Bateu… Bateu… e ele não abriu a porta!




Conseguir realizar um antigo sonho será sempre uma grande alegria para qualquer um, mesmo que seja depois de se aposentar.

Cada um gosta de ter o seu próprio estilo de vida, o jovem “radical” aproveita a vida arriscando a própria pele enquanto que os idosos preferem um lugar calmo e tranquilo. Este era um sonho de um homem que morava em Paris, uma cidade muito agitada e estressada, queria sempre tirar umas férias, mas nunca conseguiu realizar este sonho até que se aposentou.

À esta altura de sua vida já não tinha mais muitos amigos próximos e os familiares não se importavam com um velho ranzinza e chato, então ele resolveu radicalizar sua solidão, fugiu de tudo e de todos e procurou o seu próprio paraíso de paz e tranquilidade.  Esta atitude pode revelar algumas surpresas interessantes.

Aconteceu recentemente na França.



Esta é Uma Noticia Verídica:

Aconteceu Em – Saint Etienne – França



Em 2001 um homem se aposentou em Paris e decidiu mudar-se para uma cidade mais tranquila, foi para Santa Etiene, procurou um apartamento numa região menos movimentada e o alugou, efetuando pagando adiantado no primeiro més.

Era um bom inquilino e sempre comparecia pessoalmente na imobiliária para efetuar o pagamento, até que um dia, não compareceu. Deixou de pagar o aluguel e não se justificou.

A imobiliária, educadamente esperou por algum tempo, pois, afinal, ele era um bom inquilino e até então havia pago sempre em dia.

– Mas ele não compareceu.

– Então telefonaram e não o encontraram em casa.

Mandaram carta de cobrança e ele não respondeu.



Cortaram-lhe a luz, água e o telefone, e ele não se manifestou.

Mandaram um cobrador no local e ninguém atendeu a porta. 

Mandaram uma intimação judicial e mesmo assim não adiantou nada.



 

Depois de um ano de aluguel atrasado, o dono do imóvel resolveu tomar uma atitude mais drástica.  Foi até o juiz e pediu um mandado de despejo, já que todas as outras opções tinham sido frustradas.

Acompanhado da polícia e de um oficial de justiça, foram até o apartamento, dispostos a arrobar a porta se assim fosse necessário, já que ele tinha se negado a abrir a porta anteriormente.

Lá chegando, bateram na porta e ninguém atendeu, insistiram e nada de resposta, então arrombaram a porta e entraram invadindo tudo com a maior brutalidade.


Óh ! Que surpresa,

lá estava Ele numa boa…


Sentado na sua poltrona com sua bermudinha xadrez, tomando uma cervejinha, fumando seu charuto e com o controle remoto na mão assistindo bem tranqüilo a sua TV, e nem sequer se mexeu com toda aquela barulheira na porta.


ENTRE, CLICANDO NA PORTA ABERTA. 


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E CONHEÇA O GRANDE SAFADO!



Repub. 27/11/19 – 290hit 05/09

Molduras para foto e Mensagens de Pascoa.



Feliz Páscoa.


Crie seus próprios cartões personalizados utilizando suas fotos pessoais ou outras que deseje para montagens com molduras em temas de Páscoa.


Para ampliar é só clicar na foto.


OBS. As amostras de imagens não estão posicionadas de acordo com a miniatura proporcional à foto original, mas ao clicar e abrir a imagem original ela abrirá nas suas dimensões originais.


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Aleluia! Aleluia! Aleluia!



Durante a Quaresma, tivemos a oportunidade de penetrarmos mais profundamente no conhecimento de nossa fraqueza, do nosso pecado. Nesse tempo, porém, o Senhor nos concedeu uma graça de arrependimento e conversão. Agora, após percorrermos todo este período de sacrifícios e penitências,  para expressar nossa alegria e nosso louvor,do mais profundo de nosso coração gritamos: Aleluia! Aleluia! Aleluia! Cristo ressuscitou! É vencedor sobre a morte “porque o meu amor é para sempre” (cf. Sl 136).

Portanto, celebrar a Páscoa é celebrar a vitória de Cristo sobre a morte, pois o pecado é sempre morte.

A ressurreição de Cristo é o fundamento da esperança cristã;  é a derrota do mal; a continuidade da vida; a invencibilidade do bem; a coroação e a festa da vida. Ao ressuscitar, Jesus nos fez nascer de novo, pois não existimos para a morte, mas para a plenitude da vida, para a eternidade. No céu somos esperados com coroa da glória, pois o amor é mais forte que a morte, maior que as nossas fraquezas e pecados. Ao vencer a morte, Jesus nos concede uma vida nova, “a nossa vida adquire nova dimensão. Adquire o seu sentido definitivo. Por isso a própria vida se revela como uma passagem.”  (Papa Bento XVI).

