Um Novo Pentecostes.



  • 1. Permaneçam Em Jerusalém Porque dentro de poucos dias Eu vos enviarei O Espírito Santo. Cumprindo assim … Atos 1, 4
  • 2. Atos, 1, 14 Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele. Ao todo eram umas 120 pessoas …
  • 3. Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.
  • 4. Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: O que significam estas coisas? Outros, porém, escarnecendo, diziam: Estão todos embriagados de vinho doce.
  • 5. Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com voz forte lhes disse: Estes homens não estão embriagados, como vós pensais. Mas cumpre-se o que foi dito pelo profeta Joel:, Acontecerá nos últimos dias – É Deus quem fala -, Que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo:
  • 6. Naquele Dia se cumpriu a promessa do Pai feita através dos Profetas no passado. Nenhuma daquelas 120 pessoas havia previsto o que lhes aconteceria naquele momento,
  • 7. mas aceitaram o PRESENTE de Deus como crianças com o coração totalmente aberto
  • 8. São Pedro declarou a todos que as promessas de Deus e de Jesus acabaram de ser totalmente cumpridas naquele momento. Disse Mais: Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o DOM do Espírito Santo. Pois a promessa também é para vós, para vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus.
  • 9. O que teríamos mais a dizer sobre estes acontecimentos que já não teriam sido narrados por varias testemunhas que lá estavam, apenas que com o passar dos anos este verdadeiro Pentecostes foi ficando tão esquecido que as pessoas nem conheciam este anúncio básico feito por São Pedro… Pois a promessa é para vós … Para Vossos filhos e filhas … Convertei-vos e sejais Batizados em nome de Jesus e Recebereis o Dom do Espírito Santo. Eu vos Batizo com água para Remissão dos pecados, mas JESUS vos batizará com o Fogo e o Poder do Espírito Santo de Deus conforme Deus nos prometeu nas Sagradas Escrituras.
  • 10. Saulo não foi discípulo de Jesus, não esteve presente em Pentecostes e não foi Batizado no Espírito Santo naquele dia… Como um bom Fariseu ele foi o primeiro que se colocou a serviço dos Romanos para dizimar com o Cristianismo que se espalhava por todo o Israel.
  • 11. Paulo escreve aos Coríntios … A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vivais na ignorância. Capítulo 12, 1 Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? Capítulo 3, 16 Estas cartas confirmam exatamente que os fatos narrados sobre Pentecostes e as palavras proclamadas por São Pedro aconteceram de forma permanente e eterno, mas no entanto nem todos possuem o conhecimento pleno sobre esta verdade.
  • 12. O século XX foi considerado o século do “ESPÍRITO SANTO”, quando a Igreja redescobriu a força e o poder do Espírito Santo em seu interior. Será que neste século XXI ainda existirá alguém que não conheça estas verdades ? Acontecerá nos últimos dias – é Deus quem fala -, que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo: profetizarão os vossos filhos e as vossas filhas. Os vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão. …?
  • 13. Estes fatos comprovam que Jesus Cumpriu sua Palavra, Ele enviou mesmo o Espírito Santo e todos o receberam. Quem não recebeu porque não estava lá iria receber assim que se entregasse a Jesus de todo coração como Saulo. Este foi o primeiro passo Da Igreja, mas não foi o último e como antes continuamos necessitados do Espírito Santo em nós…
  • 14. Presentepravoce.wordpress.com.br quinta-feira, 22 de maio de 2014quinta-feira, 22 de maio de 2014 07:51:29 PM07:51:29 PM


Jesus Jesus


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A Missa Parte por Parte.



Crer e compreender não são coisas opostas. Quando cremos, sentimos necessidade de dar razão à nossa fé, ou seja, dizer por que cremos. Quanto mais compreendermos os fundamentos de nossa fé, mais aptos estaremos para vivenciar, celebrar e testemunhar aquilo que cremos. Amamos mais aquilo que conhecemos mais. Sem conhecer não é possível amar. Aí está o objetivo deste livro: ajudar a conhecer para amar. É um texto para os que desejam entender o núcleo de nossa fé. 

A Igreja nos oferece diversos textos e livros que nos ajudam a entender as várias partes que compõem a Santa Missa, para que assim possamos participar melhor com nosso coração totalmente  voltado ao centro que é Jesus.


9788534924634[1]


RITOS INICIAIS 

Entrada do Celebrante

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o orante máximo que assume a Liturgia oficial da Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça e nós os membros desse corpo. Por isso nos incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha sentido e nossa oração seja eficaz. Durante o canto de entrada, o padre acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O celebrante faz uma inclinação e depois beija o altar. O beijo tem um endereço: não é propriamente para o mármore ou a madeira do altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa piedade.

Saudação

O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da cruz. Essa expressão “EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO”, tem um sentido bíblico. Nome em sentido bíblico quer dizer a própria pessoa. Isto é iniciamos a Missa colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas mãos da Santíssima Trindade.

O sinal da cruz, significa que estamos na presença do Senhor e que compartilhamos de Sua autoridade e de Seu poder.

Ato penitencial

O Ato Penitencial é um convite para cada um olhar dentro de si mesmo diante do olhar de Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o arrependimento deve ser sincero. É um pedido de perdão que parte do coração com um sentido de mudança de vida e reconciliação com Deus e os irmãos.

E quando recitamos o Rito Penitencial, ficamos inteiramente receptivos à sua graça curativa: o Senhor nos perdoa, nos abrimos em perdão e estendemos a mão para perdoar a nós mesmos e aos outros.

Ao perdoar e receber o perdão divino, ficamos impregnados de misericórdia: somos como uma esponja seca que no mar da misericórdia começa a se embeber da graça e do amor que estão à nossa espera. É quando os fiéis em uníssono dizem: “Senhor, tende piedade de nós!”

Hino de louvor

O Glória é um hino de louvor à Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. No Glória (um dos primeiros cânticos de louvor da Igreja), entramos no louvor de Jesus diante do Pai, e a oração d’Ele torna-se nossa. Quando louvamos, reconhecemos o Senhor como criador e Seu contínuo envolvimento ativo em nossas vidas. Ele é o oleiro, nós somos a argila (Jer 18-6). Louvemos!

Nós temos a tendência a nos voltar para a súplica, ou seja, permanecemos no centro da oração. No louvor, ao contrário, Jesus é o centro de nossa oração. Louvemos o Senhor com todo o nosso ser, pois alguma coisa acontece quando nos esquecemos de nós mesmos. No louvor, servimos e adoramos o Senhor.

OREMOS

A oração é seguida de uma pausa este é o momento que o celebrante nos convida a nos colocarmos em oração. Durante esse tempo de silêncio cada um faça Mentalmente o seu pedido a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e profere a oração, oficialmente, em nome de toda a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o celebrante está assumindo e elevando a Deus todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos respondem AMÉM, para dizer que aquela oração também é sua.

LITURGIA DA PALAVRA

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se mas deve esperar o celebrante dirigir-se à cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo de maior importância, pois é nesta hora que Deus nos fala solenemente. Fala a uma comunidade reunida como “Povo de Deus”. A Palavra explicada, nosso compromisso com Deus, nossas súplicas e ofertas.

