Em Defesa do Dia do Senhor.

Encontrei esta noticia Católica em um site adventista, veja só, logo eles que sempre foram contra o Domingo agora se preocupando com o seu fim.

Bispos franceses, preocupados com desaparecimento do Dia do Senhor

Publicam uma mensagem sobre o significado cristão e humano do descanso dominical

PARIS, quarta-feira, 17 de dezembro de 2008 (ZENIT.org).- «O domingo em risco na vida atual» é o título do documento que os bispos franceses divulgaram na segunda-feira passada, 15 de dezembro, por ocasião do projeto de lei francês sobre o trabalho no domingo.

O documento foi elaborado pelo Conselho para as questões familiares e sociais da Conferência dos bispos da França.

Os bispos aduzem razões tanto sociais como antropológicas para argumentar sobre a importância do dia de descanso semanal na cultura ocidental e para o bem-estar das famílias.

Por um lado, afirmam, é necessário «um tempo para descansar, viver em família, ter uma vida social e desfrutar de diversas atividades culturais e esportivas, etc.», escapando das constrições impostas pelo trabalho durante o resto da semana.

Com relação às razões sociais que aconselham não eliminar o dia de descanso semanal, os prelados advertem que a economia e o trabalho «não podem ter a última palavra na vida social», e recordam que quando se regulou pela última vez esta questão, em 1906, afirmava-se que o domingo supõe «uma experiência social que é importante respeitar».

Os defensores da consideração do domingo como dia de trabalho, precisam os bispos, são sobretudo as grandes superfícies comerciais, que pretendem assim «dinamizar a economia», mas, advertem, esta medida está «distante de ser eficaz», porque o problema «tem mais a ver com o poder aquisitivo real dos consumidores», acrescentam.

Também, para os trabalhadores, as vantagens salariais do trabalho extraordinário desapareceram, «a menos que se recorra a empregos a tempo parcial que continuem reforçando as situações de estado precário de muitas famílias».

Finalmente, advertem, apagar o caráter particular do domingo «é um caminho fácil que, com o pretexto do liberalismo, retira do homem uma indicação objetiva, inscrita no tempo, de sua dimensão espiritual».

«A abertura das lojas no domingo voltaria a banalizar este dia e a fazer as leis do comércio passarem por cima da dimensão amistosa, familiar e espiritual da existência. Isso acentuaria a atomização da sociedade francesa», sublinha o Conselho para as questões familiares e sociais da Conferência dos bispos da França.

O domingo para os cristãos

Para os cristãos, o domingo é o dia do descanso e também da libertação do mal mediante a ressurreição de Cristo. «A assembléia dominical celebra com antecipação o ‘banquete celeste’ e a esperança da volta do Senhor. A missa do domingo expressa ao mesmo tempo o sentido e a finalidade da vida dos cristãos», explica o documento.

Desde os primeiros séculos, o significado do domingo como dia da Eucaristia «precedeu a instauração do domingo como dia de descanso semanal», a qual «permitiu enriquecer a celebração do dia do Senhor» como «dia dedicado à família e à contemplação espiritual».

Atualmente, diante do desespero do desaparecimento do descanso dominical, advertem os bispos, «os cristãos, guardando o domingo, fazem um chamado profético: o homem não vive só de pão».

A Igreja, ao defender o domingo, não só «manifesta sua vontade de que os cristãos vivam esse dia em condições favoráveis», mas também «deseja prestar um serviço a toda a sociedade, para que possa encontrar um caminho que permita tornar a vida humana cada vez mais humana».

6 Respostas

  1. Se ha convertido en la única vía de escape para muchos leoneses que no pueden ocultar sentirse avergonzados ante la difícil situación que atraviesan.

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  2. Adveniat Regnum Tuum

    Caro Sr. Sizenando,

    Trago nesta tréplica o texto “Os Ministros da Comunhão são Necessários?”, o qual foi publicado por Danilo Augusto em seu blog “igrenauna”, e que o senhor contestou sem trazer argumentos que estejam à luz do magistério da Igreja.

    Por Danilo Augusto:

    “Estudo de Caso”

