O Padeiro Espanhol.



Historia real que faz parte do texto de abertura do livro Ide e evangelizai os Batizados de Jose H. Prado Flores demonstrando que os Cristãos Batizados de hoje não tem um conhecimento pleno do significado desta palavra “BATISMO” e nem das consequências deste Batismo em nossas vidas. Nosso objetivo é redescobrir o significado deste primeiro anuncio do evangelho “O Kerigma” que culmina na preparação para o primeiro Sacramento da Igreja e a integração de cada um de nós como “VERDADEIROS” filhos e herdeiros de Deus. 


Rodrigo Lombardi

Rodrigo Lombardi – Padeiro



Objetivo do tema: Crer e experimentar o amor pessoal e incondicional de Deus, que é nosso Pai.


Durante a guerra civil espanhola, muitos espanhóis emigraram para o México.  Entre eles veio um jovem de 18 anos, Venâncio Fernandez.   O único problema que Fernando não teve durante a penosa travessia foi ter que pagar excesso de bagagem.  Trazia apenas duas camisas e uma calça remendada.

Chegou a Vera Cruz, onde começou a trabalhar em uma tenda de conterrâneos de um tio seu.   Anos após, casou-se e montou uma padaria na cidade de Puebla.   Com muito sacrifício, esforço e economias conseguiu juntar um pouco de capital e transferiu-se para a cidade do México com toda a sua família, onde continuou com seu trabalho de padeiro.   As pessoas já não mais o chamavam “Venâncio”.  Agora era “Senhor Venâncio”: pessoa honrada e respeitada que fumava um grosso charuto e poupava o máximo possível.

Ao completar 20 anos de sua chegada ao México, uma agência de viagens mostrou-lhe como seria econômico levar sua família até a Espanha de navio.  Havia uma promoção especial para famílias e ele não podia perder esta oportunidade.


Promoção_Viagem_famiulia_navio


A esposa do Senhor Venâncio, que aproveitava todas as ofertas, convenceu seu marido a gastar algumas economias em uma tranquila excursão pela Espanha.

Entretanto o Senhor Venâncio pretendendo economizar o mais possível no trajeto marítimo, antes de embarcar em Vera Cruz fez, na sua padaria, alguns pães bastante grandes, comprou uns 15 quilos de queijo e embarcou rumo a terra de seus antepassados.

No primeiro dia, todos comeram, com satisfação, o pão fresquinho com fatias de queijo novinho.  No dia seguinte, tão satisfeitos estavam que não fizeram qualquer restrição em repetir o mesmo cardápio de pão com queijo.   Depois, comeram queijo com pão, e, depois ainda pão com queijo.   No quinto dia, comeram pão, queijo e pão, e, no outro dia, pão e queijo.  No fim da semana, seus rostos tinham uma cor amarelada de queijo.  Ninguém chegava perto deles, crendo que estivessem com hepatite.

Por fim, no dia em que chegavam ao porto espanhol, deram-se conta de que o esforço para comer aquele pão mais os enfraquecia do que fortalecia.  A esposa do senhor Venâncio convenceu-o, então, de que deveriam celebrar a sua chegada à Espanha com um jantar delicioso e farto no restaurante de primeira classe do navio.  De uma coisa estavam certos; nessa noite não comeriam nem pão e nem queijo.

– Onde seria o restaurante da primeira classe?  Perguntou o senhor Venâncio ao comandante da tripulação.

– Permita-me ver sua passagem – pediu o oficial.

– Puxa! – reagiu o senhor Venâncio.  – Eu vou pagar, que para isso tenho me matado de trabalhar nesses vinte anos.

– Desculpe – respondeu o oficial.  – Mas no restaurante de primeira classe só podem entrar passageiros com bilhete de primeira classe.

Com o mau humor característico de um espanhol quando é contrariado, e com o rosto ainda mais amarelo, o senhor Venâncio tirou do fundo do bolso uma passagem toda amarrotada,  e que, ao ser desdobrada, soltou um forte cheiro de queijo.

O oficial leu-o lentamente: “Venâncio Fernández”.

E Depois, com uma cara de espanto, exclamou!

– Puxa! Senhor Venâncio, sua família tem uma passagem maravilhosa.

– Sua passagem inclui três refeições diárias no restaurante de primeira classe durante toda a viagem!


