Apocalipto, Filme de Mel Gibson Retrata Civilização Maya e Asteca.
Postado no Março 14, 2008 de presentepravoce

Foram Povos que habitavam a região da América Central e na Península de Yucatán no México e Guatemala antes da colonização Espanhola.
Uma tribo nativa vive em seu cotidiano normal, mas sente-se um mau presságio no ar. De repente, durante a noite, o inimigo invade a tribo com muita selvageria, quem não morre na luta é capturado para ser levado à grande pirâmide de pedra “Chichén Itzá” com o objetivo de serem oferecidos em sacrifício ao deus sol, em troca de chuva para as plantações.
Durante o trajeto da viagem, vai tecendo-se, em forma visões e preságios proféticos a imagem de um libertador ou “Redentor em analogia ao Cristianismo” que os salvará daquele mal.
O “Apocalypto, palavra grega, não Yukateca que significa, minha revelação”, que não é compreendido e nem decifrado por ninguém durante o decorrer da estória no filme. Este ato selvagem criminoso e de grande repugnância para a nossa civilizição de hoje, será interrompido por uma “intervenção Divina“, ou seja, um eclipse solar que naquele momento possibilita a fuga do “Garra de Jaguar” o libertador profetizado anteriormente, este faz uma fuga surpreendente em busca de salvar sua companheira prestes a dar a luz, que havia ficado dentro de um buraco ao lado da tribo atacada, são momentos de perseguição na floresta incríveis onde apenas um homem movido pelo Amor e instinto de sobrevivência derrota sozinho os melhores guerreiros do Império Maya, após salvar sua amada de uma enchente e recebido seu novo filho contempla ao longe no mar a chegada das primeiras embarcações espanholas que chegaram ao continente como a esperança de uma nova civilização.
Por outro lado os Espanhois vieram colonizar o Novo Mundo “Eudorado“, levando as riquezas para seu país de origem. Apesar de se intitular “A nova Civilização”, foi marcada também por uma ocupação sangrenta e escravagista equivalente à formação de um novo Império.
Um fato não abordado neste filme foi o extermínio da civilização Asteca pelos Espanhois, que a princípio haviam sido recebidos como deuses, assim como hoje esperamos o retorno de Cristo, os Espanhois foram recebidos e hospedados no palácio Asteca como este “Cristo” que havia retornado ao convívio de seu povo. Os Espanhois se aproveitaram disso, para estudarem o inimigo, que até então eram anfitriões, mas esta farsa não durou muito, e perceberam que alguma coisa estava errada, tentaram matá-los, mas conseguiram fugir com muitas baixas. Cortez o Lider dos Espanhois escapou com todo o conhecimento adquirido, reuniu novas tropas e retornou, agora não mais como “deus” nem como “Amigo”, mas como um neo-Imperador para conquistar a segunda maior cidade do mundo na época, “hoje cidade do México”. Os Astecas tinham um exêrcito numéricamente infinitamente maior que Cortêz, porém com pouco conhecimento na arte da guerra e armas meramente artesanais, foram derrotados facilmente pelos canhois e balas dos Espanhois, sem mencionar os cavalos e os cães que eram usados nas batálhas, que levavam uma grande vantagem matando seu inimigo ali mesmo, enguanto que os Astecas, capturavam os Espanhois com o objetivo de oferecê-los em sacrifício aos deuses depois. Somente após ter conquistado esta vitória sobre os Astecas os Espanhois partiram para o encontro com os Mayas na Península de Yucatán.
Os fatos narrados neste filme foram muito criticados pelos descendentes Mayas e Astecas na Guatemala, como extremamente discriminatórios e selvagens, sem dizer o fato de não apresentarem os personagens como os verdadeiros Mayas se apresentavam na época retratada, porém, muitos historiadores concordam com a interpretação dos fatos, com poucas diferenciações. O que está em julgamento não é o comportamento de uma Civilização antiga e sim o comportamento da nova Civilização que ocupou o seu lugar e que em pouco se difere na prática da anterior.