Primeira leitura

E quando se inicia a Liturgia da Palavra, peçamos ao Espírito Santo que nos fale por intermédio dos versículos bíblicos: que as leituras sejam para nós palavras de sabedoria, discernimento, compreensão e cura.

A Primeira Leitura geralmente é tirada do Antigo Testamento, onde se encontra o passado da História da Salvação. O próprio Jesus nos fala que nele se cumpriu o que foi predito pelos Profetas a respeito do Messias.

Salmo responsorial

Salmo Responsorial antecede a segunda leitura, é a nossa resposta a Deus pelo que foi dito na primeira leitura. Ajuda-nos a rezar e a meditar na Palavra acabada de proclamar. Pode ser cantado ou recitado.

Segunda leitura

A Segunda Leitura é tirada das Cartas, Atos ou Apocalipse. As cartas são dirigidas a uma comunidade a todos nós.

Canto de aclamação ao Evangelho

Terminada a Segunda Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que é um breve comentário convidando e motivando a Assembléia a ouvir o Evangelho. O canto de Aclamação é uma espécie de aplauso para o Senhor que via nos falar.

Evangelho

Toda a Assembléia está de pé, numa atitude de expectativa para ouvir a Mensagem. A Palavra de Deus solenemente anunciada, não pode estar “dividida” com nada: com nenhum barulho, com nenhuma distração, com nenhuma preocupação. É como se Jesus, em Pessoa, se colocasse diante de nós para nos falar.

A Palavra do Senhor é luz para nossa inteligência, paz para nosso Espírito e alegria para nosso coração.

Homilia

É a interpretação de uma profecia ou a explicação de um texto bíblico. A Bíblia não é um livro de sabedoria humana, mas de inspiração divina. Jesus tinha encerrado sua missão na terra. Havia ensinado o povo e particularmente os discípulos.

Tinha morrido e ressuscitado dos mortos. Missão cumprida! Mas sua obra da Salvação não podia parar, devia continuar até o fim do mundo. Por isso Jesus passou aos Apóstolos o seu poder recebido do pai e lhes deu ordem para que pregassem o Evangelho a todos os povos. O sacerdote é esse “homem de Deus”. Na homilia ele “atualiza o que foi dito há dois mil anos e nos diz o que Deus está querendo nos dizer hoje”.

Então o sacerdote explica as leituras. É o próprio Jesus quem nos fala e nos convida a abrir nossos corações ao seu amor. Reflitamos sobre Suas palavras e respondamos colocando-as em prática em nossa vida.

Profissão de fé

Em seguida, os fiéis se levantam e recitam o Credo. Nessa oração professamos a fé do nosso Batismo.

A fé é à base da religião, o fundamento do amor e da esperança cristã. Crer em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos na Palavra de Deus que foi proclamada e estamos prontos para pô-la em prática.

Oração da comunidade (Oração dos fiéis)

Depois de ouvirmos a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e confiança em Deus que nos falou, nós colocamos em Suas mãos as nossas preces de maneira oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo na grande oração da comunidade. Assim se torna oração de toda a Igreja.

E ainda de pé rogamos a Deus pelas necessidades da Igreja, da comunidade e de cada fiel em particular. Nesse momento fazemos também nossas ofertas a Deus.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor.

Vem a seguir o momento mais sublime da missa: é a renovação do Sacrifício da Cruz, agora de maneira incruenta, isto é, sem dor e sem violência. Pela ação do Espírito Santo, realiza-se um milagre contínuo: a transformação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo. É o milagre da Transubstanciação, pelo qual Deus mantém as aparências do pão e do vinho (matéria) mesmo que tenha desaparecido a substância subjacente (do pão e do vinho). Ou seja, a substância agora é inteiramente a do Corpo, Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, embora as aparências sejam a do pão e do vinho.

Procissão das oferendas

As principais ofertas são o pão e vinho. Essa caminhada, levando para o altar as ofertas, significa que o pão e o vinho estão saindo das mãos do homem que trabalha. As demais ofertas representam igualmente a vida do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não precisa de esmola porque Ele não é mendigo e sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal de gratidão e contribui na conservação e manutenção da casa de Deus. Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho, oferece a sua vida. O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas gotas de água no vinho simboliza a união da natureza humana com a natureza divina. Na sua encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a água colocada no cálice torna-se uma só coisa com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos a Cristo para formar um só corpo com Ele. O celebrante lava as mãos, essa purificação das mãos significa uma purificação espiritual do ministro de Deus.

Santo

Prefácio é um hino “abertura” que nos introduz no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante convida a Assembléia para elevar os corações a Deus, dizendo Corações ao alto”! É um hino que proclama a Santidade de Deus e dá graças ao Senhor.

O final do Prefácio termina com a aclamação Santo, Santo, Santo… é tirado do livro do profeta Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de expressão para significar o máximo de santidade, embora sendo pecadores, de lábios impuros, estamos nos preparando para receber o Corpo do Senhor.

Consagração do pão e vinho

O celebrante estende as mãos sobre o pão e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando sobre eles o Espírito Santo. Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio Jesus fez na Ceia e pronuncia estas palavras “TOMAI…

O celebrante faz uma genuflexão para adorar Jesus presente sobre o altar. Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos dizendo: “TOMAI…… “FAZEI ISTO” aqui cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que mandou celebrar a Ceia.

“EIS O MISTÉRIO DA FÉ” Estamos diante do Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por quem crê. 

Orações pela igreja 

A Igreja está espalhada por toda a terra e além dos limites geográficos: está na terra, como Igreja peregrina e militante; está no purgatório, como Igreja padecente; e está no céu como Igreja gloriosa e triunfante.

Entre todos os membros dessa Igreja, que está no céu e na terra, existe a intercomunicação da graça ou comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros, pois somos todos irmãos, membros da grande Família de Deus.

A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo Diocesano, são os pastores do rebanho, sua missão é ensinar, santificar e governar o Povo de deus. Por isso a comunidade precisa orar muito por eles. Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a Igreja é mais para interceder do que para julgar, por isso na Missa rezamos pelos falecidos. Finalmente, pedimos por nós mesmos como “povo santo e pecador”.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo 

Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia e o cálice e a assembléia responde amém.

RITO DA COMUNHÃO

Pai nosso 

Jesus nos ensinou a chamar a Deus de Pai e assim somos convidados a rezar o Pai-Nosso. É uma oração de relacionamento e de entrega. Ao nos abrirmos ao Pai, uma profunda sensação de integridade e descanso toma conta de nós. Como cristãos, fazer a vontade do Pai é tão importante para nosso espírito quanto o alimento é para nosso corpo.

O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula de oração, nem um ensinamento teórico de doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo. Portanto, deve ser vivido também pelos seus discípulos.

Com o Pai Nosso começa a preparação para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos bem o Pai Nosso, precisamos entrar no pensamento de Jesus e na vontade do Pai. Portanto, para eu comungar o Corpo do senhor na Eucaristia, preciso estar em “comunhão” com meus irmãos, que são membros do Corpo Místico de Cristo.

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos erguidas, na posição de orante.

Pode também ser cantado, mas sem alterar a sua fórmula. após o Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a oração seguinte é continuação.

A paz

Após o Pai-Nosso, o sacerdote repete as palavras de Jesus: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”.

A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há sobre a terra. Vale mais que todas as receitas, todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como presente de sua Ressurreição.

