Os Três Conselhos.




Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior. Um dia o marido fez a seguinte proposta para a esposa:

“Querida eu vou sair de casa, vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável. Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e enquanto eu estiver fora, seja FIEL a mim, pois eu serei fiel a você”.

Assim sendo, o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda.

O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar, no que foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.

O pacto foi o seguinte:

“Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
EU NÃO QUERO RECEBER O MEU SALÁRIO. Peço que o senhor o coloque na poupança até o dia em que eu for embora.

No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho”.

Tudo combinado. Aquele jovem trabalhou DURANTE VINTE ANOS, sem férias e sem descanso. Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse:

“Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa”.
O patrão então lhe respondeu:

“Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?

Eu lhe dou o seu dinheiro e você vai embora, ou LHE DOU TRÊS CONSELHOS e não lhe dou o dinheiro e você vai embora. Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos, se eu lhe der os conselhos, eu não lhe dou o dinheiro. Vá para o seu quarto, pense e depois me dê a resposta”.

Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe:

– “QUERO OS TRÊS CONSELHOS”.

O patrão novamente frisou:
“Se lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro”.

E o empregado respondeu:
“Quero os conselhos”.
O patrão então lhe falou:

1. NUNCA TOME ATALHOS EM SUA VIDA. Caminhos mais curtos e desconhecidos
podem custar a sua vida.

2. NUNCA SEJA CURIOSO PARA AQUILO QUE É MAL, pois a curiosidade pro mal
pode ser mortal.

3. NUNCA TOME DECISÕES EM MOMENTOS DE ÓDIO OU DE DOR, pois você pode se
arrepender e ser tarde demais.”

Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:

“AQUI VOCÊ TEM TRÊS PÃES, estes dois são para você comer durante a viagem e este terceiro é para comer com sua esposa quando chegar a sua casa”.

O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe de casa e da esposa que ele tanto amava.

Após primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:

“Pra onde você vai?” – Ele respondeu:
“Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por essa estrada”.

O andarilho disse-lhe então:
“Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que é dez, e você chega em poucos dias”.

O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho, então voltou e seguiu o caminho normal.

Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.

Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou pensão à beira da estrada, onde pode hospedar-se.
Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir.

De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor. Levantou-se de um salto só e dirigiu-se à porta para ir até o local do grito.

Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou- se e dormiu.

Ao amanhecer, após tomar café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que tinha ouvido.

O hospedeiro: e você não ficou curioso?
Ele disse que não.

No que o hospedeiro respondeu: VOCÊ É O PRIMEIRO HÓSPEDE A SAIR DAQUI VIVO, pois meu filho tem crises de loucura, grita durante a noite e quando o hóspede sai, mata-o e enterra-o no quintal.

O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.

Depois de muitos dias e noites de caminhada…

Já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa. Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre as pernas, um homem a quem estava acariciando os cabelos.

Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu-se a correr de encontro aos dois e a matá-los sem piedade.

Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho.
Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão. Ao amanhecer, já com a cabeça fria, ele disse:

“NÃO VOU MATAR MINHA ESPOSA E NEM O SEU AMANTE.

Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.

Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre FUI FIEL A ELA”.

Dirigiu-se à porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira em seu pescoço e o abraça afetuosamente. Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com as lágrimas nos olhos lhe diz:

,“Eu fui fiel a você e você me traiu… Ela espantada lhe responde:

– “Como? eu nunca lhe trai, esperei durante esses vintes anos. Ele então lhe perguntou:

“E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer? E ela lhe disse:

“AQUELE HOMEM É NOSSO FILHO. Quando você foi embora, descobri que estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade”.

Então o marido entrou, conheceu, abraçou o filho e contou-lhes toda a sua história, enquanto a esposa preparava o café.

Sentaram-se para tomar café e comer juntos o último pão.

APÓS A ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO, COM LÁGRIMAS DE EMOÇÃO, ele parte o pão e ao abri-lo encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação.