Primeira classe 2 Primeira classe

Conclusão:

O mesmo acontece conosco, Cristo já pagou para que tenhamos direito a uma Vida Nova.   Temos a “passagem” do Batismo bem guardado, e não vivemos como reis, sacerdotes e profetas, como deveríamos,  e é a isso que essa passagem nos dá direito.  Ao contrário, temos feito nossa parte: a mistura do pão duro da tristeza com o queijo da amargura e da monotonia, não aproveitando que Cristo já pagou por nós, com seu sangue precioso.  E, o pior, é isso que damos à nossa família e a todos que nos rodeiam, ignorando o nosso bilhete formidável.

Fonte: Ide e Evangelizai os Batizados


Nossas Considerações:


“Tudo que é meu, é teu…”


Simples assim… disse a seu filho mais velho o Pai do filho pródigo quando ele se recusava a entrar em casa quando seu irmão festejava seu retorno para a casa do Pai.  Mas, qual era o motivo pelo qual o filho mais velho se recusava a festejar com seu irmão perdido?

– Ele respondeu: O Senhor jamais me deu um cabritinho sequer para que eu festejasse com meus amigos!

A quem pertencia este cabritinho?

– De acordo com a resposta do Pai no destaque acima, este “cabritinho” ou aquele Boi cevado, a casa e toda a propriedade pertenceria a seu filho mais velho e ele teria pleno poder de decisão sobre qualquer bem que ali existisse, e, neste caso ele poderia ter matado o cabritinho ou até mesmo aquele boi cevado para comemorar e se alegrar com seus amigos e ele nunca sequer teve coragem de tomar essa atitude ou de pedir a seu Pai que lhe concedesse essa graça e a pergunta que permanece no ar seria:

Por que o filho mais velho jamais usufruiu dos benefícios de seus bens materiais?

Ninguém saberia esta resposta, tanto porque, esta resposta não cabe ao filho mais velho pronuncia-la e sim a você!

Sim…

A você que vive triste e abatido, mendigando uma migalhinha de pão que cai da mesa de seu Senhor ou a você rico e poderoso que mesmo possuindo a melhor padaria da cidade jamais experimentou um pedaço de pão, ambos são iguais em um único ponto, a falta de pão em sua mesa, por motivos diferentes, mas o mesmo problema em comum.

Pelo primeiro ou pelo segundo motivo ambos os filhos precisavam do amor e da misericórdia de seu Pai para completarem o vazio e a necessidade que possuíam em suas vidas, assim como também na história do Padeiro Espanhol, mesmo ele comprando um pacote de viagem maravilhoso para sua Família não usufruiu de seus direitos por falta de conhecimento e por falta de generosidade para com sua Família e neste caso em particular o que mais lhe faltou foi mesmo a generosidade, pois se tivesse levado a sua Família ao restaurante de primeira classe no primeiro dia teria descoberto os seus direitos e os teria usufruído a viagem toda, sendo assim, precisamos abrir nossos olhos para entender o que Deus pede de nós ou simplesmente nos revela neste texto, para que possamos a partir de agora começar a usufruir os verdadeiros Dons de Deus em nossas vidas, sejam eles materiais ou espirituais, porque “Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”.

Presentepravoce.


Seminário de Vida no Espirito
Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

ide_evangelizai José H. Prado Flores Ide e Evangelizai 17
Kerigma

PRADO FLORES

Loyola

.


Alimento_Espiritual_Autêntico Sete_dons Batismo_Espírito
Oração_abre_as_portas_para_a_presença_de_Deus Presente_pra_voce o-presente-de-deus-ao-mundo1[1]

Humor em Barcelona !

Ateístas fazem uma campanha ridícula em Barcelona - Espanha.

Ateístas fazem uma campanha ridícula em Barcelona - Espanha.

Os humoristas Espanhois deram o troco na campanha anti cristã na Espanha com uma charge revelando o verdadeiro beneficiário da campanha.

É só uma piadinha…

Fonte: Espanha = http://www.e-faro.info/CASTELLA/EChistes/CHISTES-2009.html

Ateístas fazem uma campanha ridícula em Barcelona - Espanha.

Desenvolvimento não é sinônimo de Evolução !!!

Nos ultimos anos a Espanha tem experimentado um desenvolvimento surpreendente, mas a evolução dos relacionamentos humanos nem sempre acompanham a arte externa e visível de uma civilização.

