Eu era “católica” e Deus me converteu verdadeiramente.



Conheça a história da jovem L.B., cuja vida foi transformada pela infinita misericórdia do Senhor.


Sim, Eu era “católica”, mas me converti e agora sou Católica.

No mês de setembro completei meu primeiro ano de conversão. Se eu era ateia, protestante ou budista? Definitivamente não, talvez fosse o tipo mais difícil de converter: eu era católica. Fiz uma experiência muito forte do amor de Deus. Quero contar o que me aconteceu e especialmente destacar o papel do Padre Paulo Ricardo em tudo isso.

Em 2012, fui morar no Rio de Janeiro: o emprego dos sonhos, lá teria a minha casa, muitos ideais na cabeça, coração batendo forte e desejoso de aventuras e novas histórias… Quando lá cheguei foi tudo BEM diferente. O dono do escritório começou a rivalizar pesado comigo e me demitiu exatamente um mês depois, sem conseguir apontar meio motivo razoável. Ao mesmo tempo meu namoradinho carioca, lindo, inteligente, que tocava violão erudito pra mim em noites de lua cheia com vista para o Pão de Açúcar também resolveu me chutar.

De alegrias tropicais minha vida passou a um inferno dos mais dantescos. Fui para casa, comprei os acessórios, enchi a despensa, posicionei as plantas… Aquela cena que se ensaia mil vezes desde a infância, mas eu pensava que teria um gosto diferente, que estaria em segurança, tudo daria certo e eu seria feliz. Mas o gosto era TÃO AMARGO… Não se parecia em nada com a doçura que essas ideias românticas de felicidade prometem.

Então, o vazio tomou conta de mim de forma avassaladora.

Meu coração ardia de vontade de me confessar. Procurei o pároco da linda Igreja de São José, o Revmo. Padre André, sacerdote jovem que tinha acabado de voltar dos estudos em Roma. Sentei-me no banco, nem o conhecia, e comecei a contar meus pecados de estimação. Só que dessa vez, irritada por tantas coisas impalatáveis e que eu já não entendia, disse ao Padre num surto de sinceridade que eu não me arrependia porque “eu não concordava”. O Padre calmamente me disse: “Minha filha, então eu não posso te absolver. Sem o arrependimento sincero e o compromisso de não buscar mais esses caminhos de nada vale a confissão. Quer um conselho? Pare de sofrer. Saia da Igreja já que ela não te satisfaz, mas não selecione apenas as partes que te agradam e ainda diga que é católica. Não existe isso de não concordar e fazer o que se quer, seja honesta e saia. Outra opção é você buscar a respostas de suas dúvidas no Catecismo e obedecer ao Papa. Desta forma você vai ser de fato uma católica. Como está você não o é“. Eu fiquei atônita. NUNCA tinha ouvido UM Padre sequer dizer aquilo. Ele disse mais outras coisas específicas pra cada pecado que eu havia cometido e especialmente para aqueles dos quais que eu não me arrependia.

Foi TÃO CLARO que não teve jeito de eu defender minhas ideias, era óbvio que eu havia construído um muro de retórica pra me defender e legitimar minhas más escolhas e vícios.Até aquele ponto havia vivido como a maioria, de um jeito muito simplista: se eu extinguisse a culpa, o erro não seria meu. De um jeito que eu não sei explicar eu disse ao Padre que eu me arrependia. E eu disse isso com toda a minha alma e entendimento. Recebi ali uma cura incrível que jamais vou conseguir explicar. Passei a amar o Papa com TODAS AS MINHAS FORÇAS e fiquei muito curiosa em relação ao Catecismo e aos Evangelhos, parecia que havia passado muito tempo exilada, sentia saudade da Vida porque estando tão distante de Deus eu tinha me afastado de mim mesma e esquartejado corpo, alma e espírito em pequenas e indecifráveis partes que não faziam sentido por elas mesmas ou em conjunto. Eu tinha desenvolvido um soberbo exoesqueleto de pretensa “razão” e por ele me sustentava. Meu corpo físico e místico estava em frangalhos dentro daquela dura casca de superficialidade.

