Imagens de Velas e enfeites comemorativos de Final de ano.

Velas que enfeitam e iluminam a sua festa de Ano Novo,

Fotos decorativas ou “Fundo de Tela” com temas Natalinos e Réveillon para montagens de mensagens em cartões de Natal e final de ano.

Para ampliar é só clicar na foto.

OBS. As amostras de imagens não estão posicionadas de acordo com a miniatura proporcional à foto original, mas ao clicar e abrir a imagem original ela abrirá nas suas dimensões originais.


Temas Comemorativos de Fim de Ano.



Outras indicações



Velas de enfeite para noites de fim de ano.




Jesus Jesus









Jesus Jesus


Semeando a cultura de Pentecostes



OUTROS TEMAS RELACIONADOS



Como Rezar o Terço todos os Dias.

Rezar o terço é muito fácil !!!

Rezar o Terço

.

MENSAGEM DA MÃE DE

JESUS EM MEDIUGÓRIE

Hoje, convido-os de novo a colocarem a oração em primeiro lugar em suas famílias.

Filhinhos, se Deus estiver em primeiro lugar, então, em tudo que fizerem, procurarão a vontade de Deus. Desta forma, a sua conversão cotidiana será mais fácil. Filhinhos, com humildade, procurem o que não está em ordem em seus corações e, assim, entenderão o que se precisa fazer. A conversão será para vocês um dever diário que realizarão com alegria.

Filhinhos, Eu estou com vocês, abençôo a todos e convido-os a tornarem-se minhas testemunhas através da oração e da conversão pessoal. (25.04.96)

As orações que compõem o Terço são as seguintes:

(01)

Credo

(06)

Pai-Nosso

(53)

Ave-Maria

(05)

Glória

(01)

Salve-Rainha

Rezem o terço todos os dias !!

Credo

Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra e em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor, que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, desceu à mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna. Amém.

Pai Nosso

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o Vosso nome; venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém

Glória

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Salve Rainha

Salve Rainha, Mãe de misericórdia, vida, doçura, esperança nossa, salve! A Vós bradamos os degredados filhos de Eva; a Vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses Vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do Vosso ventre. Ó clemente, ó piedosa, ó doce, sempre Virgem Maria. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

Nossa Senhora recomenda que rezemos a seguinte Jaculatória a ser intercalada entre as dezenas do Terço: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, e socorrei principalmente as que mais precisarem.

Para quem reza um Terço por dia, meditam-se os:

*Mistérios gozosos

(da alegria)
(Segundas e Sábados)

1º mistério: Anunciação do Anjo a N. Senhora.

2º mistério: Visita de N. Senhora a Santa Izabel.

3º mistério: Nascimento de Jesus em Belém.

4º mistério: Apresentação de Jesus no templo.

5º mistério: Perda e encontro de Jesus no templo.

*Mistérios Dolorosos

( da dor)
(Terças e sextas-feiras)

1º mistério: Agonia de Jesus no Horto das Oliveiras.

2º mistério: Flagelação de Jesus

3º mistério: Jesus coroado de espinhos.

4º mistério: Jesus carrega a cruz para o Calvário.

5º mistério: Crucificação e morte de Jesus.

*Mistério Gloriosos

( da glória)
(Quartas e domingos)

1º mistério: Ressurreição de Jesus ao céu.

2º mistério: Ascensão de Jesus ao céu.

3º mistério: Vinda do Espírito Santo.

4º mistério: Assunção de Nossa Senhora.

5º mistério: Coroação de N. Senhora no céu.

Mistério da Luz

( da glória)
(Reza-se às Quintas-feiras))

1º mistério: Batismo de Jesus Cristo no Jordão

2º mistério: Bodas de Caná

3º mistério: Proclamação do Reino

4º mistério: Transfiguração

5º mistério: Instituição da Eucaristia

Antes de iniciar a rezar

Sinal da Cruz

Pelo Sinal da Santa Cruz (+) Livrai-nos, Deus nosso Senhor (+) dos nossos inimigos (+) Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém.

Oferecimento: Divino Jesus, nós vos oferecemos este terço que vamos rezar, contemplando os mistérios de vossa Redenção. Concedei-nos, pela intercessão de Maria Santíssima, a quem nos dirigimos, as virtudes necessárias para bem rezá-lo e a graça de ganhar as indugências anexas a esta devoção.

Oferecimento a Nossa Senhora

Debaixo de vossa proteção nos refugiamos, ó Santa mãe de Deus. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades, mais livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita.

Senhora nossa, Advogada nossa , Medianeira nossa !Com vosso Filho nos reconciliai, ao vosso filho nos recomendai, ao vosso Filho nos apresentai ! Amém.

Após o oferecimento reza-se esta seqüência de orações, acompanhando com as contas do Terço:

Creio em Deus Pai…
Pai-Nosso…
Ave-maria(03)
Glória…
No 1º mistério contemplamos…

Pai-Nosso…

Ave-Maria(10)
Glória(01)
Ó meu Jesus, perdoai-nos…
No 2º mistério contemplamos…
Pai-Nosso…

Ave-Maria(10)
Glória(01)
Ó meu Jesus, perdoai-nos…
No 3º mistério contemplamos…
Pai-Nosso…

Ave-Maria(10)

Glória(01)

Ó meu Jesus, perdoai-nos…
No 4º mistério contemplamos…
Pai-Nosso…

Ave-Maria(10)
Glória(01)
Ó meu Jesus, perdoai-nos…
No 5º mistério contemplamos…
Pai-Nosso…

Ave-Maria(10)


No final do Terço

Agradecimento: Infinitas graças Vos damos, Soberana Rainha, pelos benefícios que todos os dias recebemos de vossas mãos liberais. Dignai-vos, agora e sempre, tomar-nos debaixo de vosso poderoso amparo, e para mais Vos obrigar, Vos saudamos com uma Salve-Rainha.

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus,

R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.


http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120

Se preferir

click aqui e reze o Terço

passo a passo On Line.


Uma Melhor Opção

Multrosarium.com

3 terços com fundo musical


“Ó Maria, que coloca nas nossas mãos a coroa do Santo Rosário, ensina-nos a recitá-lo tornando-nos, na sua escola, autênticos contemplativos e testemunhas de Cristo”. (João Paulo II, Angelus, 27 outubro)



Terço Rápido

Não caia neste erro

Não caia neste erro


Preces ao Espírito Santo.



Preces ao Divino Espírito Santo.


DOM DO ESPÍRITO

Pai que dás o Espírito,
jamais recusas o Espírito Santo aos que te pedem;
porque és o primeiro a desejar que o recebamos.

Concede-nos este dom que resume e contém todos os outros,
este dom em que encerras todos os segredos
de teu amor, toda a generosidade de teus benefícios.

Este dom que é o próprio dom
de teu coração paternal, no qual te entregas a nós.

Este dom que nos traz tua vida mais íntima
para nos fazer viver dela,
este dom destinado a ampliar nosso coração
nas dimensões universais do teu,
este dom capaz de nos transformar de ponta a ponta,
de nos curar de nossas fraquezas e de nos divinizar.

Este dom de tua energia onipotente, indispensável
ao cumprimento da missão que nos confias,
este dom de tua felicidade, no fervor de amar,
pois que no Espírito nos vem ao mesmo tempo
o dom da alegria e a alegria da doação.

Senhor, que difundes o Espírito,
de teu seio correm fontes de água viva,
efusão do Espírito.

A glória da tua Ressurreição
é a irradiação do Espírito Santo
que se apoderou de toda a tua natureza humana,
e a glória da tua Ascensão é o poder que tens
de difundir o Espírito Santo no universo
para dele fazer teu Reino.

Todo o fruto de teu sacrifício redentor
consiste no dom do Espírito, que nos traz
o perdão dos pecados e a graça da filiação divina.

Cumula-nos deste Espírito para nos comunicar
toda a força de tua santidade e de teu amor.

Faze-o penetrar no íntimo de nós mesmos,
para que ele possa purificar-nos, espiritualizar-nos
e inflamar-nos.

Por teu Espírito, imprime em nossa alma
tua semelhança e forma-nos em tua mentalidade.

Por teu Espírito, comunica-nos tua doutrina
e faze-nos viver a totalidade do Evangelho.

Difunde teu Espírito com abundância
para que ele possa envolver-nos,
tomar-nos totalmente na sua caridade.

ESPÍRITO SANTO

Contemplar-te, é mergulhar o olhar no invisível,
em pleno mistério de Deus.

Não tens um semblante de Evangelho como o
Cristo, nem uma face de Pai; mesmo renunciando
a te imaginar um rosto, queremos aderir a ti
com todas as nossas forças.

Não tens um semblante porque és o fogo do amor
que reúne os semblantes do Pai e do Filho,
para não formar senão um só numa sublime fusão.
Vives nos semblantes de outrem,
como sua vida mais secreta,
e és tu que nos revelas o autêntico semblante do
Salvador, bem como o do Pai Celeste.
És abismo de profundidade, recôndito inexpugnável
e inexprimível, impossível de se representar
em traços delimitados.

Tu és o sopro que emana do Pai e do Filho
e que vem animar nosso espírito,
formar-nos uma feição espiritual.
Tu és a respiração de nossa alma,
o pensamento de nosso pensamento,
o impulso de nossa vontade, a força de nosso amor.

Tu és a vida divina que vem nos fazer viver o Cristo,
que invade nosso ser para transfigurá-lo.
Tu nos ultrapassas infinitamente e no entanto,
és tão íntimo a nós;
não resides num longínquo abstrato,
mas no concreto palpitante de nossa existência.
Contemplar-te, é deixar-nos tomar pela torrente
de um amor que transborda e se apossa de toda
a nossa pessoa humana.

VIRGEM MARIA, TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO

Tu acolheste o Espírito Santo
com a alma plenamente aberta;

tu o acolheste pela fé,
crendo na sua maravilhosa ação em teu seio;

tu o acolheste pelo abandono de teu ser,
entregando-te ao seu poder de amor;

tu o acolheste por uma colaboração ativa com ele
no amor da Encarnação redentora:

tu jamais deixaste de acolhê-lo durante tua vida,
escutando sua voz misteriosa
e seguindo suas sugestões.

Ensina-nos a recebê-lo com a mesma disposição
com que tu o acolheste.

Ajuda-nos a escutá-lo no segredo de nosso coração,
a acolher suas indicações e seus conselhos.

Mostra-nos o caminho da docilidade
a seu ensinamento, da cooperação na sua obra.

Como tu, quereríamos receber a plenitude do
Espírito Santo, nada perder de sua vinda a nós.