Muitas vezes achamos que o atalho “queima etapas” e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade…

Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará… Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois…

Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e que, principalmente, não se esqueça de CONFIAR em DEUS (mesmo que a vida muitas vezes já tenha te dado motivos para a desconfiança).


FILME COMPLETO NO YOUTUBE




OUTRAS  REFLEXÕES


 

o jOVEM QUE SE PARECIA COM CRISTOs

Dinâmica – Conhecendo os Sete Dons do Espírito Santo.



Conhecer os Sete Dons do Espírito Santo.


A Dinâmica leva em consideração que os participantes não conheçam os sete Dons do Espírito, ou que pelo menos os conheçam parcialmente, se conhecerem também não terá problema nenhum em executá-la.

Por não conhecerem o nome dos sete dons do Espírito, a movimentação e o esforço para descobrir cada nome na dinâmica levará a uma memorização de cada um dos dons.


Fundamentado no texto:

(Isaías, 11,2-3 )

“2. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor. 3. (Sua alegria se encontrará no temor ao Senhor.) Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer;” 
Isaías, 11,2-3 – Bíblia Católica Online


Sete_dons_espirito_santo

1. Material necessário:


Indicações: Para grupos de Jovens, crianças, adultos, catequese, encontros fechados e grupos abertos.

Objetivo: Apresentar e memorizar os Sete Dons do Espírito Santo de uma maneira descontraída e animada, como recreação, complemento de palestra anterior ou posterior sobre o tema.

Descrição:

Escreva os nomes dos sete Dons em uma cartolina com letras grandes e depois recorte cada letra em separado.

Temor de Deus (11) – Piedade (7) -Fortaleza (9) – Ciência (7) – Conselho (8) -Entendimento  (12)  –  Sabedoria   (9)

Total = (63) letras

Obs: Podem ser letras diferentes e cores diferentes, se as cores e letras ficarem trocadas nas palavras não terá importância, mas se quiser facilitar a dinâmica escreva cada palavra em uma cor diferente.


Temos um total de 63 letras logo o Grupo pode ser entre 30 e 70 pessoas, caso o grupo for menor cada um poderá pegar duas letras e se for maior alguns terão que ficar sem nada.

Misture bem e embaralhe as letras:

Opção 1: Entregue uma letra a cada um dos participantes.

Opção 2: Mande que cada um busque uma letra dentro de uma caixa ou saco fechado.

Quando todos estiverem com as letras na mão ainda não saberão do que se trata, é neste momento que alguém poderá fazer uma introdução sobre o tema, desde que não toque no nome dos sete Dons deixando para completar a reflexão apos a dinâmica.


Dinâmica:


Como cada um tem uma letra na mão sem nenhuma conexão uma com a outra, você pedirá para que formem sete grupos e que cada grupo deverá formar uma palavra que contenha o nome de um dos sete dons do Espírito Santo.

Obs. Geralmente alguém saberá pelo menos uma palavra e quando forem formando as palavras se tornará mais fácil para os restantes.

Facilitador: em caso de não saberem nada sobre o tema o líder poderá dar dicas para auxiliar a solução, de preferência deixar quebrar um pouco a cabeça desde que não exceda 00:05 mm para não dispersar o grupo e perder o foco.

DICAS: Facilitador: Palavras Cruzadas:

Obs: Se você tiver um mural ou um quadro negro, pode montar uma moldura com a palavra “Espírito Santo” na horizontal e “Sete Dons” na vertical deixando os espaços demarcados para o encaixe das palavras encontradas pelos participantes.

(*)(conforme amostra abaixo)

Objetivo: Entrosar o grupo, provocar comunicação, despertar liderança e etc.

Juiz: O coordenador ou responsável pela dinâmica deverá julgar se a palavra está correta.

Prêmio: Oferecer um prêmio ao grupo que formar a primeira palavra.

