Espírito Santo: Alma de Minha Alma.


Alma de Minha Alma.

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Uma das características do Espírito Santo está relacionado com a alma humana. Na oração “para o céu”, o Pe. Kentenich, fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, o chama de “alma de minha alma.”

O que é que a essência do homem redimido consiste?

Consiste na morada de Deus Uno e Trino, especialmente do Espírito Santo, na alma. (I Cor. 3, 16)

Isso significa que, a minha alma está com Ele, toda a minha pessoa é consagrada ao Espírito Santo e é habitado por Ele. Um famoso cardeal francês disse que o homem comum é composto de corpo e alma, mas o cristão é composto de corpo, alma e Espírito Santo.

Este é o grande segredo: Um segredo que já foi revelado por Jesus e experimentado pelos Apóstolos no dia de Pentecostes confirmando que o Espírito de Deus está em mim, vive e age em mim.

Ele é a alma da minha alma.  
Ele é o que é mais profundo em mim,
Ele é o centro do meu ser.  

Se essa é a nossa realidade mais íntima, então nós temos que levar mais a sério a sua presença em nós, o seu falar e agir em nosso interior. Aqui também vemos a importância de cultivar o Santuário do Coração como a habitação do Espírito Santo.

Por outro lado, podemos dizer que o Espírito tem um compromisso com a nossa santificação e a responsabilidade com o crescimento de nosso amor, nosso carinho e nossa devoção a Maria. Ele tem a missão de fazer-nos sempre tão mais parecidos com seu cônjuge. Ele vem para nos converter, lentamente, em reflexos d’Ele mesmo, em homens e mulheres transformados, marianos novos seres, em verdadeiros Filhos do céu.

Ele chama isso de o turbilhão do Espírito, porque através dela chegamos a um relacionamento mais próximo e pessoal com o Espírito Divino.

Mulher e alma

O Divino Espírito é a alma da minha alma. E o Padre Kentenich acha que a mulher ideal deve ser “totalmente alma.” Na polaridade alma x corpo, de modo adequado para o ser humano, a mulher vive mais o lado da alma. Isso não significa a negação ou o desprezo do corpo e sim uma maior acentuação da polaridade espiritual.

O que é mais adequado para a alma é animar, integrar e espiritualizar. Essas três funções são próprias da alma, aqueles que a mulher se sente mais como ela própria.

Por natureza, a mulher tende a inspirar alma em tudo o que a rodeia. Ela dá a cada gesto um significado importante e espiritual.

Especialmente para inspirar o significado da alma nas coisas mais comuns:· Para dar um selo mais sensível para tudo o que é feito;

– Para buscar e colocar o nível espiritual em primeiro plano ao pessoal antes de outras coisas;

· Para assegurar o momento espiritual no amor;

· Para irradiar uma atmosfera acolhedora.

Portanto, ele comentou, ao voltar do exílio, que “a mulher, através de seu ser, tem que tomar cuidado para que as relações do mundo, a vida, a família e a humanidade estejam impregnadas com a alma e o espírito.”

O elemento espiritual no amor.

Cabe à mulher acentuar mais o elemento espiritual no amor. Portanto, devemos tomar cuidado para que nas nossas manifestações de amor, o espiritual e o eu interior dominem o corporal: a partir da carícia na preparação ao ato conjugal.

Eu acho que, neste contexto nossa vestimenta do corpo também é importante. Deve ajudar-nos, e, especialmente, os outros, para valorizar mais o eu interior e espiritual.

Portanto, vamos nos render a Maria, para que ela possa levar-nos ao Espírito Divino. Vamos dar a Virgem um lugar privilegiado em nosso coração para que o Espírito possa tomar posse dele e preenchê-lo com a sua presença.

Esperemos que o grande desafio de nos transformar lentamente em pequenos reflexos e instrumentos do Espírito Santo permaneça claro em nossa mente e enraizado em nosso coração. Que a Virgem Maria, sua grande colaboradora na obra da revelação Divina, nos guie e nos acompanhe neste esforço.

Pergunta para reflexão

Estou inspirando e enchendo com mais espiritualidade tudo o que eu faço, a minha vida pessoal e vida familiar, no meu grupo de oração e comunidade, na minha vida profissional e do trabalho, na minha vida social e cultural?

Fonte: Tradução do texto em inglês de Fr. Nicolas Schwitzer

Leia mais:

http://vivificat1.blogspot.com/2014/06/fr.html # ixzz355hHGjm

      Atualizado em 21/05/2015


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Movimento Schoenstatt.


