o relato de uma Professora Primária referente a um certo ano de sua vida:

Seu nome era Sra. Thompson, Era uma Classe de 5ª série e como sempre ela no primeiro dia de aula iniciava seu discurso basicamente contando lhes uma grande mentira.   Como a maioria dos professores, ela olhou para seus alunos e disse que os amava a todos do mesmo jeito. Mas isso seria impossível, porque lá na primeira fila, bem à sua frente, estava um pequeno garoto chamado Teddy.

A Sra. Thompson tinha observado Teddy anos antes e percebeu que ele não se dava bem com as outras crianças, que suas roupas estavam amarrotadas e que constantemente precisava de um bom banho.    E Teddy poderia se tornar um estorvo desagradável para ela aquele ano.     Sua Antipatia chegou a um ponto onde a Sra. Thompson tinha prazer em marcar suas provas com a caneta vermelha marcando bem grande um “X” em negrito e em seguida colocar um “ZERO enorme” na parte superior das provas.

Na escola onde a Sra. Thompson lecionava, era obrigatório para o Professor rever o histórico de cada criança e ela deixou o de Teddy por último.  No entanto, quando ela consultou seu processo, ela foi teve grandes surpresas;

Na primeira série, a Professora de Teddy escreveu:

“Teddy é um menino brilhante e simpático. Ele faz seus trabalho corretamente e tem boas maneiras … é uma alegria estar com perto.

Na Segunda série o professor escreveu:

“Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas ele está preocupado porque sua mãe tem uma doença terminal e da vida em casa deve ser uma luta muito difícil.”

Na terceira série a professora escreveu:

“A morte de sua mãe tem sido duro para ele. Ele tenta fazer o melhor que pode, mas seu pai não demonstra muito interesse e sua vida será em breve muito afetada gravemente se algumas medidas não forem tomadas urgentemente.”

Na quarta série o professor de escreveu:

” Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.”

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos e brilhantes, exceto o de Teddy, que estava mal enrolado num papel grosso marrom de embrulhar compras no armazém.

A Sra. Thompson exitou em abri-lo junto com os outros presentes. Algumas crianças começaram a debochar quando ela encontrou um bracelete colorido faltando algumas pedras, e uma garrafa com um pouco de perfume. Mas ela censurou o riso das crianças, quando ela exclamou bem alto como era linda a pulseira e colocou algumas gotas do perfume em seu pulso. Teddy ficou depois da aula naquele dia apenas o suficiente para dizer a ela que; “Sra. Thompson, hoje a Sra fez exatamente como minha mãe costumava fazer e eu senti o seu perfume.” “Depois que as crianças foram embora ela chorou pelo menos uma hora.

Nesse mesmo dia, ela mudou sua maneira de ensinar a leitura, a escrita e a matemática. Ao Invés de apenas ensinar letras e números, ela começou a ensinar crianças. A Sra. Thompson passou a ter dar atenção especial ao Teddy. Como ela o valorizava mais, sua mente parecia ter renascido. Quanto mais ela o incentivava, mais rápido ele respondia ao estímulo. Até ao final do ano, Teddy se tornou uma das crianças com melhor aproveitamento da classe e, apesar daquela mentirinha que ela iria amar todas as crianças da mesma forma, Teddy se tornara seu aluno predileto.

Um ano mais tarde, ela encontrou um bilhete debaixo de sua porta, era Teddy, contando que ela era a melhor professora que ele teve em toda sua vida.  Seis anos se passaram até que ela recebe outro bilhete de Teddy.    Pouco depois, ele escreveu que já tinha terminado o ensino médio, em terceiro lugar na sua classe, e ela ainda era a melhor professora que teve em toda sua vida. Quatro anos depois, ela recebeu outra carta, narrando como as coisas tinham sido duras, às vezes, ele quase desistiu de estudar, mas logo se formaria na faculdade com a maior das honras. Ele garantiu a Sra. Thompson que ela ainda era sua professora favorita. Depois de mais quatro anos ter se passado, chegou uma carta. Desta vez, ele explicou que depois que começou seu bacharelado, ele decidiu estudar um pouco mais. A carta explicava que ela ainda era a melhor professora que teve.  Mas desta vez ele assinou um pouco diferente, Dr. Theodore F. Stoddard.

A história não termina aí.   Havia ainda uma outra carta. Teddy disse que tinha encontrado a garota de seus sonhos e iria se casar. Ele explicou que seu pai havia falecido alguns anos atrás e ele estava lhe convidando para sentar-se no lugar reservado à mãe do noivo.   É claro que, a Sra. Thompson aceitou o convite. E adivinhem? Ela usava aquela pulseirinha com pedrinhas faltando. E ela, com certeza usou aquele mesmo perfume que Teddy lembrou-se de sua mãe usando em seu último Natal juntos.   Eles se abraçaram, e Dr. Stoddard sussurrou ao seu ouvido, “Obrigado Sra. Thompson por ter acreditado em mim. Muito obrigado por me fazer sentir importante, demonstrando-me que eu poderia fazer a diferença.” A Sra. Thompson, com lágrimas nos olhos, sussurrou de volta. Ela disse, “Teddy, você está totalmente errado. Você foi o único que me ensinou que eu podia fazer a diferença. Eu não sabia ensinar nada até aquele dia que te conheci.”

A história foi escrita por Elizabeth Silance Ballard e publicado na revista O Lar da Vida “Home Life” em 1976. Não era representada como uma história verdadeira, mas sim como uma obra de ficção. Posteriormente, foi republicado na revista em 1976, com a anotação de que era uma das histórias mais solicitadas pelos leitores.

