Esta é de morrer de rir.



Um bom trabalhador conseguiu realizar o sonho de sua vida, logo após se aposentar mudou-se de Paris uma grande metrópole agitada para uma cidadezinha calma tranquila e pacata, com uma vista maravilhosa, belos jardins e principalmente muito menos agitação.

Conseguir realizar um antigo sonho será sempre uma grande alegria, mesmo que seja depois de se aposentar.



Cada um gosta de ter o seu próprio estilo de vida, o jovem “radical” aproveita a vida arriscando a própria pele enquanto que os idosos preferem um lugar calmo e tranquilo.

Este era um sonho deste homem que morava em Paris, uma cidade muito agitada e estressada, queria sempre tirar umas férias, mas nunca conseguiu realizar este sonho até que se aposentou.

À esta altura de sua vida já não tinha mais amigos e os familiares não se importavam com um velho ranzinza, então ele resolveu radicalizar sua solidão, fugiu de tudo e de todos.

Esta atitude pode revelar algumas surpresas interessantes.

Isto aconteceu recentemente na França.



Esta é Uma Noticia Verídica:

Aconteceu Em

Saint Etienne – França



Em 2001 um homem se aposentou em Paris e decidiu mudar-se para uma cidade mais tranqüila.  Foi então para Sanit Etienne, procurou um apartamento numa região menos movimentada e o alugou, efetuando pagando adiantado no primeiro més.

Era um bom inquilino e sempre comparecia pessoalmente na imobiliária para efetuar o pagamento, até que um dia, não compareceu. Deixou de pagar o aluguel e não se justificou.

A imobiliária, educadamente esperou por algum tempo, pois, afinal, ele era um bom inquilino e até então havia pago sempre em dia.

– Mas ele não compareceu.

– Então telefonaram e não o encontraram em casa.

Mandaram carta de cobrança e ele não respondeu.



-Cortaram-lhe a luz, água e o telefone, e ele não se manifestou.

-Mandaram um cobrador no local e ninguém atendeu a porta.

-Mandaram uma intimação judicial e mesmo assim não adiantou nada.

-Depois de um ano de aluguel atrasado, o dono do imóvel resolveu tomar uma atitude mais drástica. Foi até o juiz e pediu um mandado de despejo, já que todas as outras opções tinham sido frustradas.

-Acompanhado da polícia e de um oficial de justiça, foram até o apartamento, dispostos a arrobar a porta se assim fosse necessário, já que ele tinha se negado a abrir a porta anteriormente.

-Lá chegando, bateram na porta e ninguém atendeu, insistiram e nada de resposta, então arrombaram a porta e entraram invadindo tudo com a maior brutalidade.


Óh ! Que surpresa,


lá estava Ele numa boa…


– Sentado no seu sofá fumando seu charuto e o controle remoto na mão, assistindo bem tranqüilo a sua televisão, e nem se quer se mexeu com todo aquele barulhão na porta.


ENTRE, CLICANDO NA PORTA ABERTA.



E  CONHEÇA  O  GRANDE  SAFADO !


HISTÓRIAS DO PADRE LEO
PRESENTEPRAVOCE
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3.0 em 5/12/08

A Águia que Dormia no Poleiro!


Nós somos Águias ou Galinhas.



Contaremos a história narrada por

James Aggrey.

https://i0.wp.com/resist.netliberte.org/wp-content/uploads/2007/10/jamesaggrey.jpgO contexto é o seguinte:

Em meados de 1925, James Aggrey havia participado de uma reunião de lideranças populares na qual se discutiam os caminhos da libertação do domínio colonial inglês em Gana “África”. As opiniões eram diversas e até contraditórias.

Alguns queriam o caminho armado. Outros, o caminho da organização política do povo, caminho que efetivamente triunfou sob a liderança de Kwame N´Krumah. Outros se conformavam com a colonização à qual toda a áfrica estava submetida. E havia também aqueles que se deixavam seduzir pela retórica dos ingleses. Eram favoráveis à presença inglesa como forma de modernização e de inserção no grande mundo tido como civilizado e moderno.

James Aggrey, como fino educador, acompanhava atentamente cada intervenção. Num dado momento, porém, viu que líderes importantes apoiavam a causa inglesa. Faziam letra morta de toda a história passada e renunciavam aos sonhos de libertação. Ergueu então a mão e pediu a palavra. Com grande calma, própria de um sábio, e com certa solenidade, contou a seguinte história:


ÁGUIA OU GALINHA?


“Um camponês foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo cativo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros.

Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim o naturalista avistou a bela ave junto com as galinhas e disse:

– Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia!

– De fato – disse o camponês. É águia sim. Mas eu a criei como galinha desde filhotinho. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.

– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.

– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.

Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:

– Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:

– Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.



Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou… voou… até confundir-se com o azul do firmamento…”

E Aggrey terminou conclamando:

– Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus! Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.


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