O Namoro na Visão Cristã Católica.


Dom Adair, Bispo de Rubiataba Escreve:

Prezados jovens Católicos, sejam vocês o alicerce da construção da “civilização do amor” (Paulo VI) e da concretização de uma vida feliz a partir da santidade e do respeito à pessoa do outro.

Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade.

(I Timóteo 4,12)

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Pe Adair José Guimarães, Novo Bispo

Da Diocese de Rubiataba-Go. 17/05/08


Mara Rosa, 2004

Creio que outros vão escrever mais diretamente sobre o “namoro cristão”; quero fazer uma rápida abordagem do tema no plano humano, decorrente de uma visão positiva da filosofia cristã, cujo centro da atenção é a pessoa humana e seu caminho para a felicidade.

Faz parte da lógica consumista do capitalismo moderno apresentar a vitrine fetichista do comércio formal e informal, de maneira mais ousada nos shopping’s centers, como espaço do descartável. Os produtos, embora bonitos e requintados, em grande parte são descartáveis. Fabricados para serem consumidos rapidamente, devem ser substituídos por novos exemplares que a cada momento são inseridos nas prateleiras reais e virtuais do mercado, obedecendo à lógica do muito consumir. A cada ano surge uma infinidade de modelos novos de celulares e outros bens na área da eletrônica que povoam o imaginário dos humanos consumistas.

Essa perversidade que engalfinha milhões de dólares a cada dia está impregnando cada vez mais o inconsciente coletivo da humanidade, sobretudo no Ocidente: berço esplendido do consumismo. Trata-se da lógica do descartável: usa-se enquanto lhe agrada e faz bem, depois joga-se fora e busca-se outra opção que lhe satisfaça melhor aos instintos.

Tal realidade se materializa em mentalidade, em pensamento. Isso passa a reger o mundo humano e interfere drástica e profundamente na concepção de pessoa, de Deus, da natureza e da sociedade. Lamentavelmente a pessoa humana também está sendo colocada na vitrine, como objeto de consumo.

A mentalidade de prevalência do prático, acredito, tem favorecido uma mentalidade utilitarista e hedonista das coisas e passado dessas para as pessoas. Estamos vendo saltar aos nossos olhos as conseqüências desta mentalidade. Da mesma maneira que as pessoas trocam de aparelho celular a cada modelo novo que chega às lojas, muitos(as) estão trocando de relacionamentos afetivos a cada impulso dos sentidos em direção às possibilidades de novas aventuras e novas expectativas de prazer.

Tanto no namoro quanto no casamento percebe-se tal desastre humano. A raiz do problema não está basicamente na perda dos valores morais. É mais profundo. É uma questão de mentalidade. A concepção de pessoa humana está se nivelando com a concepção que temos das coisas e do seu conseqüente uso.

O namoro que brota entre dois jovens de sexos opostos é sempre acompanhado da mentalidade que ambos trazem consigo. Quando estes possuem uma concepção humana frágil, inegavelmente o relacionamento será igualmente frágil e possibilitará o aprofundamento das negatividades de alguns aspectos já decadentes.

A fase do namoro, ideal e moralmente objetivo, é um período excepcional para o conhecimento de duas pessoas, geralmente jovens, de sexo oposto. O namoro é um período na vida dos namorados que lhes permite se conhecerem melhor. Isso é fundamental para o alicerce de uma nova família que se quer sólida.

A prática do namoro evoluiu muito nas últimas quatro décadas. Não foi uma evolução ruim. Afinal, não dá para pensar o namoro nos moldes das primeiras décadas do século passado. Com a abertura dos últimos tempos e a igualdade de direitos estabelecida entre o homem e a mulher, bem como a quebra do tabu que circundava a questão sexual, abriu-se as portas para uma nova prática do romance amoroso entre os namorados. O erro não está na abertura, mas no mau uso da liberdade, face à mentalidade do descartável que está tomando conta da sociedade.

O estilo do namoro antigo tem muito em comum com o namoro dos nossos tempos: a falta de conhecimento um do outro. O namoro antigo não permitia nenhuma espécie de contato físico; a conversa entre os dois não existia, o estar só era impossível, etc – não se conheciam. O namoro moderno e avançado permite tudo: o sexo livre, o aborto, a depravação, etc – também não se conhecem como pessoas.