Depois disso voltei aos Sacramentos, às Missas Dominicais, à Adoração… Mas, quase não conseguia levantar da cama, fiquei doente e sem forças por muitas semanas. Eu só me levantava pra comprar comida às vezes e pra ir até a Igreja. Levantar um braço doía muito. Eu não quis contar pra minha família ou amigos o que tinha acontecido. Sentia uma mistura de choque, medo, raiva, tristeza, indignação, revolta, pânico, culpa, vergonha…

Tive anorexia. Anemia. Problemas estomacais. Infecções alimentares. Dores fortes no corpo todo. Depois de uns dois meses consegui sair de casa pra fazer esportes. E adquiri o hábito de caminhar na Lagoa rezando o Rosário. As pessoas olhavam curiosas achando engraçado uma moça com visual moderninho de roupa de ginástica caminhando com o Terço nas mãos. Eu queria lembrar as pessoas de que sempre há tempo para o Rosário. Não existe desculpa.



Então passei a participar do dia-a-dia da Igreja e fiz novos amigos, já que os primeiros, do escritório, jamais me ligaram nem pra saber se eu estava viva ou precisando de alguma coisa. E o tal namoradinho ainda fez questão de me esfregar outra garota na cara o mais que pôde. De que tinha valido tanta lua cheia, violão e romance? Nem respeito por mim ele conseguia ter! Naquela solidão radical eu fiquei pensando no que eu tinha por valores, quanto tempo eu gastava dando satisfações às outras pessoas, por que eu superestimava ser a “fofa, querida, gracinha” na boca dos outros e de que isso me valia no final das contas… Qual era o sentido da minha vida, afinal? Meu dinheiro estava no limite. Às vezes eu tinha de racionar pão. Tudo estava muito estranho… Tudo em que eu acreditava tinha se transformado em fumaça. Nenhuma das minhas velhas teorias poderia explicar ou me socorrer naquela nova situação.

Mas eu fiquei doente por mais muito tempo, sempre alternando “estiagens” e vontade de fazer as coisas. Nessas minhas temporadas na cama eu buscava coisas pra ver, pra me encorajar… Já que eu não queria conversar com as pessoas e ter de explicar o que nem eu mesma compreendia. Foi numa dessas, naqueles vídeos relacionados que eu achei o Padre Paulo Ricardo. Vi um vídeo, gostei, mesmo que ele me parecesse “duro demais” e até mesmo fanático. Mas existia algo diferente naquele Padre: ele tinha AUTORIDADE. Digo isso não somente pelo incrível domínio teórico e por citar as fontes e documentos oficiais com precisão, mas era outro tipo de autoridade, aquilo só poderia ter sido dado pelo próprio Deus. Eu entendi isso com a alma, mais que apenas com a razão, por isso ele me convenceu. Em pouco tempo via playlists inteiras e aquela musiquinha inicial já me aquecia o coração. Sou muito grata a Deus também por ter enviado o Padre Paulo para ajudar a mim e a muitos como eu. Nós só amamos verdadeiramente aquilo que conhecemos, então este Padre tem o carisma de alimentar nossa fé através do conhecimento. Muita gente se prende apenas ao plano teórico e continua a ser um descrente com muitas informações. Discutem, se posicionam, mas não amam ou vivem aquilo de que falam. É importante usar o conhecimento como uma poderosa ferramenta vivificadora da fé. Às vezes é preciso ver uma foto para entendermos uma determinada situação, o Padre Paulo nos revela através de “imagens teóricas” aquilo que vemos com pouca definição. Hoje rezo com mais fé porque entendo que isso tem real importância e valor, mesmo com meus limites. Também sinto mais paz e segurança porque esse conhecimento otimizou meu tempo de oração: entendo o que devo temer e o que não, isso muda muito o foco.

Passei cinco meses sem trabalho, e finalmente voltei pra minha casa. Vivi um tipo de retiro espiritual onde eu menos poderia imaginar… Voltei outra, menos ruidosa, mais obediente, estudiosa, centrada, de olho nas necessidades alheias e sobretudo FELIZ! Eu entendi que o Amor é a origem da própria vida, ou seja, é a alma do próprio Deus. O amor humano é sua imagem e semelhança. Felicidade é uma escolha definitiva pelo Amor. E a alegria é a consequência de tudo isso!

Hoje eu consigo trabalhar melhor que antes, viver minha vida e sonhos com a certeza de que Deus sonha e realiza tudo comigo. Ajudo e amparo muitas pessoas com essas coisas que aprendi estudando, sofrendo e rezando. Aprendi o valor da penitência, intercessão, fé e, sobretudo, da obediência.