    “Minha diocese:
    61 paróquias
    107 padres
    31 diáconos permanentes
    A média é de duas missas na matriz por semana (somando os 6 dias da semana) + 2 aos domingos, normalmente uma pela manhã e uma a noite. 2 missas por semana distribuídas nas igrejas periféricas ou capelas. Ou seja, um pároco celebra, na média, de 4 à 5 missas por semana.
    Várias “celebrações da palavra” distribuídas em outros milhares de horários.
    Só na minha paróquia são, aproximadamente, 5 ministros “extraordinários da comunhão”.
    Pergunta: São necessários os ministros da comunhão?
    O que estão fazendo esses 31 diáconos permanentes!? E os padres que “sobram” na conta (46)? Por que não ajudam na distribuição da eucaristia nas missas “populosas”. Aqui as missas, com exceção das dominicais, recebem menos de 30 pessoas, ou seja, um padre “dá conta” de distribuir a comunhão sozinho.
    Com segurança eu coloco o número de 5 ministros para cada paróquia. Em algumas há um pouco mais. São, por baixo, 305 ministros. Pra que tudo isso!? Tem mais ministro do que gente assistindo à missa!
    Creio que isso acontece em muitas dioceses pelo Brasil. É uma conta que não bate e que só serve para reforçar o mito de “crise vocacional”. Acho que a crise é de comodismo mesmo.Desculpem se pareço pragmático ou administrativo demais.”

    ————-

    Antes de entrar em outros aspectos, vou fazer uma longa, porém brevíssima contextualização para que a Luz de Cristo ilumine onde houver trevas.

    O que diz a Santa Mãe Igreja à respeito do Ministério Extraordinário dos Fiéis Leigos?

    CONGREGAÇÃO PARA O CULTO DIVINO
    E A DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS

    INSTRUÇÃO

    REDEMPTIONIS SACRAMENTUM

    Sobre algumas coisas que se devem observar
    e evitar acerca da Santíssima Eucaristia

    CAPÍTULO VII

    MINISTÉRIOS EXTRAORDINÁRIOS DOS FIÉIS LEIGOS

    [151.] Somente por verdadeira necessidade se recorra ao auxilio de ministros extraordinários, na celebração da Liturgia. Porque isto não está previsto para assegurar uma plena participação aos leigos, mas sim que, por sua natureza, ou suplementação e provisoriedade.[252] Além disso onde, por necessidade, recorra-se ao serviço dos ministros extraordinários, multipliquem-se especiais e fervorosas petições para que o Senhor envie um sacerdote para o serviço da comunidade e suscite abundantes vocações às sagradas ordens.[253]

    [152.] Portanto, estes ministérios de mera suplência não devem ser ocasião de uma deformação do mesmo ministério dos sacerdotes, de modo que estes descuidem da celebração da santa Missa pelo povo que lhes tem sido confiado, ou descuidem da pessoal solicitude com os enfermos, do cuidado do Batismo das crianças, da assistência aos matrimônios, da celebração das exéquias cristãs, que antes de tudo é próprio dos sacerdotes, ajudados pelos diáconos. Assim pois, não aconteça que os sacerdotes, nas paróquias, modifiquem indiferentemente, com diáconos ou leigos, as tarefas pastorais, confundindo desta maneira as ações específicas de cada um.

    [153.] Além disso, nunca é lícito aos leigos assumir as funções ou as vestes do diácono, ou do sacerdote, ou outras vestes similares.

    1. O ministro extraordinário da Sagrada Comunhão

    [154.] Como já se tem lembrado, «só o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia, atuando in persona Christi». [254] Pois o nome de «ministro da Eucaristia» só se refere, propriamente, ao sacerdote. Também, em razão da sagrada Ordenação, os ministros ordinários da sagrada Comunhão são: o Bispo, o presbítero e o diácono,[255] aos que correspondem, portanto, administrar a sagrada Comunhão aos fiéis leigos, na celebração da santa Missa. Desta forma se manifesta adequada e plenamente sua tarefa ministerial na Igreja, e se realiza o sinal do sacramento.

    [155.] Além dos ministros ordinários, está o acólito instituído ritualmente, como ministro extraordinário da sagrada Comunhão, inclusive fora da celebração da Missa. Todavia, só o aconselham em razões de verdadeira necessidade, conforme às normas do direito,[256] o Bispo diocesano pode delegar também outro fiel leigo como ministro extraordinário, quer seja por um momento, quer seja por um tempo determinado, recebida na maneira devida a benção. Sem dúvida, este ato de designação não tem necessariamente uma forma litúrgica, nem de modo algum e lugar, possa-se imitar a sagrada Ordenação. Só em casos especiais e imprevistos, o sacerdote que preside a celebração eucarística pode dar um permissão ad actum.[257]

    [156.] Neste ministério, entendendo-se conforme o seu nome em sentido estrito, o ministro é um extraordinário da sagrada Comunhão, jamais um «ministro especial da sagrada Comunhão», nem «ministro extraordinário da Eucaristia», nem «ministro especial da Eucaristia»; com o uso destes nomes, amplia-se indevida e impropriamente o seu significado.