O final do filme todos nós conhecemos: corações machucados, magoados e infernizados com a síndrome da dependência sexual e outros males. A sociedade ainda é machista; por isso o Pe. Zezinho tem razão quando compôs a música “Laranja Lima” e nos diz que no namoro errado é a mulher quem sofre mais. Deve ser muito triste a ressaca do pós-namoro pagão, quando a consciência advertir que a jovem foi usada ou que usou o outro simplesmente por prazer, tendo se acobertado, para tanto, na falsidade e na mentira.

Estamos vivendo um mundo carente de valores. Além da mentalidade do descartável que favorece o hedonismo utilitarista no namoro (para muitos o trivial “ficar”), temos a elaboração de um ambiente cultural de morte que se expressa na música mundana, no teatro e no cinema também mundanos que apregoam os contravalores como sendo determinantes para a felicidade. Aí está o engano, pois se trata de uma mentalidade distorcida da pessoa humana. É a crise antropológica (a pessoa humana não se interroga sobre o seu fim). É a evidente falta de consciência do que é a realidade da pessoa humana e o que é realmente a felicidade para a qual a pessoa humana foi criada.

O que fazer para viver o namoro coerente e de maneira cristã? Olhar para Jesus Cristo, o modelo antropológico perfeito. Olhar para o testemunho de tantos casais que vivem o namoro correto e santamente. Não tenho dúvidas, os casais de namorados que viveram santamente o seu namoro viverão santamente o seu casamento. Afinal, a conquista da felicidade não se dá sem sacrifício, renúncia e entrega consciente. Onde há o amor não há a dor. “Felizes os puros de coração porque verão a Deus” (Mt. 5, 8).

Prezados jovens cristãos, sejam vocês o alicerce da construção da “civilização do amor” (Paulo VI) e da concretização de uma vida feliz a partir da santidade e do respeito à pessoa do outro. Deus os abençoe.



Mosenhor Adair José Guimarães Texto da Homilia da Missa de Encerramento no XI Encontro de Servos em Goiânia 23/04/08

Não existiria outra forma mais sublime, mais santa de encerrarmos esse belíssimo encontro, que não fosse com na Eucaristia. O altar passa a ser o centro de toda nossa atenção!

O décimo primeiro encontro encerra-se com a homilia do Monsenhor Adair, que nos atenta para a temática do encontro: “Retorna as tuas primeiras obras”, lembrando-nos do quanto é necessário recolhermos para ouvirmos que o Deus nos fala, ressaltanto ainda que a Renovação Carismática Católica (RCC) no início do seu trabalho possuia a prática maior de ouvir a voz de Deus.

Devemos escutar a palavra de Deus com a sua vontade e as suas exigências. E como dizia Exupérry: “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.

Sendo assim, diz Monsenhor Adair, devemos ouvir, pois só se ouve bem com o coração. E a condição indispensável para ouvirmos a palavra de Deus é o silêncio, pois no silêncio Deus nos fala ao coração.

Vivemos hoje em um mundo tão barulhento, com tantos sons das mais diversas procedências, e esses sons misturados e alternados com pancadas, nos causam insônia, desânimo, depressões. E fugir de vez enquanto é questão de sobrevivência física e muito além, de sobrevivência espiritual, pois só no silêncio conseguimos ouvir a palavra de Deus. O silêncio é a porta do céu. Busquemos o silêncio para orar, pois a raiz de toda espiritualidade da RCC se encontra no silêncio.

E por muitas vezes que somos seduzidos pelo mundo, vemos que a maldade parece dominar, quantos velhos sendo mal tratados, quantas crianças com deficiência sendo discriminadas, quantas pessoas sendo humilhadas. Mas diante de tudo isso, nossa resposta deve ser o amor, o amor sempre e em qualquer condição.
“ Somos perseguidos e suportamos. Somos caluniados e nos doamos.”

Precisamos entender que devemos ouvir o clamor de todo povo que é mal tratado, devemos ir ao encontro de tantas almas que por aí estão perdidas. Não podemos permitir que a nossa língua nos atrapalhe de ouvirmos a Deus. Que tenhamos o Espírito profundamente católico para que possamos ser católicos no grupo de oração, mas principalmente em todos os outros momentos de nossas vidas, no convívio com tantas pessoas que ainda não sentiram o profundo amor de Deus. Permita-nos Senhor, descobrir no silêncio, um profundo momento de louvor e adoração.