É uma passagem que através da vitória de Jesus nos dá a fortaleza para a cada dia vencermos as tentações do desânimo, da desilusão, das decepções, do cansaço, e acima de tudo da tibieza, para dessa forma, acreditarmos que a vitória de Jesus é e sempre será eterna.

Em nossa vida precisamos ser a expressão da vitória da Ressurreição, vivenciando a fé e uma conversão diária, pois quem já conhece a Graça da ressurreição não pode  voltar a seu passado e às e suas misérias. Deve sempre reconhecer a Graça de Deus em cada dia, pois como nos diz São Paulo “Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto.” (Colossenses 3,1).

Que a luz do Ressuscitado ilumine a cada um, e que o Espírito Santo de Deus lhe dê forças para prosseguir buscando Aquele que nos deu a vida nova em Cristo.

Que a Páscoa aconteça na sua hoje e sempre!

Alline Rodrigues

Comunidade Nova Aliança Anápolis/GO

Meditações para a Quaresma e Semana Santa.


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Semeando a cultura de Pentecostes



Aluguei um Ap. Na França.



Conseguir realizar um antigo sonho será sempre uma grande alegria, mesmo que seja depois de se aposentar.

Cada um gosta de ter o seu próprio estilo de vida, o jovem “radical” aproveita a vida arriscando a própria pele enquanto que os idosos preferem um lugar calmo e tranquilo. Este era um sonho de um homem que morava em Paris, uma cidade muito agitada e estressada, queria sempre tirar umas férias, mas nunca conseguiu realizar este sonho até que se aposentou.

À esta altura de sua vida já não tinha mais amigos e os familiares não se importavam com um velho ranzinza, então ele resolveu radicalizar sua solidão, fugiu de tudo e de todos.  Esta atitude pode revelar algumas surpresas interessantes.

Aconteceu recentemente na França.




Esta é Uma Noticia Verídica:

Aconteceu Em – Saint Etienne – França



Em 2001 um homem se aposentou em Paris e decidiu mudar-se para uma cidade mais tranqüila, foi para Santa Etiene, procurou um apartamento numa região menos movimentada e o alugou, efetuando pagando adiantado no primeiro més.

Era um bom inquilino e sempre comparecia pessoalmente na imobiliária para efetuar o pagamento, até que um dia, não compareceu. Deixou de pagar o aluguel e não se justificou.

A imobiliária, educadamente esperou por algum tempo, pois, afinal, ele era um bom inquilino e até então havia pago sempre em dia.

– Mas ele não compareceu.

– Então telefonaram e não o encontraram em casa.

Mandaram carta de cobrança e ele não respondeu.



Cortaram-lhe a luz, água e o telefone, e ele não se manifestou.

Mandaram um cobrador no local e ninguém atendeu a porta. 

Mandaram uma intimação judicial e mesmo assim não adiantou nada.


Depois de um ano de aluguel atrasado, o dono do imóvel resolveu tomar uma atitude mais drástica.  Foi até o juiz e pediu um mandado de despejo, já que todas as outras opções tinham sido frustradas.

Acompanhado da polícia e de um oficial de justiça, foram até o apartamento, dispostos a arrobar a porta se assim fosse necessário, já que ele tinha se negado a abrir a porta anteriormente.

Lá chegando, bateram na porta e ninguém atendeu, insistiram e nada de resposta, então arrombaram a porta e entraram invadindo tudo com a maior brutalidade.


Óh ! Que surpresa,

lá estava Ele numa boa…


Sentado no seu sofá fumando seu charuto e o controle remoto na mão, assistindo bem tranqüilo a sua televisão, e nem se quer se mexeu com todo aquele barulhão na porta.


ENTRE, CLICANDO NA PORTA ABERTA. 


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E CONHEÇA O GRANDE SAFADO!


Foto Mensagem da Páscoa.



Lindas mensagens com fotos de Jesus, coelhos, ovos de chocolate.

Em comemoração à Páscoa do Senhor Jesus.



FELIZ PÁSCOA PARA TODOS.




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A Morte de Jesus.



Não somos capazes de mensurar a magnitude do sofrimento de Jesus na Cruz!   A revista ISTOÉ divulgou no ano passado uma matéria sobre este sofrimento analisado sob o ponto de vista de um médico “Frederick Zugibe”, ele até contrariou alguns dos fatos mostrados no filme de Mel Gibson.