    [157.] Se habitualmente há número suficiente de ministros sagrados também para a distribuição da sagrada Comunhão, não se podem designar ministros extraordinários da sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, os que têm sido designados para este ministério, não o exerçam. Reprove-se o costume daqueles sacerdotes que, a pesar de estar presentes na celebração, abstém-se de distribuir a Comunhão, delegando esta tarefa a leigos.[258]

    [158.] O ministro extraordinário da sagrada Comunhão poderá administrar a Comunhão somente na ausência do sacerdote ou diácono, quando o sacerdote está impedido por enfermidade, idade avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando é tão grande o número dos fiéis que se reúnem à Comunhão, que a celebração da Missa se prolongaria demasiado.[259] Por isso, deve-se entender que uma breve prolongação seria uma causa absolutamente suportável, de acordo com a cultura e os costumes próprios do lugar.

    [160.] O Bispo diocesano examine de novo a praxe nesta matéria durante os últimos anos e, se for conveniente, corrija-a ou a determine com maior clareza. Onde, por uma verdadeira necessidade, haja difundido a designação deste tipo de ministros extraordinários, é de responsabilidade do Bispo diocesano, tendo presente a tradição da Igreja, dar as diretrizes particulares que estabeleçam o exercício desta tarefa, de acordo com as normas do direito.

    Notas:

    [252] Cf. Congr. para o Clero e outras, Instr., Ecclesiae de mysterio, Disposições práticas, art. 8 § 2: AAS 89 (1997) p. 872.

    [253] Cf. João Paulo II, Carta Encíclica, Ecclesia de Eucharistia, n. 32: AAS 95 (2003) p. 455.

    [254] Código de Direito Canônico, c. 900 § 1.

    [255] Cf. ibid., c. 910 § 1; cf. também João Paulo II, Carta, Dominicae Cenae, n. 11: AAS 72 (1980) p. 142; Congr. para o Clero e outras, Instr., Ecclesiae de mysterio, Disposições práticas, art. 8 § 1: AAS 89 (1997) pp. 870-871.

    [256] Cf. Código de Direito Canônico, c. 230 § 3.

    [257] Cf. Congr. Disciplina dos Sacramentos, Instr., Immensae caritatis, proêmio: AAS 65 (1973) p. 264; Paulo VI, Carta Apostólica «motu proprio datae», Ministeria quaedam, 15 de agosto de 1972: AAS 64 (1972) p. 532; Missale Romanum, Appendix III: Ritus ad deputandum ministrum sacrae Communionis ad actum distribuendae, p. 1253; Congr. para o Clero e outras, Instr., Ecclesiae de mysterio, Disposições práticas, art. 8 § 1: AAS 89 (1997) p. 871.

    [258] Cf. Congr. Disciplina dos Sacramentos, Instr., Inaestimabile donum, n. 10: AAS 72 (1980) p. 336; Pont. Comissão para a Interpr. Aut. do Código de Direito Canônico, Responsio ad propositum dubium, 11 de julho de 1984: AAS 76 (1984) p. 746.

    [259] Cf. Congr. Disciplina dos Sacramentos, Instr., Immensae caritatis, n. 1: AAS 65 (1973) pp. 264-271, espec. pp. 265-266; Pont. Comissão para a Interpr. Aut. do Código de Direito Canônico, Responsio ad propositum dubium, 1 de junho de 1988: AAS 80 (1980) p. 1373; Congr. para o Clero e outras, Instr., Ecclesiae de mysterio, Disposições práticas, art. 8 § 2: AAS 89 (1997) p. 871.

    ————-

    Eu fico muito feliz que em sua paróquia há uma formação delicada e zelosa no que se refere à liturgia. Infelizmente em minha paróquia não gozamos da mesma alegria, mas tenho esperança.

    Para que fique claro à cerca do Ministério Extraordinário dos Fiéis Leigos:

    Redemptionis Sacramentum «O ministro extraordinário da sagrada Comunhão poderá administrar a Comunhão somente na ausência do sacerdote ou diácono, quando o sacerdote está impedido por enfermidade, idade avançada, ou por outra verdadeira causa, ou quando é tão grande o número dos fiéis que se reúnem à Comunhão, que a celebração da Missa se prolongaria demasiado. [259] Por isso, deve-se entender que uma breve prolongação seria uma causa absolutamente suportável, de acordo com a cultura e os costumes próprios do lugar.»

    Nota: [259] Cf. Congr. Disciplina dos Sacramentos, Instr., Immensae caritatis, n. 1: AAS 65 (1973) pp. 264-271, espec. pp. 265-266; Pont. Comissão para a Interpr. Aut. do Código de Direito Canônico, Responsio ad propositum dubium, 1 de junho de 1988: AAS 80 (1980) p. 1373; Congr. para o Clero e outras, Instr., Ecclesiae de mysterio, Disposições práticas, art. 8 § 2: AAS 89 (1997) p. 871.