Pra ser livre é preciso ter regras. Se não as tem você é escravo dos seus sentidos e ignorância. A santa obediência ensina muito aos que buscam a humildade e a ela se submetem. Vejo que muitos dos meus amigos inteligentíssimos não compreendem a Deus porque seus ricos vasos estão sempre cheios, e dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Deus espera que nos esvaziemos de nós mesmos pra poder entrar. Ele não nos invadiria nem para nos salvar. Este é o verdadeiro sentido da liberdade que Ele nos deu.

Uma profunda fé em Deus coloca TUDO em justa perspectiva. Depois que o centro se alinha as coisas tomam seus devidos lugares e proporções.

L.B.

Fonte: padrepauloricardo.org


O BONITO DE SER CATÓLICO



Há poucos dias alguém que me perguntava o que havia de bonito em ser católico. Comecei pelo “Senhor tem piedade” e terminei pelo “Cordeiro que tiras o pecado!” Acentuei a doutrina do perdão, dos bem aventurados e salvos, dos perdoados e perdoadores, a universalidade, a busca permanente da unidade, o desejo sincero de auto-superação, os sacramentos e a eucaristia. Listei pelo menos cinqüenta valores!

Posso imaginar o bonito de ser judeu, islâmico, ortodoxo ou evangélico. Se acho bonito ser católico, porque não seria bonito para eles ser membros das religiões e igrejas nas quais se sentem mais próximos de Deus? Um ex crente afirmava, num artigo recente, que, agora, sua vida era mais livre e mais bonita. O ateísmo o libertara! Como não estou na pele dele, não o julgo. Sei de crentes e ateus felizes e de crentes e ateus infelizes. Ele parecia estar feliz! Bom para ele e bom para mim, que também sou feliz!

Mas não é tudo assim tão automático! Não é por comprar novos aros e novas lentes que enxergarei melhor. Não é por ir ao culto e sentir emoções que me torno automaticamente bom católico. Mas se as lentes me ajudarem a sair da minha miopia e, se a intervenção a laser me corrigir as distorções, certamente verei melhor e se tiver uma boa visão de mundo e de pessoa serei mais feliz. Isto de ser feliz tem muito a ver com as visões e abrangências do coração.

A religião pode ajudar oferecendo serenidade, posto que os serenos costumam ser mais felizes. Minha igreja me oferece isto! Sinto pelos outros que não acham pedagogia e perdão no catolicismo. Eu acho!

Aqui entram as religiões e igrejas bonitas! Vão além da estética de seus cultos e da ousadia de suas promessas e milagres. Jesus caracteriza isso com os conceitos de mansidão, coragem, abertura de coração, defesa firme da vida em todos os seus estágios! Chega-se ao céu através do que se faz pela vida na Terra! Corre o risco de perder o céu quem brinca de ser dono da vida e da verdade!

Proclamo que é bonito ser católico não apenas por ver o que Deus fez e faz por meio dos seus santos, nem apenas pelos santos que ele fez e faz. Os santos são corolários. Essencial é a busca da justiça e da paz! Proclamo que é bonito ser católico não apenas pelas nossas doutrinas, que acho elevadas e exigentes e até difíceis de cumprir, mas pela compaixão e misericórdia implícitas nos cultos e nos sacramentos que celebramos. Proclamo, ainda, que é bonito ser católico quando olho para o Vaticano com suas enormes colunas em curva que parecem dois braços abertos e sem portões. Entra quem quer e sai quem quer para ouvir nossa mensagem proclamada nas quartas feiras, pelo Sumo Fazedor de Pontes, o Papa.

Em cima daquelas colunas há inúmeras imagens de santos de ontem a lembrar aos de baixo, candidatos de hoje à santidade de sempre, que sem abertura de coração e de mente não vai dar certo! Não, num mundo carente de diálogo e cada dia mais distante dele!

Mais: gosto da coragem dos papas e dos bispos que não têm medo de dizer o que deve ser dito e conseguem dizê-lo de um jeito diplomático e humano. Diria muito mais, mas foi um pouco do que eu disse!

Fonte: Padre Zezinho


 

(Um Desafio Para Mim e para Você)

Presentepravoce Facebbok – Sizenando





FESTA DA DIVINA

MISERICÓRDIA


Resposta de Pe. Zezinho!


Carta  resposta a um ex. Católico Sobre Maria!