Carla Rodrigues– Ministério de Comunicação Social – GO




FELIZ DIA DOS NAMORADOS.

Experimente clicar nestes Link’s Abaixo.


NAMORO

FRANCISCO E CLARA
O Cristo Disfarçado

5.000 “Cinco mil anos de Amor”, um numero mágico.


Que nem a morte nos separe.

Achados esqueletos de casal sepultado abraçado.

Este é o verdadeiro Amor eterno.


Em comemoração ao atingir a marca de 5.000 visitantes.

Hoje Domingo dia 20/04/2008.

Encontrei esta Notícia na Itália.

Achei um bom tema para se falarmos do:

Sacramento do Matrimônio.

Hoje também é a data de aniversário do Nazista Hitler, em outro Post.

Notícia Publicada em 06/02/2007 às 22h31m


Los restos de dos esqueletos hallados en Mantua, unidos en un abrazo y datados hace entre 5.000 y 6.000 años.

FOTOGRAFÍA – Sociedad – Restos de dois esqueletos achados em Mantua, Itália, Unidos em um abraço e provavelmente datados entre 5.000 e 6.000 anos. REUTERS – 07/02/2007 8)


Arqueólogos na Itália encontraram um casal enterrado entre 5.000 e 6.000 anos atrás, num verdadeiro abraço de amor eterno.


ROMA – Pode chamar se de abraço eterno. Arqueólogos italianos descobriram os esqueletos de um casal que teria sido sepultado abraçado há mais de cinco mil anos.

– É um caso extraordinário – disse Elena Menotti, que liderou a equipe nas escavações perto da cidade de Mantova, norte do país. – Eles estão realmente se abraçando.

Menotti disse acreditar que os dois – quase certamente um homem e uma mulher, embora ainda não tenha sido confirmado – morreram jovens, porque suas arcadas dentárias estavam quase inteiramente intactas e não estavam gastas.

– Quando os descobrimos, ficamos muito entusiasmados. Tenho este emprego há 25 anos. Fiz escavações em Pompéia e vários sítios famosos, mas eu nunca fiquei tão comovida assim, porque esta é a descoberta de algo especial.

Um laboratório tentará determinar a idade do casal, a época da morte e há quanto tempo estão enterrados.

(Romanos 8,38.)

Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades,

(Romanos 8,39)

nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor.


diamante

BODAS DE

DIAMANTE


Usamos uma estorinha para descontrair

E desarmar os participantes de Encontro de Casais.

Conta-se que:

Havia um casal de idosos, muito carinhosos, consigo mesmos e com seus Dez filhos, muito felizes, em tudo que empreenderam nesta vida. Completaram 75 anos de Matrimônio.

Seus filhos organizaram uma grande festa, para comemorar as Bodas de Diamante de seus Pais.

Conseguiram Reunir toda a família, Com muitos netos, bisnetos, tataranetos e muitos… e muitos Amigos mesmo.

Na Igreja foi uma Cerimônia Majestosa, Uma festa memorável, Linda de se Orgulhar.


 


Porém, no dia seguinte da festa, a velhinha de 93 anos veio a Falecer depois desta Maravilhosa Comemoração  morreu muito feliz e realizada… todos comentavam…

Passada as solenidades do enterro, o velhinho de 98 anos, ficou muito triste, solitário, e com muita saudades de sua velhinha também veio a falecer alguns dias depois.

Chegando no céu, o velhinho encontrou sua senhora muito alegre e contente, estava com muitos amigos e fazendo uma grande festa.

Ele ficou olhando e observou que ela nem notará sua presença.

Então ele a chamou e lhe disse:

Minha velhinha, Eu cheguei, estou aqui! sou eu! seu Esposo,

Vim para ficarmos eternamente Juntos meu Amor.

E a Velhinha lhe respondeu:

Que isso rapaz?