Estimula nosso desejo de aceitar tudo o que ele
nos quer dar, e comunica-nos tua alegria
em tudo deixar tomar pelo Espírito Santo,
de tudo deixar invadir pelo seu amor.

ESPÍRITO SANTO, NOSSO GUIA

Guia íntimo, tu não nos indicas somente
o exterior da vontade divina;
tu a traduzes para nós em um esclarecimento interior;
Ajuda-nos a acolher plenamente tuas diretivas.

Guia vigilante, tu nos inspiras a cada instante
o que devemos pensar e fazer: ensina-nos a responder
dócil e alegremente a todas as tuas sugestões.

Guia clarividente, tu nos conduzes segundo
o grandioso desígnio de Deus,
e organizas os detalhes de nossa existência
em função de largos horizontes: faze-nos aceitar
ser ultrapassados por tua sabedoria
e seguir simplesmente o caminho que nos traças.

Guia seguro e infalível, tu não podes errar
e nos engajas sempre numa rota ideal:
estimula nossa confiança em abandonar-nos
serenamente às tuas orientações.

Guia benévolo, consideras nossas fraquezas e
procuras fazer-nos reparar os nossos passos em
falso: faze-nos retomar coragem nos fracassos
apoiando-nos sobre tua solicitude amorosa.

Guia respeitador da nossa pessoa,
queres promover todas as nossas qualidades
pessoais e desabrochá-las:
incessantemente apelas para nossa liberdade
e responsabilidade: torna-nos mais dignos
da confiança que nos testemunhas.

Guia audacioso, desejas para nós uma vida maior
feita à medida de Deus: faze-nos entrar na tua
audácia para um desabrochamento do divino em nós.

ESPÍRITO DE UNIDADE

Tu em quem o Pai e o Filho são um,
faze que sejamos um como eles e neles.
Tu que exprimes a unidade da família divina,
vem assegurar a unidade da comunidade humana.

Desenvolve em todos os homens,
e mais especialmente entre os cristãos,
o desejo da unidade, e torna este desejo mais eficaz.

Reúne cada vez mais a humanidade na unidade
da verdade por uma melhor acolhida da Revelação
e pelo desenvolvimento de uma mesma fé.

Une os homens numa caridade mais sincera,
num respeito mútuo e numa colaboração mais generosa.
Afirma em nós a vontade de superar as desavenças,
e evitar a violência, os conflitos,
a opressão ou a exploração dos fracos.

Multiplica os contatos entre aqueles que
são separados pelo muro do ódio e da
desconfiança, e favorece uma estima recíproca
onde dominam o desacato e o desprezo.

Dispõe-nos a grandes esforços pessoais
em vista da unidade;
arranca-nos a nossos preconceitos malévolos
e abre-nos mais largamente à compreensão do outro.

Faze-nos descobrir mais claramente
as possibilidades e meios de união;
incita-nos a estimular as aproximações e as amizades.

Ajuda-nos a consentir em todos os sacrifícios
para uma unidade mais profunda de pensamentos
e de corações em torno de nós.
Do Livro “Preces ao Espírito Santo”, de J. Galot, S.J., Edições Paulinas/1981

ORAÇÃO À TRINDADE

“Eterno Deus onipotente,
justo e misericordioso,
concedei-nos a nós míseros
praticar por vossa causa
o que reconhecermos ser a vossa vontade
e querer sempre o que vos agrade,
a fim de que,
interiormente purificados, iluminados e abrasados
pelo fogo do Espírito Santo,
possamos seguir as pegadas de vosso Filho,
Nosso Senhor Jesus Cristo,
e por vossa graça unicamente
chegar até vós,
ó Altíssimo,
que em Trindade perfeita e Unidade simples
viveis e reinais na glória
como Deus onipotente
por toda a eternidade”
São Francisco de Assis – Carta a toda Ordem, 50-52

O Espírito, plenitude de todos os seres

Para o Espírito Santo se voltam
Aqueles que têm necessidade de santificação.
Para Ele se eleva o desejo
Dos que vivem procurando o bem
E estão como que refrescados pelo Seu sopro.
Ele é capaz de levar os homens à plenitude,

Pois ele próprio é plenitude.
Ele está em toda a parte,
Ele nos ilumina para descobrirmos a verdade.
Inacessível por natureza,
Ele se deixa compreender pela bondade.
Ele tudo enche,
está totalmente presente em cada ser.
Para Ele se elevam os corações,
os fracos são levados pela mão,
os que caminham ficam repletos.
É Ele que ilumina.
Basílio de Cesaréia, Século V

Fonte:

http://www.franciscanos.org.br/?p=18064


 

RCC ANÁPOLIS

 


 

 

A Armadura de Deus.


Orar no Espírito



Como estudamos na Carta de São Paulo aos Efésios e especificamente no capítulo 6,10-18, somos guiados e instruídos por alguns conselhos espirituais para que possamos resistir aos ataques do inimigo que procura destruir as almas eternas de todos os homens e mulheres. São Paulo, nesta passagem clara e sucinta das Sagradas Escrituras, que chegou até nós através dos tempos, apresenta um ensinamento claro e eficaz ao qual devemos aderir. Lembrando-nos de que devemos, em primeiro lugar, buscar nossa força no Senhor e em seu poder (EF 6,10), São Paulo passa a relacionar as peças da armadura que um soldado romano usava para defender-se e também para atacar o inimigo, e os usa simbolicamente para nos ensinar como devemos usar a armadura espiritual que Deus nos deu para nos defender e derrotar o inimigo.

São Paulo então conclui com uma exortação à oração: “Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. Através do derramamento do Espírito Santo em Pentecostes e da promessa de que “A promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus” (Atos 2,39), podemos fortalecer-nos no Espírito Santo e usar os dons que Ele deu à Igreja, especialmente o dom da oração em línguas, como um meio para combater os ataques de Satanás e seus demônios, dos principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso” (Ef 6,12).

A oração é uma arma poderosa em nosso arsenal espiritual, mantendo-nos firmemente enraizados na única fonte de poder disponível para nós, ou seja, Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo, nosso Salvador e Redentor; Aquele que derrotou Satanás e todos os seus domínios. Assim, São Paulo nos exorta a usar orações e petições de todo tipo.

Comecemos com este dom surpreendente de oração que flui para nós através da ação do Espírito Santo — o dom da oração no Espírito. Nele, ignoramos nossa própria inteligência e conhecimento, entrando em uma profunda união com o coração e a mente de Deus. Nesta forma de oração, estamos literalmente tocando na perfeição da oração que fortalece e edifica a alma daquele que está rezando. “Aquele que fala em línguas edifica-se a si mesmo”. (1 Cor 14,4)

Todos nós, às vezes, sentimos dificuldade em orar. Nossa linguagem e intelecto humanos falham em expressar o gemido de nossas almas, especialmente em tempos de grande provação, dor, sofrimento ou ataques espirituais. O inimigo, procura confundir a alma para semear sementes de dúvida e até de desespero. Rapidamente ficamos sem palavras em nosso próprio idioma, mas ao usar o carisma de línguas, a alma abandona-se ao coração de Deus e o próprio Senhor forma os gemidos que saem de nossa boca como se fosse uma linguagem oculta expressando Sua oração mais perfeita nas situações que enfrentamos.

São Paulo nos exorta a “rezar constantemente”, a perseverar na oração. Mais uma vez, em nossa condição humana, desistimos facilmente de orar, muitas vezes orando no Espírito por apenas alguns minutos ou até menos, alguns poucos segundos.
Muitos de nós só usamos este carisma quando estamos em uma reunião de oração pública, raramente usando-o, se usamos, em nossa oração pessoal ou ao longo do dia. Deus nos deu esse dom, não apenas para nossa edificação pessoal, mas também como um meio de intercessão.



Deus, que conhece cada necessidade, nos convida a participar na obra da salvação. Perante as necessidades esmagadoras do mundo, seríamos esmagados pela enormidade da batalha que está ocorrendo à nossa volta.

No entanto, usando este dom de línguas, nossa oração no Espírito transcende o natural e une-se ao Deus Todo-Poderoso e Seu desejo pelo mundo.

Portanto, cultivemos novamente este dom de línguas, rezando no Espírito durante o dia, mantendo-nos sempre em união com o Espírito Santo e Sua obra de construir o corpo de Cristo, a Igreja.

Cada vez mais, até mesmo dentro da Renovação Carismática Católica, o uso dos carismas tem diminuído em algumas áreas ao ponto de não ouvir-se mais a manifestação do dom de línguas. Seria uma tragédia se, mais uma vez, permitíssemos que estes dons morressem na vida da Igreja. Eles nunca serão totalmente extintos, mas o Espírito Santo tem sido derramado sobre nós nesta grande renovação que tem se espalhado no mundo e que nos foi dada por Deus, especificamente para estes tempos graves e perigosos em que vivemos.

Não devemos considerá-los sem seriedade ou colocá-los de lado, como se fossem supérfluos, em nossos relacionamentos com Deus. Até São Timóteo foi chamado a “reavivar a chama do Dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos” (2 Tim 1, 6). Nós também devemos reavivar a chama do dom de Deus, em um zelo e desejo ardente para que os dons de Deus sejam renovados em nós a fim de podermos cumprir os planos de Deus para nós e para Sua Igreja nesta era.
Alguns considerariam o dom de línguas como o menor entre os dons, mas São Paulo deseja que todos falemos em línguas (1Cor 14,5).

Ele afirma: “Graças a Deus que possuo o dom de línguas superior a todos vós” (1 Cor 14,18).

Se permitimos que este dom tenha diminuído em nossa vida de oração pessoal, arrependamo-nos e manifestemos este dom diariamente, usando-o como uma arma poderosa contra as táticas do inimigo.

Para aqueles que nunca usaram este dom ou sentem que Deus não lhes deus este dom, você poderia perguntar: “Como receber este dom da oração?” Basta pedir, conforme Cristo nos instruiu em Lucas 11,10-13.

Coloque seu coração nos dons espirituais, como Paulo nos instrui em 1 Cor 14,1. Lembre-se que, para a manifestação deste carisma, devemos fazer a parte natural e Deus faz o sobrenatural. Para orar no Espírito, temos que abrir nossas bocas e formar sons usando nossas cordas vocais.

O Espírito Santo formará então estes sons em línguas desconhecidas e conhecidas, formando uma oração perfeita à medida que colocamos nossa total confiança em Deus.