É muito importante os estudos sobre este assunto, pelo menos os homens sentirão um pouco do imenso Amor de Jesus, este Amor que o levou a sofrer todas aquelas dores por nós.



Veja a matéria:

Como morreu Jesus

Médico legista dos EUA faz uma inédita autópsia de Cristo e explica, cientificamente, o que ocorreu em seu corpo durante o calvário.

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1998/artigo72483-1.htm


Por: NATÁLIA RANGEL


De duas, uma: sempre que a ciência se dispõe a estudar as circunstâncias da morte de Jesus Cristo, ou os pesquisadores enveredam pelo ateísmo e repetem conclusões preconcebidas ou se baseiam exclusivamente nos fundamentos teóricos dos textos bíblicos e não chegam a resultados práticos. O médico legista americano Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, acaba de quebrar essa regra. Ele dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina, o que lhe assegurou a imparcialidade do estudo. Temente a Deus e católico fervoroso, manteve ao longo do trabalho o amor, a devoção e o respeito que Cristo lhe inspira. Zugibe, 76 anos, juntou ciência e fé e atravessou meio século de sua vida debruçado sobre a questão da verdadeira causa mortis de Jesus.


Jesus é preso e Pedro o Protege - Caravágio.

Jesus é preso e Pedro o Protege – Caravágio.


Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre esse tema, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo durante as torturantes 18 horas de seu calvário. O interesse pelo assunto surgiu em 1948 quando ele estudava biologia e discordou de um artigo sobre as causas da morte de Jesus. Desde então, não mais deixou de pesquisar e foi reconstituindo com o máximo de fidelidade possível a crucificação de Cristo. Nunca faltaram, através dos séculos, hipóteses sobre a causa clínica de sua morte. Jesus morreu antes de ser suspenso na cruz? Morreu no momento em que lhe cravaram uma lança no coração? Morreu de infarto? O médico legista Zugibe é categórico em responder “não”. E atesta a causa mortis: Jesus morreu de parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos. Para se chegar a esse ponto é preciso, no entanto, que antes se descreva e se explique cada etapa de seu sofrimento.


Jesus na coluna - Caravágio

Jesus na coluna – Caravágio


Zugibe trabalhou empiricamente. Ele utilizou uma cruz de madeira construída nas medidas que correspondem às informações históricas sobre a cruz de Jesus (2,34 metros por 2 metros), selecionou voluntários para serem suspensos, monitorou eletronicamente cada detalhe – tudo com olhos e sentidos treinados de quem foi patologista-chefe do Instituto Médico Legal de Nova York durante 35 anos. As suas conclusões a partir dessa minuciosa investigação são agora reveladas no livro A crucificação de Jesus – as conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal, recém-lançado no Brasil (Editora Idéia e Ação, 455 págs., R$ 49,90). “Foi como se eu estivesse conduzindo uma autópsia ao longo dos séculos”, escreve o autor na introdução da obra. Trata-se de uma viagem pela qual ninguém passa incólume – sendo religioso, agnóstico ou ateu. O ponto de partida é o Jardim das Oliveiras, quando Jesus se dá conta do sofrimento que se avizinha: condenação, açoitamento e crucificação. Relatos bíblicos revelam que nesse momento “o seu suor se transformou em gotas de sangue que caíram ao chão”. A descrição (feita pelo apóstolo Lucas, que era médico) condiz, segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.

Fala-se sempre das dores físicas de Jesus, mas o seu tormento e sofrimento mental, segundo o autor, não costumam ser lembrados e reconhecidos pelos cristãos: “Ele foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total.” Zugibe cita um trecho das escrituras em que um apóstolo escreve: “Jesus caiu no chão e orou.”

Ele observa que isso é uma indicação de sua extrema fraqueza física, já que era incomum um judeu ajoelhar-se durante a oração. A palidez com que Cristo é retratado enquanto está no Jardim das Oliveiras é um reflexo médico de seu medo e angústia: em situações de perigo, o sistema nervoso central é acionado e o fluxo sangüíneo é desviado das regiões periféricas para o cérebro, a fim de aguçar a percepção e permitir maior força aos músculos. É esse desvio do sangue que causa a palidez facial característica associada ao medo. Mas esse era ainda somente o começo das 18 horas de tortura. Após a condenação, Jesus é violentamente açoitado por soldados romanos por ordem de Pôncio Pilatos, o prefeito de Judéia.