Iazua Larios, Protagonista
Eles não conheciam o Deus Verdadeiro, nem Jesus Cristo o Crucificado, e não se falava em preceitos ou 10 Mandamentos, eram povos com culturas e religiosidade baseada em deuses pagãos totalmente oriundos da necessidade humana de preencher seu vazio interior, “na ausência da verdade, supre-se com fantasias advindas da propria mente humana”, justicando a extinção de várias civilizações anterióres, movidas pelo erro de sacrificar vidas semelhantes em troca de favores divinos, por isso houve uma grande resistência à colonização e a catequese da Igreja Católica.
Podemos até concordar que os fatos eram tão graves, que realmente Deus tenha enviado sim os Espanhois para finalizar aqueles atos tão desumanos contra os proprios irmãos semelhantes.
Para aqueles povos que foram dominados pelo poder das armas Espanholas, Cortêz era apenas outro Imperador que assumira o poder na região, porém os Espanhois passaram a impor outra cultura e outra religião totalmente diferentes da anterior, religião esta que, mesmo praticada exteriormente não implicava em uma aceitação de fé interior, os nativos resistiam em Crer no Deus Espanhol Dominante, pois suas práticas milenares não seriam esquecidas e substituídas assim de um momento para o outro.
Muita coisa havia mudado na maneira de viver e na maneira de prestar seus cultos que foram praticamente proíbidos e substituídos por outras práticas totalmente desconhecidas para eles.
MAYAS - O Filme Apocalipto
divulgou e acabou ajudando a eleição!
Pirâmide de Chichén Itzá, Capital do Império Maya, foi eleita uma das sete novas Maravilhas do Mundo.
O que Nossa Senhora de Guadalupe tem a ver com os Mayas.
Naquele dia na colina do Tepeyac, Maria pediu ao índio recem batizado Juan Diego que levasse um recado ao Sr. Bispo, mas esse recado na verdade seria para todos os nativos da região que também presenciaram o milagre da aparição da Virgem no manto do índigena.
O milagre de Maria fez mais efeito do que podia ser esperado, pois a evangelização que andava a passos lentos, levaram milhares de nativos a se converterem em massa devido ao significado do acontecimento com os milágres que se sucederam, se aproximaram da Igreja Católica de todo o coração, aboliram definitivamente os rituais de sacrifícios humanos, mesmo que fosse apenas uma memória dos atos praticados por seus antepassados .
A fé se espalhou e alcançou toda a América latina de língua espanhola, os fatos foram pouco divulgados no Brasil já que tinha extreitas ligações com os Jesuítas Portugueses, pouco conhecemos os acontecimentos e milagres da Virgem de Guadalupe, porque ficamos um pouco isolados na cultura Portuguesa.
Os acontecimentos daquela época, em relação ao valor da vida, como apenas moeda de compra e venda ou simplesmente uma simples troca, nos mostra que o homem era considerado como um mero numero assim como nós hoje nos tornamos também.
Os fatos se asemelham, quando nos dias de hoje comercializamos a manipulação da vida Humana, como um comércio selvagem, sem respeito pelo nosso semelhante que vive ao nosso lado, em que o colocamos numa geladeira por anos e depois se descarta como se fosse apenas um cubo de gêlo, sendo que esse ser humano ainda não tem voz para se defender sozinho.
Vemos os valores humanos decaírem drasticamente na civilização conteporânea, o desrespeito a vida, o aborto, a eutanásia, as pesquisas com embriões vivos, demonstram claramente que nosso respeito pela vida do outro diminui cada vez mais.
Acabaremos nós nos destruindo em sacrifícios como neste filme? Taxado de horrível e violento pelo nosso farisaísmo!
Digo que sim! Este é o caminho do Fim!
Já que a Igreja ficou de fora, não existindo um Jesus para testemunhar um novo modo de vida, já que não existe os mandamentos; não matar, não roubar, não cobiçar as coisas alheias e amar o próximo como a si mesmo, quem poderia segurar a carnificina humana?
No passado Civilizações inteiras desapareceram, e o mundo descartável está indo pelo mesmo caminho de destruição, ainda comprometendo todo o ecosistema Terrestre.
Deveriamos aprender com nossos proprios erros!
Veja Também - A Paixão de Cristo de Mel Gibson.
Veja Também - Frutos do Espírito Santo.
