PRECE PARA A SEMANA.



PRECE PARA A SEMANA




SENHOR, nesta semana que se inicia, Rogo a Vós para nos abençoar, bem como abençoar nossos familiares, amigos e todos que estejam sofrendo, em razão de doenças físicas, psicológicas, espirituais ou por qualquer outro motivo.

SENHOR, Proteja-nos de todo mal.

Amém!


Oração de

São Patrício





Bênção da Árvore de Natal em família.





Em muitas famílias, costuma-se colocar a árvore de Natal em um lugar visível da casa e enfeitá-la com luzes, estrelas e presentes. Mas, o que significa para um cristão preparar sua árvore?

Conheça a mensagem que traz este símbolo e como abençoá-lo em família.

ÁRVORE nos traz à memória a árvore do Paraíso (cf. Gn 2,9-17) de cujo fruto comeram Adão e Eva, desobedecendo a Deus. A árvore, então, nos lembra a origem de nossa desgraça: o pecado. Também nos recorda que o menino que vai nascer de Santa Maria é o Messias prometido que vem nos trazer o dom da reconciliação.

AS LUZES nos recordam que o Senhor Jesus é a luz do mundo que ilumina nossas vidas, nos tirando das trevas do pecado e nos guiando em nosso peregrinar para a Casa do Pai.

ESTRELA. Em Belém, há mais de dois mil anos, uma estrela se deteve sobre o lugar onde estava o Menino Jesus, com Maria e José. Este acontecimento gerou uma grande alegria nos Reis Magos (Cf. Mt 2, 9-10), quando viram este sinal. Também hoje, uma estrela coroa nossa árvore nos recordando que o acontecimento do nascimento de Jesus trouxe a verdadeira alegria a nossas vidas.

OS PRESENTES colocados aos pés da árvore simbolizam aqueles dons com os quais os Reis Magos adoraram o Menino Deus. Além disso, recordam-nos que Deus Pai tanto amou o mundo que entregou (como um presente) seu único Filho para que todo o que Nele crer tenha vida eterna.

Bênção da Árvore de Natal

Todos (fazendo o sinal da Cruz):Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

O pai da família: Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo.

Todos: Bendito seja o Senhor pelos séculos. Amém.

LEITURA

(Um dos presentes, lê o seguinte texto da Sagrada Escritura)

Escutemos com atenção a leitura do profeta Isaías (Is 60,13):

“A glória do Líbano virá sobre ti, com o cipreste, o abeto e o pinheiro, para adornar o lugar do meu santuário, e mostrar a glória do trono em que me sento”.

ORAÇÃO DE BÊNÇÃO

(Em seguida o pai da família, com as mãos postas, diz a oração de bênção)

Oremos: Bendito seja, Senhor e nosso Pai, que nos concede recordar com fé, nestes dias de Natal, os mistérios do nascimento do Senhor Jesus. Conceda-nos a todos que adornamos esta árvore e a enfeitamos com luzes, com a alegria celebrar o Natal. Que possamos viver também à luz dos exemplos da vida plena de seu Filho e sermos enriquecidos com as virtudes que resplandecem em tua santa infância. A Ele a glória pelos séculos dos séculos.

Todos: Amém.

Todos (fazendo o sinal da Cruz): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.


(ACI Digital). REDAÇÃO CENTRAL, 20 Dez. 15 / 06:00 am (ACI).Etiquetas: AdventoNatalpreparação para o natalÁrvore de Natal




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CHEGOU A HORA DA FAMÍLIA.


Família, torna-te o que és!


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     Torna-te o que és! Foi o que disse, certa vez, o poeta pagão Píndaro acerca do homem. Do ponto de vista lógico, a afirmação de nosso poeta seria uma contradição, porque ninguém pode vir a ser o que já é. Se já sou um ser humano, não posso vir a sê-lo.

Na verdade, a percepção refinada do poeta traduz algo mais profundo. Mesmo que sejamos seres humanos desde o nascimento, podemos admitir que, aos nascermos, ainda não somos seres humanos em plenitude, pois, não temos uma identidade. Somos apenas seres abertos ao vir-a-ser humano. Este era o conselho do poeta: construa sua identidade, ou seja, torna-te de fato o que já és como possibilidade.