Flagelação de Cristo - Caravágio

Flagelação de Cristo – Caravágio


Para descrever com precisão os ferimentos causados pelo açoite, Zugibe pesquisou os tipos de chicotes que eram usados no flagelo dos condenados. Em geral, eles tinham três tiras e cada uma possuía na ponta pedaços de ossos de carneiro ou outros objetos pontiagudos. A conclusão é que Jesus Cristo recebeu 39 chibatadas (o previsto na chamada Lei Mosaica), o que equivale na prática a 117 golpes, já que o chicote tinha três pontas. As conseqüências médicas de uma surra tão violenta são hemorragias, acúmulo de sangue e líquidos nos pulmões e possível laceração no baço e no fígado. A vítima também sofre tremores e desmaios. “A vítima era reduzida a uma massa de carne, exaurida e destroçada, ansiando por água”, diz o legista.

Ao final do açoite, uma coroa de espinhos foi cravada na cabeça de Jesus, causando sangramento no couro cabeludo, na face e na cabeça. Também nesse ponto do calvário, no entanto, interessa a explicação pela necropsia. O que essa coroa provocou no organismo de Cristo? Os espinhos atingiram ramos de nervos que provocam dores lancinantes quando são irritados. A medicina explica: é o caso do nervo trigêmeo, na parte frontal do crânio, e do grande ramo occipital, na parte de trás. As dores do trigêmeo são descritas como as mais difíceis de suportar – e há casos nos quais nem a morfina consegue amenizá-las. Em busca de precisão científica, Zugibe foi a museus de Londres, Roma e Jerusalém para se certificar da planta exata usada na confecção da coroa. Entrevistou botânicos e em Jerusalém conseguiu sementes de duas espécies de arbustos espinhosos. Ele as plantou em sua casa, elas brotaram e cresceram. O pesquisador concluiu então que a planta usada para fazer a coroa de espinhos de Jesus foi o espinheiro- de-cristo sírio, arbusto comum no Oriente Médio e que tem espinhos capazes de romper a pele do couro cabeludo. Após o suplício dessa “coroação”, amarraram nos ombros de Jesus a parte horizontal de sua cruz (cerca de 22 quilos) e penduraram em seu pescoço o título, placa com o nome e o crime cometido pelo crucificado (em grego, crucarius). Seguiu-se então uma caminhada que os cálculos de Zugibe estimam em oito quilômetros. Segundo ele, Cristo não carregou a cruz inteira, mesmo porque a estaca vertical costumava ser mantida fora dos portões da cidade, no local onde ocorriam as crucificações. Ele classifica de “improváveis” as representações artísticas que o mostram levando a cruz completa, que então pesaria entre 80 e 90 quilos.


Cristo Coroado de espinhos.

Cristo Coroado de espinhos.


Ao chegar ao local de sua morte, as mãos de Jesus foram pregadas à cruz com pregos de 12,5 centímetros de comprimento. Esses objetos perfuraram as palmas de suas mãos, pouco abaixo do polegar, região por onde passam os nervos medianos, que geram muita dor quando feridos. Já preso à trave horizontal, Cristo foi suspenso e essa trave, encaixada na estaca vertical. Os pés de Jesus foram pregados na cruz, um ao lado do outro, e não sobrepostos – mais uma vez, ao contrário do que a arte e as imagens representaram ao longo de séculos. Os pregos perfuraram os nervos plantares, causando dores lancinantes e contínuas.

Preso à cruz, Cristo passou a sofrer fortes impactos físicos. Para conhecê-los em detalhes, o médico legista reconstituiu a crucificação com voluntários assistidos por equipamentos médicos. Os voluntários tinham entre 25 e 35 anos e o monitoramento físico incluiu eletrocardiograma, medição da pulsação e da pressão sangüínea. Eletrodos cardíacos foram colados ao peito dos voluntários e ligados a instrumentos para testar o stress e os batimentos cardíacos. Todos os voluntários observaram que era impossível encostar as costas na cruz. Eles sentiram fortes cãibras, adormecimento das panturrilhas e das coxas e arquearam o corpo numa tentativa de esticar as pernas.


Jesus apresentado a Pilatos - caravágio.

Jesus apresentado a Pilatos – caravágio.