Um exemplo de Deus usando o natural sobrenaturalmente pode ser visto quando Pedro caminha sobre as águas. Jesus convida Pedro a ir até Ele sobre as águas. Pedro fisicamente sai da barca e caminha naturalmente. Cristo faz o sobrenatural, mantendo Pedro na superfície. Somente quando Pedro desvia seu olhar de Cristo é que ele começa a afundar.

Da mesma forma, nós também devemos manter nossos olhos em Jesus, formando os sons e permitindo que o Espírito Santo faça o sobrenatural.

São Paulo fala que devemos rezar usando orações e petições de todo o tipo. Concentramo-nos inicialmente no carisma de orar no Espírito. Isto não nega, absolutamente, as muitas outras formas de oração que Deus nos deu para lutar contra a ação do inimigo. A oração formal usada com atenção nós dá palavras em uma linguagem compreensível para nos ajudar a concentrar nossos pensamentos enquanto oramos.

A oração mais perfeita é o Pai Nosso, que nos dado pelo próprio Cristo Jesus em resposta a um pedido do Apóstolo: “Senhor, ensina-nos a rezar”.

O Pai Nosso inclui uma oração de libertação e proteção contra o inimigo. Satanás despreza essa oração, portanto, use-a com freqüência, pronunciando cada palavra e frase com atenção.

Naturalmente, dentro do Rosário, o Pai-Nosso precede cada dezena e Maria, que é a inimiga de Satanás, (Gen 3,15), consistentemente tem exortado seus filhos a usar o Rosário como uma arma poderosa nessa guerra espiritual. Em minha própria vida, nos momentos de grande tensão e crise, tenho me voltado para Maria, rezando o Rosário a fim de trazer paz e confiança para minha alma.

Até mesmo o ato físico, de passar conta por conta no terço, restaura a calma em nosso corpo, alma e espírito.

A Eucaristia é a fonte e o ápice da vida Cristã; a mais alta forma de oração que nos auxilia diariamente a nos mantermos fiéis e assim poder enfrentar cada ataque em nossas vidas. Jesus está verdadeiramente conosco no Corpo, Sangue, alma e Divindade. A Eucaristia é verdadeiramente um vislumbre do céu aqui na terra (Ecclesia de Eucharistia, 19). A Missa e comunhão diárias são a própria fonte de nosso pão de cada dia, o corpo de Cristo. Podemos diariamente nos aproximar de Jesus, presente no Tabernáculo ou exposto no Santíssimo Sacramento, usando a oração no Espírito para nos unir a Cristo.

Existem muitas outras orações que podemos usar nesta batalha espiritual aproveitando a riqueza da nossa herança católica: A oração para São Miguel, Lembrai-vos (Memorate), Via Sacra, Ladainhas especialmente ao Sagrado Coração de Jesus.
Deus, em seu amor por nós, equipou-nos para esta hora e lugar. Nós, assim como aqueles que vieram antes de nós, devemos continuar a lutar esta guerra pelas almas da humanidade até que Cristo retorne em glória.

Perseveremos até o final, como São Paulo fez e nos deu o exemplo: “Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo”. (1 Cor 11,1)

 Fonte: RCC Ibicaraí


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O ALPINISTA EXTRAORDINÁRIO.

Quem eram os irmãos de Jesus?

São eles (Tiago, José, Judas e Simão) e outras duas irmãs cujos nomes não são citados.



Os chamados irmãos de Jesus, são na verdade primos e primas de primeiro e segundo grau de Jesus, saiba como e por que !

*CATÓLICOS – Jesus Cristo é Filho único

PROTESTANTE – Tiago, José, Judas e Simão

FATO DA VIDA: um novo laço de parentesco

Novamente vem o problema dos parentes de Jesus. A Igreja sempre ensina que Jesus é Filho único e unigênito de Maria. Como então aparecem no Evangelho o nome de outros irmãos ?

Os que gostam de reduzir Maria a uma mulher corriqueira, se agarram a esta e outras passagens ( Mc 3,31-35; Lc 8,19; Mt 12,46 ).

Acontece, porém, que no tempo de Jesus, nas famílias hebréias, eram considerados juridicamente irmãos os primos e sobrinhos.

Estas passagens tem um sentido bem mais amplo : Jesus veio criar um novo laço de parentesco, maior que os vínculos do sangue e da carne: a família dos que crêem no Filho de Deus, dos que fazem a vontade do Pai.

A estes Jesus chama de “irmãos, irmãs e mãe ” ( Mt 12,50 ). A esta nova família, a família de Deus na terra , Jesus chamou de Reino dos Céus “.

A PALAVRA DE DEUS

“Estando ainda a falar às multidões, sua mãe e seus irmãos estavam fora, procurando falar-lhe” (Mt 12,46 )

“Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão?

E as suas irmãs não estão aqui entre nós?” (Mc 6,3)

Chegaram, então, a sua mãe e seus irmãos e, ficando do lado de fora, mandaram chamá-lo.

Havia uma multidão sentada em torno dele. Disseram–lhe “A tua mãe, os teus irmãos e as tuas irmãs estão lá fora e te procuram”. E Jesus perguntou : “Quem é minha mãe e meus irmãos ? “E, percorrendo com o olhar os que estavam sentados ao seu redor, disse : “Eis a minha mãe e os meus irmãos . Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe “. (Mc 3,31-35)

“Sua mãe e seus irmãos chegaram até ele, mas não podiam abordá-lo por causa da multidão… Avisaram-no então: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora, querendo te ver .” Mas ele respondeu : “Minha mãe e meus irmãos são aqueles que puvem a palavra de Deus e a põem em prática “.

EXPLICAÇÃO

a)-QUE SIGNIFICA OS IRMÃOS DE JESUS NA LÍNGUA DE JESUS ?

Há uma discussão entre católicos e protestantes em torno dos irmãos de Jesus.

Essa expressão ocorre várias vezes nos Evangelhos.

A igreja Católica, apoiando-se na sua longa tradição, já muito antiga, ensina que Nossa Senhora só teve um único filho, Jesus Cristo; e que ela foi sempre virgem antes do parto, no parto e depois do parto.

Os protestantes, apoiando-se na sua pequena tradição, explicam essa expressão ao pé da letra “irmãos de Jesus” e afirmam que Maria teve outros filhos, além de Jesus.

E mostram, por exemplo, o texto de Marcos 6,3:

“Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão?

E as suas irmãs não estão aqui entre nós?”

Tomando este texto ao pé da letra os protestantes concluem que, depois do nascimento virginal de Jesus, Maria e José tiveram, no mínimo, quatro filhos e duas filhas.( 6 )

Na Bíblia, a palavra irmão é muito elástica.

Lá dentro cabe muita gente, não só os irmãos filhos dos mesmos pais, mas também os primos e outros parentes.

Era mais ou menos como a palavra primo, hoje, no Brasil.

É também uma palavra muito elástica que não pode ser tomada ao pé da letra, por exemplo, um fulano chega perto de você e diz:

“Aquele lá é um primo meu”.

Você toma a palavra primo ao pé da letra e pergunta:

“Então, é filho do irmão de seu pai ou de sua mãe?”

Ele responde:

“Que nada! É filho do irmão de um tio de meu avô!”

Realmente, no Brasil, a gente não pode tomar ao pé da letra a palavra primo.

A mesma coisa vale para a palavra irmão na língua de Jesus.

Se você fosse perguntar a São Marcos:

“Então, aqueles quatro irmãos de Jesus são todos filhos de José e de Maria?” Ele responderia:

“Que nada!

São filhos de uma prima ou irmã da mãe de Jesus!”

De fato o mesmo Marcos diz de Tiago que ele é irmão de Jesus (Marcos 6,3) e filho de uma outra Maria (Marcos 16,1).

São Mateus diz claramente que se tratava de uma “outra Maria” (Mateus 28,1).

Então na Bíblia a palavra irmão ou irmã de Jesus eram primos e primas. ( 6 )

b) EXEMPLOS DA PALAVRA IRMÃO QUE NÃO É IRMÃO

1)”Disse Abraão a Ló: Peço-te que não haja brigas entre mim e ti, nem entre nossos pastores, pois somos irmãos” (Gênesis 13,8).

Ora, a Bíblia nos fala que Ló era filho de Arão, e Arão era irmão de Abraão (GN 11,27-28).

Vejam só: Abraão era tio de Ló e chama Ló de irmão.

2) “Eleasar morreu e não deixou filhos, mas filhas e estas casaram-se com os filhos de Cis seus irmãos”(1CR 23,22).

Eleasar e Cis eram filhos de Mooli (1CR 23,21).

Logo os filhos de Cis eram primos primeiros das filhas de Eleasar.

E a Bíblia falou que os filhos de Cis eram “irmãos” das filhas de Eleasar.

c) OS CHAMADOS IRMÃOS DE JESUS O QUE ERAM ?

Os chamados irmãos de Jesus (Tiago, José, Judas e Simão) são primos

Descrevendo a cena do calvário São João fala que lá estavam, junto da cruz de Jesus, sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena (João 19,25).

Descrevendo a mesma cena, São Mateus e São Marcos falam que esta outra Maria era mãe de Tiago, o menor e de José (MT 27,56 e MC 15,40).

Vimos então, que Tiago e José chamados por Marcos de irmãos de Jesus eram filhos da outra Maria, a mulher de Cléofas ou Alfeu.

Esta outra Maria era “irmã ” ou prima de Nossa Senhora como disse São João.

Logo, Tiago e José eram primos – primeiros ou primos-segundos de Jesus. Judas, outro irmão” de Jesus é apontado como irmão de Tiago (LC 6,16) e ele mesmo, na sua Epístola, fala que é irmão de Tiago (Jd 1).

Logo, ele é também primo de Jesus, o mesmo acontecendo com Simão.

6.5- UMA MENSAGEM PARA A VIDA

Jesus Cristo, quando estava pregado na cruz, entregou sua Mãe para João tomar conta dela (João 19,27) :

“E a partir dessa hora o discípulo a recebeu em sua casa”.

Ora, se Nossa Senhora tivesse outros filhos e filhas, será que iam deixá-la ir para casa dos outros ou iria entregar sua Mãe ao apóstolo João que era um estranho e não pertencia à família?

Será que estes irmãos, e sobretudo, estas irmãs iriam permitir uma coisa assim?

Disso tudo, nós concluímos que Maria Santíssima só teve mesmo o seu Divino Filho, Jesus Cristo.

E que podemos e devemos chamá-la com o nome de Sempre Virgem Maria.

Nós católicos não queremos ficar discutindo com protestantes.