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12 fotos do film na epoca
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,GF39553-6025-0,00.html

APOCALIPTO 2 - Comentários e Clips Youtube.
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[....] Vemos hoje os valores humanos decaírem drasticamente na civilização conteporânea, o desrespeito a vida, o aborto, a eutanásia, as pesquisas com embriões vivos, demonstram claramente que nosso respeito pela vida do outro diminui cada vez mais, acabaremos nós nos destruindo [....]
[....] Apocalipto, Filme de Mel Gibson Retrata Civilização Maya e asteca, uma violência sem tamanho, mas um alerta para o mundo de hoje…. Holocasto de Hitles nunca mais…. [....]
No sé portugués, escribí con traductor, corrígelo si no se entiende:
foi traduzido por tradutor Google.
Atenção, contém revelações sobre o película:
A película é “baseada” no Mayans, mas não é do Mayans, é fiction, carece o valor histórico.
O argumento corresponde a um superprodução estadounidense: Efeitos digitais grandes, perseguiçãoes, assassinatos e bastante sangue, um personage central similar a um Rambo indígeno que funcione com o flechazo no flanco. A película não tem como o objetivo em nenhum momento que mostra a cultura Mayan, é tudo um pacote das ferramentas do marketing para fazer uma película da ação que é sucesso nas vendas.
Durante toda a história um é uma cidade Mayan selvagem, sedentos do sangue, assassinando por prazer puro. A morte é principal das deformações grandes que o diretor (quem é também escritor) realiza da visão e dos Mayan filosofia.
- Para Mayan a morte era a transformação. Sacrificados física preparada mentalmente e incorporam “o desengate”. Um exemplo está no jogo da esfera, o jogo dura entre 3 e 4 dias, ganhando foi sacrificado. O sacrifício para o Mayans era pergunta do valentía e dedicação. Chamanes na realidade eram guias da civilização Mayan.
Na película aparece momentaneamente como ter ou idiotizado e com um ar do verdugo da idade média. Em Apocalypto os sacrifícios são feitos enquanto um jogo na parte elevada das pirâmides e na parte baixa toda a população grita como os assassinos macacos que esperam a queda do corpo sem cabeça e coração.
- Uma das cenas deformadas mais (morbo puro) é esse do cemitério dos sacrificados, desde que suas imagens são similares às montanhas dos corpos dos photographies do holocausto judeu. Esta cena é absolutamente absurd, sacrificados Mayan ou foram enterradas com suas propriedades ou arrojados a o “cenotes” (as cavernas naturais, lugares sagrados para sua religião).
- O herói é conservado dos agradecimentos da morte a um eclipse repentino; o detalhe que não ter em conta do diretor está aquele nesse tempo em que o europeu assim que realizar de quais a terra era redonda, o mayans soube já que a data exige os eclipses em seguida dos 10 séculos. Na película deram para compreender que o Mayans assombrados com o evento, quando se sabe por tudo que o Mayans era matemáticos grandes (descobriram o zero) e astrónomos (para essa razão construíram a pirâmide de Kukulkán). Por tal razão não poderiam assombrado, desde que souberam com exatidão o solar dê um ciclo e os anos do ano bissexto e eclipses.
- Sua roupa era diferente, é bastante com visitar as zonas archaeological e ver pinturas para realizá-lo. Não usaram a pintura no corpo e não usaram piercings tampouco, mas na película vestiram-nos como pseudocannibals africanos.
- O Mayans deteriorou perto de 600 anos antes da chegada dos espanholes. Na película os espanholes não somente para chegar ¿antes 600 anos?, mas isso que os apresentam quase como libertadores. Isso é não somente anacrônico, mas que os espanholes eram delinquentes (¿A quem deram à liberdade, se ao todo o aqueles que poderiam eles o matarem pelo ouro? Isso é hypocritical).
- Embora Apocalypto seja uma película falada no yucateco mayan para ser mais “realístico”, a película tem pelo título “Apocalypto”, a palavra grega que me significa “mim revela” (ou “eu explico”), algo que manda pouco senso.