O fenômeno da família, no qual se insere o homem, decorre do fato de que o ser humano surge para a vida numa situação de desamparo e, por isso, está necessariamente referido a outro. Existem seres vivos que são autônomos desde os primeiros momentos de sua existência, o que pode ser observado fartamente na natureza animal. Ao contrário, um ser humano recém-nascido demanda uma série de cuidados para poder sobreviver e levar adiante seu próprio desenvolvimento até a maturidade.

Surge assim uma relação entre uma nova vida, que ainda não tem a consciência de sua própria existência, e uma outra em andamento, representada pelos pais, cuja função é a de facilitar o advento das capacidades que resultem necessárias das circunstâncias vitais e históricas, as quais estão delimitadas por um arco de tempo que, normalmente, encerra-se no momento em que aquela nova vida alcança sua independência existencial.
Essa independência costuma surgir com a conquista de uma profissão. Mesmo assim, o processo familiar não cessa, porque o elemento de potencialidade interior no ser humano é essencialmente maior do que nos animais irracionais: nestes seres, os limites de possibilidade e de realidade alcançam rapidamente sua descoberta, causando a impressão de já estarem predispostos em sua própria natureza. No ser humano, a situação é completamente diversa.

Como resultante da importância dessa dimensão familiar, nós, como homens e mulheres, devemos nos debruçar sobre o estado da arte familiar nos dias atuais. Há algumas décadas, pude escutar dos lábios de João Paulo II, que havia chegado para toda civilização ocidental a “hora da família”. Mais do que assinalar as respostas que a ideia contemporânea de família — na maioria das vezes, endossada normativamente pelo Direito — nos propõe como solução para o período de transição da modernidade para a pós-modernidade em que vivemos, é imprescindível demonstrar como a família pode ser uma primordial e insubstituível protagonista das mudanças radicais que nossa sociedade reclama no alvorecer do século XXI.

Ao analisarmos as relações entre a família, como ente social, e seu atual entorno histórico-existencial, esboça-se uma atitude defensiva, porque a instituição familiar vem sendo submetida a um progressivo processo de deterioração de suas bases ontológicas a partir de vários campos do saber. A família está cercada em seus últimos redutos, por todos os lados, com pouca munição, pessoal e moral abalados.

Não nos estranha, pois, essa postura defensiva, muito semelhante à dos Aliados no cerco a Bastogne, a fase mais aguda da famosa batalha das Ardenas, travada no teatro europeu da última guerra mundial. Entretanto, agora, é a hora da família. É a vez de sair de sua postura defensiva para um protagonismo amavelmente ofensivo, em virtude, justamente, dos bens e deveres em jogo para o futuro da humanidade.

E, também, porque o verdadeiros aventureiros das trilhas de nosso confuso e belo mundo são os pais de família. Tudo no mundo moderno está organizado contra esses loucos que se atrevem a ter filhos. Os pais de família estão abertos ao mundo de seus filhos. Só eles sofrem pela prole e esgotam o sofrimento temporal. Aqueles que nunca tiveram um filho enfermo não sabem o que é a enfermidade. Aqueles que nunca perderam um filho não sabem o que é a dor. E tampouco sabem o que é a morte.

A família constitui, ao cabo, a fonte da civilização do amor, na feliz expressão cunhada por Paulo V. A família como motor de uma verdadeira e fecunda revolução social é a missão que nos incumbe diante das portas do terceiro milênio de nossa história. Afinal, como já lembrava João Paulo II, “tal é a família, tal é a nação, porque tais são seus membros”. Então, parafraseando nosso poeta pagão, se a família deve ser o centro e o coração da civilização do amor, família, torna-te o que és! Com respeito à divergência, é o que penso.

André Fernandes



      Atualizado em 22/07/2014





Dia Internacional da Família.