Você não prestou atenção no que o Padre disse;

ATE QUE A MORTE OS SEPARE !…

FIM…


ISTO É SÓ UMA PIADINHA, APESAR DAS PALAVRAS DITAS ACIMA, CONSIDERAMOS VERDADEIRAMENTE SER ETERNO O SAGRADO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO.

Queremos dizer com esta estoria, que as aparências as vezes nos enganam, nem sempre um casal aparentemente feliz, é realmente FELIZ e por isso devemos trabalhar nossas emoções e atitudes “entre os dois” para que sejamos realmente uma só carne e um só Espírito, o que nem sempre é buscado pelo casal como objetivo de seu Matrimônio.


 A Rainha Elizabeth II, o marido e familiares.

Um casal conhecido e observado pelas lentes do mundo Inteiro

comemoram Bodas de Diamante. Notícia no GI 19/11/2007


Tim Graham/AP


Hoje apesar das dificuldades e das arbitrariedades do mundo são muitos aqueles que conseguem se manter fieis ao sagrado sacramento matrimonial até o final de suas vidas, e dentro de uma mesma família, fatos opostos acabam ocorrendo, neste caso a esposa do Príncipe não compareceu às comemorações e festividades da Rainha Elezabeth II na Inglaterra, para evitar constrangimentos pelo pecado cometido conscientemente.

Este Casal encontrado acima, enterrado a mais de 5000 anos, nos mostra que o verdadeiro amor é eterno como nos ensina a palavra de Deus, até mesmo estes dois que provavelmente não conheciam o Verdadeiro Deus e não receberam o sagrado sacramento do Matrimônio, acabaram praticando um ato que seria um exemplo e testemunho para o nosso mundo moderno.


Perguntas como!

Porque existem tantas separações e divórcios no mundo de hoje?

Até mesmo em Casais que vivem e testemunham a Fé em Deus?


Esta resposta é muito simples!

É porque se casam sem se AMAR Mutuamente!

Se casam por atração física, por paixão cega, por atração sexual, por dinheiro, para fugir de casa, por gravides precoce, por obrigação, por amizade, por tempo decorrido, etc, etc…

Neste caso o Amor será efêmero e virtual, certamente desaparecerá em pouco tempo, revelando o verdadeiro eu de cada um do casal, se não existe o Amor verdadeiro serão dois com vontades e caminhos diferentes que se afastarão cada vez mais com o tempo.


 Antoine de Saint-Exupéry escreveu que:

“Amar não quer dizer olhar um ao outro,

mas olhar juntos na mesma direção

Por isso é possível um Amor verdadeiro até mesmo entre duas pessoas que não praticam o sexo entre si, porque AMOR e sexo não têm nenhuma ligação entre si, somente que um bom sexo só existirá quando existir Amor verdadeiro, porém o Amor não precisa do sexo para ser Eterno e Verdadeiro.

Frei Raniero Cantalamessa exemplifica este olhar na mesma direção com as atitudes de Santa Clara e São Francisco de Assis, que partilhavam o mesmo trabalho, amando o mesmo Jesus e o servindo de todo coração, sem, no entanto, ter qualquer vínculo afetivo ou sexual.

Nossos Matrimônios precisam deste Amor que vem de Deus, para que sejamos fieis até o fim de nossas vidas, e como não acreditamos naquelas anedotas de reencarnação, sabemos que uma vida eterna nos espera após a morte, e certamente nos encontraremos Lá, ao lado de Jesus é claro. Esperamos que nosso Amor realmente seja eterno e verdadeiro, sendo enfim coroado com esta coroa de diamantes eternos, se não, alguém poderá dizer ao outro o que foi dito na “piadinha acima“, mostrando que apesar de uma vida inteira juntos nunca havia existido Amor de verdade.


Anillos de boda 2 piezas dimantes y oro 10k


O que tem maior valor não é o diamante em sí, que apesar do nome e fama de indestrutível, não é realmente eterno de verdade, porque se pode quebrar, pode-se perder e certamente um dia desaparecerá na hecatombe terrestre.

Porém o Amor de Deus Jamais Acabará…


Anillos de boda 2 piezas dimantes y oro 10k
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/sagrada-familia-jmj.jpg?w=130&h=120
NAMORO

AMOR ETERNO

MATRIMÔNIO

FAMÍLIA

EUCARISTIA

ABORTO

MENSAGENS


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120
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