Que paz é essa da qual fala Jesus? É o amor para com o próximo. Às vezes vamos à Igreja rezar pela paz no mundo, mas não estamos em paz conosco ou com nossas famílias. Não nos esqueçamos: a paz deve começar dentro de nós e dentro de nossas casas.

Assim como só Deus pode dar a verdadeira paz, também só quem está em comunhão com Deus é que pode comunicar a seus irmãos a paz.

Fração do pão 

O celebrante parte da hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice, que representa a união do Corpo e do Sangue do Senhor num mesmo Sacrifício e mesma comunhão.

Cordeiro de Deus 

Tanto no Antigo como no Novo Testamento, Jesus é apresentado como o “cordeiro de Deus”. Os fIéis sentem-se indignos de receber o Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.

Comunhão 

A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei imortal e eterno, deixou como Mistério da Salvação para todos os que nele crêem. Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis, para alimento de vida eterna.

À mesa do Senhor recebemos o alimento espiritual

A hora da Comunhão merece nosso mais profundo respeito, pois nos tornamos uma só coisa em Cristo. E sabemos que essa união com Cristo é o laço de caridade que nos une ao próximo. O fruto de nossa Comunhão não será verdadeiro se não vemos melhorar a nossa compaixão, paciência e compreensão para com os outros.

Modo de comungar 

Quem comunga recebendo a hóstia na mão deve elevar a mão esquerda aberta, para o padre colocar a comunhão na palma da mão. O comungaste imediatamente, pega a Hóstia com a direita e comunga ali mesmo na frente do padre ou ministro. Ou direto na boca.

Quando a comunhão é nas duas espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na boca.

Pós comunhão

Depois de comungar temos alguns preciosos minutos em que Nosso Senhor Jesus Cristo nos tem, poderíamos dizer, abraçados. Perguntemos corajosamente: Senhor, que queres que eu faça? E estejamos abertos para ouvirmos a resposta. Quantos milagres e quantas curas acontecem nesse momento em que Deus está vivo e presente em nós!

Rito final 

Seguem-se a Ação de Graças e os Ritos Finais. Despedimo-nos, e é nessa hora que começa nossa missão: a de levar Deus àqueles que nos foram confiados, a testemunhar Seu amor em nossos gestos, palavras a ações.

Como receber a benção 

É preciso valorizar mais e receber com fé a benção solene dada no final da Missa. E a Missa termina com a benção.

Qual a parte mais importante da Missa?

É justamente agora a parte mais importante da Missa, quando Ela se acaba, pois colocamos em prática tudo aquilo que ouvimos e aprendemos durante a celebração, enfim quando vivenciamos os ensinamentos de Deus Pai.


Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/especial/missa/01.htm


Power Point explicativo:





Panfleto explicativo:

para ser impresso e distribuído para crianças e adultos.


Podemos Bater Palmas Na Missa !


Preferi usar neste Título um ponto de exclamação! Pois exprime não uma interrogação, nem uma afirmativa, mas o espanto de uma nova descoberta para a maioria de nós Católicos:




Que descoberta ?


Podemos sim bater palmas nas Missas?   É uma pergunta recentemente discutida em toda parte e muitos gostariam de imputar um silêncio fúnebre como velório na maior celebração da vida que conhecemos, pois na Santa Missa se relembra sim o momento que Jesus morreu na cruz, mas acima de tudo celebramos o fato que dividiu a historia em duas partes.  A verdade de um homem ter voltado dos mortos depois de ter sido declarado morto e sem nenhuma gota de sangue correndo em suas veias conforme a visão profética de Ezequiel 37.

As palmas nada mais são que um acompanhamento rítmico e cadencial das musicas que no contexto Litúrgico seriam apenas um instrumento musical tanto quanto um violão ou um tambor que sempre foram utilizados nos cultos a Deus como instrumentos de Louvor como declara o Rei Davi em diversos de seus Salmos.

(Salmo 150) 1 – Aleluia. Louvai o Senhor em seu santuário, louvai-o em seu majestoso firmamento. 2. Louvai-o por suas obras maravilhosas, louvai-o por sua majestade infinita. 3. Louvai-o ao som da trombeta, louvai-o com a lira e a cítara. 4. Louvai-o com tímpanos e danças, louvai-o com a harpa e a flauta. 5 .Louvai-o com címbalos sonoros, louvai-o com címbalos retumbantes. Tudo o que respira louve o Senhor!

Sendo assim, todo instrumento musical incluindo o som de nossas mãos batendo uma contra as outras em forma de louvor podem e devem fazer parte do nosso culto de louvor a Deus, desde que seja no momento Litúrgico oportuno e Não bater palmas nos momentos inoportunos ou em épocas ou dias que realizamos uma Liturgia mais voltada ao Silêncio e à Meditação.

Jamais podemos esquecer de que os dois pontos máximos de nossa Fé devem se expressar na Liturgia totalmente voltada para a alegria, Pois no Natal comemoramos a alegria do nascimento de Jesus e na Páscoa comemoramos a alegria da Ressurreição de Jesus.

Observação 1 – Uma coisa deve ficar bem clara, as palmas que acompanham musicas não devem ser confundidas com aplausos, parabenizações, comemoração ou barulho de qualquer outra natureza que atrapalhe o sentido litúrgico do momento e sim apenas como um instrumento de louvor ao Pai.

Até bem pouco tempo atrás estaria terminantemente proibido o uso de palmas de qualquer espécie na Liturgia da Santa Missa Católica, mas seria mesmo proibido ou seria apenas um desuso momentâneo e uma má interpretação do que realmente significa cada parte de nossa verdadeira Liturgia?

A Liturgia do Rito Romano utilizado na Igreja Católica é composto de várias partes distintas com objetivos distintos e complementares, assim como a vida e a ação de Jesus neste mundo não se expressa em apenas uma frase, ou em apenas um só de seus atos ou milagres, também a Liturgia serviria para nos situarmos e relembrarmos cada fase do que seria necessário para nossa Salvação plena, sendo assim, ela é composta de momentos de acolhida, perdão, cura, libertação, suplica, alimento corporal, alimento espiritual, meditação da vida morte e Ressurreição de Jesus, louvor, adoração, confraternização, avisos, comentários e despedidas; Partes que se expressam particulares dentro de um todo e que em si mesma “EM SEPARADO” teriam as suas particularidades e que dentro do todo deveriam ser bem expressas e não suprimidas por uma outra parte qualquer.  Isto significa que uma acolhida deve ser sempre feita com alegria para se cativar o visitante que chega, para que ele se sinta bem recebido na casa de Deus.   Da mesma forma o momento em que meditamos a morte de Jesus deve ter um ar de respeito e silêncio de meditação até o momento em que o Sacerdote levanta o Pão e o Vinho o Consagrando a Deus.   Neste exato momento a nossa Fé reconhece o Jesus Ressuscitado, pois acontece ali o milagre da Transubstanciação e o pão se torna Verdeira Carne do Cristo Vivo e presente no meio de nós, neste momento aquele que estava morto volta à vida e a nossa tristeza deve se transformar em verdadeira alegria como profetizou Jesus Em (S. João 16, 20).