Dia_família


           O dia da família é uma data internacionalmente conhecida, comemorada em 15 de maio, desde 1994. Nesta data, a ONU (Organização das Nações Unidas) celebrou o ano internacional da família, através do tema “Família, Capacidades e Responsabilidades num Mundo em Transformação”.

       A família é composta por pessoas ligadas através de laços sanguíneos, constituída por todos os parentescos, como pais, avós, tios, primos, netos, sobrinhos, dentre outros.

        Antigamente as famílias eram patriarcais, se apresentavam com um núcleo composto por marido, mulher e filhos. Os pais eram muito distantes dos filhos, quase não conversavam com os mesmos e eram tidos como os chefes das famílias, tendo que ser respeitados por todos. Era um tempo muito severo.

Hoje em dia as famílias se transformaram muito, em razão das mudanças socioculturais, econômicas e religiosas. Os fatores que mais influenciaram na transformação das famílias foram as modernidades, as conquistas da mulher no mercado de trabalho. As mulheres não se encontram mais dependentes dos maridos, conseguem se manter financeiramente e por isso o número de divórcios aumentou muito nos últimos anos.

Nesta data é importante que as pessoas revejam seus conceitos sobre família, assim como os papéis de cada um dentro dessa, pois temos visto problemas familiares sérios, em razão das pessoas casarem e não assumirem suas responsabilidades dentro do lar.     São homens que priorizam outras atividades e deixam mulheres e filhos sozinhos em casa, assim como mulheres que não querem assumir o papel de esposa, tomando as responsabilidades da casa, mesmo trabalhando fora.

É muito importante a vida em família, pois as pessoas necessitam umas das outras. Além disso, compartilhar momentos de afetividade com os parentes só faz bem para as pessoas, traz proximidade, calor humano, harmonia, amor, carinho, sentimentos que as pessoas precisam para serem felizes.

Segundo pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nos últimos anos aconteceu uma mudança brusca no perfil das famílias, hoje os casais têm apenas um ou dois filhos.


No Brasil, a data é comemorada no dia oito de dezembro, criada em 1963, pelo presidente João Goulart.

Por Jussara de Barros

Graduada em Pedagogia
Fonte: Equipe Brasil Escola


Semana_da_Familia

A proposta de Deus para as Famílias de Hoje.


“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Salmo 127:1).



                 Deus nos criou e designou o casamento e a família como a mais fundamental das relações humanas. Em nosso mundo de hoje em dia, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e o abuso. O divórcio tornou-se uma palavra comum, significando miséria e dureza para os múltiplos milhões de suas vítimas. Muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais devotados. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Pais que não têm nenhuma idéia de como preparar seus filhos estão assim perturbados pelo conflito com seus rebentos rebeldes. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão.

Para muitas pessoas, hoje em dia, a frase familiar e confortadora “Lar, Doce Lar” não é mais do que uma ilusão vazia. Não há nada doce ou seguro num lar onde há o abuso, a traição e o abandono.

Haverá uma solução?

Poderemos evitar tais tragédias em nossas famílias?

Poderão os casais jovens manter o brilho do amor e do otimismo décadas depois de fazerem os votos no casamento?

Haverá esperança de recuperação dos terríveis erros do passado?

A resposta para todas estas perguntas é SIM!

As soluções raramente são fáceis. A construção de lares sólidos não acontece por pura sorte. Somente pelo retorno ao padrão de Deus para nossas famílias poderemos começar a entender as grandes bênçãos que ele preparou para nós em lares construídos sobre a rocha sólida da sua palavra. Consideremos brevemente alguns princípios básicos ensinados na Bíblia sobre a família.

O Propósito Básico de Deus para a Família.

Quando temos dificuldade com a geladeira, entendemos que o fabricante, que escreveu o manual do usário, sabe mais sobre o aparelho do que nós. Lemos o manual para resolver o problema. Quando vemos tantos problemas nas famílias de hoje, só faz sentido que nosso Criador, que escreveu o “manual do usuário”, sabe mais a respeito da família do que nós. Precisamos ler o manual para achar como construir e manter bons lares.

