As tempestades da vida.



As tempestades da vida, como os milagres, podem apresentar desafios terríveis, bem como oportunidades para crescermos. Mas faz grande diferença o tipo de tempestade em que estamos.

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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


 Algumas tempestades, embora enviadas pelo diabo podem provar-nos e convidar-nos a usar a revelação, que já temos. Há milagres esperando para acontecer, como nesta passagem de (S. Marcos 4,35-41).

À tarde daquele dia, disse-lhes: Passemos para o outro lado. Deixando o povo, levaram-no consigo na barca, assim como ele estava. Outras embarcações o escoltavam. Nisto surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água. Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Silêncio!

Cala-te! E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. Ele disse-lhes: Como sois medrosos! Ainda não tendes fé? Eles ficaram penetrados de grande temor e cochichavam entre si: Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?

Mas há outros tipos de tempestades que Deus envia para mostrar–nos que estamos indo na direção errada, como esta, que conhecemos: O Senhor porém, fez vir sobre o mar um vento impetuoso, e Levantou no mar uma tempestade  tão grande que a embarcação ameaçava espedaçar-se. Aterrorizados, os marinheiros puseram-se a invocar cada qual o seu deus, e atiraram no mar a carga do navio para aliviarem-no. Entretanto, Jonas tinha descido ao porão do navio e, deitando-se a1i, dormia profundamente. Veio o capitão e o despertou: Dorminhoco! Que estás fazendo aqui? Levanta-te, e invoca o teu Deus, para ver se ele se lembra talvez de nós e nos livra da morte. (Jn1, 4-6).

Vemos nestas passagens, duas tempestades, e diferentes objetivos para cada uma. Uma foi enviada por Deus, a outra pelo diabo. Cada situação envolvia um homem dormindo na embarcação. Uma, pela depressão e como fuga para escapar de sua desagradável realidade, e a outra, porque ele estava vivendo a partir do Reino para a terra, e no Reino não há tempestade.

A pergunta é: qual a tempestade em que você está? E você está lidando com ela do modo como Deus quer que você faça? Você deixou os milagres que já presenciou levá-lo a uma posição de fé adequada para seu desafio de agora?

A tempestade dos discípulos foi enviada pelo diabo, para separá-los da vontade de Deus. Algumas pessoas foram enviadas por Deus, para fazê-lo voltar à Sua vontade. Algumas pessoas enfrentam tempestades porque foram para a esquerda quando Deus foi para direita. Em sua misericórdia, Deus traz uma tempestade para levá-los de volta. Outros enfrentam tempestades porque estão no meio da vontade de Deus. Ele não gosta da tempestade, mas quer treiná-los a usar os instrumentos que já lhes deu para acalmar a tempestade.

A maioria de nós encontra-se numa tempestade e logo conclui que o que tem a fazer é clamar a Deus para intervir e mudar as nossas circunstâncias. Mas este não é o propósito da tempestade; se somente gritamos, estamos abdicando de nosso papel num milagre. Deus nunca permite uma tempestade sem primeiro prover os instrumentos para acalmá-la. Ele quer que usemos esses instrumentos para trazer um resultado miraculoso. Pensem no seu maior conflito ou maior crise do ano passado. Eu lhes garanto que, se bem examinarem, poderão identificar os instrumentos que estarão na barca conosco, mas o inimigo soprará ventos de medo para fazer-nos esquecer onde eles estão.

Muitos veem a tempestade, e rezam o que os discípulos rezaram quando viram Jesus dormindo na barca:Não te importas se estamos perecendo? Jesus levantou-se e respondeu à sua oração. Muitos de nós ficamos contentes quando Deus responde a nossas orações. Podemos até aplaudir os discípulos por fazerem a coisa certa naquelas circunstâncias. Mas Jesus voltou-se para eles e disse: Como, ainda não tendes fé? Um momento, podem eles ter pensado, eu tenho bastante fé para vir falar contigo. E fizeste o que pedi! Eu pensei que eu tinha que pedir e tu tinhas que fazer! Não, não é assim. É de nossa responsabilidade ordenar que aquele obstáculo desapareça. A maior parte do ministério de muitos envolve tentar fazer com que Deus resolva problemas na terra, quando nós é que deveríamos estar ordenando às tempestades que se acalmassem. Deveríamos ver as situações da perspectiva do céu e declarar a palavra do Senhor e observar o céu invadir a terra!