MÃE RAINHA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL.


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Foto: Oratório da Mãe Rainha na Canção Nova 


 Quer conhecer Schoenstatt

Santurio Original WebSchoenstatt é um lugar em Vallendar, na Alemanha. Aí se encontra o Santuário Original, onde nasceu o Movimento com o mesmo nome – Schoenstatt – que significa “lugar bonito”.

Schoenstatt é um santuário mariano, lugar de graças, de peregrinações e de formação cristã. Os santuários de Schoenstatt formam uma rede de vida – em todos os continentes e em mais de 40 países – que se sustenta e tem a sua origem no Santuário Original.

Schoenstatt é um movimento apostólico, uma família no coração da Igreja Católica. À sombra deste Santuário, desenvolveu-se um movimento de apostolado, de espiritualidade e de educação e surgiu assim uma vasta obra constituída por leigos, jovens, adultos e famílias, sacerdotes e várias comunidades de vida consagrada.


Um carisma para o nosso tempo

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O centro do carisma de Schoenstatt é a Aliança de Amor com Maria, origem de uma espiritualidade e de uma pedagogia, cuja finalidade é a formação do Homem Novo na Nova Comunidade que, segundo o exemplo de Maria, seja instrumento na renovação do tempo atual.

Em todo o mundo, esta aliança tornou-se um caminho de santidade para muitas pessoas e continua a inspirar o compromisso de Schoenstatt com a Nova Evangelização: projetos missionários e sociais, projetos educativos e iniciativas em várias áreas da sociedade.

A missão de Schoenstatt é a missão de Maria, que abre caminhos na atualidade, para que Cristo possa nascer e, na força do Espírito Santo, conduzir a humanidade ao Pai.


Santuário

No dia 18 de Outubro de 1914, o Padre José Kentenich, num ato de fé na providência, propôs a um grupo de jovens consagrarem-se a Maria, selando com Ela uma aliança. Pediram-lhe que se estabelecesse numa pequena capela abandonada, transformando-a num lugar de graças e de peregrinações. Eles comprometiam-se a oferecer a Maria os méritos conquistados por uma intensa vida de oração e pelo esforço por viver a santidade na vida diária. Dessa aliança de amor mútuo surgiu o lema:

“Nada sem ti, nada sem nós”.

Foi a luz da fé na Divina Providência que guiou aquele passo arriscado – uma resposta de fé aos desafios da I Guerra Mundial que começava. Naquele tempo, e ainda hoje, a vida em abundância que surge a partir do Santuário confirma a presença ativa de Maria e a irrupção da graça de Deus.

No espírito dessa primeira aliança, renovada e atualizada, existem atualmente cerca de 200 santuários espalhados em todos os continentes.

No Brasil o movimento chegou em 1945, começando pelo extremo sul onde se concentra a população de origem Alemã.  Três anos mais tarde se ergueu em Santa Maria/RS o primeiro Santuário de Schoenstatt em terras Brasileiras que hoje possui 22 santuários incluindo um em Brasília.


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Graças originais do Santuário de Schoenstatt

O Santuário é um lugar de encontro com Deus onde, como no Monte Tabor, podemos dizer: “É bom estarmos aqui” (Mc. 9,5). É uma fonte intensa de graças, aí Nossa Senhora concede-nos, sobretudo, três graças próprias, no sentido da conversão interior: acolhimento espiritual, transformação interior e envio e fecundidade apostólica.


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A imagem do Santuário (de Crósio) era já conhecida na Igreja sob o título – Refúgio dos Pecadores – mas quando foi oferecida ao Santuário recebeu um novo nome e significado. O título – MTA, Mater Ter Admirabilis, Mãe Três Vezes Admirável – inspirado na ladainha a Nossa Senhora, tem a sua origem na Congregação Mariana de Ingolstadt (1604), cuja missão e vitalidade orientou também os primeiros congregados de Schoenstatt. Como expressão dessa ligação, foi então assumida a mesma invocação mariana.

Em sinal de gratidão pela ação de Maria na difícil história de Schoenstatt, posteriormente, foram agregados ainda os títulos de Rainha e Vencedora.

À volta da imagem no Santuário está a inscrição latina – Servus Mariae nunquam peribit – Um servo de Maria nunca perecerá. (S. Bernardo).


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Fonte: Movimento Schoenstatt Portugal
Fonte: http://www.schoenstatt.pt/index.php

      Atualizado em 22/05/2015


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