Prenda: O ultimo a formar a palavra pagará uma prenda.

Apresentação: Pode se colar a palavra em um quadro ou segura-la nas mãos enquanto o grupo se apresenta e fala.

Objetivo 2: Cada grupo que formar uma palavra receberá um pequeno texto sobre o seu Dom e alguém do grupo deverá ler e ou também se possível explicar o que leu.


Conclusão:

O apresentador da Dinâmica deve finalizar o tema com a conclusão da reflexão sobre o tema apresentado.

Palavras cruzadas:

Sete_Dons

Veja texto em outro Post ou Power point em anexo.


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Fruto_do_Espirito Oração_ao_espirito_santo
Luz_do_espirito_santo Balao_Espírito_Santo


Oração de São Bento.



11/07 Dia de São Bento
Oração de São Bento:


A Cruz Sagrada seja minha luz
Não seja o dragão o meu guia
Retira-te Satanás
Nunca me aconselhe coisas vãs
É mal o que tu me ofereces
Bebe tu mesmo o teu veneno
Amém.
São Bento, rogai por nós!


Dia de São Bento Imagem



Dia de São Bento Imagem


Milagres de São Bento

O Milagre da taça envenenada.



Havia um mosteiro cujo abade havia falecido, e a comunidade dirigiu-se ao venerável Bento, rogando-lhe todos os monges insistentemente que os dirigisse. Ele negou-se durante muito tempo, dizendo-lhes antemão que seu modo de proceder não se ajustaria ao daqueles irmãos, mas, vencido afinal por suas insistentes súplicas, acabou por consentir.

Impôs então àquele mosteiro a observância da vida regular, não permitindo a ninguém desviar-se ou viver como antes. Os irmãos daquele mosteiro, irritados com tanta severidade, começaram por se recriminar terem-lhe pedido que os governasse, pois sua vida “torta” estava em conflito com aquele modelo de retidão. Dando-se conta de que sob o governo de Bento não mais lhes seriam permitidas coisas ilícitas, e doendo-se por terem que renunciar a seus antigos costumes, pareceu-lhes duro, por outro lado, verem-se obrigados a adotar costumes novos com seu espírito envelhecido; por tudo isso, e também porque aos depravados a vida dos bons parece algo intolerável, tramaram matá-lo. E depois de decidi-lo em conselho, puseram veneno no seu vinho –  (isso é representado por uma taça de cristal quebrada com o sinal da Cruz apresentada nas costas da  medalha).

Quando foi apresentada ao abade, ao sentar-se à mesa, a taça de cristal que continha a bebida envenenada para que, segundo o costume do mosteiro, a abençoasse, Bento, levantando a mão, fez o sinal da Cruz e com ele se quebrou a taça que ainda estava a certa distância.

E de tal modo se rompeu aquela taça de morte que mais parecia que, em lugar da Cruz, fora uma pedra que a atingira. Compreendeu logo o homem de Deus que a taça continha uma bebida de morte, e que não podia suportar o sinal da vida. Depois disso, relembrou aos monges o que tinha dito a respeito de suas regras severas que não se adaptariam a eles, e deixou este mosteiro.


O milagre do pão envenenado e o corvo


Um presbítero conhecido de São Bento, obcecado pelas trevas a tal ponto que chegou a enviar de presente ao servo de Deus todo-poderoso um pão envenenado. O homem de Deus o recebeu agradecido, mas não lhe ficou oculta a peste que no pão se ocultava. Ora, acontecia que à hora da refeição costumava vir da floresta próxima um corvo, que recebia pão das mãos de Bento. O Corvo é representado nas costas da medalha.

