Cristo gera em nós uma inquietação Sadia.

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar.

Missa de Abertura do Encontro Regional

RCC – Goiás

Homilia: Dom Alberto Taveira

E dizia-lhes uma parábola. Porventura um cego pode guiar outro cego? Não cairão ambos na cova? O discípulo não é superior ao seu mestre, mas todos os que forem perfeitos serão como o seu mestre. E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” (Lucas 6, 39 -42)

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar. Existe em nossos corações uma inquietação sadia. Essa inquietação nos fez sair de nossas casas, e fez com que nós abrissemos mão dos compromissos para sentirmos em nossos corações o mistério da cruz.

Esse mistério hoje vem nos chamar cada vez mais a seguir Jesus e como diz o apostólo Paulo: “Para mim viver é Cristo”, ou seja, ter a verdadeira experiência profunda de conversão a Deus, é ter dentro do peito um coração que arde e busca a “direção” que é Cristo.

Deus não nos obriga a optar por ele mas o que ele quer é que façamos essa experiência de sermos verdadeiramente irmãos de Cristo. Para sermos discípulos verdadeiros de Cristo devemos fazer o caminho que Cristo fez, e viver na medida exata o que Cristo viveu até mesmo dar a vida pelo irmão, humanamente isto é impossível, mas através do Espírito Santo somos capazes. Só o Espírito Santo nos dá essa coragem, ousadia dos santos e que nos transforma e faz de nós servos renovados.

Trancrição – Junia Damascena

Ministério de Comunicação Social de Goiás

Ordenação em Anápolis - 12/2009