ANUNCIAÇÃO.





No  sexto mês, o anjo Gabriel foi  enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,  (Lucas 1,26)

A  uma virgem desposada com um homem que se chamava José,  da  casa de Davi e o nome da Virgem era MARIA.

(Lucas  1,27)




PERSEGUIÇÃO.

Saulo  perguntou: Quem és tu Senhor ?

Caindo  por terra, ouviu uma voz que lhe  dizia:

Saulo,  Saulo, por que me persegues ?

Eu  sou Jesus,  a  quem tu persegues…

(Atos  9,4)

.

Perseguição … Ou Falta de conhecimento ?

Pequeno trecho da carta de  Paulo Souza enviada ao Padre  Zezinho:



Eu sou evangélico e ex-católico.

[…]

Maria  não pode nada. Menos  ainda as  imagens dela que vocês adoram. Sua igreja continua idólatra.

Já fui católico e hoje sou feliz porque só creio em Jesus.

Você com suas canções é o maior propagador da idolatria Mariana. Converta-se enquanto é tempo. Senão vai para o inferno com suas canções idólatras…

[…]

Paulo  Souza, São Paulo-SP.



Agora veja na íntegra, a resposta de Padre Zezinho …

Uma lição  de sabedoria…

Sua  carta chega a ser cruel. Em quatro páginas você consegue mostrar o que um verdadeiro evangélico não pode ser. Seus irmãos mais instruídos na fé sentiriam vergonha de ler o que você disse em sua carta contra nós católicos e contra Maria.

O  irônico de tudo isso  é que, enquanto você vai para lá agredindo a mãe de Jesus  e diminuindo o papel  dela no cristianismo, um número enorme de  evangélicos, fala dela, hoje, com maior carinho e  começa a compreender a devoção dos católicos por ela.

Você  pegou o bonde atrasado  e na hora errada e deve ter ouvido os pastores errados, porque, entres os evangélicos, tanto como entre nós católicos, Maria é vista como a primeira cristã, e a figura mais expressiva da evangelização depois de Jesus. Eles sabem da presença firme e fiel de Maria ao lado do filho divino.

Evangélico  hoje, meu caro, é  alguém que pautou sua  vida pelos evangelhos  e, por ser um bom  evangélico, não é  preciso agredir nem os católicos nem a  Mãe de Jesus.   Você é muito mais antimariano do que cristão ou evangélico. Seu negócio é agredir Maria e os católicos. Nem os bons evangélicos querem gente como você no meio deles.



Quanto  ao que você afirma, que nós adoramos  Maria, sinto pena de você. Enquanto católico, segundo você afirma, já não sabia quase nada de bíblia por culpa da nossa igreja, agora que virou evangélico parece que sabe menos ainda de bíblia, de Jesus, de Deus e do reino dos céus.

Está  confundindo culto de  veneração com culto de adoração, está caluniando quem tem imagens de Maria em  casa ao acusá-los de idólatras. Ora,  Paulo, há milhões de católicos que usam das imagens  e sinais do catolicismo de maneira serena e inteligente, e você  usava errado, teria que aprender.

Ao invés  disso foi para outra igreja aprender a decidir quem vai para o céu e quem vai para o inferno. Tornou-se juiz da  fé dos outros.

Deu  um salto gigantesco  em seis meses, de católico tornou-se evangélico,  pregador de sua igreja  e já se coloca como a quarta pessoa  da Santíssima  Trindade, porque está decidindo quem vai para o céu e quem vai para o inferno.

Mais  uns dois anos, talvez  dê um golpe de estado no céu e  se torne a  primeira  pessoa da Santíssima Trindade. Então talvez, mande Deus avisar quem você vai por no céu e no inferno.

Sua  carta é pretensiosa. Sugiro que estude mais evangelismo,  e em poucos anos, estará escrevendo cartas bem mais fraternas e bem mais serenas do que esta. Desejo de todo o coração que você encontre  bons pastores evangélicos.  Há muitíssimos homens de Deus nas igrejas evangélicas  que ensinarão a você como ser um bom cristão e como respeitar a religião  dos outros.

Isso  você parece que perdeu  quando deixou de ser católico.

Era  um direito que você  tinha: procurar sua  paz. Mas parece que  não a encontrou ainda,  a julgar pela agressividade de suas palavras.