Quando então chegou como de costume, o homem de Deus lançou diante do corvo o pão envenenado do presbítero, e deu-lhe esta ordem: “Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, toma esse pão e atira-o num lugar tal que não possa ser achado por ninguém”. O corvo, então, de bico e asas abertos, começou a esvoaçar e a crocitar em redor do pão como se dissesse claramente que queria obedecer, mas não podia. No entanto, o homem de Deus ordenava repetidas vezes: “Leva, leva sem medo, e vai jogá-lo onde não possa ser encontrado”. Finalmente, depois de hesitar por muito tempo, o corvo tomou o pão no bico e, levando-o, partiu. Ao cabo de três horas voltou sem o pão, que lançara fora, e recebeu das mãos do homem de Deus a ração costumeira.


O poder da Santa Cruz


Conta-se, por volta do ano 1647,  que feiticeiras da Baviera, acusadas de suas maldades contra o povo daquela região, confessaram ver seus feitiços inteiramente anulados pelo poder da Cruz; e que em todos os lugares, aonde estivesse a Santa Cruz, seus malefícios nunca tinham efeito.

Contaram ainda que, especialmente no Mosteiro de Metten, nunca conseguiram êxito em suas maldades e concluíam que isto se devia ao fato da existência de alguma Cruz naquele lugar.

Por causa disto, as autoridades locais foram consultar os monges da Abadia de Mette sobre o assunto. Depois de muito procurarem, localizaram de fato que o mosteiro era repleto de cruzes gravadas nas paredes e com uma inscrição acima. Era preciso descobrir o porquê e por quem as cruzes foram gravadas.

Suas investigações os levaram à biblioteca, a um antigo livro escrito por ordem do Abade Pedro, no ano de 1415. O livro transcrevia antiquíssimos, entre eles vários sobre a Cruz, com inúmeros desenhos a bico de pena realizados por um monge anônimo.

Um destes desenhos era justamente São Bento tendo na mão direita um bastão em forma de Cruz, e acima do bastão estava o texto: CRUX SACRA SIT MIHI LUX NO DRACO SIT MIHI DUX, e da outra mão sai uma flâmula com as frases: VADE RETRO SÁTANA NUMQUAM SUADE MIHI VANA, SUNT MALA QUAE LIBAS IPSE VENENA BIBAS (A cruz sagrada seja minha luz, não seja o dragão meu guia. Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos).

A medalha é eficaz no combate direto a satanás, às tentações, contra doenças e picadas de animais como cobras e na proteção de automóveis.


Dia de São Bento Imagem 1


Oração a São Bento


Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições; que nas famílias reine a paz e a tranqüilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça… que vos suplicamos; finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso.
Amém.



Prof. Felipe Aquino



Medalha de São Bento



O que significam aquelas inscrições na medalha?

Ao contrário do que muitos pensam a medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

Na parte frontal da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti“Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz leem-se as iniciais  C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux“A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal leem-se as iniciais  N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.



Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz.

Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.


São Miguel Arcanjo
Batalha Tende_Misericordia_Senhor

O Desafio do Rei!


O que as mulheres querem?

Uma pequena estória para demonstrar o valor e a sabedoria da mulher e que o segredo de um bom casamento e um lar feliz reside no tratamento de amor que o homem dedica à sua esposa e vice e versa.

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

O_desafio_do_Rei

O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho, enquanto caçava furtivamente em um bosque. O Rei (vizinho) poderia tê-lo matado no ato, pois tal era o castigo para quem violasse as leis da propriedade. Contudo se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil. 

A pergunta era: O que realmente as mulheres querem? Semelhante pergunta deixaria perplexo até mesmo o homem mais sábio …,  Também ao jovem Arthur lhe pareceu impossível responde-la. Contudo aquilo era melhor do que a morte imediata, de modo que regressou ao seu reino e começou a interrogar as pessoas. 

A princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o palhaço da corte, em suma, todos, e ninguém soube dar uma resposta convincente. Porém todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a resposta.

1. O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino pelo exorbitante preço cobrado pelos seus serviços.

Chegou o último dia do acordado e Arthur não teve mais remédio senão recorrer à feiticeira. 