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    Mudando de assunto; Disse-me que é melhor eu não saber do que se tratavam as suas insinuações, mas eu faço idéia sobre as referências.
    Imagino que o professor de história à quem citou seja o Sr. Orlando Fedeli, homem talentoso e defensor da fé católica, entretanto não compactuo de suas idéias contrárias ao Concíclio Vaticano II. Sabendo logicamente que trata-se de um concílio pastoral e não dogmático.

    Quanto ao Pe. Perrel; não estou defendendo o Sr. Fedeli e sua Associação. Minha defesa é à favor da verdade expressa. Tu fizeste uma interpretação incorreta à cerca do que disse o reverendo em sua homilia. Se os admiradores do professor e os inimigos da montfort entraram em atrito utilizando tal referência do piedoso sacerdote, não cabe a nenhum de nós julgar o que poderia ser verdade além do que disse o sacerdote. Mais uma vez afirmo que meu comentário inicial se deu para contestar sua colocação em defesa à integridade das palavras do Pe. Roch Perrel, o qual você fez referência para defender seu ponto de vista, sendo que o mesmo já está esclarecido nesta tréplica onde doei um precioso tempo para mostrar-lhes o que diz o Magistério da Igreja.

    O Sr. Fedeli e o Pe. Perrel sabem bem o que houve e nós não estamos envolvidos neste caso. Sobre o que motivou a saída do Instituto Bom Pastor do Brasil não cabe a mim e nem ao senhor deduzir o que de fato ocorreu. É preciso cuidar para não pecar contra a caridade, inicialmente purificando nossas intenções.

    Continuemos «Nossa missão, … trabalhar intensamente, sem pausas nem repousos, para ajudar a Igreja a moldar nas nossas sociedades a civilização da justiça e do amor cristão». P. Marcial Maciel, L.C.

    Minha intenção foi favorecer que o senhor refletisse sobre o teu comportamento por ocasião de nosso primeiro diálogo. Não se pode iniciar uma conversa deduzindo que o outro já tenha conhecimento de tal assunto…desse modo tu tropeças. É preciso seguir uma ordem na linha de raciocínio e principalmente quando colocar isso no papel ou postar num blog.

    Desde o primeiro momento não faltei com respeito nem entrei no anonimato.

    Ser nobre e puro nas intenções favorece um bom diálogo. Não é preciso fazer insinuações, basta clareza nas idéias, contestando com diligência e argumentando os pontos importantes, neste caso não deixando é claro de defender a fé católica.

    Já que fez menção à RCC (Renovação Carismática Católica), trago o que diz a Igreja no Brasil, conforme consta no Documento 53 da CNBB: “Orientações Pastorais sobre a Renovação Carismática Católica” é um instrumento válido e claro para ajudar o Movimento a crescer e ser útil à Igreja.
    (Citação de alguns pontos resumidos pelo ‘apostolado veritatis’)

    1. Aspectos positivos. Assinalam-se os seguintes: a busca da oração individual e comunitária, o amor à palavra de Deus, a disponibilidade à vontade de Deus, a manifestação dos carismas, a maior união familiar, o sentido de louvor, a valorização do Espírito Santo, a redescoberta do papel de Maria, a freqüência aos sacramentos, e o surgimento de vocações sacerdotais e religiosos.

    2. Aspectos negativos. A oração em línguas pode gerar a impressão de constituir ponto alto de espiritualidade e o dom das curas cair no curandeirismo, sem valorizar suficientemente o mistério da cruz e o valor salvífico do sofrimento. – O repouso no Espírito pode ocasionar um clima de histeria coletiva e levar à debilidade psíquica, e o apelo indiscriminado aos carismas ocasionar confusões e fanatismo, sem distinguir dom do Espírito e desvio psicológico. O chamado “batismo no Espírito” pode criar confusão em relação às dimensões do sacramento do batismo. – A fácil credibilidade em profecias e visões podem levar as pessoas a ser joguete do vento de qualquer doutrina, comprometendo a fé católica. – A insistência unilateral – pneumatológica – pode deixar sombras no mistério da Encarnação; – o fechamento na própria espiritualidade, como única “renovada”, causa tensões na própria Igreja; – a interpretação da Sagrada Escrituras, sem a devida preparação e orientação, pode gerar um fundamentalismo e um intimismo não condizentes com a fé católica. – A insistência nos exorcismos e na ação maléfica do demônio produz a impressão de que ele é o senhor do mundo e assim esvaziar a ação libertadora de Cristo. – Algumas práticas, como a unção do óleo, aclamações durante e após a Consagração, a comunhão fora da Missa, podem ser utilizadas fora do espírito litúrgico.
    «Os pontos acima são reais, se não houver sólida formação ou se a coordenação da RCC não estiver na mão de pessoas equilibradas e de preparação eclesial.»

    O senhor disse: et dixit qui sedebat in throno ecce nova facio omnia et dicit scribe quia hæc verba fidelissima sunt et vera.