Quanto   a Maria, nenhum problema: é excelente caminho  para Jesus. Até porque,  quem está perto de  Maria …,

Nunca  está longe de Jesus.

Porque  Ela jamais se afastou  d’Ele, tire isso por você mesmo.

Se  você se deu ao  trabalho de  me  escrever uma carta para me  levar a Jesus, e  se acha capaz disso,  imagine então o poder da mãe de Deus! De Jesus ela entende bem mais do que  você.

Ou, inebriado com a nova  fé, você se acha  mais capaz do que  ela ? Se você pode sair por aí escrevendo  cartas para aproximar  as pessoas de Jesus…

Maria  pode milhões de vezes  mais com sua prece de mãe.  Ela já  está no céu e  você ainda está aqui apontando o dedo contra  os outros  e decidindo  quem vai ou quem não a vai para lá.

Grato  por sua carta. Mostrou-me  porque devo lutar pela  compreensão entre as  igrejas.

É por causa de Pessoas  como você !

(Pe.  Zezinho -scj)

Este  texto foi extraído   do  jornal  da Comunidade  Luz  da Vida de  Goiânia-GO. Trata-se  de uma carta resposta do Padre Zezinho a um  jovem ex.católico  que lhe escreveu difamando Maria a Mãe de Jesus.


Resposta de Pe. Zezinho . PPT

3.800 k

Resposta de Pe. Zezinho .PPT

15.030 – k


Repasse  esta mensagem aos seus  contatos.

Precisamos  defender a nossa fé com  a mesma sabedoria e  coragem do  nosso querido  Pe.  Zezinho.

Fonte:  Jornal da Comunidade Luz da Vida –  Goiânia-GO.

Músicas:   Maria de Nazaré – (Instrumental – Pe Zezinho)

Não troco a minha fé (Pe. Zezinho)

Imagens:   Google e Internet

Primeira formatação: Maria Eterna

(eterna.agape@hotmail.com) – Presentepravoce.wordpress.com.br



Semeando a cultura de Pentecostes



Zezinho_45

Uma nova canção de Pe. Zezinho sobre MARIA


Ave Maria ?


Porque eu não deveria

Rezar uma Ave Maria ?


rezando-ave-maria

Esta é a Ave Maria de um garotinho não Católico.

Ele tinha apenas 6 anos e sempre ouvia seus amiguinhos católicos rezando a Ave Maria, ele gostou tanto da oração que copiou-a num papel e recitava-a todos os dias. Um dia procurou sua mãe e disse: “Olha mamãe que oração linda”.  No que sua mãe lhe respondeu prontamente “Nunca mais a repita meu filho!”. Esta é uma oração supersticiosa dos católicos, que adoram ídolos e pensam que Maria é uma espécie de “Deusa”. Quando na verdade ela não passa de uma mulher como outra qualquer. Pegue esta Bíblia e leia, nela encontramos tudo o que devemos e não devemos fazer.

Daquele dia em diante o garoto cessou suas Ave Marias diárias, e se dedicou mais a leitura da Bíblia  Um dia quando lia o Evangelho, encontrou a passagem da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora. Cheio de alegria, o garoto correu até sua mãe e disse: Mamãe, Mamãe, eu achei a Ave Maria na Bíblia, aonde diz: ‘Ave cheia de graça, o Senhor e’ convosco, bendita sois vós entre as mulheres.’

– Por que a senhora chamou esta oração de superticiosa?

Numa outra ocasião ele encontrou a linda saudação de Santa Isabel á Virgem Maria, encontrou também o maravilhoso Cântico MAGNIFICAT, no qual Maria é profetizada: “as gerações a chamarão bem aventurada”

O garotinho não mais comentou tais passagens com sua mãe, mas voltou a recitar suas Ave Marias todos os dias, como fazia anteriormente. Ele sentia prazer em recitar aquelas fascinantes palavras para a Mãe de Jesus, Nosso Salvador.  

Aos 14 anos, ele escutou os membros de sua família discutindo entre eles sobre Nossa Senhora. Todos eles diziam que Maria era uma mulher comum como qualquer outra. O garoto, depois de ouvir estas absurdas afirmações, não aguentou mais ouvir tais insultos e com indignação interrompeu-os dizendo: “Maria não é como qualquer filha de Adão, manchada pelo pecado. Nao! O anjo chamou-a de Cheia de Graça e Bendita entre todas as mulheres. Maria é a mãe de Jesus Cristo, e consequentemente mãe de Deus. Não existe dignidade maior para com uma criatura. O Evangelho nos conta que as gerações chamarão-a de abençoada/bem aventurada, e vocês desmerecendo e menosprezando-a? Seus espíritos não são os mesmos do Evangelho ou da Bíblia, que proclamam ser a fundação da Religião Cristã”.