Jesus ressuscita para a Vida eterna frente a nossos olhares e assim se doa como um presente a nós para que também nos tornemos participantes de sua VIDA plena, não existe um momento para expressarmos a nossa alegria plena melhor do que este, não existe ninguém que não se alegre e faça uma festa quando recebe uma vida nova, logo não existe motivo para chorar ou ficarmos de luto e sim para soltarmos fogos e por que não aplaudirmos aquele que agiu para conosco com tamanha Misericórdia?

Não podemos compreender o mistério da vinda de Jesus a este mundo apenas por seu nascimento, nem apenas por sua morte e muito menos apenas por sua Ressurreição, mas é a união destes momentos de extrema alegria, tristeza e depois Alegria extravasante em uma só celebração que nos faz compreender por completo qual foi a grande obra do amor de Deus neste mundo.



Eu também poderia ter colocado o título deste post usando um ponto de interrogação:

Podemos Bater Palmas Na Missa ?

Como se eu não soubesse a verdade sobre este assunto ou na verdade estaria usando um truque Psicológico de se quebrar um “PARADIGMA“, ou seja, melhor explicando, “Blefar em um jogo de cartas e esperar a reação do oponente”, sendo assim a verdade se tornaria apenas um jogo de “BLEFE” e não uma “VERDADE ABSOLUTA”, Isto seria uma opinião especulativa e não uma resposta definitiva sobre o tema, uma mera forma de ensinar a minha maneira de pensar e induzir as outras pessoas a pensarem o mesmo que eu penso.   Poderia ainda usar o texto de alguém no passado e desprezar outro texto que expressa um pensamento diferente, até mesmo escrito por um Santo de maior Renome Teológico, desde que este texto dissesse o que eu queria dizer e não o que eu não gostaria que soubessem, mas, bem sabemos que sobre este assunto muitos expressaram suas opiniões, mas ninguém jamais quis fazer delas uma regra eterna acima da vontade Divina.

Poderia também lhes responder porque Sim e NÃO porque Não. contestando aqueles que difundem a ideia do “Porque NÃO” e nem sequer aceitam discutir teologicamente o “Porque SIM”

Poderia Também usar um ponto no final desta frase e simplesmente afirmar que sim e pronto.

PODEMOS BATER PALMAS NA MISSA.

Outros Textos em sequencia a este:

A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.

Papa Proibe Bater Palmas na Santa Missa.

A verdade porém é que existe uma controvérsia sobre este assunto em particular e por muitos e muitos anos prevaleceu a execução de um Rito humano em que se preferia não Louvar a Deus com Palmas e sim apenas com o SILÊNCIO.   Da mesma forma que poderíamos interpretar mal um bater de palmas rítmico em acompanhamento aos louvores musicais com um simples aplauso à um ser humano qualquer, poderíamos também interpretar o silêncio como uma ausência completa de louvor e também uma ausência completa de Fé, simplesmente pelo fato de que ninguém saberia o motivo pelo qual se estaria em Silêncio uma vez que todos estariam sempre em silêncio e não se pode ensinar nada apenas através do Silêncio pois a própria palavra de Deus afirma em (Rom. 10) que nossa fé vem de ouvir a Palavra de Deus, se não ouvimos e não expressamos o nosso louvor de forma audível não podemos avaliar o grau de perfeição deste Louvor, se bem que o próprio Jesus se manifestou a este respeito quando descia do Monte das Oliveiras se direcionando a Jerusalém naquele Primeiro domingo de Ramos da História:

(São Lucas 19, 37) – Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. 38. E dizia: Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus! 39. Neste momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: Mestre, repreende os teus discípulos. 40. Ele respondeu:

Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!

Lamentavelmente existem ainda muitos Fariseus e Tridentinos neste mundo que querem calar a voz daqueles que Louvam a Deus de todo Coração pela Alegria de nos ter enviado seu Filho Amado Jesus.

É uma pena, porque para eles as pedras clamarão e louvarão a Deus, pois ainda existem homens que possuem coração mais duro do que as pedras, é uma pena também porque não poderemos identificar estes homens como filhos de Deus e herdeiros dos céus, pois preferem o silêncio  e as trevas de seus segredos e pecados do que a graça de se manifestarem visivelmente como um filho que ama a Deus de todo coração.

A maneira correta de usarmos as Palmas em uma celebração Litúrgica é exatamente observarmos os momentos em que deveríamos expressar a nossa alegria e jamais bater palmas nos momentos de pesar, pois é por não saber observar estes momentos e abusarem da distração do Sacerdote, que alguns ministros de música podem cometer erros graves, mas tudo isso é apenas uma questão de aprendizado e aperfeiçoamento e não de proibição irrestrita.

O texto abaixo foi utilizado como resposta a um Blog defensor do “NÃO BATER PALMAS DE FORMA ALGUMA NA MISSA”, inclusive desobedecendo as regras Litúrgicas utilizadas pela Igreja Católica atualmente depois do Concílio Vaticano II em defesa de regras utilizadas no Rito Tridentino que deixaram de ser utilizadas como Rito “ORDINÁRIO” a mais de meio século.



Segue o texto:

Salve Maria

Deus seja Louvado

Caro Irmão, bem vejo a sua boa intenção em ensinar a verdade e propagar o respeito à santíssima Missa Católica, mas não podemos apenas observar que Maria derramou suas lágrimas pelo sofrimento de seu amado filho Jesus e uma espada transpassou seu coração com a dor mais terrível da terra e não somente ela pôde sentir esta dor, até mesmo seus discípulos presenciaram o apagar de uma luz, até mesmo da luz do sol que brilha ao meio dia e a esperança de Salvação para este mundo, tanto é que após a morte de Cristo nada mais se poderia fazer pela Salvação deste planeta e por isso alguns discípulos se dispersaram e voltaram para suas casas em Emaús tristes e abatidos e até compartilharam sua tristeza com um peregrino que encontraram pelo caminho, só restava agora morrer de tristeza.    O que eles não sabiam, porque sua falta de Fé os cegava, era que aquele peregrino era já o próprio CRISTO VIVO E RESSUSCITADO NO MEIO DELES.  Como podemos nos entristecer pela morte daquele que está vivo?  Como podemos fazer um velório de alguém que não morreu? como podemos permanecer tristes e abatidos sabendo que a fonte de nossa alegria é eterna? como podemos não manifestar a nossa alegria através de nossos aplausos e cânticos de júbilo em louvor àquele que morreu por nós ou antes, Daquele que ressuscitou dos mortos para nos dar a certeza da vida eterna ?   Não se esqueça que a Igreja Santa Católica e Apostólica Romana deve acreditar que Jesus está realmente vivo e presente na Ostia Consagrada, logo, mesmo que por um curto espaço de tempo Jesus tenha estado morto, em seu CORPO FÍSICO CARNAL, ELE NA VERDADE NUNCA ESTEVE MORTO PARA QUE PUDÉSSEMOS TEMER PELA PERCA DE NOSSA SALVAÇÃO.  JESUS MESMO DECLARA QUE quando Ele anunciou a sua morte, os corações de seus Discípulos se entristeceram e Ele mesmo os conforta dizendo que este momento seria breve e foi tão breve, que nem podemos comparar miseras 39 horas com uma eternidade que desfrutaremos a presença de Jesus em nossas vidas presentes e futuras.  Se portanto, agora seu coração se entristece por saber que Jesus morreu, muito mais há de se alegrar em saber que Jesus NÃO MORREU e jamais morrerá, pois Ele é Deus e é eternamente presente no meio de seu povo.