A partir desse derradeiro, corajoso e ousado experimento realizado por Zugibe, ele passou a discutir o que causou de fato a morte de Cristo. Analisou três teorias principais: asfixia, ruptura do coração e choque traumático e hipovolêmico – por isso a importância médica e fisiológica de se ter descrito, anteriormente e passo a passo, o processo de tortura física e psíquica a que Jesus foi submetido. A teoria mais propagada é a da morte por asfixia, mas ela jamais foi testada cientificamente. Essa hipótese sustenta que a posição na cruz é incompatível com a respiração, obrigando a vítima a erguer o corpo para conseguir respirar. O ato se repetiria até a exaustão e ele morreria por asfixia quando não tivesse mais forças para se mover. Defende essa causa mortis o cirurgião francês Pierre Barbet, que se baseou em enforcamentos feitos pelo Exército austro-germânico e pelos nazistas no campo de extermínio de Dachau. Zugibe classifica essa tese de “indefensável” sob a perspectiva médica. Os exemplos do Exército ou do campo de concentração não valem porque os prisioneiros eram suspensos com os braços diretamente acima da cabeça e as pernas ficavam soltas no ar. Não é possível comparar isso à crucificação, na qual o condenado é suspenso pelos braços num ângulo de 65 a 70 graus do corpo e tem os pés presos à cruz, o que lhe dá alguma sustentação. Experimentos feitos com voluntários atados com os braços para o alto da cabeça mostraram que, em poucos minutos, eles ficaram com capacidade vital diminuída, pressão sangüínea em queda e aumento na pulsação. O radiologista austríaco Ulrich Moedder também derruba o raciocínio de Barbet afirmando que esses voluntários não suportariam mais de seis minutos naquela posição sem descansar. Pois bem, Jesus passou horas na cruz.


Descendo jesus da Cruz - Caravágio

Descendo jesus da Cruz – Caravágio


Quanto à hipótese de Cristo ter morrido de ruptura do coração ou ataque cardíaco, Zugibe alega ser muito difícil que isso ocorra a um indivíduo jovem e saudável, mesmo após exaustiva tortura: “Arteriosclerose e infartos do miocárdio eram raros naquela parte do mundo. Só ocorriam em indivíduos idosos.” Ele descarta a hipótese por falta de provas documentais. Prefere apostar no choque causado pelos traumas e pelas hemorragias. A isso somaram-se as lancinantes dores provenientes dos nervos medianos e plantares, o trauma na caixa torácica, hemorragias pulmonares decorrentes do açoitamento, as dores da nevralgia do trigêmeo e a perda de mais sangue depois que um dos soldados lhe arremessou uma lança no peito, perfurando o átrio direito do coração. Zugibe usa sempre letras maiúsculas nos pronomes que se referem a Jesus e se vale de citações bíblicas revelando a sua fé. Indagado por ISTOÉ sobre a sua religiosidade, ele diz que os seus estudos aumentaram a sua crença em Deus: “Depois de realizar os meus experimentos, eu fui às escrituras. É espantosa a precisão das informações.” Ao final dessa viagem ao calvário, Zugibe faz o que chama de “sumário da reconstituição forense”. E chega à definitiva causa mortis de Jesus, em sua científica opinião: “Parada cardíaca e respiratória, em razão de choque traumático e hipovolêmico, resultante da crucificação.”

http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1998/artigo72483-1.htm


Controversias: Com Mel Gibson

Zugibe contra Mel Gibson

REPROVADO Gibson cometeu erros históricos

O filme americano A paixão de Cristo (2005), de Mel Gibson (foto), é duramente criticado pelo médico Frederick Zugibe. Ele afirma que a produção tem equívocos médicos, científicos e históricos. Os erros:

Jesus leva um violento golpe no olho no Jardim das Oliveiras. De acordo com Zugibe, ele não foi agredido nessa fase de seu calvário.
Apenas o aramaico e o latim são falados no filme. Ficou de fora o grego, principal idioma da Terra Santa na época de Jesus.
A parte da frente do corpo de Jesus também é açoitada, o que contraria os escritos antigos.
Jesus leva uma cruz de 80 a 90 quilos. Zugibe afirma que só a barra horizontal era carregada e a vertical ficava pregada ao chão do lado de fora dos portões da cidade.
O descanso para os pés mostrado no filme é uma invenção de artistas do século passado, segundo Zugibe.
Ao contrário do que mostra o filme, a água e o sangue não jorram do peito de Jesus após a retirada da lança. Escorrem suavemente.



http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120 Jesus é Misericordioso
PRESENTEPRAVOCE
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120
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PAIXÃO DE CRISTO

Nova Jerusalém se prepara para você.


Assista ao Maior

E melhor espetáculo da Terra!

Visite: O Site de divulgação em 2015


Palco Central - Nova Jerusalém Pernambuco.

Palco Central – Nova Jerusalém Pernambuco.


Os preparativos para o espetáculo Paixão de Cristo, realizado em Nova Jerusalém (PE) cidade-teatro construída em Fazenda Nova, a 180 quilômetros do Recife, já tiveram início nesta quarta-feira de cinzas.