Mas precisamos sempre esclarecer as verdades de nossa fé, para podermos vivê-la e transmiti-la com firmeza aos outros.

Maria Santíssima é a Virgem Mãe de Deus e nossa.

Pe. Lucas de Paula almeida, CM

*PADRE LUCAS – 60 anos e 33 anos de padre é sacerdote vicentino da Congregação da Missão (CM), maestro, compositor, cantor e escritor. 48 livros publicados e 46 CD editados (vencedor de23 Campanhas da Fraternidade)

Outros textos semelhantes e mais completos:

http://ointercessor.blogspot.com/2009/04/e-os-irmaos-de-jesus.html

http://www.filhosdapaixao.org.br/protestantes/desmascarando_os_protestantes/001_maria_santissima/002_maria_santissima.htm


Semeando a cultura de Pentecostes


Que a Saúde se difunda Sobre a Terra.


Campanha da Fraternidade: 49 anos de amor ao próximo e referência democrática

Tema: Fraternidade e Saúde Pública

Lema: Que a saúde se difunda sobre a terra. (Eclo 38,8)



Hoje (22), Quarta-feira de Cinzas, começa a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.

A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.

Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.

“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.

Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome “Campanha da Fraternidade”. Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.

“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).

Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se “Voluntários do Papa”. Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.



A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.

Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.

“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.

Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.

Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.

A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.

Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.

Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse.

Em 2013, o tema da CF será Fraternidade e Juventude e o lema, “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8).

Leia também o artigo “$aúde Pública+”

Acesse o material da CF 2012

Da CNBB


Clip com a musica tema da CF 2012



PRESENTEPRAVOCE Família - Caná -  Vinho muito vinho

Maria Descobre que está Grávida.


MAIS UMA POLÊMICA

ENVOLVENDO O NOME DE MARIA

A MÃE DE JESUS…


Uma Igreja Anglicana Progressista da Nova Zelândia “Auckland’s St. Matthew-in-the-City church” na campanha de preparação para o Natal deste ano resolveu divulgar um cartaz para demonstrar as dificuldades que a Mãe de Jesus teve que aceitar e superar quando decidiu se submeter como uma verdadeira serva à vontade de Deus.

Para atingir este objetivo resolveram retratar a situação de uma forma chocante e moderna colocando a Jovem Maria antes do casamento fazendo um teste de gravidez sozinha em secreto e descobrindo o que mais temia, estava realmente grávida.


Assim esta escrito no título da

pagina na Internet:

“Mary is in the Pink”

“MARIA ESTÁ NO ROSA”



ou seja:

“O TESTE DEU POSITIVO”


Mas a polêmica não está na realização de um teste de gravidez e sim na expressão de susto que a jovem da imagem demonstra ao descobrir que esta gravida, pode até ser que no mundo de hoje uma jovem adolescente na idade de Maria leve um grande susto depois de ter praticado sexo antes do casamento e descobesto de repente que seu futuro foi para o ralo.

Hoje a jovem é amparada pela lei dos homens com direito a pré natal e parto como qualquer mãe, não corre mais o risco de ser apedrejada além de muitas delas com o apoio dos próprios Pais recorrerem a métodos criminosos e anticristãos para resolverem o problema, mas o fato é que Maria mesmo sabendo da possibilidade de perder seu futuro, sua dignidade, ser abandonada pelo noivo, pelos Pais e até mesmo de ser apedrejada em praça pública ela assumiu tudo isso por submissão à vontade de Deus e à revelação de seu plano de Amor para a Humanidade, sendo assim, a gravidez de Maria foi assumida conscientemente por antecedência e não descoberta por acaso como resultado de um deslize e conseqüência de um pecado grave cometido.

De qualquer forma o Outdoor com a imagem polêmica trás à luz um assunto para se debater neste tempo de Advento, tanto no cuidado que os jovens de hoje precisam ter em suas manifestações de sexualidade praticando um namoro sério e dentro das normas Cristãs como também na meditação sobre a verdadeira vocação e aceitação da missão de Mãe do Salvador que a Virgem Maria assumiu na mais tenra flor de sua juventude.

Era o que pretendia o Cartaz que foi exposto em frente à Igreja, mas que provocou indignação e a revolta dos Católicos da cidade com toda razão, pois consideramos o cartaz uma afronta à dignidade da Mãe de Jesus e nossa Mãe.


Veja O Texto da Matéria Original.

Que não é assim tão polêmico e até bom por sinal.


Glynn Cardy & Clay Nelson
14 de dezembro de 2011 00:00:00

É real. O Natal é real. É sobre uma gravidez real, uma verdadeira mãe e uma criança real. Trata-se de verdadeira ansiedade, coragem e esperança.

Este cartaz retrata Maria, mãe de Jesus, olhando para um kit de teste de gravidez em casa, revelando que ela está grávida. Independentemente de qualquer premonição, que teria sido uma descoberta chocante. Maria era solteira, jovem e pobre. Esta gravidez iria moldar o seu futuro. Ela certamente não foi a primeira mulher nesta situação e nem será a última.

Tal como no passado é a nossa intenção de evitar o sentimental, banal e esperada para provocar o pensamento e conversação na comunidade. Este ano, esperamos fazê-lo com uma imagem e não palavras. Nós convidamos você a saber o que a legenda poderia ser.

Embora o faz de conta do Natal é agradável – com enfeites, Papai Noel, renas, e canções – também existem algumas realidades. Muitos em nossa sociedade estão sofrendo: alguns pela falta de dinheiro, alguns através de problemas de saúde, alguns por meio da violência, e alguns por outras dificuldades. A alegria do Natal é silenciada pela ansiedade.

Nesta temporada, vamos encorajar uns aos outros para serem generosos com aqueles que sofrem, para doar a estranhos, e para cuidar de todos – especialmente aqueles que menos têm. Como o primeiro “Papai Noel” “Santa Claus”, São Nicolau fez.

Convidamos todos os que celebram a temporada para manter estas diferentes vertentes de um verdadeiro Natal juntos: a ansiedade e alegria, sofrimento e da compaixão, Santa e Jesus.

www.stmatthews.org.nz


A intenção na verdade era acordar os jovens para a REALIDADE  e a gravidade da situação que Maria teve que assumir ao aceitar a sua missão, mas a expressão de susto posterior à descoberta da gravidez anularia completamente a opção de aceitação voluntária e consciente desta gravidez, gerando assim esta polêmica com toda a razão porque a imagem demonstra uma atitude totalmente inversa à verdadeira reação de Maria ao receber o anúncio do anjo Gabriel.

Católicos fazem manifestação na porta da Igreja contra o Outdoor

Reverendo acusa Católicos de vandalismo e destruição de seu cartaz.


A Silenciosa Mãe do Redentor

Anunciação



Na sua humildade, Maria nunca revelou o segredo de seu Filho e da maternidade divina. Mesmo suportando a humilhação sua e de seu Filho, nunca anunciou o mistério que dela brotou e nela se formou. Não tomou como afirmação pessoal proclamar que Deus a fizera Mãe do Altíssimo, do Filho de Deus.

Mãe silenciosa: ela guardava tudo em seu coração. Tanto por não querer revelar seu segredo, quanto por querer compreender melhor o segredo que de Deus recebera. Era humildade e também sabedoria, sabia de sua pequenez e de sua grandeza. Ninguém mais precisaria saber, pois o único importante era fazer tudo o que o Filho dissesse (cf. Jo 2,5).

A maternidade divina é por ela tão ocultada que os Evangelhos têm pudor em citá-la. Paulo apenas fala de “mulher” (Gl 4,4) que completou em si a plenitude dos tempos trazendo-nos o Filho eterno que ingressou no tempo pelo ventre de Maria, a todos dando-nos a dignidade de filhos de Deus.

No encontro com a prima Isabel, que lhe fala que João pulara no ventre ao sentir a presença do Filho nela, e por revelação agradece a visita da “Mãe do meu Senhor”, Maria esconde seu mistério proclamando a bondade de Deus que olhou para sua humilhação. E serve sua prima aquela que carrega o Senhor de todos.

Maria recebera um segredo de Deus Pai. Deus Pai reservou um segredo a Maria: sua carne não conheceria a corrupção de pecado que não cometera. O Filho reservara para sua Mãe o segredo da vida eterna, da qual participaria como primeira entre os mortais.

A carne que formara a Carne do Redentor foi transfigurada e assunta aos céus.

Fonte:  ASSUNÇÃO DA SILENCIOSA MÃE DO REDENTOR

Pe. José Artulino Besen 

Leia Também a sequencia do texto:

Nós não guardamos esse segredo

“Todas as gerações me proclamarão Bem aventurada”



http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
MILAGRE DE LANCIANO

Presépios.

Imagens de presépios Natalinos.

Para ampliar é só clicar na foto.



Outras indicações



Jesus Jesus



Imagens de Presépios.











Semeando a cultura de Pentecostes




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MARIA PASSA NA FRENTE.


MARIA É MÃE, MAS TAMBÉM PORTEIRA



Chegou em minhas mãos, há algum tempo, um jornal da Associação Maria Porta do Céu, onde Denis Bourgerie narra sua última estadia na França e como ele viveu a experiência de ter de passar pela alfândega com um excesso de peso muito superior ao que podia carregar.

O que ele trazia era material de evangelização. Humanamente seria impossível embarcar com tanta bagagem. Foi quando ele contou a sua preocupação ao capelão da Basílica do Sagrado Coração em Montmaitre e ele lhe disse: “Denis, chegando ao aeroporto diga: “Maria, passe na frente” Ela cuidará de tudo. Ela cuidará de todo o material que você leva para o seu filho, Jesus, como mãe. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais que você.

Ela é a Mãe, mas também porteira. Por isso, abrirá os corações das pessoas e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente “Eu faço isso dezenas de vezes por dia”, disse-me ele. Antes de tomar uma decisão ao telefone, no ônibus, quando eu estou em dificuldades. E a Mãe indo na frente, os filhos estão protegidos, não?

Não é preciso contar o resto. Você já deve ter concluído. O nosso amigo Denis imediatamente pôs em prática o que o Padre lhe aconselhou e começou a rezar: Maria passe na frente! Foi fácil? Não. Mas a confiança no Senhor, através da Mãe, deixou cair todas as preocupações. A providência pode acontecer. O amigo que o acompanhava não acreditava no que tinha visto.

Cento e quatro quilos de excesso de bagagem haviam sido perdoados pelo diretor da alfândega. Vendo o que acontecera, o amigo exclamou: “ Que sorte você tem !” Não foi questão de sorte, mas uma questão de família. Eu tenho o privilégio de ter Maria como Mãe e poder lhe dizer: Maria, passe na frente, para que eu possa resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Cuida do que não está no meu alcance. Tu tens o poder para isso. Quem pode dizer que já foi decepcionado por Ti, depois de ter te chamado.