In Corde Jesu at Mariae, Semper



Convite Para missa Solene de Páscoa.

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Missa Tridentina na Solenidade de Páscoa

em Campo Grande – MS

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Missa Solene de Páscoa – MS

Todos os Católicos da Região de Campo Grande MS, estão convidados para participarem desta Missa Solene na Grande Festa da Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Se preferir, participe na Paróquia mais próxima de sua casa, mas não deixe de Participar das solenidades da Paixão e da Páscoa de Cristo.

Enfim os Olhos se Abriram.

Testemunho do Padre Renato Leite

Contra a Montfort

Texto retirado diretamente do site Montfort, usado pelo Professor Orlando Fedeli em sua própria defesa contra todas as acusações que pesaram contra sua pessoa referente à saída do IBP – Instituto Bom Pastor do Brasil, inexplicavelmente cinco dias após terem conseguido uma Capela Definitiva em São Paulo.

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http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=cronicas&artigo=capela_vazia&lang=bra

Minhas considerações estarão logo abiaxo das palavras de:

Segue

Fratres in Unum

Padre Renato LeitePadre Renato Leite

OS FATOS 1ª parte

Caros amigos:

Falo aqui como testemunha:

.

Temos que reconhecer o mérito de muitos amigos do professor Orlando que por inspiração dele fizeram o quanto puderam para apoiar e estimular o trabalho do IBP no Brasil. A generosidade de alguns foi realmente admirável mas, o discurso de que o apoio dado ao IBP foi em razão de seu combate em favor da Missa Tridentina e da crítica ao Concílio Vaticano II é no mínimo “incompleto” para não dizer “suspeito”.

A casa do IBP situada no bairro do Ipiranga da qual estive à frente por oito meses, foi instituída com uma finalidade específica: “Preparar os alunos do Professor Orlando para ingressarem no seminário do IBP em Courtalain, França”. E obviamente, essa preparação estaria prioritariamente a cargo do professor Orlando que com os amigos, “pagavam todas as contas da casa”, imaginando ter uma espécie de “direito adquirido” para assim proceder no que dizia respeito à formação dos rapazes.

Um fato importante a ser recordado é que a casa do IBP aqui estabelecida não foi uma iniciativa do Instituto mas uma “oferta” do professor Orlando conforme um acordo prévio com o Padre Navas do Chile, então superior do Instituto na América Latina e antigo amigo do professor para que a mesma funcionasse como o descrito acima.

A casa seria um instrumento para o professor Orlando atingir um dos seus mais ousados objetivos: O ter padres sob o seu comando direto. E, para atingí-lo, seria enviado para Courtalain um número cada vez maior de alunos do professor que, ordenados padres, garantiriam a influência e o controle do Instituto do Bom Pastor pelo professor e seus amigos, recordando que o IBP já nasceu Pontifício ou seja “grande” canonicamente falando, com aprovação direta do Papa e portanto “tentador”.
01:15 (11 horas atrás)

Padre Renato

OS FATOS 2ªparte

Logo após sua primeira e última visita à casa e em seguida a de dois de seus colaboradores diretos na França, o superior geral do IBP, Padre Laguerie não gostou da ingerência do professor e exigiu que o Padre Navas tomasse as devidas providências estabelecendo como estratégia de ação quanto ao professor, “o homem das idéias estranhas que queria controlar o IBP”, o que segue:
“O vosso dinheiro sim, as vossas idéias não”.

O professor Orlando imediatamente reagiu acusando o Padre Navas de ser o único responsável pela tentativa de afastá-lo da casa, rompendo assim com ele. Não muito tempo depois o professor viaja para a Europa e encontra-se com o Padre Laguerie que não querendo perder o “dividendo político eclesiástico” de ter uma casa do Instituto em São Paulo , “”autoriza”” o professor a dar aulas… Aqui inicia-se o “êxodo” de padres e seminaristas que lá moravam, entre eles eu, que enfim nos demos conta da encrenca na qual havíamos nos metido.
Após o “acordo”, é enviado para assumir a direção da casa o Padre Perrel que tinha a missão de concluir o trabalho não terminado pelo Padre Navas, apesar da suposta autorização dada para as aulas pretendidas pelo professor.
Mantidas as coisas conforme as ordens do Padre Laguerie, inicia-se uma “guerra fria” entre o Padre Perrel e o professor Orlando assim definida:
“Já que o professor não pode dar aulas na casa do IBP para o Padre e para os seminaristas, o Padre Perrel não pode dar aulas e formação para os amigos do professor”.

01:17 (11 horas atrás)

Padre Renato

OS FATOS 3ª parte

Isso explica a linha de pensamento do Padre no sermão da última missa quando afirmou que:

“Durante esses seis meses no Brasil, tive o sentimento de que para muitos o sacerdote é somente um distribuidor de sacramentos.
E também:

“É neste ponto que a atitude de alguns está errada pois limitaram o Padre à capela, impedindo-o de ir mais além na sua paternidade espiritual.”
Numa referência clara à crise envolvendo o grupo de amigos do professor em São José dos Campos, ele e o próprio professor poucos dias antes da última missa.

Gostaria de terminar esses esclarecimentos recordando a todos que toda essa confusão deve ser “creditada” nas contas das vaidades de duas pessoas:
Primeiramente na conta do professor Orlando que vive esquecido de que, não importa o que diga ou faça, continua sempre um leigo não tendo autoridade docente na Igreja para submeter sacerdotes e formar seminaristas como pretendia nessa malfadada empreitada junto ao IBP. Tal tarefa está reservada exclusivamente aos bispos membros da Hierarquia da qual ele não faz parte.

Em segundo lugar na conta do Padre Laguerie Superior Geral do IBP que tem autoridade direta sobre os padres e sobre a formação dos seminaristas e que discordando das idéias do professor “desde sempre”, tinha a obrigação moral de deixar isso claro sem “simular” uma autorização que depois se verificou inexistente e que gerou inúmeros transtornos permitindo que o “oportunismo” prevalecesse sobre a franqueza e a sinceridade.

Lamento tudo isso e rogo a Deus Sua Misericórdia de modo particular para aqueles que defendendo a “Bandeira da Fé Católica” acabam por ter na prática, as mesmas atitudes daqueles que dizem combater.

Nos Sagrados Corações de Jesus e Maria SS.

Padre Renato Leite

Xeque-mate por Penetra.

Fratres in Unum

Este bom e corajoso sacerdote celebrará, neste domingo, sua última missa antes de retornar a seu lar. Doravante será tido como mais um traidor. Entretanto, uma reflexão deve ser feita ao se olhar para esses últimos dias: esse sacerdote, que por sinal não dá maus conselhos e não é nenhum liberal, também sobrepôs sua dignidade sacerdotal à uma vassalagem prestada a quem se apropria das mentes alheias, da mesma forma que um outro sacerdote (membro de uma facção modernista num instituto tradicional)… Coincidência?!

Que os [profundíssimos] comentários em blogs das mais variadas correntes respondam a esse dilema, já que o mentor e seu veículo oficial se mantêm em silêncio!