A Cada ano é escalado um novo elenco para a peça, este ano “2015” teremos o ator Igor Rickli como o personagem Jesus, Humberto Martins como Pilatos, Paloma Bernardi como Maria e Thaiz Schmitt como Herodiades e José Barbosa como Judas. Além disso, estão previstas algumas modificações nos cenários.

Humberto Martins

Pilatos

Igor Rickli

Jesus

Paloma Bernardi

Maria

  • Thaiz Schmitt

    Herodíades

    Carlos Reis

    Herodes

    José Barbosa

    Judas



A encenação, que é feita ao ar livre, acontece entre os dias 28 de março a 04 de abril e envolve 50 atores, 500 figurantes e tem expectativa de trazer mais de 70 mil pessoas para assistir a representação dos últimos dias de Jesus na Terra.

Entre um ato e outro, uma multidão movida pela fé caminha entre os cenários, transportando-se por algumas horas à época de Cristo, revivendo sua saga e renovando os sentimentos cristãos.


Jesus - Espetáculo em Nova Jerusalém - Pe.

Jesus – Espetáculo em Nova Jerusalém – Pe.


Para não apenas ser um espectador, o que já é uma grande benção, uma pousada oferece além da hospedagem, a chance de o visitante participar da encenação. No primeiro dia o visitante assiste a peça e no dia seguinte se torna componente do espetáculo.

O preço dos pacotes varia de R$1450,00 a R$2925,00, para quartos single a quíntuplos, para uma estadia de dois dias e duas noites, com pensão completa.

Para guardar seu lugar neste grande evento, basta realizar a reserva com antecedência pelo (81) 3732-1574 ou pelo email: contato@pousadadapaixao.com.br.


Existem ainda outras empresas que oferecem pacotes completos para o evento como a CVC (www.cvc.com.br) e a Luck Viagens-(www.luckviagens.com.br).


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Visite o Site Oficial

E veja

Detalhes do Espetáculo


Jesus é retirado da Cruz - Nova Jerusalém - Pe.

Jesus é retirado da Cruz – Nova Jerusalém – Pe.


PRESENTEPRAVOCE

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O Burro que caiu no poço !



Dizem que o burro é o animal mais burro de todos, porém esta afirmação nem sempre foi verdade !

A história do Burro.


O Burro Dentro do Poço


Um dia, o burro de um agricultor caiu em um poço seco. O animal chorava e urrava bem alto durante horas, enquanto que o seu dono buscava uma maneira para retirá-lo do buraco.

Por último, o agricultor vendo que o burro já estava velho e o poço estava seco e precisava ser enterrado para não provocar outro acidente como este com um cavalo mais valioso, decidiu por enterrar o poço com o burro dentro ainda vivo, já que o burro não valeria o esforço para resgatá-lo do buraco, pelo menos assim o bicho pararia de urrar.

Ele convocou todos os seus vizinhos para vir ajudar enterrar o poço. Cada um levou sua pá e começaram a encher o buraco de terra. O burro percebeu o que estava acontecendo e disparou a urrar e pular dentro do poço. A terra caia em cima do burro e ele a sacudia e pulava, de forma que o poço foi se enchendo e o burro foi subindo, para surpresa de todos, depois de algumas pás de terra o burro se calou e pensaram que o mesmo aceitara o seu destino insólito e decidira morrer em silêncio.

O agricultor finalmente olhou para o fundo do poço e foi surpreendido com o que viu… Com cada pá de terra jogada, o burro estava fazendo algo incrível: Ele sacudia a terra e dava um passo para cima da Terra. Em breve todos se viram surpresos quando o burro chegou à boca do poço, subiu acima do aro e saiu trotando satisfeito….

A vida vai atirar terra em cima de você, todos os tipos de dificuldades… O truque para não se deixar enterrar é se movendo, no genérico “se virando como puder” e usar das dificuldades para dar um passo para cima. Cada um dos nossos problemas deve ser um passo para cima. Não podemos deixar que os mais difíceis obstáculos nos impeçam de subir e se livrar das dificuldades…

Use a terra que jogam em você para alcançar a vitória e a liberdade!



Burro-en-el-pozo-e1326943109538[1] Burro_poço_saindo

SACUDINDO A POEIRA

MENSAGEM – PPT


O Bicho pode até ser um burro, mas tem muita gente que demonstra menos inteligência se deixando vencer pelo mau e as dificuldades da vida, burrice mesmo é cometer um ato de desespero sem buscar primeiro a solução naquele que é capaz de nos salvar de todos os problemas da vida.