Ela aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, com uma condição:  primeiro teria que aceitar o seu preço.

Ela queria casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da mesa redonda e o mais intimo amigo do Rei Arthur! O jovem Arthur a olhou horrorizado: era feíssima, tinha um só dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro, fazia ruídos obscenos,

2. …nunca havia topado com uma criatura tão repugnante. Se acovardou diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para assumir essa carga terrível. Não obstante, ao inteirar-se do pacto proposto Gawain afirmou que não era um sacrifício excessivo em troca da vida de seu melhor amigo.

3. A bruxa, de sabedoria infernal, então deu a sua resposta: “O que realmente as mulheres querem é:…”

4. “serem soberanas de suas próprias vidas!”

5.  Todos souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade e que o jovem Rei Arthur estaria salvo.  Assim foi. Ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe devolveu a liberdade. Porém, que bodas tristes foram aquelas … toda a corte assistiu e ninguém se sentiu mais desgarrado, entre o alívio e a angústia, do que o próprio Arthur. Gawain, entretanto, se mostrou cortês, gentil e respeitoso. A velha bruxa usou de seus piores hábitos, comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e um mau cheiro espantoso.  

Chegou a noite de núpcias. 

Quando Gawain,  já se preparava para ir para a Cama, aguardava sua esposa, quando Ela apareceu …. 6. como a mais linda e charmosa mulher que um homem poderia imaginar! … Gawain ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido. 7. A jovem lhe respondeu com um sorriso doce, que como havia sido cortês com ela, ela , a metade do tempo se apresentaria com aspecto horrível e a outra metade com aspecto de uma linda donzela.

– Então ela lhe perguntou: 

Qual ele preferiria para o dia e qual para a noite? 

Que pergunta cruel… !

Gawain se apressou em fazer cálculos…

8. Poderia ter uma jovem adorável durante o dia para exibir a seus amigos e a noite na privacidade . . . . ? ?

Ou a noite ter em seu quarto uma bruxa espantosa ou, quem sabe, ter de dia uma bruxa e … 9. uma Linda Esposa nos momentos íntimos de sua vida conjugal.  ? ? ?

10.  Vocês o que teriam preferido ? . . . ? O que teriam escolhido ? ? ? A escolha que fez Gawain está logo mais abaixo, Porém, antes tome sua decisão.  É MUITO IMPORTANTE QUE SEJAM TOTALMNTE SINCEROS COSIGO MESMOS.

11. ? ? ? ? ?  12. ? ? ? ? ?

O nobre Gawain respondeu que deixaria ela escolher por si mesma. 13. Ao ouvir a resposta ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite, porque ele a havia respeitado e permitido ser dona de sua própria vida . . .

14. Moral da história:  Não importa se a mulher é bonita ou feia, No fundo, ela é sempre uma bruxa . . .  Ela se transformará   ! ! !

15. De acordo com a forma que você a tratar ! ! !

O preço será sempre alto demais, quando não soubermos valorizar o que recebemos, mas pode ser pouco quando a recompensa  for melhor do que se esperava !

16. Aprenderam ? ? ?

17. Presentepravoce.wordpress.com.br quarta-feira, 26 de agosto de 2015quarta-feira, 26 de agosto de 2015 03:20:18 AM03:20:18 AM Link’s para outras MensagensLink’s para outras Mensagens


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Dom do Conselho.


 

Dons do Espírito Santo:


O Dom do Conselho


Dom_do_conselho

Queridos irmãos e irmãs, bom dia! 2020

Ouvimos na leitura do trecho do livro dos Salmos “O Senhor me deu conselho, mesmo de noite o meu coração me exorta” (Sal 16, 7). E este é um outro dom do Espírito Santo: o dom do conselho. Sabemos quanto é importante, nos momentos mais delicados, poder contar com sugestões de pessoas sábias e que nos querem bem. Ora, através do dom do conselho, é o próprio Deus, com o seu Espírito, a iluminar o nosso coração, de forma a nos fazer compreender o modo correto de falar e de se comportar e o caminho a seguir. Mas como esse dom age em nós?

