Não arrancar o joio do meio do Trigo!


O Reino dos Céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.   O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’. Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’. Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’. ‘Não’ – disse ele –; arrancando o joio, arriscais tirar também o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.”” 
São Mateus, 13 – Bíblia Católica Online

27 de julho de 2019.



O evangelho para a liturgia deste domingo nos leva a meditar sobre a parábola do joio e do trigo. Tanto na sociedade como na comunidade e na vida de todos nós, existe tudo misturado: qualidades boas e incoerências, limites e falhas. Nas nossas comunidades, reúnem-se pessoas que vêm dos vários cantos do Brasil, cada uma com a sua história, com a sua vivência, a sua opinião, os seus anseios, as suas diferenças. Existem pessoas que não sabem conviver com as diferenças. Querem ser juízes dos outros. Acham que só elas estão certas, e os outros errados. A parábola do joio e do trigo ajuda a não cair na tentação de querer excluir da comunidade os que não pensam como nós.

Os empregados que aparecem na parábola representam certos membros da comunidade. O dono da terra representa Deus. Prestemos atenção nas atitudes dos empregados e na reação do dono da terra.

A parábola no Sermão das Parábolas

O capítulo 13 traz o Sermão das Parábolas. Seguindo o texto de Marcos (Mc 4,1-34), Mateus omitiu a parábola da semente que germina sozinha (Mc 4,26-29), ampliou a discussão sobre o porquê das parábolas (Mt 13,10-17) e acrescentou as parábolas do joio e do trigo (Mt 13,24-30), do fermento (Mt 13,33), do tesouro (Mt 13,44), da pérola (Mt 13,45-46) e da rede (Mt 13,47-50). Com as do semeador (Mt 13,4-11) e do grão de mostarda (Mt 13,31-32), são ao todo sete parábolas. Estamos aqui no centro do Evangelho de Mateus. O coração deste centro é a parábola do joio e do trigo. É nela que aparece a recomendação mais importante para as comunidades da época.



Durante séculos, por causa da observância das leis de pureza, os judeus tinham vivido separados das outras nações. Este isolamento marcou a vida deles. Mesmo depois de convertidos, alguns continuavam nesta mesma observância que os separava dos outros. Eles queriam a pureza total. Qualquer sinal de impureza devia ser extirpado em nome de Deus. “Não pode haver tolerância com o pecado”, diziam eles. Mas outros, como Paulo, ensinavam que a Nova Lei de Deus, trazida por Jesus, pedia o contrário. Eles diziam: “Não pode haver tolerância com o pecado, mas deve haver tolerância com o pecador!” A comunidade deve vencer a tentação de querer excluir os que pensam de modo diferente. Este é o pano de fundo da parábola do joio e do trigo.

1. Mt 13,24-26:

A situação: joio e trigo crescem juntos

A palavra de Deus que faz nascer a comunidade é semente boa, mas nas comunidades sempre aparecem coisas que são contrárias à palavra de Deus. De onde vêm? Essa era a discussão.

2. Mt 13,27-28a:

A causa da mistura que existe na vida

Um inimigo fez isso. Quem é este inimigo? O inimigo, o adversário, Satanás ou diabo (Mt 13,39), é aquele que divide, que desvia. A tendência de divisão existe dentro de cada um de nós. O desejo de dominar, de se aproveitar da comunidade para subir e tantos outros desejos interesseiros são divisionistas, são do inimigo que dorme dentro de cada um de nós.

3. Mt 13,28b-30:

A reação diferente diante da ambiguidade

Diante dessa mistura do bem e do mal, alguns queriam arrancar o joio. Pensavam: “Se deixarmos todo o mundo na comunidade, perdemos nossa razão de ser! Perdemos a identidade!” Queriam expulsar os que pensavam de modo diferente. Mas esta não é a decisão do Dono da terra. Ele diz: “Deixa-os crescerem juntos até a colheita!” O que vai decidir não é o que cada um fala e diz, e sim o que cada um vive e faz. É pelo fruto produzido que Deus nos julgará. A força e o dinamismo do Reino se manifestam na comunidade. Mesmo sendo pequena e cheia de contradições, ela é um sinal do Reino. Mas ela não é dona do Reino, nem pode considerar-se justa. A parábola do joio e do trigo explica a maneira como a força do Reino age na história. É preciso ter paciência e aprender a conviver com as contradições e as diferenças, mesmo tendo uma opção clara pela justiça do Reino.


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.


 

PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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Rezar o Terço


DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO

Meu Corpo, Minhas Regras.