Dom Cipriano Chagas  Data: 11/05/2015

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NO MEIO DA CRISE DA IGREJA CATÓLICA.



A crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos.

Por José Antonio Pagola*

Instituto Humanitas Unisinos, 08-08-2014.

Leia o texto:


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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


Não é difícil ver na barca dos discípulos de Jesus, sacudida pelas ondas e sobrecarregada pelo forte vento contrário, a figura da Igreja atual, ameaçada de fora por todo o tipo de forças adversas e tentada de dentro pelo medo e pela pouca fé. Como ler este relato evangélico a partir da crise em que a Igreja parece hoje naufragar?

Segundo o evangelista, “Jesus aproxima-se da barca caminhando sobre a água”. Os discípulos não são capazes de reconhecê-Lo no meio da tormenta e da escuridão da noite. Parece-lhes um “fantasma”. O medo aterroriza-os. A única realidade é aquela forte tempestade.

Este é o nosso primeiro problema. Estamos vivendo a crise da Igreja contagiando-nos uns aos outros desalento, medo e falta de fé. Não somos capazes de ver que Jesus está se aproximando de nós precisamente a partir desta forte crise. Sentimo-nos mais sós e indefesos do que nunca.

Jesus diz-lhes três palavras: “Ânimo. Sou Eu. Não temais”. Só Jesus lhes pode falar assim. Mas os seus ouvidos só ouvem o estrondo das ondas e a força do vento. Este é também o nosso erro. Se não escutamos o convite de Jesus para colocar Nele a nossa confiança incondicional, a quem acudiremos?

Pedro sente um impulso interior e sustentado da chamada de Jesus, salta da barca e “dirige-se para Jesus andando sobre as águas”. Assim temos de aprender hoje a caminhar para Jesus no meio da crise: apoiando-nos, não no poder, no prestígio e nas seguranças do passado, mas no desejo de encontrar-nos com Jesus no meio da escuridão e das incertezas destes tempos.


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Não é fácil. Também nós podemos vacilar e afundar-nos como Pedro. Mas como Ele, podemos experimentar que Jesus estende a Sua mão e nos salva enquanto nos diz: “Homens de pouca fé, por que duvidais?”.

Por que duvidamos tanto? Por que não estamos aprendendo nada de novo da crise? Por que continuamos a procurar falsas seguranças para “sobreviver” dentro das nossas comunidades, sem aprender a caminhar com fé renovada até Jesus no interior mesmo da sociedade secularizada dos nossos dias?

Essa crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos, triunfalismos enganadores e deformações que nos vêm afastando de Jesus ao longo dos séculos. Ele está atuando nesta crise. Ele está nos conduzindo para uma Igreja mais evangélica. Reavivemos a nossa confiança em Jesus. Não tenhamos medo.


Sizenando – 19 de julho de 2016


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Construindo uma Casa Sobre a Rocha.


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«Todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as torrentes e sopraram os ventos contra aquela casa; mas ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Mas todo aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é como o homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as torrentes e sopraram os ventos contra aquela casa; ela desmoronou-se e foi grande a sua ruína».
Mt.7, 24-27

Possamos nós, em cada dia, construir a nossa vida sobre a rocha firme que é Jesus Cristo…

O “insensato” vai construindo sobre a areia e muitas vezes quando menos espera tudo se desmorona à sua volta, a vida deixa de ter sentido e a Palavra do Senhor deixa de ter a força e a eficácia que o ajuda a crescer e a ser feliz.

Que as dificuldades da nossa caminhada não nos impeçam de lutar para alcançar a felicidade, construindo a vida sobre a rocha firme.