Link’s para PPS

História de:


Elizabeth Silance Ballard

Catequese, caminho para o discípulado.

Este é o 6º tema da Semana da Família:

Catequese, caminho para o discipulado.

Duas palavras se destacam no titulo acima:

Catequese e Discipulado.

Sermao_da_Montanha[1]

Nós já estamos acostumados a ouvir a palavra Discípulo, Sabemos que Jesus teve doze Discípulos incluindo um que o traiu entregando-o a morte.

Mas, o que é ser Discípulo ?

Hoje nós temos escolas e faculdades onde aprendemos tudo que precisamos saber para viver melhor e se quisermos saber um pouco mais sobre qualquer assunto, basta fazer um curso de especialização, se alguém quiser saber um pouco mais sobre Deus, precisaria fazer um curso de teologia.   Em cada um destes casos, teríamos um professor especializado em cada assunto em particular para nos ensinar aquilo que ele sabe e tem como testemunhar a veracidade da teoria que está sendo ensinada.

A escola tem causado um grande avanço na humanidade, que quanto mais sabe, mais aprende e acabamos armazenando todo o nosso conhecimento em livros que se tornam de fácil acesso a outras pessoas no futuro, sendo que a internet tem facilitado ainda mais esta memória conjunta e armazenado todo o conhecimento da humanidade.

Mas nem sempre foi assim, a Família sempre foi e será o primeiro lugar onde aprendemos os princípios fundamentais de nossa vida, seja simples conhecimentos de uso diário ou profundos conhecimentos de sabedoria e também os conhecimentos relacionados à nossa religião e nosso relacionamento com Deus. Basicamente podemos dizer que somos Discípulos e Catequistas em nossa própria casa também, já que é em nosso lar que devemos ensinar e viver o evangelho em primeiro lugar.

Na época de Jesus se quiséssemos aprender alguma coisa mais específica e principalmente algo mais espiritual, deveríamos procurar uma pessoa com o conhecimento, experiência e sabedoria para ensinar este conteúdo.  Estas pessoas eram chamadas Mestres e seus alunos eram os Discípulos.   Portanto Jesus era tido como um professor e simplesmente ensinava aqueles Discípulos uma nova maneira de ser e viver. Primeiramente foram atraídos pela sua sabedoria, depois pelos seus milagres e depois porque realmente reconheceram que Ele era mais do que um simples homem ou apenas mais um profeta peregrino e sem ter um teto onde reclinar a cabeça.

Reconheceram que Ele era o Filho de Deus, o Messias prometido pelo Pai.

E por isso repetimos nós também as palavras de São Pedro:

“A quem iremos nós, só tu tens as palavras da vida eterna…”

(São João 6,68) [Leia mais…] – Biblia Católica On Line

Neste Momento São Pedro faz uma escolha em nome de todos os outros discípulos e também representa a cada um de nós hoje que fomos Batizados, já que nenhum deles se afastou de Jesus naquele momento e todos assumiram aprender tudo o que Jesus  lhes propunha, também aceitaram o compromisso de ensinar tudo o que aprenderam para as outras pessoas que viviam espalhadas por todo o mundo.

De Discípulos se tornariam Mestres e testemunhos de tudo que Jesus realizou. Entre as últimas palavras de Jesus se encontra a famosa frase que resume todo este texto acima:

“E Jesus disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura…”

(São Marcos 16,15) – [Leia mais…] – Biblia Católica On Line.

Ide_ao_Mundo.

Catequese, nada mais é do que colocar em prática esta palavra de Jesus e ensinar tudo aquilo que Ele nos ensinou, logicamente a nossa Catequese hoje está esquematizada em forma didática para ser dirigida a crianças e também a adultos.

Se pensarmos bem, estes ensinamentos se desdobram e explicam outros textos do antigo testamento que já ensinavam as palavras de Deus antes da chegada de Jesus e ainda continuam com o Ministério do Espírito Santo Paráclito que o Pai enviou para estar sempre conosco.

A Catequese que recebemos nos torna Discípulos que se tornam novos Catequistas para formar novos Discípulos e assim a Palavra de Jesus chegou até nós hoje e chegará até os confins da terra.

Os Discípulos ultimamente se contentaram apenas com este título e se esqueceram que já estão formados e devem agora catequizar aos outros que não conhecem a Jesus, relembramos a poucos dias o Bom Pastor, quando Jesus chora ao ver as multidões sabendo que eram ovelhas sem Pastor, um rebanho correndo os perigos do mundo sem ter quem lhes ensine a verdade e conduza aos caminhos de Deus.

Nós somos estes Catequistas, nós somos estes Pastores, nós somos estes Mestres que deveriam ensinar a verdade ao mundo para que ele se salve, mas muitos de nós preferimos ficar de braços cruzados esperando sei lá o que.

O mundo precisa de Jesus já, hoje e agora, devemos assumir o nosso compromisso de verdadeiros Cristãos e Catequizar todos aqueles que estão à nossa volta.

Catequizar é formar Discípulos a viverem assim como Jesus viveu, não como eu sou, mas como Jesus foi, é e sempre será.

Ps: Acho que nem preciso salientar de que a Igreja precisa de pessoas dedicadas e disponíveis para ensinar esta verdade às nossas crianças, que precisam conhecer a verdade antes que o mundo lhes ensine a mentira.


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http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/jesus-te-ama.jpg http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg
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