Por isso fiz questão de passar para você essa receita. Desde que li a mensagem, comecei, como Denis, a colocá-la em prática. Tenho exclamado muitas vezes ao dia e em diferentes situações: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Posso lhe garantir o quanto tem sido eficaz, consolador e imediato o socorro da mãe.

Estou convidando-o a assumirmos juntos o compromisso de colocar tudo nas mãos de Nossa Senhora, pedindo sempre: Maria, passe na frente ! Serão situações as mais variadas, como o próprio capelão expressou. Hoje, por exemplo, já comecei a fazer esse exercício de fé. Tome as situações concretas e diga: Maria, passe na frente! Vamos entregar à Mãe de Deus nossas necessidades. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais do que nós. Ela é a Mãe, mas também a porteira.

Por isso, abrirá os corações das pessoas  e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente. É isso que vamos dizer: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho.

Deus lhe abençoe!  Viveremos muitas maravilhas, na graça do Senhor, com a intercessão da Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.

Com toda a minha gratidão pela sua amizade.

Ass. Padre Jonas



Oração:MARIA PASSA NA FRENTE




Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações.

 A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem Seus passos.

Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que não podemos resolver.

Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso!

Mãe, vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações.

Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições.

Tira Teus filhos da perdição! Maria,

Tu és Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho.

Maria, eu Te peço: Passa na frente! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti.

Ninguém foi decepcionado por Ti depois de haver-te Te invocado e pedido a Tua proteção.

Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!


Crícia Martins


FORTALEZA INFINITA





Fortaleza Infinita (Maria passa na frente)
Composição: Crícia Martins

ÓTIMA CANTORA CATÓLICA.

CANTA TODAS AS QUINTAS FEIRAS NA PARÓQUIA SÃO PEDRO TAGUATINGA, DISTRITO FEDERAL, LANÇOU UM LINDO CD, QUE PODE SER ADQUIRIDO NA PARÓQUIA, VALE A PENA COMPRAR !!! MUITO BOM MESMO !!!

Deus te escolheu…
Para o mal vencer…
Marcha na nossa frente…
Pisa na serpente…
Reveste-nos da tua vitória…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Teu escudo da paz,…
Mãe da justiça…
Fortaleza infinita…
Armadura de Deus…
Cuida dos filhos teus…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Abre as portas…

Liberta teu povo…
Das mãos do inimigo…
Esmaga o dragão…
Trás a salvação, Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria !!!

<hr/

E o Pastor decidiu ir à Missa.


O banquete do Cordeiro


"Testemunho de um Pastor Evangélico que se converteu ao Catolicismo."


(São Mateus 22,4)



Scott Hahn

Ali estava eu, incógnito, um ministro protestante à paisana, esgueirando-me nos fundos de uma capela em Milwaukee para participar pela primeira vez da missa. A curiosidade me arrastara até lá e eu ainda não tinha certeza de que fosse uma curiosidade saudável. Ao estudar os escritos dos primeiros cristãos, encontrei inúmeras referências à “liturgia”, à “Eucaristia”, ao “sacrifício”. Para aqueles primeiros cristãos, separada do acontecimento que os católicos de hoje denominam “missa”, a Bíblia – o livro que eu mais amava – era incompreensível.

Eu queria entender os cristãos primeiros, mas não tinha nenhuma experiência de liturgia. Por isso, persuadi a mim mesmo a ir ver, como uma espécie de exercício acadêmico, mas jurando o tempo todo que não ia me ajoelhar nem participar de idolatria.

Sentei-me na obscuridade, em um banco bem no fundo daquela capela no subsolo. À minha frente havia um número considerável de fiéis, homens e mulheres de todas as idades. Impressionaram-me suas reflexões e sua evidente concentração na oração. Então um sino soou e todos se levantaram quando o padre surgiu de uma porta ao lado do altar. Hesitante, permaneci sentado. Durante anos, como calvinista evangélico, fui instruído para acreditar que a missa era o maior sacrilégio que alguém poderia cometer. Tinha aprendido que a missa era um ritual com o propósito de “sacrificar Jesus Cristo outra vez”. Por isso, eu seria um espectador, ficaria sentado, com a Bíblia aberta ao meu lado.

Entretanto, è medida que a missa prosseguia, alguma coisa me tocou. A Bíblia não estava só ao meu lado. Estava diante de mim – nas palavras da missa! Um versículo era de Isaías, outro dos Salmos, outro de Paulo. A experiência era prodigiosa. Eu queria interromper tudo e gritar: “Ei! Posso explicar o que está acontecendo a partir das Escrituras? Isso é maravilhoso!” Não obstante, mantive minha posição de espectador à parte até que ouvi o sacerdote pronunciar as palavras da consagração: “Isto é o meu corpo… Este é o cálice do meu sangue”.

Eu senti todas as minhas dúvidas se esvaírem. Quando vi o sacerdote elevar aquela hóstia branca, percebi que uma prece subiu de meu coração em um sussurro: “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”

A partir daquele ponto, fiquei, por assim dizer, tolhido. Não imaginava uma emoção maior que a que aquelas palavras provocaram em mim. Porém a experiência intensificou-se um momento depois, quando ouvi a congregação repetir: “Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus… Cordeiro de Deus”, e o sacerdote responder: “Eis o Cordeiro de Deus…”, enquanto elevava a hóstia.

Em menos de um minuto a frase “Cordeiro de Deus” ressoou quatro vezes. Graças a longos anos de estudos bíblicos, percebi imediatamente onde eu estava. Estava no livro do Apocalipse, no qual Jesus é chamado Cordeiro nada menos que vinte e oito vezes em vinte e dois capítulos. Estava na festa de núpcias que João descreve no final do último livro da Bíblia. Estava diante do trono do céu, onde Jesus é saudado para sempre como o Cordeiro. Entretanto, não estava preparado para isso – eu estava na missa!

Voltei à missa no dia seguinte e no outro dia e no outro. Cada vez que voltava, eu “descobria” mais passagens das Escrituras consumadas diante dos meus olhos. Contudo, naquela capela escura, nenhum livro me era tão visível quanto o da revelação de Jesus Cristo, o Apocalipse, que descreve a adoração dos anjos e santos do céu. Como nesse livro, vi, naquela capela, sacerdotes paramentados, um altar, uma assembléia que entoava: “santo, santo, santo”. Vi a fumaça de incenso, ouvi a invocação de anjos e santos; eu mesmo entoava os aleluias, pois me sentia cada vez mais atraído a essa adoração. Continuei a me sentar no último banco com minha Bíblia e mal sabia para onde me voltar – para a ação no Apocalipse ou para a ação no altar, que pareciam cada vez mais ser exatamente a mesma.


http://lacosazuis.blogs.sapo.pt/arquivo/cordeiro_deus.jpg


Mergulhei com vigor renovado em meu estudo do cristianismo antigo e descobri que os primeiros bispos, os Padres da Igreja, tinham feito a mesma “descoberta” que eu fazia a cada manhã. Eles consideravam o livro do Apocalipse a chave da liturgia e a liturgia a chave do livro do Apocalipse. Alguma coisa intensa aconteceu com o estudioso e crente que eu era. O livro da Bíblia que eu achava mais desconcertante – o do Apocalipse – agora elucidava as idéias mais fundamentais de minha fé: a idéia da aliança como elo sagrado da família de Deus. Além disso, a ação que eu considerava a maior das blasfêmias – a missa – agora se revelava o acontecimento que ratificou a aliança de Deus: “Este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança”.

Eu estava aturdido com a novidade de tudo aquilo. Durante anos tentei compreender o livro do Apocalipse como uma espécie de mensagem codificada a respeito do fim do mundo, a respeito do culto no céu distante, a respeito de algo que, em sua maioria, os cristãos não poderiam experimentar aqui na terra. Agora, depois de duas semanas de comparecimento diário à missa, eu me via querendo levantar durante a liturgia e dizer: “Ei, pessoal. Quero lhes mostrar onde vocês estão no livro do Apocalipse! Consultem o capítulo 4, versículo 8. Agora mesmo vocês estão no céu”. 

No céu agora mesmo! Os Padres da Igreja mostraram que essa descoberta não era minha. Pregaram a respeito há mais de mil anos. Entretanto, eu estava convencido de que merecia o crédito pela redescoberta da relação entre a missa e o livro do Apocalipse. Então descobri que o Concílio Vaticano II tinha me passado para trás. Reflita nestas palavras da Constituição sobre a Sagrada Liturgia:

Na liturgia terrena, antegozando, participamos da liturgia celeste, que se celebra na cidade santa de Jerusalém, para a qual, peregrinos, nos encaminhamos. Lá, Cristo está sentado à direita de Deus, ministro do santuário e do tabernáculo verdadeiro; com toda a milícia do exército celestial entoamos um hino de glória ao Senhor e, venerando a memória dos Santos, esperamos fazer parte da sociedade deles; suspiramos pelo Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, até que ele, nossa vida, se manifeste, e nós apareçamos com ele na glória. 

Espere um pouco. Isso é céu. Não, isso é a missa. Não, é o livro do Apocalipse. Espere um pouco: isso é tudo o que está acima. 

Esforcei-me bastante para ir devagar, cautelosamente, com o cuidado de evitar os perigos aos quais os convertidos são suscetíveis, pois eu estava depressa me convertendo à fé católica. Contudo, essa descoberta não era produto de uma imaginação superexcitada; era o ensinamento solene de um concílio da Igreja Católica. Com o tempo, descobri que era também a conclusão inevitável dos estudiosos protestantes mais rigorosos e honestos. Um deles, Leonard Thompson, escreveu que “até mesmo uma leitura superficial do livro do Apocalipse mostra a presença da linguagem litúrgica disposta em forma de culto… A linguagem de culto desempenha importante papel na coerência do livro”. Bastam as imagens da liturgia para tornar esse extraordinário livro compreensível. As figuras litúrgicas são essenciais para sua mensagem, escreve Thompson, e revelam “algo mais que visões de ‘coisas que estão por vir’”. 

O livro do Apocalipse tratava de Alguém que estava por vir. Tratava de Jesus Cristo e sua “segunda vinda”, a forma como, em geral, os cristãos traduziram a palavra grega parousia. Depois de passar horas e horas naquela capela de Milwaukee, em 1985, aprendi que aquele Alguém era o mesmo Jesus Cristo que o sacerdote católico erguia na hóstia. Se os cristãos primitivos estavam certos, eu sabia que, naquele exato momento, o céu tocava a terra. “Meu Senhor e meu Deus. Sois realmente vós!”. 