My Body, My Rules.


censura[1]

E AGORA QUE A CENSURA FOI CENSURADA SE PODE DIZER QUALQUER COISA, ATÉ MESMO FAZER APOLOGIA A UM CRIME HEDIONDO E FICAR TOTALMENTE IMPUNE.


Esta frase por si só deveria ser PROIBIDA, pois faz apologia contra a obediência à grande maioria das leis existentes, não somente às leis Divinas como e principalmente às leis que regem à sociedade, pois coloca o ser individual particular acima do bem da coletividade como um todo.



ESTE É O TÍTULO DE UM FILME A SER VEICULADO NO BRASIL E QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO POR UM VÍDEO DE MESMO NOME ONDE DIVERSOS ARTISTAS GLOBAIS EXPRESSAM SUAS OPINIÕES, OPINIÕES ESTAS QUE FICA BEM EVIDENCIADO QUE NÃO LHES PERTENCE POIS DIVULGA MENTIRAS, JÁ QUE AQUELAS PESSOAS NÃO SABEM DO QUE ESTÃO FALANDO E SIM APENAS REPETINDO UM TEXTO PRÉ-ELABORADO POR OUTRA PESSOA E GRAVADO DE ACORDO COM A VONTADE DE UM DIRETOR, LOGO ENTÃO SE PERCEBE QUE SE TRATA MESMO DE UM COMERCIAL E QUE COMO TODO COMERCIAL SEMPRE SE DIVULGA MENTIRAS PARA VENDER UM PRODUTO, SE O COMERCIAL DAS CERVEJAS USASSEM AS PESSOAS QUE DÃO ENTRADA NO PROTO SOCORRO TODAS ENSANGUENTADAS, QUEBRADAS E SEQUELADAS CERTAMENTE NÃO VENDERIAM NEM UM POR CENTO DO QUE A ALINE RISCADO VENDE MOSTRANDO O SEU CORPÃO DE VERÃO BRONZEADO NA TV E OLHA QUE CERVEJA NÃO TEM NADA A VER COM SEXO, POIS GERALMENTE AQUELE QUE MAIS TOMA CERVEJA É AQUELE QUE MENOS PRATICA SEXO JÁ QUE ESTARÁ SEMPRE DORMINDO E INCAPAZ DE TER UMA BOA PERFORMANCE SEXUAL.



A verdade é que uma propaganda de divulgação nem sequer exprime a opinião própria da pessoa e sim do patrocinador onde apenas a pessoa se faz instrumento em troca de dinheiro.

Neste caso, todos nós também temos o mesmo direito de expressar a nossa opinião sem ser ridicularizado como fazem com a Igreja que não aceita o aborto e agora até ridicularizaram o nome da mãe de Jesus usando expressões de ensinamento Cristão e deturpando traduções Bíblicas, sendo que nenhuma daquelas pessoas jamais estudou Aramaico, Latim ou Grego e agora querem opinar sobre a tradução daqueles que não apenas estudaram, mas também testemunharam o que viram e ouviram e que ficou escrito não apenas em um pedaço de papel e sim em varios livros e cópias que se difundiram em todo o mundo.

A opinião de nosso Blog será sempre contra o Aborto e agora ficamos estupefatos de ver que se é permitido no Brasil fazer campanha a favor de crimes, pois se o Aborto é um crime, logo, fazer campanha a favor ou divulgar ideias que colaboram com o abortismo seria um crime maior ainda, pois incentiva o crime e que no caso se equivaleria a permitir que qualquer um a qualquer momento mate o seu próprio filho ou o filho de outra pessoa sem responder criminalmente por este fato.  Equivaleria também a permitir que as pessoas que são contra o aborto se manifestassem radicalmente contra aqueles que são a favor, já que a ideia veiculada é que eu posso e devo fazer o que bem entender com o meu corpo, mesmo que a minha vontade seja contra e prejudique outra pessoa.

SE ESTA MODA PEGAR, ONDE É QUE IREMOS PARAR?

Veja o vídeo e manifeste também a sua indignação através de comentário abaixo e na pagina do YOUTUBE.

pelo que vemos até o momento o numero de comentários contra o vídeo é muito maior do que aqueles que são a favor.



Marcação atual. em 05/11/2015 13:55

168.144 visualizações e 2,280 like’s  e 10.378 rejeições




Meu Corpo, Minhas Regras – Olmo e A Gaivota

My Body, My Rules – Olmo and The Seagull



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MILAGRE DE LANCIANO

Carinhos Quentes.


