Primeira Missa no Brasil.

Porto Seguro: reembarcados, levantaram âncora e navegaram mais acima, para um lugar mais protegido, o Porto Seguro, onde foi rezada a 1ª Missa, no Domingo de Páscoa no dia 26 de abril de 1500. A terra recém achada foi considerada como uma dádiva divina colocada ao alcance de D. Manuel. A cerimônia religiosa, oficiada por D. Henrique de Coimbra, consagrou-a como espaço a ser convertido e integrado à Cristandade. Depois de mais alguns encontros onde estiveram presentes mais de 400 indígenas, curiosos perante a chegada daquela gente estranha, a expedição fez-se novamente ao mar no dia 2 de maio de 1500, retomando a viagem para a Índia. Não ficaram mais de dez dias na Terra dos Papagaios, como foi popularmente chamada. Além de dois degredados que aqui foram deixados aos prantos, dois grumetes fugiram de bordo e nunca mais foram vistos. Eram, esses anônimos, os primeiros brasileiros.

Parte integrante do arquivo Histórico em PDF

1500 A Primeira Missa no Brasil

A Primeira Missa no Brasil, Victor Meireles, 1860.

A Primeira Missa no Brasil, Victor Meireles, 1860.


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Curiosidade

Um novo mundo

Encontraram, os lusos, um outro mundo abaixo do equinócio. Ninguém o assinalara antes. Nem os portulanos o indicavam,
nem o celebrado Globo de Martim Behaim de 1492, onde, ao ocidente, só se viam desenhadas algumas ilhas, a maioria delas imaginárias (com a das “Sete Cidades”, ou mesmo
uma de nome “Brasil”). Se Deus, até então, não avisara a existência daquelas terras aos cristãos, e se os nativos ignoravam a existência de Jesus Cristo, concluíram também que não tinham ciência, nem juízo, do crime de Adão. Convenceram-se, então, não haver Pecado do lado de cá do equador. Por essas bandas era um vale-tudo.

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A Primeira Missa

Dias já faziam em que estavam os lusos ali entre idas à praia e voltas ao mar. Carregavam água, frutas e o lenho para os barcos, enquanto dois carpinteiros separavam um enorme tronco para a feitura da Cruz. Os índios, uns oitenta ou mais, tagarelas, estorvantes, arrodeavam os marinheiros em seus afazeres, olhando, pasmos, o efeito do fio do ferro na árvore. Da mata próxima vinham os barulhos da bicharada, o ruído forte dos papagaios, dos bugios, e de uma poucas pombas-rolas. A missa mesmo, a primeira no Brasil, deu-se no Domingo de Páscoa, 26 de abril de 1500, quando afincaram a Cruz no chão macio de um banco de areia em Porto Seguro.

O Frei Henrique de Coimbra, um franciscano, oficiou-a todo aparamentado, enquanto a tripulação congregava-se na praia às voltas do altar. Tomavam posse daquela Ilha de Vera Cruz, em nome do rei de Portugal e da Santa Fé católica. Os nativos, dóceis, se portaram de tal modo que Caminha convenceu-se da fácil conversão deles no futuro.

Um par de padres, dos bons, escreveu ele ao rei, bastava.

E a conclusão de Caminha:

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Carta de Caminha

Carta de Caminha

Caminha

E quando veio o Evangelho, que nos erguemos todos em pé, com as mãos levantadas, eles (os índios) se levantaram conosco e alçaram as mãos, ficando assim, até ser acabado: e então tornaram-se a assentar como nós… e em tal maneira sossegados, que, certifico a Vossa Alteza, nos fez muita devoção.- Carta de Caminha a El-Rei, 1º de maio de 1500

Frei Henrique sacraliza o ato de posse do Brasil

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A decisão de vir ocupar o Brasil
Porém, não foi essa a decisão da Coroa. Demorou quase meio século para que um reduzido destacamento de jesuítas desembarcasse no Brasil para fins de catequese. As políticas anteriores de ocupação da nova terra (o arrendamento ao consórcio de cristãos-novos de Fernão de Noronha, e, depois, a doação de capitanias), redundaram em fracasso.
Foi o acirramento do combate teológico contra os protestantes, e as visitas das naus bretãs e flamengas atrás do pau-tinta, que fizeram o rei abandonar a desatenção para com o Brasil. Tinha urgentemente que ocupar os pontos estratégicos da costa e pôr aqueles hereges a correr.
Ou tomava conta de vez, ou perdia tudo.

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A expansão do Catolicismo
E assim, com igrejas e capelas, santuários erguidos nas aparições da Virgem, orações, cantorias, procissões, conversões e batismos, trazendo mais padres e outras ordens (dos franciscanos, carmelitas, beneditinos, mercedários, e outros), a Igreja Católica foi doutrinando, educando e civilizando o bruto que aqui estava, e o outro bruto que aqui chegava. Com ameaças ao Inferno, recorrendo, por vezes, à “vara de ferro” e ao látego, erguidos contra o animismo, o feiticismo, a magia e a heresia, espantaram-nos desta parte do Novo Mundo. Uma Santa Casa aqui, um Colégio acolá, uma cama de lençóis para um doente, um tema de Cícero, um asilo para um órfão, uma lição do De Bello Gallico, que, somados aos oceânicos sermões do Padre Vieira, fizeram
com que se mantivesse, em mãos católicas, uma das maiores extensões de terras do mundo ocidental. E dizer que tudo isso começou 500 atrás, numa improvisada missa campal, puxada à frente de uma cruz de madeira bárbara, em hora de sol a pino, encerrada em seu final à bulha de “corno ou buzina”, saltos e danças, feitos por uns nativos esquisitos, numa desconhecida praia da Bahia!

Padre Vieira - O Gigante Barroco
Padre Vieira – O Gigante Barroco

Parte integrante do arquivo Histórico em PDF

1500 A Primeira Missa no Brasil

O segredo que habita em cada um de nós.


Sequencia do Post anterior “O Buda de ouro”.=>


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Tal qual a história do Buda de Ouro, também vivemos muitos de nós, cobertos de barro e deixando ofuscado o nosso brilho, nossos potenciais, ideais e valores, seja por medo de possíveis críticas, baixa auto-estima ou por desejar se enquadrar em um padrão social. Infelizmente muitos passam por essa vida sem jamais entrarem em contato com a própria essência, sem a consciência do quanto a individualidade no ser, sentir, pensar e agir é preciosa!

Nunca tive conhecimento de que pessoas estereotipadas tenham alcançado a própria genialidade e, acima de tudo, encontrado a felicidade. Seja qual for o nosso papel familiar, profissional ou social, precisamos deixar de lado os nossos temores e realizarmos a nossa vida com plenitude. Temos o dever de pegar o cinzel e o martelo e esculpirmos nosso próprio ser, sem nos preocuparmos com títulos, reconhecimento ou sucesso, mas simplesmente sermos e sabermos que estamos deixando brilhar a melhor parte de cada um de nós.


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Há ainda o Wat Traimit, ou Templo do Buda de Ouro, que apresenta uma estátua de Buda construída em ouro sólido, pesando 5,5 toneladas. Esta imagem é um raro exemplo da arte Sukhotahi que foi encontrado ocasionalmente em escavações durante as obras de construção do templo.


“O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida[…]“ (Gênesis 2,7)



Existe uma grande coincidência nestes fatos, Deus escolheu o elemento mais simples e mais comum para realizar sua obra, depois de esculpir sua imagem no barro da terra colocou dentro dela algo muito precioso, a própria vida, sendo que veio como acompanhamento a semelhança daquele que lhe inspirou a vida.

Deus nos fez semelhantes a si mesmo, isto implica que temos a mesma essência de nosso Pai e muitas vezes não fazemos a menor ideia do que significa tal afirmação, porque quando olhamos para o espelho apenas vemos o barro que esconde o tesouro que existe dentro de nós.

Por outro lado a grande diferença é que o ouro puro resiste ao tempo e preserva seu brilho para sempre, enquanto que o barro é frágil e pode ser quebrado facilmente para revelar a verdade que está dentro de si.

Neste momento gostaríamos de dizer que este segredo não está tão escondido assim e só não desfruta dele quem realmente não quer.


PRESENTEPRAVOCE http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120

Verdades & Segredos ocultos !



Um segredo nem sempre é uma verdade, mas quando uma verdade se torna um segredo, ela corre o grave risco de se tornar apenas uma lenda, se não for totalmente esquecida.

A unica maneira de reencontrar esta verdade seria revelando o que estava oculto atrás deste tão bem guardado segredo que muitas vezes pode até estar escondendo um enorme tesouro.



Siga a História.


Estava em fase de projeto a construção de uma rodovia muito importante na Tailândia e em seu trajeto mais viável existia um pequeno templo sem muita importância a não ser pelo seu valor histórico.  Haviam varias opções de trajeto e desvios para a estrada, mas a melhor alternativa e mais econômica seria a retirada do templo do caminho só que em seu interior existia uma relíquia histórica.

Para preservar o templo, a relíquia e a história, decidiram desmanchá-lo e reconstruir em outro local próximo.   Para mudá-lo de lugar deveriam transportar também uma enorme Estátua de Barro a fim de preservar a arte e a religiosidade histórica dos monges Thailândeses.

Jack Canfield – Canja de galinha para a alma pg. 81.

No outono de 1988, minha esposa Georgia e eu fomos convidados a fazer uma palestra sobre auto-estima e desempenho máximo numa conferência em Hong Kong. Como nunca havíamos estado no Extremo Oriente, decidimos estender nossa viagem e visitar a Tailândia. Em Bangkok, fizemos uma visita aos mais famosos templos budistas da cidade.



Wat Traimit     Logotipo do Flickr. Se clicar nele, você vai para a página inicial     Galeria de Heaven`s Gate (John)


Um deles deixou uma indelével impressão em nossos corações e mentes. Chama-se o “Templo do Buda de Ouro”. O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais do que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço. de 3,5 metros de altura. Ele pesa mais de duas toneladas e meia, e está avaliado em aproximadamente cento e noventa e seis milhões de dólares! Foi uma visão extremamente impressionante – o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para nós. Enquanto estávamos envolvidos com as atividades normais dos turistas (tirar fotografias e fazer exclamações de admiração diante da estátua), caminhei até uma vitrine que continha um pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura. Ao lado da vitrine havia uma página datilografada descrevendo a história desta magnífica peça de arte. Nos idos de 1957, um grupo de monges de um monastério precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo local. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma auto-estrada que atravessaria Bangkok. Quando o guindaste começou a suspender o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior, que estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado, resolveu devolver a estátua ao chão e cobri-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.


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Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro. À medida que derrubava fragmentos do barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.

Os historiadores acreditam que algumas centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses, percebendo que seu país seria logo atacado, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro, a fim de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos o monges siameses, e o bem-guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.

Voltando para casa no avião da Cathay Pacifica Airlines, pensei comigo mesmo: “Somos todos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um ‘Buda de ouro’ ou uma ‘essência de ouro’, que é o nosso eu verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, entre as idades de dois e nove anos, começamos a encobrir nossa ‘essência de ouro’, nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel, nossa tarefa agora é descobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.”



Na Sequencia vemos:

Uma reflexão sobre o segredo

que habita em cada um de nós.


PRESENTEPRAVOCE
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120

Pirâmide de Chichén Itzá, Capital do Império Maya.


Retratada no filme Apocalipto de mel Gibson.


Foi eleita uma das sete Maravilhas do Mundo.


