A águia e a serpente.



A águia e a serpente



O embate entre serpentes e Águias é muito comum, pois as serpentes são um dos petiscos favoritos das águias, já que a principal defesa de uma serpente seria completamente inútil contra suas garras afiadas e por outro lado, as serpentes não possuem uma boa visão à longa distância, pelo contrário este inimigo em particular possui uma das melhores visões á longa distância entre os animais e que pode perceber o minimo movimento a quilômetros de distância e assim ela consegue chegar de surpresa em alta velocidade caindo literalmente do céu.  Porém, as defesas da serpente não podem ser totalmente desprezadas, por isso o grande e poderoso pássaro precisa de muita habilidade e esperteza para vencer esta disputa pela vida.

Hoje estaremos exatamente comentando e meditando esta atitude que pode nos deixar muitos ensinamentos, veja o depoimento a seguir:




Hermes C. Fernandes

Hoje assisti in loco e ao vivo” a um duelo entre uma águia e uma serpente. Fui levar minha esposa ao trabalho, e na volta, enquanto aguardava o sinal abrir, eu, minha filha Revelyn e meu sobrinho Pedrinho assistimos à cena inusitada. A águia veio descendo velozmente com as garras projetadas para frente, e quando pousou sobre a serpente, foi recebida com um bote. A luta continuou depois que o sinal abriu e não sabemos o resultado. Presumo que a águia tenha vencido, como geralmente acontece. É muito difícil para uma cobra, mesmo peçonhenta, resistir ao poder das garras daquela ave.

Águias e serpentes são abundantes aqui na Flórida. Recentemente, nosso quintal recebeu a visita de uma cobra. Mas desde que flagrei uma águia pousada no mesmo lado onde avistamos o tal réptil, nunca mais a cobra deu o ar de sua graça. Provavelmente, virou comida de águia.

Assistir àquele embate me fez passar o dia refletindo.

A cobra é um réptil rasteiro de sangue frio, enquanto a águia é uma ave de sangue quente que voa em alturas inatingíveis para qualquer outro animal. Enquanto a cobra troca de pele, a águia troca sua penagem. O poder da águia está na envergadura de suas asas e na força de seu bico e suas garras. Já o poder da serpente está em seu veneno.

– Enquanto o povo de Deus é desafiado a ser como uma águia, renovando constantemente sua força (*) em Deus, os ímpios são comparados à prole da serpente. As Escrituras cristãs estão repletas de imagens que sugerem esta comparação.

A águia é símbolo de renovação, de confiança, de destreza, de majestade. Mas a serpente é símbolo de traição, de astúcia, de malignidade.

A serpente é traiçoeira e mantém-se sempre escondida. Seu bote sempre acontece sem aviso prévio, com exceção da cascavel com seu chocalho. Já a águia avisa que está chegando desde que avista a presa, dando-lhe chance de escapar. O som que emite, juntamente com a envergadura de suas asas, não a deixam passar despercebida.

Os hipócritas e traidores são verdadeiras serpentes que trocam sua pele de acordo com a conveniência. Esperam a hora certa de dar o bote. São calculistas e frios. Ainda que pareçam agir pela emoção do momento, suas atitudes são planejadas e têm como objetivo derrubar quem está em seu caminho. Trocam seu discurso como a serpente troca de pele.

Os visionários são como águia, capazes de vislumbrar o futuro. Mesmo quando pegos de surpresa pelo bote da serpente, não recoam, mas mantém os olhos fitos no alvo. Renovar as penas não é como trocar de pele. O discurso continua o mesmo. Antes de ser leal aos que o cercam, é fiel à visão que Deus lhe deu. E justamente daí vem sua lealdade para com aqueles que nele confiam. Ser fiel a Deus e leal aos amigos acaba resultando numa consciência tranquila e forças renovadas.


17 de setembro de 2017



A águia não luta com uma serpente no chão.

Ela a agarra e a transfere para um outro campo de batalha: o céu. Depois de levá-la para o alto, a solta em direção ao chão.

Uma cobra não tem nenhuma resistência, nenhum poder, nenhum equilíbrio no ar. Ali revela-se inútil, fraca e vulnerável.

No chão, é mortal, sábia e poderosa.