Já parou para pensar em como você trata as pessoas?

Se oferece carinho verdadeiro aos outros ou se a sua forma de tratamento com os que te cercam mesmo cruzam sua vida é fria e artificial. Cada vez mais nos deparamos com a necessidade de sermos calorosos nas relações. De nos doarmos e atendermos as pessoas com boa vontade e entrega. Construindo relacionamentos e não somente relações, nos despindo do egoísmo e do eu. 

Neste conto, Claude Steiner, com muita sabedoria e ternura, sintetiza muitas idéias sobre Carícias, Relacionamentos, Carinhos e afeto.


Frases-de-carinho-3[1]


Era uma vez, há muito tempo, um casal feliz, Antonio e Maria, com dois filhos chamados João e Lúcia. Para entender a felicidade deles, é preciso retroceder àquele tempo.

Cada pessoa, quando nascia, ganhava um saquinho de carinhos. Sempre que uma pessoa punha a mão no saquinho podia tirar um Carinho Quente. Os Carinhos Quentes faziam as pessoas sentirem-se quentes e aconchegantes, cheias de carinho. As pessoas que não recebiam Carinhos Quentes expunham-se ao perigo de pegar doença nas costas que as fazia murchar e morrer.

Era fácil receber Carinhos Quentes. Sempre que alguém os queria, bastava pedi-los. Colocando-se a mão na sacolinha surgia um Carinho do tamanho da mão de uma criança.  Ao vir à luz o Carinho se expandia e se transformava num grande Carinho Quente que podia ser colocado no ombro, na cabeça, no colo da pessoa. Então, misturava-se com a pele e a pessoa se sentia toda bem.

As pessoas viviam pedindo Carinhos Quentes umas às outras e nunca havia problemas para consegui-los, pois eram dados de graça. Por isso todos eram felizes e cheios de carinhos, na maior parte do tempo.

Um dia uma bruxa má ficou brava porque as pessoas, sendo felizes, não compravam as poções e unguentos que ela vendia. Por ser muito esperta, a bruxa inventou um plano muito malvado. Certa manhã ela chegou perto de Antonio enquanto Maria brincava com a filha e cochichou em seu ouvido:

“olha Antonio, veja os carinhos que Maria está dando à Lúcia. Se ela continuar assim vai consumir todos os carinhos e não sobrará nenhum pra você”. Antonio ficou admirado e perguntou:

“Quer dizer então que não é sempre que existe um Carinho Quente na sacola?”

E a bruxa respondeu: “Eles podem se acabar e você não os ganhará mais”. Dizendo isso a bruxa foi embora, montada na vassoura, gargalhando muito. Antonio ficou preocupado e começou a reparar cada vez que Maria dava um Carinho Quente para outra pessoa, pois temia perdê-los. Então começou a se queixar que Maria, de quem gostava muito, e Antonio também parou de dar carinhos aos outros, reservando-os somente para ela. As crianças perceberam e passaram também a economizar carinhos, pois entenderam que era errado dá-los. Todos ficaram cada vez mais mesquinhos. As pessoas do lugar começaram a sentir-se menos quente e acarinhados e algumas chegaram a morrer por falta de Carinhos Quentes.


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Cada vez mais gente ia à bruxa para adquirir unguentos e poções. Mas a bruxa não queria realmente que as pessoas morressem porque se isso ocorresse, deixariam de comprar poções e unguentos: inventou um novo plano. Todos ganhavam um saquinho que era muito parecido com o saquinho de Carinhos, porém era frio e continha Espinhos Frios. Os Espinhos Frios faziam as pessoas sentirem-se frias e espetadas, mas evitava que murchassem. Daí para frente, sempre que alguém dizia “Eu quero um Carinho Quente”, aqueles que tinham medo de perder um suprimento, respondiam: “Não posso lhe dar um Carinho Quente, mas, se você quiser, posso dar-lhe um Espinho Frio”. A situação ficou muito complicada porque, desde a vinda da bruxa havia cada vez menos Carinhos Quentes para se achar e estes se tornaram valiosíssimos. Isto fez com que as pessoas tentassem de tudo para consegui-los. Antes da bruxa chegar as pessoas costumavam se reunir em grupos de três, quatro, cinco sem se preocuparem com quem estava dando carinho para quem. Depois que a bruxa apareceu, as pessoas começaram a se juntar aos pares, e a reservar todos seus Carinhos Quentes exclusivamente para o parceiro. Quando se esqueciam e davam um Carinho Quente para outra pessoa, logo se sentiam culpadas.

As pessoas que não conseguiam encontrar parceiros generosos precisavam trabalhar muito para obter dinheiro para comprá-los. Outras pessoas se tornavam simpáticas e recebiam muitos Carinhos Quentes sem ter de retribuí-los. Então, passavam a vendê-los aos que precisavam deles para sobreviver. Outras pessoas, ainda, pegavam os Espinhos Frios, que eram ilimitados e de graça, cobriam-nos com cobertura branquinha e estufada, fazendo-os passar por Carinhos Quentes. Eram na verdade carinhos falsos, de plástico, que causavam novas dificuldades.

Por exemplo, duas pessoas se juntavam e trocavam entre si, livremente, os seu Carinhos Plásticos. Sentiam-se bem em alguns momentos mas, logo depois sentiam-se mal. Como pensavam que estavam trocando Carinhos Quentes, ficavam confusas. A situação, portanto, ficou muito grave.

Não faz muito tempo uma mulher especial chegou ao lugar. Ela nunca tinha ouvido falar na bruxa e não se preocupava que os Carinhos Quentes acabassem. Ela os dava de graça, mesmo quando não eram pedidos.


Chuva_corações


As pessoas do lugar desaprovavam sua atitude porque essa mulher dava às suas crianças a ideia de que não deviam se preocupar com que os Carinhos Quentes terminassem, e a chamavam de Pessoa Especial. As crianças gostavam muito da Pessoa Especial porque se sentiam bem em sua presença e passaram a dar Carinhos Quentes, sempre que tinham vontade. Os adultos ficavam muito preocupados e decidiram impor uma lei para proteger as crianças do desperdício de seus Carinhos Quentes. A lei dizia que era crime distribuir Carinhos Quentes sem uma licença. Muitas crianças, porém, apesar da lei, continuavam a trocar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade ou que alguém os pedia. Como existiam muitas crianças parecia que elas prosseguiram seu caminho. Ainda não sabemos dizer o que acontecerá.

As forças da lei e da ordem dos adultos forçarão as crianças a parar com sua imprudência?

Os adultos se juntarão à Pessoa Especial e às crianças entenderão que sempre haverá Carinhos Quentes, tantos quantos forem necessários?

Lembrar-se-ão dos dias em que os Carinhos Quentes eram inesgotáveis porque eram distribuídos livremente?

Em qual dos lados você está?

O que você pensa disso?


Uma História de Amor – Claude Steiner, em livro de Roberto Shinyashiki

Texto retirado de : Shinyashiki, Roberto. A carícia essencial, Uma Estória de carinhos, S.Paulo, Ed.Gente, 1988.


Não existe nenhuma novidade nesta estória:

Vemos muitos pontos em comum com a Bíblia, apenas foi escrito o que acontece realmente todos os dias de uma forma que as crianças compreendam mais facilmente, principalmente pelo fato das criança serem as protagonistas da estória, afinal se todos agissem como crianças e doassem seu amor e seu carinho sem reservas e sem medo de perder algo que jamais acaba, talvez teríamos muito menos tristeza, guerras e morte no mundo em que vivemos.



Preserve a natureza com muitoAmor.


CHÁCARA JEUS CURA OLHA O URSO
porco-espinho Beijo_que_cura
Amigos_como_a_rocha Tende_Misericordia_Senhor Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços

Sem o Domingo não podemos viver.

Este é o 3º tema da Semana da Família:

“Sem o Domingo

Não podemos viver”.

O texto do livrinho medita principalmente sobre o episódio dos Discípulos de Emaus, relembrando o fato de que aquele dia era o primeiro dia da semana, no mesmo dia que Jesus havia ressuscitado.

foto_jubileu[1].

Conhecemos bem a tradição Judaica, que guardavam o Sábado como dia de descanso desde que fora ordenado por Deus que guardassem este dia, sabemos porém, que Jesus veio estender a Promessa de salvação a todos os homens deste mundo, ficando bem claro que apesar de Deus ter sido fiel à sua parte na antiga aliança o homem jamais foi fiel por completo e mesmo guardando um dia inteiro, onde não se podia fazer nada, nem mesmo dar mais de 1000 passos, mesmo assim Jesus salientou, que muitas coisas eram executadas neste dia, incluindo salvar um cavalo que por acaso caísse em um poço.