A fala do garoto deixou uma impressão tão profunda que conseguiu, por várias vezes, fazer sua mãe chorar de dor. “Ah meu Deus! Tenho medo deste meu menino um dia se juntar a religião católica, a religião dos Papas!”.

E realmente não demorou muito, depois de um sério estudo sobre o Protestantismo e o Catolicismo, o garoto descobriu mais tarde a ÚNICA e VERDADEIRA religião, e abraçou-a, se tornando um de seus mais ardentes apóstolos.

Algum tempo após sua conversão  ele encontrou com sua irmã casada que censurou-o dizendo: Você sabe o quanto eu amo meus filhos. Se algum deles um dia desejar virar católico, eu preferirei perfurar o coração deles com um punhal do que permiti-los abraçar a religião dos Papas.

A fúria dela era tão profunda quanto a de São Paulo antes de sua conversão. De qualquer forma, ela iria mudar esse seu jeito, igual a São Paulo no caminho a Damasco. Ocorreu então que um dos filhos dela ficou perigosamente enfermo, e os médicos já haviam perdido a esperança de recuperação.

Aí o irmão chegou até ela e conversou afetivamente dizendo: Minha querida irmã, naturalmente você deseja que sua criança seja curada. Muito bem então, o que eu lhe pedir, apenas faça! Siga-me, vamos rezar uma Ave Maria e prometer a Deus que, se sua criança recuperar a saúde, você irá estudar seriamente a Doutrina Católica, e você chegará a conclusão de que o catolicismo é a única e verdadeira religião, e não importa quão grande seja este sacrifício, mas você irá abraçar esta fé.

Sua irmã estava relutante no começo, mas como ela desejava a recuperação do seu filho, ela aceitou a proposta do irmão e rezou a Ave Maria com ele. No dia seguinte o filho dela estava completamente curado. A mãe cumpriu sua promessa e estudou a Doutrina Católica. E após uma longa preparação, ela recebeu o sacramento do Batismo juntamente com o restante de seus familiares, e agradeceu seu irmão por ter sido um apóstolo para ela.

Essa história foi relatada num sermão dado pelo Rev. Fr. Tuckwell (Padre Tuckwell), que continuou o sermão dizendo: “O garoto que virou católico e converteu sua irmã e familiares ao catolicismo, dedicou sua vida inteira ao serviço de Deus.” ‘Aquele garoto se tornou um padre e está a falar com vocês neste exato momento!’ O que sou, devo a Nossa Senhora.

Vocês também meus caros fiéis, sejam totalmente dedicados á Nossa Senhora, e nunca esqueçam de passar ao menos um dia sem rezar esta linda oração, a Ave Maria e o Terço. Peça á Ela para iluminar as mentes protestantes que estão separadas da Igreja de Cristo, fundada na rocha que é (Pedro), e da qual as portas do inferno não jamais prevalecerão contra ela. Mateus XVI, 18


google-traduz

Fonte Original em ingles 

[http://www.olrl.org/stories/prothm.shtml]


https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg Alimento_Espiritual_Autêntico

Um testemunho do poder de Deus.



“Deus nos leva por caminhos inesperados, e o que não prevíamos para nossa vida, talvez seja exatamente a missão que Ele tenha reservado para nos oferecer.”


Testemunhos[1]



.


Estava Eu visitando alguns blog’s “Radicais”, quando encontrei um ótimo comentário sobre o tema que estava exposto no Post, no entanto, este mesmo comentário foi largamente criticado e não pouparam elogios negativos ao Anônimo.