Scott Hahn

O Banquete do Cordeiro

A missa segundo um convertido

Pgs 21-25. São Paulo: Edições Loyola, 2002.

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Artigos neste Blog



Jesus é Misericordioso


Poema a Nossa Senhora Aparecida.



Nossa Senhora Aparecida


NUNCA NOS ABANDONE,
EM TODA SITUAÇÃO
SEJAS SEMPRE A “ESTRELA GUIA”
DOS FILHOS DESTA NAÇÃO.

DESTE BRASIL GIGANTESCO
ÉS A DOCE “PADROEIRA”,
ÉS UMA ROSA MORENA
A MAI BELA DA ROSEIRA.

TE AMAMOS COM MUITO ARDOR
NOSSA DOCE “MÃE QUERIDA”,
SEJAS NOSSA PROTETORA
OH SENHORA APARECIDA.

NOS CAMINHOS DESTA VIDA.
SEJAS NOSSA INTERCESSORA
QUE APARECESTES NAS ÁGUAS DO PARAIBA,
OH DOCE “MÃE QUERIDA”

Multiplique o seu amor como a devota Márcia Dias.

Venha para a Família Campanha dos Devotos.


Vitrais no Santuário Nacional de Aparecida



História

Nossa Senhora Aparecida


Homenagem a Nossa Senhora Aparecida em Power Point


Homenagem a

Nossa Senhora Aparecida

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Nossa Senhora Aparecida


APARECIDA



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MILAGRE DE LANCIANO

Na Força da Oração.


A estrada é Longa e o Caminho

Difícil, mas na força da Oração

A Vitória é certa.



Rezar não é tão difícil assim não !


ORAÇÃO PEDINDO A MISERICÓRDIA DE DEUS!!!


Novena à Divina Misericórdia.


Novena do Espírito Santo.


Orações ao Espírito Santo.


Oração dos Santos Anjos.


Oração de São Miguel Arcanjo.


Coroa Angélica – Rosário de São Miguel.


O CERCO DE JERICÓ.


Plantão de Oração.


Orai sem cessar.


Orai sem Cessar.


Ligação direta com Deus.


A família que reza unida, permanece unida.


Joelhos Dobrados !


Acaso Você tem o telefone de Deus ?


Vigiai.


Quem Espera Não Dorme !


Proteção Divina.


Buscai as coisas do Alto.


O Cristo Disfarçado. (Pe. Léo)


Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo!


Deus atende a oração até mesmo daquele que não acredita.


Ligação direta com Deus.


A Caminho de Emaús.


Oração de Batalha Espiriual.


Oração da Serenidade.


O poder da oração e uma vitória da “cultura da morte”.


Leitura Orante da Palavra de Deus.


Conecte-se Já, Jesus está Online…


Oração de Natal.


Oração da Família.


Oh Pai, Dá me um Puro Coração.


Oração de um Coração Sincero!


“Falarão Novas Línguas…”


A Formiguinha e a Neve.


Adorai, Adorai, Adorai …


Oração de São Francisco de Assis.


A Oração nos eleva a Deus. “Papa Francisco”


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O Livro da Capa Preta

Power Point – PPT

A Sabedoria esatá acima da Inteligência – Post



A família que reza unida, permanece unida.



As famílias num passado recente tinham muitas tradições no que diz respeito às orações e práticas religiosas. Muitas casas tinham um altar com santinhos e uma luz votiva. Mas Deus está presente quando uma casa é destituída de amor? O rosário era recitado em família. Mas como nós nos esforçamos para viver os mistérios do rosário? Uma imagem do Sagrado Coração de Jesus foi entronizado no lar. Mas é Jesus, realmente o Senhor da nossa casa e de nossas vidas? Já nós descartamos dessas práticas porque perdemos o sentido por trás delas? Já substituímos algumas outras práticas que consagram esses valores? Há valores em conflito na sociedade de hoje que por vezes coexistem em nossos corações, sem um segundo pensamento.

Tradição vem do tradere palavra latina, que significa entregar. Temos mão de alguma coisa que está viva e é de valor. Quais são os valores que nós, como uma família cristã, deliberadamente escolher entre as alternativas oferecidas pela mídia, para que todos nós somos super-exposta? Se eu passar muitas horas assistindo à televisão, na Internet, lendo revistas e jornais, sem examinar criticamente o que vejo e ouço, eu sou sutil lavagem cerebral por valores mundanos. Ao contrário de quanto tempo vai nos refletir sobre a Palavra de Deus?

As famílias podem orar juntos sem rezar. Eles podem recitar uma série de fórmulas piedosas ajoelhados, enquanto suas mentes e corações estão longe de Deus. Se houver ódio, inimizade, inveja, orgulho e falta de perdão entre eles, isto é oração? Se for hipocrisia orar em tal estado, a resposta é não se desfazer da oração, mas se deve primeiro reconciliar como membros da família.

É a família reunida em seu nome, em Sua presença, para a Sua glória, louvar, agradecer, adorar e pedir-Lhe que os unem no amor? O retrato na parede deve ajudar-nos a ver Jesus presente em cada um de nós.

Isso exige auto-esvaziamento e morrendo diariamente a nós mesmos (refletir sobre Fl 2, 1-11). A oração não é mecânico. As mentes e os corações dos membros da família estão unidos pela Palavra e do Espírito, quando nos reunimos na fé e no amor.

“Quando orardes, não use um monte de palavras sem sentido, como fazem os pagãos pensando que os seus deuses irão ouvi-los porque as suas orações são longas” (Mateus 6:7). Muitas pessoas rezam em fórmulas prefixadas. Eles não conseguem orar com suas próprias palavras e falar com Deus como um Pai “Abba” (Papaizinho).

Oração também é escuta de Deus e escutar um ao outro. Quando partilhamos o que o Espírito está dizendo a cada um depois de refletir sobre o Evangelho, Deus nos fala através dos outros. Mas não devemos pregar. Ao invés partilhar como nós mesmos precisamos mudar ou melhorar nossa vivência Cristã.

“Se você perdoar os erros que cometeram contra você, vosso Pai celeste também vos perdoará. Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará os erros que você cometeu” Mt 6:14-15 a falta de perdão e mantendo os ressentimentos e mágoas vivas em nossos corações são um verdadeiro obstáculo à oração em família ou o casal. Nenhuma cura ou a reconciliação pode ter lugar desde que teimosamente se agarram ao direito de ser e de agir justos.

Relembre a história do fariseu e o cobrador de impostos. Quem deve assemelhar nas minhas atitudes? “Nem todo o que me chama de Senhor. Senhor entrará no Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem o que meu Pai celestial quer que eles façam. Quando o dia do juízo final, muitos me dirão:” Senhor, Senhor! Em seu nome, falou a mensagem de Deus, pelo seu nome, expulsou muitos demônios e fizemos muitos milagres! Então eu lhes direi: ‘Nunca vos conheci. Fique longe de mim, vós, povo malvado! ” (Mateus 6:21-23)

Qual é a vontade do meu Pai para mim, como marido, esposa, pai, filho, irmão, irmã, empregador ou trabalhador doméstico, hoje nesta casa? O Espírito Santo irá revelar isso para mim, se eu pedir-lhe para fazê-lo e ouvi-lo falar para mim, através das Escrituras, os ensinamentos da Igreja e através de si. Ele me dará a força para obedecê-lo. Partilhamos estas inspirações do Espírito Santo de uma forma interativa na nossa oração em família.

A oração é estreitamente ligada à missão confiada a casais, pais e famílias. Qual é a missão da sua Igreja doméstica ou em casa? O reino de Deus já entrou em nossas vidas e em nossas casas neste mundo. Não é um evento futuro depois que morrermos. Todos nós somos chamados e capacitados para construir esse reino de justiça, a misericórdia, o amor e a unidade, todos os dias. Deus dá a cada membro da família de certos dons e oportunidades para usar esses dons para a edificação da Comunidade e principalmente da sua própria família.

Hoje muitos de nós podemos ter mais educação formal, dinheiro e facilidades que os nossos antepassados não puderam. Estamos expostos a muitas fontes de informação que pode nos tornar mais acessíveis e de serviço aos outros. Eles também podem fazer-nos mais vulneráveis ​​à tentação e egoísmo. Como usamos os dons e as oportunidades que Deus investe em nós, para anunciar o Reino de Deus em nosso mundo agora?

Madre Teresa foi uma mulher de oração. Então, foi Mahatma Gandhi. O que eles têm a nos ensinar? Sem oração: a Dois “Casal”, pessoal e oração familiar, que são deixados para os nossos próprios recursos, que são escassos. Mas quando ligar a Deus, que é a força motriz da oração, somos iluminados, reforçado e equipado pelo Espírito Santo para fazer obras que seriam impossíveis para pessoas como nós, com inteligência limitada, discernimento e capacidade criativa.

Estamos vivendo em tempos incertos. Nós nos preocupamos se a nossa aposentadoria, pensões e apólices de seguro serão o suficiente. Tudo que nos cerca está mudando rapidamente, estamos confusos e incapazes de acompanhar o ritmo desta mudança.

Ravi Shankar com sua Arte de Viver está atraindo milhares de pessoas a buscar a paz interior ou como lidar com o estresse. Yoga, meditação Vipassana e várias estratégias para lidar com as emoções são populares hoje entre aqueles com recursos de tempo e dinheiro.

Nós, católicos acreditamos que a confiança em Deus e a providência é ainda mais necessária. A oração nos ajuda a voltar para Deus com confiança infantil. Ela nos ajuda a caminhar humildemente com nosso Deus. Ela nos ajuda a vencer as tentações e nos fortalece quando somos colocados à prova. Nosso Deus está lá para nos livrar do mal.

Peçamos a Maria que nos ajude a rezar com a família da maneira que ela fez para que possamos viver unidos na fé e no amor. Amém

Por padre. Pedro De Sousa

Fonte Original:

The Family That Prays Together Stays Together

by Fr. Peter de Sousa


CHÁCARA JEUS CURA

Solenidade São Pedro e São Paulo.


SÃO PEDRO E SÃO PAULO



Dia 29 de Junho a Igreja Católica do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos”, por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Seu Senhor, Jesus Cristo.

Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.

Paulo, que tinha como nome antes da conversão Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.