Encontramos estas instruções na Bíblia. Ela nos guia em cada aspecto do serviço a ele, incluindo a realização de nossos papéis na família.

Casamento

A família começa com o casamento. Quando Deus criou Adáo e Eva, ele revelou seu plano básico para o casamento: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gênesis 2: 24). Este plano é claro. Um homem ligado a uma mulher. Milhares de anos mais tarde, Jesus afirmou que este ainda é o plano de Deus. Ele citou este versículo e acrescentou: “Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:6). Este casamento é uma relação para toda a vida. Somente a morte deve cortar este laço (Romanos 7:1-3).

Deus aprovou as relações sexuais somente dentro do casamento. Não há nada de mal ou impuro sobre as relações sexuais dentro de um casamento aprovado por Deus (Hebreus 13:4). Esposos e esposas têm a responsabilidade de satisfazer os desejos sexuais (dados por Deus) aos seus companheiros (1 Coríntios 7:1-5).

Todas as outras relações sexuais são sempre e absolutamente erradas. Relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são absolutamente proibidas por Deus (Romanos 1:24-27; 1 Coríntios 6:9-11). Deus não criou Adão e João. Ele fez uma mulher, Eva, como uma parceira apropriada para Adão. As relações sexuais antes do casamento, mesmo entre pessoas que pretendem se casar, são condenadas por Deus (1 Coríntios 7:1-2, 8-9; Gálatas 5:19). As relações sexuais extra-conjugais são também claramente proibidas (Hebreus 13:4).

Filhos

Casais assim unidos diante de Deus pelo casamento gozam o privilégio de terem filhos. Deus ordenou a Adão e Eva e aos filhos de Noé que tivessem filhos (Gênesis 1:28; 9:1). Ainda que nem todas as pessoas tenham que se casar, e que nem todas terão filhos, é ainda o plano básico de Deus que os filhos nasçam dentro de famílias, completas com pai e mãe (1 Timóteo 5:14). Em lugar nenhum da Bíblia encontramos autorização para uma mulher ter relações sexuais para conceber um filho, antes ou sem casamento. A paternidade solteira, que está se tornando moda em nossa sociedade moderna é um afastamento do plano de Deus que terá sérias conseqüências para as gerações vindouras.

Papéis Dados por Deus Dentro da Família

Dentro desta estrutura do propósito Divino, consideremos os papéis que Deus atribuiu aos homens, mulheres e filhos.

Homens: Esposos e Pai

A responsabilidade dos esposos é bem resumida em Efésios 5:25: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela”. O esposo tem que colocar as necessidades de sua esposa acima das suas próprias, mostrando devoção desprendida aos melhores interesses da “parte mais frágil” que necessita da sua proteção. Ele tem que trabalhar honestamente para prover as necessidades da família (2 Tessalonicenses 3:10-11; 1 Timóteo 5:8).

Os pais são especialmente instruídos por Deus para preparar seus filhos na instrução e na disciplina do Senhor (Efésios 6:4). Este é um trabalho sério e, às vezes, difícil, mas com resultados eternos! Os espíritos de seus filhos existirão eternamente, ou na presença de Deus ou separados dele. A maior meta de um pai para seus filhos deveria sempre ser a salvação eterna deles.

Mulheres: Esposas e Mães

Uma esposa tem um papel muito desafiador no plano de Deus. Ela tem que complementar seu esposo como uma auxiliar submissa, que partilha com ele as experiências da vida. As pressões da sociedade moderna para rejeitar a autoridade masculina não obstante, a mulher devota aceita seu papel como aquela que é cuidadosamente submissa ao seu esposo (Efésios 5:22-24; 1 Pedro 3:1-2).

As mulheres de hoje em dia que rejeitam este papel dado por Deus estão na realidade difamando a palavra dele (Tito 2:5).

Deus instrui as mulheres para mostrarem terna afeição aos seus esposos e filhos, e a serem honestas e fiéis donas de casa (Tito 2:4-5). Apesar dos esforços de algumas pessoas para desvalorizar o papel das mulheres que são dedicadas a suas famílias, Deus tem em alta estima a mulher que é uma boa dona de casa e uma amorosa esposa e mãe. Tais mulheres devotas são também dignas de respeito e apreciação de seus esposos e filhos (Provérbios 31:11-12,28).