Como uma águia, não limite-se a lutar no reino físico do inimigo.

Leve a luta para o seu domínio, que é o céu:  A ORAÇÃO!

O diabo aqui na Terra é forte, astuto, enganador, envolvente, e muitas vezes mortal. Mas no céu, assim como esta serpente revela-se inútil, fraco e vulnerável.

Busque as coisas do alto!!!   Reze mais.   A cabeça da serpente já foi pisada. Tomemos posse da graça de Deus. As decisões que mudam as coisas aqui na terra são tomadas lá no Céu.



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Carinhos Quentes.


Já parou para pensar em como você trata as pessoas?

Se oferece carinho verdadeiro aos outros ou se a sua forma de tratamento com os que te cercam mesmo cruzam sua vida é fria e artificial. Cada vez mais nos deparamos com a necessidade de sermos calorosos nas relações. De nos doarmos e atendermos as pessoas com boa vontade e entrega. Construindo relacionamentos e não somente relações, nos despindo do egoísmo e do eu. 

Neste conto, Claude Steiner, com muita sabedoria e ternura, sintetiza muitas idéias sobre Carícias, Relacionamentos, Carinhos e afeto.


Frases-de-carinho-3[1]


Era uma vez, há muito tempo, um casal feliz, Antonio e Maria, com dois filhos chamados João e Lúcia. Para entender a felicidade deles, é preciso retroceder àquele tempo.

Cada pessoa, quando nascia, ganhava um saquinho de carinhos. Sempre que uma pessoa punha a mão no saquinho podia tirar um Carinho Quente. Os Carinhos Quentes faziam as pessoas sentirem-se quentes e aconchegantes, cheias de carinho. As pessoas que não recebiam Carinhos Quentes expunham-se ao perigo de pegar doença nas costas que as fazia murchar e morrer.

Era fácil receber Carinhos Quentes. Sempre que alguém os queria, bastava pedi-los. Colocando-se a mão na sacolinha surgia um Carinho do tamanho da mão de uma criança.  Ao vir à luz o Carinho se expandia e se transformava num grande Carinho Quente que podia ser colocado no ombro, na cabeça, no colo da pessoa. Então, misturava-se com a pele e a pessoa se sentia toda bem.

As pessoas viviam pedindo Carinhos Quentes umas às outras e nunca havia problemas para consegui-los, pois eram dados de graça. Por isso todos eram felizes e cheios de carinhos, na maior parte do tempo.

Um dia uma bruxa má ficou brava porque as pessoas, sendo felizes, não compravam as poções e unguentos que ela vendia. Por ser muito esperta, a bruxa inventou um plano muito malvado. Certa manhã ela chegou perto de Antonio enquanto Maria brincava com a filha e cochichou em seu ouvido:

“olha Antonio, veja os carinhos que Maria está dando à Lúcia. Se ela continuar assim vai consumir todos os carinhos e não sobrará nenhum pra você”. Antonio ficou admirado e perguntou:

“Quer dizer então que não é sempre que existe um Carinho Quente na sacola?”

E a bruxa respondeu: “Eles podem se acabar e você não os ganhará mais”. Dizendo isso a bruxa foi embora, montada na vassoura, gargalhando muito. Antonio ficou preocupado e começou a reparar cada vez que Maria dava um Carinho Quente para outra pessoa, pois temia perdê-los. Então começou a se queixar que Maria, de quem gostava muito, e Antonio também parou de dar carinhos aos outros, reservando-os somente para ela. As crianças perceberam e passaram também a economizar carinhos, pois entenderam que era errado dá-los. Todos ficaram cada vez mais mesquinhos. As pessoas do lugar começaram a sentir-se menos quente e acarinhados e algumas chegaram a morrer por falta de Carinhos Quentes.