1. No momento em que o acolhemos e o hospedamos no nosso coração, o Espírito Santo logo começa a nos tornar sensíveis à sua voz e a orientar os nossos pensamentos, os nossos sentimentos e as nossas intenções segundo o coração de Deus. Ao mesmo tempo, leva-nos sempre mais a dirigir o olhar interior para Jesus, como modelo do nosso modo de agir e de nos relacionarmos com Deus Pai e com os irmãos. O conselho, então, é o dom com que o Espírito Santo torna a nossa consciência capaz de fazer uma escolha concreta em comunhão com Deus, segundo a lógica de Jesus e do seu Evangelho. Deste modo, o Espírito nos faz crescer interiormente, faz-nos crescer positivamente, faz-nos crescer na comunidade e nos ajuda a não ficar à mercê do egoísmo e do próprio modo de ver as coisas. Assim, o Espírito nos ajuda a crescer e também a viver em comunidade. A condição essencial para conservar este dom é a oração. Sempre voltamos ao mesmo tema: a oração! Mas é tão importante a oração. Rezar com as orações que todos nós sabemos desde criança, mas também rezar com as nossas palavras. Rezar ao Senhor: “Senhor, ajuda-me, aconselha-me, o que devo fazer agora?”. E com a oração abrimos espaço, a fim de que o Espírito venha e nos ajude naquele momento, aconselhe-nos sobre o que nós devemos fazer. A oração! Nunca esquecer a oração. Nunca! Ninguém, ninguém percebe quando nós rezamos no ônibus, na estrada: rezamos em silêncio com o coração. Aproveitemos esses momentos para rezar, rezar para que o Espírito nos dê o dom do conselho.

2. Na intimidade com Deus e na escuta da sua Palavra, gradualmente colocamos de lado a nossa lógica pessoal, ditada nas maiorias das vezes pelos nossos fechamentos, pelos nossos preconceitos e pelas nossas ambições, e aprendemos, em vez disso, a perguntar ao Senhor: qual é o teu desejo, qual é a tua vontade, o que te agrada? Deste modo amadurece em nós uma sintonia profunda, quase inata no Espírito e se experimenta quanto são verdadeiras as palavras de Jesus reportadas no Evangelho de Mateus: “Não vos preocupeis nem pela maneira com que haveis de falar nem com que haveis de dizer: naquele momento, ser-vos-á inspirado o que haveis de dizer. Porque não sereis vós que falareis, mas é o Espírito de vosso Pai que falará em vós” (Mt 10, 19-20).  É o Espírito que nos aconselha, mas nós devemos abrir espaço ao Espírito, para que possa nos aconselhar. E abrir espaço é rezar, rezar para que Ele venha e nos ajude sempre.

3. Como todos os outros dons do Espírito, então, também o conselho constitui um tesouro para toda a comunidade cristã. O Senhor não nos fala somente na intimidade do coração, fala-nos sim, mas não somente ali, mas nos fala também através da voz e do testemunho dos irmãos. É realmente um grande dom poder encontrar homens e mulheres de fé, que, sobretudo nos momentos mais complicados e importantes da nossa vida, ajudam-nos a fazer luz no nosso coração, a reconhecer a vontade do Senhor!

Eu me lembro uma vez no santuário de Luján, estava no confessionário, diante o qual havia uma fila longa. Havia um rapaz todo moderno, com piercings e tatuagens, todas estas coisas… E veio para me dizer algo que acontecia com ele. Era um problema grande, difícil. E me disse: eu contei tudo isso à minha mãe e ela me disse: vá à Nossa Senhora e ela te dirá o que você deve fazer. Eis uma mulher que tinha o dom do conselho. Não sabia encontrar uma saída para o problema do filho, mas indicou o caminho justo: Vá a Nossa Senhora e ela lhe dirá. Este é o dom do conselho. Aquela mulher humilde, simples, deu ao filho o conselho mais verdadeiro. De fato, este rapaz me disse: olhei para Nossa Senhora e senti que devia fazer isto, isto e isto… Eu não precisei falar, já tinham dito tudo sua mãe e o próprio rapaz. Este é o dom do conselho. Vocês, mães, que têm este dom, peçam – no para os seus filhos. O dom de aconselhar os filhos é um dom de Deus.

Queridos amigos, o Salmo 16, que ouvimos, convida-nos a rezar com estas palavras: “Bendigo o Senhor porque me deu conselho, porque mesmo de noite o coração me exorta. Ponho sempre o Senhor diante dos olhos, pois ele está à minha direita, não vacilarei” (vv. 7-8). Que o Espírito possa sempre infundir no nosso coração esta certeza e nos encher assim com o seu consolo e a sua paz! Peçam sempre o dom do conselho.

Quarta-feira, 7 de maio de 2014

Papa Francisco

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Frutos_do_Espírito



esprito_santo-mcsc[1]

Dom_da_Ciencia Sete_dons Dom Fortaleza
Botao_tema_anterior Botao_tema_abertura Botao_tema_proximo

(Para acessar os outros Dons click aqui)


Sete_dons

A Carroça Vazia.


MEDITAÇÃO SOBRE A CARROÇA VAZIA.

Carroça Vazia

1. A CARROÇA VAZIA

2. Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer- nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.

3. Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém estava falando.

4. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.

5. Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros.

6. Aceitei com grande alegria e lá fomos nós, umidecendo nossos calçados com o orvalho da relva.

7. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:

8. Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?

9. Apurei o ouvido alguns segundos e respondi: -Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.

10. -Isso mesmo… -disse ele. -É uma carroça vazia…

11. De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:

12, Como pode o senhor saber que ela está vazia?

13. – Ora, é muito fácil saber que é uma carroça vazia. Sabe por que?

14. -Não! Respondi intrigado. Meu pai pôs-me a mão no ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:

15. Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.

16. Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar.

17. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo,

18. ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:

19. – Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz! É PARA O RESTO DA VIDA… – Wallace Leal Rodrigues.

20.  8. A língua, porém, nenhum homem a pode domar. É um mal irrequieto, cheia de veneno mortífero. 9. Com ela bendizemos o Senhor, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. 10. De uma mesma boca procede a bênção e a maldição. Não convém, meus irmãos, que seja assim. (S. Tiago, 3)


FOI DEUS
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo


Prudência, uma grande Virtude!




Hoje devemos falar doutra virtude, porque dos apontamentos do Pontífice falecido conclui que era sua intenção tratar, não só das três virtudes teologais — fé, esperança e caridade —, mas também das quatro virtudes chamadas cardeais. João Paulo I queria falar das “sete lâmpadas” da vida cristã; assim lhes chamava o Papa João XXIII.


Pois bem, hoje eu quero continuar esse esquema, que o Papa desaparecido preparara, e falar brevemente da virtude da prudência. Desta virtude não pouco trataram já os antigos. Devemos-lhes,  por isso, reconhecimento profundo e gratidão. Em certo sentido ensinaram-nos que o valor do homem deve medir-se com o metro do bem moral, que ele realiza durante a vida. É isto exatamente o que, em primeiro lugar, assegura a virtude da prudência. O homem prudente, que se aplica a tudo o que é verdadeiramente bom, esforça-se por medir todas as coisas, todas as situações e todo o seu operar, pelo metro do bem moral. Prudente não é pois aquele que — como muitas vezes se entende — sabe arranjar-se na vida e sabe tirar dela o maior proveito; mas aquele que sabe construir toda a sua existência segundo a voz da reta consciência e segundo as exigências da moral justa.