    Quem não conhece latim e/ou as sagradas escrituras facilmente deduzirá que o senhor é autor desta frase.
    É sempre importante trazer a referência. Já que não sabes latim, assim como eu, vale a dica.
    Citou um versículo bíblico. Neste caso: Apocalypsis Ioannis 21,5

    Per Regnum Christi ad Glóriam Dei!

    Minhas orações!

    Em Cristo,
    Pedro Henrique.

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  3. Adveniat Regnum Tuum!

    Caríssimo Sizenando:

    Foi exaustivo ler o que escreveu, entretando respondo com caridade.

    SIZENANDO: Meu nome é como o seu, “Católico Apostólico Romano” já que não gostas de se identificar como “Tradicionalista” ou “Tridentino”, prefiro deixar apenas o “Logon”, porque na verdade este é o meu nome na “NET” e se quizeres podes rastrear meu perfil e me conhecer em minha própria casa que estará de portas abertas.

    PEDRO HENRIQUE: Prestou bem atenção no meu blog mesmo? Não parece! Pois lá está meu nome e logo depois cito que sou Católico Apostólico Romano.

    Você está bem? De onde tirou a idéia que descobriu o que eu gosto ou o que não gosto? Eu lhe disse alguma coisa? Você me conhece? Pois tu alegou que eu não gosto de me identificar como “Tradicionalista” ou “Tridentino”. Seja sensato meu caro.

    SIZENANDO: Meu nome Próprio todos já o conhecem e mesmo que eu não o escreva ou entre com outro “Apelido”, já conseguem me reconhecer como “RCC” mesmo que eu não fale nada sobre o assunto.

    PEDRO HENRIQUE: Então seu nome próprio é RCC? Tenho certeza que o Sr. Marcos Volcan não aprovaria este comportamento. Estás falando em nome da Renovação Carismática Católica. Use o bom senso.

    SIZENANDO: É claro que existem diferenças entre nossos pensamentos e creio que Vc não tenha gostado do meu comentário pelo mesmo Motivo que não gostei do seu, falta de comunhão de ensinamentos e vivências.

    PEDRO HENRIQUE: Logicamente não gostei do seu comentário e apresentei as razões.
    Sim, existe diferença de pensamentos, porque você pensa como lhe convém, eu apenas procuro ser fiel à Nosso Senhor e evito deixar-me levar pelas vaidades escolhendo meus achismos, prefiro pensar como a Igreja pensa.

    O que entende de comunhão e vivência fazendo comentários ridículos como esses?
    Mas só dediquei um pouco do meu tempo para fazer tal comentário naquel momento porque vi você usar as palavras do Pe. Roch Perrel de maneira incorreta.

    Caríssimo, cuidado com o uso das palavras. Pergunte ao Pe. Perrel se está correta a tua colocação e não direi mais nada.

    SIZENANDO: Vejo muitas Críticas a Ministros da Eucaristia e movimentos da Igreja por aqui, sem motivo, por pura picuinha mesmo, vocês preferem colocar toda responsabilidade da Igreja em cima de uma só pessoa, “O PADRE” se esquecendo que a Igreja verdadeira é uma “COMUNIDADE” de pessoas Santas e também a caminho da Santidade e que por este mesmo motivo ainda são passíveis de inperfeições, erros e pecados.

    PEDRO HENRIQUE: Vocês?

    SIZENANDO: Mas o egoismo de certas pessoas preferem excomungar outras pessoas por erros mínimos e não buscar suas correções, afastar as pessoas do serviço na Igreja do que buscar um crescimento de vida comunitária.

    PEDRO HENRIQUE: Erros mínimos? Excomungar? Erros mínimos? Francamente!

    SIZENANDO: Cor. 12 é muito Claro quando diz que até o dedo mindinho “Que não faz nada no corpo” fará uma grande falta no Corpo de Cristo. Jesus é assim mesmo exalta os humildes e humilha os grandes, para que todos sejam iguais em dignidade perante Ele.

    PEDRO HENRIQUE: Iguais? Como o Buda ao lado de Jesus Cristo?

    SIZENANDO: Por outro lado Vocês que tanto valorizam o Sacerdócio e exigem tanto do Ministério Dele, tem se afastado cada vez mais dos Seminários e preferindo o mundo “Secular” totalmente sem compromisso com a Igreja, já que tudo fica na responsabilidade do Padre, e respeitá-lo como “Pai” ou simplesmente um conselheiro, “Prá que?”.

    PEDRO HENRIQUE: Vocês? Afastado? Mundo Secular? Tudo na Responsabilidade do Padre? Pai? Conselheiro? Pra que?

    Cuidado pra não escorregar no seu vômito.