O texto abaixo foi escrito por um Brasileiro em terras Espanholas.

Saudades do Brasil ?

Quem não as teria ?

Mas o texto vai um pouco mais além. Expressa a opinião sinsera de quase todos aqueles que saem de nossa pátria buscando uma vida melhor mas perdem em amor, amizade e muito calor humano.

.

desenvolvidos

Desenvolvidos y desarrollados…?

Pe. Françoá Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
27/11/2008

Estou na Espanha desde o ano passado. Ao ver o nível de vida dos “espanhóis” (entre aspas porque há muito nacionalismo e alguns não gostam de ser chamados espanhóis), o inverno gélido e o verão ensolarado, a seriedade dos “espanhóis”. Ao observar também a serena alegria de alguns, a defesa – às vezes exagerada – de direitos (cada um quer ter o seu), o governo da Espanha, seus hospitais, os costumes “modernos” dos seus jovens, a discordância em quase todos os temas, etc. Como não pensar no meu país, o Brasil, que parece estar constantemente com os olhos postos nos chamados países “desenvolvidos” e procurando imitá-los?

Há muita coisa boa na Espanha: terra de grandes heróis, indomáveis conquistadores, um patrimônio artístico mais que considerável, uma plêiade de homens e mulheres no catálogo dos santos, gente de valor, entre outras coisas.

Há algum problema em imitar os países “desenvolvidos”? Nenhum. Em princípio, nenhum. O leitor deve ter observando que até agora não dispensei as aspas da palavra “desenvolvido” (desarrollado, em espanhol ou castelhano). A partir de agora peço dispensa delas. O que se entende  quando dizemos que tal o qual país é desenvolvido? Talvez à primeira vista pensaríamos na técnica e nas várias possibilidades no campo da saúde e da educação. Pensando um pouco mais, não tardaríamos em dizer que um país desenvolvido também é aquele que deixa de lado determinados tabus “medievais”, pelo menos tendo como modelo de desenvolvidos países como Estados Unidos, França, Espanha etc.

catedral madrid por hilaris.

Talvez alguém já ouviu falar que na Espanha já é possível que um homem se “case” com outro ou que uma mulher se case com outra, de que uma pessoa pode trocar de sexo se não gosta de ser homem (ou mulher). O governo socialista espanhol está com um plano para aumentar as possibilidades de uma mulher “interromper a gravidez” (= abortar). Talvez eu perderia tempo em dizer que os métodos anticoncepcionais, as experiências com células tronco (donde se matam vidas humanas!), e a blasfêmia, entre outras coisas, têm carta de liberdade neste ambiente.

O que é um país desenvolvido, então? O Brasil, através do seu governo quer desenvolver-se também. É justo! No entanto, gostaria de perguntar se queremos desenvolver-nos para cima, aumentando nossa capacidade de raciocínio, ou para baixo,  aumentando a nossa cauda. Explico-me sem querer fazer nenhuma crítica à teoria da evolução, que me parece bastante razoável: dizem por aí que o homem veio do macaco, ou melhor, que entre o homem e os macacos há um elo comum. Será que queremos desenvolver-nos rumo ao homem de neanderthal? É preciso ter cuidado! Não aconteça que desenvolvamos novamente todas as forças “macacais” que levamos dentro, todos os instintos animais expostos e, ao mesmo tempo, cobertos apenas com os nossos próprios pêlos, “felizes”… como os macacos. Que pena seria se terminássemos num zoológico,  mas… quem nos veria? Quem nos admiraria? Pelo menos um Deus ofendido vendo como conseguimos rebaixar a sua imagem em nós.

Conta-se de um filósofo que andava pelo mundo buscando um homem. Penso que o nosso filósofo encontraria vários na sociedade atual: na Espanha, no Brasil e em todas as partes. Não deixa de ser verdade que tais homens em alguns momentos não querem identificar-se, já que poderia dar a impressão de que mostrar os verdadeiros valores humanos seria antiquado nos tempos atuais, tratar-se-iam de costumes “medievais”. Deixando a parte o fato de que muitos nem conhecem os grandes valores dos medievais – seu sentido de honra, de lealdade, de justiça e de amor ao próximo -, é preciso dizer que esses valores tipicamente humanos não podem ser privilégios apenas do homo sapiens medieval.