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Cada vez mais gente ia à bruxa para adquirir unguentos e poções. Mas a bruxa não queria realmente que as pessoas morressem porque se isso ocorresse, deixariam de comprar poções e unguentos: inventou um novo plano. Todos ganhavam um saquinho que era muito parecido com o saquinho de Carinhos, porém era frio e continha Espinhos Frios. Os Espinhos Frios faziam as pessoas sentirem-se frias e espetadas, mas evitava que murchassem. Daí para frente, sempre que alguém dizia “Eu quero um Carinho Quente”, aqueles que tinham medo de perder um suprimento, respondiam: “Não posso lhe dar um Carinho Quente, mas, se você quiser, posso dar-lhe um Espinho Frio”. A situação ficou muito complicada porque, desde a vinda da bruxa havia cada vez menos Carinhos Quentes para se achar e estes se tornaram valiosíssimos. Isto fez com que as pessoas tentassem de tudo para consegui-los. Antes da bruxa chegar as pessoas costumavam se reunir em grupos de três, quatro, cinco sem se preocuparem com quem estava dando carinho para quem. Depois que a bruxa apareceu, as pessoas começaram a se juntar aos pares, e a reservar todos seus Carinhos Quentes exclusivamente para o parceiro. Quando se esqueciam e davam um Carinho Quente para outra pessoa, logo se sentiam culpadas.

As pessoas que não conseguiam encontrar parceiros generosos precisavam trabalhar muito para obter dinheiro para comprá-los. Outras pessoas se tornavam simpáticas e recebiam muitos Carinhos Quentes sem ter de retribuí-los. Então, passavam a vendê-los aos que precisavam deles para sobreviver. Outras pessoas, ainda, pegavam os Espinhos Frios, que eram ilimitados e de graça, cobriam-nos com cobertura branquinha e estufada, fazendo-os passar por Carinhos Quentes. Eram na verdade carinhos falsos, de plástico, que causavam novas dificuldades.

Por exemplo, duas pessoas se juntavam e trocavam entre si, livremente, os seu Carinhos Plásticos. Sentiam-se bem em alguns momentos mas, logo depois sentiam-se mal. Como pensavam que estavam trocando Carinhos Quentes, ficavam confusas. A situação, portanto, ficou muito grave.

Não faz muito tempo uma mulher especial chegou ao lugar. Ela nunca tinha ouvido falar na bruxa e não se preocupava que os Carinhos Quentes acabassem. Ela os dava de graça, mesmo quando não eram pedidos.


Chuva_corações


As pessoas do lugar desaprovavam sua atitude porque essa mulher dava às suas crianças a ideia de que não deviam se preocupar com que os Carinhos Quentes terminassem, e a chamavam de Pessoa Especial. As crianças gostavam muito da Pessoa Especial porque se sentiam bem em sua presença e passaram a dar Carinhos Quentes, sempre que tinham vontade. Os adultos ficavam muito preocupados e decidiram impor uma lei para proteger as crianças do desperdício de seus Carinhos Quentes. A lei dizia que era crime distribuir Carinhos Quentes sem uma licença. Muitas crianças, porém, apesar da lei, continuavam a trocar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade ou que alguém os pedia. Como existiam muitas crianças parecia que elas prosseguiram seu caminho. Ainda não sabemos dizer o que acontecerá.

As forças da lei e da ordem dos adultos forçarão as crianças a parar com sua imprudência?

Os adultos se juntarão à Pessoa Especial e às crianças entenderão que sempre haverá Carinhos Quentes, tantos quantos forem necessários?

Lembrar-se-ão dos dias em que os Carinhos Quentes eram inesgotáveis porque eram distribuídos livremente?

Em qual dos lados você está?

O que você pensa disso?


Uma História de Amor – Claude Steiner, em livro de Roberto Shinyashiki

Texto retirado de : Shinyashiki, Roberto. A carícia essencial, Uma Estória de carinhos, S.Paulo, Ed.Gente, 1988.


Não existe nenhuma novidade nesta estória:

Vemos muitos pontos em comum com a Bíblia, apenas foi escrito o que acontece realmente todos os dias de uma forma que as crianças compreendam mais facilmente, principalmente pelo fato das criança serem as protagonistas da estória, afinal se todos agissem como crianças e doassem seu amor e seu carinho sem reservas e sem medo de perder algo que jamais acaba, talvez teríamos muito menos tristeza, guerras e morte no mundo em que vivemos.



Preserve a natureza com muitoAmor.


CHÁCARA JEUS CURA OLHA O URSO
porco-espinho Beijo_que_cura
Amigos_como_a_rocha Tende_Misericordia_Senhor Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços