A Vida vence a Morte !

Este é o testemunho surpreendente de Gianna Jessen, uma americana que Sobreviveu a um aborto planejado e executado.



Gianna Jenssen Sobrevivente de um aborto salino.



“A vida vence a morte”

Eu tinha 7 meses e meio de vida quando minha mãe decidiu me abortar, após o procedimento médico que causaria a minha morte por envenenamento salino eu fui abortada como o planejado, só que para a honra e glória de Deus e a minha felicidade eu não estava morta e sim viva.  Por incrível que pareça apesar de seguelas graves sofridas neste envenenamento eu hoje estou aqui não para para lhes trazer constrangimento e nem para culpar a sociedade por este ato monstruoso, mas vim testemunhar como a vida pode nos surpreender sendo capaz de vencer a morte.

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O resultado de um estudo estabeleceu que em cada 30 bebês abortados por razões médicas um nasce vivo.

Eles vivem em média 80 minutos – embora existem casos de fetos que sobreviveram por mais de seis horas.

A maioria destes bebês foram abortados entre 20 e 24 semanas de gestação, mas alguns tinham apenas 17 semanas.

Os números, baseados neste estudo do Hospital de West Midlands, reacenderam o debate sobre o aborto, os militantes pró-vida exigem a diminuição nos prazos para o interrupimento da gestação.

Os pesquisadores analisaram os resultados de 3.189 abortos realizados em fetos com deficiências graves em 20 hospitais, entre 1995 e 2004.

Fonte Leia Mais:

http://www.dailymail.co.uk/news/article-449598/One-baby-30-left-alive-medical-termination.html#ixzz0p36SABDq

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“O feto é um ser humano, e o feto está agora aqui de pé na frente de vocês, vivendo e respirando. O feto não é apenas um punhado de células que se pode cortar como uma peça de apendicite.”

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(ADI) 3510 – A ciência demonstra insofismamavelmente.



ADI_3510_defesa da vida


A nossa defesa será feita por muitos Doutores e Cientistas de renome Indubitávelmente Capacitados para falar sobre o assunto em questão. 



Prossegue o Dr. Dernival Brandão,

Em defesa da Vida.

Texto retirado da (ADI) 3510 

Convém Explicar a palavra acima: insofismamavelmente

Sofisma: Ideia defendida por apenas uma pessoa, “Isoladamente”

LOGO Insofismamavelmente:´Será o mesmo ponto defendido por vários Cientistas e Doutores.

1. A tese central desta petição afirma que a vida humana acontece na, e a partir da, fecundação.

2. Assim, a lição do Dr. Dernival da Silva Brandão, especialista em Ginecologia e Membro Emérito da Academia Fluminense de Medicina, verbis:

“O embrião é o ser humano na fase inicial de sua vida. É um ser humano em virtude de sua constituição genética específica própria e de ser gerado por um casal humano através de gametas humanos – espermatozoide e óvulo. Compreende a fase de desenvolvimento que vai desde a concepção, com a formação do zigoto na união dos gametas, até completar a oitava semana de vida. Desde o primeiro momento de sua existência esse novo ser já tem determinado as suas características pessoais fundamentais como sexo, grupo sanguíneo, cor da pele e dos olhos, etc. É o agente do seu próprio desenvolvimento, coordenado de acordo com o seu próprio código genético.

O cientista Jérôme Lejeune, professor da universidade de René Descartes, em Paris, que dedicou toda a sua vida ao estudo da genética fundamental, descobridor da Síndrome de Dawn (mongolismo), nos diz: “Não quero repetir o óbvio, mas, na verdade, a vida começa na fecundação. Quando os 23 cromossomos masculinos se encontram com os 23 cromossomos da mulher, todos os dados genéticos que definem o novo ser humano estão presentes. A fecundação é o marco do início da vida. Daí para frente, qualquer método artificial para destruí-la é um assassinato”. (publicação: VIDA: o primeiro direito da cidadania – pg. 10 – em anexo, grifei)

A ciência demonstra insofismamavelmente – Com os recursos mais modernos – que o ser humano, recém-fecundado, tem já o seu próprio patrimônio genético e o seu próprio sistema imunológico diferente da mãe. É o mesmo ser humano – e não outro – que depois se converterá em bebê, criança, jovem, adulto e ancião. O processo vai-se desenvolvendo suavemente, sem saltos, sem nenhuma mudança qualitativa. Não é cientificamente admissível que o produto da fecundação seja nos primeiros momentos somente uma “matéria germinante”. Aceitar, portanto, que depois da fecundação existe um novo ser humano, independente, não é uma hipótese metafísica, mas uma evidência experimental. Nunca se poderá falar de embrião como de uma “pessoa em potencial” que está em processo de personalização e que nas primeiras semanas pode ser abortada. Porque? Poderíamos perguntar-nos: em que momento, em que dia, em que semana começa a ter a qualidade de um ser humano? Hoje não é; amanhã já é. Isto, obviamente, é cientificamente absurdo.”

(publicação citada – pg. 11, grifei)

Quer mais, Leia o texto completo

Está arquivada em.

http://www.ghente.org/doc_juridicos/adin_3510.htm

E Conjuntamente assinada por:

Cada um expressando a sua Defesa. 

1. Professora Alice Teixeira Ferreira;

9. Professor Rogério Pazetti.

2. Professora Claudia Maria de Castro Batista;

3. Professora Eliane Elisa de Souza e Azevedo;

4. Professora Elizabeth Kipman Cerqueira;

5. Professora Lilian Piñero Eça;

6. Professor Dalton Luiz de Paula Ramos;

7. Professor Dernival da Silva Brandão;

8. Professor Herbert Praxedes; e

Brasília, 16 de maio de 2005.

CLAUDIO FONTELES

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA


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