Filhos: Seguidores Obedientes

Deus também definiu o papel dos filhos. Paulo revelou em Efésios 6:1-2 que os filhos deverão:

1. Obedecer a seus pais. Deus colocou os pais nesta posição de autoridade e os filhos têm que respeitá-los. Muitas pessoas consideram a rebeldia de uma criança como uma parte comum e esperada do “crescimento”, mas Deus coloca-a na lista com outros terríveis pecados contra ele (2 Timóteo 3:2-5).

2. Honrar seus pais. Os pais que sustentam, instruem e preparam seus filhos devem ser honrados. Jesus mostrou que esta honra inclui prover as necessidades dos pais idosos (Mateus 15:3-6).

Lares Piedosos Nestes Dias?

É, freqüentemente, muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros. Mas está claro que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado. Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros. Lembre-se, os benefícios serão eternos!

Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus?

Fonte:  http://pstfamilia.blogspot.com.br



Amor eterno
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120

NAMORO


O que é a blasfêmia contra o Espírito Santo?



A questão da “blasfêmia contra o Espírito” no Novo Testamento é mencionada em (São Marcos 3,22-30) e (São Mateus 12,22-32).

O termo blasfêmia pode ser geralmente definido como “irreverência desafiante”.

Aplicaríamos o termo a pecados como amaldiçoar a Deus, ou, propositadamente, degradar e depreciar as coisas relativas a Deus.

Também o é atribuir mal a Deus, ou negar atribuir-lhe algum bem devido.

Este caso de blasfêmia, entretanto, é específico, chamado de “A Blasfêmia contra o Espírito Santo” (Mt. 12,31).

Em (São Mateus 12, 31-32), os Fariseus, tendo testemunhado provas irrefutáveis que Jesus fazia milagres no poder do Espírito Santo, afirmaram que, ao contrário, o Senhor estava possuído pelo demônio “Belzebu” (São Mateus 12, 24).    Note que em (São Marcos 3, 30) Jesus é muito específico a respeito do que exatamente eles fizeram para cometer a “blasfêmia contra o Espírito Santo”.

Esta blasfêmia tem a ver com alguém acusando Jesus Cristo de ser possuído por demônios ao invés de estar cheio do Espírito de Deus.

Há outras maneiras de blasfemar contra o Espírito Santo, mas esta foi “A” blasfêmia imperdoável. No entanto, este tipo de blasfêmia contra o Espírito Santo não pode acontecer hoje porque Jesus Cristo não está mais sobre a terra, mas assentado ao lado direito de Deus.

Ninguém pode testemunhar que Jesus Cristo esteja fazendo um milagre e atribuir este poder a Satanás ao invés do Espírito. Apesar de  continuar existindo a negação de alguns sobre a veracidade da obra do Espírito Santo sobre a Terra não poderíamos considerar esta Blasfêmia contra o Espírito Santo como aquela  “imperdoável” que foi dirigida diretamente à pessoa de Jesus Cristo, mas devemos sempre lembrar que há um estado de existência imperdoável: o estado de incredulidade. Não há perdão para alguém que morre em incredulidade. A contínua rejeição às exortações a crer em Jesus Cristo seria uma blasfêmia imperdoável.

Lembre-se do que foi dito em (São João 3, 16): “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. A única condição na qual alguém não pode ter perdão é se esse alguém não estiver entre “todo aquele que nele crê”.

Na verdade não podemos confundir “perdão de um pecado cometido” com a Salvação oferecida a quem aceitar voluntariamente, neste caso eu consideraria não como ausência de perdão e sim como “direito de escolha ou Livre arbítrio”, a pessoa usa seu direito de escolher não ser Salva, afinal quem nunca experimentou Jesus no fundo do coração não tem como avaliar a diferença entre ser Salvo e estar na condenação eterna apesar de todas as advertências e comparações que Jesus fez e nos ensinou, neste caso seria o pecado que causaria a morte eterna e sendo pecado definido como “ERRO DE ALVO”, aplica-se claramente nesta decisão errada.