    SIZENANDO: Ouso usar as palavras do Pe. Perrel sim, porque ninguém prestou atenção a elas e continuam sem aceitar seus ensinamentos, preferindo se guiar por outros ensinamentos não fundamentados no Magistério oficial da Igreja Católica.

    PEDRO HENRIQUE: Onde você bateu a cabeça?

    SIZENANDO: Faria uma simples pergunta, você participa frequentemente e busca os conselhos do Padre da Paróquia onde você mora?

    PEDRO HENRIQUE: Caríssimo, que petulância! Faz suas perguntas para atacar-me? O que ganhas com isso? O que queres fazendo inúmeras insinuações?

    Confesso-me regularmente. Tenho um diretor espiritual com quem me aconselho. Participo da Santa Missa regularmente também. Tenho profundo respeito e devoção pelos padres.

    SIZENANDO: Tudo que ainda fazem nestes blogues tradicionalistas é criticar a Missa Nova e tudo aquilo que se iniciou na Igreja com o Concílio Vaticano II.

    PEDRO HENRIQUE: Nestes blogues? Missa Nova?

    SIZENANDO: Incluíndo aí os Ministros da Eucaristia e os diversos Movimentos, mas que são as pequenas comunidades de vida que conseguem manter a perseverança dos fiéis na Igreja.

    PEDRO HENRIQUE: São é?

    SIZENANDO: Ousadia eu diria é a de um certo professor de História que afirmou com todas as letras que o “Concílio Vaticano II” não foi inspirado pelo Espírito Santo, eu dira a esta altura, se realmente eu acreditasse nisso, jamais voltaria a uma Igreja porque ela seria uma Mentira deslavada.

    PEDRO HENRIQUE:
    Professor de Histório?
    Vaticano II?
    Inspirado?
    Mentira deslavada?

    Insisto, ONDE BATEU COM A CABEÇA?

    Tens ódio em suas palavras.

    Estás bem mesmo?

    SIZENANDO: No mínimo eu diria que este Professor de história jamais foi Inspirado pelo Espírito Santo e como um simples homem pode ter discernimento sobre o que o o Papa e seus Conciliares decidiram em nome de todos nós.

    PEDRO HENRIQUE: Homem, do que falas?

    SIZENANDO: Mas se permaneço nesta Igreja é porque eu Creio em quem deveria Crer, em Jesus e em suas palavras que me garantem que jamais sua Igreja será destruida ou vencida pelo mal. Aceitar que a “fumaça de satanás” entrou nesta casa do Senhor é aceitar sua derrota, mesmo que momentânea, e sabemos que muitos já aceitam esta possibilidade se tornando sedevacantistas ou apostatando-se da Fé verdadeira.

    PEDRO HENRIQUE: Foi um papa que fez este comentário, sobre a fumaça de satanás ter entrado na casa do Senhor. O papa aceitou a derrota? É isso que estás dizendo?

    Sedevacantistas ou apostatando-se da Fé verdadeira?

    Meu caro, como você está perturbado. Só porque não reconhece seu erro? Você citou tantas e tantas coisas e eu nem se quer fiz menção delas naquele recado que deixei. É a primeira vez que entro em contato. O que te leva a ter esta reação? Faça um exame de consciência e depois me diga, talvez eu venha a compreender.

    Os comentários que fiz à cerca do Ministro EXTRAORDINÁRIO não são novidades, eu só lhe disse que o próprio nome já diz tudo: “Extraordinário”. Você já leu as intruções da Santa Sé à cerca desta função para o leigo? Repito o que disse à você em 04 de janeiro: “Sugiro que leia as recomendações da Santa madre Igreja à respeito desta função para o leigo.” Aí verás que não são palavras minhas, mas da Igreja à quem você julga ser fiel.

    Você apenas proferiu sua ira com estas palavras sem apontar meus erros. Se cometi algum erro peço por favor que me mostre para que eu não torne a errar. E tenha a bondade de contextualizar conforme o parecer da Igreja e não conforme o que sacia teu ego.

    ———-
    Referente o latim, segue a tradução.

    Adveniat Regnum Tuum! (Venha a nós o Vosso Reino!)

    Per Regnum Christi ad Glóriam Dei! (Pelo Reino de Cristo à Glória de Deus!)

    In Christi (Em Cristo)
    ———-

    Minhas orações!

    Em Cristo,
    Pedro.

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    • Caro pedro Henrique

      Encontrei sua Réplica
      Você respondeu as insinuações como ?????
      Se não sabes a que me refiro “Com tais insinuações”, é melhor que não saiba mesmo.