Escrevi há algum tempo um artigo sobre a santa rebeldia no qual convocava os jovens para formarmos um “clube de rebeldes”, de pessoas que pensam livremente, que não sejam “Maria vai com as outras”, jovens de convicção: fortes, alegres e otimistas. A novidade do texto que o leitor tem diante dos olhos é que eu acho que agora necessitamos não só de jovens santamente rebeldes – que vivam a pureza, a cordura, o pudor, bem educados e cheios do amor de Deus -, mas necessitamos também de velhinhos e velhinhas santamente rebeldes. Necessitamos de senhoras e senhores que formem também seu clube de santa rebeldia, de deputados no Congresso Nacional que mande os pró-aborto “fritar batatinhas” (porque estamos com o saco cheio – desculpem! – desses senhores de terno e gravata empenhados em defender a morte do ser humano e, conseqüentemente, a desvalorização da imagem de Deus na pessoa humana), de políticos honrados e santamente rebeldes dispostos a defender o bem comum, os direitos do ser humano – sem esquecer seus deveres -, e os direitos de Deus. O Brasil é terra de Santa Cruz, do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora Aparecida, de pessoas agradáveis, que sabem sorrir, que sabem levar os problemas com simplicidade e, diria também, com elegância. Há alguns, no entanto, empenhados a que voltemos a comer seres humanos e a que façamos sacrifícios sanguinários à nossa covardia e ao nosso capricho. Chega!

Não terminei ainda! É necessário também sacerdotes que sejam santamente rebeldes, homens cheios de fé e do Espírito Santo, que não se envergonhem de “dar a cara” por Jesus Cristo e por sua Igreja Santa, que não tenham medo de ser “impopulares” porque anunciam sem tirar uma vírgula a doutrina santa de Jesus Cristo (na fé e na moral, também naqueles temas mais polêmicos),  ainda que… custe a própria vida. Dizia um homem muito santo que devemos ser pessoas que não nos façamos chamar católicos quando ser católico está de moda (com palavras de Cristo: “fazer as boas obras em segredo”) e “dar a cara”, sair do anonimato, quando ser católico é difícil (com palavras de Cristo: “que vendo as vossas boas obras glorifiquem o Pai celeste”).

Nos tempos atuais a moda não é chamar-se católico, vale para o Brasil também; não está de moda ser fiel leigo, fiel religioso, fielfiéis a Deus no Congresso Nacional, outros fiéis na política dos partidos, outros fiéis nas empresas, outros fiéis na agricultura, outros fiéis no comércio, outros fiéis…  a lista não acaba facilmente: que os cristãos estejam em todas as partes e que saiam de seu anonimato quando necessário. sacerdote. FIEL! É isso que o mundo precisa: uns quantos

Parece-me que o Brasil poderia ser desenvolvido marcando uma nova etapa no panorama internacional. Que pena que não queremos destacar-nos em nada! Que pena que sejamos uns meros imitadores de outros países! Que pena que há pessoas tão empenhadas, “religiosamente” empenhadas, em ir contra Deus, contra a Igreja, contra o ser humano! Você quer um Brasil desenvolvido? Eu também. A fé e a razão, a religião e a ciência, a oração e a ação, não precisam entrar em luta no cenário da nossa vida. Podem ir juntas, cada uma respeitando seu campo próprio e dando-se as mãos, sem exclusões. Não! Não estou defendendo a união política da Cruz e da espada, do Altar e do trono. No entanto, um desenvolvimento que pretenda colocar a Deus dentro das nossas igrejas e encarcerá-lo, sem permitir que ele “incomode” nas ruas e na vida pública, seria simplesmente inumano e uma ofensa ao Criador. Deus tem a primazia sobre o homem, a ética sobre a técnica e a estética, e a fé é mais preciosa que a vida. Finalmente, seremos verdadeiramente desenvolvidos, em todos os sentidos.

Deus abençoe a todos aqueles políticos que lutam pela vida. No entanto, é preciso trabalhar muito para que, como diz o meu irmão de presbitério, Pe. Luis Carlos Lodi, a maldição do aborto não entre no Brasil. Coragem!

Desenvolvidos y desarrollados ¡muy bien!

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
27/11/2008


Plaza De Las Ventas (26) por DiogoCataPreta.com.br.