(anterior a 800 d.C.) – Península de Yucatan, México
Símbolo de Culto e Conhecimento

Chichén Itzá

A grande pirâmide maia Chichén-Itzá é uma das ruínas maias da cidade Pré-Colombiana de Chichén-Itzá. A mais famosa Cidade Templo Maia funcionou como centro político e econômico da civilização maia. As várias estruturas – a pirâmide de Kukulkan, o Templo de Chac-Mool, a Praça das Mil Colunas e o Campo de Jogos dos Prisioneiros – podem ainda hoje ser admiradas e são demonstrativas de um extraordinário compromisso para com a composição e espaço arquitetônico. A pirâmide foi o último e, sem qualquer dúvida, o mais grandioso de todos os templos da civilização maia.

Este sítio sagrado foi um dos maiores centros mais da Península de Yucatán. Durante quase 1000 anos de história, diferentes povos deixaram suas marcas na cidade. A visão sobre o universo dos Maias, Toltecas e Iztecas é revelada nos monumentos de pedra e em seus trabalhos artísticos. A fusão entre as técnicas maias de construção com elementos do centro do México fizeram de Chichen-Itza um dos melhores exemplos da civilização Maia-Tolteca em Yucatán. Vários edifícios têm sobrevivido ao longo do tempo, como o Templo dos Guerreiros, El Castillo e o observatório em forma circular chamado El Caracol.

Chichen Itza Chichén Itzá - Samula Cenote
Chichen Itzá Temple of Warriors

Outras maravilhas mexicanas

Veja as Fontes –

AS MARAVILHAS DO MUNDO ATUAL

» Novas e antigas maravilhas
» Veja fotos das Novas Maravilhas
» Cristo Redentor é eleito



Realmente, é uma obra muito bonita.


Cristo Redentor é eleito uma das sete novas maravilhas do mundo


MAYAS – O Filme Apocalipto

divulgou e acabou ajudando a eleição!

Apocalipto, Filme de Mel Gibson Retrata Civilização Maya e Asteka veja Comentários.


apocalypto+ost+james+horner+campo+grande+ms+brasil__74EBEA_1[1]

Conheça também a História de Nossa Senhora de Guadalupe.

Santuário Histórico de Machu Picchu

(1460-1470) – Machu Picchu, Peru

Símbolo de Comunidade e Dedicação (declarado Patrimônio Mundial da Humanidade em 1983)

No século XV, o imperador inca Pachacutec edificou uma cidade nas nuvens, na montanha conhecida como Machu Picchu (“velha montanha”). Este extraordinário povoado está localizado no Planalto dos Andes, nas profundezas da floresta amazônica e acima do rio Urubamba. Abandonada pelos incas devido a um surto de varíola e após a derrota do Império Inca pelos espanhóis, a cidade foi considerada “perdida” durante mais de três séculos. Machu Picchu é um dos sítios arqueológicos mais populares do mundo e foi redescoberto pelo explorador norte-americano Hiram Bingham, em 1911.

Machu Picchu una de las 7 maravilhas del mundo. 2020

Machu Pichu Peru Machu Pichu Ancient Steps

Machu Pichu Machu Pichu

Outras maravilhas peruanas:


Cidade de Cuzco e Linhas de Nazca.


Foto Panorâmica de Machu Picchu III.



Maravilhas eleitas hoje, que já existiam antes da colonização de nosso continente, o moderno reconhecendo o antigo como um exemplo para a humanidade.



Hoje no Mexico os pontos turísticos mais procurados são as pirâmides das civilizações pre-colombianas dizimadas depos Espanhois.

O monumento mais importante é a Catedral Metropolitana da Cidade do México, cuja construção começou em 1573 e levou mais de dois séculos para ser finalizada. Ao lado da catedral ficam as ruínas do Templo Maior, construído pelos astecas e descoberto somente em 1978.

Mas o grande ponto turístico próximo à Cidade do México são as pirâmides de Teotihuacan, um sítio arqueológico localizado a 40 quilômetros da capital. Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1987, e maior cidade conhecida da época Pré-Colombiana na América, o local é composto por duas grandes pirâmides (da Lua e do Sol), e pela calçada dos mortos, além de museus e lojas.



Semeando a cultura de Pentecostes