      Com referência à Crítica sobre os Ministros da Eucaristia, você pode até estar correto, se alguma coisa acontece de errado no meio em que você convive. Mas aqueles fatos citados “Em referência” não acontecem por aqui onde moro, portanto fico triste quando pessoas criticam outras que estão trabalhando e se esforçando na Igreja, sei que muitas cometem erros “e como cometem”, mas estão buscando servir ao Senhor, mesmo que seja com suas limitações.
      Não sou Ministro, recusei o convite, justamente porque conheço a responsabilidade e os cuidados que deveria ter e principalmente o tempo disponível “Que eu não tenho”, porque já assumi outras responsabilidades.

      Se este comentário que eu deixei aí acima lhe parece loucura, também acho o mesmo, mas tenho recebido e_mail’s em minha caixa postal de pessoas anônimas em que acabamos discutindo estes temas aí de cima, neste caso você com suas ??? deu a entender que não sabe de nada a respeito do assunto, mas por estes blog’s onde anda frequentando se debate justamente isto.

      E os e’mails que recebi seguem a mesma trilha da motivação da saida do Pe. Perrel do Brasil, porque preferiram um tradicionalismo desligado da Igreja do que o IBP fiél a Igreja.

      Do que Falas Homem ?

      Lhe digo cinseramente, se não sabes, melhor não saber!
      Mas Já que estás nesta mesma trilha, quando você ler alguma coisa semelhante por aí irás lembrar de minhas palavras e saberás do que lhe falei “Sem detalhes” é uma longa e complexa história.

      Você não disse, não pensou, não sabe do que se trata, então esqueça, se quiser pode até apagar tudo.

      Foi um Prazer caro Jovem.

      Jesus te ama.

      Sizenando

      Ps. Marcos Volcan “Quem ?” e eu não disse que falo em nome da RCC, apenas que me reconhecem mesmo que eu não diga nada.

      et dixit qui sedebat in throno ecce nova facio omnia et dicit scribe quia hæc verba fidelissima sunt et vera.

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  4. Para: ‘presentepravoce’
    Em: 4 de Janeiro de 2009
    Link: https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3638191860638588957&postID=9028220231488200143&page=1

    Adveniat Regnum Tuum!

    Meu caro, por que não se apresenta? Por ventura seu nome de batismo é presentepravoce?

    O ministro extraordinário, como o próprio nome já diz, é para os casos extraordinários e não ordinários. Sugiro que leia as recomendações da Santa madre Igreja à respeito desta função para o leigo.

    Como você ousa citar em seus exemplos uma frase do Reverendíssimo Pe. Perrel? Este piedoso sacerdote fez tal comentário num contexto que você apresenta distorcidamente.

    Trata-se do último sermão feito pelo Pe. Roch Perrel no Brasil.

    Pergunte ao Pe. Perrel qual a opnião dele à respeito dos Ministros da Sagrada Comunhão. A resposta sem dúvidas será à Luz do Magistério da Igreja. E acho que nãp vai te agradar, se defende com unhas e dentes a sua tese.Acho bom você pedir desculpas por usar uma frase dele para tentar convencer os outros de tuas opniões infundadas.

    Você citou: “Veja as palávras do Pe. Perrel do IBP quando fez suas despedidas, “Nos consideram como meros distribuidoresde sacramento, e nada mais” e olha que ele distribuia Comunhão para apenas cem pessoas.”

    Meu caro, só pelo exemplo que você trouxe, mascarando a verdade, nota-se que pouca credibilidade devo dar aos seus comentários, mas ainda há tempo de abrir seus olhos. Não me entenda mal, digo com a melhor das intenções.

    Trago um trecho que você ocultou:

    «Durante esses seis meses no Brasil, tive o sentimento de que para muitos o sacerdote é somente um distribuidor de sacramentos. Sem
    dúvida, o sacerdote é o homem da Missa e da liturgia e foi para isso
    que ele foi chamado por Jesus Cristo Sumo Sacerdote. E apesar de suas fraquezas, o padre continua a obra salvífica de Jesus Cristo. Ele
    infunde a vida da graça nas almas pelo sacramento do Batismo; ele
    perdoa os pecados em nome de Cristo no sacramento da penitência e ele renova, de maneira não sangrenta, o sacrifício do calvário a cada Missa. Tantas coisas maravilhosas que somente a sabedoria de Deus podia instituir. Somente Deus podia arriscar-se a confiar um tal tesouro a vasos de argila. E a salvação das almas que Nosso Senhor confiou aos seus sacerdotes é um fardo terrível e uma missão exaltante. Mas o sacerdote não é somente isso.»

    «Será que alguns já se perguntaram porque o sacerdote é chamado
    “Padre”? Porque é preciso admitir que as palavras que empregamos têm
    uma significação, correspondendo à realidade que designam. É de se
    admirar, todavia, que o termo “Padre” não evoca diretamente a dimensão
    sacrificial de sua obra. Ele evoca, porém, a paternidade espiritual do sacerdote. O sacerdote é um pai porque pelos sacramentos, começando pelo batismo, mas não somente por eles, ele infunde a vida divina nas
    almas. E esta é uma das razões do celibato eclesiástico na Igreja
    Romana.»