Paulo não fazia parte do grupo dos doze, converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Paulo não fechou seus ouvidos. Ouviu e entendeu as Palavras de Jesus deixou-se invadir pelo Espírito Santo e entregou-se de corpo e alma ao serviço da evangelização. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação.

Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.


Solenidade São Pedro e São Paulo


A solenidade de São Pedro e de São Paulo é uma das mais antigas da Igreja, sendo anterior até mesmo à comemoração do Natal. Já no século IV havia a tradição de, neste dia, celebrar três missas: a primeira na basílica de São Pedro, no Vaticano; a segunda na basílica de São Paulo Fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos apóstolos ficaram escondidas para fugir da profanação nos tempos difíceis.

Depois da Virgem Santíssima e de São João Batista, Pedro e Paulo são os santos que têm mais datas comemorativas no ano litúrgico. Além do tradicional 29 de Junho, há: 25 de Janeiro, quando celebramos a conversão de São Paulo; 22 de Fevereiro, quando temos a festa da cátedra de São Pedro; e 18 de Novembro, reservado à dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo.

Antigamente, julgava-se que o martírio dos dois apóstolos tinha ocorrido no mesmo dia e ano e que seria a data que hoje comemoramos. Porém o martírio de ambos deve ter ocorrido em ocasiões diferentes, com são Pedro, crucificado de cabeça para baixo, na colina Vaticana e são Paulo, decapitado, nas chamadas Três Fontes.

Mas não há certeza quanto ao dia, nem quanto ao ano desses martírios. A morte de Pedro poderia ter ocorrido em 64, ano em que milhares de cristãos foram sacrificados após o incêndio de Roma, enquanto a de Paulo, no ano 67. Mas com certeza o martírio deles aconteceu em Roma, durante a perseguição de Nero.

Há outras raízes ainda envolvendo a data. A festa seria a cristianização de um culto pagão a Remo e Rômulo, os mitológicos fundadores pagãos de Roma.

São Pedro e São Paulo não fundaram a cidade, mas são considerados os “Pais de Roma”. Embora não tenham sido os primeiros a pregar na capital do império, com seu sangue “fundaram” a Roma cristã. Os dois são considerados os pilares que sustentam a Igreja tanto por sua fé e pregação como pelo ardor e zelo missionários, sendo glorificados com a coroa do martírio, no final, como testemunhas do Mestre.

São Pedro é o apóstolo que Jesus Cristo escolheu e investiu da dignidade de ser o primeiro papa da Igreja. A ele Jesus disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra fundarei a minha Igreja”. São Pedro é o pastor do rebanho santo, é na sua pessoa e nos seus sucessores que temos o sinal visível da unidade e da comunhão na fé e na caridade.

São Paulo, que foi arrebatado para o colégio apostólico de Jesus Cristo na estrada de Damasco, como o instrumento eleito para levar o seu nome diante dos povos, é o maior missionário de todos os tempos, o advogado dos pagãos, o “Apóstolo dos Gentios”.

São Pedro e são Paulo, juntos, fizeram ressoar a mensagem do Evangelho no mundo inteiro e o farão para todo o sempre, porque assim quer o Mestre.

(conf. Catolicanet)



Hoje a Igreja Celebra São Pedro e São Paulo – Anápolis – 2013.




SANTO ANTÔNIO.

Dia 13 de junho se comemora o dia de Santo Antônio que é o Santo mais popular do Brasil e, também, é conhecido por ser o Padroeiro dos pobres, Santo casamenteiro, sempre sendo invocado para se achar objetos perdidos.


O Menino Jesus Aparece para Santo Antônio de Pádua.



* A Vida de Santo Antônio:


Fernando de Bulhões (verdadeiro nome de Santo Antônio), nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, onde provavelmente se ordenou. Em 1220 trocou o nome para Antônio e ingressou na Ordem Franciscana, na esperança de, a exemplo dos mártires, pregar aos sarracenos no Marrocos.

Após um ano de catequese nesse país, teve de deixá-lo devido a uma enfermidade e seguiu para a Itália. Indicado professor de teologia pelo próprio são Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no sul da França e na Itália. Ficaram célebres os sermões que proferiu em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Em todos esses lugares suas prédicas encontravam forte eco popular, pois lhe eram atribuídos feitos prodigiosos, o que contribuía para o crescimento de sua fama de santidade.

A saúde sempre precária levou-o a recolher-se ao convento de Arcella, perto de Pádua, onde escreveu uma série de sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais seriam reunidos e publicados entre 1895 e 1913. Dentro da Ordem Franciscana, Antônio liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior Elias.

Após uma crise de hidropisia (Acúmulo patológico de líquido seroso no tecido celular ou em cavidades do corpo). Antônio morreu a caminho de Pádua em 13 de junho de 1231. Foi canonizado em 13 de maio de 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo papa Gregório IX.

A profundidade dos textos doutrinários de santo Antônio fez com que em 1946 o papa Pio XII o declarasse doutor da igreja. No entanto, o monge franciscano conhecido como santo Antônio de Pádua ou de Lisboa tem sido, ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular.

Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada.

Veja mais detalhes:


Milagres de Santo Antônio

Santo Antonio e a mula do Herege


Uma homenagem musical.






Trezena de Santo Antônio.


AS 13 TERÇAS-FEIRAS EM HONRA DE SANTO ANTÔNIO

Em 1617, uma senhora de Bolonha (Itália), cujo casamento não tinha sido até ali abençoado com filhos, ouvindo falar nas numerosas graças obtidas por intercessão do Taumaturgo (termo usado para “aquele que faz milagres”) de Pádua, implorou-lhe que tivesse dó dela e lhe concedesse o intenso desejo do seu coração, que era ter descendência. Uma noite, o Santo apareceu-lhe num misterioso sonho e disse-lhe: “Vai durante nove terças-feiras consecutivas visitar a capela dos Frades Menores e receber a Sagrada Comunhão, e a tua súplica será atendida. Seguiu a senhora fielmente esta direção e o santo cumpriu a sua promessa. Mas o desejado recém-nascido era aleijado e disforme. Cheia de confiança, a mãe mandou levá-lo ao altar de Santo Antônio, e mal o nenê tocou na ara sagrada, logo se transformou numa linda criança.
Foi este milagre que deu princípio ã devoção das Nove Terças-feiras em honra de Santo Antônio; mais tarde elevou-se o número de terças-feiras para comemorar a data de sua morte.

Súplica
Meu querido Santo Antônio, Santo dos mais carinhosos, o vosso ardente amor de Deus, as vossas sublimes virtudes e grande caridade para com o próximo vos mereceram durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa eficaz intercessão. A vós recorremos e vos imploramos que nos obtenhais a graça especial que neste momento pedimos. Ó bondoso e santo Taumaturgo, cujo coração estava sempre cheio de simpatia pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus que tanto gostava de repousar nos vossos braços. Uma palavra vossa nos obterá as mercês que pedimos. (Segue-se a meditação do dia competente)

1ª Terça-feira
Oração – Invencível Santo Antônio, mártir pelo desejo, pelo fervor do amor que vos inflamou com o ardente anseio de derramar o vosso sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo, invocamos o vosso auxílio para que nos assistais a nós e a todos os agonizantes na hora da nossa morte, e para que obtenhais o eterno descanso para as almas do purgatório. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai…)

2ª Terça-feira
Oração – Ó Santo Antônio, grande Doutor da Igreja, que ilustrastes a eterna e imutável verdade tanto pela palavra como pelo exemplo, nós vos imploramos que nos conserveis na fé católica, que convertais os que estão fora da nossa Igreja e que extirpeis todos os erros e falsidades. Obtende também que os Governantes e os Magistrados exerçam a justiça com eqüidade e para o bem do povo.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai…)

3ª Terça-feira
Oração – Ó bondoso consolador Santo Antônio! Nunca quem procurou o vosso auxílio deixou de ser atendido. Humildemente vos suplicamos que nos auxilieis, a nós e a todo o mundo, nas calamidades e aflições; preservai-nos da falta de arrependimento, da covardia e do desespero; afastai de nós toda a intolerância e toda a discórdia. ( Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai…)

4ª Terça-feira
Oração – Santo Antônio, fervoroso adorador de Nosso Senhor Jesus Cristo, que ateastes em toda a parte o fogo da caridade perante o qual os demônios fugiam, guardai as nossas almas e os nossos corpos, e defendei-os contra as tentações de Satanás, para que ele não tenha o poder de nos molestar em pensamentos, palavras e obras, e afastai de nós todos os vãos receios e imaginações.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

5ª Terça-feira
Oração – Ó maravilhoso pregador Santo Antônio, a cujas poderosas palavras nenhum pecador podia resistir, humildemente vos suplicamos que preserveis os nossos corpos de febres, feridas e doenças infecciosas, e as nossas almas da lepra do pecado. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

6ª Terça-feira
Oração – Ó milagroso Taumaturgo Santo Antônio, em quem Deus manifestou o seu poder , livrai-nos de todas as fraquezas e enfermidades para que possamos sempre glorificar Deus Todo Poderoso, sãos de espírito e de corpo, e fortes de alma. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

7ª Terça-feira
Oração – Santo Antônio, fiel guia dos viajantes, a quem Deus deu o poder de dominar as tempestades e de acalmar as ondas do mar, preservai-nos a nós e a todos os viajantes dos perigos do mar e da terra, e do naufrágio das nossas almas. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

8ª Terça-feira
Oração – Ó valente confessor Santo Antônio, que libertastes das cadeias temporais os corpos dos homens, e das cadeias espirituais as suas almas, libertai os pobres cativos das prisões que não mereceram, e as almas que o pecado escraviza, das trevas dos seus cárceres espirituais, e auxiliai todos os que estão condenados à morte. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

9ª Terça-feira
Oração – Ó branca Flor da Pureza, Santo Antônio, que tivestes nos vossos braços virginais Jesus, o Filho de Deus, nós vos suplicamos que nos preserveis a nós, e a todos os que nos pertencem, dos males corporais; auxiliai também os surdos, os mudos, os cegos, os coxos, os disformes, e alcançai para eles a paciência necessária para suportarem as suas aflições. Ajudai também a preservar o corpo místico da Igreja, e fazei com que todas as nações, com os seus governantes e príncipes, se conservem fiéis ao seu chefe.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

10ª Terça-feira
Oração – Fidelíssimo Santo Antônio, que desprezastes os bens deste mundo para poderes obter as riquezas de Cristo, ajudai-nos a nunca desejar nada que nos seja prejudicial, preservai-nos de todas as ambições mundanas e obtende-nos que procuremos sempre a graça, e, se a perdermos, não descansemos até recuperá-la. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

11ª Terça-feira
Oração – Santo Antônio, poderoso auxiliar, em quem o amor de Nosso Senhor Jesus Cristo obra tão grandes maravilhas, invocamos o vosso auxílio em todos os perigos, visíveis e invisíveis. Preservai-nos, pela vossa intercessão, dos nossos inimigos, dos raios, das tempestades, do incêndio e da guerra, e livrai-nos fielmente de todos os perigos da alma e do corpo.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

12ª Terça-feira
Oração – Santo Antônio, refúgio universal, nós vos suplicamos que nos socorrais em todas as aflições, na pobreza e na enfermidade; que consoleis as viúvas e os órfãos, e todos aqueles que vos invocam nas suas necessidades.
(Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)

13ª Terça-feira
Oração – Ó Glorioso Santo Antônio, honra de Portugal, Apóstolo de todas as nações, manifestai-nos o poder milagroso que tem ganho vitórias tão maravilhosas sobre o erro e a descrença, e acendei nos nossos corações a chama da divina caridade e do amor fraterno, a fim de que, unidos no aprisco verdadeiro do Divino Pastor, possamos glorificar Aquele que, com o Pai e o Espírito Santo, vive e reina eternamente. Amém. (Pai Nosso, Ave Maria, Glória…)


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FRANCISCO E CLARA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Matrimônio no desígnio de Deus.