PS.: a este bom Pastor nos referíamos neste post de 08 de agosto.

O que diz o IBP sobre o assunto:

Publicamos a última homilia do Abbé Roch Perrel no Brasil:

Os “Modernistas” nada fizeram para tirar o IBP do Brasil!

*obs. Isto não é uma defesa aos erros ou afirmações do modernismo, mas uma simples verdade que isenta qualquer ação externa que motivaram esta atitude do IBP.

Minhas considerações a respeito destas Palavras.

Desde o incidente ocorrido em Anápolis – Go temos entrado em contato com o Prof. Orlando Fedeli sobre suas atitudes equivocadas em relação ao tratamento por ele deferido ao clero Brasileiro, não exclusivamente ao nosso Bispo que foi por ele atacado injustificavelmente, mas também por sua intrusão em assuntos do clero e da Igreja.

Em relação ao IBP, o Sr. Fedeli sempre fez questão de deixar claro que ele os apoiava, o que eu não sabia era que: ele praticamente os sustentava no Brasil com casa comida e roupa lavada.

No entanto foi combinado entre o Sr. Fedeli e o superior do IBP na França “Pe. Languérie”, uma certa independência entre as Instituições “IBP & Montfort”, independência esta que praticamente não existia, quando se tentou estabelecê-la de verdade surgiram os tais problemas “Querelas” que realmente seriam inevitáveis, uma vez que a Montfort declara ser função do IBP coisas que na verdade nunca foram e sim seria a própria vontade do Prof. Orlando Fedeli que sustentava o IBP.

Vendo que seria insustentável continuar mantendo esta situação dúbia no Brasil, vinculado à uma instituição declaradamente contra as posições oficiais da Igreja Católica em Roma e provocando situações que atrapalhavam de certa forma a execução do verdadeiro objetivo do Instituto no Brasil, tomou-se então esta decisão que pode não ser definitiva para o Instituto Bom Pastor, mas certamente será uma quebra definitiva dos vínculos da Associação Montfort com o pouco de Catolicismo que ainda existia dentro do coração de nosso nobre Professor de história.

Não foi falta de cartas e avisos,  nossos site’s considerados inimigos da Montfort sempre publicaram os equivocos do Sr. Fedeli, eu mesmo como amigo cadastrado no site Montfort enviei diversas correspondências, e para comprovar, editei post’s de alerta sobre pessoas que se afastavam da Montfort denunciando erros de seu Mestre, agora ele diz que seus amigos se revelaram inimigos.   Mas quem precisa de inimigos, se ele mesmo se auto-destrói sozinho quando despreza o conselho daqueles que lhe estão mais proximos “Ex. Colaboradores e amigos“, ou daqueles que considerados Inimigos, na verdade seriam seus melhores amigos, porque dizem o que ele precisaria ouvir sem medo de serem mal interpretados ou desprezados.

Meus textos foram enviados ao site Montfort e por toda a NET, na verdade a maioria deles foram apagados e desprezados.   Um destes textos dizia; para se pedir socorro e apagar o fogo que já estava levantando uma nuvem negra de fuligem em cima da sede da Montfort porque os alarmes de incêndio haviam falhado e ninguém estava percebendo o incêndio.       Não era ironia ou arrogância nem  mesmo uma brincadeira de minha parte, mas estas palavras foram interpretadas como a voz de uma criança passando trote de um orelhão ao corpo de bombeiros, e agora o Sr. Fedeli se lamenta por uma capela vazia e um sacrário sem a Real presença de Jesus Sacramentado.

Fico imaginando se realmente a culpa seja:

“[…] O silêncio e os ecos longínquos das risadas dos modernistas, dos sedevacantistas, da ala raivosa da Fraternidade, dos liberais, etc – no Porkut — pelo fim do mais pujante meio de propagação da Missa de sempre, no Brasil […]” Palavras de Orlando Fedeli

Veja ele até se esqueceu de citar a RCC, o movimento mais atacado nos seus textos execráveis.

Se realmente… nós estaríamos felizes por tudo que ocorreu neste dia 03/08/2008 referente ao IBP, como afirmou o Sr. Alberto Zucchi e contrariado pelo próprio IBP.

É claro que não !

Apesar do Sr. Orlando Fedeli creditar a culpa de todos os seus próprios erros a inimigos fictícios e inexistentes, a Igreja Católica não se alegra pelo afastamento do IBP, muito pelo contrário, esperamos que o IBP retorne em breve ao Brasil livre de qualquer compromisso ou vínculo que venha castrar e limitar sua atuação em nome da Verdadeira Igreja Católica e do Papa Bento XVI.

Espero que este episódio sirva para demonstrar a todos aqueles que se dizem Católicos, mas que continuam lutando contra a Verdadeira Igreja Conduzida por Bento XVI e somente por ele, que Jesus está junto com a verdadeira Igreja e não estará com aqueles que lutam contra a verdade se julgando superiores ao Papa Legitimamente eleito pelos Bispos que são os sucessores dos apóstolos de Jesus Cristo neste mundo.

As cinco Virgens despreparadas encontraram a porta fechada e a voz do Noivo lhes dizendo “Vão embora, Não vos conheço…”, mas também existirão alguns que encontrarão a frieza de um Sacrário Vazio e não encontrarão resposta no silêncio da ausência de Jesus Vivo e Sacramentado.

Muita coisa esta sendo dita e muito mais se dirá, acusações e defesas, porém a unidade da Igreja sempre será impressindível, a própria FSSPX já começou a medir suas palavras em afronta ao Papa e retirar textos ofensivos, até mesmo contra o Concílio Vaticano II, isto demonstra um caminho de solução para a crise, os SEDE-VACANTISTAS, por sua vez, morrerão por si mesmos quando não tiverem mais apoio daqueles que sempre supriram seu ódio contra a verdade de que não estamos mais na idade média e aprenderão que o mundo jamais irá girar em sentido contrário retornando ao passado, a solução não está no passado e sim no futuro, o mundo não é mais o mesmo, mas Jesus Cristo sempre será o Mesmo e confiamos na presença do Espírito Santo em nossos corações que nos guia em toda a verdade.

É realmente interessante, aquele homem que ofensivamente atacou nosso Bispo, dizendo uma inverdade, afirmando em seu site ter sido proibido de dar aulas em nossa humilde Cidade, hoje ele mesmo declara ter sido proibido de ensinar em sua própria casa a seus próprios alunos, e o pior, seus alunos se foram um a um sem  nem ao menos lhe dar explicações, diziam estar fugindo de uma “encrenca”.

As mesmas vozes murmurantes que lhe contaram fofocas dos  corredores do Vaticano certamente espalharam a verdade de suas intenções referentes aos seminaristas gentilmente cedidos ao IBP para se tornarem Padres na França.

Enfim, apesar de tudo, o IBP nada perde nesta retirada estratégica, porque demonstra sua liberdade de atuação e revela fatos obscuros que tolhiam e limitavam o verdadeiro objetivo do Instituto em relação à Tradição Católica e ao ensino da Missa  de Sempre no Rito Tridentino.   Sendo o IBP uma entidade ligada diretamente ao Vaticano, sempre terá sua credibilidade restaurada e restabelecida podendo retornar ao Brasil, em São Paulo ou em qualquer outro Estado do País quando assim for da vontade de nosso Senhor Jesus Cristo.