FOI DEUS CHÁCARA JEUS CURA
Aqueles_que_Confiam O Alpinista O_equilibrista_e_a_Fé



SACUDINDO A POEIRA

MENSAGEM – PPT


A Paixão de Cristo, o filme mais polêmico de Mel Gibson.



Todo sofrimento retratado neste filme foi apenas uma gota do real sofrimento de Jesus quando morreu por nós naquela cruz para nos trazer uma nova vida na Páscoa da Ressurreição.





A Paixão de Cristo, filme de Mel Gibson é o documento que melhor representa os sofrimentos que Jesus sofreu antes de sua ressurreição, tornou-se um marco e um divisor de águas no que se trata da representação de acontecimentos históricos, principalmente na representação dos fatos como eles realmente aconteceram.

Foi muito criticado e taxado de exprimir violência exagerada a ponto de constranger o público, exprimir discriminação contra os Judeus e de não ter representado fielmente os fatos Bíblicos, mas é, no entanto é aceito pela grande maioria dos religiosos, mesmo não católicos, como aquele que consegue revelar mais claramente os fatos que antecederam a morte de Jesus.

É um filme que entrou como preferência na discografia da maioria dos Cristãos participantes da atualidade servindo de citação e referência, sempre que se deseja expressar o verdadeiro sofrimento de Jesus na Cruz.

Na Semana Santa meditamos este Sofrimento de Jesus que Morreu por nós naquela Cruz, e nada nos faz relembrar melhor, que a representação cinematográfica dos fatos que levaram o Verdadeiro Filho de Deus ao Calvário e logo após à Ressurreição que é a Páscoa o Momento mais importante do Cristianismo.

Esta meditação nos leva a compreender o grande amor de Deus por nós, nos levando à um melhor compromisso com a Igreja e suas ações na evangelização no mundo, pois o Cristo não morreu apenas por mim ou por você, mas morreu por toda a humanidade e cabe a nós de uma forma ou de outra fazer com que as pessoas conheçam esta verdade e vejam como um Homem pôde Amar tanto o mundo a ponto de se doar inteiramente para ser crucificado de uma forma tão cruel.

Homem das dores disse Isaías, profetizando um fato futuro que viria a ocorrer, mas que hoje se tornou um fato histórico, Jesus Morreu para que pudéssemos alcançar a vitória frente ao nosso inimigo mais cruel, a Morte.

“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53.4-5).


Páscoa é a comemoração da ressurreição daquele que venceu a morte e nos trouxe o direito De receber gratuitamente os frutos desta vitória e viver uma vida nova segundo as promessas do Pai ao seu povo escolhido.

Não sejas como aqueles dois discípulos que vendo a enorme pedra rolando sobre o túmulo de Jesus, viram ali também todas as suas esperanças sepultadas com Ele e foram embora para Emaus levando consigo a certeza de que Jesus havia morrido diante de seus olhos, tanto foi assim que quando Jesus “Vivo” os encontrou pelo caminho e mesmo conversando com eles não o reconheceram.

Jesus está Vivo !!! Aleluia !!! Glória no mais alto dos Céus !!!


Quando perceberam que Jesus realmente estava vivo voltaram correndo para Jerusalém para testemunhar o que lhes tinha acontecido pelo caminho, este Jesus que vimos morrendo na cruz e todo seu sangue escorrendo até a ultima gota, vimos também sendo sepultado e uma imensa pedra o cobrindo, não está Morto, Ele falou conosco e está Vivo, cumpriu o que disse, e Ressuscitou.


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A Pascoa Continua. Jesus Desapareceu!


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Causou espanto e admiração a constatação de que o sepulcro estava vazio. Dois dias antes haviam depositado ali um homem totalmente desfigurado e massacrado pela dor e pelo sofrimento anterior à sua morte. No entanto, agora o túmulo está vazio.


O que teria acontecido?!


O Evangelista Mateus descreve o acontecimento como um grande terremoto com o aparecimento de um anjo que tinha o aspecto de relâmpago, que removeu a pedra que fechava o sepulcro e que dizia: “Ele ressuscitou de entre os mortos, e eis que vos precede na Galiléia; lá o vereis”.

Nesta narrativa Mateus diz que os guardas ficaram com tanto medo que caíram como mortos, enquanto que as mulheres que haviam ido ao sepulcro, Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago, tiveram uma reação de comoção e alegria tamanha que as impulsionou para ir contar aos discípulos este fato.