Hoje o Espírito Santo continua agindo sobre a terra e realizando a obra de Deus, no entanto são muitos aqueles que até mesmo em nome de Deus se colocam na frente como uma barreira impedindo que a graça de Deus flua ininterruptamente em nossas vidas e na Igreja.

Uma destas barreiras é justamente colocar em dúvida a ação do Espírito Santo em nós como no exemplo dado por Jesus do Pecado imperdoável, é dizer sem prévio julgamento de discernimento justo que uma obra realizada por Deus através de seu Espírito Santo mesmo sendo através de seus servos humanos é ou seria uma obra de seu inimigo.

Jesus nos manda observar os frutos, mas mesmo observando os frutos, ainda favorecem sua própria opinião pessoal baseada em teorias errôneas que o Espírito Santo não poderá mais agir sobre a terra e que, portanto todas as obras atribuídas a Ele serão tidas como do inimigo que simularia milagres sobre a terra para desencaminhar os escolhidos de Deus da Salvação.

Bastaria para nós aperfeiçoarmos o nosso Dom de discernimento Espiritual, pois sabendo que uma árvore boa não pode dar um fruto ruim, ou que uma Macieira não produzirá Limões, se encontrarmos limões em uma árvore é porque ela é um limoeiro e não uma macieira, logo se encontrarmos frutos de Salvação, conversão, vida de santidade, alegria, paz, perdão e etc. na obra executada por uma pessoa, certamente ela será uma pessoa de Deus ou que pelo menos esteja a caminho da Salvação, se pelo contrário encontrarmos a mentira, a falsidade, a discórdia, a divisão, as rixas, as competições, o orgulho próprio, a dominação, o pessimismo em alguém que se diz Cristão, pode se ter certeza que mesmo que ele esteja no mesmo caminho que você dentro da Igreja, na verdade ele estará retrocedendo e se afastando da Salvação,.

Geralmente são estas as pessoas que tem mais dificuldade em aceitar que o Espírito Santo possa agir em alguém, principalmente se for uma pessoa mais simples, humilde e sem estudo.

São Paulo foi categórico quando escreveu aos Coríntios pela primeira vez dizendo que ele foi até eles não ensinando com Sabedoria  humana própria, mas com a sabedoria que vem de Deus, uma sabedoria que o mundo não pode nos dar com mil anos de estudo, já que esta Sabedoria Divina é um Dom do Pai doado àqueles que o amam e põem a seu serviço, seja pregando a palavra, evangelizando de casa em casa, evangelizando os amigos e familiares ou atendendo na Igreja como conselheiro Espiritual, neste último caso em particular se encontra em evidência a pessoa do Sacerdote legitimamente ordenado no Sacramento da Igreja, ele é revestido com um Dom Espiritual da Sabedoria para saber conduzir o seu rebanho nos caminhos do Senhor.

Precisamos muito deste Dom da Sabedoria e do Dom do Discernimento Espiritual para não corrermos o risco de colocar empecilhos na obra de Deus, principalmente julgando o que é Santo e puro Dom de Deus como algo que vem do maligno, porque se cometermos este erro estaremos lutando contra Deus e pecando contra o Espírito Santo imperdoavelmente.


Pregador do Papa:

Ministros da Nova Aliança do Espírito


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120 Jesus é Misericordioso
Presépio criança Basfêmia cd10aeff54de4826bfd7fb54bbec40919[1]

Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio.


Para nosso Matrimônio e nossas famílias.



Jesus Relembra as Promessas que o Pai fez a cada um de nós quando esteve em nosso meio, Continua sendo as mesmas, Ele quer derramar o seu Espírito sobre todo ser vivo, mas hoje meditaremos como esta ação do Espírito Santo se efetuará PRIMEIRAMENTE E PRINCIPALMENTE dentro de nossas casas no seio de nossas Famílias.