Ex-Church por eu_cohen.

A CAPELA FICOU TOTALMENTE VAZIA.

Na verdade o Professor Orlando Fedeli voltou à cena da Capela e percebeu que ela não estava completamente vazia, havia lhe restado uma imagem da Mãe de Jesus, afinal uma esperança para o retorno de seu Filho tão amado e querido.

Peçamos a interceção daquela que com sua hulmidade suprema aceitou ser uma serva, nada mais de que uma serva, para que através do imenso Amor de Deus, Jesus viesse a este mundo dentro de seu ventre Materno.   Que Ela possa realmente derramar suas graças e seu imenso Amor de Mãe, auxiliando-nos a encontrar e trilhar os verdadeiros caminhos de seu Filho Jesus.

Sou Doente” Afirmação de Fedeli …

O Impossível e o Extraordinário

Ainda a Montfort e o IBP = Deus lo vult!

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CRÍTICAS AO VATICANO II – Veritatis Splendor

Orlando Fedeli Apagou um pedaço da Carta porque citava um texto bíblico que lhe deixava numa saia justa.

Porque será que o Prof. Orlando Fedeli da Montfort evita citar textos da Bíblia Católica ?

Porque será que os seguidores de Dom Lefebvre dizem que Batismo no Espírito Santo Não existe, mesmo quando se lê na Bíblia que Jesus nos Batizará no Espírito Santo, com fogo e com poder ?

Leia o texto que simplesmente foi deletado e nem ao menos citado.

O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, 2- de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, 3 – proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade. 4 – Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças. 5 – Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração. 6 – Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão. 7 – Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, rejeita-as. 8 – Exercita-te na piedade. Se o exercício corporal traz algum pequeno proveito, a piedade, esta sim, é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e da futura. 9 – Eis uma verdade absolutamente certa e digna de fé: 10 – se nos afadigamos e sofremos ultrajes, é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, sobretudo dos fiéis. 11 – Seja este o objeto de tuas prescrições e dos teus ensinamentos. 12 – Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. 13 – Enquanto eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino. 14 – Não negligencies o carisma que está em ti e que te foi dado por profecia, quando a assembléia dos anciãos te impôs as mãos. 15 – Põe nisto toda a diligência e empenho, de tal modo que se torne manifesto a todos o teu aproveitamento. 16 – Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ouvirem.

I Timóteo, 4

Segue minha declaração:

Prof. Orlando Fedeli voltando das aulas proferidas em Anápolis decidiu denegrir a pessoa de nosso bispo a qualquer custo, inventando que foi proibido de proferir suas aulas aqui na cidade, se referiu em suas acusações à um certo panfleto que foi disdriduído nas ruas da Cidade o proibindo de dar suas aulas.

Ninguem viu este panfleto, Creio Eu que nem mesmo ele tenha visto, porque tal panfleto nunca existiu. O que foi publicado em seu site seria um e_mail que circulou entre amigos de minha paróquia, onde Pe. Françoá era o Paroco até o mes de Setembro de 2007, entre esses paroquianos, havia um musico que é cunhado daquele que agendou as aulas com o Sr. Orlando Fedeli, este email chegou até mim, no qual incluí; “Sizenando, estou apenas repassando”, ele continha o texto acima vinculado.

Neste texto havia sim um conselho claro dizendo: “Rejeita-as” as Fábulas de Pessoas, que sem comunhão Plena com a Igreja, decidem instruir os Católicos no Caminho Correto. Sem Comunhão Plena são aqueles que defendem as posições de Dom Lefebvre, Bispo Frances Excomungado pelo Papa João Paulo II. Citado no e_mail do Bispo. Mas como tal e_mail continuu circulando, acabou sendo “ele” o que foi publicado na Montfort, que continha o texto de “Timoteo 4” descrito acima, e que foi abolido.

Falei com a pessoa que repassou o e_mail para a Montfort, ele negou a princípio, mais depois admitiu que este texto estava lá. No mesmo e_mail havia uma outra carta de minha autoria me dirigindo à pessoa que me enviou o Convite para as aulas de HISTÓRIA DA IDADE MÉDIA, Carta essa que já está em meu blog intitulada Carta a Nicodemos., me dirijo a eles desta forma porque o evento estava camuflado e secreto sem o conhecimento de nosso bispo assim como Nicodemos Falou com Jesus na proteção da noite, e nem eu poderia imaginar tamanha complicação que eu estaria me metendo, no dia 03/02/08 em um encontro da RCC, de manhã, recebi a notícia que meu nome estava no site Montfort, pensei que fosse a minha Cartinha a Nicodemos Que Teria se encontrado com Jesus em Segredo., mas não, era o e_mail de Pe. Fançoá e do bispo. O Prof. Orlando Fedeli estava em Anápolis e 18 pessoas estavam lá com ele no local marcado para as aulas, nenhum de nós tentou impedí-lo. Pe. Françoá está na Europa desde Setembro de 2007 e foi citado como um leão de chácara na porta de nossa cidade Impedindo pessoas de dar aulas na UEG. Meu nome, que fora copiado por outro site, e está lá ainda, foi apagado do site Montfort quando comecei a escrever em todos os blog’s que encontrei pela frente a verdade sobre o maior fofoqueiro da internet, que ganha até mesmo, do Leão Lobo e do Poparazzo, pois tem, segundo ele mesmo, mais de 500,000 acessos de internet por més em seu site.

Uma pessoa que tem tantos assessos assim em seu proprio site, deveria pelo menos tratar com mais carinho, educação e respeito os seus próprios leitores, o que não é o caso, pois todo o Brasil conhece e comenta pela internet a grosseria que este tal “Dotô” em estória responde suas cartas, até mesmo as mais humildes. Nem seria necessário citar link’s, basta fazer uma busca na WEB por “Orlando Fedeli” e voce poderá conhecer o outro lado da moeda entrando nos site’s que não são a Montfot, na verdade existem textos lá também que o condenam muito mais que os outros, bastaria entrar em uma pagina chamada “homenagemfedeli.k6“, só ela diz tudo, toda grosseria e todos os link’s adversários com comentários ridículos.

Um outro site copiou da Montfort tudo que o condena, ordenando de uma forma correta e compreenssível, li um comentário lá hoje que perguntava o nome de quem escreveu aqueles textos, e o chamava de covarde. Mas que engraçado, pessoas que copiam as Textos do site Montfort escritos por Orlando Fedeli e colocam em seus Blog’s chamando o copiador da Montfort de covarde. Se são cópias da Montfort, logicamente o Autor só pode ser o Fedeli o grande covarde que se esconde atras de cartas com nomes alheios, terceiros ou simplesmente inventados mesmo, veja as cartas do Pe. Françoá e as minhas, nunca foram publicadas, e nem serão, até meu nome que estava lá foi apagado.

Neste caso ouvir os conselhos de São Paulo, um dos Padroeiros de nossa Paróquia, seria a ação mais sábia, ou o melhor caminho a seguir.

O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, 2- de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia…

Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, REJEITA-AS, a carta de Pe. Françoã que vinha na seguencia nada mais dizia que um eco destas palavras de São Paulo nos aconselhando a não ir nas tais aulas do famosos Profesor de estória.