O homem imagem de Deus Amor.


A criação da Natureza segundo os Designios da Trindade Divina.


Deus criou o homem à sua imagem e semelhança: chamando-o à existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor.

Deus é amor e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem e conservando-a continuamente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano.

Enquanto espírito encarnado, isto é, alma que se exprime no corpo informado por um espírito imortal, o homem é chamado ao amor nesta sua totalidade unificada. O amor abraça também o corpo humano e o corpo torna-se participante do amor espiritual.

A Revelação cristã conhece dois modos específicos de realizar a vocação da pessoa humana na sua totalidade ao amor: o Matrimônio e a Virgindade. Quer um quer outro, na sua respectiva forma própria, são uma concretização da verdade mais profunda do homem, do seu «ser à imagem de Deus».

Por conseqüência a sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Esta realiza-se de maneira verdadeiramente humana, somente se é parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até à morte. A doação física total seria falsa se não fosse sinal e fruto da doação pessoal total, na qual toda a pessoa, mesmo na sua dimensão temporal, está presente: se a pessoa se reservasse alguma coisa ou a possibilidade de decidir de modo diferente para o futuro, só por isto já não se doaria totalmente.

Esta totalidade, pedida pelo amor conjugal, corresponde também às exigências de uma fecundidade responsável, que, orientada como está para a geração de um ser humano, supera, por sua própria natureza, a ordem puramente biológica, e abarca um conjunto de valores pessoais, para cujo crescimento harmonioso é necessário o estável e concorde contributo dos pais.

O «lugar» único, que torna possível esta doação segundo a sua verdade total, é o matrimônio, ou seja o pacto de amor conjugal ou escolha consciente e livre, com a qual o homem e a mulher recebem a comunidade íntima de vida e de amor, querida pelo próprio Deus, que só a esta luz manifesta o seu verdadeiro significado. A instituição matrimonial não é uma ingerência indevida da sociedade ou da autoridade, nem a imposição extrínseca de uma forma, mas uma exigência interior do pacto de amor conjugal que publicamente se afirma como único e exclusivo, para que seja vivida assim a plena fidelidade ao desígnio de Deus Criador. Longe de mortificar a liberdade da pessoa, esta fidelidade põe-na em segurança em relação ao subjetivismo e relativismo, fá-la participante da Sabedoria Criadora.

O matrimônio e a comunhão entre Deus e os homens

A comunhão de amor entre Deus e os homens, conteúdo fundamental da Revelação e da experiência de fé de Israel, encontra uma sua significativa expressão na aliança nupcial, que se instaura entre o homem e a mulher.

É por isto que a palavra central da Revelação, «Deus ama o seu povo», é também pronunciada através das palavras vivas e concretas com que o homem e a mulher se declaram o seu amor conjugal. O seu vínculo de amor torna-se a imagem e o símbolo da Aliança que une Deus e o seu povo. E o mesmo pecado, que pode ferir o pacto conjugal, torna-se imagem da infidelidade do povo para com o seu Deus: a idolatria é prostituição, a infidelidade é adultério, a desobediência à lei é abandono do amor nupcial para com o Senhor. Mas a infidelidade de Israel não destrói a fidelidade eterna do Senhor e, portanto, o amor sempre fiel de Deus põe-se como exemplar das relações do amor fiel que devem existir entre os esposos.

Exortação Apostólica Familiaris Consortio

Fonte: http://www.vatican.va


Semeando a cultura de Pentecostes



HORA DA FAMÍLIA 2011.

Família, Pessoa e Sociedade



A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar lançaram o subsídio “Hora da Família” 2011. O tema deste ano é: “Família, Pessoa e Sociedade”. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 14 de 20 de agosto.

A Semana Nacional da Família é um evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil e teve o início em 1992. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicada anualmente. Atualmente está em sua 15ª edição com uma tiragem de 210.000 mil exemplares.

“A família vem enfrentando grandes desafios, inquietações e ataques de quem deveria defendê-la. Convocamos a sociedade a debater este ano sobre este tema” disse o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, padre Luiz Antonio Bento. A publicação traz sugestões de celebrações e reflexões sobre o dia das Mães, dia dos Pais, dia do Catequista, dia do Nascituro, além de 10 encontros a serem realizados pelas famílias, entre outras.

“A família é um valor insubstituível para a sociedade. Investir na família é investir na sociedade”, concluiu padre Bento.

Hora da Família - 15 ano s.





Preparando-se para o Pentecostes.


Como os discípulos no Cenáculo


Foto: Paróquia Nossa Senhora da Glória


Passados os 40 dias da quaresma, da Celebração da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, encontramo-nos naquele período de preparação para Pentecostes.

Com efeito, atesta o livro dos Atos dos Apóstolos: “É a eles que se manifestou vivo depois de sua paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus” (At 1, 3). Podemos certamente dizer que à cada dia da quaresma (deserto, provações, dor, tentações, tribulações) corresponde um outro desses quarenta pós-pascais, quando Jesus apareceu para os seus discípulos, trazendo consolo, cura, restauração. A esses quarenta dias somam-se outros nove, em que os discípulos “internaram-se” no Cenáculo, preparando-se para Pentecostes.

 Após a celebração da Instituição da Eucaristia e do Mandamento Novo, o Cenáculo, “onde costumavam permanecer” (At 1, 13), passou a ser referência para os discípulos, um lugar de oração, de escuta da Palavra, da fração do Pão Eucarístico (At 2, 42). Foi ali que receberam o Batismo no Espírito Santo. 

 Viveremos esse período pascal no Cenáculo. Quando você for orar, coloque-se nessa perspectiva. Queira subir ao “quarto de cima” (At. 1,13), como fizeram os discípulos, para deixar-se curar, restaurar e ser cheio do Espírito.

 Os discípulos precisavam dessa comunicação de cura. O coração deles estava ferido. Traziam ainda as marcas da negação, da traição de Judas, do afastamento na hora da dor, da morte do Senhor, da ausência física de Jesus. O “vaso” (At 9, 15) que era cada um deles precisava ser restaurado para, então, ser cheio e poder transbordar. O Espírito Santo já estava agindo no Cenáculo, mesmo antes de Pentecostes, preparando cada um daqueles vasos.

Assim, também, com cada um de nós! Você é chamado a colocar-se diante do Senhor e deixar-se tocar, para que a Unção divina o torne verdadeiramente um discípulo (a) de acordo com o coração do Mestre. Viva intensamente esse período de júbilo, de intimidade e de alegre expectativa pelo cumprimento da Promessa do Senhor: “Vós sereis batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias” (At 1, 5).

Separe um tempo diário de oração. Reze a oração sugerida e medite no texto bíblico. Em outros momentos do dia você poderá rezar a conhecida oração do “Vinde, Espírito Santo…” e jaculatórias (invocações curtas para oração) como: enche-me, Espírito Santo; cura-me, Espírito Santo; inunda meu ser, Espírito Santo; dá-me teus dons, Espírito Santo; etc.



Oração para todos os dias


- Pai, quero me tornar verdadeiramente um adorador em espírito e verdade. Para tanto, ó Espírito Santo, conduze-me ao Cenáculo interior em meu coração. Mestre Jesus, sintonizado com meu ser, quero me colocar ao teu dispor durante esse tempo. Como os discípulos, também eu preciso ser restaurado, curado e liberto por teu amor. Espírito Santo, opera nas áreas profundas de meu ser. Prepara esse vaso frágil e ferido que sou eu. Quero ser um instrumento em tuas mãos. Maria, tu que foste a criatura que mais plenamente provou a ação do Espírito Santo em teu ser, intercede por mim. Amém.



Texto: Padre Sérgio Luiz e Silva, CSsR


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Confira o roteiro preparado por Pe Sérgio em preparação para Pentecostes

Semeando a cultura de Pentecostes



Nunca Mais Direi.

Nunca mais direi “eu não posso”, pois

“tudo posso naquele que me fortalece”.

(Filipenses 4 : l3)

hermeneutica.com

Nunca mais direi que não tenho, pois

“o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir em Cristo Jesus, cada uma
de minhas necessidades”.

(Filipenses 4 : 19)

Nunca mais direi que tenho medo,

“porque Deus não nos tem dado espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação”.

(II Timóteo 1 : 7)

Nunca mais direi que tenho dúvidas ou falta de fé, porque eu tenho

“a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.

(Romanos 12 : 3)

Presentepravoce

Nunca mais direi que sou fraco, porque

“o Senhor é a fortaleza da minha vida”

(Salmo 27 : 1)


e “o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo”.

(Daniel 11 : 32)

Nunca mais direi que Satanás tem supremacia
em minha vida, porque

“Maior é aquele que está em mim do que aquele que está no mundo”.

(I João 4 : 4)

Nunca mais direi que estou derrotado,

porque Deus

“Em Cristo sempre me conduz em triunfo”.

(II Coríntios 2 : l4)

Nunca mais direi que estou preso, pois

“onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade”.

(II Coríntios 3 : 17)

presentepravocê


Meu corpo é templo do Espírito Santo!

Nunca mais direi que estou condenado, pois

“já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”.

(Romanos 8 : 1)


Estou em Cristo;

portanto, estou livre de condenação!





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