Somos convidados a ser como o “homem prudente” que descobre e agradece em cada dia a solidez dos seus alicerces como um dom que lhe é oferecido gratuitamente.



Construir a família sobre a Rocha que é Cristo.

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Escrito por Marcelo Catelli   

Missionário da Comunidade Obra de Maria

Diocese de Novo Hamburgo

Textos para reflexão e aprofundamento

A família, Deve ser uma rocha inabalável.

Leitura bíblica: Mt.7, 24-27

Casa Sobre a Rocha

A grande bênção que Deus nos deu foi a família. Somos abençoados por nascer no seio dela. Às vezes, não temos noção de que é possível amar tanto como se ama um filho, mas por eles nós fazemos sacrifícios sem pensar. Temos de louvar por esta benção, cuidar de nossa família e agradecer a Deus por fazê-la crescer.

          Jesus falou sobre a pessoa que constrói a sua casa sobre a rocha e hoje nos podemos trazer este exemplo para a família. Onde estão os alicerces da sua família? Se você a construiu sobre a areia, ela cairá, mas se construí-la sobre a rocha, ela se manterá firme.

          É  preciso cavar fundo e encontrar a verdadeira rocha que sustentará a nossa casa. O que segura a nossa casa não é o casamento, o esposo(a), os filhos, a paixão, pois isso, muitas vezes, é terra, é areia. A rocha também não é as nossas atitudes, nosso estilo de viver, ou as boas intenções. A rocha que nos sustenta nossa casa é Jesus Cristo.

          Hoje, nossa casa está sendo atacada pela correnteza do secularismo, da falta de Jesus Cristo. Mas se a família estiver sobre a rocha, nada a derrubará.

       Nem a morte pode separar uma família que foi construída sobre Jesus Cristo. O diabo tem raiva de Deus, mas não pode fazer nada contra Ele, por isso desconta em nós, tentando destruir o que temos de mais precioso.

          Nas escolas, por exemplo, estão dando educação sexual, mas eu lhe pergunto: Será que a educação sexual é a mesma que damos em casa, para os nossos filhos? Não, eles impõem que tudo é permitido, inclusive, ensinam aos alunos a usar a camisinha para evitar dois males: a AIDS e a gravidez. Então, estão dizendo que o filho é um mal.

          Deus quer que amemos a vida e a cultivemos. O diabo nunca conseguirá destruir a união da família, porque ela é uma instituição sagrada. A benção de Deus ao matrimônio não foi abolida nem pelo pecado original.

          Várias famílias estão caindo em ruínas, porque o diabo entra em nossa casa pela nossa mentalidade, pois o mundo não fala em cultivar e praticar a pureza. É por isso que a Igreja viu na sexualidade uma fonte de vida e nos ensina a preservá-la.

          Sexo não é pecado, mas pode ser poluído. Se você deixar isso entrar na sua vida, na sua família, você não vai mais se respeitar e conseqüentemente não vai respeitar o próximo, então sua casa vai ruir.

          No matrimônio, marido e mulher se tornam uma só carne, e onde eles estão presentes, está a graça de Deus. A primeira coisa que você precisa fazer é viver o seu matrimônio, porque você vai ser testemunho de que o seu casamento e os seus filhos são uma benção.

          Na medida em que cada um de nós abraçar sua vocação ao casamento e colocar as nossas dificuldades nas mãos de Deus, Ele agirá. E a nossa casa não será derrubada.

          Deus se deixa encontrar por você. Ele não olha para os nossos erros, não importa por onde você tem andado, Ele ama você e quer reconstruir a sua vida e a sua família. Tudo aquilo quer você precisa pedir hoje para sua família, para seus filhos, Deus quer muito mais do que você.

          Se você ama sua família, não fique parado, olhando o inimigo destruí-la. É preciso ficar de prontidão, erguer a espada, que é a palavra de Deus, e defendê-la das maldades do demônio.

Fontes:  Diocese de Novo Hamburgo


As relações e os valores Familiares

Segundo a Bíblia.


Encontro de casais com Cristo ECC