“E a água se transformará

em Vinho …


O_Melhor_Vinho


“A Vida de Jesus

dentro da Família…”


Já nos foi dito que: Jesus poderia ter vindo ao mundo “Caindo de Paraquedas” um homem feito, com barba e bigode, ou como um anjo descido do céu, ou ainda de muitas outras maneiras possíveis e impossíveis, mas Deus quis que Jesus viesse do mesmo modo que todos nós viemos, nascendo do ventre de uma mulher no seio de uma família.

Podemos até fazer diversas indagações, talvez até encontrar respostas para algumas delas. Mas o fato é que Jesus, não apenas nasceu dentro de uma Família, mas viveu dentro dela durante trinta anos de sua vida, em comparação com seus três anos de ministério sobre a terra, isto equivaleria dez vezes mais presente na família do que presente no resto do mundo.

Tudo que sabemos sobre Jesus aconteceu nos seus três anos de vida pública, Pouco ou quase nada sabemos sobre seus atos dentro de sua casa, imaginemos então: Quanta coisa deveria ter realizado ou ensinado ? Quantos milagres teria feito ? Se nos Ensinou tanta coisa, muito mais Ele transmitiu para seu pai e sua mãe, que viveram com Ele durante tanto tempo.

Jesus ao Ser Batizado, João Batista viu o Espírito Santo descer sobre Jesus em forma de uma Pomba Branca, percebeu então que este homem era realmente o Cristo que deveria vir ao mundo. Mandou então que seus discípulos o seguissem imediatamente, porque Jesus seria aquele que Batizaria com fogo e com o Espírito Santo. Eles o obedeceram e seguiram a Jesus, chamando outros para segui-lo também. Mesmo assim, estando com Jesus, e ouvindo seus ensinamentos, ainda tinham dúvidas a respeito de ser Ele mesmo o Ungido de Deus.

Estando Ele em casa com sua Mãe e seus primeiros seguidores, foram convidados para uma Festa de casamento em Caná da Galiléia … Jesus já estava pronto para começar seu ministério no mundo, foi com sua família a estas bodas de casamento levando consigo os seus discípulos que o haviam seguido prontamente.

Eu me pergunto; O que Jesus estaria fazendo ali ? se divertindo numa festa ! Já que Ele tinha tanta coisa a nos ensinar, já que havia tantos enfermos para curar, tatos pecadores para libertar!

“Deus reserva um tempo para cada coisa“. Naquele dia, naquela hora Jesus Tinha uma grande revelação a fazer, (Apesar de Ter dito à sua mãe que ainda não era chegada a sua hora). Na verdade o Pai já o havia revelado ao mundo e sua missão já estava em curso, uma delas era a de provar para seus primeiros discípulos duvidosos, de uma maneira incontestável de que Ele realmente era O Cristo, O Cordeiro e enviado de Deus, a outra, seria, de se revelar ao mundo dando início à sua missão.

“Faltou o Vinho” Maria percebeu um problema grave naquelas Bodas, “faltou o vinho”. Faltou não somente o vinho, mas a alegria, a prosperidade, a fartura e muitas outras coisas significativas relacionadas à simbologia do vinho. O próprio Jesus viria declarar mais tarde, como sendo seu próprio sangue (Fonte de Vida) que seria a bebida para saciar a sede do mundo. Ele ofereceu um vinho novo de primeira qualidade (Novidade de Vida), Ele Mandou que nos embriagássemos deste vinho, até (Estar Repletos de Deus através do Espírito Santo).



Ao fazer essa súplica, Maria converte-se na Virgem Orante, e sua oração será a que um dia desencadeará a tempestade de Pentecostes. Ela foi e continua sendo a protagonista da oração pelo Espírito que é a grande epíclese da Igreja.



Eles podem não ter percebido, mas Jesus quis mostrar que o mundo estava necessitando de sua graça “Seu Sangue e sua Vida” e que somente Ele poderia fazer este milagre, nos dando uma nova vida e alegria plena, que havia se esgotado em nossas vidas, principalmente estará se colocando à disposição de nossas necessidades no exato momento em que elas surgirem, basta que o busquemos, assim como Maria confiou em sua disponibilidade naquele momento.