In Corde Jesu Semper.

Os Frutos do Espírito Santo



Uma árvore boa não pode dar maus frutos; nem uma árvore má, bons frutos.

Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos.

(São Mateus 7,18)  (São Lucas 6,44)


Fruto_do_Espirito



A antiga festa de Pentecostes comemorava o dia da colheita, hoje podemos dizer que comemoramos os frutos maravilhosos que foram colhidos depois que as sementes semeadas por Jesus cresceram e produziram a 100, a 60 e a 30 por um….


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/frutos-do-espirito.jpg

O Bom Fruto

Do Espírito Santo.


Um certo dia Jesus, Avistou de longe uma figueira coberta de folhas e foi ver se encontrava nela algum fruto. Aproximou-se da árvore, mas só encontrou folhas, pois não era tempo de figos. (São Marcos 11,13) diz a seguir que Jesus a censurou severamente dizendo jamais nasça fruto de ti (até o que tem lhe será tirado), e no dia seguinte a figueira havia secado completamente.

Jesus também conta uma outra parábola semelhante.

6- Disse-lhes também esta comparação: Um homem havia plantado uma figueira na sua vinha, e, indo buscar fruto, não o achou. 7-Disse ao viticultor: – Eis que três anos há que venho procurando fruto nesta figueira e não o acho. Corta-a; para que ainda ocupa inutilmente o terreno? 8- Mas o viticultor respondeu: – Senhor, deixa-a ainda este ano; eu lhe cavarei em redor e lhe deitarei adubo. 9 – Talvez depois disto dê frutos. Caso contrário, cortá-la-ás.

(São Lucas 13, 6)

Jesus quer nos dizer que o bom filho de Deus produz o seu fruto no tempo certo, se não produz, poda-se, aduba-se e em ultimo caso arranca, pois é inútil.

Árvore Frutífera: Diz a Bíblia que Deus colocou a disposição do homem toda sorte de frutos para nos alimentar, porém, o Homem se afastou desses frutos naturais e preferiu cultivar os seus próprios frutos.

Hoje o Homem tornou-se o Fruticultor, isto é, o que planta árvores frutíferas com o intuito de colher seus frutos para se alimentar ou comercializar, se pretendemos colher Limao limões, plantamos limoeiros, se preferirmos algo mais adocicado como aLaranja laranja, devemos plantar laranjeiras, se queremos Maca maçãs, plantamos macieiras, se desejamos melancias, plantamos Melancia melancieiras (Citrullus lanatus) e assim por diante.

Ninguém que queira colher mangas plantará  abacateiros ou quem queira fazer vinho jamais irá semear sementes de tomate, pois sabemos que cada espécie produz o seu tipo certo de Fruto. Conhecendo-se a árvore, conhece-se também o  seu fruto.   Jesus deixou bem claro isso nas passagens do evangelho, logicamente mostrando aos seus seguidores que deveriam eles também, ser semelhantes ao seu mestre e produzirem o mesmo tipo de fruto que Ele produzia.

Porquanto cada árvore se conhece pelo seu fruto. Não se colhem figos dos espinheiros, nem se apanham uvas dos abrolhos. 

(São Lucas 6,44)

Acaso, meus irmãos, pode a figueira dar azeitonas ou a videira dar figos? Do mesmo modo a fonte de água salobra não pode dar água doce.  (São Tiago 3,12)

Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; (São João 15,1)

O Melhor exemplo é a parábola do filho pródigo, na pessoa do filho mais velho: Ele tomou todas as atitudes contrárias às atitudes do Pai. Que filho pródigo que nada, Jesus estava muito mais preocupado com aquele filho fiel e trabalhador que não produzia os frutos que o Pai gostaria que ele produzisse, o filho pródigo é apenas o coadjuvante que ganhou o “Oscar” de melhor ator nesta história enquanto o ator principal ficou totalmente ofuscado, pois era um total incompetente.

2 – Vamos Fazer um pequeno paralelo entre os frutos da carne e os frutos do Espírito Santo.

Devemos abandonar definitivamente os frutos da carne que é o Pecado propriamente dito.

Leitura rápida!
De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, (Romanos 8,13)

A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz. (Romanos 13,12),

(Gálatas 5,16 a 25)

16 – Digo, pois: deixe-vos conduzir pelo Espírito, e não satisfareis os apetites da carne. 17 – Porque os desejos da carne se opõem aos do Espírito, e estes aos da carne; pois são contrários uns aos outros. É por isso que não fazeis o que quereríeis. 18 – Se, porém, vos deixais guiar pelo Espírito, não estais sob a lei. 19 – Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, 20 – idolatria, superstição, inimizades, brigas, ciúmes, ódio, ambição, discórdias, partidos, 21 – invejas, bebedeiras, orgias e outras coisas semelhantes. Dessas coisas vos previno, como já vos preveni: os que as praticarem não herdarão o Reino de Deus! 22 – Ao contrário, o fruto do Espírito é caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, 23 – brandura, temperança. Contra estas coisas não há lei. 24 – Pois os que são de Jesus Cristo crucificaram a carne, com as paixões e concupiscências. 25 – Se vivemos pelo Espírito, andemos também de acordo com o Espírito.

NÃO HÁ SALVAÇÃO PARA AQUELES QUE CONTINUAM NO PECADO.

Porque sabei-o bem: nenhum dissoluto, ou impuro, ou avarento – verdadeiros idólatras! terá herança no Reino de Cristo e de Deus.(Efe. 5:5)

(Ap 22,11) – O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais. 12 – Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras.

3 – Buscai as Coisas do Alto.

Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. (Col 3,1)

Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos. (Filipenses 4,8)

Isso é tanto mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé.

A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz. (Romanos 13,11,12,13 E 14)

Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos muito amados. Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai igualmente aos dons espirituais, mas, sobretudo ao de profecia. (I Coríntios 14,1)

Assim, uma vez que aspirais aos dons espirituais, procurai tê-los em abundância para edificação da Igreja. (I Coríntios 14,12)

ASPIRAI – (Efésios 05 : 1 a 17).

Como Cristãos verdadeiros não devemos nos assemelhar aos homens deste mundo (NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE SÉCULO), antes Devemos espelhar aquele que nos criou segundo sua imagem e semelhança e que nos enviou seu Filho único (EU E O PAI SOMOS UM), para que fosse o primogênito entre muitos irmãos (COMO AS ESTRELAS DO CÉU), por isso os frutos do Batismo no Espírito jamais poderão ser como os frutos do pecado, portanto os frutos de nossa carne devem ser abandonados enquanto que os frutos da LUZ devem aparecer cada vez mais em nossa caminhada, se assim não acontecer, não estaremos vivendo verdadeiramente no Espírito de Deus e muito menos produzindo os frutos esperados pelo Pai.

A ÁRVORE QUE NÃO PRODUZIR BOM FRUTO SERÁ CORTADA E LANÇADA AO FOGO.


NOVA PUBLICAÇÃO EM POWER POINT NO SLAIDSHARE


OS FRUTOS DO ESPÍRITO SANTO



CHÁCARA JEUS CURA

Veja também:


Os Frutos Do Espírito Santo.

Pe. A. Torres Neiva