Jesus fazia milagres no dia de Sábado, para demonstrar, que Ele, sendo filho de Deus, o Messias que foi enviado pelo Pai, Senhor de todas as coisas, era Ele também Senhor das ordens e preceitos que foram dirigidos aos homens no passado e que, portanto Ele teria todo o direito de mudar ou alterar ou fazer o que bem entendesse com os preceitos que o homem fingia que obedecia fielmente, apenas para demonstrar visivelmente que seguiam a Deus, enquanto que às escondidas desprezavam todos os mandamentos Divinos.

Jesus declarou que não veio desprezar a Lei antiga, ou mudá-la, mas veio sim, cumpri-la e levá-la à consumação total, isto significa que, Jesus consumou a antiga aliança e executou o início da nova e eterna aliança que é totalmente baseada em promessas bem superiores à primeira aliança.

Ao morrer Jesus na Cruz o mundo se fez trevas, morreu com Ele o passado, o pecado e a condenação, morreu com Ele a falsidade e o Farisaísmo, morreu com Jesus na Cruz todo o erro deste mundo.

Mas ao Jesus Ressuscitar, tudo se fez novo, uma nova vida surgiu, uma nova esperança nasceu para nós que antes nem tínhamos o direito de conhecer Jesus, mas que agora entramos nesta nova e eterna aliança, mesmo que tenhamos entrado como um enxerto de outra parreira antes desprezada.

Este dia ficou gravado em nossa memória, porque foi o dia que a morte se tornou vida, foi o dia que Jesus venceu o inimigo que não podíamos vencer, foi o dia que raiou uma nova luz neste planeta, e este dia era o primeiro dia da semana, no qual Jesus ressuscitou em seu primeiro instante ao raiar do sol.

Esta é a Páscoa do Senhor, o dia mais importante para nós Cristãos, por isso, assim como o Senhor escolheu este dia para voltar à vida, também o escolhemos para comemorar esta Páscoa de Jesus, desde o principio este dia tornou-se um dia consagrado ao Senhor e ficou conhecido como o Dia do Senhor ou “Dominus” e como Jesus celebrou neste dia a sua primeira Missa após a Ressurreição, automaticamente os seus Discípulos passaram a repetir o ato de Jesus como foi de sua vontade.

Como Dia do Senhor, o Domingo ficou inteiramente um dia dedicado somente a Deus, ao culto  e a todas as atividades relacionadas com Deus, ficou também este dia dedicado à uma vivência mais Familiar, onde os membros de uma Família estariam mais unidos juntamente com Deus.

Hoje, outras religiões tentam restabelecer os ditames do antigo testamento, desprezando a escolha de Jesus, mesmo sendo Ele o Senhor de Todas as coisas e declaradamente o nosso Senhor, não iremos mais realizar a sua vontade, mas no dia que escolhermos, já que um Cristão, que antes era pagão e não seguia nenhum mandamento Judaico, não cabe agora servir a uma lei que jamais foi imposta aos Cristãos que nasceram na Nova Aliança.

Outro inimigo do Domingo nos dias de hoje é o Laicismo, “O mundo ateu e comercial”, que quer abolir o dia de Descanso, O dia do Senhor, o dia da Família e tornar todos os dias iguais em que o homem nada mais é do que um escravo do trabalho esquecendo-se de seu lado espiritual, seu relacionamento com Deus, o relacionamento Familiar e manipulando-o apenas como um consumidor sem voz, sem vez e sem vontade.

.Jesus é Rei e Senhor.

O Domingo é o Dia que nos encontramos com nosso Deus, é o dia que descansamos do trabalho diário e reencontramos forças para começar mais uma jornada de trabalho, é o dia que nos encontramos todos em casa e temos uma chance de conversarmos e exercitarmos o nosso amor comum, já percebemos que a cada dia que passa fica mais difícil vivermos como se vivia a alguns anos atrás e precisamos reavaliar as tendências deste mundo capitalista e recuperarmos o valor deste dia tão importante para nossas Famílias e nossa vida espiritual, porque sem este dia, a vida espiritual e a Família irão definhar aos poucos até a morte completa.

Esperamos que consigamos reverter este quadro o quanto antes, esta é a forma que a Igreja encontrou de nos mostrar o grande valor que tem este dia para as nossa vidas em particular, teremos atingido nosso objetivo quando nossas Famílias realmente aprenderem o valor destas palavras e proclamarem de todo coração:

“Sem o Domingo

Não podemos viver”.

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Veritatis Splendor –

DIA DO SENHOR: SÁBADO OU DOMINGO?

Presentepravoce:

Em Defesa do Dia do Senhor.

Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre…

O Senhorio de Jesus – SVE I – Video

Eucaristia, O Corpo Vivo de Cristo.

Bento XVI fala às Famílias no México.

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