De certa forma, eu fiz um comentário semelhante em confirmação ao mesmo anterior do “Anônimo”, quando fizeram a minha pessoa o mesmo tipo de elogios negativos, inclusive me chamando de covarde pensando que eu fosse o mesmo Anônimo anterior. Este “Anônimo”, retornou outro comentário em minha defesa e se identificou como um ex. Católico, sendo isto o suficiente para que o menosprezassem de todas as formas possíveis. Então entrei com um novo comentário, pedindo um pouco mais de respeito com as pessoas, mesmo que fossem elas Católicas ou ex. Católicas e acrescentei que era por esse tipo de comportamento de certas pessoas que se dizem Católicas é que muitas pessoas se afastam da Igreja chateadas e magoadas e acabam se tornando protestantes. Mas que neste caso, deveríamos acolher os nossos irmãos com amor e carinho, mesmo que estivessem afastados, pois quem sabe? Seria esta a chance que os traria de volta ao seio da Igreja.

Dirigi-me então ao comentarista “Anônimo identificado como ex. Católico”, Fiz lhe um convite para que retornasse à Igreja Católica, que a RCC o acolheria de braços abertos, mesmo sem saber de onde ele era ou qual seria sua situação religiosa no momento ou se realmente em sua cidade haveria um Líder Católico com o coração aberto para acolher uma pessoa nesta situação, sabendo como reconduzi-lo ao seio da Igreja.

Para minha surpresa ele respondeu dizendo que não havia se afastado da Igreja por motivos de fé, mas porque Deus havia revelado este desejo em sua vida, e anos depois, situações em sua vida o conduziram a este destino, sendo que não guarda mágoa e nem preconceito contra a Igreja Católica e ainda mantém amizade com seus amigos e parceiros de trabalho nos grupos que participou.

Mas o que eu gostaria de ressaltar não seria estes detalhes, mas o que aconteceu na vida particular deste filho de Deus, testemunho que ele me contou no outro Blog e que eu copiei antes que fosse deletado, afinal de contas era um testemunho recente de apenas um més, mesmo sendo de outra religião ressalta apenas o poder de Deus agindo através da união na oração de intercessão de irmãos de varias denominações sem preconceitos e sem divisões.

Este post não tem por objetivo ressaltar denominações religiosas, mas somente o Amor de Deus que atua sem preconceitos entre seus filhos, que participam de várias denominações diferentes e que um dia estaremos todos juntos diante do único e verdadeiro Pastor que é Jesus, o filho de Deus assentado no trono do grande julgamento.

Veja seu testemunho imparcial,

Para honra e glória do nome de Deus.

Anônimo disse…

Presente para você, agradeço a oferta, não querendo desmerecê-lo, mais acredite, estou melhor agora. Na verdade, deixei o Romanismo não por influência direta dos protestantes, pois eles não têm o poder de convencer ninguém de seus erros, mais por um grande milagre realizado em minha família. Na época, há 21 anos, ainda era católico romano e praticante, e como tal, odiava os protestantes com ódio mortal.

Uma noite, após voltar da novena, ainda era solteiro, e, depois de rezar, tive uma visão estando acordado e lúcido. Nesta visão eu me via com a Bíblia em mãos, pregando o Evangelho em uma igreja evangélica. Essa visão durou cerca de 5 minutos e depois desapareceu. Fiquei atônito com aquilo e voltei a rezar pedindo a Deus esclarecimento. Fiquei com medo de a resposta de Deus ser que eu devia ser protestante. Não contei nada a ninguém e nem ao padre. Então, os anos passaram e eu casei-me e constitui família, mais nunca me esquecendo daquela visão. Continuei exercendo minhas funções na paróquia como um bom católico.

Nesse intervalo de tempo passei a estudar a bíblia com dedicação e, quando nasceu o meu segundo filho veio a confirmação do que Deus queria de mim. Aos seis meses de vida ele foi acometido de uma infecção intestinal que o levou a passar por dois hospitais públicos e por fim, um particular. A medicina decretou sua enfermidade sem solução e que ele não tinha nenhuma chance de sobreviver. Envidei todos os esforços pra salvar o meu filho. Gastei o que não tinha e rezei para todos os santos que eu possuía em minha casa e os devotava, mas foi tudo em vão. Então, no último momento, quando o meu filho já dava os últimos sinais de vida, Deus faz a sua parte. Chegam ali três senhoras evangélicas e, vendo a situação do menino e sabendo que eu era Católico romano, pediram minha permissão para interceder por ele. Eu não aceitei de início, mais depois vendo que não tinha nada a perder mesmo, pois meu filho já estava morrendo, então eu permiti a oração. Naquele momento vi todo o meu conceito a respeito dos protestantes cair por terra junto com o meu orgulho. Deus realizou um milagre diante de meus olhos, curando o meu filho instantaneamente. Naquela hora o Espírito Santo tomou conta do meu ser verdadeiramente e eu caí prostrado ante a majestade de Deus, tendo também a minha vida transformada.