“Se compararmos a quantidade de vinho (mais de 600 litros)” que Jesus fez naquele dia, era muito mais do que o suficiente para que todos ficassem fartos (não Bêbados) e ainda sobrasse muito vinho.

Deus quando nos abençoa, Ele nos abençoa com abundância.


“Este foi o presente que Jesus Deu para aqueles noivos”.

Presentepravoce


Você pode imaginar o que significa esta graça de Deus revestindo o sacramento do matrimônio, Ele esta doando a fonte de todas as graças que é o Espírito Santo “Simbolizado pelo Vinho em abundância”. Que podemos até dizer; é o que mais precisam nossas famílias também nos tempos de hoje (a presença do Espírito Santo em nosso Lar), que restaura nossas esperanças nos momentos mais difíceis.

“Você poderia imaginar Jesus como

um convidado para o seu Casamento”!

Lembra do tamanho da lista de convidados para o seu casamento. Enorme, escreveu tantos nomes e acabou se esquecendo de alguém, olha que foi aquele que disse ! Como você poderia ter se esquecido do(a) seu melhor amigo(a) ?

Nesta Lista constava o nome de JESUS ?

Podes crer, se o Matrimônio, é um sacramento, significa que Jesus estará presente, e Será o primeiro nome da lista, sem Ele não existirá um verdadeiro Matrimônio, assim como Ele abençoou aqueles noivos Ele também virá abençoar o nosso Casamento.

Você deve ter recebido ótimos presentes, o menorzinho deles foi eleito o melhor de todos e o maior ficou num canto, porque não servia prá nada, o outro quebrou da primeira vez que foi usado, já o mais caro deu a maior dor de cabeça, hiiii !!! que nem quero me lembrar disso.



JESUS também deixou o seu presentinho, nem foi percebido, mas esta inteirinho até hoje, pode estar num canto mas evita qualquer dor de cabeça e é o presente mais útil que você recebeu, quanto mais usar mais terá. “Não é sazon”.

Aquele presente que foi dado aos noivos em Caná da Galiléia, também foi concedido à você naquele dia, e esta inteirinho até hoje, mesmo que você o use sem parar, ele jamais se acabará e nem se quebrará, pois é o AMOR, se ainda estiver embrulhado até hoje, desembrulhe e comece a utilizá-lo imediatamente, não sabes o que estás perdendo.

Percebemos então, que estamos necessitando da graça de Deus em nossa casa, em nosso lar, onde falta a alegria, a prosperidade, o amor, o carinho, a compreensão, enfim percebemos que falta a presença de Deus em nossa vida.

E Aprendemos aqui, que Jesus veio preferencialmente para a Família e seu primeiro milagre foi numa festa de casamento. Será que tudo isso foi por acaso ou coincidência ? Não ! Jesus quis em Primeiro lugar encher a nossa casa com o seu Espírito Santo, com todas as suas graças e seus dons, para que possamos ser uma verdadeira família de Deus, buscando o Senhor sempre em primeiro lugar, depois sim, ir ao mundo levar aquilo que sua família já vive em plenitude.

Já sabíamos que a Família é a célula da Sociedade, e que sem ela não existe uma sociedade perfeita, já sabemos também que a sociedade reflete aquilo que a Família é em sua essência, se possuiíos uma boa Família, possuiremos também uma boa Sociedade, já se pelo contrário a Família vai de mal a pior, certamente nossa Sociedade será um caos total.

Percebemos então, que não adianta atacarmos o problema da sociedade sem resolver o problema da Família em primeiro lugar, não adianta levarmos Amor para os homens do mundo se não levarmos os filhos a amar seus Pais e vice e versa. Tudo que pretendermos fazer em prol do bem da sociedade deste mundo precisaríamos sempre realizar primeiramente em nossa própria casa e em nossos corações.


Foi o que fez Jesus

Devemos fazer o mesmo !

“Eu e minha casa serviremos o Senhor”.


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FOI DEUS