No texto de Lucas as mulheres ficaram perplexas e se prostraram por terra cheias de medo, enquanto dois anjos lhes recordavam o que Jesus havia dito a respeito de tudo aquilo, ou seja, de como o Filho do Homem deveria ser entregue, crucificado e depois no terceiro dia ressuscitar.

Novamente a reação das mulheres, agora segundo Marcos, Maria de Magdala, Maria Mãe de Tiago e Salomé, foi, antes de tudo, de grande espanto, e depois fogem do túmulo, cheias de temor. Viram-se tomadas de tamanho estupor que as deixou caladas, e por medo, não disseram nada a ninguém.

Maria Madalena, na madrugada do primeiro dia da semana judaica, quando vê a pedra retirada do sepulcro imediatamente corre para contar o ocorrido a Simão, e “ao discípulo que Jesus amava”: “Retiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o colocaram”. Assim João narra o acontecimento daquele dia.
O fato é único em todos os evangelistas: O túmulo está vazio.
Cristo não está lá onde o depositaram depois de sua morte ignominiosa.


Cristo Ressuscitou!


Este é o fato mais extraordinário que poderia acontecer após os últimos dias vividos no sofrimento e na angústia, no medo e na humilhação daquele julgamento iníquo, cheio de mentiras e contradições, que mais parecia um pesadelo do que realidade para os discípulos, seguido da barbárie do caminho do calvário e da crucifixão: Sinais da desilusão e do desmoronamento das expectativas criadas pelo anúncio de um novo tempo, do Reino de Deus que havia chegado.

A morte de Jesus havia sepultado todas as esperanças e expectativas e trazido o medo de tudo o que viria após a sua morte. O espanto, a perplexidade, o medo e o estupor são o primeiro momento da ressurreição. Afinal, era um morto que voltava a viver. Um homem sepultado que não estava mais no sepulcro.

O segundo momento vivido é o reconhecimento de que aquele que não estava mais nas garras da morte, não estava mais no sepulcro, era o Senhor, era o Cristo, o Nazareno, o Crucificado que havia vencido a humilhação, o sofrimento e a morte, e que agora estava presente novamente e definitivamente no sofrimento e nas angústias, enfim na vida do seu povo. Este é o momento da comoção e da alegria que fez com que as mulheres fossem correndo contar aos discípulos o que havia acontecido e que impulsionou a todos eles a testemunhar com destemor a ressurreição, pois a partir deste fato entenderam as palavras de Jesus antes de sua morte e qual era a missão do discípulo. O fato da ressurreição continua hoje provocando reações de desconcerto e de alegria que nos chamam a uma reflexão profunda e a uma tomada de consciência cada vez maior sobre a nossa vida de fé, chamados a ser discípulos e testemunhas.


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Diante da ressurreição, a descrença e a dúvida aparecem como uma verdade no coração do homem contemporâneo que procura para si uma garantia de vida no que é pobre, vil e passageiro, incapaz, portanto, de dar-lhe a imortalidade, tanto almejada. Busca desta forma o imortal, mas rejeita a ressurreição e o Ressuscitado tentando criar para si uma resposta que provenha da razão ou que lhe dê um consolo mais plausível e humano para a morte não compreendida e não aceita.

O cristão contempla na ressurreição de Jesus Cristo um mistério profundo do amor de Deus que recria o homem, que o salva, que o resgata da morte para restaurar a sua imagem divina e eterna perdida pelo pecado. Não teria tanta importância para o homem de hoje a ressurreição de um homem morto há mais de dois milênios, e ficaria apenas como uma narrativa fantástica, como tantas outras já conhecidas e que se tornaram apenas lendas do passado, se este Ressuscitado não fosse hoje reconhecido, proclamado e acolhido como o Senhor, o Cristo vivo que se faz presente na sua e na nossa vida a cada dia.

O fato da ressurreição é o acontecimento mais importante de nossa fé porque nele proclamamos que Cristo vive, está vivo e está entre nós. Tornou-se alimento no pão e no vinho “eucaristizados”. Sua Palavra tornou-se viva entre nós porque realizou plenamente nele o mistério do amor de Deus que criou o homem para que pudesse participar da plenitude da vida. È isto que faz com que o homem de fé possa também ressuscitar com Cristo, vencer as barreiras da morte e do sepulcro.

A ressurreição é a certeza de que hoje a morte é vencida e que podemos ter a garantia de que em Cristo a vida vale a pena e de que o amor realmente vence a morte.

Pe. Sebastião Fábio Girolamola.


Veja fotos e mais detalhes na – acidigital – semana santa.

Veja Também –Testemunho de um Milágre Eucarístico.

Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu.
(Atos dos Apóstolos 1,11)