Esse fato se deu no dia 29 de julho de 1987, às 21:15 horas. Minha esposa recebeu o batismo com o Espírito Santo e hoje somos uma família feliz a serviço do reino de Deus. Sou dirigente de congregação e usufruo do respeito e amizade de todas as pessoas de minha comunidade, inclusive dos irmãos católicos, que por inúmeras vezes vão até a igreja que eu administro para visitarem e pedirem orações em seus favores.

No início deste ano tive a perda da minha visão por decorrência de uma diabetes. Segundo a medicina a diabetes não tem cura e desencadeia uma série de problemas na pessoa, inclusive a cegueira, como eu fui vítima. O oftalmologista ao analisar o meu problema decretou: o caso é irreversível. Como sou muito conhecido na comunidade, o fato logo ficou conhecido de todos. Católicos e as várias denominações evangélicas fizeram corrente de oração ao meu favor. No dia 07 de março de 2008, no mês passado, Deus ouviu as orações dos irmãos e me curou instantaneamente devolvendo a minha visão e curando-me da diabetes. Hoje leio a bíblia sem precisar de óculos, pois o que Deus faz é bem feito. Não tomo mais nenhuma espécie de medicamento para controlar o diabetes, pois o nível de açúcar no meu sangue está normal. Ontem o médico que acompanha o meu caso veio visitar-me e disse que nunca viu acontecer algo semelhante durante toda a sua vida profissional.

Quero dizer com isso o que Pedro sentiu quando visitou Cornélio em Cesaréia (Atos 10). Pedro, por ser judeu e discípulo de Jesus, achava que somente eles eram os merecedores das bênçãos de Deus e da salvação. Quando ele testemunhou a salvação de Cornélio e sua família e também o batismo com o Espírito Santo sobre uma pessoa até então considerada por Pedro imunda e indigna, pelo fato de não ser judia, Pedro caiu em si e disse: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo” (Atos 10.34,35).

Se Deus que é Santo e Justo não faz acepção de pessoas, porque a sua igreja que é a coluna e apoio da verdade e a sua única representante legal aqui na terra o deverá fazê-lo?

Termino dizendo que não seremos aceitos diante de Deus por placa de igreja ou pelo número de fiéis, mais por nossa caridade e fraternidade com aqueles que foram feitos a imagem e semelhança d’Ele.

João, o discípulo amado ensina a igreja dizendo: “E agora, senhora, rogo-te, não como se escrevesse um novo mandamento, mas aquele mesmo que desde o princípio tivemos: que nos amemos uns aos outros” (II João 1. 5).

E, quando Jesus voltar para reinar Ele, antes de tudo, fará a grande separação: “E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes das ovelhas; “E porá as ovelhas à sua direita, mas os bodes à esquerda. “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo (Mateus 25. 32, 33, 34)… …”Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;” (Mateus 25 : 41).

“Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim (Mateus 25. 45).

Será que esses “pequeninos” são aqueles que fazem parte da nossa igreja somente?

Reflita: DE QUE LADO VOCÊ QUER ESTAR ?

Do lado de Deus ?

ou do lado de seu inimigo ?

Deus os abençoe!

Ex-Católico Romano.
23 de Abril de 2008 06:4
8

Este Testemunho foi dirigido à minha pessoa, que fiz uma oferta de acolhimento a este anônimo que eu não sabia quem era, porém foi escrito em um blog tremendamente preconceituoso, tanto é que ele foi apagado imediatamente ao ser lido pelo “moderador do Blog”, porque estes jamais aceitarão a unidade dos filhos de Deus porque se julgam os únicos e verdadeiros salvos por Deus. São Paulo escrevendo aos Corintios fala claramente sobre isso:

Se eu não tiver Amor,

Nada disso me adiantará…” (leia)

Seremos salvos na medida da nossa resposta ao Amor de Deus, se amarmos nosso irmão como Jesus nos amou, será o suficiente para garantir um bilhete de entrada no céu, porém se amaldiçoar-mos até mesmo o nosso inimigo estaremos nos desviando do caminho que nos leva a salvação eterna.

Mais um Conselho de São Paulo:

Aquele que está de pé, cuide-se para que não caia…