    O Pe. Perrel em sua homilia quando fala sobre a distribuição da sagrada comunhão, tinha a finalidade de levar os fiéis à refletirem sobre a paternidade espiritual do sacerdote.

    Padre Roch Perrel (Instituto do Bom Pastor). Homilia, comentário por ocasião da decisão de cessar o apostolado brasileiro.

    Fonte: http://www.ibp-la.org/?l=pt

    Per Regnum Christi ad Gloriam Dei!

    In Christi,
    Pedro Candido

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  5. Referente seu comentário no blog ‘igrejauna’.

    https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3638191860638588957&postID=9028220231488200143&page=1

    Esta resposta Também está em sua Página.

    Resposta

    Caro Pedro

    Li Seu Comentário no Blog acima, visitei também seu próprio Blog.

    Meu nome é como o seu, “Católico Apostólico Romano” já que não gostas de se identificar como “Tradicionalista” ou “Tridentino”, prefiro deixar apenas o “Logon”, porque na verdade este é o meu nome na “NET” e se quizeres podes rastrear meu perfil e me conhecer em minha própria casa que estará de portas abertas.

    Meu nome Próprio todos já o conhecem e mesmo que eu não o escreva ou entre com outro “Apelido”, já conseguem me reconhecer como “RCC” mesmo que eu não fale nada sobre o assunto.
    É claro que existem diferenças entre nossos pensamentos e creio que Vc não tenha gostado do meu comentário pelo mesmo Motivo que não gostei do seu, falta de comunhão de ensinamentos e vivências.

    Vejo muitas Críticas a Ministros da Eucaristia e movimentos da Igreja por aqui, sem motivo, por pura picuinha mesmo, vocês preferem colocar toda responsabilidade da Igreja em cima de uma só pessoa, “O PADRE” se esquecendo que a Igreja verdadeira é uma “COMUNIDADE” de pessoas Santas e também a caminho da Santidade e que por este mesmo motivo ainda são passíveis de inperfeições, erros e pecados.

    Mas o egoismo de certas pessoas preferem excomungar outras pessoas por erros mínimos e não buscar suas correções, afastar as pessoas do serviço na Igreja do que buscar um crescimento de vida comunitária.

    Cor. 12 é muito Claro quando diz que até o dedo mindinho “Que não faz nada no corpo” fará uma grande falta no Corpo de Cristo. Jesus é assim mesmo exalta os humildes e humilha os grandes, para que todos sejam iguais em dignidade perante Ele.

    Por outro lado Vocês que tanto valorizam o Sacerdócio e exigem tanto do Ministério Dele, tem se afastado cada vez mais dos Seminários e preferindo o mundo “Secular” totalmente sem compromisso com a Igreja, já que tudo fica na responsabilidade do Padre, e respeitá-lo como “Pai” ou simplesmente um conselheiro, “Prá que?”.

    Ouso usar as palavras do Pe. Perrel sim, porque ninguém prestou atenção a elas e continuam sem aceitar seus ensinamentos, preferindo se guiar por outros ensinamentos não fundamentados no Magistério oficial da Igreja Católica.

    Faria uma simples pergunta, você participa frequentemente e busca os conselhos do Padre da Paróquia onde você mora ?

    Tudo que ainda fazem nestes blogues tradicionalistas é criticar a Missa Nova e tudo aquilo que se iniciou na Igreja com o Concílio Vaticano II.

    Incluíndo aí os Ministros da Eucaristia e os diversos Movimentos, mas que são as pequenas comunidades de vida que conseguem manter a perseverança dos fiéis na Igreja.

    Ousadia eu diria é a de um certo professor de História que afirmou com todas as letras que o “Concílio Vaticano II” não foi inspirado pelo Espírito Santo, eu dira a esta altura, se realmente eu acreditasse nisso, jamais voltaria a uma Igreja porque ela seria uma Mentira deslavada.
    No mínimo eu diria que este Professor de história jamais foi Inspirado pelo Espírito Santo e como um simples homem pode ter discernimento sobre o que o o Papa e seus Conciliares decidiram em nome de todos nós.

    Mas se permaneço nesta Igreja é porque eu Creio em quem deveria Crer, em Jesus e em suas palavras que me garantem que jamais sua Igreja será destruida ou vencida pelo mal. Aceitar que a “fumaça de satanás” entrou nesta casa do Senhor é aceitar sua derrota, mesmo que momentânea, e sabemos que muitos já aceitam esta possibilidade se tornando sedevacantistas ou apostatando-se da Fé verdadeira.

    Jesus te ama

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