Assim a prudência constituí a chave para a realização do encargo fundamental que Deus confiou a cada um. Este encargo é a perfeição do próprio homem. Deus entregou a cada um de nós a humanidade que tem. necessário que nós correspondamos ao encargo recebido programando-o como ele requer.

Mas o cristão tem o direito e o dever de observar a virtude da prudência, também noutra perspectiva. A prudência é como imagem e semelhança da Providência de Deus nas dimensões do homem concreto. Porque o homem sabemo-lo pelo livro do Génesis — foi criado à imagem e semelhança de Deus. E Deus realiza o Seu plano na história da criação e sobretudo na história da humanidade. A finalidade deste desígnio é — como ensina São Tomás — o bem último do universo. O mesmo desígnio torna-se na história da humanidade simplesmente o desígnio da salvação, o desígnio que diz respeito a todos nós. No ponto central da sua realização encontra-se Jesus Cristo no Qual se expressou o eterno amor e a solicitude do próprio Deus, Pai, pela salvação do homem. Esta é, ao mesmo tempo, a plena expressão da Divina Providência.

Pois bem, o homem que é a imagem de Deus, deve ser — como de novo ensina São Tomás — de certo modo, a providência. Mas na medida da sua vida. Ele pode participar neste grande caminho de todas as criaturas para o termo, que é o bem do que foi criado. Deve — exprimindo-nos ainda mais na linguagem da fé — participar no divino desígnio da salvação. Deve caminhar para a salvação e ajudar os outros a salvarem-se. Ajudando os outros, salva-se a si mesmo.

Peço a quem me escuta que pense agora, a esta luz, na própria vida.

Sou prudente?

Vivo em consequência com o que sou, responsavelmente?

O programa que realizo serve para o verdadeiro bem?

Serve para a salvação que querem de nós Cristo e a Igreja?

Se hoje me escuta um estudante ou uma estudante, um filho ou uma filha, olhe a esta luz para as próprias obrigações de escola, as leituras, os interesses, os passatempos e o ambiente dos amigos e das amigas.

Se me escuta um pai ou uma mãe de família, pense um pouco nos seus deveres conjugais e de progenitura.

Se me escuta um ministro ou homem de Estado, olhe para a extensão dos seus deveres e responsabilidades. Procura ele o bem verdadeiro da sociedade, da nação e da humanidade? Ou só interesses particulares e parciais?

Se me escuta um jornalista, um publicista, uni homem que exerce influxo na opinião pública, reflita sobre o valor e sobre o fim desta sua influência.

Também eu que vos falo, eu o Papa, que devo fazer para atuar prudentemente? Vêm-me ao espírito as cartas de Albino Luciani, então Patriarca de Veneza, a São Bernardo. Na sua resposta ao Cardeal Luciani, o Abade de Claraval — Doutor da Igreja — recorda com grande insistência que deve ser “prudente” quem governa. Que há-de fazer então o novo Papa a fim de proceder prudentemente? Sem dúvida muito deve fazer neste sentido. Deve sempre aprender e sempre meditar em tais problemas. Mas, além disso, que pode Ele fazer? Deve orar e fazer o possível por ter aquele dom do Espírito Santo que se chama dom do conselho. E todos quantos desejam que o novo Papa seja Pastor prudente da Igreja, peçam para Ele o dom do conselho. E para si mesmos, peçam também este dom, por meio da especial intercessão da Mãe do Bom Conselho. Porque deve desejar-se muito que todos os homens se comportem prudentemente e que procedam com verdadeira prudência aqueles que exercem o poder. Para que a Igreja — prudentemente, fortificando-se com os dons do Espírito Santo e em particular com o dom do conselho — participe com eficácia neste grande itinerário para o bem de todos, e para que a todos mostre o caminho da salvação eterna.


João Paulo II