É muito provável que é ânsia pura das vendas. O Mel Gibson tentou usar um título que o pessoa associasse com o palavra Apocalypse, (“Revelation” no grego) e isso é usado para a chegada de catastrophes grandes e o alvo do mundo. “Apocalypto” é grego, non yucateco mayan.
Apocalypto es sobre nos “mayasgibson”, uma criação do Mel Gibson que desmerece à gran cultura Mayan. Em Guatemala (berço do Mayans, América Central) e em México (berço do Aztecas, América do Norte) causa muita controversia e recusa neste momento.
RESUMO DO FILME:
Em Apocalypto, Gibson e o co-roteirista Farhad Safinia se voltam para a civilização maia, que dominou o México e a América Central atuais entre 2.400 a.C. e o século 15 d.C. Passando por cima de seus avanços em planejamento urbano, matemática, arte, astronomia, agricultura e sistemas de escrita, eles optam por mostrar apenas sua barbárie. Homens caçam homens, violentam mulheres e sacrificam vítimas, arrancando corações de corpos ainda vivos.
Mas Apocalypto não é um filme de exploração barata da violência, e sim um épico de primeira grandeza, que gira em torno da vontade de um homem de sobreviver para salvar sua família. Em outras palavras, obedecendo à boa tradição de Hollywood, tem herói, vilão, donzela esperando ser resgatada, indígenas exóticos e paisagens de tirar o fôlego e evocar espanto e terror.
Não há dúvida de que Gibson sabe fazer um filme que prende a atenção o tempo todo - mas também é verdade que ele é um cineasta sádico.
A história começa no momento em que a civilização maia vive seus últimos estertores. Numa floresta tropical tranquila, uma pequena comunidade de caçadores vive em harmonia com a natureza. Então a aldeia é atacada por mercenários em busca de vítimas para aplacar os deuses que lhes impuseram uma seca e uma praga.
Os homens e algumas poucas mulheres, que serão vendidas como escravas ou concubinas, são brutalmente amarrados a longas varas e levados até a cidade maia. Ali, os homens são mortos no topo de uma pirâmide, onde são pintados de azul e colocados sobre um altar. Uma faca é mergulhada em seus peitos, e seus corações são arrancados com precisão cirúrgica, sendo atirados no fogo, enquanto as cabeças são decepadas, e os corpos, atirados para baixo, para a alegria dos moradores reunidos da cidade. Quem disse que os maias não sabiam festejar?
A figura central é o pai de família Jaguar Paw (Pata de Jaguar), representado por Rudy Youngblood, um indígena americano carismático, dotado de considerável habilidade como atleta e ator. Pode-se afirmar, aliás, que a escolha do elenco é o que Apocalypto tem de melhor.
Dalia Hernandez, uma dançarina e estudante mexicana, tem um rosto belíssimo que capta à perfeição o terror sentido por seu personagem, a mulher grávida de Pata de Jaguar, que fica para trás, escondida no poço da aldeia, que primeiro a protege e depois vira uma prisão para ela e seu filho.
O canadense Jonathan Brewer faz um personagem chamado Blunted (Sem fio), que vira alvo de todas as piadas. O ator do Novo México Raoul Trujillo é o líder guerreiro inimigo Zero Wolf (Zero Lobo), que captura Pata de Jaguar. Sua crueldade é superada por seu subordinado sádico Snake Ink (Tinta de Cobra), o ator mexicano Rodolfo Palácios.
Nos primeiros 85 minutos do filme, somos arrastados, junto com os cativos, para um mundo de caos e confusão. De repente, graças à intervenção divina representada por um eclipse solar, Pata de Jaguar escapa de seus captores. A partir desse momento, o filme vira uma história de perseguição, com Zero Lobo e seus homens caçando Pata de Jaguar na selva para matá-lo.
Como foi o caso com Paixão de Cristo, Mel Gibson acha que os diálogos na linguagem antiga transportam o público para outro tempo e lugar. O roteiro foi traduzido para o dialeto maia falado na península de Yucatán hoje. Assim, os diálogos são legendados.
Em muitos momentos, porém, Apocalypto parece uma palestra de história ilustrada - mas sem texto. Assistimos a todo tipo de fenômenos culturais e naturais estranhos, sem termos qualquer pista quanto ao que significam.
Um abraço!!!